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Sem Querer Militei é um projeto de produção e circulação da comédia teatral Sem Querer Militei. A peça é completamente autoral e possui classificação indicativa de quatorze anos. Tem como intuitofomentar a produção e circulação nos estados de MG, SP e RJ. A temática da peçaaborda reflexões e existencialidades vividas por pessoas LGBTQIAP+.
Sem querer, Militei conta a vida de três militares que se descobrem LGBT no quartel: General 69, Cabo USB e Sargento 24. Os três se tornam melhores amigos, e juntos criam o 1º grupo de teatro LGBT do Batalhão do Exército do país de Filantropia. A trama tem o intuito de abordar discussões e reflexões importantes envolto da vida e existencialidade de pessoas LGBTQIAP+. Com uma narrativa divertida e também cômica, os três se unem para realizar a primeira apresentação do grupo, em um ambiente majoritariamente hétero, enfrentando o preconceito e mostrando a realidade de um corpo LGBTQIAP+, que sofre represalha só por serem quem são. O Laboratório de criação dos atores aborda a criação cênica em torno do Teatro do Absurdo. Além do método teatral em si, os atores exploram em várias cenas, figurinos e adereços; o visual que se desenha por elementos históricos da história do brasil fazendo referências ao movimento tropicália, semana de arte moderna e claro, a parada LGBQIAP+ refenciando Silvetty Montilla e Miss Biá.
Objetivo Geral: - Formação de público na cidade de Três Corações- Fomentar o trabalho de artistas e produtores locais.- Intercâmbio cultural da equipe.- Contratação de Equipe Técnica da Região. Objetivo Específico: - Realização da temporada da peça "Sem Querer, Militei" com 3 apresentações para aproximadamente 500 pessoas por apresentação.- Realização de duas apresentações da temporada nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
O projeto se justifica através do Art. 1º da Lei 8.313/91 nos incisos I, II e III : E também no Art. 3º da Lei 8.313/98 em seus seguintes incisos e alíneas: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999).O projeto possui grande relevância por trazer o tema a um público variado e provocar a reflexão acerca da existência e conflitos de pessoas LGBTQIAP+ O projeto possui grande relevância por trazer o tema a um público variado e provocar a reflexão acerca da existência e conflitos de pessoas LGBTQIAP+. A atual legislação federal no presente instrumento legislativo atua em paralelo ao projeto, como importante instrumento de política pública continuada não apenas sobre o seu papel cultural, mas também como uma importante ferramenta de conscientização e disseminação de informação acerca de nossas vivências LGBTQIAP+. Sem Querer Militei é uma peça teatral que aborda reflexões e existencialidades vividas por pessoas LGBTQIAP+. Toda a trama acontece em um Quartel do Exército do país de Filantropia onde existe o batalhão LGBT. A trama narra a história de três homens que se descobrem LGBT no quartel. Ao se entenderem enquanto um corpo minoritário, usam de sua amizade para fundar o primeiro grupo de teatro LGBT do batalhão A trama narra de forma divertida as existências de pessoas LGBTs em um ambiente majoritariamente hetero e com preconceito mostrando a vivência dessas pessoas que existem no mundo real e enfrentam diversos preconceitos só por existirem. Por fim, o fomento a este projeto possibilita de forma direta e indireta o aquecimento econômico na região, o fomento do trabalho artístico de profissionais da cultura e a conscientização sobre cidadania e corpos LGBTQIAP+ Válido ressaltar também, que apesar da peça ser uma comédia que acontece dentro de um quartel militar, o mesmo não faz chacota desta instituição publica. A peça apenas retrata de forma cômica as vivências de pessoas LGBT nestes ambiêntes. Vicências retratadas em forma de ficção em um pais e cidade ficticia.
Não se aplica.
Não se aplica.
O projeto prevê em seu produto principal os mecanismos de acessibilidade mediante as seguintes medidas: Acessibilidade Auditiva: Haverá intérprete em libras durante as apresentações para a tradução simultânea. Acessibilidade Física: Para acessibilidade física, a peça será apresentada em locais que contenham corrimões, rampas de acesso e piso tátil para pessoas com deficiências físicas e visuais.
Seguindo as diretrizes do Art 27 da IN 01/23 da Lei nº 8.313/91, a democratização do acesso do produto principal, se dará de forma GRATUITA, onde esse produto principal estará disponível em um lugar de fácil acesso a todos. O mesmo se enquadra no inciso X do Artigo 28 da IN 01/2023 onde se lê: outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Será disponibilizado de forma gratuita na internet, registros videográficos e fotográficos do mural se inserido no inciso IV do Art 28 onde se lê: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
NOME/NOME ARTÍSTICO: Hudson Henrique Silva (Henrique Monteiro) FUNÇÃO: Ator e Coordenador Financeiro MINI CURRÍCULO: Graduando em Produção Cultural, Ator e produtor cultural sul-mineiro, desde muito novo trabalhando com arte, sempre fazendo cursos de dança, teatro, interpretação entre outros. Em 2016 se tornou membro do Grupo Teatral Cultiv’art, que é um grupo do sul de Minas Gerais, onde realiza peças, esquetes e workshops. Em 2019 se tornou sócio proprietário do Marginália Filmes, que é uma produtora de filmes independentes. Atualmente também trabalha como Assistente de Projetos, onde se dedica a leis municipais, estaduais e federais, criando assim, uma carreira de quase 14 anos na área artística. NOME/NOME ARTÍSTICO: Luciano Silva de Lima (Luciano Lima) FUNÇÃO: Ator MINI CURRÍCULO: Ator e músico tricordiano graduado em Produção Cultural pela Universidade de Franca. Integra as peças teatrais "Aqui Jaz uma Fofoqueira", "Quem Conta Um Conto, Aumenta Um Ponto" e "Sem Querer Militei", ambas como ator, músico e produtor cultural. Compõe o núcleo dos coletivos Marginália Filmes, Quintal Produções Artísticas e Viraminas Associação Cultural. Atualmente é pós graduando em gestão de projetos culturais e integra o corpo de prestador de serviços da Criape Brasil como Analista de Projetos Culturais e Esportivos. NOME/NOME ARTÍSTICO: Luana Lima FUNÇÃO: Coordenadora Artística e Social Media MINI CURRÍCULO: Graduanda em Produção Cultural pela Universidade de Franca, trabalhou como atendente e assistente administrativo em Laboratórios de Análises Clínicas. Atualmente desempenha a função de Assistente de Projetos na Quintal Produções Artísticas onde atua diretamente com mecanismos de incentivo fiscal à cultura. Cursou Marketing digital pela Escola Aberta Terceiro Setor e Autoinstrucional de Redes Sociais: Conceito e Organização pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Desempenha também o trabalho de social media de forma voluntária em contas de fã-clube no Instagram e tiktok. NOME/NOME ARTÍSTICO: Rafael de Oliveira Matos (Rafael Matos) FUNÇÃO: Ator MINI CURRÍCULO: Ator, graduado em Artes Visuais. Atuou em peças infantis e adultas, ganhando como melhor ator em A Serpente de Nelson Rodrigues. Integrante do grupo Humor Xanxado Stand UP Comedy – SP. Semifinalista no concurso: Precisa-se Zorra, promovido pelo programa Caldeirão do Huck – REDE GLOBO. Integrante do grupo Cultiv’art projeto de pesquisas cênicas em Três Corações. Atuou em três propagandas; e também em curtas metragens, destinados aos grandes Festivais de Cinema Independente.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.