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O projeto consiste na produção, edição e veiculação mensal de uma plataforma digital difusora de conteúdos, ações e manifestações culturais dos povos indígenas de todo o Brasil, considerando a cultura indígena milenar brasileira como um patrimônio cultural imaterial que é a própria vida nas comunidades indígenas, com o objetivo de expor com informações de qualidade os seus problemas estruturais para o público em geral.
SINOPSE DA OBRA 1 – Uma Plataforma Digital, de visita, mensal, O CACIQUE, com uma linguagem livre, criativa, atual, independente, responsável e cidadã, e uma temática voltada para a difusão da cultura indígena brasileira como uma manifestação milenar e um patrimônio imaterial da cultura do Brasil, tendo como objetivo de expor, com informações de qualidade, os problemas estruturais das comunidades indígenas para o público em geral. 2 - Evento de Lançamento do projeto no Auditório da ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio de Janeiro, tendo a participação da equipe e de personalidades convidadas. E um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos para a difusão da Plataforma junto ao público consumidor de cultura no Rio de Janeiro, com o objetivo de contribuir para a discussão de que a cultura indígena é uma ferramenta de garantia de formação de cidadania. 3 - Contrapartidas Sociais: levar para as escolas públicas ao redor dos centros culturais que as palestras ocorrerão a equipe de convidados do projeto para a realização de palestras e a difusão da informação sobre a realidade indígena no Brasil. Serão 06 eventos de contrapartida social.
OBJETIVOS GERAIS Celebrar a organização cada vez maior do movimento indígena brasileiro e difundir as ações da sua rede de mobilização; Apresentar o universo indígena ao público leitor, dentro do seu contorno cultural e de direitos, dialogando com a justiça socioambiental, em um cenário econômico cada vez mais comprometido com as pressões que sofrem os povos indígenas; Gerar informações sobre os movimentos sociopolíticos protagonizados pelos indígenas do Brasil propagando as reivindicações dos seus direitos; Produzir matérias sobre a participação ativa das lideranças indígenas, sobre a articulação conjunta entre as comunidades e as parcerias com entidades de apoio nacionais e estrangeiras, juntamente com o Estado; Incentivar os objetivos do movimento indígena desde a sua movimentação política à delimitação de suas terras; Difundir as atividades do Sistema Agrícola Tradicional dos povos indígenas brasileiros como base da Economia Sustentável e como patrimônio cultural do Brasil; Apostar na arte e na cultura indígenas, música, dança, literatura e artes plásticas, como forma de incentivar a educação indígena diferenciada, realizando um trabalho de divulgação de suas várias manifestações em todo o país; Viabilizar reuniões virtuais com poetas, escritores, críticos, ensaístas, artistas plásticos, jornalistas, lideranças indígenas, ambientalistas, personalidades e o público leitor, juntamente com a participação das comunidades e dos jovens indígenas de várias regiões do país, para a promoção de uma discussão diversificada sobre a importância da cultura indígena como expressão da identidade brasileira, na disseminação de conceitos e valores de sustentabilidade, arte e empreendedorismo cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Elaborar, produzir, veicular e difundir a plataforma digital O CACIQUE, criada estrategicamente para dar suporte a uma revisão estruturada da cultura e do movimento indígenas brasileiros; Produzir as edições da plataforma a cada 30 dias, durante 12 meses, podendo conter de 10 a 20 matérias por edição, com informações de qualidade a respeito do passado e do presente da cultura indígena, incluindo as ações do movimento indígena e de outros movimentos culturais, brasileiros e estrangeiros, que a influenciaram e são influenciados por ela, com fotos de qualidade (atuais e de arquivo), plasticidade, estética, análise crítica e entrevistas; Dar sustentabilidade mensal a uma equipe de 03 jornalistas-redatores, 01 revisor de textos, 01 pesquisador, 01 produtor de conteúdo, 01 fotógrafo, 01 editor, 03 articulistas, 01 designer, 01 ilustrador, 01 assessor de comunicação, compra de fotos de arquivo, charges e cartuns, e mobilidade para a produção das matérias; Criar e colocar em prática uma estratégica de marketing digital para maximizar a difusão das páginas e a divulgação do livro, contendo as seguintes ações: anúncios no Google, no Facebook, Linkedin, Bing Ads, ‘Inbound’ Marketing, gerenciamento nas redes sociais, uso das técnicas de SEO, sistema de envio de E-mail Marketing; Realizar o evento de lançamento no Auditório da ABL _ Academia Brasileira de Letras _ com as participações de escritores, acadêmicos, antropólogos e personalidades indígenas convidadas; Realizar um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos destinado ao público, 01 a cada 02 meses, durante 01 ano, em espaços culturais do Rio de Janeiro. Realizar um ciclo de 06 Palestras e Encontros Críticos e Performáticos, em escolas públicas próximas aos espaços selecionados, 01 a cada 02 meses, durante 01 ano, para o cumprimento das contrapartidas sociais. OBSERVAÇÃO: Com a realização da Plataforma de Comunicação Digital O CACIQUE os organizadores do projeto esperam gerar impactos positivos para o movimento indígena do Brasil, interagindo com as várias comunidades indígenas espalhadas por todas as regiões do país, com universidades, escolas públicas, empresas e instituições, com a produção de matérias sobre as comunidades, a participação da juventude indígena na elaboração de matérias, podcasts e comentários, com as lideranças indígenas, ambientalistas, cientistas, universitários, alunos de escolas públicas e personalidades contribuindo para a construção de uma análise crítica correspondente à realidade ambiental e étnico-social brasileiras, opiniões, ilustrações e informações das regiões abordadas, trazendo para a discussão central do movimento indígena a participação popular ativa, humanizadora e mobilizadora.
JUSTIFICATIVA O projeto O CACIQUE é um projeto cultural e de comunicação. Trata-se da construção de uma Plataforma Digital de ideias e conceitos indispensáveis ao entendimento das características da sociedade brasileira contemporânea, e dos dilemas que herdamos do passado, porque estará associada às suas raízes. Somos um povo de ‘matrizes ameríndias’, de ‘referência lusitana’, e de ‘uma mistura genuína de povos africanos’, o que transfere para a nossa essência uma qualidade extraordinariamente incomum e, até mesmo, excêntrica. A plataforma O CACIQUE irá acentuar as origens e as especificidades da cultura e do povo brasileiro conferindo à sua narrativa a realidade atual do Brasil, refletida na consciência da história aventuresca do seu maior herói: o índio. Pretende ser um veículo difusor de informações com qualidade, com uma linguagem livre, criativa, atual, responsável e cidadã, transmitindo conceitos e valores em defesa da conservação do meio ambiente e da cultura indígena, numa tentativa de não só difundir ensinamentos sobre o equilíbrio ecológico, mas de conhecer o "índio", no que ele é "diferente", e de pensar a realidade que vivemos com os fatores que provocam a desagregação da pluralidade social e étnica. Ter a aprovação da Lei Rouanet nesse projeto vem de encontro aos princípios que a Plataforma pretende difundir. A ideia é subsidiar o público com os vários ângulos dos acontecimentos que cercam a realidade atual dos povos indígenas, no sentido que reflita sobre temas como políticas públicas, economia da floresta, educação diferenciada, cultura, meio ambiente, sustentabilidade, responsabilidade social, entre outros, contendo artigos e entrevistas especiais, numa plataforma moderna propagadora de conceitos e valores de cidadania, democracia, direitos humanos e igualdade racial. Assim, deve apresentar uma comunicação com uma dimensão contextualizada na realidade ‘interdisciplinar’, vinculada aos temas locais e globais referentes às comunidades indígenas brasileiras, dentro de uma visão multicultural, multiétnica e multirracial. Uma comunicação em respeito à diversidade, que combata o racismo estrutural e promova a pluralidade, sem preconceitos ou ideais de supremacia concentrados na crença de que a raça branca é superior às outras raças. Solicitamos o enquadramento do projeto no Art. 18 por tratar-se da elaboração de uma obra de referência, impressa e eletrônica, de valor artístico, literário e humanístico", além de incentivar o "empreendedorismo entre as comunidades indígenas, apoiando e difundindo o "Sistema Tradicional Agrícola Indígena Sustentável" e a comunicação e o turismo como ferramentas econômicas criativas e inclusivas, promovendo a participação dos jovens indígenas na construção de uma comunicação contextualizada e mobilizadora. Como também por atender os incisos referentes ao Art. 1o- da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incluindo os incisos e a alínea do Art. 3o- da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)
PROJETO PEDAGÓGICO PRODUTO: Plataforma Digital A plataforma O CACIQUE pretende contribuir para que a cultura indígena seja compreendida como ferramenta de garantia da cidadania, ao dimensionar o conhecimento sobre a formação da sociedade brasileira, vendo-a como um bem de consumo cultural que a maioria da população não tem acesso. Os patrimônios culturais de natureza imaterial estão intrinsecamente relacionados ao comportamento social de uma sociedade. Assim, a plataforma vem dar visibilidade aos aspectos que separaram a sociedade brasileira das heranças culturais fundamentais para a compreensão do seu comportamento e que lhe conferem identidade peculiar e especial. Para isso, interferir na formação de uma opinião pública mais consciente de suas responsabilidades e na educação de jovens com a realização de uma atividade didática de extensão escolar, que a plataforma pretende implementar como conceito de uma comunicação ampla, local e global, é fundamental para o momento brasileiro atual, deixando como herança a produção de uma comunicação com informações de qualidade e uma série de atividades para a formação de novos leitores junto à rede pública de ensino. O CACIQUE será uma Plataforma Digital de matérias contendo a cobertura do movimento indígena, suas demandas e pretensões políticas, entrevistas, artigos e depoimentos sobre o significado da cultura indígena para a construção da sociedade brasileira moderna e atual. Organizada pelo escritor e jornalista Maurício Nolasco e pela jornalista Beatriz Cardoso, a Plataforma, além das matérias direcionadas, terá artigos de personalidades, acadêmicos e lideranças indígenas consagradas. Para as entrevistas serão sempre relacionadas personalidades envolvidas com as questões indígenas. Para os depoimentos curtos, uma nova geração de escritores, jornalistas, artistas e personalidades. TEMA CENTRAL: A cultura e o movimento indígenas como a representação de um comportamento ‘genuinamente’ brasileiro, com liberdade de expressão, valorizando a identidade cultural do Brasil e as presenças do índio no cotidiano do nosso país, tão necessárias para o desenvolvimento da democracia social brasileira. CONTEÚDO: Uma revisão da história da arte, da cultura e do movimento indígena no Brasil, nos últimos cem anos, adotando a compreensão das particularidades esquecidas pelo conservadorismo que insiste em manter-se aceso mesmo diante do incontestável da nossa realidade. A Plataforma será subdividida por uma “Panorâmica” a ser direcionada pelos organizadores sobre a concentração das comunidades indígenas em todas as regiões do país. Cada região terá a sua história indígena revelada, contada por capítulos e intercalada com matérias sobre a atualidade, com entrevistas e artigos específicos. RELEVÂNCIA: Trazer à superfície, aos dias atuais, o conceito de ruptura estabelecido pelo movimento indígena com o passado antiquado, retrógado e obsoleto, junto às estruturas antigas, autoritárias, conservadoras e ultrapassadas que, muitas vezes, ainda nutrem o comportamento de grande parte da nossa sociedade. ENCONTROS / SEMINÁRIOS E PALESTRAS Os eventos serão sempre organizados pelo Instituto de História/IH e Laboratório Ateliê de História Indígena e Minorias / LABHIM - IH/UFRJ, sob a coordenação do professor Cesar Lemos e a intermediação e produção executiva do Instituto Solidariedade e Cultura. MINISTÉRIO DA CULTURA Prezados, Em resposta à Diligência datada de 04/08/2023 sobre a PROPOSTA: 390862 – O CACIQUE – vimos informar o seguinte: 1) Altere a tipologia da proposta para projetos normais, visto que não se trata de projeto de plano anual. NÃO É POSSÍVEL ALTERAR A TIPICIDADE DA PROPOSTA PARA PROJETOS NORMAIS POR TRATAR-SE DE PROJETO ACIMA DE R$ 1.000.000,00 (HUM MILHÃO DE REAIS). PORTANTO, ALTERAMOS PARA: - TIPICIDADE: Projetos Especiais; - TIPOLOGIA: Patrimônio Cultural Imaterial; - PLANO DE EXECUÇÃO IMEDIATA: Proteção ao Patrimônio Imaterial. 2) Visto que o proponente registrou a proposta no tipo de execução imediata: Proteção do patrimônio imaterial e enquadrou a proposta como "ações educativo-culturais" na área de Patrimônio, anexe nos DOCUENTOS DA PROPOSTA as seguintes informações e documentações: a) o projeto deverá considerar Educação Patrimonial como processos educativos formais e não formais, construídos de forma coletiva e dialógica, que têm como foco o patrimônio cultural socialmente apropriado como recurso para a compreensão sócio-histórica das referências culturais, a fim de colaborar para seu reconhecimento, valorização e preservação; b) os processos educativos deverão primar pelo diálogo permanente entre os agentes sociais e pela participação efetiva das comunidades; c) os projetos deverão considerar as seguintes diretrizes da Educação Patrimonial, presentes na Portaria Iphan 137 de 28 de abril de 2017: 1. incentivar a participação social na formulação, implementação e execução das ações educativas, de modo a estimular o protagonismo dos diferentes grupos sociais; 2. integrar as práticas educativas ao cotidiano, associando os bens culturais aos espaços de vida das pessoas; 3. valorizar o território como espaço educativo, passível de leituras e interpretações por meio de múltiplas estratégias educacionais; 4. favorecer as relações de afetividade e estima inerentes à valorização e preservação do patrimônio cultural; 5. considerar que as práticas educativas e as políticas de preservação estão inseridas num campo de conflito e negociação entre diferentes segmentos, setores e grupos sociais; 6. considerar a intersetorialidade das ações educativas, de modo a promover articulações das políticas de preservação e valorização do patrimônio cultural com as de cultura, turismo, meio ambiente, educação, saúde, desenvolvimento urbano e outras áreas correlatas; e 7. incentivar a associação das políticas de patrimônio cultural às ações de sustentabilidade local, regional e nacional. CONSIDERAMOS RESPONDIDAS E ABORDADAS AS DEMANDAS ACIMA NO DOCUMENTO ENVIADO EM ANEXO E ABAIXO: INFORMAÇÕES RELACIONADAS A PROPOSTA NA ÁREA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL O projeto O CACIQUE consiste em ser uma Plataforma Digital de Comunicação difusora de informações de qualidade destinadas a expor os problemas estruturais das comunidades indígenas brasileiras inseridas no contexto da realidade atual do Brasil. Com cadernos de meio ambiente, história indígena, economia sustentável e comportamento, irá realizar uma campanha de solidariedade nas redes sociais para os povos indígenas, promovendo os conceitos de preservação da Amazônia e outros biomas, Educação Ambiental e Patrimonial, qualidade de vida e responsabilidade social, como um processo educativo, tendo por objetivo a contribuição para a construção de uma história ambiental em nosso país. Uma Comunicação Contextualizada difusora de informações de qualidade, com uma linguagem livre, criativa, atual, independente, responsável e cidadã. Acreditamos que uma comunicação ampla e integrada à realidade sociocultural, econômica e ambiental, possa contribuir para o crescimento do movimento indígena, tendo a participação direta das comunidades indígenas, que pretendemos interrelacioná-las através da internet, com a colaboração ativa da juventude indígena de várias regiões do país, com o apoio e a participação do Conselho Estadual dos Direitos Indígenas e do Conselho Municipal dos Povos Indígenas do Estado e do município do Rio de Janeiro, considerando o Rio de Janeiro um “território indígena” nacional. O objetivo é gerar informações de qualidade em prol de uma comunicação dinâmica que venha influir na formação da opinião pública, baseada em valores de responsabilidade, cidadania, sustentabilidade, conservação do meio ambiente e de princípios que minimizem os efeitos predatórios gerados pelos fundamentos de uma cultura meramente mercantilista. A ideia é criar um canal de expressão sobre as comunidades indígenas brasileiras, destinado ao público das grandes cidades, promovendo uma Campanha de Solidariedade pela preservação dos recursos naturais e o desenvolvimento humano onde habitam, beneficiando as comunidades no sentido de apresentar ao público os produtos da Economia Indígena Sustentável. O ambiente criado terá a função de envolver o público no universo da informação com o objetivo de promover um conjunto de hábitos e práticas que estimule um modelo de desenvolvimento comprometido com a redução das desigualdades sociais e dos impactos ambientais, colaborando para o crescimento sustentável das comunidades indígenas, tendo a observância das Diretrizes da Educação Patrimonial estabelecidas pelo IPHAN. Entre elas: - Valorizar o território como espaço educativo; - Promover as relações de afetividade e estima à valorização e preservação do patrimônio cultural; - Considerar que a educação e as políticas de preservação estão inseridas num campo de conflito; - Considerar a intersetorialidade das ações educativas; - Incentivar a associação das políticas de patrimônio cultural às ações de sustentabilidade local, regional e nacional; - Considerar o patrimônio cultural ao tema transversal e interdisciplinar. Os povos indígenas do Brasil ocupam cada vez mais o cenário sociopolítico sobre a importância da cultura indígena brasileira para a compreensão da nossa realidade atual, questionando as tradicionais pressões que apontam para um quadro de degradação generalizada na qualidade de vida das suas comunidades e até mesmo de extinção. Por isso, a Plataforma O CACIQUE reveste-se de características de grande importância e valor cultural, tendo em vista a oportunidade de promover a transmissão de conceitos e valores de preservação do meio ambiente e respeito aos povos indígenas brasileiros entre o público formador de opinião. Além de estimular o público a ter uma visão mais solidária sobre a vida. Queremos focar no argumento de que as populações indígenas têm muito a contribuir com a sociedade moderna no que se refere à transmissão dos conhecimentos ancestrais que possuem e no processo de negociação com o Sistema da Educação Pública, objetivando o crescimento de um novo modelo de ensino que possa interferir numa mudança significativa do comportamento da nossa sociedade no futuro. A Educação Escolar Indígena vem se constituindo como uma frente de diálogo entre os saberes tradicionais e os conhecimentos acadêmicos implicando num resultado renovador, articulado à preservação das culturas e das línguas indígenas dentro de um mundo cada vez mais sofisticado e globalizado. Isso significa dizer que estamos diante de uma oportunidade de ampliação dos valores preservacionistas aliados à construção de uma história ambiental tão necessária para a consolidação da democracia social brasileira. Uma visão de união, vindo de encontro à resistência do movimento indígena, com vistas à compreensão do cenário histórico, amplo e diverso, onde se desenvolve o movimento em todo o país, vem estimular o argumento da Plataforma, juntamente com a ideia de que a Amazônia, por exemplo, é um patrimônio de todos os brasileiros, e que a preservação da floresta e o respeito aos povos indígenas tradicionais é um dever de toda a sociedade. Na tentativa de demonstrar a importância da educação indígena como uma forma diferenciada de formação, pretendemos ampliar a compreensão da cultura dos índios no que ela pode contribuir positivamente para a sociedade brasileira no sentido de influenciar a construção de políticas de preservação do meio ambiente e de respeito à diversidade cultural, através dos valores milenares que possui. Como eixo condutor da Plataforma O CACIQUE, o seu conteúdo pedagógico, foi elaborado no sentido de cumprir a tarefa primordial de todo o projeto educativo que pretende executar, qual seja: formar opinião pública a partir das relações sociais, aproximando os sujeitos do conhecimento como bem público (indígenas, jornalistas, artistas, acadêmicos, universitários, professores, jovens alunos da rede pública de ensino e o público em geral), criando ambiência de aprendizagem na perspectiva de construir o conhecimento com os diferentes sujeitos deste processo. Neste sentido, a metodologia que será utilizada para a produção da Plataforma cumprirá a função social de produzir informação como um processo educativo/coletivo/interativo, visando uma base de compreensão social da história, tendo como tarefa auxiliar o desenvolvimento das habilidades da juventude indígena, por ser concebido como um projeto de Educação Patrimonial e de ‘extensão escolar’, com o desafio de desenvolver uma prática social incentivadora da sociabilidade e descobertas de novos espaços e arenas de debate. São situações relacionadas com a formação mais ampla devendo, por isso, auxiliar nossa leitura de mundo. Sendo assim, a Plataforma O CACIQUE será um espaço diferenciado de comunicação e cultura com o propósito de estimular o interesse do público para a visitação, no sentido de haver uma reposição permanente de novas informações, com matérias atualizadas sobre a cultura, a economia e o comportamento dos povos indígenas, com dicas de percepção sobre a complexa realidade socioambiental que enfrentam, incentivando o Turismo, a Cultura, a preservação do Meio Ambiente e a Educação nos territórios indígenas como atividades econômicas promissoras. Conteúdo: o presente e o futuro da Amazônia e dos biomas brasileiros. Transmissão da cultura indígena como um patrimônio inalienável da Humanidade. Relevância: propagação do conceito de uma história ambiental no Brasil estimulando a organização de um fórum avançado sobre o meio ambiente e a cultura indígena, com o propósito de contribuir para um debate nacional com trocas de mensagens e informações dentro do âmbito do sistema da ciência, da cultura e da educação pública. Deste modo, um projeto de intervenção que se pretende dialógico deve estar atento aos argumentos sobre as alternativas presentes no campo da educação formal e não formal. A perspectiva intercultural seria um ponto de partida no processo de reconhecimento das identidades que serão promovidas. Em outras palavras, nosso projeto curricular não está comungando com práticas de alienação no que se refere às explicações formais sobre a formação do Brasil. d) os projetos que preveem a elaboração de projetos pedagógicos deverão utilizar a estrutura mínima de: 1. diagnóstico contextualizado, identificando a situação atual da localidade em relação ao tema da preservação do patrimônio cultural; SÃO VÁRIAS AS REGIÕES BRASILEIRAS QUE SERÃO ABORDADAS. O BRASIL É UM TERRITÓRIO INDÍGENA NACIONAL. O LEVANTAMENTO CONTEXTUAL DA PLATAFORMA DE COMUNICAÇÃO SERÁ REALIZADO POR PAUTAS EM CADA EDIÇÃO. Mas podemos os seguintes povos indígenas que serão abordados: Yanomamis (Roraima), Uitotos (Médio Solimões), Guaranis (Centro-meridional do Brasil), Tupinambás (Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo), Boras (Amazônia), Charruas (Paraná), Kisêdjê (Xingu), Jumas (Amazonas), Caiapós (Amazônia, Tocantis), Campas (Acre), Ticunas (Amazônia), Pataxós (Bahia), Tupiniquins (Bahia e São Paulo), Xavantes (Mato Grosso), Caingangues (São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Bororos (Mato Grosso), Guatós (Mato Grosso), Zoés (Pará), Xetás (Paraná), Guajajaras ( Maranhão), Bará (Amazonas), Pirarrãs, (Amazonas), Tabajaras (São Francisco, Ilha de Itamaracá, Paraíba), Munducurus (Amazonas e Mato Grosso), Potiguaras (Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte), Carajás (Tocantins, Goiás, Ceará, Mato Grosso e Pará), Sirianos (Rio Negro), Caxinauás (Acre, Vale do Javari), Crenaques (Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso), Guajás (Maranhão), Uaianas (Pará e Amapá), Matis (Amazonas), Tapuios (Goiás), Macuxis (Roraima), Makunas (Amazonas), Tucanos (Amazonas), Iaualapitis (Mato Grosso), Craós (Tocantis), Uaiuais (Mato Grosso), Camaiurás (Mato Grosso), Trucás (São Francisco, Pernambuco), Cariris-Xocós (Alagoas), Pankararu ( Pernambuco, Bahia), Cocamas (Amazonas), Uru-eu-uau-auaus (Rondônia). O diagnóstico contextualizado será realizado por demandas sociais, culturais e territoriais no momento da realização. 2. objetivos gerais e específicos, identificando quais mudanças e impactos serão gerados com o projeto na realidade local; Os Objetivos Gerais e Específicos do projeto já estão relacionados no Sistema Salic Web; 3. justificativa, explicando porque o projeto é importante e como ele contribui para mudar a realidade local; A Justificativa do projeto já está relacionada no Sistema Salic Web: 4. definição do público-participante, esclarecendo o processo de seleção do referido público; O público que será convidado a participar serão os jovens indígenas das comunidades que pretendemos nos relacionar com elas, além de suas lideranças e acadêmicos, artistas, jornalistas lideranças indígenas e comunitárias de todo o país. Modo de Mobilização: comunicação virtual. 5. principais ações/atividades. É importante que a descrição dessas ações seja relacionada com o orçamento do projeto e com o diagnóstico contextualizado; Ações/atividades vamos chamar de SEÇÕES da Plataforma. Com o objetivo de produzir uma comunicação contextualizada o veículo irá abordar vários assuntos de interesse público nas seguintes Seções: Políticas Públicas Que Estado queremos para o Brasil? Essa é uma pergunta que tem uma resposta possível de ser apreendida. E é uma boa provocação. Talvez, não saibamos que Estado desejamos e que tipo de Governo queremos, porque nunca tivemos a oportunidade de pensar a respeito. A Plataforma O CACIQUE estará comprometida com a discussão de uma agenda propositiva para o Brasil 2030, tendo sempre como meta a inclusão das pautas indígenas correlacionadas à estrutura do Estado e da realidade brasileira. Assim, o conjunto de Políticas Públicas do Estado deve seguir uma concepção institucionalizada para a solução dos problemas que afetam toda a sociedade e, significativamente, as comunidades indígenas do Brasil. As pautas deverão estar estruturadas para algumas estratégias que garantam a discussão sobre temas indispensáveis ao desenvolvimento sustentável do país. Economia Social Criar um espaço para a discussão que compreenda as atividades econômicas não só como ferramentas produtoras de lucros, muito embora reconheça o caráter privado da economia, mas que venha compartilhar seus objetivos com as demandas públicas, incluindo as sociedades indígenas, a posse da terra, a economia sustentável que produzem e que precisa ser incorporada à economia do país. A atual crise econômica do Brasil teve início em 2014. De lá para cá, a sociedade tem sofrido as consequências de uma forte recessão, resultando em milhões de desempregados e na redução do PIB, o que impossibilita o investimento em áreas essenciais para a consolidação da estabilidade social. O CACIQUE pretende contribuir para a compreensão das grandes questões nacionais, com matérias contextualizadas e artigos de especialistas, acreditando que a representação do futuro torna possível uma esperança, se compreendermos a dimensão emancipável da situação atual com a participação do Estado na direção do desenvolvimento sustentável com o conjunto da sociedade. Meio Ambiente Discute-se a questão ambiental no Brasil e no mundo não é de hoje. Desde as realizações das Conferências de Estocolmo (1972) e a do Rio de Janeiro (1992), realizadas pelas Nações Unidas, o debate sobre as questões globais que afligem a Humanidade, com vistas às soluções dos problemas ambientais que ameaçam o futuro das próximas gerações, não é nenhuma novidade. A consciência ambiental já tomou uma proporção que ultrapassa a boa vontade das iniciativas pública e privada, e abrange a avaliação científica de que a vida da espécie humana está determinantemente comprometida. A Plataforma estará aberta a todas as questões que envolvem a preservação do meio ambiente, tendo a Amazônia e outros biomas, e o respeito aos povos indígenas, como os principais focos da discussão. Cidades Fazer uma cobertura original das principais capitais do Brasil: seus problemas econômicos, sociais, ambientais, de saúde e educação. Mas, com a capacidade de promover o debate sobre o importante papel do nosso país como depositário de um valioso patrimônio histórico, cultural, ambiental e, notadamente, turístico. A expectativa é fazer com que a sociedade brasileira entenda que o Brasil tem uma influência especial sobre a vida no Planeta e estimular um processo de integração do país com outras cidades mundiais, incentivando o Turismo em áreas afastadas dos grandes centros urbanos. Um país que é formado por uma variedade de "encruzilhadas" étnicas e culturais precisa fazer um inventário permanente sobre si mesmo, ou incorrerá no risco de perder sua originalidade, dando lugar à violência e à degradação social, como está acontecendo. O objetivo é incentivar a discussão sobre a recuperação econômica brasileira caracterizada pela influência de um resgate histórico, social e econômico, amplo e articulado com as raízes da cultura brasileira. Cultura Cientes de que a cultura de cada povo constitui a força estruturante da sua identidade, formando a consciência coletiva que lhe assegura continuidade histórica, atuaremos como fomentadores de uma política cultural que busca a interação entre as múltiplas categorias do setor e o público consumidor, promovendo a criação de um novo espaço que incentive a discussão da necessidade de recuperar a compreensão de que as matrizes históricas da contemporaneidade (nacionais e globais) precisam ser incorporadas ao momento atual da realidade brasileira, disseminando conceitos e valores que venham proporcionar o entendimento dos efeitos gerados pela ação de uma cultura predatória e consumista. Mulheres Um espaço diferenciado para as mulheres. Uma série de matérias voltadas para a difusão e a reflexão sobre os direitos das mulheres relacionados pela Organização das Nações Unidas (ONU), vistos no contexto das desigualdades de poder e da violência de gêneros verificados na sociedade. Um espaço que se distinga dos demais por associar-se à discussão pelo fim da cultura de opressão e da violência alarmante que cerca as mulheres nos dias atuais e, principalmente, por assumir a 'postura social' ao propor uma revisão da trajetória evolutiva da participação das mulheres na sociedade moderna. Uma leitura vigorosa sobre "as mulheres maravilhosas" que influenciaram transformações significativas na história do Brasil e do mundo, através da política, da economia, da ciência, das artes e da cultura. Quem são as mulheres à frente dos movimentos atuais? Qual a militância que vêm praticando? Quais os impactos gerados na sociedade? Apesar de as mudanças para o 'feminismo qualitativo' continuarem sendo inviabilizadas, a seção promoverá um conjunto de reflexões sobre a autonomia e o protagonismo das mulheres no contexto da legitimação do ativismo feminista por uma sociedade menos conservadora. Ter as mulheres indígenas como exemplo, criando um espaço especial de visibilidade do trabalho que executam. Latino américa Um caderno especial sobre a América Latina, permitindo a produção de uma série de matérias que venham contribuir para a discussão da inevitabilidade da integração dos países do continente, vindo de encontro à integração global do sistema mundial do comércio. Entendemos os países da América Latina como áreas fundamentais inseridas no contexto da globalização, tendo uma importância significativa para a criação de um capital social de relacionamento, de construção de alianças e apoios institucionais que venham incentivar ações que determinem a aproximação, cada vez maior, do Brasil com todos os países do continente. Difundir o movimento indígena do continente fazendo um paralelo com os movimentos brasileiros. Dar visibilidade ao movimento indígena como uma questão global. O CACIQUE promoverá trocas e difusões de informações sobre importantes segmentos da sociedade brasileira e da comunidade dos países latino-americanos, incentivando a diversidade, a pluralidade, o turismo e a criação de um 'novo' espaço cultural que incremente a discussão organizada da identidade dos povos da América Latina e promova a cultura latino-americana no Brasil e a brasileira no continente. O objetivo da seção é gerar informações de qualidade em prol de um jornalismo dinâmico baseado em valores de responsabilidade, cidadania, sustentabilidade, conservação do meio ambiente e de princípios que venham minimizar os efeitos predatórios gerados pelos fundamentos de uma cultura meramente mercantilista. Comunidades O futuro das comunidades brasileiras de baixa renda, indígenas, quilombolas, extrativistas e ribeirinhas ou, até mesmo, das comunidades urbanas faveladas nas grandes cidades, está gravemente ameaçado pelos modelos de desenvolvimento adotados no Brasil, por um ambiente minado pela violência e a degradação ambiental. O custo social dessa conjuntura recai, sobre as comunidades de índios, afrodescendentes, mestiços e mulatos, e sobre os jovens urbanos que, excluídos dos mecanismos de ascensão social convencionais (educação e trabalho), não encontram alternativas válidas de sobrevivência e acabam enveredando por caminhos sem retorno. Um dos grandes desafios da Seção é difundir a ideia de que o Brasil pode se tornar uma ‘fronteira mundial’, aliando-se ao conceito universal de democracia, de responsabilidade social e de preservação do meio ambiente, valorizando a cultura de suas comunidades. Seremos agentes promotores do empreendedorismo social, divulgando os trabalhos de grupos e comunidades periféricas. Prevemos a criação de uma série de matérias destinadas a expor os problemas estruturais das comunidades brasileiras, realizando uma campanha que promova a visão de valores de integridade, cidadania, educação e desenvolvimento humano nas redes sociais. Educação Enfrentamos no Brasil uma trajetória medíocre em Educação. O alto índice de desistência na graduação do ensino superior revela a inabilidade do ensino médio e fundamental. Apenas 30% das escolas chegam ao patamar mínimo da aprovação de qualidade. A falta de interesse dos alunos de ocuparem as vagas oferecidas na graduação superior é um reflexo do fato de que eles sequer reconhecem sua própria vocação. A pergunta aqui é como alcançar uma Educação de qualidade no Brasil, enquanto a Globalização se apresenta como um fator inevitável? Entender o significado desse desafio faz parte de uma iniciativa de toda a sociedade. Ao propor uma reflexão para o desenvolvimento da Educação brasileira, caberia considerar que o aperfeiçoamento da capacidade dos professores é uma das principais iniciativas de uma política pública séria para o setor. Nossa contribuição será a produção de matérias atentas para uma mudança efetiva das condições do ensino, ampliando a discussão para todos os 'sujeitos' envolvidos: alunos, professores, acadêmicos e autoridades públicas e privadas, promovendo a Educação Indígena Diferenciada como instrumento de cidadania e de difusão de valores pela preservação do meio ambiente. Humor As matérias serão entremeadas de charges, cartuns, quadrinhos e vídeos de humor tendo a marca da crítica orientada no sentido de um discurso voltado para as questões políticas, os acontecimentos do cotidiano e os diversos aspectos do comportamento do povo brasileiro. Entrevistas Cada edição contará com um ou dois entrevistados de peso, conhecidos do grande público, na arte, na ciência, na cultura, na política ou em qualquer outra área de interesse do leitor. A seção de entrevistas contribuirá para que o veículo assuma sua vocação de manifestar uma oposição à forma tradicional de se fazer jornalismo, produzindo conversas de conteúdo, personalizadas, pujantes e dedicadas à percepção de que devemos construir uma opinião pública voltada para as transformações tão necessárias ao desenvolvimento Brasil. Artigos Serão convidados vários articulistas representativos da sociedade, entre eles especialistas, intelectuais e autoridades, para escrever sobre temas gerais e específicos do noticiário brasileiro e mundial. 6. estratégias, explicando como essas ações serão realizadas e indicar quais as principais parcerias; Estratégias O melhor negócio em comunicação é apostar em novas ideias. A melhor maneira de propor uma ação inovadora é investir na discussão sobre a realidade. Essa será a Estratégia fundamental para a produção e a difusão da Plataforma O CACIQUE, apostando na Revolução Digital. A realidade virtual veio para ficar. Apesar da massificação que a revolução digital obteve nos últimos 10 anos, ela não pode ser considerada apenas uma moda, uma padronização dos costumes do público consumidor. O que acontece é que num mundo em que as pessoas estão cada vez mais interligadas, de todas as maneiras, pensar o mercado em termos exclusivamente físicos já se tornou impraticável. E por que investir em conteúdo? Os consumidores estão cada vez mais conscientes do seu papel de protagonistas nos processos decisórios pela construção de uma sociedade mais sustentável e participativa. Falar em sustentabilidade, nos dias de hoje, nos faz sentir mais responsáveis para refletir sobre os 'modismos midiáticos' que desconsideram os princípios e as demandas socioambientais. Atento ao poder transformador da informação com conteúdo sobre os movimentos indígenas brasileiros, no que se refere à intermediação de pautas essenciais à conciliação da nossa sociedade, O CACIQUE possibilitará o conhecimento atualizado do Brasil no sentido da criação de uma política de apaziguamento em uma manobra estratégica baseada no pragmatismo, se afastando das condições impostas por um pequeno grupo de pessoas voltado aos interesses corporativos e não coletivos. A Plataforma possibilitará a discussão atualizada da sociedade brasileira, através da sua História e das demais expressões que a definem como uma sociedade de massa, mas que precisa enfrentar os problemas deixados no passado, acumulados na economia, no meio ambiente, na estrutura política, na educação, no desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a grande maioria da população. No momento de excepcionalidade que vive o Brasil, sendo urgente a mobilização de toda a sociedade para as questões voltadas ao desenvolvimento sustentável e, especificamente, para a preservação da Amazônia, uma ação de compromisso com a formação de uma opinião pública mais consciente das suas responsabilidades vem de encontro à consolidação de uma civilização ecológica global. Segundo o IBGE, só no Brasil existem mais de 149,1 milhões de pessoas conectadas e cerca de 104,7 milhões que se declaram leitoras. Com a estimativa de alcance de 10 milhões e meio de leitores por mês, O CACIQUE será destinado às Classes A (5%), B (44%), C (48%) e D (3%): SEXO Masculino – 46% Feminino – 54% GRAU DE INSTRUÇÃO Pós-Graduação e Superior Completo – 21% 2º- Grau Incompleto – 35% 2º- Grau – 44% RENDA PER CAPITA 1 a 5 salários-mínimos – 3% 5 a 10 salários-mínimos – 48% 10 salários-mínimos – 44% Acima de 10 salários-mínimos – 5% IDADE 15 a 25 –15% 26 a 34 –18% 35 a 44 –21% 45 a 54 –23% 55 a 64 –15% + de 65 –8% A Estratégia para a difusão da Plataforma será realizada através de uma Campanha de Marketing Digital, com os seguintes objetivos: • Maximizar a difusão da plataforma tendo em vista as variáveis externas, favoráveis ou não; • Desenvolver um planejamento eficiente que potencialize a capacidade de obter o máximo de assinaturas, visualizações e consumidores fidelizados. Principais ações: • Anúncios no Google • Anúncios no Facebook • 'Inbound' Marketing • Gerenciamento das Redes Sociais • Uso das técnicas de SEO (Search Engine Optimization) • Sistema de envio de E-mail Marketing • Criação de Campanha de E-mail Marketing. 7. monitoramento, definindo como as ações serão acompanhadas; O monitoramento do projeto será realizado pela equipe de produção a cada edição da Plataforma, com reuniões mensais e análise de dados individuais e coletivos reunidos pelos assistentes de produção. 8. estrutura curricular do conteúdo, a carga horária, as disciplinas e quadro de docentes O projeto é uma Plataforma de Comunicação Digital interativa com a sociedade e as comunidades indígenas de interesse. 9. Base conceitual e metodologias relativas à Educação Patrimonial; O Conceito Os conflitos instaurados pela colonização impuseram uma característica irreconciliável entre a sociedade nativa e a europeia. Esse fenômeno produziu uma cultura expansionista secular que reflete a observação dos problemas sociais nos dias de hoje, impondo o entendimento de que os modelos econômicos não podem mais exercer uma forte carga sobre a natureza e as pessoas, prevalecendo apenas o lucro, cujo objetivo é explorar, extrair, produzir, poluir e descartar. O CACIQUE estará pautado na busca do equilíbrio ambiental e social, a partir de uma relação harmoniosa entre a natureza e a economia, tendo na figura do povo ‘brasileiro’ não só um símbolo de heroísmo e resistência, mas o imperativo da preservação da nossa cultura, do nosso jeito de ser e de uma profunda identificação com as novas formas de sociabilidade que o futuro exige a toda humanidade. Assim, pretendemos descortinar a consciência do Brasil, através dos caminhos da transformação digital, com o envolvimento da opinião pública, contribuindo para que a democracia brasileira alcance o que ela tem de mais sagrado: a soberania popular, plena e irrevogável. Forma e Conteúdo O CACIQUE não será um veículo de notícias, mas de opinião e difusão de uma cultura de preservação ambiental e do patrimônio cultural imaterial do Brasil. Guiar-se pela Ação Social, implementando e desenvolvendo um plano de comunicação que interaja com os problemas sociais das comunidades indígenas e a sociedade brasileira, elegendo uma série delas, construindo parcerias com as escolas públicas dos seus municípios, instituições, universidades e empresas, tendo a cidade do Rio de Janeiro como base de criação de um Observatório da Informação pelo Desenvolvimento Humano e Sustentável, vem incentivar a difusão de um modelo de comportamento no qual a preocupação com o desenvolvimento de uma Educação Patrimonial seja de fato a via da regra. Linguagem Brasileira Se, por um lado, as normas e estilos da redação jornalística convencionais tendem a passar por uma transformação, a despeito da retórica que a linguagem do jornalismo tradicional impõe, por outro, a informação não convencional provoca desconfiança do público em relação por exemplo, às mídias digitais, devido à facilidade de acesso e à construção de notícias falsas, radicais ou sem conteúdo. Assuntos como políticas públicas, economia social, meio ambiente, cultura, comunidade, educação e cidadania, democracia e comportamento, serão abordados sob os aspectos que representam a diversidade da cultura brasileira, com uma linguagem que a caracteriza, a partir da adoção de um modelo alternativo de expressão, mesclado ao modelo da informação crítica, promovendo a análise dos acontecimentos, a articulação do veículo junto à sociedade e a difusão do debate sobre o desenvolvimento sustentável do nosso país. 10. avaliação, descrevendo como será implementado o plano de avaliação (avaliações processuais, autoavaliações, avaliação do processo de desenvolvimento do público participante etc.) O monitoramento das atividades dará o compasso do processo de avaliação do projeto, não só das avaliações internas do desenvolvimento e do desempenho da equipe, mas/e, principalmente, da avaliação permanente da comunicação externa no sentido da mobilização comunitária que deverá ser realizada por um integrante único e exclusivo da equipe central (com as comunidades indígenas, universidades, escolas públicas, organizações Não-Governamentais, instituições públicas, empresas, etc, incluindo a comunicação direta com o público-leitor. O processo de avaliação terá um profissional exclusivo para a realização da tarefa.
ESPECIFICAÇÕES TÉNICAS O QUE É? Uma Plataforma Digital mensal com cerca de 10 seções por edição com matérias sobre a cultura e o movimento indígena brasileiros, com uma linguagem livre, criativa, atual, independente, responsável e cidadã, permeada pelo humor. O CACIQUE não tem origem em outra coisa a não ser na 'natividade' brasileira, que não descende de nada, nem tampouco do que permanece sem imaginação e liberdade de expressão e vem contribuir para a compreensão das grandes questões nacionais, num esforço amplo de interpretação da realidade atual. PRA QUE É? Entendemos a democracia como uma manifestação da nacionalidade, sugerindo sua importância para a transformação coletiva a partir das nossas histórias locais e globais, sendo um fator da identidade cultural, da construção da sociabilidade e da discussão dos nossos problemas fundamentais. QUEM FAZ? Protagonizado por um coletivo de jornalistas, fotógrafos, artistas, humoristas, escritores, articulistas, acadêmicos e personalidades, a Plataforma busca contribuir para a construção de uma nova alternativa de reflexão em relação ao movimento indígena do Brasil. LINHA EDITORIAL COM CREDIBILIDADE O perfil escolhido favorece espaço para artigos e análises com aprofundamento dos principais temas relacionados aos temas indígenas. Isso irá contribuir para que a Plataforma construa seu capital de valor e credibilidade. Com esse formato, o esforço da comunicação estará mais focado para as Classes A, B e C. Mas, ao mesmo tempo, a apresentação das matérias, em textos concisos, com recursos de imagens (fotografias, charges, ilustrações, gravações etc...), permitirá a diversificação do interesse do leitor, alimentando-o de conteúdos variados, com humor, responsabilidade e entretenimento. DADOS MOTIVACIONAIS + São 149,1 milhões de usuários da internet no Brasil; + 74% da população urbana estão ligados à internet; + 49% da população rural; + 48% adquiriram o hábito de usar algum tipo de serviço on-line; + 66% dos brasileiros são usuários ativos das redes sociais; + 85% dos internautas estão on-line todos os dias; + 66% dos internautas acessam a internet por dispositivos móveis; + 104,7 milhões de brasileiros se declaram leitores no país. AS MULHERES SÃO AS MAIS ATIVAS NAS REDES SOCIAIS Nos engajamentos do Facebook, o público feminino é mais ativo que o masculino: + Elas curtem o dobro de páginas; + Curtem 65% mais posts; + Comentam quase o triplo; + Compartilham três vezes mais; + Clicam 64% mais em anúncios. (Dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação – CETIC). ESTRATÉGIA DE MARKETING DIGITAL Objetivos: ▪ Maximizar a difusão do veículo tendo em vista as variáveis externas, favoráveis ou não. ▪ Desenvolver um planejamento eficiente que potencialize a capacidade do jornal obter o máximo de assinaturas, visualizações e leitores fidelizados. Principais ações: ▪ Anúncios no Google ▪ Anúncios no Facebook ▪ 'Inbound' Marketing ▪ Gerenciamento das Redes Sociais ▪ Uso das técnicas de SEO (Search Engine Optimization) ▪ Sistema de envio de E-mail Marketing ▪ Criação de Campanha de E-mail Marketing. SER ATIVO NAS REDES SOCIAIS O impacto da informação digital atualmente é mais poderoso do que nas versões impressas: Para se ter uma ideia do poder de alcance desses meios de comunicação, só o Facebook possui cerca de 83 milhões de contas abertas no Brasil. Esses números sugerem a amplitude do resultado de um bom trabalho junto às redes sociais. ▪ Criar diversas contas em múltiplos canais gerenciando-as com frequência; ▪ Estimular os leitores a viralizarem as matérias veiculadas no jornal; ▪ Promover ações personalizadas dentro e fora do veículo para conseguir o nível de engajamento previsto (exemplo: brechas para comentários e cartas; festas em espaços culturais; criação de debates nas universidades). Para efetivar uma estratégia de marketing digital eficiente, iremos usar plataformas especializadas na automação do processo. Por exemplo: Google Adwords, Linkedin e Bing Ads. Assim, obteremos informações de acordo com o interesse do jornal, localização geográfica, idade, hábitos de navegação, entre outros dados que irão caracterizar o perfil do leitor que pretendemos alcançar.
ACESSIBILIDADE 1 – PLATAFORMA DIGITAL ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os organizadores irão contratar um consultor de soluções de acessibilidade para atender os deficientes visuais como demonstra a planilha orçamentária. Caso seja necessário, poderão serem utilizados recursos também da administração do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Plataforma Digital” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso se faz à longa distância”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Os organizadores irão contratar um consultor de soluções de acessibilidade para atender os deficientes auditivos como demonstra a planilha orçamentária. Caso seja necessário, poderão ser utilizados resursos também da administração do projeto. 2 – EVENTOS / LANÇAMENTO / SEMINÁRIO / PALESTRA Serão 07 Eventos: o evento de lançamento e 06 palestras em espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes visuais de alguma instituição especializada no setor para levar um grupo ao evento de lançamento e a cada uma das palestras, disponibilizando um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES FÍSICOS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos de alguma instituição especializada no setor para levar ao evento de lançamento e a cada uma das palestras organizadas um grupo de deficientes (cadeirantes), e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente nos espaços dos eventos e ajudá-los na locomoção dentro dos locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 4 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Visuais” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas” é destinado somente aos alunos das escolas públicas. Os eventos não terão público convidado externo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas” é destinado somente aos alunos das escolas públicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Contrapartidas Sociais” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao evento nas escolas é destinado somente aos alunos das escolas públicas.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1 – PLATAFORMA DIGITAL III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do evento de lançamento e das palestras que serão realizadas e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 2 – LANÇAMENTO / ENCONTROS / PALESTRAS II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos das comunidades contempladas 3 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE O PRODUTO SÍTIO DE INTERNET: Além das ações de formação cultural relacionadas nas contrapartidas sociais junto às escolas públicas selecionadas, os organizadores do projeto irão promover uma ação permanente nessas mesmas escolas em conjunto e em comum acordo com os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a visita permanente dos alunos à PLATAFORMA DIGITAL, com a presença mensal (01 vez por mês) de um dos integrantes da equipe do projeto promovendo uma apresentação constante das atividades do projeto para os alunos das escolas públicas.
FICHA TÉCNICA Coordenador Geral - Carlos Eduardo Arcanjo de Oliveira Editor e Direção de Conteúdo - Maurício Nolasco Subeditora e Jornalista - Beatriz Cardoso Jornalistas - Angélica Basthi, Henrique Koifman e Renato Martins Direção de Pesquisa, Consultor e Articulista - Fernando Santoro Comunicação Social - Cristiano Henrique Ribeiro História Indígena, Consultor e Articulitsa - Damires dos Santos França Roberto Dalmaso - Designer Revisor e Redator - Rodrigo Trindade Fotografia - Alex Ferro Produção Executiva - Thaís Fonseca Redator - Bruno França Assistente de Produção - Camilo Rezende Redator - Flávia Campos de Lima Assessoria de Comunicação - Beatriz Santos Carlos Eduardo Arcanjo de Oliveira Filho do saudoso Mestre Coé da Mocidade Independente de Padre Miguel, Dudu Oliveira há 10 anos ministra cursos de bateria de escola de samba para os jovens da Vila Vintém, em Realengo, e, durante esse período, tem atuado como segundo mestre de bateria da escola. Há 04 anos, desenvolve um trabalho de educação de jovens na arte do samba em parceria com o famoso Mestre Odilon Costa. Mestre Dudu Oliveira assumiu recentemente em definitivo a bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. Músico e Empresário. MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Ligth e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição. BEATRIZ CARDOSO Diretora na Lettera Brasil Comunicação, partner da Trama Criações de Arte, é editora da TN Petróleo desde 2000. Formada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação de Santos (FACOS), foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na primeira turma de Mestrado em Jornalismo Científico e Tecnológico da Universidade Metodista de São Paulo (Rudge Ramos). Com 39 anos de jornalismo, já atuou como repórter especial, colunista, editora, subeditora e colaboradora de diversas publicações (jornais, revistas e sites, como O Estado de São Paulo, Revista Manchete, Isto É, entre outras) e como correspondente e colaboradora de revistas e agências internacionais (Análisis, Los Tiempos, Latinoamericana Press, etc). À frente da Lettera Brasil, tem atuado como consultorade comunicação para organizações de distintos segmentos, com ênfase em petróleo e gás, energia, química e petroquímica, tecnologia, meio ambiente e saúde. Pela TN Petróleo, recebeu prêmios e menções honrosas por suas reportagens, sendo vencedora do 3º- Prêmio da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip-2003) e três vezes menção honrosa, na categoria Revista. Foi reconhecida pelo Prêmio Especialistas como uma das principais jornalistas do país na categoria Construção Naval e Offshore. Foi uma das responsáveis pela criação e projeto editorial da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Trama Criações de Arte. ANGÉLICA BASTHI Formação acadêmica em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). Especialização em Política e Sociedade (IESP-UERJ). Graduada em Gestão de Direitos Humanos pela Universidade Cândido Mendes. Pós-graduada em Docência para o Ensino Superior (UCAM). Formação em Inglês no Spring International Language Center da University of Arkansas e no Programa de Aperfeiçoamento em Inglês da Fulbrigth no IBEU (RJ). Cursos de atualização: Assessoria de Imprensa em Crises Empresariais; Questões Ideológicas na Cobertura da Mídia e Planejamento e Gestão de Relacionamento com a Mídia (Petrobras), além do curso de Roteiro para Cinema e TV (com José Louzeiro). Trabalhou nas redações da Gazeta Mercantil, Revista Manchete/ Grupo Bloch Editores, Amiga, Mulher Hoje, Boa Forma, Raça Brasil, Consumidor Moderno, Tribuna da Imprensa, Ecologia e Desenvolvimento, Rádio MEC, Globo Filmes, entre vários outras revistas, informativos, editoras e produtoras de cinema e vídeo. HENRIQUE KOIFMAN Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com cursos de especialização em Comunicação e Marketing (FGV) e de extensão em Literatura e Cinema (Real Gabinete Português de Leitura) e Filosofia (Arte e Pensamento – UFRJ). Fluente em inglês e espanhol, domina ferramentas de construção, edição e publicação na internet. Trabalhou como repórter, fotógrafo, redator e editor em jornais e revistas como O Dia, Manchete, Ele & Ela, Geográfica Universal e Autonomia. Foi editor da Petrobras Magazine – revista internacional da Petrobras, pela qual recebeu o Prêmio Aberje – e editor, co-editor e jornalista responsável em diversas publicações institucionais, internas e externas, como a Revista BB com Você (Banco do Brasil); Revista Petrobras Distribuidora e Jornal do Revendedor da BR (Petrobras Distribuidora); Jornal da Vale, Logística em Foco e Vale News (Vale); ViverValeSul (Valesul Alumínio); Conexão Anglo American (Anglo American); TKCSA News (Thyssenkrupp CSA); Comunicar e Pestana News (Rede Pestana de Hotéis) e Via Expressa (Lamsa-Invepar), entre outros veículos. Foi coordenador e co-editor responsável pela adaptação e complementação do conteúdo para o lançamento das revistas Lonely Planet e Knowlegge (depois, Conhecer) no Brasil. Atuou como assessor de imprensa em eventos de grande porte. Foi responsável por uma coluna semanal sobre o segmento automotivo no jornal O Dia e mantém um blog sobre o assunto no jornal O Globo OnLine, tendo um canal no Youtube, além da página temática Carros do Rio, sobre carros antigos, no Facebbok, Instagran, Twitter e Google+. RENATO MARTINS Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi redator da editoria de Exterior da Folha de São Paulo. Repórter, redator e locutor do serviço em Língua Portuguesa da Rádio Coréia – KBS (Korean Broadcasting System) em Seul, Coreia do Sul, com “frilas” para a BBC de Londres, Rádio France International, Rádio e Televisão Portuguesa, Rádio Vaticana, Teledifusão de Macau e Jovem Pan. Foi editor-assistente de Política Exterior, Primeira Página e Opinião para a Folha de São Paulo. Foi também editor-assistente e editor-adjunto de noticiário internacional do Broadcast – serviço de noticiário econômico e financeiro em tempo real da Agência Estado. Atualmente, co-publisher e editor do mundoinvisivel.org. CRISTIANO HENRIQUE RIBEIRO (ECO-LECC-UFRJ) Professor Adjunto na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor (2009) e Mestre (2002) em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO / UFRJ). Possui graduação em História pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1996). Diretor da Escola de Comunicação da UFRJ (2022-2026). Coordenador e pesquisador do LECC-UFRJ - Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária. Coordenador do projeto de extensão MIDIOGRAFIAS DO ATUAL - Ação Integrada e Multimídia de Projetos de Pesquisa Social e Opinião Pública da ECO / UFRJ. Representante eleito (suplente) dos professores adjuntos do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) no CONSUNI UFRJ (Conselho Universitário). Membro do Comitê de Comunicação do Plano Diretor 2030 da UFRJ. Chefiou o Departamento de Métodos e Áreas Conexas (DMAC) da ECO / UFRJ de 2018 a 2022. Foi professor / sub-coordenador de curso de Comunicação Social da Universidade Gama Filho. Tem experiência nas áreas de Comunicação, com ênfase em Comunicação Mercadológica, atuando principalmente nos seguintes temas: pesquisa de marketing e opinião pública, estudos de audiência e de programação, planejamento estratégico, publicidade e propaganda, além de estudos acadêmicos sobre comunidades religiosas de matriz africana. Atualmente, se dedica a pesquisas sobre formas de pertencimento e autogestão de comunidades-terreiro de Candomblé como organizações de quilombos urbanos e Metodologias de Pesquisa nas Redes Sociais. Atua também como coordenador do NACO ? Núcleo de Apoio à Comunicação do ILÉ À ÒGÚN ÀLÁKÒRÓ (Instituição Espiritualista Oni Lewa Njo - Terreiro de Candomblé Ketu) no município de Magé ? Rio de Janeiro (Ponto de Cultura, DOU N 84, SCDC, Portaria N 30 de 03 de maio de 2016) e é coordenador geral de projetos do Quilombo de Bongaba (Kilombá) em Magé RJ (Fundação Cultural Palmares, N 0056437/2018/COPAB/DPA/PR). Membro do Grupo Àwúre - Candomblé de Tradição e organizador na UFRJ do Fórum Àwúre com sacerdotes de casas tradicionais de religiões de Matriz Africana. FERNANDO SANTORO Concluiu o doutorado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1988. Realizou um pós-doutorado em Filosofia na Universidade de Paris IV Sorbonne em 2000 e um estágio sênior na École Normale Supérieure e na Universidade de Paris IV em 2010-11. Foi professor visitante na École Normale Supérieure de Paris nos anos acadêmicos de 2010/11 e 2013. Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos no biênio 2010/11. Coordenador do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro de 2012 a 2015. Diretor de Programa no Collège International de Philosophie (Paris) de 2013 a 2019. Professor Visitante na Oxford Bociaisrookes University de 2019 a 2020 com bolsa do programa Capes/Print. Atualmente é Professor Titular da Universidade do Rio de Janeiro, Diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, Coordenador do Laboratório OUSIA de Estudos em Filosofia Clássica e Editor Chefe do periódico Anais de Filosofia Clássica on-line. Publicou 45 artigos em periódicos especializados. Possui 46 capítulos de livros e 6 livros publicados e organizou 5 livros. Orientou 19 dissertações de mestrado e 15 teses de doutorado, supervisionou 5 pós-doutorados, além de ter orientado 25 trabalhos de iniciação científica e 31 trabalhos de conclusão de curso nas áreas de Filosofia e Letras. Atualmente coordena 3 projetos de pesquisa, 3 projetos de extensão e um projeto de ensino. Lidera o Grupo de Pesquisa do Laboratório OUSIA de Estudos em Filosofia Clássica e intintegra o GdRI do CNRS "Philosopher em Langues. Comparatisme et traduction", o Labex do CNRS "Transfers" e o projeto Capes/Print "Dicionário dos Intraduzíveis". Atua na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Antiga e Poética. Em suas atividades profissionais interagiu com mais de 220 colaboradores em coautorias de trabalhos científicos. Em seu currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica e artístico-cultural são: Aristóteles, filosofia antiga, filosofia, linguagem, Platão, poética, ontologia, pré-socráticos e Parmênides. DAMIRES DOS SANTOS FRANÇA Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGF/UFRJ), Mestre em Educação, Especialista em Administração Escolar e Licenciada em Pedagogia e bacharela em Ciências Sociais pela UFRJ. Atua como técnica em assuntos educacionais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ). É membra dos grupos de pesquisa Coletivo de Pesquisas Decoloniais e Libertárias (CPDEL/UFRJ) e do Grupo de Estudos em Educação Ambiental Desde el Sur (GEASUR/UNIRIO). Atualmente é tutora da CEDERJ e técnica em assuntos educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Educação atuando, principalmente, nos seguintes temas: educação ambiental, formação de professor, educação indígena. ROBERTO DALMASO Jornalista e Designer Gráfico, sócio-diretor da Trama Criações de Arte, desenvolve soluções de comunicação há 20anos para clientes de diversos segmentos no mercado. Egresso da Agência Casa – TV Globo e Manchete, foi sócio-diretor de arte da TelagráficaArte e Produção – especializada na criação de peças gráficas e cenográficas para a TV Globo (gerente da Agência Casa) e Manchete (responsável pela coordenação e planejamento de campanhas institucionais na mídia impressa). Junto com o designer e publicitário Valmir Pinto Ferreira, fundou há 20 anos a Trama Criações de Arte, empresa que atua no planejamento e construção de sites, produção de mídias digitais e impressos, livros, apresentações institucionais e materiais de marketing, integrando design e conteúdo, abrangendo serviços desde a criação de logomarcas e guia de identidade a projetos de comunicação, com a geração de conteúdos até o suporte digital ou físico. A Trama conta com as parcerias da Lettera Brasil Comunicação e da Ivens Consult, especializadas no desenvolvimento de informações estratégicas para organizações de médio e grande porte, com uma equipe de jornalistas especializados em diversos segmentos: petróleo e gás, energia, química, meio ambiente, qualidade e compliance. Foi um dos responsáveis pela criação de título, logomarca e projeto gráfico da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Lettera Brasil Comunicação. RODRIGO TRINDADE Jornalista multimídia com 15 anos de experiência em atividades de comunicação da informação: repórter, redator, pesquisador, produtor de conteúdos, editor e revisor de texto. Formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e em Letras pela Universidade Anhanguera. Trabalhou nos Portais FGV e SRZD do jornalista Sidney Rezende e nas redações dos jornais O Dia e Lance. ALEX FERRO Fotógrafo profissional com a carreira iniciada em 1989 no jornal O Povo na Rua. Em 1990, nas revistas Manchete e Ele & Ela (Bloch Editores), teve a oportunidade de associar a cobertura de pautas diárias à criação de propostas temáticas, como as coberturas exclusivas do Carnaval do Rio de Janeiro. A partir de 2008, começou a viajar com regularidade para Portugal dividindo o tempo entre o Rio e Lisboa. Em Portugal, trabalhou no desenvolvimento de conteúdos para moda e fazendo reportagens e ensaios para o Grupo Cofina. Especializou-se em coberturas longas e megaprojetos, no Brasil e no exterior, acumulando experiência em trabalhos institucionais, comerciais e corporativos na iniciativa privada. Cobriu as Olimpíadas de 2016, como fotógrafo oficial do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos produzindo um banco de imagens, editadas e tratadas, com mais de 150 mil registros de fotos esportivas e da cidade do Rio de Janeiro. THAÍS FONSECA Pós-graduada em Ciências Políticas pela Universidade Católica de Pernambuco (PUC-PE) e graduada em Comunicação Social, especialização em Jornalismo, pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO-RJ). Atuou como repórter, chefe de reportagem, apuradora, subeditora, produtora de texto e de conteúdo, assessora de comunicação em vários veículos, entre eles: Folha de São Paulo (Sucursal Rio), Jornal O Povo (RJ), Rádio Capibaribe (PE), A Voz da Favela e Portal Agência de Notícias da Favela (RJ), Portal Eu (PE), Portal do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco, Revista Let’s Go (PE). Possui curso avançado em inglês e intermediário em francês e espanhol. Habilidades em práticas de comunicação interna e externa, assessoria a empresas, produção de material institucional, endomarketing e comunicação corporativa, relações institucionais, gerenciamento, coordenação de projetos e equipes. BRUNO FRANÇA Repórter especial de política e economia, entre outras editorias jornalísticas (cidade, políticas municipal, estadual e federal, internacional, saúde, ciência, educação e tecnologia, cultura e esporte), produção de entrevistas, matérias gravadas ou ao vivo, âncora, edição de textos, imagens, áudios e vídeos, locução e produção em geral. Formado em Jornalismo e Pós-graduado em Sociologia pela UERJ. Trabalhou nas Rádios MEC, Mundial e Roquette Pinto. Editor-chefe do Programa Nação Brasil da Rádio Livre 1440 AM-RJ. CAMILO REZENDE NOLASCO Formado em Comunicação Social pela Faculdade Hélio Alonso (FACHA), o ex-Presidente do Instituto Solidariedade e Cultura (ISC), durante a gestão 2015 a 2018, exerce a função de Coordenação de Planejamento e Relações Institucionais da instituição, sendo responsável pelo planejamento anual das atividades, elaboração de projetos, aprovação nas Leis de Incentivo, comunicação em redes sociais, coordenação de equipe e produção de eventos. FLÁVIA CAMPOS DE LIMA Jornalista com dois anos de formação. Escreve para a revista “Guiaar”. Determinada em pesquisas no campo da política, economia, meio ambiente, cidades e cultura, com experiência em matérias nessas áreas. Formação em gestão empresarial, informática, web designer, inglês e espanhol. BEATRIZ SANTOS Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Possui inglês avançado e espanhol intermediário. Domínio em todo o pacote Microsoft Office (EXCEL, WORD, POWERPOINT, etc.). Noções de ilustração, InDesign e Photoshop (Veiga de Almeida). Conhecimento especializado sobre Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo: Facebook Ads, Instagran Ads e Google Ads (Certificação Contenuto Comunicação e Rock Content). Conhecimento sobre E-commerce e Inbound Marketing (certificação Rock Content). Curso SEO (Contenuto Comunicação). Analytics Avançado (Certificação Google Academy) e WordPress (Certificação Rock Content). Experiências profissionais: Analista de Marketing Digital na Agência InsideOut. Colaboradora do Mídia Ninja Futebol Feminino e do Blog Esportivo Salve a Seleção; Analista de Mídias Sociais da Cacau Moda Feminina e do Evento “Qual o Seu Talento?”; Produtora de Conteúdo das Mídias Sociais do Site Rolé no Rio; Colaboradora no Portal Mídia Criativa; Recepção e Divulgação nas Mídias Sociais no Evento Secom UVA; Produtora de conteúdo da Agência UVA. OBSERVAÇÃO: Declaramos para os devidos fins que o Instituto Solidariedade e Cultura é o único e exclusivo responsável pela elaboração e a execução do projeto O CACIQUE. Declaramos ainda que a instituição é a autora intelectual do projeto e que participará diretamente de todas as suas atividades (todo o plano de trabalho é montado e coordenado pelo instituto), desde o conteúdo do projeto, à formação de toda a equipe de jornalistas (convidados pela instituição), produção executiva, divulgação do projeto nas redes sociais, incluindo a administração e a gestão financeira, o agenciamento e a prestação final de contas. Informamos ainda que o Instituto Solidariedade e Cultura não participa de iniciativas de terceiros, como intermediação, somente de projetos próprios (autoria, produção e gestão).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.