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PRONAC 233774Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Livro Coleção Arte Naif

IKIGAI PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 598,9 mil
Aprovado
R$ 598,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-11-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto trata da edição bilíngüe do livro Arte Naif falando sobre a mais importante coleção do gênero, a do Museu Internacional de Art Naif.Produto principal- Livro.

Sinopse

O projeto prevê a edição bilíngüe do livro Arte Naif falando sobre a mais importante coleção do gênero, a do Museu Internacional de Art Naif. Pretendemos construir um livro de referência, com 15 textos inéditos, produzidos especialmente para este volume, em três formatos diferenciados:– ensaios críticos, que tem o intuito de elaborar relações entre a cultura de massa e a cultura popular – refletindo as transformações do Brasil, do estatuto da cultura popular e dos desafios de um mundo em franca globalização combinada à desigualdade. Tais textos serão escritos a partir de convite da curadoria, para curadores e críticos de arte com foco misto em arte contemporânea numa perspectiva decolonial, que privilegie um ecossistema de saberes sensível às políticas antirracistas e antimachistas; – experiências comentadas, que convidam agentes culturais e profissionais diretamente envolvidos no projeto, para que suas reflexões em torno das políticas de acervo, das problemáticas sociais relacionadas às formações de coleção no Brasil e as práticas de circulação de obras de arte e produção de conhecimento, estejam evidentes. Neste ensejo, buscaremos mostrar como exposições de arte e projetos culturais apresentam-se como possibilidades de reflexão e agenciamento comunitários em diferentes paisagens culturais; – entrevistas em profundidade, que serão transcritas em texto, possibilitando que artistas pertencentes à coleção do museu e aqueles que arte naïf possam ser escutados e valorizados, a partir do entrecruzamento dos saberes populares e das preocupações do circuito artístico ontemporâneo. As questões éticas e conceituais que alavancam este projeto, no entanto, já foram previamente manifestadas nas exposições, e a publicação – que conta com vistas de instalação das três montagens, detalhes de obras e os textos supracitados. Por entendermos que a valorização da cultura nacional com atenção às diversidades e suas pertinentes revisões históricas em curso, a preservação e valorização dos biomas e ecossistemas brasileiros e a valorização do protagonismo feminino nas diversas camadas do tecido social são questões relevantes e de interesse público percebemos uma singularidade deste projeto como um vetor de difusão cultural e construção de narrativas alternativas, aliadas à democracia e a uma educação ampla, contemporânea e inclusiva. Manifestada como mote da mostra “A Ferro e Fogo”, a discussão da natureza e da cultura, bem como a valorização das alianças populares, pode ser percebida no texto que apresenta a mostra:A ferro e fogo firma-se como homenagem à insubordinação do povo brasileiro que, por diferentes ciclos de suas economias e histórias, exercitou suas alianças em lutas comuns – desde a manutenção de suas condições de trabalho até o respeito por seus costumes e crenças; da preservação de terras e animais até a proteção contra a violência policial. Tal verve aguerrida, presente em mentes e corações inquietos, possibilitou conquistas que mantiveram o estatuto da cultura popular – termo amplo, complexo e estigmatizado – aceso como o fogo, apesar das tentativas de domesticação da pluralidade da cultura popular brasileira – aqui aparece, sob armas, a metáfora do ferro. Manifestada como mote da mostra “Entre o Céu e a Terra”, a discussão em torno do sistema de crenças que baseia nosso viver em sociedade indaga fés, mitos, lendas, folclore, indústria do entretenimento e a cultura da celebridades para resgatar o sentido de crer em uma vida social e comunitária, como podemos perceber no texto que apresenta a mostra:“Entre o Céu e a Terra”, de maneira bastante livre, abraça fato e ficção na busca de tornar este sistema ainda mais complexo. Partindo das representações pictóricas de divindades e bestas, seres mitológicos e figuras fantásticas, encontramos não apenas as crenças religiosas ou místicas: percebemos que a ideia de “um povo brasileiro” também depende de nossa crença para persistir. Fruto de uma miscigenação plural e violenta, esta idéia chamada “Brasil” persiste e repercute até hoje preconceitos e verdades propagadas em mais de cinco séculos de existência.Entre o Céu e a Terra buscou um repertório rico e diverso que convoca o público a perguntar-se quais são as suas crenças: na arte, no país, nas religiões e nas doutrinas políticas. Não apenas obras de arte ou santidades são adoradas e cultuadas. O popular, aqui, propositadamente encontra o massivo: das grandes romarias aos meios de comunicação de massa, os grandes cultos são aproximados de imagens de programas de televisão, da cultura do espetáculo, do entretenimento. Manifestada como mote da mostra “Sofrência”, a discussão em torno da emancipação dos corpos e do apagamento dos protagonismos femininos, dentro e fora da história da arte, são acendidos pela vertente contemporânea do sertanejo cantado por mulheres. Com trilha sonora, a exposição aposta numa mirada às dores e delícias do amor romântico, bem como do prazer carnal, sendo uma oportunidade para discussões em torno de corpos, gêneros e sexualidades, como podemos perceber no texto que apresenta a mostra:[...] Sofrência foi organizada para reunir as pinturas de artistas populares brasileiros do Museu Internacional de Arte Naïf, e também para convocar os públicos que a visitam a uma outra tarefa – talvez tão difícil quanto definir o que é o amor: qual a intenção que projetamos por trás do gesto do artista? Neste acúmulo de tinta sobre a tela, sugere-se uma cena ficcional, imaginada, ou relembro alguma boa memória? Em cenas de convívio social, ambientes domésticos e ruas das cidades, percebemos festas, flertes e trocas de olhares. Ao ver esses corpos representados, podemos questionar quem são essas figuras, para onde olham, quem ou o que desejam. Expressar o afeto é uma das razões manifestadas repetidamente por artistas de diferentes períodos da história das artes. Com esta reunião de artistas autodidatas, isso não será menos legítimo. O termo francês “naïf” significa ingênuo, que tem em uma de suas definições como “sem qualquer tipo de malícia ou pecado”. Quais serão as fantasias por trás dessas seduções? Do trovadorismo à literatura romântica alemã, passando pelas modas de viola caipira ou pelo forró pé de serra, o sentimento – seja na alma, seja no corpo – aqui não é entendido como motivo menor ou menos importante para a criação. Em Sofrência, percebemos que, apesar do medo de ficarmos sozinhos, o desejo de estar juntos é revolucionário.

Objetivos

Objetivo Geral - Editar o livro bilíngüe (português/inglês) Arte Naif sobre a coleção do gênero do Museu Internacional de Art Naif. Objetivos Específicos - PRODUTO PRINCIPAL LIVRO _ editar 2.000 exemplares bilíngüe (português/Inglês);PRODUTO PRINCIPAL LIVRO _ colaborar para a divulgação da arte naif brasileira;PRODUTO PRINCIPAL LIVRO _ produzir audiobook que será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais do projeto Arte nas Estações;PRODUTO PRINCIPAL LIVRO _ Distribuir gratuitamente livros para escolas, universidades, ONGs, Bibliotecas e outras instituições públicas; PRODUTO PRINCIPAL LIVRO - Contribuir para a ampliação do número de público leitor apreciador de arte;PRODUTO PRINCIPAL LIVRO - Produzir material de consulta de importância histórica;

Justificativa

O livro do projeto Arte nas Estações objetiva uma tarefa dupla: memória e produção de conhecimento contemporâneo _ a partir da experiência de itinerância da coleção do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil, a maior coleção do gênero em todo o mundo, por Minas Gerais. Sob a pecha de naif (do francês, ingênuo), salvaguarda uma importante coleção de artistas populares brasileiros, que não tiveram acesso ao ensino formal em artes O livro cumprirá o objetivo de registrar as exposições temáticas que percorrerem os três espaços expositivos nas cidades mineiras de Ouro Preto, Congonhas e Conselheiro Lafaiete, totalizando nove coletivas ao longo de seis meses. Além das três curadorias, realizadas por Ulisses Carrilho, desejamos sublinhar os fatores de transformação social ocorrida por meio das instâncias educativas das mostras, que além de itinerar recortes do acervo do Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil — maior do mundo no segmento, formado a partir da coleção particular de Lucien Finkelstein _, compreendemos que um dos diferenciais do projeto está em seu desejo disruptivo de investir em cidades alternativas aos grandes centros urbanos e, sobretudo, construir conhecimentos a partir destes territórios. É de grande importância obter patrocínio através da LIC por se tratar de um projeto que promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e prioriza o produto brasileiro. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1 da lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto alcança os seguintes objetivos no Art. 3º. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

Plano de divulgaçãoAssessoria de imprensaDivulgação nas redes sociais do projeto Arte nas EstaçõesDivulgação em publicações relacionadas com ações socioambientais Passagens aéreas e hospedagem da equipe e curador para os lançamentos em São Paulo e Belo Horizonte No ato da inscrição, o sistema não estava aceitando parte da justificativa, então segue abaixo: O projeto atinge os seguintes objetivos do Art. 3º da lei 8313/91: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

Produto – livroLivro bilíngüe250 pág.; 21 x 25 cm, capa dura, com serigrafiaTiragem – 2.000 exemplares

Acessibilidade

Produto principal - livroAcessibilidade deficientes físicos – não se aplicaRubrica: não se aplica Acessibilidade deficientes visuais – produção de audiobookRubrica: R$ 10.000,00 Acessibilidade deficientes auditivos – o livro é acessível a deficientes auditivos leitoresRubrica: não se aplica

Democratização do acesso

Produto principal – livroO livro terá distribuição gratuita em escolas, universidades, ONGs, Bibliotecas e outras instituições públicas; além dos preços promocionais estabelecidos na lei. inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

IKIGAI Produções – Coordenação Administrativo-financeira – Coordenação Geral - Carolina IglesiasDEPOIS DE ATUAÇÃO EM DIVERSOS GRUPOS MULTINACIONAIS, COM ÊNFASE NA ÁREA DE MÍDIA E ENTRETENIMENTO, APRODUTORA DECIDIU APLICAR TODO O CONHECIMENTO ADQUIRIDO EM PROJETOS CULTURAIS DE ALTO IMPACTO. POR MEIO DE EXTENSA EXPERIÊNCIA COM PROJETOS INCENTIVADOS, VEM ELABORANDO, PRODUZINDO ECOORDENANDO PROJETOS DE RESTAURO DE PRÉDIOS HISTÓRICOS, DE CRIAÇÃO DE CENTROS CULTURAIS, PRODUÇÃOEXECUTIVA DE FILMES E DOCUMENTÁRIOS, E INTERMEDIAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS E CONEXOS.PROJETOS REALIZADOS E EM ANDAMENTO:RESTAURO ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE BARRA DO PIRAÍ (RJ) – PROJETO INCENTIVADO VIA LEI FEDERAL DE INCENTIVOÀ CULTURA - ATUAÇÃO COMO COORDENADORA DE PROJETO.RESTAURO ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE PAULO DE FRONTIN (RJ) – PROJETO INCENTIVAD VIA LEI FEDERAL DEINCENTIVO À CULTURA – ATUAÇÃO COMO COORDENADORA DE PROJETO. Coordenação de projeto – Fábio SzwarcwaldFabio Szwarcwald é economista e colecionador de arte. Faz parte do conselho do New Museum, de Nova York, da Residência Artística Capacete e do conselho de aquisição de acervo do Museu de Arte Moderna (MAM), ambos do Rio de Janeiro.Formado pela UERJ, Szwarcwald tem MBA em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, MBA em finanças pelo IBMEC e estudou negociação noprograma para executivos Wharton, da Universidade da Pensilvânia. Como executivo, trabalhou na Trader Renda Fixa, foi gerente comercial e superintendente do Banco Votorantim, foi vice-presidente do Private Banking do Credit Suisse Hedging Griffo. Foi diretor da EAV (Escola de Artes Visuais doParque Lage) e vice-presidente do conselho da organização social OCA Lage, que administrou a EAV e a Casa Brasil-França de 2014 a 2016. Atual diretor executivo do MAM Rio. Curador – Ulisses CarrilhoUlisses Carrilho (Porto Alegre, 1990) é curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e ex-aluno da mesma escola. Pós-graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras –Português/Francês (UFRGS). Como aluno da Escola, ganhou bolsa-residência para desenvolvimento de projeto no Lugar a Dudas (Cali, Colômbia) onde realizou a mostra “Aquí miscrímenes no serian de amor”. Iniciou sua trajetória como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Integrou a equipe de relacionamento institucional da Fundação Bienal do Mercosul (Porto Alegre) e da galeria Rolando Anselmi (Berlim, Alemanha). Na equipe da curadora Luiza Proença, editou as publicações da 9a Bienal do Mercosul. Contribuiu com textos para ocatálogo da 32a Bienal de São Paulo, além de revistas e periódicos de arte. Sua pesquisa no âmbito da intersecção das artes e da educação mira contra narrativas, críticas à lógica dep rodução do capitalismo cognitivo. Interessa-se por manifestações de insubordinação, desobediência e indisciplina e uma pesquisa da intimidade como dispositivo pedagógico. Em 2017, participou da residência Intervalo-Escola em torno de uma escola de floresta na Floresta Amazônica (Rio Tupana e Igapó-Açu). Desde 2015trabalha na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola. Vive no Rio de Janeiro. Coordenação Editorial – Christina Scarabotolo Gabaglia PennaGraduada em História da Arte [Universidade do Estado do Rio de Janeiro], e mestre em Museologia e Patrimônio [Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro]. Iniciou sua vida profissional como assistente do Prof. José Maria dos Reis Jr. na catalogação das obras de Oswaldo Goeldi e Belmiro de Almeida. Em 1979, ingressou no Projeto Portinari, onde foi responsável pela metodologia e pela equipeque realizou o levantamento e a catalogação de mais de 5.000 obras de Candido Portinari [1903-1962] e 30.000 documentos. Foi também a principal organizadora da publicação “Candido Portinari - Catálogo Raisonné/Catalogue Raisonné”, primeira no gênero na América Latina [5 volumes de 510 páginas cada], Prêmio JABUTI, de 2005. Como curadora do Projeto Portinari, idealizou e produziu diversas exposições, no Brasil e no exterior, além de ter organizado várias publicações sobre o artista. A partir de 2006, passou a realizar projetos independentes tornando-se sócia da HÓLOS, sobretudo nas áreas de conservação de bens culturais, exposições, catalogação de acervos, publicações e programas educativos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.