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Este projeto tem como objetivo a criação e publicação de 2.000 exemplares de um livro bilíngue (português e inglês) que destaque a beleza e a importância da cultura Yanomami, índios considerados um dos últimos povos neolíticos do mundo. O repertório de imagens apresentado neste projeto é parte de um acervo de imagens capturadas na expedição de 1995 de Antonio Mari, na aldeia de Abruwa-teri no distrito de Marari, estado do Amazonas. A publicação terá textos/legendas que acompanharão as imagens evidenciando os valores socioculturais e ambientais da região. Além da produção do livro, o projeto contempla a realização de uma ação de cunho educativa-cultural, como contrapartida social, que é a realização de uma exposição com acesso gratuito em local de fácil acesso e a produção e distribuição para professores e alunos de escolas públicas de um catálogo com adaptação do conteúdo do livro para informação sobre a cultura indígena e contato com um produto de valor artístico relevante.
O livro registrará a beleza e a importância da cultura Yanomami, índios considerados um dos últimos povos neolíticos do mundo. Os Yanomami formam uma sociedade de caçadores-agricultores da floresta tropical do Norte da Amazônia cujo contato com a sociedade nacional é, na maior parte do seu território, relativamente recente. Seu território cobre, aproximadamente, 192.000 km², situados em ambos os lados da fronteira Brasil-Venezuela na região do interflúvio Orinoco - Amazonas (afluentes da margem direita do rio Branco e esquerda do rio Negro). Constituem um conjunto cultural e linguístico composto de, pelo menos, quatro subgrupos adjacentes que falam línguas da mesma família (Yanomae, Yanõmami, Sanima e Ninam). A população total dos Yanomami, no Brasil e na Venezuela, era estimada em cerca de 35.000 pessoas no ano de 2011. Os Yanomami vivem em grandes casas comunais circulares chamadas de “yanos” ou “shabonos”. Algumas podem acomodar até 400 pessoas. A área central é utilizada para atividades tais como rituais, festas e jogos. Cada família tem sua própria fogueira onde o alimento é preparado e cozido durante o dia. À noite, as redes são penduradas próximas ao fogo, que é alimentado durante toda a noite para manter uma boa temperatura. Os Yanomami acreditam fortemente na igualdade entre as pessoas. Cada comunidade é independente das outras e eles não reconhecem “chefes”. As decisões são tomadas por consenso, frequentemente após longos debates, onde todos têm o direito à palavra. Como a maioria dos povos amazônicos, as tarefas são divididas de acordo com o gênero. Os homens caçam animais, como queixadas, antas, veados e macacos, e muitas vezes usam o curare (um extrato de planta) para envenenar suas presas. Os Yanomami têm um enorme conhecimento botânico e utilizam cerca de 500 plantas como alimentos, remédios, para a construção de casas e de outros artefatos. Eles se sustentam em parte pela caça, coleta e pesca, mas as roças também são cultivadas em roças amplas localizadas na floresta. Como o solo amazônico não é muito fértil, um novo jardim é criado a cada dois ou três anos. Todas essa riqueza cultural será revelada através do olhar primoroso de Antonio Mari, nesse livro que é o principal produto para esse projeto em questão.
OBJETIVO GERAL Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressãoA existência do projeto se destina a valorizar um trabalho artístico inédito e valorizar a cultura indígena dos índios Yanomamis, revelando aspectos cotidianos de sua relação com a natureza e entre si. Então, o objetivo geral do projeto é o de produzir um livro de alto valor artístico, valorizar a cultura dos primeiros povos que habitaram o Brasil e trazer um conteúdo de imagens e textos que exaltem a beleza da Amazônia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) Produto Livro- Confeccionar e editar 2.000 exemplares do livro "YANOMAMI", relatando toda a experiência artística do fotógrafo Antonio Mari através da reprodução de 180 imagens com textos-legendas em uma edição em português e com tradução para o inglês.- Realizar um (01) evento de lançamento aberto ao público, onde sejam convidados o público em geral, imprensa e parte da comunidade cultural que tenha uma relação mais estreita com o tema do livro. Essa ação tem a intenção de alcançar 200 pessoas interessados.- Publicar a versão adaptada do livro para versão em e-book para leitura e navegação em leitores digitais. B) Produto Exposição (Contrapartida social)- Realizar a produção e distribuição de 10.000 exemplares de catálogo para professores e alunos da rede de escolas públicas com adaptação do conteúdo do livro para informação sobre a cultura indígena e contato com um produto de valor artístico relevante.- Realizar uma (01) exposição em local gratuito e de fácil acesso e que contemple o contato direto do público com a exibição de 24 totens adesivados com fotografias do artista Antonio Mari e textos explicativos, durante o período de 10 dias, com horário de visitação em horário comercial.
O projeto aqui apresentado se justifica pela promoção e estímulo para a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. De fato, é o que pretende o projeto, ao valorizar um artista que reconhecidamente traduz em sua fotografia uma expressão sociocultural brasileira. E, iremos utilizar no projeto mão de obra local para diversos itens da execução. O projeto tem como finalidade fomentar a produção cultural e artística mediante a edição de uma obra impressa de valor artístico, mas não só isso, como também preservando e difundindo o trabalho de um artista pouco conhecido, garantindo o acesso à uma parte da população de baixa renda uma parte da tiragem. Produzir de um livro inédito sobre uma cultura ameaçadaRegistrar em um livro de fotografias o rico ambiente natural das tribos Yanomamis e da região amazônica. A terra onde habitam há milênios é muito rica em madeiras nobres e metais preciosos. Considerados um dos últimos povos neolíticos do mundo, os últimos remanescentes do "nobre selvagem", o ecologista natural que vive pacificamente em harmonia com a natureza, restam atualmente cerca de 20 mil integrantes dessa nação indígena vivendo em variados níveis de isolamento na região da floresta amazônica, entre o Brasil e a Venezuela Revelar a importância da cultura indígena, em especial, da cultura YanomamiA identidade cultural dos Yanomami está sendo rapidamente comprometida pelo aculturamento promovido tanto por garimpeiros ilegais, quanto por bem intencionados missionários. Ao longo dos anos esses índios tem sido vitimas de inúmeros massacres que os vem dizimando não só fisicamente, como também culturalmente. Portanto, uma documentação dos costumes e práticas cerimoniais dos Yanomami se torna necessária para que futuras gerações tomem conhecimento dessa cultura indígena antes que ela desapareça. Posse de permissão para comercialização das fotografiasA partir de uma lei de 1998 que regulamenta o direito de imagens dos índios ficou bastante restrito o ingresso de profissionais de imagem em áreas indígenas. No entanto, além dessas fotos terem sido produzidas antes da publicação dessa lei, o fotografo retém um documento assinado pelo presidente da FUNAI autorizando o uso das imagens capturadas na aldeia de Abruwa-teri "para uso comercial". Registrar a beleza e a relevância da localidade por Antonio MariAntonio Mari mora em Salvador e divide seu tempo entre o Brasil e os Estados Unidos trabalhando em projetos pessoais bem como trabalhos comissionados e se especializa cada vez mais no conceito social buscando enfoque em diferentes características de grupos étnicos. As expedições documentais de Antonio Mari às aldeias Yanomami enfocaram a etnicidade e o artista retrata através de suas obras características comuns da nação Yanomami. Em Junho de 2011 o artista realizou sua primeira exposição no Brasil que foi sob a curadoria de Dílson Midlej com o tema de fotografia de rua produzida em Nova York entre 1986 e 2010 e intitulada "New York Street Scenes". Em novembro artista foi o vencedor oficial do PRIX PHOTO WEB 2012 promovido pela Camera de Comercio Brasil-França, a Aliança Francesa-Rio e a embaixada da França no Brasil.
Não se aplica. Os formulários já preenchidos descrevem todas as informações básicas necessárias ao projeto. Caso haja alguma informação pendente, estaremos à disposição para informar e esclarecer.
Livro • 30x30 cm (fechado) / 60x30 cm (aberto)• Miolo em 4x4 cores em papel couchè fosco 170 gr.• 148 páginas• Capa dura (papelão) revestida em papel couchè fosco 120 gr. em 4x0 cores e aplicação de laminação fosca.• Guarda em 4x4 cores em papel couchè fosco 170 gr.• Costura de linha e plastificação shrink individual• Tiragem: 2.000 exemplares Catálogo • 20x20cm (fechado) / 40x20 cm (aberto)• Papel couchè fosco 120 gr. em 4x4 cores• 12 páginas• Tiragem: 10.000 exemplares
PRODUTO - LIVRO - Acessibilidade física: O proponente se compromete a lançar o livro em local que atenda às especificações de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. Assim, ao que compete à Acessibilidade física, o local destinado ao lançamento dispõe de rampas e banheiros adequados a portadores de deficiência ou mobilidade reduzida.- Acessibilidade para PcD auditivos: não se aplica - Acessibilidade para PcD visuais: Será produzida, divulgada e disponibilizada versão com recurso de audiodescrição e legenda para portadores de deficiência visual. Os custos necessários para cumprimento desta ação já estão inseridos na planilha orçamentária.- Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Destacar profissional responsável e habilitado para atendimento específico para a pessoa que necessite atenção especial, de modo que o projeto contemple a todos que desejem acesso ao conteúdo. Como as possibilidades de limitações são diversas, a coordenação do projeto avaliará de forma individual caso a caso. PRODUTO - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - CATÁLOGO E EXPOSIÇÃO CatálogoO proponente se compromete a produzir e distribuir um catálogo para alunos da rede pública de ensino. A escolha das escolas será feita após consulta aos órgãos administrativos responsáveis.- Acessibilidade física: Não se aplica- Deficientes auditivos: Não se aplica- Deficientes visuais: O catálogo terá um qr code com um vídeo/áudio do fotógrafo Antonio Mari falando sobre o projeto e sobre as obras.Exposição- Acessibilidade física: O proponente se compromete a realizar a exposição em local que atenda às especificações de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. Assim, ao que compete à Acessibilidade física, o local destinado à realização da mostra dispõe de rampas e banheiros adequados a portadores de deficiência ou mobilidade reduzida.- Acessibilidade para PcD auditivos: não se aplica- Acessibilidade para PcD visuais: No dia da exposição, o projeto contará com um profissional que poderá fazer o acompanhamento do visitante portador de limitação visual, explicando visualmente cada obra exposta.- Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Destacar profissional responsável e habilitado para atendimento específico para a pessoa que necessite atenção especial, de modo que o projeto contemple a todos que desejem acesso ao conteúdo. Como as possibilidades de limitações são diversas, a coordenação do projeto avaliará de forma individual caso a caso.
Democratização de Acesso: Em atendimento ao disposto no Artigo 27 da IN Nº 1, de 10 de abril de 2023, especificamos abaixo as medidas que serão adotadas para democratização do acesso: - Serão destinados 10% dos livros (200 exemplares) para distribuição gratuita por parte da empresa patrocinadora do projeto. - Serão destinados 10% dos livros (200 exemplares) para distribuição gratuita com caráter social-educativo. Esses livros serão doados à projetos sociais, escolas, universidades, bibliotecas comunitárias, municipais, estaduais e privadas, desde que tenham reconhecido caráter de acesso gratuito para populações de baixa renda. Esse percentual está descrito no campo "Plano de Distribuição" no item "Distribuição Gratuita" / "População". - Serão destinados até 10% dos livros (200 exemplares) para distribuição gratuita para ações de divulgação do projeto para imprensa e formadores de opinião. - Serão destinados 20% dos livros (400 exemplares) para comercialização ao valor de R$ 35,00, respeitando a indicação de não ultrapassar 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. - A comercialização do livro nesta proposta será limitada a 50% da tiragem de 2.000 exemplares, ou seja, 1.000 exemplares, sendo que a empresa proponente garante que o preço ofertado será limitado a R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), valor abaixo do limite sugerido pela Intrução Normativa. Amplicação de Acesso: Em atendimento ao disposto no Artigo 28 da IN Nº 1, de 10 de abril de 2023 do Ministério da Cultura, recorremos ao inciso indicado abaixo: X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Sendo assim, como ação a ser avaliada pelo Ministério da Cultura para esta proposta, o proponente sugere disponibilizar de forma gratuita a versão digital do livro a ser produzido com todo o conteúdo da publicação. Sem dúvida esta é uma ação que visa garantir o acesso ao livro por todos que o desejem.
A) FICHA TÉCNICA DOS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS · P55 Edição A P55 Edição teve início em 2002, em Salvador, Bahia, e tem como conceito editorial publicações de livros nos segmentos de artes plásticas, cultura brasileira, prosa, poesia, antropologia, gastronomia, fotografia e literatura infantil. A editora tem como principal foco publicações de autores baianos, ou que residam na Bahia, e a disseminação sem restrições da cultura baiana e brasileira a preços acessíveis, seja editando livros raros em domínio público ou publicando livros inéditos. Segue abaixo relação de alguns títulos publicados pela P55 Edições nesta trajetória: Coleção Biblioteca Básica da Literatura Baiana Descrição da ilha de Itaparica, de Manuel de Santa Maria Itaparica; A cachoeira de Paulo Afonso, de Castro Alves; Primeiras Trovas Burlescas de Getulino, de Luis Gama; Livro Maria Dusá, de Lindolfo Rocha; Livro Inspiração do Claustro, de José Joaquim Junqueira Freire. / Coleção Auto Conhecimento Brasil (A/C\BRASIL) Memória a respeito dos escravos e tráfico da escravatura entre a Costa d´Africa e o Brasil, de Luís Antônio de Oliveira Mendes; O animismo Fetichista dos Negros Baianos, de Nina Rodrigues; A Raça Africana e Seus Costumes na Bahia, de Manuel Querino; A Destruição de Angola Janga, Correspondência da Guerra dos Palmares; Arte Culinária na Bahia, de Manuel Querino / Coleção Cadernos do Vila O teatro de cabo a rabo, do vila para o interior e vice-versa; - Haydil Linhares – 4 peças; O teatro do bando, negro baiano e popular, de Marcos Uzel; O teatro de cabo a rabo, do vila para o interior e vice-versa / Outros livros editados pela P55 Cantos, Contos e Contas, de Viga Gordilho; Novas pinturas, de Sante Scaldaferri; Forma e cor na arquitetura de Fernando Peixoto; O olhar inventa o mundo, de Cacilda Povoas; Bala, de Luís Turiba; 3 Histórias, de Luis Henrique Dia Tavares; O Bom Comer, de Sandra Gordilho; Bahia – 20 Postais, de Sérgio Rabinovitz; O Caminho do Mar, de Maria Salles; 3x Novos Novos, de EdsonR; Histórias e estórias da capoeiragem, de Mestre Bola Sete; Bahia negra na coleção museu tempostal, de Jeferson Bacelar e CláudioPereira; Candomblé – Tradição e Mudança, de Júlio Braga; O pólo petroquímico de Camaçari, de Adary Oliveira; Baba Egum, de Marisa Vianna; Artesanato da Bahia, de Marisa Vianna; Encantos de Tinharé, de Rui Rezende; Teatro de Cordel, de Armindo Bião; Chapada Diamantina – Um paraíso desconhecido, de Rui Rezende; A Arte de Tatti Moreno; Via e-mail – Encontro com artistas brasileiros; Sérgio Rabinovitz. Site www.p55.com.br · Antonio Mari Antonio Mari é um fotógrafo brasileiro natural do Espirito Santo com Mestrado em Fotografia pela NYU -New York University e bacharelado em Comunicação Social pela UFMG - UniversidadeFederal de Minas Geral e especializado em temas etnográfi cos, como o registro da arte e modo de vida de povos e culturas fora do universo da civilização ocidental. Durante seu curso de graduação na UFMG, entre 1980 e 1984, o fotógrafo desenvolveu um projeto de documentação sobre as manifestações folclóricas nas cidades históricas de Minas Gerais com bolsa de iniciação científica concedida pelo CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científi co e Tecnológico. Ao graduar-se em 1984, ele foi contemplado com uma bolsa de estudos para cursar Mestrado na Ohio University nos Estados Unidos onde desenvolveu um projeto de fotografi a etnográfica sobre a comunidade Amish (grupo religioso cristão anabatista baseado nos Estados Unidos e Canadá. São conhecidos por seus costumes conservadores, como o uso restrito de equipamentos eletrônicos http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletroeletr%C3%B4nico, inclusive telefones e automóveis) no estado de Ohio. Em 1986 Antonio Mari se transferiu para a New York University, onde participou de duas exposições coletivas na Washington Square East Gallery e na New Exhibition Space - NYU. Foi também contemplado com uma menção honrosa na competição nacional de fotografi a "Best of College Photo Contest" promovida pela PhotographersForum Magazine. Ao graduar-se em 1988, Antonio Mari foi escolhido em um concurso nacional para participar de um programa de treinamento editorial promovido pela CapitalCities/ABC Broadcast e trabalhou em três dos jornais diários daquela corporação, através dos Estados Unidos. Em um desses jornais, o Belleville News Democrat, foi agraciado comuma menção honrosa de história fotográfica de 1989, concedido pela Illinois Press Association. Em 1990 ele encerrou sua carreira em jornais para se tornar um fotógrafo independente trabalhando em projetos artísticos, comerciais e pessoais. De 1995 a 2003 Antonio Mari desenvolveu um projeto de documentação fotográfica sobre a cultura dos índios Yanomami na floresta amazônica brasileira. Seu trabalho com aquela naçãoindígena gerou até o momento três exibições temáticas. A primeira em 1998, intitulada "Yanomami: Os Últimos Dias de Éden", realizada na cidade de Strasbourg, na França, recebeu aaclamação da crítica nos jornais locais. As duas seguintes foram nos Estados Unidos da América: uma na primavera do ano 2000 chamada "Yanomami: Stone Age Survivors", na TarantoArt Gallery em Chelsea - Nova York e a outra no outono de 2001 no Hillwood Art Museum, em Brookville, Nova York, intitulada "Yanomami: Children of Eden". Essa última teve a aberturacancelada devido aos trágicos eventos daquele dia 11 de Setembro de 2001. O trabalho do fotógrafo Antonio Mari é distribuído licenciado para publicação pela agencia norte americana Zuma Press. Nos Estados Unidos, um ensaio fotográfi co com seis imagensfoi publicado pela revista Newsweek e múltiplas historias fotográfi cas impressas na revista Time, Science e no jornal Boston Globe. Seu trabalho tem sido publicado também no New YorkTimes, New York Post, Newsday, Gannett Newspapers, Asahi Shimbun (Japão), Geo Magazine (Alemanha) e revista Veja. Entre seus clientes comerciais estão a Ford Foundation, AmericanCancer Society, Greenpeace USA, entre outros. Antonio Mari é baseado em Salvador e divide seu tempo entre o Brasil e os Estados Unidos trabalhando em projetos pessoais bem comotrabalhos comissionados e se especializa cada vez mais no conceito social buscando enfoque em diferentes características de grupos étnicos. As expedições documentais de Antonio Mari às aldeias Yanomami enfocaram a etnicidade e o artista retrata através de suas obras características comuns da nação Yanomami. Por faltade patrocínio ele nunca pode expor as imagens fotográfi cas “Yanomami: Crianças do Eden”no Brasil. Em Junho de 2011 o artista realizou sua primeira exposição no Brasil que foi sob a curadoria de Dílson Midlej com o tema de fotografia de rua produzida em Nova York entre 1986 e 2010 e intitulada “New York Street Scenes”. Em novembro artista foi o vencedor ofi cial do PRIX PHOTO WEB 2012 promovido pela Camera de Comercio Brasil-França, a Aliança Francesa-Rio e a embaixada da França no Brasil. Um conjunto maior de sua obra pode ser visualizadoem seu web site: www.antoniomari.com · Demais integrantes da ficha técnica Esclarecemos que demais integrantes da ficha técnica serão selecionados após a efetivação da etapa de financiamento do projeto, momento o qual reuniremos condições de negociação e efetivação de contratos, inclusive, com recursos humanos locais à região tema do projeto, preservando sempre a qualidade para o resultado final do livro. B) ATIVIDADE DO PROPONENTE P55 Edição A P55 Edição é a empresa proponente deste projeto e estará responsável pela coordenação geral, editoração de miolo e capa do livro, coordenação de produção gráfica e elaboração da prestação de contas, sendo responsável pelas atividades técnicas-financeiras-administrativas do projeto e receberá pelas pelas respectivas rubricas indicadas na planilha orçamentária, sendo remunerada por estas atividades.
PROJETO ARQUIVADO.