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PRONAC 233837Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Mae de Santo

PALAVRA Z PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 964,8 mil
Aprovado
R$ 964,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-11-01
Término
2024-04-30
Locais de realização (9)
Manaus AmazonasSalvador BahiaBrasília Distrito FederalVitória Espírito SantoSão Luís MaranhãoOuro Preto Minas GeraisBelém ParáItaguaí Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto se refere à realização de apresentações do espetáculo Mãe de Santo, que reposiciona o lugar da mulher negra na sociedade. A peça, traz um posicionamento firme e de orgulho das histórias contadas e passadas por gerações e documentando como as mulheres afro-brasileiras são diálogos, corpos sagrados e que utilizam o homem como complemento de suas narrativas e vivências.

Sinopse

“Mãe de Santo" chama a atenção do olhar com os olhos de ver. A peça é baseada nas vivências da filósofa, escritora e professora Helena Theodoro e de outras mulheres, como a própria atriz que a interpreta, Vilma Melo, por meio de uma personagem muito empoderada, que, ao dar uma palestra internacional, entrelaça as histórias, provocando sobre o que realmente interessa contar e mostrar. O que se espera de uma mulher que nunca foi uma coisa só? Mãe, professora, empregada, mãe de santo, estudante. Quantas histórias cabem em uma única vida?

Objetivos

GERAL: Realizar o circuito do espetáculo MÃE DE SANTO, apresentando as sessões pelos Estados do Brasil, escrito por Renata Mizrahi, dirigido por Luiz Antônio Pilar e atuado por Vilma Melo. - Abordar a o universo da mulher preta; - Retratar a importância da ancestralidade dessas mulheres pretas empoderadas no cotidiano, através dos estudos, da família, da carreira profissional; -Apresentar a posição social que ainda fortalece o enfrentamento do racismo diário; - Ampliar a possibilidade das vozes das histórias de mulheres pretas que sempre estiveram sob mordaça, sem voz nem vez; - Difundir a notoriedade das obras da grande mestra, matriarca - Helena Theodoro; - Proporcionar ao público uma experiência ancestral, interpretada pela atriz Vilma indicada ao prêmio SHELL por este espetáculo; - Ampliar as experiências artísticas e culturais da plateia, através de uma dialética ancestral, sobre cultura e vozes da população negra; ESPECÍFICOS: - Realizar a circulação do espetáculo Mãe de Santo em 9 Estados do Brasil, sendo eles: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão e Belém; - Realizar, no total, 24 apresentações teatrais da peça teatral em questão: 2 apresentações Rio de Janeiro - Itaguaí - RJ 8 apresentações São Paulo - São Paulo - SP 2 apresentações Amazonas - Manaus - AM 2 apresentações Bahia - Salvador -BA 2 apresentações Distrito Federal - Brasília - DF 2 apresentações Espírito Santo - Vitória - ES 2 apresentações Minas Gerais - Ouro Preto - MG 2 apresentações Maranhão - São Luís - MA 2 apresentações Pará - Belém - PA - Gerar a contratação direta e indireta de mais de 100 profissionais, envolvidos na pré produção,produção e pós-produção do espetáculo; - Destinar 20% do total de ingressos para distribuição gratuita à população (para alunos da rede pública de ensino, ONGs, associações de idosos e de portadores de necessidades especiais); - Realizar, em cada praça, uma apresentação com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, afim de contemplar o público deficiente visual e auditivo (gratuitamente); - Realizar, em cada praça, uma palestra/oficina gratuita: ministrada pela professora, filósofa e doutora Helena Theodoro. Nessa ação formativa cultural, serão contempladas 120 pessoas por praça, atendendo à cota de 10% do público beneficiado com o produto principal. Oficina de produção teatral - aberta ao público, mas destinada principalmente a interessado no campo teatral como atores, performers, produtores teatrais e culturais, estudantes universitários, professores, arte-educadores e pesquisadores, a oficina é um convite a todos aqueles que tiver em interesse em conhecer e se aprofundar no processo de produção de um espetáculo teatral(apresentando as etapas desde a pré produção a pósprodução), bem como se aprofundar no entendimento da importância dos mecanismos de incentivo no fomento ao teatro.

Justificativa

O projeto cultural se enquadra nos príncípios da Lei de Incentivo à Cultura, Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Art. 18°, parágrafo 3°, inciso I, item (e), na categoria de espetáculo de artes cênicas. MÃE DE SANTO quer abordar a mulher que é a cabaça, onde contém e é contida por representar a vida através de seu ventre. A ancestralidade dessas mulheres pretas empodera o cotidiano, os estudos, a família, a carreira profissional e a posição social, e ainda fortalece o enfrentamento do racismo diário. As histórias da mulher preta, que sempre esteve sob mordaça, sem voz nem vez. É o grito abafado no peito, durante séculos, de um povo que resiste por acreditar na vida, no outro, na terra em que pisa com imensa alegria por estar vivo e capaz de se tornar pleno. No traço da materialidade, as mães podem ser vistas como depósitos para desenvolvimento de outros seres, onde se gera, cria e educa com intuito de integrar a sociedade. A essência do princípio feminino na tradição nagô, mostra as mulheres como um feixe de oportunidades/possibilidades que lhes permitem alçar vôo até o cume mais alto das montanhas. Não há limites para os seres humanos. Suas muitas formas de ser e sentir são todas naturais, não se limitando aos papéis de homem e mulher estabelecidos pelo mundo judaico-cristão. Cada pessoa é um número incomensurável de potencialidades do existir. Impacto e diferencial do filme sobre as muitas mulheres pretas. Mostramos aqui um foco sobre a população preta, abordando o racismo institucional e a violência urbana. São histórias que mostram uma galeria de mulheres que são mães, filhas, avós, amantes, meninas.Todas compartilham da mesma vida de discriminação, se equilibrando na corda bamba do tempo. Pessoas evocadas em seus laços e dilemas sociais, numa pluralidade e vulnerabilidade que constituem a condição humana. Histórias vividas, histórias que viraram notícias que ganham vida, deixando de ser uma simples nota de jornal, onde essas pessoas não passam de nomes, dados e profissões para serem conhecidas intimamente como protagonistas, com personalidades e sofrimentos. O texto permite o escrever, o viver e o se ver. Tristes fatos do cotidiano das mulheres pretas são contados por um outro ângulo e de forma poética, real e humana, revelando um outro universo que se relaciona a uma tradição africana que valoriza, dignifica e reconhece a força do princípio feminino em suas variadas manifestações. "A experiência religiosa me faz reconhecer a importância de minhas origens, possibilitando meu entendimento do papel de pai, mãe, avós e bisavós no desenvolvimento de minha história.Minha fala, meu universo mágico, além de valores e vivências se ligam a esta ancestralidade. Meu corpo traz memórias das vivências deles, e o meu convívio familiar me deu elementos para viver, sobreviver, aceitar ou rejeitar acontecimentos. Ao valorizar a família e nossa história com ela, isto nos permite um viver e um se ver, que possibilita preservação de tradições e escolha de caminhos." - diz Helena Theodoro. "Mãe de Santo" aborda discussões essenciais à sociedade brasileira como a relevância da educação e o papel da família na formação da identidade do indivíduo, enquadrando-se nos princípios da Lei de Incentivo à Cultura, Art. 1°, inciso VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto se enquadra ainda nos princípios da lei supra citada ao gerar empregos em diversas categorias profissionais a partir da contratação de serviços para a sua elaboração (Art. 3°, inciso V, item b), apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art. 1°, inciso III). Por serem as equipes técnica e criativa do espetáculo compostas apenas por profissionais brasileiros e com experiência comprovada no mercado teatral nacional, o projeto garante que será salvaguardado o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, conforme previsto no Art. 1°, inciso V. Por fim, o projeto pretende contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ conforme descrito no Art. 1°, inciso I _, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e para a formação de plateia. Tais objetivos serão atingidos através: a) do oferecimento de 20% dos ingressos a preços populares; b) da distribuição gratuita de 20% dos ingressos; c) da realização de um espetáculo de qualidade que contemple espectadores de idades, gêneros e renda diferentes; d) da realização do espetáculo em locais onde a acessibilidade a portadores de necessidades especiais é garantida; e) da realização de uma sessão, em cada praça, com tradução em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Como uma produtora independente, só é viável a realização deste projeto, que envolverá inúmeros artistas e técnicos e atingirá um público estimado de 600 pessoas direta e indiretamente, através do mecanismo de incentivo fiscal pela Lei de Incentivo à Cultura.

Especificação técnica

Apresentações do espetáculo: 2 apresentações Rio de Janeiro - Itaguaí - RJ 8 apresentações São Paulo - São Paulo - SP 2 apresentações Amazônia - Manaus - AM 2 apresentações Bahia - Salvador -BA 2 apresentações Distrito Federal - Brasília - DF 2 apresentações Espírito Santo - Vitória - ES 2 apresentações Minas Gerais - Ouro Preto - MG 2 apresentações Maranhão - São Luís - MA 2 apresentações Pará - Belém - PA

Acessibilidade

O proponente se responsabiliza por adotar as medidas necessárias ao cumprimento do Art. 18 da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019, que prevê medidas de acessibilidade obrigatórias e a inclusão dos custos relativos ao seu cumprimento no orçamento do projeto. Para tanto, o proponente se compromete a realizar o espetáculo em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia. Além disso, será realizada por praça, uma apresentação exclusiva e gratuita com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Nessas apresentações, o proponente se compromete a contratar profissionais com experiência comprovada na prestação destes dois serviços, a fim de proporcionar o melhor aproveitamento do possível do espetáculo por parte deste público.

Democratização do acesso

Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, conforme prevê o Art. 21 da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de Abril de 2019, o proponente se compromete a: a) comercializar 20% (vinte por cento) do total de ingressos a preços populares, no valor de R$50,00; b) destinar um mínimo de 20% (vinte por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, de acordo com o inciso I, sub item (a) do mesmo artigo, da referida Instrução Normativa;

Ficha técnica

Argumento/texto: Helena TheodoroDireção: Luiz Antônio PilarDiretor de Produção: Bruno Mariozz - Palavra z Produções Culturais (Proponente)Atriz: Vilma MeloTexto: Renata MizrahiCompositor/Arranjador e Direção Musical: Wladimir PinheiroIluminação: Anderson RattoDireção de Arte: Clívia CohenCoordenador do Projeto: Bruno Mariozz - Palavra z Produções Culturais (Proponente) Helena Theodoro (Argumento/texto) possui graduação de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1967), graduação em Pedagogia- Faculdade de Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1970), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1978) e doutorado em Filosofia pela Universidade Gama Filho (1985). Atualmente terminou o Pós-doutorado em 2019 no IFCS/UFRJ /PPGHC (Programa de Pós Graduação em História Comparada). É Presidente do Conselho Deliberativo do FUNDO ELAS. Foi Coordenadora do Comitê Pró- equidade de Gênero, Raça e Etnia da Casa da Moeda do Brasil até junho de 2016. Atuou como Professora Auxiliar da Universidade Estácio de Sá, tendo sido Coordenadora da Pós-graduação de Figurino e Carnaval da Universidade Veiga de Almeida (UVA), de 2010 a 2015. Participou da Comissão Julgadora do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento nas três edições 2011, 2012 e 2013, produzido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro/Cojira-Rio. Foi Vice-presidente do Conselho Estadual dos Direitos do Negro - CEDINE. Exerceu a Vice-presidência do Fundo ELAS, de 2008 a 2015, tendo sido Jurada do Estandarte de Ouro do Jornal O Globo durante 27 anos. Coordenou o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB) da FAETEC de 2008 a 2013. Escreveu os livros Mito e Espiritualidade: Mulheres Negras (1996); Os Ibéjis e o Carnaval (2009); Caderno de Cultura Afro-brasileira (2009); Iansã, rainha dos ventos e tempestades (2010); e, Martinho da Vila - Reflexos no Espelho (2018). Renata Mizrahi (autora) formada em Artes Cênicas na UNIRIO, estudou roteiro na EICTV em Cuba e na Oficina de Autores da TV Globo. Trabalhou como roteirista na Conspiração Filmes e na TV Globo. No teatro ganhou o Prêmio Shell por Galápagos, em 2014. Foi indicada a melhor texto por Os Sapos no Prêmio Cesgranrio 2013 . Foi indicada a melhor texto por Silêncio! no Prêmio Cesgranrio 2014. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry 2010 e 2012 pelos infantis. Joaquim e as Estrelas e Coisas que a Gente Não Vê. Foi indicada a melhor texto por: Marrom, Nem Pretom Nem branco? Melhor adaptação por Nadistas e Tudistas e pela adaptação por Ludi Na Revolta da Vacina. Estreou o musical infanto-juvenil: Gabriel Só Quer Ser Ele Mesmo, que volta em 2021. Escreveu Zé e Nina- A História de Uma Amizade, com Leandro Hassum e Elisa Pinheiro. É autora de mais de 20 peças, entre elas: Chica da Silva - O Musical, que lhe rendeu prêmio Shell de melhor atriz para Vilma Melo. É finalista do Prêmio Cabíria 2020 para argumento de Longa Infanto - Juvenil por Rodante. No cinema ganhou prêmio de Melhor roteiro no Festival de Triunfo pelo filme Amores de Chumbo, direção de Tuca Siqueira. É autora e roteirista do longa Os Sapos, que está em pré-produção, baseado na sua peça homônima, direção de Clara Linhart. Luiz Antonio Pilar (diretor) é diretor de teatro, televisão e cinema. Formado bacharel em Artes Cênicas, especialização de direção teatral, pela UniRio, em 1990. Com grande experiência em televisão, dirigindo as novelas "Desejo Proibido", "Sinhá Moça", "A Padroeira" – Tv Globo; "Xica da Silva", "Brida", "Mandacaru", e "Tocaia Grande" – na extinta TV Manchete. No cinema, em 2018 dirige LIMA BARRETO, AO TERCEIRO DIA, documentário CANDEIA e o curta-metragem, "A Mãe e o Filho da Mãe", venceu o 13º Festival de Curtas do Rio de Janeiro e, como prêmio, representou o Brasil no Festival de Cinema de Angérs, França. Em parceria entre a produtora Lapilar, O Canal Futura e a TV Globo, desenvolve o projeto A COR DA CULTURA (Conjunto de programas voltados para temática negra, em cumprimento a determinação da Lei 10.639). Em 1993, funda sua produtora, realizando projetos de sucesso de temática afro-brasileira como o espetáculo teatral "Os Negros", de Jean Genet. Clívia Cohen (diretora de arte) está no mercado há 31 anos. É artista plástica, cenógrafa, figurinista e diretora de arte. Alguns de seus trabalhos: O Marido de Daniel (Cenário); D.P.A. - Um Mistério no Teatro (Cenário); Raulzito Beleza - Raul Seixas para Crianças (Cenário); MOJO MICKYBO (Cenário e Figurino); Isso que Você Chama de Lugar (Figurino); Tropicalinha - Caetano e Gil para Crianças (Cenário e Figurino); Bituca - Milton Nascimento para crianças (Cenário e Figurino); Mundo Bita - (Direção de arte). Vencedora do Prêmio Maria Clara Machado - Melhor Cenário por COSQUINHA; Em 2011, indicada ao Prêmio Zilka Salaberry - Melhor Figurino - O Patinho Feio; Em 2018, indicada ao Prêmio CBTIJ - Melhor Figurino - Tropicalinha; Em 2019 - Indicada ao Prêmio CBTIJ - Melhor Cenário e Figurino - Raulzito Beleza. Wladimir Pinheiro (trilha sonora original) vencedor do Prêmio Shell 2020 na categoria Melhor Música, Wladimir Pinheiro ingressou no meio teatral em 2002 no Cabaré Filosófico de Domingos Oliveira. Cantor, ator, músico e compositor, esteve em cena sob direção de nomes como Paulo Betti, Sérgio Brito, Camilla Amado, Aderbal Freire Filho, Luiz Antônio Pilar, Charles Moeller e Claudio Botelho, Gustavo Gasparani, João Fonseca entre outros. Compôs trilhas originais para espetáculos como "Namíbia Não", "O Jornal" e "O Topo da Montanha". Atua também como diretor musical e arranjador em espetáculos de variados gêneros, como o recém premiado "As Comadres" (dirigido por Ariane Mnouchkine do Théâtre du Soleil - Paris). Vilma Melo (atriz – MÃE DE SANTO) é professora, atriz no teatro, cinema e televisão. Em 2017, o Diretório Acadêmico da UNIRIO passa a se chamar Vilma Melo. No teatro, ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz por "Chica da Silva", em 2017 - primeira mulher negra a conquistar a categoria de melhor atriz no Prêmio Shell; Prêmio Cenym de Melhor Atriz Coadjuvante em "A Vida de Billie Holliday"; Indicada aos prêmios CBTIJ e Botequim Cultural como Melhor Atriz por "Marrom, Nem Preto, Nem Branco?"; Prêmio Aplauso Brasil por Melhor Elenco em "Fulaninha e Dona Coisa"; Indicada ao Prêmio Cesgranrio e Botequim Cultural como Melhor Atriz por "Chica da Silva"; Prêmio Melhor Atriz Coadjuvante do Festival de Teatro de Campos por "O Romance do Pavão Misterioso". No cinema, fez os longas "Três Verões", de Sandra Kogut e Regina Casé; "Campo Grande", de Sandra Kogut; "Selvagem", de Diego da Costa (a estrear) e "Reação em Cadeia", de Marcio Garcia. Na TV, faz a série "Segunda Chamada", da TV Globo; 4ª temporada de "PSI", da HBO; "Baile de Máscaras", do Canal Brasil; "Teatro no Ato", direção de João Falcão, do Arte 1 (a estrear); "Cinema de Enredo", do Prime in Box. É júri do Prêmio CBTIJ de Teatro para infância e Juventude 2020. Anderson Rato - IluminaçãoIluminador desde 2001 realizando trabalhos em várias áreas da iluminação. Tendo feito Trabalho com Companhia de Teatro e Diretores como: Cia Teatro de Nós, Anti-cia,Cia Os tapetes Contadores de História,Cia Farsacena, Cia Sadomusicistas, Anderson Aragón, Adriana Maia, Angel Palomero, André Paes Leme, Diego Molina, Fernando Maatz, Rubens Lima Jr, Isabel Garcia entre outros. Realizando também trabalhos nas áreas de shows, dança e exposição como: Maria Rita, Xangai,Jesuton, BR6, Eletrompete,, Anita Malfatti, Le Corbusie, Mariana Manhães, Islã, Tikunta, Âmbar Cia de Dança, entre outros. Com esses trabalhos tive o reconhecimento com alguns prêmios no qual o último foi o Zilka Salaberry de 2013. Nesse mesmo ano foi contemplado com uma bolsa de aperfeiçoamento técnico e artístico, realizada na ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e Espetáculos do Porto Bruno Mariozz - Diretor de produção e Coordenador do Projeto (Palavra Z Produções Culturais) - ProponenteFormado em Produção e Política Cultural pela Universidade Cândido Mendes, e pós-graduado no MBA de Gestão de Projetos da FGV- Fundação Getúlio Vargas, é diretor da empresa Palavra Z Produções Culturais, fundada em 2012, que atua principalmente nas artes cênicas, tendo projetos também na música e no carnaval do Rio de Janeiro. Com mais de 25 espetáculos no currículo, dentre eles, a trilogia infanto juvenil “Três Histórias De Amor Para Crianças”, composta pelos musicais: Vamos Comprar um Poeta (2019), Contos Partidos de Amor (2018-19) e A Gaiola (2016-19), todos dirigidos por Duda Maia e vencedores de mais de 20 prêmios. Atualmente vencedor dos prêmios APCA de São Paulo e vencedor do prêmio CBTIJ de teatro infantil com o espetáculo Vamos Comprar Um Poeta. Um dos pioneiros da campanha teatro online lançada em 15 de março 2020, com mais de 120 mil visualizações e mais de 50 espetáculos exibidos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.