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Realizar a encenação do espetáculo: "BEREU".Peça teatral baseada em fatos reais, que ilustra as experiências de vida de reeducandas de um presídio feminino, visando dar conhecimento e publicidade a sociedade civil das mazelas sofridas pelas reeducandas do sistema penitenciário brasileiro.
Montagem e encenação da peça “BEREU”, que retrata as vivências das apenadas do Presídio Ana Maria do Couto May, que corroboram com a demonstração de abandono social, ausência de politicas sociais, falta de investimentos na educação carcerária, por parte do poder público. Destacamos que o nome da peça a ser montada e encenada, “BEREU”, trata-se de uma gíria usada nas prisões, entre as pessoas presas e também com o mundo aqui fora, o qual significa: bilhete, recado, carta. A relevância deste projeto está na exteriorização, das mazelas e dificuldades vividas pelas apenadas no cárcere. De maneira a divulgar para sociedade civil os fatos reais, que ocorrem no dia a dia das penitenciárias do Brasil. Será relatado no espetáculo a vivência das apenadas com os codinomes relatados abaixo, que cumprem pena no Presidio Ana Maria do Couto May. 1 - Maria Aparecida; 2 – Ludmila; 3 – Carolina; 4 – Soraya; 5 – Maria Joana; 6 – Priscila; 7 – Melissa; 8 – Madalena; 9 – Jucélia; 10 – Tereza.
Geral: Veicular o espetáculo "Bereu", através da companhia de teatro Cena Onze, nas cidades de Rio Branco/AC; Macapá/AP; Sinop/MT; Rondonópolis/MT; Nortelândia/MT, Cuiabá/MT, Sorriso/MT, visando dar conhecimento a sociedade civil das mazelas sofridas pelas reeducandas do sistema carcerário, através das narrativas e encenação de fatos reais. Específicos: Realizar 14 (quatorze) apresentações gratuitas do espetáculo "Bereu", em 3 Estados Brasileiros, sendo 2 (duas) apresentações em cada Cidade totalizando 7 Cidades; Apresentar ao público em geral a realidade de vida da população carcerária feminina de um presídio brasileiro; Agraciar aos espectadores com o conhecimento dos fatos reais, que ocorrem dentro dos presídios e que não são divulgados para a sociedade; Possibilitar a sociedade em geral, conhecer e refletir sobre as políticas públicas em prol das reeducandas e população encarcerada.
Este projeto atenderá a IN Nº 001/2023, artigo 28, em seus incisos II e IV, como segue: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; OBS: ESPETACULO SERÁ GRATUITO PARA TODAS AS PESSOAS. e IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Analisando o território nacional, constatamos que as primeiras prisões femininas foram criadas em meados da década de 1940. Todavia, destaca-se que em 1937 foi criado o primeiro estabelecimento prisional para mulheres, chamado de Reformatório de Mulheres Criminosas e depois, recebeu o nome de Instituto Feminino de Readaptação Social, na cidade de Porto Alegre- RS. Ainda no início da década de 1940, outras penitenciárias femininas foram sendo criadas por todo o Brasil, como em São Paulo, no ano de 1941, denominada de Presídio de Mulheres de São Paulo. (Decreto n. 12.116 de 11 de agosto de 1941. Disponível em: https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto.lei/1941/decreto.lei-12116-11.08.1941.html#:~:text=12.116%2C%20de%2011.08.1941&text=Disp%C3%B5e%20sobre%20a%20crea%C3%A7%C3%A3o%20do,6.%C2%BA%20n. Acesso em 17 de fevereiro 2023) No ano de 1942, foi inaugurada no Rio de Janeiro, mais uma penitenciária feminina (Decreto 3.971, de 24 de dezembro de 1941 Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3971-24-dezembro-1941-414013-publicacaooriginal-1-pe.html#:~:text=DECRETA%3A,Penitenci%C3%A1ria%20Central%20do%20Distrito%20Federal. Acesso em 17 de fevereiro 2023). Desde os primórdios da criação das penitenciarias femininas, nota-se que as políticas públicas concernentes ao cárcere adotam um modelo unicamente masculino para a elaboração de suas diretrizes, o que evidencia a grande consequência desse sistema, que é a violência sofrida pelas mulheres, tanto no âmbito físico, quando no psíquico e emocional. Desse modo, o bem mais precioso de cada indivíduo é afetado, que é a sua dignidade humana (RAMPIN, 2011, p. 31). A realidade carcerária é uma das questões mais complexas do Brasil. É de conhecimento geral que os presídios brasileiros encontram-se em situação completa de caos e de negação de valores humanos básicos. Celas apertadas e com número superior de pessoas para além do limite permitido em seu interior, higiene precária, prédios envelhecidos e sem conservação, além de outros fatores que afetam diretamente a saúde e as condições de vida de cada indivíduo habitante daquele local, são realidades observadas nos presídios atuais. Os estabelecimentos destinados à execução da pena deveriam ser instrumento para ressocialização do infrator, devendo, portanto, proporcionar condições mínimas de saúde e segurança, promovendo situações destinadas ao reingresso do indivíduo na sociedade, porém, a realidade é bem distante do que a teoria indica. Ademais, todos esses fatores são agravados quando se verifica a situação vivenciada no cárcere feminino: O tratamento para mulheres presas é pior que o dispensado ao homem, que também sofre com as precárias condições na prisão, mas a desigualdade de tratamento é decorrente de questões culturais. Em nossa Constituição Federal possui um principio na qual regula as necessidades, é o principio da individualização penal, conforme o artigo 5º, inciso XLVIII, segundo o qual "...a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado (BORGES, 2005, p. 87). Além das condições insalubres observadas dentro das celas dos presídios, com animais por toda parte, como ratos e baratas, responsáveis por proliferarem doenças para as presas, as condições de assistência médica e psicológica são mínimas, principalmente para as mulheres que, mesmo grávidas, permanecem em situações absurdas de evidente descaso. Bem como, no tocante às visitas íntimas, além de ter sua liberdade reprimida, possui seu instinto sexual também contido, sendo reflexo de uma sociedade machista e patriarcal. A mulher possui amplos direitos sobre seu corpo e sua sexualidade, o que não é verificado ao analisar a burocracia e a desigualdade de tratamento em comparação às com as visitas íntimas masculinas. Diante de toda a situação relatada acima, o sistema prisional serviu como um produtor de saber, através de observações e do resultado das pesquisas e convivência de mais de 14 (quatorze) anos com as mulheres encarceradas no Presídio Feminino Ana Maria do Couto May, situado no Estado de Mato Grosso, na Cidade de Cuiabá, onde o Grupo Cena Onze, realiza oficinas de teatro, dança e figurino, como meio de inclusão social das apenadas. Além dessa vivência, foram feitas leituras e rodas de conversas com pesquisadoras e trabalhadoras da área, os quais revelou o drama do universo carcerário feminino, que mesmo nos dias atuais, tem o aprisionamento das mulheres baseado sobre o prisma masculino e alicerçado no caráter sexista e homofóbico da formação policial e militar, que constrói o feminino como algo inferior. Dessa forma, surgiu o Projeto para montagem da peça "BEREU", que retrata as vivências das apenadas do Presídio Ana Maria do Couto May, que corroboram com a demonstração de abandono social, ausência de politicas sociais, falta de investimentos na educação carcerária, por parte do poder público. Destacamos que o nome da peça a ser montada e encenada, "BEREU", trata-se de uma gíria usada nas prisões, entre as pessoas presas e também com o mundo aqui fora, o qual significa: bilhete, recado, carta. A relevância deste projeto está na exteriorização, das mazelas e dificuldades vividas pelas apenadas no cárcere. De maneira a divulgar para sociedade civil os fatos reais, que ocorrem no dia a dia das penitenciárias do Brasil. Será relatado no espetáculo a vivência das apenadas com os codinomes relatados abaixo, que cumprem pena no Presidio Ana Maria do Couto May. 1 - Maria Aparecida; 2 _ Ludmila; 3 _ Carolina; 4 _ Soraya; 5 _ Maria Joana; 6 _ Priscila; 7 _ Melissa; 8 _ Madalena; 9 _ Jucélia; 10 _ Tereza.
DAS PREMISSAS SOCIAIS 1 - Pluralidade Cultural A peça a ser veiculada, traz a tona a pluralidade dos fatos vivenciados pela população carcerária brasileira, em especial a feminina. Demonstrando o cotidiano das pessoas não livres, bem como, possibilitar um olhar sensível a essa causa, pela sociedade civil em geral. Ressaltando ainda que as encarceradas de hoje, antes dessa condição viviam em ambientes diversos, com origens em regiões distintas, que carregam culturas múltiplas, vivencias educacionais diferentes. E são pessoas que de repente vão viver sob o mesmo “teto”, em um ambiente com espaço restrito, levando cultura, educação, costumes, trejeitos, linguajar, tradições completamente distintos. Em um lugar que contém regras próprias, as quais todos devem obedecer. 2 – Multidisciplinaridade O projeto visa enriquecer o conhecimento da sociedade civil, das dificuldades e mazelas existentes atrás dos muros dos presídios. Para promover a reflexão sobre o atual sistema de ressocialização do Pais, o qual é falho e não atende ao seu principio que é devolver o ser humano habilitado a viver em sociedade novamente. Todavia, após esse período de reclusão a realidade atual mostra que as pessoas na grande maioria, saem dos presídios piores do que quando entraram. Quando houver uma outra postura do Poder Público, quanto ao tratamento dessas pessoas encarceradas, teremos outros resultados. É necessário destacar que a reflexão mencionada também é para os diversos setores públicos desde saúde, educação, assistência social, pois as reeducandas são pessoas a serem reinseridas na sociedade e no mercado de trabalho. Dessa forma, deve haver um conjunto de ações pensadas nessa população, e o Projeto Bereu tem o objetivo de despertar na sociedade civil esse olhar interdisciplinar , visando ver a população dos não livres como um todo, em especial na integração do trabalho, assistência social, saúde e mormente junto a sociedade. 3 – Identidade O Projeto demonstrará ainda, que nos presídios a grande maioria dos condenados e condenadas, são pardos e negros, fator culturalmente atribuídos a essa parcela da sociedade. Sendo necessário mudar essa visão arcaica e injusta. Considerando que nos tempos contemporâneos a verdade é outra, não se tem, etnias, raças que são adeptas dessa ou daquela transgressão social, todas elas, são passíveis de cometer um erro grave e perder sua liberdade. Vale destacar, que o espetáculo a ser encenado retrata que a prisão de mulheres, na maioria das vezes, é ocasionado pelo histórico de violência do patriarcado vividos por elas antes da prisão, sendo apenas a ponta do iceberg desse grande celeuma social. Sem mencionar, que após a prisão grande parte dessa população carcerária são abandonadas pelas suas famílias e pelos seus companheiros, fator não visto em caso de apenados masculinos. Os fatores sociais mais comuns da violência do patriarcado, que normalmente começa na infância dessas mulheres, são abandono dos pais, agressões verbais, físicas, sexuais, bem como, relacionamentos abusivos com homens violentos, que no final acabam cooptadas para o crime, na grande maioria dos casos para o trafico de drogas, sendo usadas como mulas. Em relação ao abandono social dessas reeducandas, é fator de fácil comprovação, basta fazer uma vistoria in loco, nos dias de visitas aos presídios masculinos, que se observará a formação de filas e mais filas de esposas e familiares aguardando o momento do encontro. Enquanto no presidio feminino, se fazer a mesma vistoria in loco, constatará que não se tem grandes filas e algumas vezes as filas são inexistentes. 4 – Diálogos Visando promover a empatia entre o tema central da peça, com o público, teremos entre as artistas a participação de uma ex apenada, do Presidio Ana Maria do Couto May, que durante o Projeto da Associação Cena Onze junto ao referido presidio, no qual realiza oficinas de teatro, dança e figurino, como forma de resgate social e da dignidade do ser humano. Teve a oportunidade, entre várias mulheres participantes das oficinas, ter tido a participação dessa reeducanda, que aproveitou o ensejo para apreender um oficio e ser resgatada da dura realidade do presidio. 5 - Novos Olhares O grande foco deste projeto é surpreender ao público com uma temática, pouco usual, no meio teatral, trazendo a baila novas perspectivas sobre a questão carcerária e sobre o sistema de ressocialização do nosso pais, que apesar da contemporaneidade, ainda é falho e necessita de uma maior sensibilização e empatia da sociedade civil, para rever com eficácia e efetividade o tratamento dado aos não livres dos nossos presídios.
Duração do espetáculo: 90 (noventa) min. Este projeto contará com distribuição de materiais gráficos para divulgação, como folders e banners. As redes sociais vão ser os principais canais de divulgação, bem como as demais mídias de massa.
Diante dessa preocupação global com a sustentabilidade, priorizaremos e respeitaremos a legislação vigente, em todos os níveis necessários, em especial: 1 - Considerar o patrimônio cultural e valores locais: o espetáculo reconhecerá e respeitará o patrimônio histórico-cultural das cidades de sua realização, gerenciado em harmonia às tradições e valores culturais locais. Fazendo parte do escopo de sustentabilidade a ACESSIBILIDADE FÍSICA, é uma das prioridades do evento: 1 – Prover a Acessibilidade Física: as apresentações do espetáculo de artes cênicas, serão realizadas em locais com disponibilidade de infra-estrutura com rampas, elevadores e barras laterais, banheiros adaptados, assentos para obesos, etc., com o objetivo de priorizar e facilitar o acesso de pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. 2 - Para os DEFICIENTES VISUAIS E AUDITIVOS serão adotadas medidas para promover o acesso ao conteúdo das apresentações conforme estabelece o Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC. Deficientes visuais: a) Áudio descrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia); b) Áudio descrição das cenas que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário). Deficientes auditivos: a) intérprete de libras
O Espetáculo de artes cênicas, terá como publico alvo os munícipes das cidades brasileiras, escolhidas para as apresentações, com entrada gratuita, visando levar ao conhecimento público a luta dessas mulheres, ao pedir por dignidade dentro do presidio. Com plano de comunicação: 1 - Assessoria de Comunicação que ficará responsável pela produção de releases e notas para a devida divulgação (entrevistas e fotos) das ações do espetáculo, follow-up e clipagem. 2 – Webdesigner e Mídia Sociais, que ficará responsável pela criação de todas as peças para divulgação, programas, cartazes, artes digitais para as redes sociais e materiais promocionais.
O PROPONENTE É O FUNDADOR DA COMPANHIA DE TEATRO CENA ONZE E DIRETOR GERAL DO ESPETACULO "BEREU", SENDO O RESPONSAVEL POR TODAS AS TOMADAS DE DECISÕES INERENTES AO PROJETO PROPOSTO. A Associação Cultural Cena Onze, CNPJ 09457341/0001-65, é uma entidade sem fins lucrativos com sede na Rua Salah Solamein Ayoub, 300, bairro Cachoeira das Garças, Cuiabá, Mato Grosso, CEP 78.077-232, fones: (65) 3637-3454, e-mail: cenaonze2018@gmail.com, site:www.cenaonze.org.br e facebook/cenaonze.org. Registrada como OSCIP no Ministério da Justiça (MJ 08071.004081/2014- 07), nos Conselhos Municipal e Estadual de Assistência Social, no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Cuiabá, no Conselho Estadual de Entorpecentes e declarados de utilidade pública municipal FICHA TÉCNICA: ELENCO: Maré, Nadiny Costa, Keveny Costa, Mariana Neves, Danielle Souziel, Cléo Oliveira, Regina Queiroz. (podendo ter alteração no elenco) TEXTO: Flávio Ferreira, Janaina Borges, Maré, Danielle Souziel, Keveny Kessia, Mariana Neves, Kayla Ilana, Nadiny Costa, Tati Hardoim, Nanah Varela, Cléo Oliveira e Regina Queiroz. COLABORAÇÃO: Maria Giselma Ferreira da Silva, Margaret Anderson de Oliveira, Dra. Claudia Cristina Carvalho, Dra. Patrícia Cristina dos Santos Bachega, Tainara Araújo, Angela Dornelles Campos, Dayana Ferreira Quaresma, Débora Procópio Alvarenga, Janaina da Silva Santos, Jaqueline Rodrigues dos Santos, Wangridy Barbarela de Abreu Costa e Adriana Alvina da Silva. COMPOSIÇÃO DAS MÚSICAS: “Dies Irae”: Habel dy Anjos. “Tem que ser mulher, Neguinho!”: Azuila Costa - “O sol já nasceu”: Amon Reis. ADAPTAÇÃO DA MÚSICA “COMIDA”: Alan Neguinho. FIGURINO: Jane Klitzke CENÁRIO: Antenor Souza Maquiagem e Caracterização: Cena Onze DIREÇÃO MUSICAL: Paulo Fábio ELENCO MUSICAL: Paulo Fábio, Pacha Ana e Roque Almeida DESIGNER GRÁFICO E DIGITAL: Marcondes Araújo ILUMINAÇÃO: Lourivaldo Rodrigues TÉCNICO DE SOM: Bruno Pinheiro PRODUÇÃO: Ronaldo José CO-DIREÇÃO: Janaina Borges DIREÇÃO GERAL: Flávio Ferreira Direção Geral - Flávio Ferreira Diretor há 35 anos, fundador da companhia de teatro Cena Onze, escritor e membro da Academia Matogrossense de Letras. PECAS DE TEATRO QUE MONTOU: Hospício Brasil (1.990), Teatro Invisível (1.991), O louco nosso de cada dia (1.992 e 1.994), Eu o louco (1.993), O último Circo do Mundo (1.993), Trilogia Cuiabana (1.994), Sobrevivências (1.995), Evolução (1.996), Saudades Silva Freire (1.996 e 1.997), Bailei na Curva (1.997 e 1.999), Flicts (1.998), Zé dos Sonhos (1.998), O Avarento (2.000), Toda Nudez Será Castigada (2.001), “O” Filho... (2.002) e Dois Perdidos Numa Noite Suja (2.003), A Carta da Terra (2.003), Águas (2.003), Era uma Vez e Freire: Menino, poeta... (2004) Você (2.004), Sonho de uma Noite de Verão (2.005), O Paraíso Perdido (2006), O Livro de Jó (2007), A Família dos Ratinhos (2007) Auto da Paixão (2007), Auto do Natal (2007), Auto da Paixão (2008), Os Ratinhos e o Meio Ambiente (2008), Auto da Paixão (2009), Fica, Pedro (2009), Auto da Paixão (2010) O Louco Nosso de Cada Dia (2010), Sinais (2010), Auto da Paixão (2011), Novas Diretrizes em Tempo de Paz (2011), Auto do Natal (2011), Auto da Paixão (2012) Procon em Cena (2012), A turminha do Vale Luz (2012) e Pedro (2012), Auto da Paixão (2013), Você (2.013), Navio Negreiro (2.014) e Auto da Paixão (2014), Auto da Paixão (2.015), Romeu e Julieta (2016), Bugrinho (2016), Auto da Paixão (2017), Fica Pedro (2017), Poeta e o Garimpeiro (2017), Mulheres da Terra (2018 e 2019), Cuiabá 300 Anos (2019), Bereu (2020). Produção: Ronaldo José Produtor da Companhia de teatro Cena Onze, há 5 anos e esta cursando o Curso Superior de Tecnologia em Teatro com Ênfase em Produção Cultural pela Unemat/MT.
PROJETO ARQUIVADO.