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PRONAC 234153Projeto suspensoMecenato

BENEDITO MEIA LÉGUA - VIDA E QUILOMBO

PAOLO DE SOUZA SILVA 14590938790
Solicitado
R$ 209,9 mil
Aprovado
R$ 209,9 mil
Captado
R$ 50,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

23.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vila Velha
Início
2023-11-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Mateus Espírito Santo

Resumo

Produção do filme benedito Meia Legua - Vida e Quilombo, média metragem na modalidade de documentário, com duração aproximada de 57 minutos, gravado em Full HD (1920x1080), com tema sobre a biografia de guerreiros quilombolas que lutaram contra o processo de escravização e como a herança cultural deste grupo ainda motiva e impulsiona lutas de resistência cultural negra. Além da realização de oficinas de formação em audiovisual e expressões da cultura popular tradicional.

Sinopse

1. Documentário de aproximadamente 57 minutos, com classificaçao indicativa a partir dos 12 anos, por conta dos indicadores A3.3 Personagens heroicos, místicos e lendários existem com abundância na história de formação territorial e identitária dos quilombos no Brasil, os movimentos aos quais fizeram parte são a base do quilombismo nacional e ajudaram a fazer do Movimento Quilombola um dos principais agentes políticos no cenário de participação social e política em nosso país, ao mesmo tempo em que garantiu a preservação de contextos sociais e culturais em comunidades que abrigam em seu interior importantes expressões da cultura popular tradicional do Espírito Santo e do Brasil. 2. Oficinas de formação audiovisual e expressões da cultura popular As oficinas tem por objetivo contribuir para a formação crítica e plena do ser através das artes, principalmente, do audiovisual como ferramenta de empreendedorismo social e econômico ao mesmo tempo que facilitarão a entrada e conexão entre a equipe de produção e os moradores do assentamento. Serão ao total 2 oficinas: Produção Audiovisual e Expressões da Cultura Popular. Serão realizadas em espaços comunitários escolhidos pelos produtores locais representantes das comunidades quilombolas. Cada uma com carga horária de 20 horas. A intenção é que haja sinergia e simbiose entre a equipe e a comunidade escolhida pra receber as oficinas, de forma que exista, não apenas trabalho, mas que haja vivência, troca de experiências, de saberes, de costumes, para que os dois grupos possam se apoiar um no outro em prol do desenvolvimento do objetivos em comum. As oficinas serão realizadas na própria comunidade. Todo cronograma será desenvolvido em parceria com os moradores e lideranças locais respeitando as formas de se fazer, horários e locais escolhidos pela comunidade.As oficineiras são: Olindina Serafim, Dona Antônia, Paolo Silva e Thiago Rabelo. 2.2 Oficina de Produção AudioVisual Abordaremos todas as fases necessárias para a produção de um vídeo, seja ele curta, ou longa metragem: desde o roteiro à distribuição do vídeo; o caráter coletivo da produção e o que é possível fazer com osequipamentos que temos à mão.A classificação etária indicada para participação éacima dos 16 anos. 2.3 Oficina de Expressões da Cultura Popular Para jovens e adultos das comunidades com a finalidade de proporcionar o contato com expressões quase em desaparecimento na região como as benzedeiras, raizeiras, parteiras, rezadoras, ladainha ou outras queforam apontados por representantes da comunidades como necessárias para manter as tradições locais. Será realizada por duas representantes das comunidades de Angelim e São Jorge. A classificação etária indicada para participação éacima dos 16 anos.

Objetivos

Objetivo Geral Contribuir para a visibilidade de povos e personagens quilombolas notadamente afrobrasileiros para a contrução da identidade cultura brasileira, mas mais que isso: visibilizar as trajetórias de pessoas negras na cosntrução de resistências culturais brasileiras oferecendo obra audiovisual que reflita sobre o tema traga ao protagonismo da história os próprios agentes de sua formação, bem como oferecer etapa formativa como forma de proporcionar acesso à formação na área das artes e da cultura popular tradicional. Com meta de total de público atendido de cerca de 10 mil pessoas idretamente e 300 mil indiretamente a partir de estratégias de comunicação, como divulgação em redes sociais. Objetivos específicos produção de filme média metragem na modalidade de documentário com aproximadamente 57 minutos de duração, com meta de público espectador alcançando cerca de 10 mil visualizações em plataforma digital até o segundo ano de lançamento da obra, mais 300 mil visualizções em redes sociais em etapas de lançamento. disponibilização da obras em plataformas digitais gratuitas como youtube.com (perspectiva de 10 mil visualizações na obra completa até o segundo ano após olançamento da obra e através da realização de 4 sessões de lançamento em comunidades da região (quilombos, escola, UFES e centro cultural Amélia Boroto), atingindo cerca de 400 pessoas da comunidades e localidades onde será produzida a obra Realização de 2 oficinas de Formação nos temas de produção audiovisual e expressões da cultura popular tradicional com carga horária de 20 horas e atendimento de até 30 alunos em cada oficina, totalizando a oferta de até 60 vagas em oficinas.

Justificativa

O projeto atende as seguintes finalidades da lei 8313/91, que trata do PRONAC: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. quanto às finalidades do artigo 3º da mesma lei, o projeto contribui no: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; O filme é uma proposta de realçar as lutas sociais por direitos de comunidades negras no extremo norte capixaba. Comunidades que fazem parte identidade cultural do Espírito Santo, mas que por sua caracterização negra vem sofrendo ataques e cerceamento de direitos há séculos. Em primeiro destaca-se que são comunidades de resistência que desafiaram o poder desde a colonização, mantendo vivas tradições negras advindas de África. Estas comunidades mantiveram sua importância e sua localização mesmo frente às investidas do Estado e grupos econômicos internacionais poderosos. A ideia da produção cinematográfica tem entre seus objetivos divulgar as histórias de personagens da região através do fio condutor de Benedito Meia Légua, um dos maiores guerreiros quilombolas do Sapê do Norte, responsável pela articulação entre movimentos abolicionistas urbanos e rurais, bem como pela fundação de diversos quilombos na região. Este projeto também visa atualizar o formato em que estas histórias são passadas por gerações, se em um primeiro momento foram registradas pela memória dos antigos griots da região e reproduzidas pelas histórias faladas e contadas nos terreiros rurais, mais tarde foram compiladas em escritos de escritores românticos como Maciel de Aguiar, ou científicos como Sandro Silva e Osvaldo Martins. O que se propõe é que estas histórias adentrem os universo da tecnologia e estejam disponíveis em formato digital para consumo nas novas redes sociais e plataformas digitais, permitindo maior seu acesso por diferentes públicos e em diferentes territórios. Um dos principais objetivos é fornecer uma obra com formato contemporâneo que possa ser utilizada como ferramenta de perpetuação do saber e do conhecimento afroancestral capixaba fazendo possível o acesso à história de forma contextualizada à todas as camadas da sociedade. Ao escolher Benedito Meia Légua como fio condutor da narrativa estamos privilegiando sua própria forma de articular as lutas quilombolas, Benedito era conhecido por ser um elemento de ligação entre as diferentes comunidades, ao adotá-lo como fio condutor temos a oportunidade de entender as relações com outros personagens importantes na luta negra, como Negro Rugério, Zacimba Gaba, Silvestre Nagô, Constância de Angola, Clara Maria do Rosário, Viriato Canção de Fogo e outros que articularam o movimento abolicionista no extremo norte do Espírito Santo. Ele era um articulador, um líder de formação e capacitação na organização tanto de atividades de estouro de senzalas e libertação de cativos, quanto na preparação e organização interna das comunidade quilombolas durante aquele século. Conta-se que Benedito Meia Légua andava por todas as comunidades do Sapê do Norte, mas não se fixava em apenas uma, andava e vivia pelas matas, acredito que sua importância simbólica está nisso, em seu papel real como fio que ligava as diferentes narrativas do território, sua colocação enquanto fio condutor na narrativa deste filme se dá em termo de respeito à sua trajetória de vida e a sua essência em representatividade em si. Um outro fator muito importante para a importante é a representatividade do personagem do ponto de vista simbólico para as manifestações da cultura popular tradicional ligadas aos ciclos de Festas de São Benedito, que como se sabe foram ferramenta de sincretismo para práticas culturais e organizacionais de comunidades tradicionais afro brasileiras. Outro objetivo diz respeito à colocação do movimento negro e do movimento quilombola como um dos principais articuladores da luta por identidade cultural, territorial e liberdade de expressão no Estado do Estado do Espírito Santo para o povo negro, isto pois existe a necessidade de contrapor teorias que tentam ser hegemônicas a partir do ponto de vista que os avanços conquistados por comunidades negras são advindos ou produtos unicamente de forças externas ao contexto destas comunidades. Isto quer dizer que a inserção da personagem de Benedito Meia Légua pode contribuir para explicar a ação organizada em ataques ao sistema colonial para oferecer a liberdade a cativos afrodescendentes bancadas por um grupo com amplo conhecimento e presença em um território que já chegou a ter 30 mil famílias abrigadas, oferecendo liberdade aos cativos afrodescendentes. Além de abordar a prática do grupo no contexto colonial, a partir de entrevistas com com representantes de grupos populares e quilombolas o filme objetiva atualizar as novas formas de resistência e práticas culturais e sociais presentes no território até hoje. A região é altamente diversa em simbologia e contextos. Não apreciamos ideias de reconhecimento apenas do passado, pois estas práticas passadas também deixaram suas marcas na atual sociedade, encara-se que existem novas formas de abolicionismos que precisam ser implementadas, como a questão da titulação das terras - o território é extremamente importante para a afirmação da identidade local; outra atualização que se objetiva apresentar no filme diz respeito à práticas culturais que estão na região desde quando vieram os primeiros navios vindos de África, os sons dos tambores, pandeiros e casacas ainda pulsam fortemente e trazem uma infinidade de saberes ancestrais, algumas destas práticas são reconhecidas pelo Estado Brasileiro como expressões da cultura popular tradicional e merecem salvaguarda, como o caso do Congo (representado pelo Baile de Congos de São Benedito do Ticumbi), o Jongo, a capoeira, as benzedeiras raizeiras... Um dos objetivos da obra é fazer um link direto e contextualizado entre as práticas abolicionistas coloniais e a formação de uma identidade cultural que está presente hoje no território. O projeto se baseia nas metodologias da antropologia visual ao levar em consideração a construção de narrativas através da história de vida e história oral e da construção de uma etnografia visual. Também é base para o projeto a Etapa Educativa que busca trazer sinergia e conexão entre a equipe de produção e os moradores do assentamento, mas sobretudo deixar para a comunidade os conhecimentos para a produção de vídeos, atuação para cinema, a produção de peças de divulgação, assim como reunir contos da oralidade popular

Especificação técnica

Propõe-se que antes da fase gravação do filme seja realizada uma etapa formativa na região das comunidades quilombolas do Sapê do Norte, com objetivo de oferecer formação profissionalizante na área de audiovisual para capacitar jovens para trabalhar na produção da obra e também a realização de oficina de expressões da cultura popular para auxiliar na reprodução destas práticas, como demandado pelas comunidades. As oficinas tem por objetivo contribuir para a formação crítica e plena do ser através das artes, principalmente, do audiovisual como ferramenta de empreendedorismo social e econômico ao mesmo tempo que facilitarão a entrada e conexão entre a equipe de produção e os moradores do assentamento. Serão ao total 2 oficinas: Produção Audiovisual e Expressões da Cultura Popular, realizadas em espaços comunitários escolhidos pelos produtores locais representantes das comunidades . Cada uma com carga horária de 20 horas. A intenção é que haja sinergia e simbiose entre a equipe e a comunidade escolhida pra receber as oficinas, de forma que exista, não apenas trabalho, mas que haja vivência, troca de experiências, de saberes, de costumes, para que os dois grupos possam se apoiar um no outro em prol do desenvolvimento do objetivos em comum. As oficinas serão realizadas na própria comunidade. Todo cronograma será desenvolvido em parceria com os moradores e lideranças locais respeitando as formas de se fazer, horários e locais escolhidos pela comunidade. As oficineiras são: Olindina Serafim, Dona Antônia, Paolo Silva e Thiago Rabelo. Oficina de Produção AudioVisual: Abordaremos todas as fases necessárias para a produção de um vídeo, seja ele curta, ou longa metragem: desde o roteiro à distribuição do vídeo; o caráter coletivo da produção e o que é possível fazer com os equipamentos que temos à mão. A indicação de participação é para todos que tenham acima dos 16 anos. Oficina de Expressões da Cultura Popular: Para jovens e adultos das comunidades com a finalidade de proporcionar o contato com expressões quase em desaparecimento na região como as benzedeiras, raizeiras, parteiras, rezadoras, ladainha ou outras que foram apontados por representantes da comunidades como necessárias para manter as tradições locais. Será realizada por duas representantes das comunidades de Angelim e São Jorge. A divulgação do projeto se dará a partir de cinco pilares: ambiente virtual, divulgação nos jornais e emissoras regionais, exibições em locais públicos, festivais e escolas. Aa primeira parte, o ambiente virtual será um dos mais expressivos meios de comunicação, pois sua utilização será massiva desde a fase de pré-produção, oportunizando um diálogo com o público de forma mais consistente, apresentando detalhes de produção, curiosidades sobre o tema e apresentação da equipe de produção. Esta etapa estará focada na criação de peças gráficas digitais para utilização em redes sociais com estratégias de comunicação e marketing, com foco em mobilização e engajamento de público de maneira orgânica e visando acima de tudo a transparência nas ações do projeto. Para isso iremos abastecer página Instagram e twitter com uma grade de publicações semanais. Esta estratégia em redes sociais se mostra efetiva tanto para espectadores próximos das comunidades onde serão gravadas as entrevistas, ampliando o saber local sobre a obra, tanto quanto tem potencial para levar a obra para o mais distante possível, visto a capacidade das redes em alcançar territórios, contextos e públicos distantes. Investir em divulgação nas redes vai aumentar as possibilidades de visibilidade da obra. As principais peças produzidas nesta etapa serão: fotografias, vídeos curtos para instagram e cards de divulgação Outro pilar importante ao projeto são os parceiros dos meios de comunicação tradicionais, como jornais e emissoras de televisão locais. Na região a equipe de produção já tem contatos consolidados com jornais de circulação diária e regional, como o Tribuna do Cricaré e Jornal da Ilha, onde serão reportados regularmente notícias sobre a produção, estreia e circulação da obra. Da mesma forma região conta com sucursal da Rede Gazeta, afiliada ao maior conglomerado de televisivo do país e pode veicular reportagens no jornais locais. Além dos já tradicionais envios para exibição em mostras e festivais do ano, focando na distribuição para festivais internacionais sobre direitos humanos e povos e culturas tradicionais e de produtores, diretores, e temas negros além dos que são voltados para debates amplos ou em meio acadêmico, através da articulação com diferentes parceiros de peso que compõem a rede de relações dos profissionais e idealizadores da obra, como o laboratório de antropologia visual da Universidade Federal do Espírito Santo, a Coordenação Nacional Quilombola (CONAQ), Comissão ES de Folclore e Culturas Populares, Faculdades Locais, Centro Universitário Norte do Espírito Santo, e outras entidades. Para cumprir este objetivo pretende-se a articulação com meios de comunicação local, para informar sobre a produção da obra, bem como quando da divulgação da mesma. Além de exibições nas comunidades, da mídia espontânea e da estratégia virtual, pretendemos utilizar espaços públicos voltados para a exibição de filmes, estes espaços são poucos, mas existem na região e podem ser uma possibilidade para aumentar a visibilidade da obra, como as salas de cinema no Centro de vivência Amélia Boroto em São Mateus, exibições na praça de Guriri, durante o verão, exibição no Sítio Histórico Porto de São Mateus e outros locais.

Acessibilidade

Oficinas Realizadas em locais com acessibilidade física para cadeirantes e banheiro acessivel. presença de monitor especializado em inclusão eduucacional Contratação de intérprete de LIBRAS Filme Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Audiodescrição e Legendagem descritiva Lançamento em comunidades quilombolas em local com acessibilidade física a PCD's, como rampas, elevadores e banheiro acessível Exibição no centro de Vivência Amélia Boroto em local com acessibilidade física a PCD's, omo rampas, elevadores e banheiro acessível Exibição em escolas da rede pública municipal em local com acessibilidade física a PCD's, omo rampas, elevadores e banheiro acessível Exibição em teatro da Universidade Federal do Espírito Santo, Campus CEUNES, em local com acessibilidade física a PCD's, omo rampas, elevadores e banheiro acessível

Democratização do acesso

De acordo com a IN 23/2023, em seu artigo 28, o projeto oferecerá: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil Além disso o projeto oferecerá todas as atividades de distribuição do filme e participação nas oficinas de forma totalmente gratuita. Oficinas divulgação a partir dos contatos das lideranças das comunidades, vagas destinadas a remanescentes quilombolas, com prioridade para grupos invisibilizados e estudantes da rede publica de ensino vagas para oficinas ofertadas de forma totalmente gratuita publico alvo, criancas, adolescentes, jovens, adultos e idosos de comunidades remanescentes de quilombos. Na etapa de divulgação a meta é atingir 10 mil pessoas em redes sociasi e 100 pessoas nas comunidades rurais da região.Local de realização em meio rural, em comunidades distantes do meio urbano e que muitas vezes nao tem acesso a formação cultural como esta Filme Aproximação com o público a partir das redes sociais na etapa de produção . Esta etapa tem por objetivo criar uma identidade da obra perante ao público que já se interesse pelos temas a serem retratados. A partir da produção de divulgação voltada para as redes sociais já teremos um público inicial com expectativas de consumir os produtos advindos do projeto. Desta forma será possível acessar e ativar redes de divulgação de parceiros com grande visibilidade nas redes sociais. Até o momento temos em nossa redes parceiros com alcance de cerca de 40 mil seguidores, com meta de atingir 300 mil pessoas visualizando conteúdos em redes sosicias.Envio para festivais e mostras . seguindo a tradição, um dos primeiros passos será preparar a obra para circular em mostras e festivais, sejam no Espírito Santo, onde tem surgido espaços de exibição após a pandemia e onde existe mostras e festivais já consolidados, como Festival de Vitória. Neste tópico também serão priorizados os eventos de exibição e concorrência com corte em produtores e contextos negros. Exibição em pelo menos 4 festivais ou mostras no primeiro ano de lançamento.Exibições públicas no Estado do Espírito Santo. Um dos primeiros compromissos da equipe de filmagem para com as comunidades foi que a primeira exibição se dará em uma comunidade quilombola. Diante disto foi realizado um acordo com 3 comunidades quilombolas do Sapê do Norte para que seja realizado um circuito de exibição da obra pelos quilombos e da mesma forma foi articulado exibições com órgãos públicos, como a Universidade Federal do Espírito Santo, que possui um campus dentro da área limite do território do Sapê do Norte, bem como com a Prefeitura Municipal de São Mateus para exibição no Centro de Vivência Amélia Boroto e em escola da rede municipal de ensino. exibição permanente em plataforma de vídeo. Totalizando pelo menos 400 pessoas das comunidades locais aassistindo ao filme.ao fim de um ano de exibição e circulação a obra ficará disponível em plataforma virtual para compartilhamento de vídeos, preferencialmente youtube.com, com meta de espectadores digitais em 10 mil visualizações ate o segundo ano após o lançamento da obra.

Ficha técnica

Nome: PAOLO DESOUZA SILVA Função: DIREÇÃO GERAL Gestor de projetos, desenvolvedor, pesquisador com publicações de artigos científicos em livros, periódicos e encontros internacionais, experiência na área de análises de arranjos institucionais, governança e capacidades instaladas, criação de banco de dados, pesquisas qualitativas e quantitativas, supervisão de equipes de pesquisa. Sólida experiência em políticas para a cultura, criatividade, desenvolvimento e meio ambiente, bem como utilização de ferramentas audiovisuais para pesquisas sociais e ambientais. Cursando graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e tendo concluído a Graduação e Mestrando em Ciências Sociais pela UFES - área de concentração ciência política - capacidades do estado e governança ambiental no projeto de Implantação de Tecnologia Participativa Para Recuperação da Bacia do Rio Doce. Membro do Laboratório de Estudos Políticos – LEP/UFES; com experiência em planejamento estratégico, participação social, além de trabalhos para entidades do terceiro setor no desenvolvimento de projetos que aliam tecnologia, criatividade e desenvolvimento sócio culturais. o proponente será responsável pelas rubricas de captação de recursos e direção cinematográfica do projeto. Nome: SELMA DEALDINA Função: PRODUÇÃO EXECUTIVA Selma dos Santos Dealdina é mulher quilombola do Angelim III, Território do Sapê do Norte, no Espírito Santo. Integra diversas organizações da sociedade civil comprometidas com a luta quilombola e com a luta antirracista de forma geral, como a Coalizão Negra por Direitos, a Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Espírito Santo (Zacimba Gaba) e o Coletivo de Mulheres da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), da qual atualmente é secretária executiva. É organizadora da obra “Mulheres Quilombolas, territórios de resistências negras femininas”, lançada recentemente pela editora Jandaíra, no selo Sueli Carneiro. Atualmente é Secretária Executiva da Coordenação Nacional Quilombola (CONAQ) Nome: OLINDINA SERAFIM Função: ASSISTENTE DE DIREÇÃO E OFICINEIRA É uma das maiores referências em educação quilombola do Estado do Espírito Santo. Moradora do Quilombo de São Jorge é uma das professoras mais antigas do Sapê do Norte e a primeira da região a se formar em doutorado em educação, abordando o tema Educação escolar quilombola : memória, vivência e saberes das comunidades quilombolas do Sapê do Norte, Escola de São Jorge. Além de ativista pelos direitos humanos e pela promoção da igualdade racial, atua em conselhos de políticas públicas para o setor e também carrega histórias e interpretações sobre a cultura quilombola no sapê do Norte. Nome: KARINI BERGI Função: ASSISTENTE DE DIREÇÃO Nome: THIAGO RABELLO Função: Oficineiro e Assistente de Fotografia Thiago Gomes de Melo Rabelo, 40 anos, natural de Minas Gerais, mudou-se para o Espírito Santo ainda criança. Desde 1996 tem se dedicado à arte do mosaico e também na confecção de painéis de pintura e esculturas de parede, quase sempre focado às obras públicas de arte. A fragmentação transformada em unidade no mosaico de Thiago Rabelo, é percebida também quando pensamos na pluralidade de suas obras, que, por mais que apresente diferentes temas, como arte sacra, representações cotidianas e abstrações, todas estão intrinsecamente ligadas ao modo de viver e ver o mundo do artista, sempre à luz de manifestações culturais e religiosas. Por esse prisma, fica claro perceber o porque de seus trabalhos estarem dispostos em locais tão distintos, como igrejas cristãs, mercados recheados de cultura africana, museus que abrigam obras de arte, teatros e até muros de casas e hotéis. A sua arte está inserida no primeiro catálogo de produtos culturais do Espírito Santo, realizado em 2005. Tendo participado de várias exposições individuais e coletivas, além de realização de saraus e eventos de ações culturais, o artista busca sempre o diálogo através da multidiversidade das linguagens artísticas, onde passeia pelo cinema, fotografia e produções culturais, sempre buscando reunir e aglutinar vários segmentos artísticos como forma de ampliar as experimentações e vivências artísticas. Possui trabalhos públicos e privados de grande relevância e tem na sua maior forma de expressão a arte sacra. O artista morou no MS no ano de 2009 e em Araçatuba-SP, de 2010 a 2014, porém continuando suas obras no ES. Nome: DONA ANTONIA Função: OFICINEIRA Uma das mais antigas moradoras da região quilombola do Sapê do Norte e uma das poucas que guarda os conhecimentos sobre as ladainhas rezadas pelos povos negros da região. No projeto atuará como oficineira. Nome: JONAS TICUMBI DE CONCEIÇÃO DA BARRA Função: PRODUTOR LOCAL Representante de um dos mais antigos e representativos grupos de Ticumbi no norte do Estado do Espírito Santo, durante a apresentação do ticumbi ocupa a função de Rei de Bamba, em contraponto ao Rei de Congo. Carrega consigo muitas histórias sobre os grupos que habitaram a região por ser um dos escolhidos para concentrar a sabedoria antiga dos negros quilombolas e discorre bem sobre os negras antigos como Benedito Meia Légua e sua importância para a região. Nome: RICARDO SÁ Função: DIRETOR DE FOTOGRAFIA Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Espírito Santo (1988). , atuando principalmente como documentarista audiovisual com forte interesse na etnografia dos povos tradicionais. Organizou Mostras de Cinema e Festivais de Arte, e também editou revistas de cinema capixaba. Orientou oficinas de documentário e masterclasses em Paris(FRANÇA), Toronto(CANADÁ), São Carlos (SP), Frankfurt (ALEMANHA) e Vitória (ES-BRASIL) Nome: APOENA MEDEIROS Função: ASSISTENTE DE FOTOGRAFIA Fotógrafo dedicado ao estudo e registro das culturas populares do Estado do Espírito Santo, dentre seus trabalhos mais representativos estão as constribuições para o Atlas do Folclore Capixaba, bem como o livro Pommerlande que assina ao lado de Rogério Medeiros, onde destacam a chegada da modernidade às comunidades agrícolas nas últimas décadas. Começando as documentações fotográficas na década de 1970, com o pai, e virando o milênio sob o olhar do filho. Esta contribuição na narrativa visual lança um olhar atento sobre os hábitos tradicionais que as gerações mais jovens procuram preservar, ao mesmo tempo em que as benesses tecnológicas facilitam e os encantam. < https://secult.es.gov.br/bpes-lanca-livro-de-fotografia-sobre-a-saga-p > Nome: FERNANDO SECOMANDI Função: TRILHA SONORA Possui graduação em Composição musical pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1991).Professor de Estética Musical da FAMES Tem experiência na área de Artes, com ênfase em musicologia e folclore.Técnico em Fabricação de Instrumentos Musicais.Coordenador do Curso Técnico em Fabricaçao de Instrumentos Musicais da Escola Gomes Cardim. Os currículuns, portfólios e comprovações dos participantes encontram-se no link: https://drive.google.com/file/d/1741OrgLfzmplmXi4yf4HKIdNHfpW3y5V/view?usp=sharing

Providência

Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.