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A segunda edição do projeto Pé de Feijão - Arte e Educação propõe arealização de apresentações teatrais deproduções baianas, que serão selecionadas por meio de chamada pública, além darealização da ação"Cantinho da Leitura", quetem como público prioritário crianças, a partir da contação de histórias de livros Infanto juvenis, além de jogos e brincadeiras monitorados pela equipe de mediação.
Por Ney Wendell. A infância e a juventude devem ser vistas como prioridades fundamentais quando pensamos no desenvolvimento cultural de uma cidade. Diversas redes e instituições governamentais e não governamentais vêm trabalhando para defender o acesso à cultura desde a primeira infância, dinamizando mecanismos do apreciar e do produzir culturalmente. O olhar não é mais para produzir culturas somente para a criança e o jovem, mas coproduzir com eles, pois essencialmente ao incluí-los no conceber e executar de uma ação cultural, nós criamos espaços de direito para crianças e jovens cidadãos e co-criadores. Como fazedores de cultura, devemos sair em defesa do público infanto juvenil, principalmente diante de realidades políticas atuais de alguns países que fomentam o desmonte de programas culturais como as extremas direitas. Ao nos colocarmos em defesa de projetos de artes que gerem a integração de crianças e jovens, estamos fortalecendo o encontro de cidadãos que aprendem a viver juntos e a lutarem pelos seus direitos culturais, reconhecendo-se como coletivos em suas comunidades. No Brasil recomeçamos no ano de 2023 uma reconstrução da política cultural, depois de vivermos em contextos sombrios de pensamento sociopolítico perigoso e destruidor que excluía a cultura do campo governamental. O Teatro Vila Velha, pelo seu histórico de luta cultural e social, compreende bem a defesa da infância e da juventude ao desenvolver uma diversidade de projetos que incluem crianças e jovens como públicos apreciadores e fazedores das artes. No Projeto Pé de Feijão vemos o quanto esta defesa da cultura escolhe um caminho atual e prioritário: a integração infanto juvenil pela mediação cultural. A situação social das relações humanas foi modificada para um caminho, ainda desconhecido, no período que vivemos pós-COVID. Alguns elementos ficaram presentes e estamos aprendendo a compreendê-los como, por exemplo, o distanciamento, o isolamento e a agressividade. Por isso, os projetos culturais chegam como incentivadores da esperança no ser humano ao reconectá-lo ao outro e colocá-lo como cidadão criador. Quando o Pé de Feijão opta por uma metodologia de mediação cultural, há uma abertura para novos espaços de diálogos e de conexão criativa entre os públicos infanto juvenis com seus pares, com as obras de artes e com os espaços. A mediação cultural neste projeto se posiciona na urgência atual de integrar este público diante de contextos complexos do aumento de violência nas escolas, de efeitos nas relações sociais graves de distanciamento do pós-COVID e das consequências de precarização cultural na política dos últimos anos. O aspecto que deixamos mais em evidência desta mediação é a necessidade de integrar. As crianças e jovens vivenciam processos de potencialização da sua presença criativa no mundo com todos estes níveis de integração com o outro, com a arte e com o espaço. A força que move um olhar, um coração, uma mente através de uma obra, leva este público a repensar seu lugar de transformador de realidades. Suas vozes e corpo presentes nos encontros criativos e coletivos mobilizam sonhos. Que sonhos são estes nascidos de momentos integradores gerados pela arte e cheios de prazer? Como estas crianças e jovens verão suas ruas, teatros e salas depois de viverem o potencial da arte que muda espaços? Quais perspectivas de futuros nascem num momento de encantamento com outros públicos e com os artistas numa experiência de apreciação? O que o empoderamento deste público como cidadão cultural e co-criador pode gerar de transformações em seus lugares de convivência? São reflexões que observamos ao visualizar o potencial dos processos mediadores do Pé de Feijão. Caminhos de aberturas de olhares e corações que ainda serão percorridos e que serão como atos de semear esperança do viver juntos criando, reconhecendo e conectando com os outros. Crianças e jovens querem descobrir novas formas de se integrarem como indivíduos diversos e criadores e uma das portas para trilhar o viver junto com arte está aberta com o Pé de Feijão.
Em consonância com o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Objetivo geral: Promover uma programação de qualidade feita por profissionais das artes cênicas baianas para público infanto-juvenil, constituída de apresentações de espetáculos e contações de histórias, promovendo a sensibilização e formação artística como atividade educativa, gerando uma programação especial destinada a crianças e adolescentes, estimulando oportunidades de trabalho aos artistas e técnicos das artes cênicas e manutenção de pesquisas continuadas. Objetivos específicos: Produto: Espetáculo de Artes Cênicas - Organizar uma programação artística continuada e gratuita para o público infanto juvenil promovendo a sensibilização e formação artística como atividade educativa, com a realização de 20 (vinte) apresentações teatrais; - Oferecer espetáculos baianos de qualidade artística e técnica, com conteúdos educativos, de grupos profissionais das artes cênicas; - Apresentar o universo artístico e o teatro para público alvo; - Aquecer o mercado das artes cênicas gerando oportunidades de trabalho e renda; - Promover a difusão das artes. Produto: Curso / Oficina / Estágio - Promover a realização de 20 (vinte) encontros de contação de histórias para a programação do Teatro Vila Velha; - Democratizar a apreciação do teatro e da dança, incentivando a ida ao teatro e apresentando textos e temas que contribuam para formação artística do público; - Contribuir para o desenvolvimento da formação de crianças e adolescentes; - Contribuir na criação de condições de estímulo e manutenção de pesquisas para público infanto-juvenil.
Em consonância com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos abaixo listados I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os encontros entre arte e educação contribuem para a formação de uma sociedade mais sensível, humana, inteligente e diversa. Fonte primordial para a iniciação artística e formador de futuros apreciadores da arte, o teatro vem ao longo da história promovendo o primeiro passo de crianças e adolescentes no universo cultural. Os espaços e grupos teatrais representam parte importante da história teatral de nosso país. Por meio do trabalho contínuo de um grupo de pessoas, os resultados obtidos ao longo do tempo vão se aprimorando em um crescente, oferecendo possibilidades estéticas e artísticas que se apresentam como uma das grandes forças do trabalho de grupo. No entanto, a manutenção das atividades não é tarefa simples, seja pela realidade de precarização do campo ou pela complexidade logística para a manutenção de um espaço como o Teatro Vila Velha. Em consonância com as políticas públicas e direito constitucional à cultura, o projeto "Pé de Feijão Arte e Educação" proporciona não somente desenvolvimento pessoal, mas o estímulo à cidadania através do contato direto com o teatro. A temática da sensibilização artística, durante o período de formação do indivíduo, é de grande importância para a sociedade a partir do momento que cria bases de conhecimento sólidas, além trazer benefícios para a comunidade em geral. A contação de história nos teatros e nas praças públicas, instiga a imaginação, a criatividade, a oralidade, incentiva o gosto pela leitura, contribui na formação da personalidade da criança envolvendo o social e o afetivo. Além de promover o encontro entre pessoas, e aproximação de diferentes públicos de forma prazerosa e construtiva. O "Pé de Feijão _ Arte e Educação" iniciou em 2016 a sua jornada em busca desse contato mais próximo entre pessoas, arte e educação, reunindo mais de 30 instituições de ensino e alcançando mais de 4.000 crianças e adolescentes de Salvador e região metropolitana. O trabalho proporcionou a muitas dessas crianças e adolescentes a oportunidade de vivenciar o teatro e as artes cênicas pela primeira vez. Em sua última edição, foram realizadas 12 apresentações no Teatro Vila Velha e 12 contações de histórias em escolas públicas para o público infanto juvenil da rede de ensino e comunidades de Salvador. Alunos de 60 escolas foram convidadas a participar, e foram estabelecidas parcerias importantes entre escolas, comunidades, teatro e artistas, além de agentes de segurança, tendo nessa etapa a participação do efetivo da polícia militar salvaguardando o acesso e proporcionando um ambiente de paz e saúde. O projeto ofereceu atividades complementares à formação, proporcionando momentos de lazer e educação tanto na escola quanto no Teatro Vila Velha. A mediação cultural em consonância com professores, diretores, agentes culturais, arte educadores e alunos, atua como potencializadora dessa experiência estética, criando uma ponte entre o que é produzido artisticamente e o público. Ela inicia dando acessibilidade, proporcionando não apenas o momento da fruição em um contato prévio, onde são trabalhadas as referências, mas também num momento posterior, de absorção, assimilação e continuidade. O projeto assume o compromisso de atingir os objetivos apontados pela lista ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU, como um apelo universal para assegurar um desenvolvimento sustentável, de paz e justiça para todos, transformação social através da promoção de oportunidades de educação de qualidade e incentivo à igualdade de gênero desde a primeira infância. Sua continuidade garantirá o acesso a uma grande quantidade de crianças, e seus desdobramentos gerarão ações positivas nas escolas, despertando o interesse do aluno para diversos conhecimentos, como também na sua comunidade e família, criando o hábito saudável de vivenciar experiências artísticas e estar inserido em grupos sociais.
Ressaltamos que embora seja realizado no Teatro Vila Velha, o projeto, desde a sua primeira edição, é uma realização da Baobá Produções. Anexamos declaração contendo essas informações, afim de validar o acima exposto: https://drive.google.com/file/d/1j3anYhVMnr0c0UcrEj23uv0uLqGUtvgd/view?usp=sharing Mais informações sobre o Vila Velha: https://www.teatrovilavelha.com.br/ Sobre o Projeto: A fim de contribuir para a formação de público, a sensibilização estética e a quebra de preconceitos, o acesso à todas as atividades do Projeto dar-se-á gratuitamente. Desta forma, além do propósito formativo, de difusão cultural, a proposta mantém o seu espírito de democratização do acesso e inclusão social. Enquanto uma empresa engajada com um empreendedorismo sustentável, temos um compromisso com a produção de experiências de forma sustentável econômica, social e ambiental. Desta forma, é compromisso socioambiental ainda deste projeto, a utilização de materiais reutilizáveis oriundos de outras montagens e espetáculos, buscando a redução da geração de novos resíduos. Da mesma forma, durante o processo de montagem ou desmontagem do espetáculo serão encaminhados para destinação consciente os materiais e resíduos restantes deste processo para organização que atue no setor de reciclagem e sustentabilidade. São exemplos de materiais que podem ser reaproveitados: banners em lona, pedaços de madeira, fios e similares, tecidos dos figurinos, dentre outros. Ainda fortalecendo o nosso compromisso ambiental, instalaremos um posto de posto de coleta de equipamentos eletrônicos, que funcionará nos dias de espetáculo para recolhimento de materiais e encaminhamento para instituições que trabalham com reuso de eletrônicos. A organização do evento irá firmar também parceria com as associações de catadores e ONG’s que trabalham no âmbito da atividade de reciclagem, para reaproveitar todos os resíduos sólidos gerados ao longo das atividades. Será adotada uma política de pré ciclagem, priorizando a utilização de materiais reciclados, recicláveis e biodegradáveis. Estratégias de divulgação: O plano de divulgação priorizará uma comunicação integrada, compreendendo desde a gestão de ações e cronograma, até uma comunicação digital dirigida e de amplo alcance. Serão utilizadas estratégias de patrocínio e impulsionamento nos perfis das redes sociais, focando sempre numa comunicação ativa e humana. Contempla uma comunicação estratégica que mantém o Projeto pulsante durante toda a realização. A estratégia se baseia em ações consolidadas de relações públicas, assessoria de imprensa, publicidade e marketing digital. Pesquisa de novas mídias e a garantia de acessibilidade, participação e engajamento do público ao longo do projeto são valores inerentes às ações de comunicação. Relações públicas consistirá em desenvolver e gerenciar o plano de comunicação, estruturando cronograma de comunicação, articulando as áreas e desenvolvendo estratégias de comunicação dirigida. A assessoria de imprensa atenderá a grande mídia e público especializado, entre jornalistas nacionais, formadores de opinião, críticos do setor; sempre alinhado com ações de estratégia digital com relacionamento com influencers alinhados com a proposta. Também faremos uso de patrocínio de campanhas. O trabalho será monitorado e mensurado com KPIs específicos em cada etapa com geração de dados, análise e valoração de resultados. Contrapartidas: Desenhamos um plano de contrapartidas integrado visando potencializar a repercussão do projeto ao longo do período. O trabalho contempla ações de assessoria de imprensa com relacionamento com veículos de mídia on e off line, formadores de opinião e influenciadores digitais; ações de relações públicas com públicos de interesse da empresa patrocinadora e das instâncias públicas envolvidas; ativações junto a influenciadores e players importantes da área de cultura em cada cidade; além de ativação de marketing a partir da ativação de marca e nome do patrocinador em todas as mídias. São contrapartidas de comunicação do projeto: - Aplicação das marcas indicadas pelo Governo Federal e empresa (s) patrocinadora (s) em todo material promocional de divulgação: programa dos espetáculos, cartazes, banner, vídeo divulgação, anúncios em revista e mídia indoor, e todas as peças digitais produzidas. - Aplicação das marcas indicadas pelo Governo Federal e empresa (s) patrocinadora (s) e menção dos mesmos em todas as peças de comunicação utilizadas e veiculadas na assessoria de imprensa e mídias digitais patrocinadas e/ou espontâneas, bem como nos materiais enviados pela assessoria de imprensa: anúncios em mídia impressa, online e radiofônica, peças de mídias digitais, campanhas criadas em facebook e Instagram, releases, notas e matérias enviadas à imprensa online e offline e influenciadores digitais. - Menção do Governo Federal, empresa (s) patrocinadora (s) e demais marcas vinculadas no evento de abertura dos espetáculos, fala/gravação de abertura com destaque no vídeo de pós-venda. - Inserção de spots de 30” nas Rádios locais contratadas; prospecção de anúncios em revistas e jornais locais de grande circulação. Público: Os espetáculos possuem classificação livre. O perfil do público de interesse no projeto abrange crianças, jovens e adultos de diferentes condições sociais interessadas no universo das artes cênicas e nas pautas tratadas na temática. São ainda públicos referenciais: primeira infância, profissionais das artes, das artes cênicas, produtores e agentes culturais, educadores, professores, estudantes, especialmente da rede pública de ensino, público afim com as temáticas propostas, e turistas em visita às cidades pautadas no período dos espetáculos.
O projeto Pé de Feijão - Arte e Educação destina-se à formação artística, de crianças e adolescentes, da rede pública de ensino, comunidades e instituições sociais, através do acesso gratuito a atividades culturais e educativas. É um dos projetos centrais do Teatro Vila Velha e conta com a produção da Baobá Produções Artísticas. Com foco na sensibilização artística, o projeto promove contação de histórias, em escolas e comunidades, apresentação de espetáculos de artes cênicas no Teatro Vila Velha, promoção de oficinas para incentivo a mediadores culturais e vivências artísticas para professores e agentes culturais. Desenvolve um programa de formação artística mediado por uma equipe de agentes culturais e profissionais artísticos para promoção de espetáculos de qualidade e conteúdos relevantes, que somem à formação educativa e social. Fonte primordial para a iniciação artística e formador de futuros apreciadores da arte, o teatro vem ao longo da história promovendo o primeiro passo de crianças e adolescentes no universo cultural. O projeto assume o compromisso de atingir os objetivos apontados pela lista ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU, como um apelo universal para assegurar um desenvolvimento sustentável, de paz e justiça para todos, transformação social através da promoção de oportunidades de educação de qualidade e incentivo à igualdade de gênero desde a primeira infância. Todas as atividades promovidas pelo projeto são gratuitas e promovem mecanismos que facilitem a inclusão de pessoas com deficiência física e auditiva. Suas atividades são destinadas a crianças e adolescentes, professores e diretores, de escolas e instituições de comunidades periféricas. Com foco nos dois eixos que compõe a arte: o público e o artistas, o projeto contribui ainda na criação de oportunidades de trabalho para artistas, grupos e cias de artes cênicas, produtores e técnicos, contribuindo para manutenção de pesquisas voltadas ao público infanto juvenil, e estimulando toda cadeia de serviços ligadas a produção de eventos artísticos.
Através de um amplo plano para mediação cultural, o projeto “Pé de feijão - Arte e educação" promove o acesso gratuito a sua programação, visando a democratização dos bens culturais, para diversas comunidades que estejam nas zonas especiais de interesse social (ZEIS) de Salvador. A mediação cultural é uma das primeiras ações dentro do cronograma de realização do projeto, feita por uma equipe especializada de profissionais qualificados e envolvidos, a ação cumpre etapas para seleção de públicos, comunicação, aproximação, envolvimento, informação de conteúdos e logística de acesso. Dentro da grade de seleção são priorizadas as instituições de ensino, alunos, professores, coordenadores e diretores da rede pública, como também grupos artísticos e comunidades da periferia da cidade, crianças e jovens vinculados a instituições sociais. No seu planejamento para mediação, o projeto inclui o diálogo com organizações que atendem a crianças e adolescentes com mobilidade reduzida e deficiência física e auditiva. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: O Teatro Vila Velha, onde serão realizadas as apresentações teatrais, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Teatro Vila Velha dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas apresentações teatrais serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras. Produto: Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade física: O Teatro Vila Velha, onde serão realizadas parte das atividades formativas, conta com todos os pré-requisitos para acessibilidade do público cadeirante e com necessidades especiais de locomoção. Soma-se que as escolas que serão contempladas com as ações também contarão com todos os pré requisitos de acessibilidade, sendo esse um dos critérios de seleção. Acessibilidade para deficientes visuais: O Teatro Vila Velha dispõe de faixas no piso, com textura e cor diferenciadas, para facilitar a identificação do percurso para deficientes visuais nas áreas de circulação, signos em braille nas placas de identificação e demais informações textuais, além da verificação da existência de obstáculos nas áreas de circulação. Além disso, como nem todos os locais oferecem infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas atividades formativas serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva, além da tradução em libras.
Em atendimento ao disposto na Seção II - Da Ampliação do Acesso, do Art. 27, informamos que as ações desenvolvidas no Projeto atendem aos seguintes incisos: Produto: Espetáculo de Artes Cênicas II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, em atendimento a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); Produto: Curso / Oficina / Estágio IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: d) oficinas de 40 horas/aula com certificado de curso livre;
Baobá Produções: Empresa realizadora (sócios: Cristina Castro e Bergson Nunes) Coordenação Pedagógica / Curadoria: Cristina Castro Coreógrafa, dançarina, gestora cultural, curadora artística e professora, nasceu em Salvador, Bahia, e graduou-se em Licenciatura em Dança pela UFBA. Com formação em ballet clássico, dança moderna, contemporânea e esporte iniciou sua carreira como dançarina profissional trabalhando em grupos de dança independentes e na companhia oficial do Estado da Bahia, Balé Teatro Castro Alves. Premiada pela Unesco com o Prize for the Promotion of the Arts e pelo Ministério da Cultura do Brasil, com o Troféu Mambembe, pelo seu trabalho como coreógrafa e diretora. A partir de 1998, passou a fazer parte do colegiado de programação e gestão e a curar a programação de dança do Teatro Vila Velha, onde atualmente dirige a área de planejamento de projetos, o programa de residências artísticas internacionais e o programa de educação artística para público infanto-juvenil, em parceria com a rede pública de ensino e comunidades da cidade. No Vila, fundou o Núcleo Viladança, grupo residente do teatro, implementando e realizando diversos projetos. Montou por 13 anos, para o grupo, vários espetáculos de dança contemporânea, tendo circulado pelo Brasil, Europa e América do Sul. Criou também o VIVADANÇA Festival Internacional, programação anual de dança, com espetáculos, networkings, mostras, oficinas, seminários e intercâmbios nacionais e internacionais. Ocupando vários teatros de Salvador, municípios baianos e cidades de outros estados. Vem participando também de diversos festivais como curadora, comissão de seleção de prêmios, e programas internacionais como o International Arts Management e International Choreography Residency, Bolsa Vitae/ EUA, Primer Programa Sociedad Civil de Brasil na Espanha a convite da Fundación Carolina e Embaixada da Espanha, Swiss Arts Council atraves da Pro Helvetia, Programme Commun 2019 - International Visitors Programme of the cultural funding organisation NRW KULTsekretariat, pela Embaixada da Alemanha e Goethe Institut. Com o Festival Vivadança e Teatro Vila Velha vem criando e fortalecendo parcerias culturais com diversos países do continente europeu, latinoamericano e nos últimos anos consolidando a ponte com o continente africano. Produção Executiva: Bergson Nunes Produtor Cultural, graduado em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda. Sócio da Baobá Produções Artísticas. Membro fundador da DAGENTE Produções (espaço de produção e criação artística cultural). Coordenador de produção do VIVADANÇA Festival Internacional e do Núcleo de Dança do Teatro Vila Velha. Atuou como produtor executivo com experiência em teatro, dança, música e artes visuais, a exemplo dos projetos: Estúdio África, Festival de Humor Negro, Salvador Capital Afro, É Só Amor³; FIAC – Bahia; PAVIO – Arte e Negócios; Pé de Feijão – Arte Educação; Encontro de Salão. Esteve envolvido em produções de eventos, espetáculos e iniciativas d’A Outra Companhia de Teatro; Teatro da Queda; CASA4; Cia Toca de Teatro; Núcleo Viladança e Cia de Teatro da UFBA. Direção Artística / Curadoria: Márcio Meirelles Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, inicialmente ligado às áreas de arquitetura e Belas Artes, atua em teatro desde 1972.Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976‐1989), e criador/diretor do espaço cultural A Fábrica (1982). Durante os anos de 85 e 86, assumiu a chefia dos núcleos de cenografia e figurino e de direção e elenco da TV Educativa da Bahia. Paralelamente criou o Projeto Teatro para a Fundação Gregório de Mattos (1986). Foi diretor de um dos maiores centros culturais do Brasil – o Teatro Castro Alves, em Salvador/Ba – no período de 87 a 91.Em 1977, participou de um projeto do ETSEDRON, que participou da Bienal Internacional de Artes de São Paulo. Ganhador de vários prêmios como diretor, cenógrafo e figurinista. Fez estágio na Circle Repertory Company (Nova York, 1986). Participou do Coloquio Brasil Alemanha de Teatro, como palestrante, a convite do Instituto Goethe (Berlim, 1990). Co‐dirigiu O Sonho de Uma Noite de Verão, com Werner Herzog (Rio de Janeiro, 1992). Dirigiu Zumbi para o Black Theatre Co‐op, como parte do Lift– London International Festival of Theatre (Londres, 1995). Dirigiu vários shows de música, comemorativos de entrega de prêmios e de lançamentos de projetos. Em 1990 criou o Bando de Teatro Olodum, que dirigiu até 2012. Em 1994, assumiu a direção artística do Teatro Vila Velha, em Salvador. E coordenou o Projeto Novo Vila, que revitalizou e reformou aquele teatro, com o apoio da Secretaria da Cultura e Turismo do Estado da Bahia, do Ministério da Cultura, da Eletrobrás e da Petrobrás. Fez parte do colegiado que administrava e gerenciava projetos e programação do Vila. Fez parte, representando o Teatro Vila Velha, da coordenação internacional de um projeto que envolveu grupos teatrais de países de língua portuguesa em parceria com a Companhia de Teatro de Braga, a Escola da Noite (de Coimbra) e a Cena Lusófona, associação portuguesa para o intercâmbio cultural entre países que falam português (2000/01).Coordenou dois projetos de intercâmbio dos grupos residentes do Vila: Tomaladacá, com grupos de teatro e dança do subúrbio de Salvador; e o Teatro de Cabo a Rabo, com grupos e artistas do interior do estado.Seus trabalhos mais recentes realizados como encenador foram: Cabaré da RRRRRaça (com estréia em 1997 e sendo apresentado até hoje), Sonho de uma noite de verão, espetáculo vencedor do prêmio Braskem de Teatro de Salvador (2006) e Bença (2010), para o Bando de Teatro Olodum; Fausto#Zero (1999) e Cartas abertas (2006), para a Cia Teatro dos Novos; Um Tal de Dom Quixote (1998) e Oxente, Cordel de Novo? (2003), para os dois grupos; Material Fatzer (2001) e Auto‐ retrato aos 40 (2004) com os grupos residentes do Teatro Vila Velha; e A Roda do Mundo (2001), Candaces ‐ a reconstrução do fogo (2003) e Bakulo – os bem lembrados (2005) para a Cia dos Comuns (Rio de Janeiro). Coordenou com Hilton Cobra e Chica Carelli os I e II Fórum de Performance Negra. Em 2022, a convite do Sesc SP encenou Uma Revolta dos Búzios, uma reflexão sobre o bicentenário da Independência. O espetáculo fez 54 apresentações para mais de 15.000 pessoas em várias unidades do Sesc. Condecorado como Cavaleiro da Ordem do Mérito da Bahia em 1990, homenageado pelo Troféu Copene de Teatro pelo conjunto de seu trabalho em 1999 e indicado para o Prêmio Shell, no Rio, pela direção de Candaces – a Reconstrução do Fogo. Secretário da Cultura do Estado da Bahia na gestão 2007/2010. Desde 2013, Márcio Meirelles tem guiado as atividades da universidade LIVRE do teatro vila velha, um programa de formação continuada que pensa arte como ferramenta política de transformação e sistematiza os processos desenvolvidos no Vila desde a sua fundação. São ações multidisciplinares onde os participantes têm contato com os diversos saberes do palco, produção, gestão colaborativa, técnica e comunicação. www.marciomeirelles.com.br. Mediação Cultural: Janahina Cavalcante Artista da dança, bailarina intérprete, educadora e mãe. As experiências na Dança perpassam pelo ensino, produção, gestão pedagógica e cultural. Mestra em Dança pelo PPGDança-UFBA, com Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança, Graduada em Pedagogia e Dança-UFBA. Tem vivência em várias técnicas de dança/movimento. Atuou como professora na Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia -FUNCEB. De 2011 a 2017, foi Coordenadora Pedagógica do Curso Técnico de Dança-FUNCEB. Esteve como Coordenadora de Dança do estado da Bahia de novembro de 2018 a março de 2023. Membro de Comissão de Editais da Bahia. Atualmente é professora tutora do curso de licenciatura em Dança- EAD, modalidade à distância da UFBA.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.