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PRONAC 234129Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

AUDITÓRIO ARAÚJO VIANNA

PLUF FOTOGRAFIAS LTDA
Solicitado
R$ 291,9 mil
Aprovado
R$ 286,1 mil
Captado
R$ 142,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
92889070000160Savar Ve?culos Ltda.1900-01-01R$ 60,0 mil
92934215000106BANRISUL SOLUCOES EM PAGAMENTOS S.A. - INSTITUICAO DE PAGAMENTO1900-01-01R$ 60,0 mil
00821296000101TECMOLD INDUSTRIA E COMERCIO LTDA1900-01-01R$ 22,0 mil

Eficiência de captação

49.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O OBJETO do presente projeto é a publicação de um livro com acesso ao documentário a ser produzido através de QR Code, para contar a história do Auditório Araújo Vianna, um prédio histórico tombado pelo Patrimônio Público de Porto Alegre, ícone da cultura e da arquitetura gaúcha. O livro apresentará a linha do tempo, desde 1927, quando foi inaugurada a Concha Acústica, no centro de Porto Alegre, com o nome do maestro José Araújo Vianna, sua posterior demolição, e reconstrução, no Parque da Redenção, no bairro Bom Fim, onde foi inaugurado, em 1964, como Auditório Araújo Vianna e permanece em atividade até os dias atuais. O documentário videográfico terá depoimentos dos principais personagens da sua trajetória e o resgate de imagens da sua história com os momentos mais importantes. Acrescidos com cenas das obras de revitalização e shows que formaram a trilha sonora da história de Porto Alegre que embalou várias gerações de gaúchos.

Sinopse

O Livro, acompanhando e aprofundando em texto e imagens informações prestadas na justificativa do projeto, pretende desenvolver cronologicamente uma discurso apresentando ao público leitor e espectador a história do auditório e anfiteatro Araújo Vianna, o que acompanha a evolução histórica, econômica, política, social e cultural da própria Porto Alegre e estado do Rio Grande do Sul. Apresentamos, como espécie de índice remissivo, temas que serão abordados no livro: 1. Apresentação 2. Quem foi o Maestro Araújo Vianna? (contexto histórico POA, RS, Brasil) 3. A Concha Acústica (1927 – 1960) 4. A construção do Auditório Araújo Vianna (1962 – 1964) 5. A Inauguração do AAV (anos 60) 6. A MPB toma conta do espaço (anos 70) 7. O rock gaúcho cresce e aparece (anos 80) 8. O AAV é o palco preferido da cidade (anos 90) 9. Tempos difíceis (anos 2000 – 2005) 10. A revitalização do Auditório (obras 2005 a 2012) 11. O AAV rumo ao séc. XXI (2012 – 2018) 12. Cronologia dos principais fatos (1964 – 2018) 13. Traduções 14. Espaço Portfólio dos Patrocinadores e Apoiadores 15. Ficha Técnica Sobre a obra audiovisual – Documentário do Auditório Araújo Vianna (Menu QR CODE) 1. Documentário audiovisual, duração de 50 minutos, com resgate da importância do Maestro Araújo Vianna, a história da Concha Acústica inaugurada em 1927, com o seu nome. O projeto do novo Auditório Araújo Vianna, construído em outro local, sua trajetória, vida cultural, e acontecimentos importantes. 2. Acrescidos de comentários e depoimentos gravados pelos seus principais personagens da sua história, artistas, produtores culturais e gente que fez e faz parte da sua existência. A trilha sonora ilustrará os momentos inesquecíveis que marcaram época no AAV. 3. A linha do tempo será narrada pelo Arq. Moacyr Moojen, que projetou o AAV, em 1964, e também foi responsável pelo projeto de revitalização, em 2012. A história contada ao vivo, por uma testemunha ocular, que participou ativamente de todas as suas fases e transformações até os dias de hoje. 4. Cenas extras; 5. Galeria de fotos; 6. Trilha sonora 7. Espaço Ficha Técnica e Patrocinadores; Ficha Técnica LIVRO Coordenação Geral: Caminho do Mar Soluções Culturais / Carlos Eduardo Caramez Produção Executiva: Caminho do Mar Soluções Culturais / Carlos Eduardo Caramez Coordenação Editorial: Caminho do Mar Soluções Culturais/ Carlos Eduardo Caramez Elaboração de Textos: Caminho do Mar Soluções Culturais Carlos Eduardo Caramez/ Sérgius Gonzaga/ Luis Antônio Bolcato Custódio Edição de Textos: Pluf Fotografias Pesquisa histórica de documentos e iconografia: Caminho do Mar Soluções Culturais: Carlos Caramez e Mirian Fichtner Direção e Edição de Fotografia: Mirian Fichtner Direção de Arte e Criação do Projeto Gráfico: Flávio Wild Editoração Eletrônica de Capa e Miolo: Flávio Wild Tratamento e Formatação Digital de Imagens: Flávio Wild Fechamento de Arquivo e Acompanhamento de Produção: Flávio Wild Tradução: Patrícia Prestes Keiber Coordenação de Produção: Gaia Produção Cultural Revisão: Gaia Produção Cultural Impressão Gráfica: Gráfica Palloti Fotografia Artística, pesquisa e imagens: Pluf Fotografias/ Mirian Fichtner Pesquisador Assistente, arquivos e acervos: Pluf Fotografias/ Mirian Fichtner Assessoria Contábil: Fabi Padilha Assessoria Jurídica: Henrique de Freitas Lima DOCUMENTÁRIO AUDIOVISUAL/ QR CODE Direção Geral: Cubo Filmes / Cláudio Fagundes Edição de imagens e Fotografias: Pluf Fotografias/ Mirian Fichtner Roteiro: Caminho do Mar Soluções Culturais/ Carlos Caramez Direção Artística: Carlos Caramez e Claudinho Pereira Direção de Imagens e Fotografia: Pluf Fotografias/ Mirian Fichtner Pesquisa e imagens: Pluf Fotografias/ Mirian Fichtner Texto para locução: Caminho do Mar Narrador: Cubo Filmes Designer Gráfico de Audiovisual: Cubo Filmes Coordenador de Produção: Caminho do Mar Soluções Culturais /Carlos Eduardo Caramez Making Off gravação de dez depoimentos: Cubo Filmes Locação Ilha de edição: Cubo Filmes Montagem: Cubo Filmes Edição: Cubo Filmes Mixagem: Cubo Filmes Colorização( masterização ): Cubo Filmes Áudio descrição: Cubo Filmes Tradutor- Intérprete de libras: Cubo Filmes

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Imortalizar a importância histórica e cultural do anfiteatro ARAÚJO VIANNA em um livro e um documentário, promovendo o reconhecimento para o público jovem de um espaço cultural de extrema importância para o público gaúcho. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Viabilizar a criação de um livro documentário, com QR Code, que contará a história do Auditório Araújo Vianna _ tiragem de 1.000 exemplares; - Registrar e oferecer ao público registro documental da trajetória do espaço cultural Auditório Araújo Vianna, desde a sua pré-história em 1927 até os dias atuais _ disponibilizado para acesso gratuito do documentário através do QR CODE impresso no livro; - Homenagear e resgatar a memória do maestro Araújo Vianna, pioneiro da música erudita no Rio Grande do Sul, que dá nome ao prédio, destacando sua obra e importância cultural; - Contribuir para a instrumentalização de acervos e bibliotecas para fontes de pesquisa _ abastecimento de bibliotecas conforme plano de distribuição; - Contribuir para formação de novas plateias para espaços culturais e o desenvolvimento de novos leitores; - Estimular a participação da iniciativa privada, por meio de incentivo fiscal, na criação do livro com QR CODE encartado; - Contribuir para a preservação da memória cultural de Porto Alegre, disponibilizando gratuitamente este trabalho para escolas, acervos e centros culturais _ conforme plano de distribuição.

Justificativa

Desde sua inauguração em 1927, no centro antigo de Porto Alegre, até chegar aos dias atuais no Parque Farroupilha, o Auditório Araújo Vianna passou por várias fases. No ano de 2019, o Auditório Araújo Vianna, um dos principais cartões postais da cidade de Porto Alegre, completará 55 anos de história, e a elaboração de um livro documentário acompanhado de QR CODE, será um registro permanente que pretende documentar os principais momentos, personagens icônicos, sua transformação geográfica, física e adaptações que ao longo deste período ocorreu. O livro será assinado por importantes nomes da cultura gaúcha e terá o depoimento inédito do arquiteto Moacyr Moojen, responsável pela sua construção em 1964 e autor do projeto de revitalização em 2010, inaugurado em 2012. A Concha Acústica maestro Araújo Vianna foi inaugurada em 1927, com um modelo de anfiteatro neoclássico localizado na praça da Matriz, num lugar nobre ao lado do palácio do governo, da Catedral Metropolitana, do judiciário e do Teatro São Pedro, no centro de Porto Alegre. Mudou os costumes de lazer e cultura da cidade com suas tradicionais domingueiras na praça, animadas pela Banda Municipal. Pretendemos resgatar a importância do maestro gaúcho Araújo Vianna, que em 1927, era um nome indiscutível, havia sido o grande músico da cidade, estudara em Milão, fora o primeiro escrever uma ópera, encenada no Teatro São Pedro, e no décimo ano de sua morte, com seu nome batizou um anfiteatro popular. A Concha Acústica marcou época, serviu como ponto de encontro e ficou famosa pelas suas domingueiras musicais no antigo centro de Porto Alegre. O seu formato apresentava uma forma engenhosa de amplificar o som numa época em que não havia eletricidade. Mesmo assim, perdeu terreno para outra instituição em ascensão na época: o poder legislativo. Depois de muita polêmica e com a promessa de reconstrução da Concha, em outro terreno na cidade, no seu lugar foi erguido o atual prédio da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. O novo Auditório Araújo Vianna, com projeto dos arquitetos Luiz Fayet e Moacyr Moojem Marques, foi inaugurado em 12 de março de 1964, pelo prefeito Sereno Chaise, no Parque da Redenção. Estreou como símbolo cultural de Porto Alegre e exemplo arquitetônico de uma época. Os seus autores procuraram preservar o princípio da concha acústica, com o auditório ao ar livre, integrado dentro da paisagem do parque. Uma obra arquitetônica, revolucionária para a época, e que até hoje é referência, em faculdades, seminários e publicações especializadas. Com o golpe militar de 64, o auditório viveu maus momentos, era uma obra do governo trabalhista, os dois arquitetos eram tidos como comunistas, teriam usado a foice e o martelo, emblema do comunismo na forma do auditório. O Auditório foi fechado e seus proponentes foram detidos para dar explicações sobre a obra. Um grande movimento de resistência cultural tomou conta da cidade em defesa do Auditório Vianna e dos arquitetos autores do projeto. A situação se normalizou e grandes óperas foram encenadas no seu palco. Foi um período intenso e glamouroso de programação com as damas da sociedade porto-alegrense de luvas e chapéus para assistir o Lago dos Cisnes. Por ser um auditório a céu aberto, sujeito a intempéries, muitas destas produções, com altos custos, encontravam dificuldades para sua realização. No final dos anos 60 e início dos 70, estrelas da música popular brasileira como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Mutantes, Elis Regina e artistas da cena local como Nei Lisboa, Raul Elwanger, Nelson Coelho de Castro, e tantos outros, consagraram o Auditório Araújo, como um ícone da cultura gaúcha. O palco mais importante da cidade, por onde já passaram mais de 50 anos da história da música gaúcha e do Brasil. Nos anos 80, o Auditório Araújo Vianna, sempre vitrine de tudo que acontece no país, revelou a efervescente cena do rock gaúcho. Projetando além das fronteiras sulistas, grupos como Engenheiros do Haway, Garotos da Rua, entre tantos. Revelou ainda, a cantora Adriana Calcanhoto e o instrumentista Renato Borguethi. Além disso, seu espaço na década de 80, fez parte da cultura política da cidade. Ali foram realizadas importantes assembleias e manifestações políticas e sindicais, encontros culturais e seminários educacionais na cidade. No início dos anos 90, depois de sérias dificuldades financeiras, o Araújo volta a ser reativado. O mau tempo e o rigor do inverno gaúcho durante o ano tornavam mais da metade dos dias inutilizáveis. Em 1996 os arquitetos autores do projeto original conceberam uma cobertura de lona para cobrir o auditório. O Auditório coberto foi inaugura com um show memorável de João Gilberto. Durante a realização do Fórum Mundial Social, no ano 2.000, recebeu Palestra escritor português Luís Saramago, com público estimado em mais de cinco mil pessoas. A deterioração da lona da cobertura, já com prazo de validade vencido, o constante vazamento de som , além do enferrujamento da sua estrutura metálica, resultaram na sua interdição. Foram cinco anos fechados desde 2005, até a sua reinauguração, em 2012. Com uma proposta de parceria público privada, devido aos altos custos da obra, um projeto de revitalização concebido pelo arquiteto Moacyr Moojen, autor da criação e reforma anterior, adaptou o Auditório de forma definitiva aos novos tempos. Numa construção que durou 2 anos, com investimento de 18 milhões, obedecendo a todas normas para conservação de um bem tomando pelo Patrimônio Público de Porto Alegre o AAV ficou de cara nova e foi salvo de uma possível demolição. Foi uma obra histórica e um exemplo de engenharia, que marcou positivamente a cena cultural da cidade, elevou a autoestima da população e comunidade artística local e devolveu um prédio público tombado pelo patrimônio histórico, recuperado e modernizado aos gaúchos. Na obra, com mais de 200 trabalhadores, foram usados 300 toneladas de aço na nova estrutura, uma cobertura do teto com o mesmo desenho original com sete camadas de resina, isolamento térmico, acústico, madeiras, aço. Foi ampliado o palco, camarins, banheiros, bilheterias. Enfim, o Araújo ficou depois da reforma ficou em forma e recuperado para seguir, ainda por muito tempo, servindo aos artistas e a comunidade cultural da cidade. O auditório foi reaberto, em 20 de setembro de 2012, data símbolo da revolução farroupilha. Um show coletivo com mais de 20 artistas que já haviam se apresentado ao logo de sua história reviveram momento inesquecíveis da sua trajetória. Um evento que marcou os gaúchos e tornou o cartão postal de Porto Alegre, ainda mais querido de todos os gaúchos. Ao longo de todos esses anos, uma das características culturais marcantes do Auditório Araújo Vianna, é o apoio às produções e a divulgação da cultura local. Sempre fortalecendo um elo solidário e parceiro entre os artistas, comunidade e o espaço. Teve recorde de público na série "Fronteiras do Pensamento", com o escritor moçambicano Mia Couto, recentemente. Em 2019, o AAV- o "velho Araújo", como é carinhosamente chamado pelos gaúchos - estará comemorando 55 anos de resistência cultural. Em pesquisa recente, do jornal local Zero Hora, sobre os costumes dos porto-alegrenses, o público elegeu o AAV com melhor lugar e onde mais gostam de assistir shows na cidade. O Auditório Araújo Vianna, de cara nova voltou a ocupar um lugar de destaque na cena cultural gaúcha e nacional. Pelo seu palco passaram nos últimos tempos inúmeros artistas importantes como Caetano Veloso, Milton Nascimento, Ivete Sangalo, Gilberto Gil, Zeca Pagodinho e tantos outros. A nível internacional, passaram por lá Jethro Tull, Charles Aznavour, Jorge Drexler, Buena Vista Social Clube, Paco de Lucia, Gypsis Kings, Demi Lovato, para citar apenas alguns. Apesar de sua importância histórica e cultural o AAV não possui um registro que retrate a sua existência. Apenas alguns ensaios e publicações avulsas foram realizadas ao longo destes anos. Em mais de meio século de existência, o AAV acompanhou a narrativa cultural do Rio Grande do Sul e do país. A linha do tempo da sua existência é a história da música popular brasileira e gaúcha, vitrine de movimentos, modismos, agitações, celebrações, mas principalmente de muita música. O AAV através de seus espetáculos, sempre foi um reflexo, do comportamento, dos modismos, da cultura de sucessivas gerações e momentos. Falar da sua história e trajetória cultural, é falar do que aconteceu e apareceu de importante na cultura brasileira e gaúcha, nos últimos cinquenta anos. Um espaço que faz parte da vida cultural da cidade, cultuado pelo público e abençoado por artistas nacionais, internacionais e nativos. Da necessidade do uso do da LEI ROUANET para financiamento deste projeto de livro do Auditório Araújo Vianna, o projeto tem plena aderência ao Art. 1º da Lei nº 8.313/91 em especial aos incisos I, no que tange à ampla democratização do acesso aos bens culturais; II, quando as ações dão ênfase à regionalização da produção cultural valorizando, sobremaneira, recursos humanos e conteúdos locais, e os Incisos VI e VIII, pois trata de salvaguardar o patrimônio cultural material e imaterial local e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também se enquadra nos objetivos do Art. 3º da referida norma, em especial à alínea "c" do Inciso I, posto que a grande maioria das ações do programa é voltada à manutenção de cursos de caráter cultural bem como possui aderência ao Inciso IV ao estimular o conhecimento dos bens e valores culturais pelas ações que o projeto pretende realizar. Ainda, o projeto tem aderência às finalidades expressas no Decreto nº 11.453/2023, expressas em seu Art. 3º.

Estratégia de execução

Plano de distribuição: - Cota de 500 exemplares para artistas, palestrantes e personalidades que se apresentam no AAV; - Cota de 150 exemplares para divulgação, trabalho de marketing institucional e patrocinadores; - cota de 150 exemplares para contrapartida social; - cota de 50 exemplares para museus e instituições de preservação do patrimônio cultural de POA e RS; - cota de 50 exemplares para Escolas do Município - cota de 50 exemplares para Escolas do Governo do Estado - cota de 50 exemplares para Bibliotecas Públicas

Especificação técnica

LIVRO Capa Dura: Formato: 26 x 26 cm; Papelão 2 mm revestido com papel Couche Fosco 150g/m, 4x0 cores + laminação Prolan Fosco Guardas: 52 x 26 cm papel Couche Fosco 180/m, 4x4 cores + laminação Prolan Fosco Miolo: 44 páginas formato 26 x 26 cm papel Couche Fosco 150/m², 4x4 cores + verniz base d’água fosco Acabamento: Costurado, colado + fitilho de poliéster + shrink individual. Tiragem: 1.000 exemplares. QR-CODE O documentário audiovisual, em QR-Code, promoverá o resgate da importância do Maestro José de Araújo Vianna, além de contar a história da Concha Acústica, inaugurada na Praça da Matriz, em 1927, com o seu nome. Seguirá na linha do tempo apresentando o novo Auditório, construído e inaugurado em 1964, no Parque Farroupilha. Apresentará sua trajetória, vida cultural e principais acontecimentos ocorridos no seu espaço, até os dias atuais. A linha do tempo será narrada pelo Arq. Moacyr Moojen (1930-2019), acrescida de comentários e depoimentos gravados pelos principais personagens da sua história, artistas, produtores culturais e gente que fez e faz parte da sua existência. Também serão resgatados as várias etapas das suas obras de revitalização.

Acessibilidade

Para o documentário audiovisual propomos inclusão de áudio descrição e libras, conforme itens 7 e 12 da planilha de custos.

Democratização do acesso

O projeto em suas características e especificidade é plenamente voltado à prática democrática do acesso aos bens e serviços culturais previstos na sua realização. O livro terá distribuição gratuita e o documentário ficará hospedado no canal do Youtube para acesso franco a todos que tiverem interesse.

Ficha técnica

PLUFF FOTOGRAFIAS LTDA Funções no projeto: Proponente e coordenação geral, pesquisa de documentos e iconografia e tratamento de imagens. CARLOS EDUARDO CARAMEZ - PRODUTORA CAMINHO DO MAR Funções no projeto: Produção Executiva CARLOS EDUARDO CARAMEZ é jornalista , poeta e produtor cultural. Aos 18 anos começou como repórter na sucursal da Editora Abril, em POA transferindo-se para São Paulo onde foi repórter especial da revista POP. Após trabalhou para Veja e Jornal Aqui São Paulo, entre outros, e como colaborador da imprensa alternativa. Foi produtor e empresário do grupo Novos Baianos e trabalhou como produtor e diretor no Teatro Oficina de São Paulo, com José Celso Martinez Correa, no final da década de 70. De volta a POA, no início dos anos 80, estudou Comunicação Social na UFRGS e PUC. Trabalhou como assessor parlamentar e participou do Jornal Denúncia, um alternativo político, editado pelo jornalista Carlos Alberto Kolecza. Em 1982, foi parceiro de Belchior e Sérgio Melo na realização do primeiro disco independente do Pasquim. Autor da faixa “Garotos da Rua”, um dos destaques do disco. Gaúcho itinerante, de volta ao Rio de Janeiro, trabalhou na TV Globo/RJ editando esportes no Jornal da Noite e depois foi para São Paulo, onde fez parte da equipe da Editora Política ( SP) que lançou a coleção de fascículos Retratos do Brasil e o Jornal Política, editados por Mino Carta e Raimundo Rodrigues Pereira. No final dos anos 80, criou a produtora, Brasiliana Rio Eventos, no Rio de Janeiro, em parceria com a fotógrafa Mirian Fichtner. Trabalhou com artistas de MPB, no Brasil e exterior, além de projetos de comunicação e publicidade. Em 1994 coordenou as atividades de inauguração da linha Vermelha no Rio de Janeiro em parceria coma Riotur e Governo do Estado do RJ. Em 1998, lançou seu primeiro livro de poesias, “Ultima Safra do Silêncio”, Editora Mercado Aberto, Prêmio Açorianos de Literatura, na categoria poesia. Em 2004, criou e foi diretor geral do evento “O Brasil dos Gaúchos”, em parceria com SEDAC, realizado no Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro, prêmio de Marketing Cultural da ADVB/RS. Em 2005 lançou seu segundo livro de poesias, Construção das Ruínas, pela Editora Século XXI, do Rio Grande do Sul. Em 2006 realizou o primeiro Encontro Cultural das Cidades Portuárias em POA/RS. A partir de 2010 foi o Coordenador do empreendimento para a revitalização do Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre. Reinaugurado em 20 de setembro de 2012. Em 2011 foi Coordenador Editorial do livro “Cavalo de Santo- Religiões afro-gaúchas”, em parceria com a fotógrafa Mirian Fichtner –numa pesquisa de 5 anos - editado pelo Fundação Palmares, ganhador dos prêmios “ II Prêmio Afro/Petrobrás/2012 e I Prêmio de Jornalismo Petrobrás 2013 . Desde 2013 presta consultoria para a Prefeitura de Rio Grande na área de eventos em parceria a Secretaria Municipal de Cultura. Coordenou em 2014 a Festa de Iemanjá na mesma cidade. Ainda em 2014 prepara o lançamento do espetáculo “ Juntos com Lupicínio Rodrigues”, com a participação de quatro dos principais artistas gaúchos. Em 2017 adaptou do livro Cavalo de Santo, roteirizou e dirigiu o filme Cavalo de Santo em versão para cinema que foi veiculado na TV Brasil, TV Cultura e TVE-RS, entre outras. Atualmente sua produtora Caminho do Mar, dedica-se com exclusividade à projetos culturais e parcerias público/privadas na área de empreendimentos culturais. Em 2017/2018 trabalhou nas pesquisas e no roteiro do documentário “O Sul de todas as religiões” em parceria com o jornalista e cineasta Caco Shmitt. GAIA PRODUÇÃO CULTURAL - EIRELI Função no projeto: Consultoria e assessoria técnica na gestão administrativa do projeto e assessoria na captação de recursos. ATUAÇÃO e ESTRUTURA A empresa Gaia Cultura e Arte é especializada em tramitar com projetos junto às fontes de financiamento municipais (FUMPROARTE e Leis Municipais); estaduais (Incentivo à Cultura pela isenção do ICMS – Lei 13.490/10, Convênios e Fundo de Apoio à Cultura - FAC); e federal (Lei 8.313/91 – ROUANET, Sistema de Cadastro Único – SICONV e Editais). A criatividade e a originalidade são desenvolvidas no setor denominado “Beneficiamento de Ideias”, onde buscamos sempre o diferencial e o “algo mais”, agregando valor ao projeto cultural ou social. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONSULTORIA – Auxiliamos na tramitação de projetos e processos, cobrado por hora técnica de serviço ou por demanda. ASSESSORIA – Prestamos assessoria no desenvolvimento e na tramitação do projeto desde a elaboração até o parecer final e/ou conclusão do processo pela devida homologação das contas prestadas, sendo a fonte de origem dos recursos o ente público municipal, estadual ou federal. GESTÃO – Desenvolvimento de todas as etapas do projeto onde a Gaia atua como produtora ou coprodutora. CAPTAÇÃO DE RECURSOS – A Gaia Cultura e Arte age como interveniente na busca de recursos de quaisquer origens, através da terceirização deste serviço. PORTIFÓLIO – Alguns Projetos Realizados pela Lei nº 8.313/91 (Rouanet) Evento Incorpore – Festival de Dança Inclusiva, Chapecó/SC. Evento Musicalidades do Sul: Banda Marcial Cristo Redentor 2ª edição, Alpestre/RS. Alpensöhne - Os Filhos dos Alpes, Distrito de Volta Grande – Alpestre/RS. Artemix – 2017, Arroio do Meio/RS. Vivenciando as Tradições – CTG Querência da Amizade, Bom Retiro do Sul/RS. Concerto Didático Orquestra de Bom Retiro do Sul, Bom Retiro do Sul/RS. Mostra Dança para Todos – 2016, Alpestre/RS. Musicalidades do Sul: Banda Marcial Cristo Redentor - 1ª edição – 2015/2016, Alpestre/RS. Cine Circular – Circuito de Cinema Popular – 2014, Estado de Santa Catarina Zaoris – Edital da Copa – 2014, Natal/RN, Recursos do Governo Federal PORTIFÓLIO – Alguns Projetos Realizados pela Lei nº 13.490/2010 (Pró-Cultura RS) 2º - Arte Movie - Festival de Curtas – 2016, Porto Alegre/RS. 1º - Jaboticaba Canta – 2016, Jaboticaba/RS 1º ao 4º - Canto Livre Estudantil – 2010 a 2016, Porto Alegre/RS 16º - Festival da Canção Cristo Redentor – 2015, Alpestre/RS 2º e 3º Pelotas Jazz Festival – 2013 e 14, Pelotas/RS Zaoris – FAC das Artes – 2015, Porto Alegre/RS 26º Musicanto – 2014, Santa Rosa/RS 1º e 2º Mulher Encanto – 2012 e 2014, Estado do Rio Grande do Sul Almanaque do Bicentenário de Pelotas – 2012 a 2015, Pelotas/RS. 1º e 2° Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação - 2010 e 2012, Pelotas – RS CURRÍCULO DO PROPRIETÁRIO Gilnei Fernando Keiber é empresário, produtor cultural, professor e músico. FORMAÇÃO PROFISSIONAL MÚSICA na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), no município de Pelotas (1992) LEITURA E TRANSPOSIÇÃO, e HARMONIA E IMPROVISAÇÃO no Conservatório de Música de Pelotas. PRODUTOR CULTURAL cadastrado na LIC sob o nº 285 (1997). ATUAÇÃO COORDENOU o Setor de Tomada de Contas da Lei de Incentivo à Cultura-SEDAC/RS (2005 a 2008). SÓCIO FUNDADOR a Associação dos Escritores de Santa Rosa e da Organização Social Civil de Interesse Público Cidade Interativa, município de Santa Rosa (2000). EX-PRESIDENTE e MEMBRO DO CONSELHO FISCAL da Associação dos Produtores Culturais do Rio Grande do Sul (APCERGS) – Triênio 2018/2020. PROFESSOR – SÓCIO PROPRIETÁRIO Academia Expressão e Arte, em sociedade com Anderson Farias (RBS TV – Cruz Alta) e Sandra Weiand (Arte-terapeuta) - Santa Rosa Sala de Estudos Musicais Milton Nascimento – Pelotas Klave – Núcleo de Estudos Musicais – Pelotas CLAM - Centro Livre de Aprendizado Musical - Pelotas Cordas e Cordas - Porto Alegre Núcleo Musical Nossa Senhora de Fátima - Formosa, Goiás Academia de Música Recital- Santa Rosa CEM - Centro Musical e Cultural - Santa Rosa. Atualmente FUGA Musical Knowledge, Porto Alegre, RS. OUTRAS INFORMAÇÕES www.gaia.art.br www.facebook.com/GaiaCulturaeArte

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul