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Propõe-se produção e realização da exposição de artes visuais da artista visual Helena Lopes,intitulada "Do Chão para o Chão", visita guiada na abertura da exposição com a artista e a curadora e rodas de conversas com artistas notórios do cenário das artes visuais ao longo da temporada. Edição de catálogo digital a ser acessado na exposição por QRcode.
O projeto de exposição “Do Chão para-o Chão “ de Helena Lopes, surge a partir da sua viagem com suas irmãs em 2019 para Europa, mais especificamente Polônia, em busca de sinais das rachaduras físicas emocionais que a guerra produziu no chão daquele país de onde saíram seus avós e mãe (então com 5 anos) como imigrantes para o Brasil onde foram acolhidos e iniciaram uma nova vida.As famílias se reestruturaram, mas emocionalmente permanecem os vínculos com o país de origem. Aos 78 anos, Helena e suas irmãs foram conhecer esse lugar.Essa vivência foi minuciosamente registrada pelo grupo em seus aparelhos celulares. Para as irmãs fotos e vídeos estão nos álbuns de recordações. Para Helena desembocou em arte visual, que é o que será exposto ao público poeticamente.Budzyñ é o lugar da memória da sua origem, se referem aos acontecimentos da Primeira Grande Guerra. A visita ao campo de prisioneiros transformado em museu da memória se refere a da Segunda Guerra Mundial.Budzyñ foi reconstruída e reencontrou-se em seu ritmo. O museu da memória é um lugar de reflexão, do homem pensar sobre sua existência.Helena é artista visual que se apropria da mídia digital, do uso do computador como suporte para transformar o seu frame na imagem final. Disponibiliza esse processo em minivídeos, cria mais um produto de uma mesma fonte, a fotografia do chão.O mundo/a arte contemporânea abre espaços nas estruturas existentes para outras realizações.Helena Lopes é uma profícua artista visual da cidade, com uma extensa formação acadêmica tendo em seu curriculo a Faculdade de Artes Plásticas da Universidade de Brasília - UnB, 1984, que a levou a alcançar uma bolsa de aperfeiçoamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq destinada à Pesquisa Cerrado, fonte geradora de imagens em gravura em metal de 1986/90, período em que participou de eventos como parte das atividades do Atelier de Gravuras da Universidade.Começa a expor obras a partir de 1990, participando de exposições e salões no país e no exterior. Respondeu peloAtelier Revisão da Gravura, organizando regularmente eventos coletivos nos quais participaram artistas gravadores de todo o país, de 1990 a 2015 quando do seu encerramento. Hoje responde pelo Atelier Helena Lopes desde 2021.
Objetivo Geral: Realizar a exposição artística "Do Chão Para o Chão", visando promover a arte visual e proporcionar uma experiência cultural enriquecedora para o público, Objetivos Específicos: - Produto EXPOSIÇÃO DO CHÃO PARA O CHÃO: Realizar a exposição com duração de 45 a 60 dias, composta por: Imagens em arte digital impressas em Fine Art, montadas em moldura e vidro.Técnica de vídeo projeção.Vídeo narrativo.Peças em técnica de vídeo animação com acesso em QRcode.Catálogo digital acessível por QRcode e disponível para download.Rodas de conversas com artistas notórios do cenário das artes visuais. - Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Convidar alunos de escolas públicas para visitas guiadas à exposição, com a presença da artista e curadora, promovendo a educação cultural.Realizar três rodas de conversas com artistas notórios do cenário das artes visuais de renome nacional, promovendo a interação e troca de experiências entre profissionais e público.
2019 - Polônia, fotos do piso de um campo de prisioneiros. 2019 a 2022 - Brasília, imagens tratadas em mídia digital. O projeto de exposição Do Chão para o Chão surge a partir da sua viagem com suas irmãs em 2019 para a Europa, mais especificamente Polônia, em busca de sinais das rachaduras fisicas e emocionais que a guerra produziu no chão daquele país e naquele povo de onde saíram seus pais fugidos para o Brasil, na esperança sobreviverem. Apesar de Helena e suas irmãs não estarem de corpos presentes nesse evento, as marcas eram sentidas de forma inconscientes e em 2019, aos 78 anos de idade, Helena se sente atraida a verificar in loquo o que foi herdado por ela e suas irmãs pela guerra, no país de suas origens. Essa vivência foi minuciosamente registrada por ela e suas irmãs em fotos e vídeos e desembocou em arte visual, que é o que será exposto ao público poeticamente como forma de exorcizar sua dores ancestrais, marcadas pelos escombros provocados pela Primeira Guerra mundial. É instingante poder visualizar a sua criação a partir da provocação de sua visita a essa país, lido do ponto de vista de sua narrativa poética: "Budzyñ, 21 de abril de 2019 Domingo de Páscoa, os sinos chamam para a missa, os fiéis em roupas de festa atravessam a praça em direção a igreja. Cinco estranhos invadem o cenário de aparelhos celulares em punho em busca de onde mamãe nasceu. Trazer para nossa memória o lugar, a vivência que procuramos. Sentimos falta da memória de nossa família. Fico na dúvida, falta para quem? Para nós, as filhas, ou para mamãe que sabe sobre esse lugar fragmentos do que os irmãos inventaram? Minhas irmãs fotografaram o patrimônio material. Fui atrás de vestígios de coisa nenhuma. Memória de cem anos passados, algum sinal da passagem de meus ancestrais. Nenhuma marca no chão da praça ou nas duas ruas laterais. Achei algo. Marcas de inverno nas paredes. Ajoelho-me e começo a fotografar, meu pulmão se enche de frescor, de um outro ar, da fragrância da terra fértil, do perfume da casa da minha avó, talvez dos objetos de todos os anos. Os desenhos nas paredes contam sobre alguma coisa que me pertence, mas não identifico. As emoções se atropelam, não paro, sigo clicando. Meus olhos investigam cada detalhe deixado pelo tempo nas paredes. As manchas, os mofos, os descascados se sobrepõem formando desenhos, pinturas do frio. Fico atenta, mas os pensamentos somem. Engatinho ao longo das paredes em busca de sinais, de alguma informação que me alimente, me leve a algum lugar, me conte a história de mamãe e me acolha no lugar do afeto. Levanto-me. Pego uma estrada de terra que cruza o campo plantado, fico de cócoras ciscando a terra, lambendo a mão suja, olhando para o horizonte. Olho para o passado, 11 de novembro de 1918: numa dessas fazendas mamãe está nascendo, a décima quinta filha de uma família alemã; distante dali os representantes dos países que lutaram na Primeira Guerra Mundial estão negociando os acordos da nova configuração geopolítica da Europa Central. Budzyñ é anexada à Polônia. Os alemães são evacuados para o território da nova configuração da Alemanha. Minha família imigra para o Brasil." Helena Lopes é uma profícua artista visual da cidade, com uma extensa formação acadêmica tendo em seu curriculo a Faculdade de Artes Plásticas da Universidade de Brasília - UnB, 1984, que a levou a alcançar uma bolsa de aperfeiçoamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico _ CNPq destinada à Pesquisa Cerrado, fonte geradora de imagens em gravura em metal de 1986/90, período em que participou de eventos como parte das atividades do Atelier de Gravuras da Universidade.Começa a expor obras a partir de 1990, participando de exposições e salões no país e no exterior. Respondeu pelo Atelier Revisão da Gravura, organizando regularmente eventos coletivos nos quais participaram artistas gravadores de todo o país, de 1990 a 2015 quando do seu encerramento. Hoje responde pelo Atelier Helena Lopes desde 2021. Do Chão Para o Chão é a produção mais recente da artista e pretende traduzir a sua experiência vivida na Polônia em 2019 em um diálogo sobre a fotografia, a arte digital e a escrita, compostas das seguintes ações: 1- Imagens em arte digital, impressas em Fine Art, sobre papel Canson Rag Photographique 310gsm montadas em moldura e vidro 2- Técnica de vídeo projeção , onde a artista será projetada pelas paredes da galeria em vídeo moto- continuo, fotografando os ambientes na Polônia 3- Vídeo narrativo do processo criativo projetado na parede. 5- Catálogo digital que será acessado na exposição por QRcode e ficará disponibilizado para download na internet 6- Visita guiada na abertura da exposição com a artista e a curadora 7- Três rodas de conversas com três artistas notórios do cenário das artes visuais de renome nacional. Em tempo, o projeto enquadra-se nas finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), art. 1º Lei 8.313 de 23 de dezembro de 1991, nos quesitos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Assim como serão alcançados os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Do Chão Para o Chão é a produção mais recente da artista e pretende traduzir a sua experiência vivida na Polônia em 2019 em um diálogo sobre a fotografia, a arte digital e a escrita, compostas das seguintes ações:1- Imagens em arte digital, impressas em Fine Art, sobre papel Canson Rag Photographique 310gsm montadas em moldura e vidro2- Técnica de vídeo projeção , onde a artista será projetada pelas paredes da galeria em vídeo moto- continuo, fotografando os ambientes na Polônia3- Vídeo narrativo do processo criativo projetado na parede.5- Catálogo digital que será acessado na exposição por QRcode e ficará disponibilizado para download na internet6- Visita guiada na abertura da exposição com a artista e a curadora7- Três rodas de conversas com três artistas notórios do cenário das artes visuais de renome nacional.A exposição acontecerá no Museu Nacional da República, com carta de interesse anexada à proposta e as obras ficarão expostas de 45 a 60 dias de acordo com a negociação futura entre as partes.
Produto - EXPOSIÇÃO Acessibilidade física: todos os locais selecionados para realização do projeto deverão possuir com rampas de acesso, elevador, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição, legendas e textos em Braille. Acessibilidade para deficiente auditivo: vídeos legendados em português e inglês. Disponibilização de visitas guiadas em LIBRAS. Rubricas: “Piso tátil”, "audiodescrição", “Texto”, “Interprete em libras”. Produto – CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: as palestras serão realizadas em locais com rampas de acesso, elevador, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição para os deficientes visuais nas palestras. Acessibilidade para deficiente auditivo: tradução simultânea para LIBRAS. Rubricas:"Serviço de audiodescrição", “Interprete em libras”.
Exposição: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Contrapartida Social: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Diretora Geral/Proponente: Helena Lopes - Responsável pela gestão total do processo decisório do projeto - Formada na Faculdade de Artes Plásticas da Universidade de Brasília - UnB, 1984.Bolsa de Aperfeiçoamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq destinada à pesquisa Cerrado: fonte geradora de imagens em gravura em metal, 1986/90 Período em que participou de eventos como parte das atividades do Atelier de Gravuras da Universidade. Expõe obras a partir de 1990, participando de exposições e salões no país e no exterior. Respondeu pelo Atelier Revisão da Gravura, organizando regularmente eventos coletivos nos quais participam artistas gravadores de todo o país, de 1990 a 2015 quando do seu encerramento. Curadora: Renata Azambuja - Pesquisadora em história e teoria da arte, curadora e arte educadora. É funcionária da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal desde 1991. Atualmente integra equipe da pasta de Arte-Educação na Gerência de Arte Ambiental, Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte – GEAPLA/SUBIN, co-coordenando o projeto Territórios Culturais. Atuou, de 1999 a 2011, como professora colaboradora de disciplinas dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais no Instituto de Artes da Universidade de Brasília-UnB pelo convênio SEEDF/FUB. De 2012 a 2015 exerceu a função de Coordenadora Intermediária de Ensino Médio na SEEDF. De 2014-2020 foi coordenadora de Artes Visuais do Núcleo de Arte do Centro-Oeste - NACO, localizado em Olhos d’água, GO. Designer: Gero Tavares - Diretor criativo do Studio Tavares, com formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura até o Cinema. Atuante no Design e Arquitetura, desde 1998, em projetos residenciais, comerciais e de merchandising, com participação ativa em grandes mostras de decoração como a CASACOR Brasília, o MORAR MAIS POR MENOS Brasília e alguns prêmios de mobiliário, como vencedor do prêmio Abradi 2011. Sendo o merchandising uma das suas áreas de atuação, desenvolveu trabalhos para renomadas marcas como MAINLINE, BONTEMPO, TODESCHINI, VELOSO DESIGN, e atualmente trabalhando na curadoria de mobiliário de design brasileiro para MAMACASA em Sydney – Austrália. Iluminador: Dalton Camargo - Fotógrafo e iluminador profissional, Dalton Camargos descobriu o interesse por luz e imagem quando cursava pedagogia, aos 20 anos. Na juventude, começou a se aproximar das artes gráficas e do teatro e viu na fotografia e na iluminação meios de se expressar artisticamente. “Não foi algo premeditado, fui me desenvolvendo aos poucos”, afirma. Autodidada, o brasiliense de 45 anos é um nome forte por trás de produções no teatro da capital e tem os fins de semana pautados pela família, por cultura e por cuidar de um espaço próprio para arte, a Alfinete Galeria Palestrante: Graça Ramos - Jornalista e palestrante, mestrado em Literatura Brasileira, doutora em História da Arte pela Universidade de Barcelona, com ênfase em arte contemporânea. Atua como curadora independente, se dedicando a estudar, em especial, artistas brasilienses ou radicados na capital.Como consultora da Unesco, assinou o projeto de arte-educação da exposição 7 Povos: retratos de um território, realizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 2019. Contratada pela Unesco, em 2019, para elaborar site destinado a publico infantojuvenil sobre Patrimônio Cultural brasileiro. Em 2021, assinou o caderno de atividades, destinado a crianças e adolescentes, que compõe o box Manifestações culturais do Brasil (Quereres), sobre o patrimônio cultural imaterial do país. Coordenadora Administrativa: Márcia Gomes - Atua desde 2009 no apoio administrativo a projetos culturais, sociais e esportivos, desenvolvendo todo tipo de solução administrativa para proponentes e projetos, indo da elaboração e produção executiva, passando pela gestão administrativa e contábil, até prestação de contas de execução e financeira.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.