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PRONAC 234132Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Choro na Vila

Paulo Helder Mendes Córdova
Solicitado
R$ 499,8 mil
Aprovado
R$ 499,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-03-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (1)
Alto Paraíso de Goiás Goiás

Resumo

Realização do Festival de música instrumental Choro na Vila e oficina/escola do gênero de Choro.

Sinopse

OFICINA/ESCOLA DE CHORO DA CHAPADA DOS VEADEIROS EMENTA: A oficina/escola de Choro irá promover a formação em nível iniciante e intermediário nos principais instrumentos musicais utilizados na formação de grupos de Choro. Cada disciplina terá um professor especialista no instrumento que o aluno estudar. O conteúdo pedagógico (apostilas) será organizado em dois níveis: iniciante e intermediário, composto por teoria musical básica, exercícios e partituras de músicas. As aulas de cada instrumento serão coletivas sendo uma para iniciantes e outra para nível intermediário em cada instrumento. As oficinas irão ofertar o estudo dos fundamentos da prática nos instrumentos; aspectos básicos da técnica de tocar, como: postura, respiração, articulação e dedilhado; apreciação de obras musicais instrumentais do gênero; e, interpretação de repertório adaptado e específico dos instrumentos. OBJETIVOS: · Conhecer os instrumentos: flauta, pandeiro, violão, cavaquinho e bandolim, assim como suas possibilidades musicais e pedagógicas; · Desenvolver a técnica básica dos instrumentos; · Interpretar obras musicais, individualmente e em grupo; · Desenvolver conhecimentos básicos da linguagem e estrutura musical; · Desenvolver conhecimentos básicos da história do Choro. PÚBLICO ALVO: O curso é aberto aos moradores da Chapada dos Veadeiros GO. METODOLOGIA: A oficina/escola de Choro é dividida em 02 turmas para cada instrumento nos níveis (iniciante e intermediário) sendo um processo de desenvolvimento no instrumento e no choro: Cada aula terá carga horária de 50 min de duração cada, tendo como base o repertório dos grandes mestres da música brasileira como: Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Jacob do bandolim, Waldir Azevedo, Chiquinha Gonzaga, Heitor Villa-Lobos, dentre outros. Nas ações formativas culturais das oficinas de Choro, serão apresentados os principais compositores do gênero musical do Choro, a cultura artística musical da época exemplificada de maneira prática, a diversidade dos instrumentos do “regional” de choro (violão, cavaquinho, pandeiro, bandolim e flauta), Teoria musical e o conhecimento dos instrumentos, bem como os aspectos do timbre, da vibração, da sonoridade, do corpo do instrumento e de todas as partes que o compõem, sem falar na prática de conjunto a “Roda de choro”. Contar a história e exemplificar de forma prática como a música pode ajudar crianças e jovens no desenvolvimento de habilidades como organização, concentração, memorização, movimento, espirito de grupo, entre outras. Serão utilizados os seguintes maestros brasileiros: · Joaquim Callado: Flor Amorosa · Chiquinha Gonzaga: Gaúcho (Corta Jaca) · Zequinha de Abreu: Tico-Tico no Fubá · Ernesto Nazareth: Brejeiro · Anacleto de Medeiros: Três Estrelinhas · Pixinguinha: Carinhoso, Rosa, Lamentos. · Aníbal Augusto Sardinha (Garoto): Gente humilde. · Jacob do Bandolim: Noites Cariocas, Vibrações. · Waldir Azevedo: Brasileirinho, Delicado e Pedacinhos do Céu. · Heitor Villa-Lobos: Trenzinho caipira.

Objetivos

Objetivo Geral: Difundir e fomentar o Chorinho - música popular e instrumental brasileira - por meio do Festival Choro na Vila e a instalação de oficina/escola na Vila de São Jorge _ Chapada dos Veadeiros em Goiás, visando o formação e valorização dos artistas deste gênero musical. Objetivos específicos: a) Produzir a implementar a programação dos shows que serão realizados no Festival Choro na Vila e contará com 12 grupos entre: quintetos, quartetos e trios, distribuídos durante um final de semana. b) Realizar uma oficina/escola de Choro na Vila de São Jorge, destinado aos moradores da região da Chapa dos Veadeiros, durante 06 meses com duas turmas (básico e intermediários) nos instrumentos: flauta, pandeiro, violão, cavaquinho e bandolim, sendo cada turma com 04 alunos, com uma aula por semana, totalizando 48 aulas por instrumento e 240 aulas no total das oficinas. c) Aquisição de 04 unidades de cada um dos 05 instrumentos musicais (flauta, pandeiro, violão, cavaquinho e bandolim) para utilização pelos alunos da oficina/escola de Choro. d) Divulgar o Chorinho, música instrumental genuinamente brasileira através do Festival e das oficinas de choro buscando ampliar a quantidade de músicos adeptos, formação de público.

Justificativa

O Choro é uma manifestação cultural de música instrumental, genuinamente brasileira, que surgiu no final do século XIX no Rio de Janeiro. A definição do termo refere-se a um estilo de tocar, a um gênero musical, e também a uma formação instrumental específica. A origem do Choro está na valsa, polca, maxixe, schottish, toada, modinha, lundu, ou melhor, tudo aquilo que instrumentistas com alma de chorão vivenciam geralmente de olhos fechados, seja num fundo de quintal, seja sob um poste de luz, seja ainda num boteco de subúrbio, qualquer subúrbio, seja, por fim, no palco de uma iluminada sala de concerto (Livingston e Garcia, 2005). O Choro de Brasília, surge antes da inauguração oficial, mas em 1960 Juscelino Kubtischek convida Pernambuco do Pandeiro e seu regional (nome designado aos grupos musicais que acompanhavam os artistas nas rádios ao vivo) para integrarem o "regional" da Rádio Nacional. Sempre com a presença de grandes Chorões como Waldir Azevedo (morou em Brasilia) e Jacob do Bandolim (fez tratamento médico em Brasilia). Os chorões da velha guarda foram muito bem representados por Avena de Castro, Odete Ernest Dias, Bide da Flauta (primo de Pichinguinha), Tio Nilo, Tio João do Trombone, dentre outros músicos maravilhosos, atualmente o choro de Brasilia tem escola e tradição, tornando-se um dos maiores centros de produção musical e material humano do gênero no Brasil. Com o trabalho do Clube do Choro de Brasília e a escola de Choro Raphael Rabello, Brasília tornou-se um centro produtor de músicos de altíssima qualidade, que são especialistas em Choro, porém tocam os mais variados estilos e vertentes da música. Em 2022, o produtor, musico e radialista Paulo Córdova produziu juntamente com a Associação de Empreendedores da Vila de São Jorge a primeira edição do Festival de Choro, que contou com a participação de 13 grupos que realizaram 20 apresentações em espaços da Vila. O presente projeto busca dar continuidade e potencializar a ação cultural, levando o Choro ao conhecimento do público que frequenta a Chapada dos Veadeiros, com shows de grandes artistas como: Hamilton de Holanda, Silvério Pontes, Gabrile Grossi, Daniela Spielmann, Marcio Marinho, Fernando César, Vitor Angeleas, dentre outros, e apresentar novos músicos que se dedicam ao gênero, como o grupo Choro Delas, formado apenas mulheres e, Choro Raiz. O projeto além de estimular a difusão e divulgação da música instrumental brasileira entre os mais variados públicos, propõe fomentar a formação de novos músicos na região por meio da implementação da oficina/escola de Choro, promovendo durante 06 meses aulas em nível básico e intermediários nos principais instrumentos da formação dos grupos de choro _ flauta, pandeiro, violão, cavaquinho e bandolim - para até 40 alunos (08 alunos por instrumento). O plano de ensino da oficina/escola foi pensado para oferecer uma boa base musical para novos instrumentistas. Como resultado, busca-se a formação contínua de um público apreciador e de novos músicos desse gênero brasileiro, dando acesso ao que há de melhor sendo produzido no Brasil. Como desdobramento, o Festival colabora com o fomento de novos espaços para apresentações, bem como, fomenta novos postos de trabalho ao longo da cadeia produtiva da música na Chapada dos Veadeiros e outras regiões do país. Com isso, alcançamos, também, uma forte divulgação do gênero musical e dos grandes músicos e instrumentistas brasileiros como: Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Garoto, Altamiro Carrilho, bem como a divulgação dos trabalhos da nova safra de instrumentistas e virtuoses como Hamilton de Holanda, Rafael dos Anjos, Márcio Marinho e tantos outros de Brasília. Para concluir este rol de motivações e justificativas, é importante expor o alinhamento desta proposta aos princípios da Lei n° 8.313, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura _ Pronac. Nossa maior e melhor justificativa é contribuir com as finalidades previstas nos incisos I, III e VIII do Art. 1° Lei n° 8.313 - de canalizar recursos de modo a contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais de apoiar; valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Quanto aos objetivos presente no Art. 3º da Lei 3.313 que tornam este projeto relevante é o fomento à produção cultural e artística mediante a realização de festivais de música, conforme previsto na alínea "c" do inciso II, e incentivo à formação artística e cultural, mediante a instalação de cursos de caráter artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos, conforme previsto na alínea "c" do inciso I.

Estratégia de execução

Foram anexadas a proposta: - Cartas de anuência dos músicos; - Plano de Ensino da Oficina/Escola; - Informações sobre o Festival; A aquisição de 04 unidades de cada um dos 05 instrumentos musicais - flauta, pandeiro, violão, cavaquinho e bandolim - para utilização pelos alunos da oficina/escola de Choro pelo período de 6 meses é mais vantajosa que a locação dos instrumentos. Ao final do projeto os instrumentos adquiridos terão a destinação cultural para uma entidade pública ou sem fins lucrativos de finalidade cultural, conforme estabelecido no Art. 18 da Instrução Normativa MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023

Especificação técnica

INFORMAÇÕES DA PROPOSTAS DO FESTIVAL CHORO NA VILA a) Beneficiários do produto da proposta e forma de seleção Os beneficiários do Festival Choro na Vila são: I) Os moradores da região da Chapada dos Veadeiros e turistas em geral de todo o Brasil e de outros países. O Festival será realizado em local público e gratuito, assim o acesso será livre para todas as pessoas. II) Músicos e grupos de Choro foram selecionados pela curadoria de Paulo Córdova reunindo grandes músicos de Choro de Brasília e do Brasil. Considerando que Brasília é centro formador de grandes músicos de Choro, foram selecionados grupos tradicionais como Fernando Cesar e Regional, Dudu Maia e grupo, Marcio Marinho e Victor Angeleas, bem como artistas brasilienses consagrados no Brasil e no Mundo como Hamilton de Holanda e Gabriel Grossi. Além disso foram convidados músicos cariocas já consagrados como Daniela Spielmann e Silvério Pontes. A curadoria buscou representatividade feminina no Choro com a seleção musicistas como o grupo Choro Delas, a percursionista Larissa Umaita e a já citada Daniela Spielmann. A curadoria ainda buscou reconhecer músicos da Chapada dos Veadeiros como Rômulo Frazão e Grupo Araticum. Os músicos selecionados na curadoria foram contatados e emitiram carta de anuência, anexadas a proposta no Salic. b) Justificativa acerca do conteúdo para o segmento de público a ser atingido O conteúdo do Festival será exclusivamente de Choro que é um gênero de música instrumental brasileira por excelência. Suas origens remontam o Brasil do século XIX, tendo como base a mistura entre as músicas europeias e de matrizes africanas, como a polca, a valsa, o lundú, e o maxixe, dando origem ao primeiro gênero musical genuinamente brasileiro, que popularmente é conhecido como chorinho. O gênero nasceu no Rio de Janeiro e se espalhou pelo Brasil e pelo mundo. Hoje, há inúmeros artistas, grupos musicais, escolas, eventos e festivais dedicados a este gênero musical. Considerando que o perfil do público do Festival é amplo e abrangente, formado por crianças, jovens, adultos e idosos, de todas as identidades étnico-raciais e classes de renda familiar, os músicos e o repertório apresentarão músicas autorais e clássicos do gênero como, Carinhoso, Pedacinhos do Céu, Doce de Coco, Brasileirinho, Trenzinho Caipira, As Rosas Não Falam, dentre outros clássicos. c) Detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento O principal objetivo do Festival Choro na Vila é divulgar e valorizar a música instrumental brasileira, o chorinho, bem como contribuir para a formação e ampliação do público apreciador do gênero. O Festival terá duração de 03 dias, sendo realizado em um palco principal montado em área pública ao lado da quadra de esportes na Vila de São Jorge. As apresentações iniciarão às 18h com quatro de grupos por dia, encerrando às 24h. d) Indicação do curador Curadoria feita por Paulo Córdova, que é Bandolinista formado pela Escola de Choro Raphael Rabello, graduado em História pela UnB e técnico em Áudio e Vídeo pelo IFB. Há mais de 13 anos é locutor e produtor do Programa Nas Cordas Do Choro, exibido semanalmente pela Rádio Cultura Fm 100,9 mhz Brasilia DF, com mais de seiscentos programas e centenas de entrevistas. Também foi produtor da conhecida e tradicional roda de choro do Tartaruga lanches durante mais de 14 anos.

Acessibilidade

As ações de acessibilidade para garantir o acesso aos produtos, são:I) Festival Musica Instrumental - a) no aspecto arquitetônico será montado próximo ao palco um pequeno tablado reservado para cadeirantes e PNE, além de 20 cadiras para idosos. Também será disponibilizado banheiro quimico PNE. Importante considerar que a Vila não possui calçamento ou asfalto, as ruas da Vila de São Jorge são de terra batida, mas teremos pessoas da equipe de produção disponvies para apoio. b) no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência auditiva as apresentações musicais terão interprete de libras. II) Escola/Oficinaa) Acessibilidade física: o espaço que abrigará a escola/oficinas onde serão realizadas as aulas, estará livre de barreiras físicas,possibilitando a entrada e a circulação de cadeirantes e portadores de necessidades especiais ou mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

O Festival será aberto e gratuito à todos os públicos, bem como as aulas das oficina/escola de Choro. Assim o plano de distribuição da proposta prevê o ingressos gratuito em como principal medida de democratização o acesso aos produtos e ações culturais produzidos. Além disso, a oficina/escola de choro a ser implementada na Vila de São Jorge, vai auxiliar na formação cultural das populações mais afastadas, que não têm acesso à uma escola de música, onde existem poucos professores de música e quando existem geralmente são professores particulares. Para tanto, o projeto prevê a aquisição dos instrumentos que serão utilizados exclusivamente pelos alunos, como medida p/ garantia de democratização de acesso. Em complemento, será adotada, pelo menos, a seguinte medida de ampliação do acesso: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais de algumas apresentações do Festival e das atividades de ensino das oficinas/ escola.

Ficha técnica

Paulo Córdova - curador e produtorBandolinista formado pela Escola de Choro Raphael Rabello, graduado em História pela UnB e técnico em Áudio e Vídeo pelo IFB. Há mais de 13 anos é locutor e produtor do Programa Nas Cordas Do Choro, exibido semanalmente pela Rádio Cultura Fm 100,9 mhz Brasilia DF, com mais de seiscentos programas e centenas de entrevistas. Também foi produtor da conhecida e tradicional roda de choro do Tartaruga lanches durante mais de 14 anos. Sérgio Gregório Sartori –Produção executiva Sócio Administrador da empresa Fazer Gestão Cultural – administrador e produtor cultural. Bacharel em Administração e Mestre em propriedade intelectual e transferência de tecnologia para inovação e desde 2004 trabalho como no gerenciamento de projetos culturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.