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PRONAC 233956Apresentou prestação de contasMecenato

Memória Vintage: bancando a economia

INVIDEO PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 2,58 mi
Aprovado
R$ 2,58 mi
Captado
R$ 2,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03209092000102Santander Capitalização S.A1900-01-01R$ 1,20 mi
31595265000103ESFERA FIDELIDADE S.A1900-01-01R$ 600,0 mil
04270778000171SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A.1900-01-01R$ 200,0 mil

Eficiência de captação

77.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposições organizadas com museografia
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2023-10-31
Término

Resumo

O projeto refere-se a realização de uma exposição dedicada a proporcionar um passeio imersivo, interativo e educativo no funcionamento do sistema financeiro (no passado e no presente). Como produto secundário, contrapartida-social, serão realizados dois tipos de oficinas gratuitas sobre história e produção de moedas e dinheiro para os estudantes e professores visitantes da exposição. Também como produto secundário será realizada uma animação sobre a história do sistema financeiro, a ser exibida durante a exposição.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral Realizar exposição com caráter educativo e inclusivo, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o universo financeiro para todas as classes sociais. De forma lúdica, serão expostos conceitos básicos como poupança, empréstimos, investimentos, planejamento de negócios e organização pessoal de recursos. Realizar Contrapartida Social, oferecendo dois tipos de oficinas gratuitas sobre história e produção de moedas e papel moeda para os estudantes e professores visitantes da exposição. Produzir e exibir animação sobre a evolução da moeda e sistema financeiro para a fácil compreensão de todos. Objetivo específico PRODUTO EXPOSIÇÃO: 1) Realizar uma exposição de artes visuais ao longo de 3 meses. 2) realizar um total de 2 palestras gratuitas durante o período da exposição sobre história da arte, decoração, arquitetura ou urbanismo com o oferecimento de 80 vagas em cada uma. PRODUTO CONTRA-PARTIDA SOCIAL OFICINA - AÇÃO FORMATIVA CULTURAL 1) Realizar dois tipos de oficina gratuita, cunhando moedas e criando papel moeda, ao longo das 12 semanas de exposição, três vezes por semana, com duração de 30minutos cada, para no mínimo 500 estudantes e professores, provindos de instituições públicas, em visita a exposição. 2) Fornecer transporte gratuito a estes estudantes e professores. PRODUTO ANIMAÇÃO 1) Produzir uma animação de cinco minutos e exibir ao público visitante.

Justificativa

O Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei de Incentivo à Cultura - 8313/91), em seu Artigo 1, estabelece, entre seus objetivos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; A exposição Memória Vintage: bancando a economia será livre para todos os públicos. Os ingressos na categoria INTEIRA terão custo popular de R$ 17,00 (dezessete reais). Já os ingressos na categoria MEIA-ENTRADA terão o custo de R$ 8,50 (oito reais e cinquenta centavos). Ressaltamos que 100% dos ingressos comercializadas poderão ser vendidos a idoso ao custo da meia-entrada, enquanto que 40% poderão ser vendidos a estudantes ao valor da meia-entrada. A exposição levará 500 estudantes da rede pública e seus professores para visitar gratuitamente a exposição e realizar as oficinas de contrapartida. O transporte será fornecido pela proponente. Também cederemos 2.586 ingressos cortesias, sendo que teremos a entrada totalmente gratuita a todos os públicos no último domingo de cada mês que a exposição estiver aberta à visitação. A exposição tratará de temas importantes como história da arquitetura, história da economia brasileira, além de tratar de assuntos atuais que devem levar nossos visitantes a uma reflexão sobre sua organização financeira e planejamento futuro. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Assim como em praticamente qualquer região do planeta (e não apenas nas sociedades capitalistas) os bancos estão profundamente ligados ao desenvolvimento das mais variadas atividades econômicas nos últimos séculos. Guardar, poupar, investir e financiar são práticas que têm nos estabelecimentos públicos e particulares do segmento um ícone dessa invenção chamada dinheiro. No Rio Grande do Sul, essa história remonta à década de 1850, com a abertura da primeira filial gaúcha do Banco do Brasil (na cidade de Rio Grande), seguida pela fundação do Banco da Província. Ao longo dos anos seguintes funcionaram dezenas de outros empreendimentos, regionais, nacionais e estrangeiros. Trata-se, também, de uma saga de rupturas e continuidades. Afinal, muitas foram as empresas extintas ou absorvidas _ Pelotense, Popular, Sulbrasileiro, Meridional, Caixa Estadual, Bamerindus. Assim como perduram instituições como o gaúcho Banrisul, sua congênere Caixa Federal e bem-sucedidos bancos privados. Raros são os registros sobre os sistemas por meio dos quais os gaúchos resguardavam suas economias (ou mesmo fortunas) em tempos de Brasil-Colônia. Mas a introdução dos serviços bancários no Rio Grande do Sul ao longo de mais de 170 anos está bem melhor mapeada, do ponto de vista textual, iconográfico e documental. A carência de uma bibliografia específica sobre o tema na esfera regional é compensada, em parte, por estudos acadêmicos, notícias e anúncios na imprensa, além de imagens de acervos públicos e objetos em âmbito museológico. Com isso, abre-se a possibilidade do resgate de um panorama da atividade em Porto Alegre e no Estado. A exposição MEMÓRIA VINTAGE: BANCANDO A ECONOMIA, ao proporcionar uma visita educativa e lúdica à memória e à situação atual do sistema financeiro brasileiro, com certeza facilitará ao acesso e bens culturais, propões novas ações para a sociedade, preserva patrimônio histórico e estimula a difusão de conhecimentos de valor universal. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Um dos principais atrativos da exposição será a reconstituição de ambientes antigos, móveis e objetos, presentes em instituições financeiras há décadas atrás. Estes locais, hoje substituídos por instalações modernas, fazem parte da história da arquitetura e da decoração brasileira, quando renomados profissionais da área se baseavam na estética de sua época para montar ambientes coorporativos com detalhamento. A exposição dará o devido destaque a essa estrutura arquitetônica e decorativa que não está mais acessível ao grande público e que merece ser apreciada pelas gerações mais experientes, que de certa forma tiveram contato com essa estética, e os mais jovens, que em muitos casos verão pela primeira vez essa parte da história cultural brasileira. Em seu Artigo 3, a referida lei prevê o apoio a: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A proponente realizará uma exposição imersiva, interativa e educativa que estará aberta ao público duramente três meses.

Estratégia de execução

Continuação Especificação Técnica do Produto. PRODUTO EXPOSIÇÃO: Seção Especial – Linha Do Tempo No verso da parede da Seção 1, ocupando o corredor que leva às seções 3, 4 e 5, será construída uma linha do tempo do desenvolvimento do dinheiro e dos bancos, com o uso de ilustrações, fotos e objetos (reais) de pequenas dimensões, especialmente moedas e cédulas de dinheiro. Seção 6 – Elevador Na última seção da exposição, um boneco vestido como ascensorista, em frente a um elevador (real) agradece a visita (texto escrito).

Especificação técnica

PRODUTO EXPOSIÇÃO: SEÇÃO 1 – Entrada – História do dinheiro, do sistema financeiro e dos bancos Vídeo em animação, com aproximadamente 5 minutos, mostrando a origem do dinheiro como facilitador de trocas (escambos) e seu desenvolvimento ao longo dos séculos. Os primeiros bancos no Brasil e no Rio Grande do Sul. Relação dos bancos com o desenvolvimento econômico da sociedade brasileira. “A história dos bancos é a história do crédito, com suas fases de evolução e depressão, e nela se reflete a evolução econômica de um país. Se quisermos possuir a noção exata dessa evolução e apreciar a força ou debilidade econômica de um povo, basta examinar os índices referentes às contas bancárias, internas ou externas, e estudar seus sistemas de crédito. Sem rede bancária extensa e variados sistemas de crédito, é impossível [criar um] satisfatório sistema de transportes, [ter] capacidade de produção e estabilidade financeira.” Histórias dos Bancos no Brasil. Vicente Paz Fontenla. Estabelecimentos que marcaram época no RS • Banco da Província do Rio Grande do Sul (1858-1972). • Banco Nacional do Comércio (1895-1972). • Banco Pelotense (1906-1931). • Banco Comercial Franco-Brasileiro (1913-1924). • Banco Popular Italiano (1916-1930). • Banco Porto Alegrense (1916-1960). • Banco Popular do Rio Grande do Sul (1919-1930). • Banco Pfeiffer (1919-1942). • London & Brazilian Bank (1888-1924). • Brasilianische Bank für Deutschland (1904-1918). • Banco Sulbrasileiro (1972-1985). • Banco Meridional (1985-2000). “Mas a alma da economia dinâmica do Brasil-Império foi Irineu Evangelista de Souza, Visconde de Mauá (1813-1889). Esse admirável gaúcho fundou o segundo Banco do Brasil, que teve filiais em São Paulo e no Rio Grande do Sul, e que, fundindo-se em 1853 com o Banco Comercial do Rio de Janeiro, deu origem ao terceiro e atual [1964] Banco do Brasil”. História dos Bancos no Brasil. Vicente Paz Fontenla. SEÇÃO 2 – Como é um banco? Ontem, hoje e amanhã Utilização de acervo de mobiliário antigo para um grande painel sobre a arquitetura interna de um banco em meados do século 20. Além disso, poderão ser utilizados: fotos de bancos gaúchos (externas e internas); documentos antigos do sistema financeiro gaúcho; propagandas antigas de bancos gaúchos; fotos/desenhos antigos de bancários; INTERATIVIDADE - o que fazia (e faz) um banco? Através de recursos audiovisuais e interativos, será proposto que cada visitante solicite algum tipo de serviço bancário. Opções: depósito em dinheiro; uso de cofre pessoal; empréstimo em dinheiro; aplicação no mercado financeiro, caderneta de poupança, etc. A partir de sua escolha, o sistema dará orientações de como proceder. Exemplo 1: o visitante escolhe fazer um empréstimo. O sistema pergunta que garantia o visitante vai apresentar. O visitante tem um imóvel, um terreno, um carro? O visitante responde que tem um imóvel com valor X. O sistema anuncia que, com essa garantia, pode emprestar uma determinada quantia, a ser devolvida em tantos meses, a partir de determinado prazo. Exemplo 2: o visitante quer fazer um investimento (aplicação). O sistema mostra as opções disponíveis naquele momento (poupança, renda fixa, renda variável, carteira na bolsa de valores, etc.) Cada opção tem suas características, que são explicadas (maior ou menor risco, prazos de carência, aplicações mínimas, etc). O visitante escolhe uma delas. O sistema projeta os ganhos do investimento escolhido no espaço de um ano, ou explica que os ganhos dependem de fatores que não pode calcular neste momento. “Estamos frente a frente com o século XXI e somos convidados a entrar, compreender e desfrutar um mundo completamente diferente daquele que vivemos até hoje. O mundo que se descortina é de informações, emoções, poder e velocidade para chegar cada vez mais perto de outro ser humano. É um mundo que oferece todas as condições externas de autorrealização. Queremos abundância, tempo livre, afeto e felicidade pessoal. Mas esse processo é interno, individual. Cada um de nós precisa decidir se quer, o que quer e como quer. […] Precisamos resgatar e reavaliar nossas atitudes na relação com o dinheiro. Essa avaliação também envolve antigos conceitos que ganham novos valores. Só assim encontraremos novas saídas.” A energia do dinheiro: estratégias para reestruturar sua vida financeira. Glória Maria Garcia Pereira. SEÇÃO 3 – Sons e Objetos Uma coleção de objetos que faziam parte do cotidiano dos bancos: fichas de assinaturas, carimbos, teletipos, telex, cofres individuais, máquinas de escrever, telefones fixos, etc. Uma trilha especialmente pesquisada vai reproduzir os sons originais destes objetos. SEÇÃO 4 – Chuva de realizações Sala lúdica, com projeção tridimensional, em que o visitante receberá uma “chuva de realizações” na forma de cédulas. SEÇÃO 5 – Quiz - jogo interativo em que o visitante poderá testar os conhecimentos adquiridos ao longo da exposição. Num ambiente que simula um banco da era analógica, cinco personagens (desenhos de tamanho real recortados e colados em suportes de MDF) fazem, sempre na mesma sequência, dez perguntas para o visitante (duas por personagem). Em quatro telas clicáveis, de uso simultâneo, os visitantes podem responder às perguntas e receber uma avaliação final (nota de zero a 10). Exemplos de perguntas: (1) como era o nome do processo de trocas antes de existir o dinheiro? (a) crédito; (b) escambo; (c) letra de câmbio; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (2) por que Atenas cunhou moedas com a figura de uma coruja? (a) este animal era símbolo do dinheiro; (b) a coruja era o animal que representava Palas Atena; (c) Teseu usou uma coruja para matar a terrível Medusa; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (3) o papel-moeda surgiu quando: (a) faltaram metais para fazer moedas; (b) os depósitos em moedas foram registrados em papel; (c) foi inventado o papel; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (4) o primeiro banco brasileiro foi: (a) Banco do Brasil; (b) Banco da Corte Portuguesa; (c) Banco do Comércio; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (5) quando se retira um empréstimo, geralmente se apresenta: (a) uma caução em dinheiro; (b) uma garantia (imóvel, por exemplo); (c) uma promessa formal; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (6) a Poupança é uma forma popular de aplicação porque: (a) tem sempre o melhor rendimento; (b) o seu dinheiro está sempre disponível para resgate; (c) é a aplicação com menos garantias; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (7) os bancos servem para: (a) emprestar dinheiro para o setor produtivo e de serviços; (b) gerenciar investimentos pessoais e de empresas; (c) fazer e receber pagamentos para seus correntistas (PIX, por exemplo); (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (8) a digitalização dos serviços bancários é feita através: (a) de caixas automáticos; (b) de aplicativos no celular; (c) de sites na internet; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (9) ao escolher uma aplicação ou investimento, você deve considerar: (a) se o rendimento é fixo ou variável; (b) o prazo de resgate; (c) as garantias apresentadas de acordo com o valor aplicado; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. (10) ficar devendo no cartão de crédito é ruim por que: (a) os juros são muito altos; (b) o cartão é imediatamente suspenso; (c) seu crédito passa a ter um limite muito mais alto; (d) nenhuma alternativa está certa; (e) todas as alternativas estão certas. CONTINUA EM OUTRAS INFORMAÇÕES

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE DE ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local já possui rampas de acesso, corrimões, piso tátil, estacionamento para PCDs, elevadores e banheiros com assento adaptado para pessoas portadoras de necessidades especiais. ITEM ORÇAMENTÁRIO: NÃO SE APLICA - ESPAÇO JÁ DISPÕE ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os principais textos da exposição estarão disponíveis em braile. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 40 As divulgações nas redes sociais da proponente contarão com o recurso #PraCegoVer. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 62 Locução nas interatividades, quiz e “serviços bancários”. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 33 Presença de narrador de audiodescrição nas palestras de Ampliação de Acesso, conforme necessidade. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 33 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Visitas guiadas por tradutores de LIBRAS PARA 150 convidados. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 41 Janela de LIBRAS nas interatividades, quiz e “serviços bancários”. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 41 Presença de intérprete de LIBRAS e/ou narrador de audiodescrição nas palestras de Ampliação de Acesso, conforme necessidade. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 41 PRODUTO: ANIMAÇÃO ACESSIBILIDADE DE ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local já possui rampas de acesso, corrimões, piso tátil, estacionamento para PCDs, elevadores e banheiros com assento adaptado para pessoas portadoras de necessidades especiais. ITEM ORÇAMENTÁRIO: NÃO SE APLICA - ESPAÇO JÁ DISPÕE ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: inclusão de legenda descritiva e janela de LIBRAS. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 3 PRODUTO: CONTRA-PARTIDA SOCIAL OFICINA - AÇÃO FORMATIVA CULTURAL ACESSIBILIDADE DE ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local já possui rampas de acesso, corrimões, piso tátil, estacionamento para PCDs, elevadores e banheiros com assento adaptado para pessoas portadoras de necessidades especiais. ITEM ORÇAMENTÁRIO: NÃO SE APLICA - ESPAÇO JÁ DISPÕE ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Presença de intérprete de LIBRAS e/ou narrador de audiodescrição conforme necessidade do público. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 33 e 41 Todo o material de divulgação da exposição, publicado pela proponente, mencionará a disponibilização das acessibilidades. ITEM ORÇAMENTÁRIO: 62

Democratização do acesso

PRODUTO EXPOSIÇÃO: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; PRODUTO CONTRA-PARTIDA SOCIAL OFICINA - AÇÃO FORMATIVA CULTURAL III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

CURADORA E COORDENAÇÃO GERAL – LUCIANA TOMASI (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Luciana Tomasi é diretora da Prana Filmes. Formou-se em Comunicação-Jornalismo pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil). Começou sua carreira no cinema no início dos anos 1980, filmando em Super8. Na Prana Filmes, trabalhou mais recentemente nos longas “Jepotá” (em pós-produção), de Augusto Canani e Carlos Papá Guarani; “A Nuvem Rosa” (SUNDANCE- 2021), de Iuli Gerbase; “Legalidade” (2019), de Zeca Brito; “Bio – Construindo uma Vida” (2018), de Carlos Gerbase, “Yonlu” (2017), de Hique Montanari. Como produtora, seus filmes conquistaram mais de 200 prêmios no Brasil e no exterior. Produziu quinze longas-metragens, alguns para Columbia Pictures e Fox Films, programas de televisão para a TV Globo e mais de 30 curtas-metragens. Foi uma das fundadoras da Casa de Cinema de Porto Alegre. Assina também a produção dos longas-metragens: “Menos que Nada” (2011); “Sal de Prata” (2005); “Tolerância” (2000) e “Inverno” (1983), todos dirigidos por Carlos Gerbase. “Saneamento Básico – O Filme” (2007), “Meu Tio Matou um Cara” (2004), “O Homem que Copiava” (2003) e “Houve Uma Vez Dois Verões” (2002), de Jorge Furtado; “Antes que o Mundo Acabe” (2008), de Ana Luiza Azevedo. Também produziu mais de 30 curtas-metragens entre 1986 e 2018, entre eles “Amores Passageiros” (L.A.-2012), de Augusto Canani; “3 Minutos” (CANNES- 2000) de Ana Luiza Azevedo; “Deus Ex-Machina” (CLERMONT-FERRAND-1995), de Carlos Gerbase; “Batalha Naval” (1992), de Liliana Sulzbach e “Ilha das Flores” (BERLIM-1989), de Jorge Furtado. Para a televisão, produziu as minisséries “Centro Liberdade” (em pós-produção), “Turma 5B” (2018), “Diálogo Sobre o Cinema” (2018), “Luna Caliente” (1998), “A Comédia da Vida Privada” (1997), “Incidente em Antares” (1994). Foi produtora das exposições Moacyr Scliar – o centauro do Bom Fim, em homenagem ao renomado escritor gaúcho, evento de grande sucesso na cidade de Porto Alegre com mais de 100 mil visitantes; da exposição Sioma Breitman, o retratista de Porto Alegre, sobre o fotografo que registrou a história da cidade em momentos históricos; e Lupi – pode entrar que a casa é tua, sobre o célebre cantor e compositor Lupicínio Rodrigues. CURADORA E PROJETO EXPOGRÁFICO - ÂNGELA BOHRER Angela Bohrer é arquiteta e está à frente do Estúdio de Arquitetura Angela & Ramonika, junto com Ramonika Ode e Letícia Roos, com sede em Porto Alegre, RS. Atua em arquitetura residencial, comercial, industrial e também mobiliário. Angela atua há mais de 40 anos como profissional de arquitetura, edificou construções como o Edifício Metrópolis em 1985 e o Albarus Gravataí 1990. PRODUÇÃO EXECUTIVA - PATRICIA BARBIERI Patricia Barbieri é produtora executiva na Prana Filmes, empresa de Porto Alegre responsável pela produção de filmes, séries e pelo projeto de ensino da linguagem cinematográfica a estudantes chamado Primeiro Filme. Produziu o longa-metragem, A Nuvem Rosa, de Iuli Gerbase, que estreou mundialmente em Sundance em 2021 e recebeu diversos prêmios, incluindo o de Melhor Filme no 25º Sofia Film Fest. Assina como Produtora Executiva o longa-metragem Jepotá, de Augusto Canani e Carlos Papá Guarani e a série para televisão Centro Liberdade. Atualmente, está desenvolvendo os longas A História Mais Triste do Mundo, de Hique Montanari, com previsão de filmagens para dezembro de 2023, e Terno, de Tyrell Spencer. Patricia é formada em Comunicação Social e em Produção Audiovisual (PUCRS), Mestre em Estética e Análise de Filme pela Université Sorbonne Paris I (França). Em 2023 passou a integrar a Rede de Talentos do Projeto Paradiso. CONSULTORIA HISTÓRICA - MARCELLO CAMPOS Marcello Campos é formado em Jornalismo, Publicidade & Propaganda (ambas pela PUCRS) e Artes Plásticas (UFRGS). Tem seis livros publicados, incluindo as biografias de Lupicínio Rodrigues, do Conjunto Melódico Norberto Baldauf e do garçom-advogado Dinarte Valentini (Bar do Beto). Há mais de uma década, dedica-se ao resgate de fatos, lugares e personagens porto-alegrenses. CONSULTORIA HISTÓRICA E COORDENAÇÃO DO PROJETO - CARLOS GERBASE (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Carlos Gerbase é escritor, roteirista e diretor cinematográfico. Fundou a Invideo Produções Cinematográficas em 1984, ao lado de Luciana Tomasi. Em 1987, fundou a Casa de Cinema de Porto Alegre e foi seu sócio até 2011. Em outubro de 2011, criou a produtora Prana Filmes, da qual é sócio-diretor ao lado de Luciana Tomasi. Gerbase formou-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1980), tem doutorado em Comunicação Social também pela PUCRS (2003) e Pós-Doutorado em Cinema pela Universidade Sorbonne-Nouvelle – Paris III (2010). Começou sua carreira cinematográfica no final da década de 70, quando filmou em bitola super-8 o longa-metragem “Inverno” (1983), vencedor do Festival de Gramado em sua categoria. Seguiram-se diversos trabalhos em 35 mm, como o longa “Verdes Anos” (1984) e o curta “Deus Ex-Machina” (1996), vencedor de 11 prêmios em Gramado e de uma menção honrosa no Festival de Clermont-Ferrand, na França. Mais recentemente, escreveu e dirigiu os longas de ficção “Tolerância” (2000), “Sal de Prata” (2005), “3 Efes” (2007), “Menos que Nada” (2012) e “Bio” (2018), além do documentário “1983 – O Ano Azul” (2009). Na televisão, escreveu diversos roteiros para a Rede Globo, com destaque para as minisséries “Memorial de Maria Moura”, “Engraçadinha” e “Luna Caliente”. Roteirizou e dirigiu programas para a Globo (como o curta “O Comprador de Fazendas”, para a série “Brava Gente”) e para a RBS-TV (“O Amante Amador” e “Faustina”, para a série “Contos de inverno”). Como escritor, tem cinco trabalhos de ficção (dois volumes de contos, dois romances e uma coletânea de crônicas) e três obras de ensaios na área do cinema. A partir de 2013, participou ativamente do Projeto Primeiro Filme, ministrando oficinas de capacitação para professores de Ensino Fundamental e Médio, tendo como base seu livro didático “Primeiro Filme: Descobrindo, Fazendo, Pensando”. No segundo semestre de 2014, foi curador da exposição “Moacyr Scliar, O Centauro do Bom Fim”, com mais de 100 mil visitantes, e foi destacada pela imprensa como um dos principais acontecimentos culturais do ano. Também foi produtor e coordenador, junto com Luciana Tomasi, da exposição "Sioma Breitman, o Retratista de Porto Alegre", que inaugurou o calendário de mostras do Farol Santander Porto Alegre em 2022, e está diretamente conectada com as celebrações pelos 250 anos da cidade. Mais recentemente, assina a curadoria da exposição “Lupi, pode entrar que a casa é tua”, que mostra a vida e a obra de Lupicínio Rodrigues, o mais importante compositor de música popular da história do Rio Grande do Sul. DESIGN GRÁFICO - ANDRÉ MEDEIROS André Medeiros é formado em Propaganda e Marketing, desde 2004 atua no mercado publicitário com passagem por algumas das principais agências de propaganda do Estado. Trabalha na criação de campanhas publicitárias e projetos de design gráfico, com domínio dos softwares do Adobe Creative Cloud voltados para diagramação e design – Photoshop, Illustrator e InDesign, e conhecimento avançado de engenharia e tratamento de imagem. DEMAIS MEMBROS DA EQUIPE: Direção de produção: Leonice Sordi Produção de objetos: Marina Kerber Cenografia, montagem expositiva e comunicação visual: Emerson Witkowski / Adesul Projeto luminotécnico: André Domingues / Almdomingues - Iluminação Consultoria de áudio: Marcos Abreu Equipamentos de áudio e vídeo: Luciano Becker / Zero DB Técnico multimídias: Klau's Kellermann Controller: Maristela Ribeiro Assessoria jurídica: Régis Napoleão Supervisão de monitoria: Maria Elaine Xavier Ferreira Neta

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-08-04
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul