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Apresentamos neste projeto a proposta para continuação das ações do Núcleo de Orquestras Jovens de Maragogi, que têm por objetivo proporcionar aos alunos vinculados ao projeto e a sociedade local o acesso a gêneros musicais ora inacessíveis, seja por fatores culturais ou até mesmo sociais, através das teorias e práticas que envolvem a Música Sinfônica. A proposta prevê a aquisição de instrumentos musicais e a contratação de pessoal para o desenvolvimento de oficinas.
Propõe a implementação da Orquestra Jovem do Maragogi - Alagoas, voltado para formação, interação e integração socio cultural de crianças e jovens maragogienses. Para tanto, serão realizadas oficinas de teoria e prática musical.
Objetivo Geral Implementar o Núcleo de Orquestras Jovens de Maragogi com a premissa de estimular o fomento da fruição, da prática musical instrumental e a formação de novos instrumentistas. Objetivos Específicos Contribuir para o desenvolvimento e enriquecimento no desenvolvimento cultural de 60 (sessenta) crianças e jovens residentes na cidade de Maragogi - Alagoas; Preparar os estudantes de música envolvidos no projeto para o exercício da ampla gama de atividades oferecidas a ele seja como instrumentista ou profissional atuante em diversas outras vertentes culturais; Colaborar para a consolidação de um modelo alternativo para a Economia da Cultura maragogiense.
A prática musical é uma das mais remotas formas de integração social. Isto é possível de ser verificado nos escritos sobre a formação do homem grego e nas atividades sócio-musicais nas demais civilizações antigas (JAEGER, 2001). A música, em seus diversos aspectos e manifestações, está presente na grande maioria das culturas mundiais, o que mostra que esta atividade é um tipo de ação especificamente social, cultural e humana (VIGOTSKY, 1998). Enquanto prática social e atividade cultural, a música é analisada por alguns teóricos que enfatizam alguns aspectos relacionados aos benefícios desta atividade para o desenvolvimento de seus integrantes nas dimensões pessoal, interpessoal e comunitária (MATHIAS, 1986; GROSSO, 2004). Esses pesquisadores confirmam a hipótese de que a atividade musical é uma rica trama de possibilidades formadoras de humanização e socialização. Enquanto atividade musical, a orquestra é um agrupamento instrumental utilizado sobre tudo para a interpretação de música de concerto, tendo sua origem no período barroco, com o surgimento dos gêneros dramáticos: ópera, cantata e o oratório. A orquestra do período barroco é baseada nos instrumentos da família das violas (cordas). Do seu nascimento até os dias atuais, a orquestra passou por varias modificações em sua configuração instrumental, condicionadas a, principalmente, fatores sociais. A formação orquestral (madeiras, metais, cordas e percussão), que conhecemos hoje foi estruturada no período clássico, e apesar de gêneros como a sinfonia, sonata e concerto já existirem no período barroco, foi no período clássico (séc. XVIII) que eles assumiram um significado mais preciso em termos de forma musical. Foram estas formas clássicas que deram tanta importância à orquestra sinfônica. Às orquestras completas dão-se o nome de orquestras sinfônicas ou orquestras filarmônicas. Embora estes prefixos não especifiquem nenhuma diferença no que se refere à instrumentação ou o papel da mesma, apenas denotam a maneira como a orquestra é mantida. A orquestra filarmônica é sustentada por uma instituição privada, ficando assim a sinfônica mantida por uma instituição pública. Uma orquestra sinfônica atual dispõe quatro naipes (grupos) de instrumentos: • Cordas (violinos, violas, violoncelos, contrabaixos); • Madeiras (flautas, oboés, clarinetes, fagotes); • Metais (trompas, trompetes, trombones, tubas); • Percussão (tímpanos, caixas, bombos, pratos, xilofone, marimba, dentre outros). Defendendo a possibilidade da prática musical em qualquer âmbito constituir-se como um saber necessário, importante para a cidadania, enriquecendo as experiências individuais e coletivas, tornando-se essencial para a realização plena do ser humano, apresentamos uma proposta para a continuação Projeto "Núcleo de Orquestras Jovens de Maragogi", que têm por objetivo proporcionar aos alunos vinculados ao projeto e a sociedade tocantinense o acesso a gêneros musicais ora inacessíveis, seja por fatores culturais ou até mesmo sociais, através das teorias e práticas que envolvem a Música Sinfônica. A Orquestra Jovens de Maragogi têm como ênfase os naipes das cordas, madeiras, metais e percussão - e, é voltada para a formação de novos instrumentistas, matriculados na Rede Ensino. Em observância ao estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação e os Parâmetros Curriculares Nacionais, o Núcleo de Orquestras Jovens de Maragogi é apresentado aos alunos como um complemento pedagógico, compreendendo um currículo no qual se integrarão disciplinas introdutórias, de formação geral, e disciplinas especificas aliadas a atividades práticas, capacitando o músico à criação artística, cultural, à reflexão crítica da realidade, de modo a converter-se em agente responsável pelas transformações sociais do ciclo de convivência em que está inserido. A importância da prática orquestral, enquanto complemento na formação integral dos nossos alunos, tornar-se-á mais significante neste momento, conforme o estabelecido pelos PCNs: "(...) As oportunidades de aprendizagem de arte, dentro e fora da escola, mobilizam a expressão e a comunicação pessoal e ampliam a formação do estudante como cidadão, principalmente por intensificar as relações dos indivíduos tanto com seu mundo interior como com o exterior." (PCN, Arte, Introdução, 1998, p.19). O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: II "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" e IX "priorizar o produto cultural originário do País", através da criação de 1 (um) núcleo de formação musical em regiões distintas e, consequentemente, estimular nos ouvintes o gosto pela produção musical instrumental brasileira. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. Finalmente, a relevância do Projeto Orquestra Jovem de Maragogi se justifica pela importância histórica, social e cultural que a música de concerto, enquanto modalidade cultural, tem apresentado no auxilio ao desenvolvimento individual e grupal do ser humano. O tocar em grupo propicia o hábito de perfeito convívio social, desenvolve a sensibilidade para as manifestações artísticas e culturais, integrando o indivíduo na sociedade.
O Projeto Orquestra Jovem de Maragogi tem como premissa estimular o gosto e a prática pela música de concerto. Objetivando atingir essa finalidade, propomos a implementação de uma Orquestra Jovem. A Orquestra tem como finalidade a musicalização de jovens matriculados na Rede Básica de Ensino, através das teorias e práticas que permeiam a formação da música sinfônica. A Orquestra tem como formação instrumental 60 instrumentos do naipe de cordas (violino, viola, violoncelo); madeiras (flauta, clarineta, saxofone); metais (trompete, trompa, trombone); bateria, teclado. As atividades do Núcleo de Orquestras Jovens de Maragogi serão distribuídas entre ensaios de naipe, ensaios coletivos e apresentações. O projeto é gratuito e atenderá a 60 alunos, com fáixa etária entre 8 e 15 anos. As vagas serão destinadas a alunos da rede básica de ensino, na forma presencial e gratuita. Plano de Trabalho dos professores 10 horas semanais, distribuídas da seguinte forma: - Aulas práticas por naipes: 3 horas semanais; - Aulas práticas coletivas: 3 horas semanais; - Planejamento/Apresentações: 4 horas semanais. Serão atribuições da coordenação do projeto: Elaborar a proposta curricular e pedagógica; Elaborar a programação dos ensaios e apresentações; Ser assíduo e pontual às atividades; Realizar as atividades de acordo com os horários programados, cumprindo o cronograma estabelecido; Utilizar estratégias adequadas, alternando os métodos e as técnicas de acordo com a atividade realizada, a fim de alcançar os objetivos propostos.
A música é um instrumento de formação e integração social. Neste sentido, será estimulado o acesso e a participação de alunos com deficiência. CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade física: Acessibilidade física: Por ser realizada em local onde a Acessibilidade Física já é garantida (Escolas), não se onera o projeto com está medida de acessibilidade. Será garantido o acesso de alunos com deficiência física as atividades musicias. Acessibilidade auditiva: Intérprete de Libras. (Item da planilha orçamentária - intérprete de libras) Acessibilidade visual: Audiodescrição – garantida por meio da apresentação da equipe envolvida no projeto.
O projeto é voltado formação socio cultural de alunos da rede básica de ensino que terão acesso a instrumentos musicais, aulas práticas, aulas teóricas e ensaios de forma gratuita. Dessa forma, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, o projeto adotara as seguintes medidas, concatenadas ao Art. 28 da IN nº 01/2024: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
A Associação Viva Música será responsável pela gestão do projeto, desenvolvendo as seguintes ações: Etapa 1: Concepção do projeto. • Discussão com os parceiros envolvidos no projeto para estabelecer o cronograma das atividades propostas; • Esclarecimento de dúvidas e debates. Etapa 2: Divulgação do projeto. • Compartilhamento de informações sobre o projeto na mídia local; • Divulgação das atividades na comunidade local; Etapa 3: Avaliação. • Compilação do relatório de atividades; • Processo de certificação dos participantes. Direção Artística: Bruno Barreto Amorim Campos Natural da cidade de Goiânia-Goiás, Bruno Barreto iniciou seus estudos musicais aos 14 anos de idade na Escola de Música da Guarda Metropolitana da cidade de Palmas - TO. Possui Graduação em Música com Habilitação em Composição (2008) e Mestrado em Música (2012) pela Universidade Federal de Goiás, onde estudou harmonia tradicional com Zbigniew Henrique Morozowicz e Günter Bauer; orquestração, contraponto e procedimentos composicionais do século XX com Estércio Marquez Cunha. Durante o período em que residiu em Goiânia (2005-2008), integrou a Banda Pequi (Orquestra de Música Brasileira), e o grupo Choro Universitário. Com a Banda Pequi gravou um CD em 2009, intitulado “Banda Pequi e Nosso Trio convidam Leila Pinheiro”. Ainda na Banda Pequi, dividiu o palco com músicos renomados, dentre eles: Leila Pinheiro, Arismar do Espírito, Thiago do Espírito Santo, Zé Canuto, Ney Conceição, Kiko Freitas, Nelson Faria e Silvio Zalambani. Bruno Barreto fundou e regeu, em 2009, a Orquestra Juvenil Dona Lindu, primeiro projeto de musicalização infantil no Tocantins.Foi professor fundandor do Curso Técnico em Instrumento Musical do Colégio da Polícia Militar de Palmas. Coordenou os eventosCoro Comunitário de Palmas, em 2011; o Primeiro e Segundo Recital da Turma de Instrumento Musical do Colégio Militar dePalmas, em 2010 e 2011. Em 2014 criou a Orquestra Viva Música, com a qual vem desenvolvendo intenso trabalho de formaçãode plateia. Coordenou os projetos I Mostra de Música da UFT, em 2016; II Mostra de Música da UFT, em 2017; Encontro de Corosna UFT, em 2018; I Festival de Arte e Cultura da UFT, em 2018. Bruno Barreto é servidor efetivo da Universidade Federal do Tocantins, onde exerce a função de Diretor de Extensão e Cultura. Também exerce a função de Presidente da Associação Viva Música e maestro do Coral UFT em Canto. Coordenação Geral: Rosana Martins Almeida Pedagoga (Supervisão Escolar e Disciplinas Pedagógicas do Ensino Médio), formada pelo Centro Universitário Luterano de Palmas- CEULP em 2003, pós-graduada em Educação Profissional 2009, servidora aposentada da Secretaria Estadual de Educação/TO. Atividades desenvolvidas no Setor Público: Professora das séries iniciais de 1986 a 1990, professora das disciplinas pedagógicas do Ensino Médio em 1991, Coordenadora Pedagógica em Escola 1992 a 1996, técnica do Setor do Núcleo de Tecnologia da Educação do estado do Tocantins de 1998 a 2001, Gerente de Educação Profissional do Estado do Tocantins de 2003 a 2006, Diretora de Ensino Profissionalizante do Estado do Tocantins 2007, Idealizadora do projeto do primeiro colégio militar de Palmas/TO 2009, Diretora de Assistência ao Preso e ao Egresso do Estado do Tocantins 2008 a 2013, membro do Fórum Nacional dos Gestores de Educação Profissional 2005, membro do Comitê Estadual de Gerenciamento do PAR/Brasil Profissionalizado 2010, membro da Comissão para realização de Projetos da SEDUC/TO 2011, membro de comissão de sindicância da Secretaria Estadual de Defesa Social do estado do Tocantins 2012, membro do Comitê Estadual de Políticas de Atenção à Mulher Presa e Egressa do Sistema Prisional do Estado do Tocantins 2017, Implantação do Projeto APAE de Maragogi 2018, Coordenação do I Seminário de Educação Profissional de Maragogi 2018, Implantação do Centro de Atendimento Educacional Especializado de Maragogi/AL 2019, Implantação do I Colégio Cívico Militar de Maragogi em 2020, Implantação do Centro de Atendimento Educacional Especializado de Porto Calvo /AL 2022. Vasta experiência no acompanhamento, planejamento da Educação Básica, Educação Profissional e Prisional, Execução de Convênios, PPA, Elaboração de Projetos e implementação de proposta que venha atender as políticas públicas em geral. Setor Privado: Consultoria Educacional da implantação dos cursos técnicos da Faculdade ITOP/Palmas 2009, Diretora dos Cursos Técnicos da Faculdade ITOP/Palmas 2010, Consultora Educacional de Escolas Particulares no Estado do Tocantins 2011. Coordenação de Oficinas: Carla Santos de Oliveira Cavalcante Bacharela em Nutrição – 2020.1 – Universidade Federal de Sergipe – Campus Antônio Garcia Filho – Lagarto – Se CRN5: 14850.Bacharela em Administração – 2010.1 – Faculdade Santíssimo Sacramento – Alagoinhas – Ba. Atuou como Arquivista, desenvolvendo serviços administrativos em geral e assessoria aos professores e coordenadores em três escolas municipais – 2023, no Projeto Núcleo de Orquestras Jovens de Maragogi.
Periodo para captação de recursos encerrado.