Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto + Diversidade no Acervo do Museu de Arte Contemporânea do RSpropõe, a partir de curadoria especializada, a aquisição de 30 obras de artistas visuais negros, indígenas e transgêneros de diferentes regiões do país, a fim de promover a equidade no acervo da instituição. O projeto prevê ainda a realização de uma exposição comas obras adquiridas e um programa público e educativo.
1. Aquisição de 30 obras de diferentes linguagens, técnicas e temáticas. cujos autores sejam, exclusivamente, artistas visuais negros, indígenas e transgênero, a fim de promover a equidade racial e de gênero no acervo da instituição. 2. Exposição das 30 obras no MAC RS com audio descritivo e apresentação de 10 maquetes táteis 3. Programa Educativo com acessibilidade, composto por visitas mediadas, seminários (virtuais e presenciais), oficinas artísticas, ações educativas interdisciplinares e produção de 01 e-book, destinado especialmente a professores e educadores, sobre a trajetória e produção dos artistas que integram o projeto MACRS +D. 4. Catálogo virtual das obras no repositório Tainacan do museu, que permitirá pesquisas futuras de toda a comunidade.
Objetivo geral O objetivo geral dessa proposta é viabilizar políticas afirmativas para a ampliação da pluralidade racial e de gênero no acervo da instituição, adquirindo obras de arte de diferentes linguagens, técnicas e temáticas. cujos autores sejam, exclusivamente, artistas visuais negros, indígenas e transgênero. O projeto prevê também a realização de uma exposição com as obras adquiridas e de um programa público educativo, por meio dos quais pretende alcançar a comunidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Realizar levantamento curatorial em galerias, feiras de arte e instituições culturais em diferentes regiões do Brasil, a fim de identificar quem são os artistas dos grupos identitários delimitados pelo projeto em voga nos circuitos brasileiros das artes visuais, selecionando 30 obras destes artistas para aquisição para o acervo do MAC RS. 2. Adquirir 30 obras de artistas visuais negros, indígenas e transgêneros de diferentes regiões do país para que sejam integradas ao acervo do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul 3. Realizar uma exposição com as obras adquiridas a fim de viabilizar o acesso público gratuito à nova coleção adquirida. 4. Realizar, como parte da programação da exposição, uma ação educativa com o Núcleo Educativo e de Programa Público do MAC RS, composto por 10 visitas mediadas, 3 seminários (virtuais e presenciais), 4 oficinas artísticas interdisciplinares. 5. Produzir 01 e-book destinado especialmente a professores e educadores sobre a trajetória e produção dos artistas que integram o projeto MACRS +D. 6. Realizar a catalogação virtual das obras no repositório Tainacan do museu.
O projeto + Diversidade no Acervo do MAC RS propõe a aquisição de 30 obras de arte contemporânea de artistas visuais negros, indígenas e transgêneros, a fim de promover a equidade no acervo da instituição. Através da expertise de uma renomada curadora de arte contemporânea e uma curadora assistente, pretende-se identificar a produção contemporânea de artistas negros, indígenas e transgênero, de diferentes regiões do país, em destaque no circuito oficial e alternativo das artes visuais no Brasil. O objetivo é adquirir obras de diferentes linguagens, técnicas e temáticas. O projeto prevê ainda a realização de uma exposição composta das obras adquiridas e um programa público e educativo. Assim pretende-se oferecer à comunidade uma iniciativa que gere um amplo e profundo movimento de debate e reflexão sobre a importância da presença e representatividade racial, de gênero e territorial no acervo do MAC RS e também nos sistemas da arte como um todo. O MAC RS, por se tratar de uma instituição pública estadual, possui recursos financeiros limitados para a expansão de suas ações. Por esta razão, a Associação de Amigos do Museu trabalha para buscar os meios de qualificar e ampliar as atividades da instituição, com foco no benefício do público em geral e no fortalecimento do universo das artes contemporâneas no Rio Grande do Sul. Ações tais como a proposta aqui, em geral, não encontram mecanismos de se auto financiarem em uma realidade de escassez de recursos públicos estaduais. Por isso, poder contar com o benefício da Lei Federal de Incentivo à Cultura pé fundamental para tornar concreto este objetivo de criar e implemenbtar políticas afirmativas para diversificar o acervo por meio da ampliação da pluralidade racial e de gênero. Assim sendo, esta proposta atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Ao que se refere aos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, a proposta aqui apresentada está em consonância com os incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposição de arte; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a ampliação do acervo e coleção do MAC RS; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante levantamento e pesquisas na área da arte, ao identificar nomes de minorias representadas no acervo do MAC RS, para aquisição de suas obras. SOBRE O MACO MAC RS é o único museu público de arte contemporânea no estado do Rio Grande do Sul. Fundado em 1992, é um equipamento da Secretaria de Estado da Cultura - SEDAC e está localizado no 3° e 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana - CCMQ cujo prédio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado - IPHAE.O MAC RS tem a missão de promover, pesquisar e incentivar o pensamento e a produção contemporânea em artes visuais, de forma a preservar e proteger seu acervo para que este seja reconhecido como um patrimônio relevante para a pesquisa e para os processos acessíveis de aprendizado em arte e cultura. Também tem como objetivo estabelecer diálogos entre o acervo e a multiplicidade de saberes e culturas, possibilitando a produção de conhecimento e o intercâmbio de experiências dos públicos com arte. Das 2.193 obras em acervo no MAC RS, 482 homens brancos cisgênero, 432 mulheres brancas cisgênero e 02 transgênero, 10 homens negros cisgênero, 6 mulheres negras cisgênero e 01 transgêro, 03 homens asiáticos cisgênero, 02 homens indígenas cisgênero. Os dados evidenciam a enorme desigualdade racial interseccionada pela desigualdade de gênero nas instituições museais. Esses números retratam a linha abissal que separa artistas cisgênero e racializados(as) como brancos(as) de uma minoria representada por artistas negros(as), indígenas e transgênero, refletindo a forma como a desigualdade racial, de gênero e a transfobia no Brasil se convertem em vantagens para determinados grupos e desvantagens para outros, também no campo das artes.Neste contexto, o objetivo geral dessa proposta é viabilizar políticas afirmativas para diversificar seu acervo por meio da ampliação da pluralidade racial e de gênero. Efetivamente, neste momento, pretende-se adquirir 30 obras de arte de diferentes linguagens, técnicas e temáticas. cujos autores sejam, exclusivamente, artistas visuais negros, indígenas e transgênero, a fim de promover a equidade racial e de gênero no acervo da instituição.O projeto prevê a realização de uma exposição composta das obras adquiridas e um programa público educativo, por meio dos quais se pretende oferecer à comunidade uma iniciativa de sentido coletivo e social que gere um amplo e profundo movimento de debate e reflexão sobre a importância da presença e representatividade racial, de gênero e territorial no acervo do MAC RS e também nos sistemas da arte como um todo.
1. Aquisição de 30 obras de diferentes linguagens, técnicas e temáticas, cujos autores sejam, exclusivamente, artistas visuais negros, indígenas e transgênero, a fim de promover a equidade racial e de gênero no acervo da instituição. Será feito um mapeamento de potenciais artistas. Após, uma seleção será apresentada pela curadora. O comitê de Acervo do MAC RS avaliará e validará a seleção. Após a seleção, as obras serão adquiridas. Serão adquiridas 10 obras de artistas consagrados no sistema da arte brasileiro e 20 artistas emergentes no sistema da arte brasileiro. A aquisição das obras desse segundo grupo se dará por chamamento público. 2. Exposição das obras no MAC RS A exposição acontecerá no MAC RS e apresentará as 30 obras adquiridas e terá duração de 90 dias. O público visitante estimado é de 4.000 mil pessoas. O público alvo é o escolar (da educação infantil ao ensino superior) e não escolar (ongs, pontos de cultura, abrigos de passagem ou de acolhimento institucional, Grupos oriundos de Centros de Referência de Assistência Social - CRAS) , etc. e público espontâneo de todas as idades. 3. Programa Educativo com acessibilidade, composto por visitas mediadas, seminários (virtuais e presenciais), oficinas artísticas, ações educativas interdisciplinares e produção de 01 e-book, destinado especialmente a professores e educadores, sobre a trajetória e produção dos artistas que integram o projeto MACRS +D. O programa educativo será desenvolvido a partir da pesquisa realizada pela equipe do projeto e de se ter as obras selecionadas. Isso porque o direcionamento do conteúdo programático se dará com base nesses quesitos. São previstas: 01 seminário com curador, artistas e pessoas que são referência nos temas abordados 30 obras com audio descrição 10 maquetes táteis das obras mais importantes no contexto proposto pela exposição 10 visitas guiadas em libras 4 oficinas educativas 01 e-book destinado especialmente a professores e educadores, sobre a trajetória e produção dos artistas que integram o projeto MACRS +D, com conteúdo educativo que poderá ser utilizado com os alunos. 4. Catálogo virtual das 30 obras no repositório Tainacan do museu, que permitirá pesquisas futuras de toda a comunidade.
PRODUTO PRINCIPAL - AQUISIÇÃO DE ACERVO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica, uma vez que o produto trata de aquisição de acervo para o MAC RS. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS: as obras serão registradas no Tainakan e contarão com audiodescrição com acesso disponibilizado para todo e qualquer interessado em consultar os registros de acervo do MAC RS. DEFICIENTES AUDITIVOS: será disponibilizada na web (no repositório digital de obras do MAC RS e nas redes sociais) uma versão descritiva das obras com Libras e um e-book sobre a coleção adquirida, obras e artistas. PARA PESSOAS NEURODIVERSAS: não se aplica, pois é tecnicamente inviável. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE ACESSIBILIDADE FÍSICA: A exposição será realizada em local acessível e SINALIZADO para atender ao público com necessidades especiais. DEFICIENTES VISUAIS: a exposição contará com o serviço de audiodescrição de todas as obras expostas e maquetes táteis de 10 das obras expostas. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, contudo no local da exposição haverá um monitor com descritivo das obras com tradutor de libras, assim como o evento de abertura contará também com este serviço. PARA PESSOAS NEURODIVERSAS: será disponibilizado no site da instituição a possibilidade de agendamento de visitação às obras de pessoas neurodiversas, através de monitoria especializada. PRODUTO OFICINAS/WORK SHOPS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As visitas guiadas, seminários e oficinas serão realizados em local acessível e SINALIZADO para atender ao público com necessidades especiais - local este que é o mesmo da exposição. DEFICIENTES VISUAIS: a visita guiada à exposição contará com o serviço de audiodescrição e maquetes táteis de 10 das obras expostas. DEFICIENTES AUDITIVOS: o seminário virtual previsto no projeto terá tradutor de libras, do mesmo modo que as oficinas, as visitas guiadas e o seminário presencial, desde que demandado no momento da inscrição. PARA PESSOAS NEURODIVERSAS: será disponibilizado no site da instituição a possibilidade de agendamento de visitação às obras de pessoas neurodiversas, através de monitoria especializada.
Destaca-se um conjunto de medidas de democratização do acesso, dentre as quais: 1. acesso gratuito à exposição, durante todo o período, de terça-feira a domingos, das 10h às 18h; 2. visitas mediadas gratuitas, para diferentes públicos, como escolares (da educação infantil ao ensino superior) e não escolares (público espontâneo, ongs, instituições de Pessoas com deficiência - PCD, pontos de cultura, Centros de Assistência Social - CRAS, etc); 3. O projeto prevê ainda a realização de 04 oficinas , dois seminários (um presencial e um virtual) e 10 visitas mediadas, com oferecimento de transporte para estudantes de escolas públicas;5. Produzir 01 e-book destinado especialmente a professores e educadores sobre a trajetória e produção dos artistas que integram o projeto MACRS +D;6. Realizar a catalogação virtual das obras no repositório Tainacan do museu, permitindo o acesso de pesquisadores e interessados.
COORDENAÇÃO GERAL - A instituição proponente é a Associação dos Amigos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, que é uma entidade sem fins lucrativos que visa auxiliar na organização e financiamento das atividades do Museu. Sua função neste projeto é a incrição do projeto e contratação, em conjunto com a direção do MAC RS, dos profissionais que atuarão no planejamento detalhado e execução os objetivos assumidos. O proponente também é o responsável pela COORDENAÇÃO GERAL E FINANCEIRA do projeto. Esta participação é voluntária, sem contra-partida financeira e sem custos na planilha. Principais Participantes definidos até o momento CURADORIA: Izis Abreu - pesquisadora, curadora e servidora estadual atuando como coordenadora do setor de acervo do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MAC RS; Trabalhou no Núcleo de Curadoria e no Núcleo de Programa Público do Museu de Arte do Rio Grande do Sul - MARGS; Integra o Conselho de Acervo e Curatorial do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul; Pesquisadora mestra em História, Teoria e Crítica de arte pelo Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UFRGS (2022); Bacharela em História da Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2016); Investiga as imagens de controle nos regimes de representação visual de sujeitos racializados como negros nas artes visuais, com foco em acervos artísticos públicos de Porto Alegre. Sua prática é informada, principalmente, por teorias feministas negras, afrodiaspóricas, decoloniais e da Teoria Crítica da Raca. Defende que certos estereótipos raciais são usados nas diferentes práticas representacionais para marcar a diferença racial a fim de estabelecer hierarquias na organização social. Acredita haver uma relação de causa e consequência entre as imagens de controle forjadas e difundidas nos regimes racializados de representação e a representatividade de pessoas racializadas em espaços de poder, inclusive no campo das artes visuais. CV completo em anexo. GESTÃO CULTURAL E ADMINISTRATIVA - Vitor Ortiz - gestor e produtor cultural com experiência na execução de diversos projetos no setor e com passagem por órgãos públicos e privados. Atualmente coordena os festivais Porto Alegre em Cena e Virada Sustentável POA. É também criador dos projetos Desapaga POA e Memórias Negras em Verbetes. No campo das artes, foi diretor do Centro de Programas Integrados da Funarte e diretor de relações institucionais da Bienal do Mercosul. EDUCADORA - Bruna Paulin - é artista e comunicadora. Formada em jornalismo e Mestre em Comunicação pela PUCRS, atua há 15 anos no mercado da comunicação e cultura, desenvolvendo projetos de assessoria de comunicação, produção de conteúdo, construção de imagem e relacionamento para instituições, eventos, empresas e projetos artísticos. Já atendeu eventos como Bienal do Mercosul, Porto Alegre em Cena, diversos festivais de música, cinema e teatro, Congresso Brasileiro de Arquitetos, entre outros. Instituições como Goethe-InstitutPorto Alegre, Aliança Francesa, Santander Cultural, Theatro São Pedro, Cinemateca Capitólio, entre outras, constam nesta lista. No segmento de artes e design, integrou a equipe das 11a e 8a Bienal do Mercosul, atendeu os artistas e espaços Vera Chaves Barcellos, Britto Velho, Serena Salvadori, Delphus Galeria, Calafia Art Store, Galeria Mascate, Festival Arte Salva, Revista Corpo Futuro, entre outros. Atualmente atende Circuito Orelhas, Casa de Cinema de Porto Alegre, Festival Arte Salva, Festival Kino Beat, Cubo Play, Porto Alegre em Cena, Revista Corpo Futuro, Festival de Música de Nova Prata e Cine Esquema Novo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.