| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33592510000154 | VALE S.A. | 1900-01-01 | R$ 530,0 mil |
O CORPO QUE EU HABITO é um espetáculo híbrido em que dança, teatro, música e performance, se mesclam com o objetivo de promover uma reflexão sobre o corpo de cada indivíduo no aqui e agora. No espetáculo, cada bailarino irá trazer para a cena suas experiências, histórias, particularidades, e vivências corporais, explorando as possibilidades e potencialidades de seus corpos. A proposta é realizar a estreia nacional e circulação do espetáculo, além de oficinas de criação gratuitas, intituladas O Corpo que Habitamos, ensaios abertos e um bate papo com os artistas do espetáculo ao final da última apresentação em cada cidade onde o espetáculo for exibido.
O CORPO QUE EU HABITO é um espetáculo híbrido em que dança, teatro, música e performance, se mesclam com o objetivo de promover uma reflexão sobre o corpo de cada indivíduo no aqui e agora. No espetáculo, cada artista/interprete irá trazer para a cena suas experiências, histórias, particularidades, e vivências corporais, explorando as possibilidades e potencialidades de seus corpos. Em cena, 6 bailarinos vivenciam seus solos, que acabam, em algum momento por se tangenciar. O diálogo entre esses diversos “corpos” que compõe o espetáculo será um atributo fundamental do projeto. Solos que se encontram, formando, duos, trios e momentos de encenação coletiva darão a dinâmica da convivência entre diferentes conhecimentos e signos, provocando um “debate” sobre tempo, espaço, sentimento e vivências. Classificação: Livre Duração: 50 minutos
Objetivo Geral: Realizar a estreia e circulação nacional do espetáculo O CORPO QUE EU HABITO, um espetáculo híbrido em que dança, teatro, música e performance, se mesclam com o objetivo de promover uma reflexão sobre o corpo de cada indivíduo no aqui e agora. Esta nova criação da Cia da Ideia, dirigida por Sueli Guerra foi realizada de forma híbrida em 2021, gravada no Teatro Cacilda Becker e veiculada na internet (YouTube), com patrocínio da Lei Albir Blanc. No espetáculo, cada artista/interprete irá trazer para a cena suas experiências, histórias, particularidades, e vivências corporais, explorando as possibilidades e potencialidades de seus corpos. Em cena, 6 bailarinos, acompanhados por um músico, vivenciam seus solos, que acabam, em algum momento por se tangenciar. O diálogo entre esses diversos corpos que compõe o espetáculo será um atributo fundamental do projeto. A proposta é realizar a estreia nacional do espetáculo no Rio de Janeiro (RJ) e seguir em circulação pelas cidades de Belem (PA), Vitoria (ES), Ipatinga (MG), Corumbá (MS) e São Luís (MA). - Realizar uma mini circulação do espetáculo O Corpo Que Eu Habito para público presencial, uma vez que só foi gravado e transmitido online devido a pandemia do Coronavírus; - Debater e demonstrar que a nossa vivência corporal, que acreditamos ser primordialmente individual, tem a interferência constante da sociedade em que vivemos e das relações que experimentamos. O projeto irá trabalhar a ideia de um corpo manipulável e não previsível; suscetível e vulnerável, como uma condição aberta e dinâmica em função da suas experiências e mediação social. - Promover o desenvolvimento e a difusão de produções nacionais; - Difundir a dança contemporânea brasileira; - Divulgar e compartilhar o trabalho da Cia da Ideia, uma companhia de dança contemporânea brasileira, colaborando para a ampliação e difusão cultural em nosso país; - Formar público nos espaços em que o espetáculo será apresentado; Objetivos específicos: - Realizar 6 apresentações na cidade do Rio de Janeiro (temporada de estreia) e 2 (duas) apresentações nas cidades de Belem (PA), Vitoria (ES), Ipatinga (MG), Corumbá (MS) e São Luís (MA), totalizando 16 apresentações. - Realizar 6 oficinas de criação gratuitas, intituladas O CORPO QUE HABITAMOS, com participantes locais das cidades onde o projeto circulará (sendo uma oficina por cada cidade onde o projeto será apresentado). O diferencial da montagem de O CORPO QUE EU HABITO é o fato dele ser composto pelos interpretes da companhia da Cia da Ideia em conjunto com os alunos da oficina das oficinas. Em cena, os participantes das oficinas se juntarão ao intérpretes da Cia da Ideia para fazer um espetáculo único em cada cidade, trazendo para os palcos solos que se encontram, formando, duos, trios e momentos de encenação coletiva que darão a dinâmica da convivência entre diferentes conhecimentos e signos, provocando um debate sobre tempo, espaço, sentimento e vivências. Esta atividade terá duração total de 20hs e será dividida em aulas/ensaios de 5 horas de duração, durante quatro dias para um total de até 20 pessoas. A atividade será gratuita e o resultado do trabalho dos participantes será exibido em cena como parte do espetáculo. - Realizar 16 apresentações do espetáculo O CORPO QUE EU HABITO com intérprete de libras, fazendo com que desta maneira o espetáculo torne-se acessível aos deficientes auditivos - Realizar 16 apresentações com audiodescrição, fazendo com que desta maneira o espetáculo torne-se acessível aos deficientes visuais - Realizar um bate papo com os artistas da Cia da Ideia juntamente com os participantes locais das oficinas ao final da última apresentação (domingo) em cada cidade, (total de 6 bate papos) a fim de aproximar o público do universo das artes cênicas no Brasil, além de promover um maior entendimento dos processos criativos que resultaram na criação deste espetáculo. Os bate papos serão gravados e transmitidos Online - Realizar 2 ensaios abertos na cidade do Rio de Janeiro para estudantes de escolas da rede pública de ensino
A partir de um profundo trabalho de pesquisa e reflexão, a Cia da Ideia busca o entendimento da construção de seus corpos na atualidade. Esse estudo requer uma caminhada através da história de cada um, mapeando a forma como cada corpo foi trabalhado, pensado e sentido. Requer também o mapeamento e reconhecimento da construção corporal a partir de experiências não escolhidas, uma consequência involuntária do tempo e dos acontecimentos. Nesta pesquisa em torno do tema corpo, os artistas, juntamente com os participantes da oficina O CORPO QUE HABITAMOS, propõe refletir sobre alguns aspectos individuais, sociais e culturais, que contribuíram para a sua construção, seus significados, a forma como ele é tratado, como pode ser olhado e representado. O conceito de corpo remete entre outros aspectos à questão da natureza, da cultura, da sociedade e abre um leque diferenciado de posicionamentos teóricos, filosóficos e antropológicos. Não se revelando apenas enquanto componente de elementos orgânicos, mas também enquanto fato social, psicológico, cultural, religioso. Está dentro da vida cotidiana e nas relações humanas. É um meio de comunicação, pois através de signos ligados à sua linguagem permite a nossa comunicação com o outro. Em sua subjetividade e particularidade, cada corpo está sempre produzindo sentidos que representam a sua cultura, desejos, afetos, emoções, enfim, o seu momento e seu mundo simbólico. A imagem corporal é desenvolvida e reavaliada continuamente durante nossa vida. Como qualquer outra realidade, o corpo é socialmente construído. Portanto não há sociedade que não o molde, de alguma forma, para que sirva como insígnia de uma identidade grupal. Falar sobre o corpo implica, num primeiro momento pensarmos nele enquanto signo, como um ente que reproduz uma estrutura social de forma a dar-lhe um sentido particular, que irá variar de acordo com os mais diferentes grupos sociais - sempre mesclados às vivências particulares - e integrados ao ambiente. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade, segundo no Art. 3º da Lei 8313/91: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Participação do proponente NÃO se dará de forma voluntária. Serão funções desempenhadas pelo Proponente: A atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto abrange também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira. O proponente realizará as funções de Diretor de Produção, Designer gráfico e Coordenador Administrativo-Financeiro. 1 – DIRETOR DE PRODUÇÃO 2 – COORDENADOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO (dentro de custos administrativos) 3 - DESIGNER GRÁFICO (dentro de custos de divulgação) O projeto foi pré aprovado no Edital Chamada Instituto Cultural Vale 2023. Isto significa que ele foi aprovado nas primeiras etapas de classificação e a partir de agora fará parte de uma nova fase de análises. O projeto contará com o seguinte plano de divulgação: - Contratação de Assessoria de Imprensa para o lançamento e manutenção de temporada e circulação objetivando a conquista de espaços nas mídias espontâneas locais. No release será inserida a logomarca do Patrocinador, ao lado da respectiva Lei de Incentivo. O nome do Patrocinador será mencionado em todas as entrevistas dadas à imprensa, ficando sua divulgação a cargo do veículo. - Material gráfico que será utilizado no projeto: *Flyer Eletrônico - para ser enviado pela equipe. *3.000 Programas a serem distribuídos gratuitamente ao público *06 Banners de fachada (de acordo com os espaços de fachada de cada Teatro – 06 Praças) *300 folders em Braile do espetáculo a serem distribuídas gratuitamente aos deficientes visuais - Redes Sociais *Criação e Manutenção de Páginas do projeto no Face Book e Instagram *Criação das capas, imagens dos perfis, flyers e posts - Plano de Mídia *Mídia Eletrônica – Inserções em jornais de grande veiculação online nas cidades do Rio de Janeiro, Belém, São Luiz, Vitória, Corumbá e Ipatinga. Os anúncios online terão a dimensão aproximada de 250 x 250 PXL * Plano de Impulsionamento nas Redes Sociais – página específica do projeto no Face Book e Instagram. Formato – Identificação da peça e dimensão em pixels Posts – 1.000 x 1.000 pxl - Posts – 1.080 x 1.350 pxl - Stories - 1.080 x 1.920 pxl Quantidades – Entrega de acordo com o tipo de compra: 60 posts em Facebook e instragram – durante o período de temporada e circulação
APRESENTAÇÕES: Realização de 16 apresentações do espetáculo O CORPO QUE EU HABITO com tradução em libras e audiodescrição, sendo: 6 apresentações na cidade do Rio de Janeiro 2 apresentações na cidade de Belém 2 apresentações na cidade de São Luiz 2 apresentações na cidade de Ipatinga 2 apresentações na cidade de Corumbá 2 apresentações na cidade de Vitória Valor do Ingresso: R$ 40,00 (inteira), R$ 30,00 (promocional), R$ 20,00 (meia entrada) e R$ 15,00 (meia entrada promocional) OFICINAS: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Oficina de criação "O CORPO QUE HABITAMOS". Essa atividade será oferecida gratuitamente e possibilitará que os participantes desenvolvam suas capacidades de interpretar sem a rigidez de uma estética de dança única, porém trabalhando conceitos amplos de dança como espacialidade, gravidade e suspensão, ritmo, coordenação, intenções de movimento, memória e improvisação. Cada workshop terá 20 vagas e 16hs de duração. A atividade contará com um intérprete de Libras ENSAIOS ABERTOS: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realização de 02 ensaios abertos do espetáculo "O CORPO QUE EU HABITO". Essa atividade será oferecida gratuitamente a estudantes da rede pública e funcionará como uma "ensaio/aula". Cada ensaio aberto terá a capacidade para 160 pessoas, totalizando uma ação para 320 pessoas. A atividade contará com um intérprete de Libras e um profissional capacitado para lidar com o público de deficientes visuais. DEBATE / BATE PAPOS: Bate-papos com os intérpretes da Cia da Ideia e os participantes da oficina. Após a última sessão do espetáculo em cada cidade, será realizado um bate-papo sobre a temática e processo de criação do espetáculo. A atividade contará com um intérprete de Libras
Apresentações do espetáculo: Deficientes Auditivos - Realizar 16 apresentaçòes do espetáculo O CORPO QUE EU HABITO com intérprete de libras, fazendo com que desta maneira o espetáculo torne-se acessível aos deficientes auditivos Deficientes Visuais - Realizar 16 apresentações com audiodescrição, fazendo com que desta maneira o espetáculo torne-se acessível aos deficientes visuais. Serão impressos programas em braile Pessoas com deficiência de mobilidade: - A produção desse espetáculo se compromete com o Ministério da Cultura a realizá-lo em um teatro que possua todas as medidas de acessibilidade que assegurem a manutenção da saúde física e conforto, aos portadores de necessidades especiais.O teatro a ser escolhido deverá apresentar as seguintes medidas:* Instalação de banheiros adaptados, com de barra de apoio e vasos sanitários apropriados para deficientes físicos;* Rampas / ou elevadores que permitam o acesso de cadeiras de roda;* Portas com largura suficiente (mínimo de 0,80 m) para a passagem de uma cadeira de rodas;* Dimensões amplas suficiente para garantir os deslocamentos e rotação da cadeira de rodas;* Os assentos devem ter altura mínima de 0,50 cm (para facilitar a transposição do cadeirante);* Funcionários treinados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais.Caso o teatro não possua algum dos itens listados acima, a produção se compromete a readequar o espaço para portadores de necessidades especiais, utilizando recursos próprios do proponente. Oficinas:Deficientes Auditivos - As oficinas "O CORPO QUE HABITAMOS contarao com intérprete de libras, fazendo com que desta maneira o processo torne-se acessível aos deficientes auditivos Deficientes Visuais - As oficinas contarao com a participacao de professores capacitados para incluirem os deficientes visuais a participarem do processo colaborativo Pessoas com deficiência de mobilidade - A produção desse projeto se compromete com o Ministério da Cultura a realizá-lo em um espaço que possua todas as medidas de acessibilidade que assegurem a manutenção da saúde física e conforto, aos portadores de necessidades especiais.O espaço para realização da oficina a ser escolhido deverá apresentar as seguintes medidas:* Instalação de banheiros adaptados, com de barra de apoio e vasos sanitários apropriados para deficientes físicos;* Rampas / ou elevadores que permitam o acesso de cadeiras de roda;* Portas com largura suficiente (mínimo de 0,80 m) para a passagem de uma cadeira de rodas;* Dimensões amplas suficiente para garantir os deslocamentos e rotação da cadeira de rodas;* Colaboradores treinados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais.Caso o espaço não possua algum dos itens listados acima, a produção se compromete a readequar o espaço para portadores de necessidades especiais, utilizando recursos próprios do proponente. Bate papos: Deficientes Auditivos - Realizar 1 bate papo após a última sessão de "O CORPO QUE EU HABITO" em cada cidade, com intérprete de libras, fazendo com que desta maneira o processo torne-se acessível a todos Deficientes Visuais - Os bate papos contarão com a participação de colaboradores capacitados para incluirem os deficientes visuais a participarem do debate, colocando-os mais próximos do palco, para que possam ouvir e interagir melhor com os participantes desta roda de conversa Pessoas com deficiência de mobilidade: - A produção desse projeto se compromete com o Ministério da Cultura a realizá-lo em um espaço que possua todas as medidas de acessibilidade que assegurem a manutenção da saúde física e conforto, aos portadores de necessidades especiais.O espaço para realização da oficina a ser escolhido deverá apresentar as seguintes medidas:* Instalação de banheiros adaptados, com de barra de apoio e vasos sanitários apropriados para deficientes físicos;* Rampas / ou elevadores que permitam o acesso de cadeiras de roda;* Portas com largura suficiente (mínimo de 0,80 m) para a passagem de uma cadeira de rodas;* Dimensões amplas suficiente para garantir os deslocamentos e rotação da cadeira de rodas;* Colaboradores treinados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais.Caso o espaço não possua algum dos itens listados acima, a produção se compromete a readequar o espaço para portadores de necessidades especiais, utilizando recursos próprios do proponente. Ensaios Abertos: Deficientes Auditivos - Realizar 2 ensaios abertos na cidade do Rio de Janeiro, com intérprete de libras, fazendo com que desta maneira o processo torne-se acessível a todos Deficientes Visuais - Os ensaios abertos contarão com a participação de colaboradores capacitados para incluirem os deficientes visuais a participarem do processo de ensaio, colocando-os mais próximos do palco, para que possam interagir melhor com as ações propostas Pessoas com deficiência de mobilidade: - A produção desse projeto se compromete com o Ministério da Cultura a realizá-lo em um espaço que possua todas as medidas de acessibilidade que assegurem a manutenção da saúde física e conforto, aos portadores de necessidades especiais.O espaço para realização da oficina a ser escolhido deverá apresentar as seguintes medidas:* Instalação de banheiros adaptados, com de barra de apoio e vasos sanitários apropriados para deficientes físicos;* Rampas / ou elevadores que permitam o acesso de cadeiras de roda;* Portas com largura suficiente (mínimo de 0,80 m) para a passagem de uma cadeira de rodas;* Dimensões amplas suficiente para garantir os deslocamentos e rotação da cadeira de rodas;* Colaboradores treinados para atender adequadamente os portadores de necessidades especiais.Caso o espaço não possua algum dos itens listados acima, a produção se compromete a readequar o espaço para portadores de necessidades especiais, utilizando recursos próprios do proponente. OBSERVAÇÃO: Ressalta-se que a acessibilidade e democratização da arte exigem um aprendizado e esforço por parte de todos nós. O artista deve se preocupar em levar sua arte até os públicos marginalizados da sociedade e incluí-los na comunidade na qual estão inseridos. Este público passa por um processo de aprendizado para apreciar a arte e, posteriormente, começar a se interessar em frequentar os espaços artístico-culturais. E o público frequentador destes espaços artístico-culturais precisa aprender a acolher novos públicos e novas pessoas. Nesse círculo de ações, a arte é fomentada, difundida e se torna relevante na sociedade e para ela. E é isso que este projeto busca com cada uma de suas ações!
Além das apresentações do espetáculo o projeto também oferece: Oficinas: - Realizar 6 oficinas "O CORPO QUE HABITAMOS com intérprete de libras, fazendo com que desta maneira o processo torne-se acessível aos deficientes auditivos Bate papos: - Realizar 1 bate papo após a última sessão de "O CORPO QUE EU HABITO" em cada cidade (totalizando 6 bate-papos), com intérprete de libras, fazendo com que desta maneira o processo torne-se acessível a todos Ensaios Abertos: - Realizar 2 ensaios abertos de "O CORPO QUE EU HABITO" na cidade do Rio de Janeiro, com intérprete de libras, fazendo com que desta maneira o processo torne-se acessível a todos Ingressos a preços populares: - A venda dos ingressos terá preços populares com valor máximo de R$ 40,00 (inteira), R$ 30,00 (promocional), R$ 20,00 (meia entrada) e R$ 15,00 (meia entrada promocional) PRODUTO ESPETÁCULO Atendendo as regras previstas no CAPÍTULO IV - Sessão III - artigo 21 da IN nº 02/2019 do MinC: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; SÍTIO DE INTERNET: Disponibilizaremos na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos e das atividades propostas, como oficinas e ensaios abertos. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 - PRODUTO OFICINAS V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Realizar gratuitamente 6 oficinas O CORPO QUE HABITAMOS - Esta atividade tem duração de 16 horas para um total de até 10 participantes por oficina / cidade, totalizando numa ação para 60 pessoas gratuitamente; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; PAGINA DO PROJETO NAS REDES SOCIAIS: Disponibilizaremos na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos e das atividades propostas, como oficinas e ensaios abertos. - PRODUTO ENSAIOS ABERTOS V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Realizar gratuitamente 2 ensaios abertos do espetáculo O CORPO QUE EU HABITO - Esta atividade tem duração de 2 horas para um total de até 160 participantes por ensaio, totalizando numa ação para 320 pessoas gratuitamente;
FICHA TÉCNICAIdealização: SUELI GUERRAPesquisa, Concepção e Direção Artística: SUELI GUERRA e ALESSANDRO BRANDÃOIntérpretes Criadores: SUELI GUERRA / DANIEL CHAGAS / ALESSANDRO BRANDÃO / ANDREIA PIMENTEL / EDNEY D'CONTI / SAULO EDUARDO / RENATA REINHEIMER;Músico: ANA PAULA CRUZIluminação: PAULO CESAR MEDEIROSDesigner Gráfico: CACAU GONDOMAR (Canteiro de Ideias - Proponente)Direção de Produção: CACAU GONDOMAR (Canteiro de Ideias - Proponente)Coordenador Administrativo Financeiro: CACAU GONDOMAR (Canteiro de Ideias - Proponente)Realização: CANTEIRO DE IDEIAS E CIA DA IDEIA A Participação do proponente NÃO se dará de forma voluntária. Serão funções desempenhadas pelo Proponente:A atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto abrange também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira. O proponente realizará as funções de Diretor de Produção, Designer gráfico e Coordenador Administrativo-Financeiro.1 – DIRETOR DE PRODUÇÃO2 – COORDENADOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO (dentro de custos administrativos)3 - DESIGNER GRÁFICO (dentro de custos de divulgação) CURRÍCULOSSUELI GUERRA - Profissional com vasta experiência artística e intelectual, formou-se no Ballet Dalal Achcar, especializou se no método Royal pela Washingnton School of Ballet e graduou-se em Dança pela UniverCidade (RJ). Foi bailarina de companhias como a Renato Vieira Cia de dança, Laso Cia de Dança, Cia Aérea de Dança, Ballet do Terceiro Mundo, entre outras. Coreografou diversos filmes, como ?Madame Satã? e ?Chatô?, musicais, como o sucesso ?Tim Maia, Vale tudo? ; ?Bibi Ferreira, O Musical?; ?Andança – Beth Carvalho, O Musical? entre outros e programas de TV, como ?Aquarela do Brasil?, além de participar como atriz e bailarina em muitos outros, como ?Chiquinha Gonzaga? e ?Hilda Furacão?. Foi integrante da Cia de Teatro Aberto, onde dirigiu ?O crime do professor de matemática? e ?A Guerra Conjugal? juntamente com Leonardo Netto. Integra o corpo docente da Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) desde 1997 e do curso de pós graduação em teatro musicado da UNIRIO desde 2010, além de atuar como professora de dança e pilates. Festival de Londrina (2006). Ganhou do prêmio Coca Cola teatro jovem pela coreografia do espetáculo ?Praça Onze, o musical?. Fundou a Cia da Ideia em 2005 e desde então vem desenvolvendo um trabalho autoral a partir da interseção entre teatro e dança. Pelo seu trabalho como diretora, coreógrafa e bailarina é reconhecida como uma profissional de excelência.ALESSANDRO BRANDÃO - Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília - UNB. Bailarino formado pela Academia de Dança Clássica de Brasília. Foi professor da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes por 4 anos. No teatro trabalhou com grandes diretores como Hamilton Vaz Pereira, Hugo Rodas, Antônio Abujamra, entre outros. Na dança foi dirigido por Norma Lillia, Márcia Duarte, Giselle Rodrigues. Atua como diretor de teatro, cinema e dança. Dirigiu espetáculos como ?A casa de Bernarda Alba? de Garcia Lorca, ?O santo e a Porca? de Ariano Suassuna, ?O Balcão? de Jean Genet. Integrou a Cia. de Dança baSiraH por 11 anos, para quem dirigiu e coreografou o espetáculo ?eu só existo quando ninguém me olha?. Estreou como diretor de cinema no filme dança ?Pequena paisagem do meu jardim?. Fio coreografado pelo grupo baSiraH e com direção de Giselle Rodrigues; "Será" (2011/2013) - Coreografia e direção: Sueli Guerra e Alessandro Brandão. Em 2007, Alessandro recebeu o Prêmio SESC de melhor ator, e em 2009, o Prêmio Candango de melhor ator de curta metragem no festival de Brasília do cinema BrasileiroDANIEL CHAGAS – Ator, professor, coach, diretor e autor. Cursou Bacharelado e Licenciatura em Artes Cênicas pela UNIRIO. Em sua trajetória pelos palcos, atuou em peças como: Um Nome para Romeu e Julieta, dirigida por Dani Lossant; Fatal, dirigida por Guilherme Leme; Solos de Memórias, dirigida por Morena Cattoni; Silêncio, dirigida por Renata Mizrahi e Priscila Vidca; As Três Irmãs, dirigida por Morena Cattoni e Uma Vida Boa, pelo diretor Diogo Liberano, co-fundador do grupo de Teatro Inominável.SAULO EDUARDO – Bacharel em Dança pela UFRJ, ator pela Cia Aplauso de artes e Circense pela Escola Nacional de Circo. Em sua trajetória artística já apresentou espetáculos em países como França, Alemanha, Angola e Argentina e Inglaterra. Como bailarino, teve vivência com coreógrafos e diretores renomados como Margareth Lee (Inglaterra), Deborah Colker (Brasil), Cininha de Paula e Fly. Coordena o setor de Dança do Espaço Criança Esperança RJ. Diretor artístico do Coletivo Projeto Cia. em residência no Centro Coreográfico do RJ, onde apresenta o trabalho Las Pelancas sobre o universo do idoso. Diretor Artistico do projeto Entre X e Y em parceria com o Artista Visual Robson Rozza. com ênfase na discussão de Gênero, já apresentado na Kasa Kollor Rio, Coletivo Drag-se/Youtube e abertura do Festival de Cinema Gay 2015/RJ. Artista convidado a realizar a residência Artística no Hornimmam Museum&Gardens UK 2016, realizando performances, videoinstalação e workshops.ANDREIA PIMENTEL – Diretora, coreógrafa, bailarina e produtora executiva: ANDREIA PIMENTEL é bailarina, coreógrafa, professora de dança e produtora cultural. Atualmente é Integrante do Grupo Meios e Cia da Ideia. Bacharel em dança pela UFRJ. Coreografou, interpretou e dirigiu os trabalhos Em Nome do Corpo (Teatro Cacilda Becker e Teatro Arthur Azevedo), Laroyê: Por aí Vagando Minhas Vontades (EEFD/UFRJ) e Laroyê: Experiência 2.0 (Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro). Atuou como bailarina na Cia de Dança Contemporânea da UFRJ no espetáculo Girakandombe e Cia da Ideia nos espetáculos Dançando do Meu Jeito, Batuque Contemporâneo, Batuquinho, Fios do Tempo, Estação e Pequenas Peças. Na área de produção cultural foi coordenadora de residências artísticas e oficinas do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, analista de cultura/artes cênicas do SESC Ramos, curadora do Festival Sesc Entre Danças 2019 e da Mostra Sesc Regional de Artes Cênicas - Zona Norte e parecerista da Lei Aldir Blanc para a SMC/RJ em 2019.EDNEY D’CONTI - Ator e bailarino, iniciou seus estudos em Artes Cênicas na escola de Artes Fafi, em Vitoria, onde se destacou em algumas montagens como ?Morte e vida Severina’’, ?’Tributo a Carlos Drummond de Andrade’’ e ?’Alto de Frei Pedro Palacio’’. No Rio de Janeiro, fez parte da cia de teatro Os Canalhas, fez preparação corporal para atores das cias Teatro de Extremos e Cia de Teatro na Lata. Trabalhou como Diretor de Movimento e coreografia dos espetáculos ?Ataraxia? e ?Feriado de mim mesmo’’ (Teatro de Extremos), ?’Fragmento ponto alma’’ (Os Dois cia de dança), ?’Baseado na rua detráz’’ (Outra cia de teatro), ?’Bateia’’(Teatro Íntimo) e ?Aquilo que não se move’’ (monólogo apresentado no Festival de Teatro de Curitiba). Atuou com os coreógrafos Ivaldo Bertazzo, Clebio de Oliveira, Deborah Colker, Sergio Lobato, Dani Lima, Mabel Martin e Alberto Martin. RENATA HEINREIMER - formada no curso de Licenciatura em Dança na UniverCidade – Centro Universitário da Cidade. É pós-graduada em Metodologia Angel Vianna. Lecionou dança contemporânea e composição coreográfica na graduação e no curso técnico da Escola e Faculdade Angel Vianna durante 10 anos. Organizou e orientou diversas mostras de dança dos alunos desta instituição. Atualmente faz parte do corpo docente da Pós Graduação Lato-Sensu em Conscientização do movimento e Jogos corporais – Metodologia Angel Vianna. Como bailarina, trabalhou com as seguintes companhias: Marcio Cunha Dança Contemporânea, onde desenvolveu uma parceria com o diretor que gerou cinco espetáculos, Marcia Rubin Cia de Dança, Esther Weitzman Cia de Dança, Focus Cia de Dança, com estas companhias participou de diversos festivais como Panorama RioArte de Dança, Dança Brasil – CCBB, Dança em Trânsito, Mostra Migrações Dança Contemporânea, Mercado Cultural.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.