| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 46743943000105 | REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A. | 1900-01-01 | R$ 2,50 mi |
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 2,00 mi |
| 43776517000180 | Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| ***398288** | RICARDO VILLELA MARINO | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
O projeto visa realizar a montagem de um espetáculo de Teatro Musical em homenagem a Martinho da Vila.
Martinho da Vila completou 85 anos, mais de 5 décadas de uma carreira que é fundamental para a música brasileira. Uma vida em defesa da música, do samba, em especial do Partido Alto, e a partir de certo momento, da Vila - sua escola, a Unidos de Vila Isabel. Por ter nascido apenas 50 anos após a abolição da escravatura no Brasil, desde cedo sentiu e buscou conexão com o continente-mãe de tantos brasileiros e foi se tornando um embaixador natural do Brasil na África. Contar e cantar sua história, desde as Folias de Reis, das quais seu pai participava ativamente, passando pela era dos festivais, o cultivo de uma grande família totalmente musical, as visitas ao continente africano - em especial a Angola, levando sempre outros artistas consigo, culminando com todas as celebrações de sua escola de samba no maior espetáculo da Terra, que é o Carnaval do Rio de Janeiro, é marcar um território necessário nas artes, reafirmar uma história que a perspectiva colonial tende a querer apagar. Martinho é Brasil e África, Martinho é Griô carioca, Martinho é samba, de mesa, de palco e da Marquês de Sapucaí, Martinho é literatura, oralitura, é beleza pura, é uma ópera negra em pessoa e é isso que vamos levar ao palco, com um grande elenco e com texto e direção de Miguel Falabella, em 2024.
OBJETIVO GERAL O projeto visa realizar a montagem de um espetáculo de teatro musical em homenagem a MARTINHO DA VILA, com elenco composto por 23 (vinte e três) atrizes e atores negros, acompanhados por banda com 7 (sete) músicos e realização de temporadas em São Paulo (Teatro Sérgio Cardoso), de 12 (doze) semanas, com 5 (cinco) apresentações por semana, totalizando 60 (sessenta) sessões; e Rio de Janeiro (Teatro Riachuelo), de 8 (oito) semanas, com 4 (quatro) apresentações por semana, totalizando 32 (trinta e duas) sessões. Ao todo serão realizadas 92 (noventa e duas) sessões entre São Paulo e Rio de Janeiro. Contribuir para o desenvolvimento e difusão da dramaturgia teatral contemporânea brasileira; Divulgar e popularizar o teatro brasileiro; Incentivar e valorizar as artes cênicas; Incentivar e valorizar atrizes e atores negros; Contribuir para a formação de público; Democratizar o acesso à cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar temporada de 03 (três) meses, no Teatro Sérgio Cardoso, com 5 (cinco) apresentações por semana, totalizando 60 (sessenta) sessões, em São Paulo; Realizar 1 (um) Workshop sobre processo criativo de teatro musical, em São Paulo; Realizar 1 (uma) Oficina de teatro musical, envolvendo canto, dança e interpretação, em São Paulo; Realizar 1 (uma) Oficina de produção cultural, sobre o processo criativo de montagem do espetáculo, com enfoque em produção teatral, técnica, iluminação e gestão cultural, ministrada por parte da equipe criativa do musical em questão, em São Paulo; Realizar 1 (um) ensaio aberto, destinado a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, em São Paulo; Realizar 4 (quatro sessões) Realizar temporada de 02 (dois) meses, no Teatro Riachuelo, com 4 (quatro) apresentações por semana, totalizando 32 (trinta e duas) sessões, no Rio de Janeiro; Realizar 1 (um) Workshop sobre processo criativo de teatro musical, no Rio de Janeiro; Realizar 1 (uma) Oficina de teatro musical, envolvendo canto, dança e interpretação, no Rio de Janeiro; Realizar 1 (uma) Oficina de produção cultural, sobre o processo criativo de montagem do espetáculo, com enfoque em produção teatral, técnica, iluminação e gestão cultural, ministrada por parte da equipe criativa do musical em questão, no Rio de Janeiro; Realizar 1 (um) ensaio aberto, destinado a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, no Rio de Janeiro. Realizar 01 (uma) Oficina de bordado para 30 mulheres privadas de liberdade, em estabelecimento prisional situado em São Luís do Maranhão. Realizar 1 (uma) Curso de teatro musical, envolvendo canto, dança e interpretação, para 30 mulheres privadas de liberdade, usando suas próprias narrativas, em estabelecimento prisional situado em São Luís do Maranhão.
Falar de samba, o gênero musical brasileiro por excelência, sem falar de Martinho da Vila não é possível! Nós acabamos de concluir uma Trilogia do Samba, homenageando Cartola (2016-2017), Dona Ivone Lara (2018-2019) e Alcione (2022-2023) e, obviamente, Martinho estava lá, seja como influência, referência ou mesmo como personagem, em cena, em "Marrom, o Musical". Martinho José Ferreira, este sábio fluminense, nascido na zona rural de Duas Barras, em 1938, e filho de lavradores, é, hoje, um dos artistas mais reconhecidos e admirados nacional e internacionalmente. Já esteve em palcos de vários cantos deste mundo, sendo, ainda, um dos artistas brasileiros com carreira mais longeva em Portugal. Estabeleceu, durante sua jornada, uma ponte com o continente africano que, à sua maneira, fez mais por essa conexão do que muitas embaixadas oficiais que já tenha havido. Com 85 anos de idade e mais de 50 de carreira, Martinho da Vila segue em plena atividade. Acabou de lançar, às vésperas do 13 de maio, um novo disco, o Negra Ópera, em que reverencia Zumbi, outros heróis negros, igualdade racial e liberdade. Apesar de não se dizer escritor - costuma afirmar que é um compositor que escreve - já lançou mais de 12 livros, entre os quais um de ficção que se chama Ópera Negra (de 2001) e foi uma das inspirações para o recente álbum. O artista, que é expoente da música, é também intelectual respeitado no Brasil e no exterior. Só foi entrar como aluno numa faculdade aos 75 anos (cursou Relações Internacionais) e tem dois merecidos títulos de Doutor Honoris Causa (pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pela Universidade Zumbi dos Palmares-SP). Martinho é griô do samba e da cultura brasileira. Sua trajetória atravessa e consolida momentos e patrimônios importantes do país. Falar de Martinho é, ainda, reverenciar, em vida, um dos maiores recordistas de venda de discos de samba. É, também, fazer lembrar a "era dos festivais", marco relevante na Música Popular Brasileira e início de sua carreira. É se aproximar da Folia de Reis de Duas Barras (onde nasceu) e da Serra dos Pretos Forros (onde viveu), do samba em escolas extintas como Aprendizes da Boca do Mato e da consagrada Unidos de Vila Isabel - onde se tornou o "Da Vila". Aliás, foi neste terreiro do bairro de Noel Rosa, que Martinho entregou sambas e enredos antológicos. Dentre estes, "Kizomba: Festa da Raça", que fez a Vila campeã do carnaval carioca, no histórico ano do centenário da Abolição da Escravatura, em 1988. Se a vida de Martinho nos faz olhar para o rico e complexo cenário artístico brasileiro em diferentes tempos, permite-nos também festejar sua trajetória como ativista nas lutas pela valorização da cultura de direitos humanos, bem como a favor da democracia e da justiça social _ seja denunciando a discriminação no Brasil ou combatendo o antigo sistema de apartheid sul-africano. Ao constatarmos os fatos destacados acima, apenas para exemplificar, entre muitos outros, ficou claro que era imprescindível prestar também o nosso tributo a este mais velho, este sábio poeta, que sempre procura ter olhos de ver, sempre enxerga beleza e alegria naquilo a que os mais novos acabam não prestando atenção, por causa da pressa e da urgência da vida contemporânea. Chegamos a um acordo então, ainda durante os ensaios de "Marrom, o Musical", que o próximo projeto seria um musical para celebrar a vida e a obra de Martinho da Vila. Mais uma vez, com idealização de Jô Santana, texto e direção de Miguel Falabella e com produção da Fato Produções Artísticas, como foi com o musical de Alcione _ este, que teve imenso sucesso de público e crítica em São Paulo e Rio de Janeiro e chegou a cumprir turnê em capitais do Norte e do Nordeste, sempre com teatros lotados e plateias muito satisfeitas. Face ao exposto, cumpre destacar que este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem ainda por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Confirmando a permanência do racismo brasileiro, a ONU, nos últimos anos, afirmou que não se pode esquecer que a cada vinte e três minutos um jovem negro é morto no Brasil; a Secretaria Especial de Políticas da Igualdade Racial (SEPPIR) chegou a alertar que mais da metade da população brasileira admite que a morte violenta da juventude negra "choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco" e o ativista e dramaturgo Abdias Nascimento persistia em recordar que o genocídio negro vem, a todo tempo, sendo projeto estrutural no Brasil. Desta maneira, o espetáculo sobre Martinho vem a somar à história do teatro musical nacional, com reflexões importantes em contexto onde vidas negras precisam ainda ser contadas e respeitadas em "tom maior". Para contar a história de Martinho José Ferreira, teremos um elenco 100% (cem por cento) negro e contaremos ainda com 30 mulheres privadas de liberdade para bordar e costurar parte do figurino. Por tudo isso, mas não só, o Mestre Martinho da Vila, com certeza, merece todas as homenagens. Seu legado grandioso precisa e deve ser lembrado e reverenciado, de forma a deixar sementes para as próximas gerações do jeito Martinho de ser e estar, no Brasil e no mundo. A estreia do musical está prevista para junho de 2024 e, pelas nossas estimativas, serão mais de 300 empregos gerados para a realização deste projeto, desde a pré-produção até a pós-produção.
Repetindo a parceria de sucesso celebrada em “Marrom, o Musical”, 30 mulheres privadas de liberdade, integrantes da Cooperativa Social Incubadora do Instituto Humanitas360, serão remuneradas para bordar e costurar parte dos figurinos de Martinho da Vila, o Musical.
Temporada de 03 (três) meses, no Teatro Sérgio Cardoso, com 5 (cinco) apresentações por semana, totalizando 60 (sessenta) sessões, em São Paulo; Temporada de 02 (dois) meses, no Teatro Riachuelo, com 4 (quatro) apresentações por semana, totalizando 32 (trinta e duas) sessões, no Rio de Janeiro; Catálogo 5.000 exemplares 28 páginas Capa envelope 4 cores Tamanho: 21 cm x 21 cm Cartaz 100 exemplares Formato A3 4 cores Painel Backdorp Medida: 3 mt x 3 mt Colorido Painel Backdorp Medida: 2 mt x 2,5 mt Colorido
ACESSIBILIDADE Os teatros escolhidos para receber o espetáculo possuem medidas de acessibilidade. Além disso, tomaremos total cuidado para garantir todas as medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto proposto, sempre que tecnicamente possível, de modo a atender as exigências dos arts. 42,43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto o projeto fará 04 (quatro) sessões com libras em cada estado, durante a temporada em São Paulo e Rio de Janeiro, previamente divulgadas através das mídias do espetáculo e pela assessoria de imprensa. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 04 (quatro) sessões na temporada de São Paulo e 04 (quatro) sessões na temporada do Rio de Janeiro. PRODUTO: ENSAIO ABERTO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.
PRODUTO: MARTINHO DA VIDA – O MUSICAL A distribuição dos ingressos se dará da seguinte forma: Art. 27 I – 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II – 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III – 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; IV – 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Ficando estabelecido o valor de R$ 30,00 (trinta reais). Serão asseguradas ainda: I - meia entrada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Em complemento, atendendo ao Art. 28 da IN MINC nº 1, de 10 de abril de 2023, adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Atendendo a este inciso, contrataremos estagiários para o projeto. VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; Será realizada 01 (uma) Oficina de bordado para 30 mulheres privadas de liberdade, em estabelecimento prisional situado em São Luís, no estado do Maranhão. Será realizado 1 (um) Curso de teatro musical, envolvendo canto, dança e interpretação, para 30 mulheres privadas de liberdade, , usando suas próprias narrativas, em estabelecimento prisional situado em São Luís, no estado do Maranhão.
Idealização: Jô Santana Direção Geral: Jô Santana Texto: Miguel Falabella Direção artística: Miguel Falabella Direção Musical: Guilherme Terra Figurinos: Ligia Rocha Luz: Felipe Miranda Jô Santana Bacharel em Artes Cênicas-ECA-USP1992, recebeu o Prêmio de Ator Revelação pelo espetáculo Calabar, de Chico Buarque e Ruy Guerra - Campinas SP; 1993 - Pluft - O Fantasminha Camarada, de Maria Clara Machado; 1994 - O Beijo no Asfalto, de Neslon Rodrigues; 2003 - É o Bicho - A Ordem Natural das Coisas, de Evaldo Mocarzel, com Direção de Rosi Campos e Cláudia Borioni, com Dhu Moraes, Kaiky e Stefany Brito; 2004 - Participação na novela Seus Olhos, no SBT, direção de Henrique Martins; 2005 - Pretas Por Ter, de Alberto Damit, direção de Angela Barros; 2006 - A Bruxa Morgana e O Enigma do Tempo, com direção de Claudia Boriorú. com Rosi Campos, Luciana Vendramini e outros; 2009/10 - Decameron, Direção Otavio Muller, com Maria Paula, Marcos Oliveira, George Sauma e Camila Rodrigues. Produziu e idealizou os espetáculos: O Reizinho Mandão; Cartola - O Mundo é um Moinho; Dona Ivone Lara - Um Sorriso Negro; Marrom – O Musical. Miguel Falabella Dramaturgo e Diretor Artístico Teatro Tablado, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. Sua estreia nos palcos foi aos 18 anos, com a peça "O Dragão, de Eugene Schwarz". Já na TV veio a estreia veio em 1982, na série "Caso Verdade", interpretando o personagem título do episódio "Jam e Jim". Logo depois, participou de sua primeira novela, "Sol de Verão", de Manoel Carlos, como o médico Romeu. Porém, Miguel Falabella só ganhou fama com o malandro Miro, na segunda versão da novela "Selva de Pedra", escrita por Regina Braga e Elói Araújo, em 1986. No ano seguinte, Falabella teve sua primeira experiência como diretor. Ao lado de Cecil Thiré e Lucas Bueno, o artista dirigiu a novela "Sassaricando", de Silvio de Abreu. Em agosto do mesmo ano, passou a apresentar o "Vídeo Show", no qual ficou por 15 anos, até dezembro de 2001. Além de fazer a abertura das matérias, ele comandava entrevistas, recebia convidados e respondia às cartas dos telespectadores. Paralelamente ao programada vespertino, Falabella continuou atuando. Nos palcos, além de musicais nacionais, costuma trazer a Broadway para o Brasil. Atuou no grande sucesso Loiro, Alto, Solteiro, Procura e escreveu também A Partilha, peça que ganhou versão para o cinema (com direção de Daniel Filho) e “Os produtores”. Dirigiu e atuou no Musical Annie, em 2018/2019. Em 2022 atuou como Diretor e Dramaturgo do espetáculo “Marrom – O Musical”. Guilherme Terra – Direção Musical Formado em Composição e Regência pela UNESP, integra a cena paulistana desde 2004, quando estreou em “Comunità – o musical”. Trabalhando ao lado de profissionais como Charles Möeller e Cláudio Botelho, Claudia Raia, Jarbas Homem de Melo, Marconi Araújo, Wolf Maya e Miguel Falabella, regeu as montagens de “Sweet Charity”, “AIDA”, “A Noviça Rebelde”, “Bark!”, “Zorro”, “As Bruxas de Eastwick”, “Crazy for You” e “Antes Tarde do que Nunca”. Como ator/cantor/pianista, atuou em “Aroma do Tempos” , “Versos de Hollanda”, “Nara”, “Cabaret Luxúria”, “As Mulheres de Grey Gardens” e “Vingança”, espetáculo que lhe rendeu o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Direção Musical e uma indicação ao Prêmio Shell. Integrou a equipe de ensaios e preparação de recentes sucessos como “Chaplin”, “Memórias de um Gigolô” e “Wicked”, assinou a direção musical e os arranjos do espetáculo infantil “O Palhaço e a Bailarina”; assinou a Direção Musical e Regência dos espetáculos Dona Ivone Lara - Um Sorriso Negro e Marrom – O Musical. Ligia Rocha Trabalhou no universo da moda por 25 anos até participar com assistente de figurino para o estilista/figurinista Fause Haten dos espetáculos O Mágico Oz, Hello Dolly e A Madrinha Embriagada. No Atelier de Cultura foi produtora de figurino e adereços para O Homem de La Mancha, figurinista associada e produtora para A Noviça Rebelde e a Escola do Rock. Atuou como figurinista para os espetáculos Memórias de um Gigolô, O Som e a Sílaba, Hebe O Musical, Os Produtores, Annie, Billy Elliot, Charlie e A Fantástica Fábrica de Chocolate, Evita, Marrom, na ópera A Viúva Alegre e na série O Coro: Sucesso Aqui Vou Eu. Felipe Miranda Trabalha há 13 anos no ramo da iluminação cênica, atuando em todas as etapas e processos da luz, em diversas peças de teatro, musicais, shows e eventos. Entre os principais trabalhos estão: Iluminador da Cia Black and Red, do Diretor Billy Bond e Iluminador na 37° edição do Festival de Dança de Joinville. Esteve envolvido nos espetáculos Gabriela - Um Musical de João Falcão, O Homem De Lá Mancha, de Miguel Falabella, O Rei Leão, de Julie Taymor, Marrom – O Musical, de Miguel Falabella, entre outros. O proponente será responsável pela direção geral e pela gestão técnica, administrativa e financeira, sendo remunerado com recursos captados para tais atividades.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.