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Este projeto pretende realizar a circulação do espetáculo "Impulso" pelo Brasil, apresentando em escolas públicas de ensino fundamental. Além do espetáculo, será oferecida uma oficina para as escolas e um baú com elementos cênicos e musicais que ficará na escola. O espetáculo discute a aceitação de si mesmo, ajudando na compreensão das nossas diferenças e particularidades.
Uma dupla de palhaços, Faísca e Nutela viajam pelo mundo contando e construindo histórias. Ela, doidinha e ligada no 220v, mandona e que sonha em ser superstar. Ele, doce, inocente, sonhador em tempo integral. Esta dupla de palhaços encoraja e diverte as pessoas através da troca de olhares, do jogo e da brincadeira. Juntos, trazem um convite ao bobo e à imensa alegria de sermos nós mesmo quando nos libertamos dos pré-julgamentos e passamos a ser o que de fato somos. Traz a reflexão, a partir da vivência destes palhaços, da vida em sociedade e da individualidade, abrangendo a visão de mundo, com todas as diferenças e transformações. Tudo isso acompanhado de muita de diversão e risadas.
Objetivo Geral Circular, nas escolas públicas de ensino fundamental, um espetáculo teatral com linguagem clownesca que propicia um olhar sobre si, bem como entregar para as mesmas um baú criativo de adereços cênicos e musicais e oferecer uma oficina de experiências e criações na palhaçaria. Objetivo específico Realizar 40 apresentações em escolas públicas de ensino fundamental. Realizar 40 oficinas sobre a linguagem do palhaço nas escolas. Oferecer às escolas participantes 40 baús criativos cênico-musicais.
Impulso é uma força inata que nos leva a agir automaticamente, sem a mediação de um pensamento consciente. É o instante de coragem antes de pular e o que nos faz agir e responder ao mundo. O impulso é único e particular. Pensando neste momento singular que se criou o espetáculo Impulso, uma montagem que fala sobre a aceitação de si mesmo, das nossas diferenças e peculiaridades. O espetáculo, que estreou em 2023 e fez diversas apresentações em SC e SP, usa a linguagem da palhaçaria para promover um olhar sobre si mesmo, o autoconhecimento e o olhar sensível para o outro. O palhaço se joga no mundo como quem experimenta tudo pela primeira vez. Ele tem o olhar curioso e a alma de criança, e é livre de julgamentos e preconceitos. Todo movimento do palhaço é um grande impulso que se encaminha para o desconhecido. E, dentro desse impulso, há os tropeços, os enganos e as trapalhadas. O riso acontece pela forma que o palhaço lida com as diferenças e dificuldades da vida, mas principalmente da espontaneidade com que reage às situações, aceitando suas imperfeições e lidando com elas com leveza e simplicidade. A linguagem do palhaço lida com o mais puro do ser humano, sua essência e suas potencialidades. A partir do momento em que o palhaço se reconhece por inteiro, ele olha para o mundo e para o outro da mesma forma que olha para si mesmo, acolhendo a abraçando seu entorno com a mesma sutileza. Eu sou assim, você é assim. E, justamente por trabalhar com aspectos tão tênues e comuns a todos, o palhaço é universal e acessível a todos. O espetáculo Impulso apresenta os palhaços Faísca e Nutela, que, através das trocas de olhares, do jogo e da brincadeira, trazem para cena um convite à aceitação do ridículo, transformando-o na sensação de liberdade e alegria de ser e aceitar quem se é, sem a preocupação com o que deveríamos ser, com o julgamento do outro. Somos únicos, singulares e complexos. Para esta nova circulação, os locais escolhidos para as apresentações e oficinas foram escolas públicas. A escola é o ambiente onde a criança começa a conhecer a diversidade, saindo do convívio doméstico e um novo mundo é apresentado para ela, através da convivência com professores e colegas com culturas, famílias e tradições diversas. O espetáculo Impulso, dentro da escola, fomenta a discussão sobre a aceitação de si e do outro, justamente nesta fase de socialização tão importante na vida do ser humano. Além disso, as oficinas oferecidas para as escolas trarão, de forma prática, a vivência do palhaço, numa linguagem que trata o diferente como uma característica, tornando as peculiaridades especiais e importantes. O baú ofertado para as escolas é um recurso cênico que ficará disponível para além do momento desta oficina, a fim de que se possa trabalhar com o teatro em diversos momentos. O teatro, na escola, promove a sociabilidade, auxilia na comunicação verbal e corporal e promove aumento da autoestima. Ainda, o projeto prevê a oficina seguida da apresentação do espetáculo, o que possibilita que os alunos consigam ver que a cultura também é um mercado de trabalho, apresentando uma técnica que será refletida posteriormente em cena. Ademais, pensou-se no projeto de forma descentralizada e democrática, incluindo capitais e cidades da região metropolitana de cinco estados do Brasil, apresentando o espetáculo e as oficinas em escolas públicas de ensino, estimulando a diversidade cultural, o acesso gratuito e a inclusão, visto que o espetáculo não possui linguagem falada, e possui um cenário minimalista, sendo adaptado em diversos locais. Por conseguinte, serão disponibilizados também abafadores de ruído para pessoas que se enquadrem no espectro autista e que possuem sensibilidade auditiva, bem como será disponibilizada uma apresentação com audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Acreditamos que o projeto esteja alinhado às orientações da Lei 8.313/91, onde enquadra-se nos incisos I, II, III, IV, VIII e IX do Art. 1º que dizem, respectivamente, sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humano e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Entendemos também que o projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística mediante à realização de espetáculo de artes cênicas e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais mediante à distribuição gratuita de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, conforme o Art. 3º inciso II alínea c e inciso IV, alínea a. Além disso, de acordo com a Instrução Normativa nº 1, de abril de 2023, acreditamos que o projeto esteja de acordo com as medidas de acessibilidade previstas no Art. 25, incisos I e II, que dizem respeito aos recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida e aos recursos no aspecto comunicacional, para pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual. Somando-se a isto, o caráter educativo da distribuição de ingressos a alunos da rede pública de ensino, previsto no Art.29, inciso II e o acréscimo da contrapartida social, em forma de oficina, como anunciado no Art. 30, parágrafo 2º, inciso II.
Sem aplicabilidade
Oficina de clown para alunos das escolas públicas Duração (2h) Objetivos: - Conhecer os princípios e procedimentos que regem a figura clownesca; - Promover a reflexão entre a relação clown, ator e público; - Iniciar as crianças no universo clownesco, a fim de fazê-las conhecer e desenvolver as técnicas deste estilo, desvelando seu próprio clown; - Proporcionar momentos de diversão através de jogos cômicos; - Integrar alunos de diversas idades; - Promover a inclusão através de jogos teatrais que abordam a aceitação de si e dos outros. Metodologia: Exercícios práticos, atividades em grupos, jogos teatrais e musicais.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: O local para as apresentações será dentro da escola, tendo como critério de escolha a acessibilidade, com preferência a espaços amplos, com acesso por rampas e livre de degraus. Acessibilidade para deficiência intelectual: Serão disponibilizados protetores auriculares para aqueles que, dentro da sua especificidade, possuírem sensibilidade auditiva (característica comum atrelada a algumas deficiências intelectuais). Acessibilidade para deficiência auditiva: O espetáculo não usa linguagem falada, portanto, não é necessária a tradução por libras. Mesmo assim, todo o conteúdo produzido e compartilhado nas redes sociais contará com legendagem. Acessibilidade para deficiência visual: Será disponibilizada uma sessão com audiodescrição para pessoas com deficiência visual. OFICINAS: Acessibilidade física: Será escolhida, dentro da escola, uma sala ampla, com portas com largura suficiente para receber cadeirantes, de preferência no andar térreo, ou em outros andares se o espaço possuir rampas de acesso. Acessibilidade para deficiência visual: Não há necessidade de audiodescrição durante a oficina, pois a maneira de contato se faz pelo sensível, através do toque, da percepção e da escuta. Acessibilidade para deficiência intelectual: Serão disponibilizados abafadores de ruído para aqueles que possuírem sensibilidade auditiva. Acessibilidade para deficiência auditiva: Há a previsão de contratação de profissional que fará a tradução em libras caso exista algum participante da oficina com deficiência auditiva.
No intuito de alinhar o projeto no que prevê a IN 01/23, dentro do Art. 28, inciso V, VI e VII e no Art. 29, inciso II, será garantida a captação e veiculação de imagens das atividades e do espetáculo por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; serão realizadas, gratuitamente, atividades paralela ao projeto, em forma de oficina, sendo esta uma ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, considerando de caráter educação, pela realização a alunos da rede pública de ensino.
Amora Produções Culturais: Coordenação geral e gestão administrativa A Amora Produções Culturais surgiu em 2012 na cidade de Porto Alegre e desde então tem atuado intensamente na gestão de projetos culturais via editais e leis de incentivo. Dentre os principais trabalhos já realizados destacam-se: direção executiva para o Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação (Pelotas – 2010) elaboração do projeto do espetáculo Estremeço da Cia Stravaganza aprovado no edital Myriam Muniz e Fomento Porto Alegre (Porto Alegre - 2012), concepção, elaboração e direção executiva no festival Canto Livre Estudantil (Porto Alegre - 2014 e 2016), concepção, elaboração e direção executiva no projeto Arte Movie – Festival de Curtas (Rio Grande do Sul 2014, 2016 e 2020), concepção e elaboração do espetáculo Zaoris aprovado no FAC das Artes (Porto Alegre – 2014), concepção, elaboração e produção executiva do espetáculo #7xbeckett aprovado no edital Funarte na Rua e Fumproarte (Porto Alegre – 2014), concepção, elaboração e produção executiva no projeto Incorpore – Mostra de Dança Inclusiva (Chapecó 0 2018), concepção, elaboração e produção executiva no projeto Cine Circular (várias cidades – 2019), elaboração do projeto Caravaggio: Uma história de Fé (Farroupilha – 2019), concepção e elaboração do projeto Em busca de uma infância perdida (várias cidades – 2020). Foi produtora executiva da primeira edição do Projeto “Impulso: viajando pelo mundo”. Samuel Vier - ator Formação Ensino Superior – Licenciatura em Música – UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul) – Montenegro – RS. Curso de Capacitação Curso de Teclado, realizado nos anos de 1999 a 2000, Prefeitura de Harmonia-RS. Curso de Música, realizado no ano de 2002, Centro Educacional Marista, Bom Princípio-RS. Curso de Música, realizado nos anos de 2003 a 2005, Centro de Eventos, Tupandi-RS Curso de Educação Musical, realizado nos anos de 2005 a 2006, Fundação Municipal de Artes de Montenegro-FUNDARTE, Montenegro-RS, tendo cursado as seguintes disciplinas: Elementos da Linguagem Musical, Canto e Acordeon. Curso de Regência de Coro Infantil e Juvenil, realizado no ano de 2009, Presto Produções e Promoções Artísticas, São Leopoldo-RS. Curso de Regência de Coro Adulto, Técnica Vocal-Regência Coral, realizado no ano de 2010, Presto Produções e Promoções Artísticas, São Leopoldo-RS. Experiência Profissional Começou a atuar profissionalmente na Banda Happy Brass, de Salvador do Sul-RS, com teclado, gaita e canto, de 2003 a 2012. Nesse período participou da gravação de 4 CD’s e também realizou mais de inúmeros shows pela região Sul do Brasil, incluindo uma turnê de 20 dias na Alemanha. De 2009 a 2019 lecionou teclado, acordeon e canto na Associação Cultural, Artística e Esportiva Educando para o Futuro de Harmonia (ACEFH), localizada em Harmonia-RS. De 2011 a 2013 foi professor de música nas escolas municipais de Harmonia-RS. A partir de 2012 até o presente momento é oficineiro de música nas escolas municipais de Vale Real-RS. De 2012 a 2014 fez parte do Grupo Teatral Raros, na cidade de Vale Real-RS, participando das peças “O mágico de Oz”, “Estúpido Cupido” e “Bela Adormecida”. De 2013 a 2018 foi participante do Grupo Teatral Foi o Que Eu Disse, da cidade de Harmonia-RS, atuando como músico e ator em um espetáculo de adaptação “O Auto da Compadecida”; com esse espetáculo participou de inúmeros festivais de teatro no Rio Grande do Sul, onde receberam premiações de melhor espetáculo, melhor cenário, melhor ator coadjuvante, melhor trilha sonora, melhor figurino, dentre outros; participaram também de um festival na cidade de Rivera-Uruguai. De 2014 a 2018 participou da Companhia Cena Aberta, grupo de teatro da cidade de Montenegro-RS, fazendo parte da peça “As Bodas da Filha do Bandoleiro”, que fez aproximadamente 90 apresentações, incluindo o Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre. De 2014 até o presente momento, é gaiteiro e cantor da Banda Hatfield, grupo de música que interpreta sucessos internacionais de Country e Rock’n Roll, localizado na cidade de Montenegro-RS; participou da gravação de dois clipes covers profissionais no YouTube. Em 2023 participou da construção e atuou no espetáculo Impulso. Thais Pegoraro - atriz Graduada com láureas no final de 2018, no curso de Teatro Licenciatura da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Cursos e formações complementares Curso de idiomas na escola CNA: Cursou inglês na escola de idiomas CNA em Bento Gonçalves durante 6 anos, formando-se em 2009 e continuando com aulas de conversação até 2013. Curso intensivo de 30horas de Teatro musical na Escola Teen Broadway localizada no estado de São Paulo, em Janeiro de 2015. Workshop de TV e Cinema com Rodrigo Castelhano da produtora Núcleo Set de Porto Alegre/RS – Curso realizado na Casa das Artes de Bento Gonçalves e pela escola Artistas no Palco, contou com aulas do dia 09 ao dia 12 de fevereiro de 2015, totalizando em 12horas/aula. Formação em dança afro com o professor Daniel Amaro, concluído em 20 de novembro de 2016 com carga horária de 45 horas/aula. Oficina de Clown com o professor Gilbert Diniz, no Espaço Artístico Vale do Arvoredo em Morrorouter/RS, dias 22 e 23 de Junho de 2019. Participação em mais de 35 workshops de dança e teatro, que abarcam em torno de 140 aulas, incluindo danças urbanas e dança contemporânea e teatro, totalizando em mais de 450 horas/ aula. História Dança desde os 10 anos de idade, começando pela Dança do Ventre e passando por diversos estilos até chegar, em 2014, às Danças Urbanas, neste mesmo ano inicia seu processo na cena teatral, com aulas de teatro e experimentações na área. Em 2015, enquanto permanece nas aulas regulares de Danças Urbanas e Dança Afro Experimental, entra para o grupo Urbanology com direção de Alan Correa, onde desenvolveu trabalhos comerciais, participou de festivais, workshops e um grupo de estudos com foco nos Passos Sociais. Durante o ano de 2015 também trabalhou na Companhia Teatral Ameno, na qual foi desenvolvido um musical. Na Cia houve um trabalho intensivo vocal, interpretativo e corporal. Seu contrato terminou no final de 2015 em função do término do projeto. Participou do projeto “Hit’s Retrô”, que consistiu em um grupo de danças que animava festas no estilo Retrô e Flash Back. Graduou-se em Teatro Licenciatura no final do ano de 2018 pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. No ano de 2017 apresentou dois espetáculos teatrais contemporâneos como conclusão de duas cadeiras de Oficina Montagem, chamados “Enquanto as cabeças queimam” (Adaptação livre de Noites na Taverna) e “Ágora” (Construção coletiva baseada em experimentações). Desenvolveu um espetáculo como diretora em 2018 na Cadeira de Prática de Encenação Teatral, orientada pela professora Jezebel De Carli, chamado “Contos de Terror e Miséria” (Adaptação livre de Terror e Miséria no III Reich de Bertold Brecht), apresentando na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul em Montenegro, em uma escola de Montenegro como parte de uma programação especial e também do evento Bento em Cena ocorrido em 2018 na cidade de Bento Gonçalves. No segundo semestre de 2018 apresentou um monólogo, orientada pelo professor Marcelo Adáms, sobre cultura africana como exercício de conclusão de curso, fazendo um estudo de como seu corpo ressoa seu amor por essa cultura. Participou do Pibid (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) de 2015 a 2018, no qual desenvolveu projetos e oficinas nas escolas de baixo Idebi da cidade de Montenegro; levando suas pesquisas a seminários de educação, recebendo em 2017 o prêmio Destaque pela pesquisa de seu grupo. Publicou sua pesquisa no livro Florações, que reuniu as pesquisas feitas na área artística educacional do ano de 2016. Durante os anos de 2016 e 2017 ministrou oficinas de teatro no colégio Sagrado Coração de Jesus, onde, além das aulas, desenvolveu quatro peças teatrais como conclusão das oficinas. No ano de 2016 dirigiu “Julietas” (Inspirado no clássico Romeu e Julieta de Shakespeare) e “Sonhos de uma noite divertida” (Adaptação e releitura do clássico Shakesperiano Sonhos de Uma Noite de Verão). No ano de 2017 dirigiu “Etapas para um sonho” e “Circo da Imaginação”, peças criadas a partir dos improvisos e vontades dos alunes. No início de 2017 se forma no Curso de Formação em Dança Afro com o professor Daniel Amaro. Abriu sua empresa (MEI), para prestação de serviços como animação de festas e serviços artísticos de variadas espécies, intérprete e instrutor de artes cênicas, com o nome de ARTETAI no ano de 2016. Desde então atua em variados eventos fazendo pinturas de rosto e animações em geral, como também trabalhos artísticos por meio de leis de incentivo à cultura. Em 2016 participou do projeto “Per Sempre Tchê” desenvolvido na cidade de Bento Gonçalves, resultando em um espetáculo que contava a história dos imigrantes que vieram para a cidade. O espetáculo contou com a direção do coreógrafo Jair Morais e contou com 7 apresentações. Em 2017, passa a fazer parte da equipe de professores da Sala de Ensaio em Bento Gonçalves, espaço que desenvolve atividades artísticas especialmente nas áreas da dança e do teatro, onde ministra aulas de teatro e danças urbanas desde então. Atou nas peças “Álbum de família” (Adaptação da obra de Nelson Rodrigues) e “Cavalinho Azul” (Adaptação da obra de Maria Clara Machado), resultado da cadeira do curso de Teatro Licenciatura da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, chamada “Prática em Encenação Teatral” em 22 de junho de 2016 apresentada no Teatro Teresinha Petry Cardona em Montenegro, dirigida respectivamente por Raquel Peres e Mahrcia Carraro. Desde o início de 2018 passou a fazer parte da Companhia de Dança Teatro “A Trupe Dosquatro” dirigida por Edson Possamai e Cristian Bernich, onde atua como bailarina, atriz e intérprete. Desde então apresentou dois espetáculos – Bela, eu Feroz – que contou com 3 apresentações incluindo o III Congresso Estadual de Cultura realizado em Bento Gonçalves; e O Baile da Primavera – Espetáculo apresentado em comemoração aos 40 anos da empresa Concresul. A Cia continua em atividade desenvolvendo os próximos trabalhos. Como parte da Cia A Trupe Dosquatro, faz aulas regulares de Dança Contemporânea com o professor Cristian Bernich, Em 2019 integra a equipe de professores da Fundação Casa das Artes em Bento Gonçalves como professora de Teatro. É Professora de Danças rítmicas para a Maturidade Ativa do Sesc de Bento Gonçalves/RS desde 2018. Em 2023, criou e atuou no espetáculo Impulso. Atividades complementares Apresentação de pesquisa no 5º e 6º Siepex (Salão Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Uergs), nos anos de 2015 e 2016 com certificação. Apresentação de pesquisa no 4º e 5º Seminário do Pibid Uergs nos anos de 2015 e 2016 com certificação. Apresentação de pesquisa no 7º Siepex (Salão Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão da Uergs), ocorrido em Tapes/RS no ano de 2017 com certificação e premiação como trabalho destaque. Apresentação de pesquisa no 6º Seminário do Pibid Uergs, no ano de 2017 ocorrido em Alegrete/RS, com certificação. Participação no Cine Debate com o documentário “A Revolta dos Pinguins” no dia 24 de outubro de 2017 durante a 5ª Semana Acadêmica da Uergs. Participação do “V Encontro Nacional de Pedagogia Das Artes Cênicas- O Ensino das Artes Cênicas nos Tempos do Cólera” que ocorreu de 17 a 20 de maio de 2018.
PROJETO ARQUIVADO.