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O Festival Pernambucano de Literatura Negra tem como proposta promover um grande encontro, aberto ao público, que reúna escritores negros naturais ou radicados em Pernambuco, além de convidados especiais. O objetivo evidenciar a literatura e promover o antirracismo por meio de rodas de diálogos, palestras, lançamento de livros, sessão de autógrafos e saraus poéticos, entre outras ações.O festival luta contra a invisibilidade e o apagamento histórico que recaem sobre escritores e intelectuais negros, combatendo, assim, o racismo estrutural e estruturante presente em nossa sociedade. O evento exerce um importante papel na luta antirracista, atuando na promoção de uma representatividade literária tão necessária e urgente.
O Festival Pernambucano de Literatura Negra busca evidenciar a literatura produzida por escritores negros, sendo vetor importante na causa antirracista. O evento inclui a realização de rodas de diálogos, palestras, lançamento de livros, sessão de autógrafos e saraus poéticos, entre outras ações. A iniciativa luta contra a invisibilidade e o apagamento histórico que recaem sobre escritores e intelectuais negros, combatendo, assim, o racismo estrutural e estruturante presente em nossa sociedade. O evento exerce um importante papel na luta antirracista, atuando na promoção de uma representatividade literária tão necessária e urgente.
Objetivo Geral O Festival Pernambucano de Literatura Negra tem como objetivo evidenciar a literatura produzida por autoras e autores negros, especialmente naturais ou radicados em Pernambuco, reunindo-os em uma programação diversa, com lançamento de livros, sessão de autógrafos, palestras, rodas de diálogos e saraus poéticos, a fim de contribuir para a interação com o público leitor, a valorização da literatura local e o combate ao racismo. Nesse sentido, buscamos destacar a importância da literatura para a formação cultural da sociedade e para a construção de um mundo mais igualitário. Objetivos específicos A) Produto SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA: - realizar, em cada edição do festival, uma roda de conversa sobre poesia e representatividade, com duração de uma hora em cada uma delas;- realizar, em cada edição do festival, uma palestra sobre mulheres negras na literatura, com duração de uma hora em cada uma delas;- realizar, em cada edição do festival, uma roda de conversa sobre literatura e intelectualidade como instrumentos políticos, com duração de uma hora em cada uma delas; - realizar, em cada edição do festival, uma palestra sobre jornalismo literário, com duração de uma hora em cada uma delas;- realizar, em cada edição do festival, uma roda de conversa sobre literatura de não-ficção, com duração de uma hora em cada uma delas;- realizar, em cada edição do festival, uma sessão coletiva de autógrafos com autores presentes no festival, com duração de uma hora de uma hora em cada uma delas;- realizar, em cada edição do festival, um sarau poético com microfone aberto e participação livre, com duração de uma hora de uma hora em cada uma delas; B) LIVRO: - realizar, em cada edição do festival, o lançamento de um livro escrito por autor (a) que integra a programação, com duração de uma hora em cada uma delas;- sortear entre o público, em cada edição do festival, 20 livros escritos por autores que compõem a programação. Os livros serão adquiridos pela produção do festival para serem sorteados no evento C) CONTRAPARTIDA SOCIAL: - realizar, ao longo de um ano, cinco palestras voltadas para o público infantojuvenil em organizações sociais ou escolas públicas.
Como disse a grande escritora Conceição Evaristo: "para a mulher negra, escrever é um ato político". É nesse sentido que nasce o Festival Pernambucano de Literatura Negra. O festival cumpre o papel de viabilizar, dar voz e espaço a autoras e autores nesgros. Por meio dos debates propostos no evento, contribuímos para a construção de uma sociedade antirracista e preocupada com as pessoas. O festival tem como missão consolidar-se como parte do calendário cultural e literário do estado de Pernambuco, com braços que versam sobre a literatura produzida por mulheres, a literatura infantojuvenil e a literatura plural. Precisamos mostrar à sociedade o quão rica é a produção literária e cultural criada por pessoas negras, em especial por mulheres negras. Precisamos, ainda, evidenciar a presença da mulher negra na intelectualidade, lutando contra um apagamento histórico, e narrar as diferentes trajetórias, que incluem conquistas, empoderamento e combate ao racismo. Nesse sentido, o festival é de extrema importância, especialmente para que mais pessoas negras se reconheçam nesses espaços de literatura, intelectualidade e saber e percebam, e comprovem, assim, que esses locais também lhes pertencem. Sabemos, no entanto, que a promoção de atividades conduzidas por mulheres negras enfrentam uma dupla barreira de dificuldades para a sua realização, pois sofrem com discriminações advindas do racismo e do sexismo, preconceitos esses ainda enraizados na sociedade. Daí a importância do do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento de projetos tão importantes quanto o Festival de Pernambucano de Literatura Negra, que busca valorizar as produções literárias de autoras e autores negras e negros. Por meio do incentivo, a proposta poderá ser executada com organização, responsabilidade e credibilidade. Mais ainda, o incentivo permitirá que centenas ou milhares de pessoas tenham acesso ao festival, pois as ações são gratuitas, abertas ao público, e possuem amplo compartilhamento nas redes sociais. Promover a cultura, especialmente aquelas produzidas por minorias que enfrentam demasiadas dificuldades, é fundamental. A cultura e a arte são fundamentais para a manutenção de uma sociedade justa, crítica e reflexiva. E o incentivo é fundamental para permitir que mais pessoas, especialmente aquelas que não têm recursos para participar de eventos culturais, tenham acesso a tais atividades. Escritoras e escritores negras e negros precisam, também, ter acesso a esses espaços. O público também merece ter direito e acesso a práticas culturais que busquem uma sociedade mais justa e igualitária. O Festival Pernambucano de Literatura Negra atende, especialmente, os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E também alcança, especialmente, os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.
Como disse a grande escritora Conceição Evaristo: “para a mulher negra, escrever é um ato político”. É nesse sentido que nasce o Festival Pernambucano de Literatura Negra, idealizado pela escritora Jaqueline Fraga, autora finalista do Prêmio Jabuti. A proposta é promover um grande encontro, aberto ao público, que reúna escritoras e escritores negras e negros naturais ou radicadas em Pernambuco, além de convidadas especiais, promovendo um encontro de saberes. O Festival Pernambucano de Literatura Negra tem como objetivo evidenciar a literatura produzida por autoras e autores negros. A primeira edição ocorreu no Recife no dia 20 de novembro de 2022, Dia da Consciência Negra. O evento contou com lançamento de livros, sessão de autógrafos, palestras, rodas de diálogos e saraus poéticos, permitindo o encontro entre autores, leitores e público em geral e incentivando a consciência crítica e o amor pela literatura, além de garantir, também, a visibilidade aos artistas das palavras. Realizado de forma independente, a primeira edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra teve ampla repercussão na imprensa e nas redes sociais, com importantes veículos de comunicação promovendo a divulgação do evento, a exemplo da TV Globo, TV Cultura, TV Brasil e TV Pernambuco e dos jornais Folha de Pernambuco, Diario de Pernambuco e Jornal do Commercio. Com as próximas edições, nosso objetivo é seguir destacando a importância da literatura para a formação cultural da sociedade e como ela atua em prol da construção de um mundo mais igualitário. Nossa expectativa é ampliar o alcance já satisfatório da primeira edição do evento, que ocorreu de forma impactante e gerou grande repercussão no estado. O festival luta contra a invisibilidade e o apagamento histórico que recaem sobre escritores e intelectuais negros, combatendo, assim, o racismo estrutural e estruturante presente em nossa sociedade. O evento exerce um importante papel na luta antirracista, atuando na promoção de uma representatividade literária tão necessária e urgente.
Cada edição do Festival Pernambucano de Literatura Negra ocorrerá, preferencialmente, em períodos que vão de um a três dias, a depender do local de realização. Caso o evento ocorra em mais de um dia, eles serão, preferencialmente, consecutivos. A duração mínima de cada dia deve ser de aproximadamente quatro horas e contará com rodas de diálogos, palestras, lançamento de livros, sessão de autógrafos e saraus poéticos, entre outras ações.
A proposta adotará medidas de acessibilidade, incluindo a criação de textos alternativos em publicações nas redes sociais, criação de legendas em todos os vídeos divulgados pelo evento e contratação de um intérprete de Libras para atuar durante o festival. Todo o material produzido será pensado com linguagem simples e recursos de audiodescrição para apresentar as pessoas presentes, bem como os ambientes onde estão inseridas. Todos os textos produzidos para redes sociais e plataformas online terão descrição acessível para pessoas com deficiência visual. As ações presenciais serão realizadas prioritariamente em espaços que possuam acessibilidade arquitetônica, como rampas, iluminação adequada e banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Quanto à acessibilidade comunicacional, adotaremos medidas voltadas para Língua Brasileira de Sinais (Libras), a audiodescrição, as legendas e a linguagem simples. Já com relação à acessibilidade atitudinal, atuaremos em ações de capacitação de equipes atuantes nos projetos culturais; contratação de profissionais com deficiência ou especializados em acessibilidade cultural, bem como outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas. Veja mais detalhes abaixo: PRODUTO: Festival/Mostra ACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações presenciais serão realizadas em espaços que possuam acessibilidade arquitetônica, como rampas ou elevador, iluminação adequada e banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Item da planilha orçamentária: 30. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto contará com recursos de audiodescrição, utilizados inclusive para apresentar as pessoas presentes no festival, bem como os ambientes onde estão inseridas. O material produzido será pensado com linguagem simples e recursos de audiodescrição. Os textos produzidos para redes sociais e plataformas online terão descrição acessível para pessoas com deficiência visual. A proposta adotará medidas de acessibilidade, incluindo a criação de textos alternativos em publicações nas redes sociais. Item da planilha orçamentária: 21. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: faremos a contratação de intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuar durante o festival. Também efetuaremos a criação de legendas em todos os vídeos divulgados pelo evento. Item da planilha orçamentária: 26. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: o material produzido será pensado com linguagem simples. Adotaremos medidas relacionadas ao controle de sons e iluminação. Atuaremos em ações de capacitação de equipes atuantes nos projetos culturais, contratação de profissionais com deficiência ou especializados em acessibilidade cultural, bem como outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas. Item da planilha orçamentária: 31. PRODUTO: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra ACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações presenciais serão realizadas em espaços que possuam acessibilidade arquitetônica, como rampas ou elevador, iluminação adequada e banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Item da planilha orçamentária: 12. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto contará com recursos de audiodescrição, utilizados inclusive para apresentar as pessoas presentes no festival, bem como os ambientes onde estão inseridas. O material produzido será pensado com linguagem simples e recursos de audiodescrição. Os textos produzidos para redes sociais e plataformas online terão descrição acessível para pessoas com deficiência visual. A proposta adotará medidas de acessibilidade, incluindo a criação de textos alternativos em publicações nas redes sociais. Item da planilha orçamentária: 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: faremos a contratação de intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuar durante o festival. Também efetuaremos a criação de legendas em todos os vídeos divulgados pelo evento. Item da planilha orçamentária: 9. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: o material produzido será pensado com linguagem simples. Adotaremos medidas relacionadas ao controle de sons e iluminação. Atuaremos em ações de capacitação de equipes atuantes nos projetos culturais, contratação de profissionais com deficiência ou especializados em acessibilidade cultural, bem como outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas. Item da planilha orçamentária: 11. PRODUTO: Livro ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os sorteios de livros serão realizados em espaços que possuam acessibilidade arquitetônica, como rampas ou elevador, iluminação adequada e banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Item da planilha orçamentária: 18. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Vamos adquirir livros em braile para também serem sorteados durante o festival. Item da planilha orçamentária: 18. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Vamos disponibilizar acessos de audiolivros para também serem sorteados durante o evento. Item da planilha orçamentária: 19 ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: o material produzido para o sorteio será pensado com linguagem simples. Adotaremos medidas relacionadas ao controle de sons e iluminação. Atuaremos em ações de capacitação de equipes atuantes nos projetos culturais, contratação de profissionais com deficiência ou especializados em acessibilidade cultural, bem como outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas. Item da planilha orçamentária: 20. PRODUTO: Contrapartidas Sociais ACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações presenciais serão realizadas em espaços que possuam acessibilidade arquitetônica, como rampas ou elevador, iluminação adequada e banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Item da planilha orçamentária: 57. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto contará com recursos de audiodescrição, utilizados inclusive para apresentar as pessoas presentes nas ações sociais, bem como os ambientes onde estão inseridas. O material produzido será pensado com linguagem simples e recursos de audiodescrição. Os textos produzidos para redes sociais e plataformas online terão descrição acessível para pessoas com deficiência visual. A proposta adotará medidas de acessibilidade, incluindo a criação de textos alternativos em publicações nas redes sociais. Item da planilha orçamentária: 58. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: contrataremos intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuar durante as ações sociais do projeto. Também efetuaremos a criação de legendas em todos os vídeos divulgados pelo projeto. Item da planilha orçamentária: 59. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: o material produzido será pensado com linguagem simples. Adotaremos medidas relacionadas ao controle de sons e iluminação. Atuaremos em ações de capacitação de equipes atuantes nos projetos culturais, contratação de profissionais com deficiência ou especializados em acessibilidade cultural, bem como outras medidas que visem a eliminação de atitudes capacitistas. Item da planilha orçamentária: 59.
O acesso ao Festival Pernambucano de Literatura Negra será gratuito, aberto ao público, permitindo que pessoas com menor poder aquisitivo tenham a oportunidade de participar de um evento cultural de qualidade e sem que custos de ingresso sejam fatores de impedimento. O evento também contará com transmissão de trechos ao vivo por plataformas digitais e posteriormente serão divulgados vídeos com momentos importantes da iniciativa. As ações de divulgação do festival, tanto nas fases de pré e pós execução, quanto na execução propriamente dita, promoverão debates importantes e gratuitos, inclusive no ambiente virtual, possuindo a capacidade de alcançar milhares de pessoas. Dentro do perído de um ano, serão realizadas cinco palestras voltadas para o público infantojuvenil. Elas serão ministradas em organizações sociais ou escolas públicas localizadas estado de Pernambuco. Nas referidas palestras, serão apresentados os detalhes do festival e a importância da leitura e da literatura na formação social dos jovens. Destacamos, dessa forma, que a proposta atenderá, ao menos, as seguintes medidas de ampliação do acesso previstas no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. (Nesse sentido, serão realizadas cinco palestras em organizações sociais ou escolas públicas) VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
A proponente do projeto é a escritora e produtora cultural Jaqueline Fraga, idealizadora do Festival Pernambucano de Literatura Negra. Na execução da iniciativa, ela também atua como coordenadora de programação, alinhando os principais detalhes acerca da realização do evento. Abaixo, seu breve currículo e também das principais participantes da equipe de organização do festival. Jaqueline Fraga é mulher negra, escritora, jornalista formada pela Universidade Federal de Pernambuco e administradora pela Universidade de Pernambuco, com MBA em Comunicação e Jornalismo Digital pela Universidade Cândido Mendes. Foi consultora da Unesco e integrante do Programa de Aceleração de Lideranças Femininas Negras promovido pelo Fundo Baobá para a Equidade Racial. Apaixonada pela escrita e pelo poder de transformação que o jornalismo carrega consigo, é autora dos seguintes livros: Negra Sou: a ascensão da mulher negra no mercado de trabalho, obra finalista do Prêmio Jabuti, menção honrosa do Prêmio Maria Firmina de Literatura e do Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo e cuja série de reportagens conquistou o Prêmio Antonieta de Barros; Big Gatilho: um livro de poemas inspirado no BBB 21; e Movendo as Estruturas, coletânea de artigos que abordam, por exemplo, questões relacionadas à representatividade. Também é coautora do livro Cartas para Esperança. Vale destacar que o livro Negra Sou possui reconhecimento internacional, tendo sido adquirido pelas seguintes instituições norte-americanas: Universidade da Califórnia, Universidade de Notre Dame, Universidade do Texas, Universidade de San Diego e Biblioteca do Congresso Americano. Jaqueline foi agraciada com a medalha Heróinas do Tejucupapo, concedida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OBA-PE) a profissionais que se destacam em suas áreas de atuação. Também foi homenageada com o Prêmio Ser Mulher, concedido pelo Grupo Ser Educacional. Atualmente, é também colunista e coordenadora da Coluna Negras Que Movem publicada no Portal Geledés - Instituto da Mulher Negra e colunista convidada do Portal Uol. Joseane Fraga é produtora cultural e atua como gestora de projetos no festival. É uma mulher negra, com ampla participação em ações ligadas à representatividade e ao empoderamento da mulher negra. Atuou como revisora do livro "Negra Sou: a ascensão da mulher negra no mercado de trabalho", escrito pela jornalista pernambucana Jaqueline Fraga. A obra foi lançada originalmente em 2019 e chegou à segunda edição em 2021, com lançamento realizado na mais recente Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Foi também assistente de texto e direção do projeto “Conhecendo Escritoras Negras de Pernambuco”, realizado no início deste ano. A ação contou com uma série de lives transmitidas no Instagram e protagonizadas por cinco autoras negras do estado, que falaram sobre literatura e representatividade. Jacilene Souza é letróloga e atua no projeto como gestora textual e administrativa. Mulher negra, é formada em Letras, atuando há mais de 10 anos na área social e possuindo vasta experiência na área administrativa. Neide Ferreira é professora de língua portuguesa aposentada e gestora literária do festival. Mulher negra de 67 anos, ajudou, ao longo da carreira na educação, a educar centenas, ou milhares, de alunas e alunos em escolas públicas do estado de Pernambuco. Graduada em Letras, deu aulas de português durante mais de 30 anos e também atuou com disciplinas de educação artística.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.