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O "Plano Anual de Atividades 2024" da Rede NAMI é um projeto dedicado ao enfrentamento à violência doméstica, usando a arte e a cultura como ferramentas de promoção dos direitos das mulheres, especialmente mulheres afro-brasileiras. Este projeto tem como objetivo assegurar a continuidade das atividades culturais da instituição reconhecida como um ponto de memória pelo Ibram, além de desenvolver os seguintes produtos culturais: desenvolvimento de materiais e ações de arte-educação a partir Museu Vivo NAMI; produção de videocasts e palestras, bem como a realização de uma exposição sobre o livro "Hackeando o Poder: Táticas de guerrilha para artistas do Sul Global"; e, catalogação e disponibilização de acervos de graffitis sobre o direitos das mulheres.
Museu Vivo NAMI - Entre os projetos a serem continuados e desenvolvidos dentro deste plano anual, está o Museu Vivo NAMI, um museu a céu aberto, com um circuito de 1km de murais, localizado na favela Tavares Bastos, no Rio de Janeiro. O museu possui uma proposta decolonial da arte, subvertendo, reconstruindo e dando origem a outras formas de poder e conhecimento, fomentando principalmente a produção artística de grupos à margem da cena tradicional da arte e a promoção dos direitos humanos. As pinturas no museu vêm acontecendo desde 2013, quando a organização instalou seu escritório na comunidade e até o presente momento já recebeu murais de mais de cem artistas do Rio de Janeiro, Brasil e exterior. Atualmente, o museu possui um circuito de dez murais pelo fim da violência doméstica, produzidos durante a pandemia de Covid-19, de forma comissionada, contemplando 10 artistas a partir de uma convocatória. Cada mural aborda um processo artístico diferente e um tema sobre arte, direitos das mulheres e os tipos de violência que mulheres cis e trans podem sofrer. A partir do museu serão realizados os seguintes produtos: - Tour 360° do Circuito de Murais pelo Fim da Violência Doméstica: o tour virtual é uma apresentação acessível e informativa dos murais pertencentes ao Museu Vivo NAMI. Através do tour virtual os visitantes poderão conhecer virtualmente os murais de graffiti do museu de forma imersiva, além de acessar informações sobre as obras, artistas e temas. - Documentação e disponibilização online dos murais pertencentes ao Museu Vivo NAMI: este produto tem como objetivo principal a preservação, documentação e acessibilidade dos murais que compõem o Museu Vivo NAMI. Devido à natureza efêmera dos murais de graffiti, sua preservação física é desafiadora ao longo do tempo. Portanto, a criação de uma plataforma online dedicada a esses murais permitirá que eles sejam vistos e estudados por um público amplo, ao mesmo tempo em que se preserva digitalmente as obras. - Material didático a partir do filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica": "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica" é um filme-documentário lançado em 2023 pela Rede NAMI, o longa-metragem mostra como dez artistas se juntaram à Rede NAMI, para produzir suas artes e promover a cultura de direitos na vida das pessoas através da arte. O longa-metragem foi finalista do festival 'Independent Shorts Awards', na categoria Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles. O filme possui classificação indicativa de 14 anos e duração de 75 minutos. O material educativo será produzido com base no filme, com objetivo de ampliar a experiência educacional relacionada à arte e os direitos das mulheres abordados na obra com arte-educadores, oficineiros e professores e, consequentemente, com seus alunos. - Pesquisa social sobre o impacto do material educativo produzido a partir da distribuição do filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica": Por meio de questionários aplicados com os arte-educadores, oficineiros e professores que utilizarem o material didático, a pesquisa pretende compreender o impacto e a eficácia do material educativo a partir do filme. Hackeando o Poder: Táticas de guerrilha para artistas do Sul global - O livro, organizado pela Rede NAMI e publicado pela editora Cobogó, é um manual com táticas de guerrilha que reúne todo o conhecimento e pesquisa da NAMI em torno do mercado de arte para compartilhá-lo com mulheres e outros grupos sociais menos privilegiados. A obra foi lançada no início de 2023 e foi considerada um "verdadeiro marco na virada feminista da arte brasileira no século XXI" pela Revista Select, uma das maiores publicações de arte do país. O livro conta com a participação de 58 pessoas, incluindo artistas, curadoras, especialistas em direitos humanos e outras colaboradoras, além de ter uma curadoria de imagens. A partir do livro serão realizados os seguintes produtos: - Videocast livro "Hackeando o Poder" - o videocast "Hackeando o Poder" é baseado no livro de mesmo nome, abordando estratégias e táticas para que jovens artistas possam se inserir no mercado e em espaços institucionais de arte. Com a participação de artistas e participantes dos projetos da Rede NAMI, os bate-papos no videocast sobre os capítulos do livro abordarão temas como história da arte, profissionalização de artistas, independência financeira e direitos humanos. Classificação indicativa: 14 anos. - Palestras em escolas sobre o livro "Hackeando o Poder" - as palestras são um dos desdobramentos do livro "Hackeando o Poder", que busca ampliar o conhecimento dos alunos sobre arte e também incentivar o desenvolvimento artístico profissional de jovens estudantes. As palestras serão realizadas em média de duas a três vezes por mês em escolas públicas. O plano de aula da palestra será criado por uma pedagoga e também poderá ser adaptado de acordo com a escola e a disponibilidade de recursos. - Exposição a partir do livro "Hackeando o Poder" - a exposição apresentará um conjunto de obras de artistas mulheres que fazem parte do livro já mencionado, reunindo artistas em diferentes fases de suas carreiras para apresentar tanto a qualidade dos trabalhos quanto as várias possibilidades de circulação e inserção no circuito da arte sob uma perspectiva decolonial. Catalogação do acervo de graffitis feministas de enfrentamento a violência doméstica - Panmela Castro é uma artista afro-brasileira que através da arte criou uma metodologia inovadora do uso do graffiti como ferramenta de comunicação a favor das mulheres. Entretanto, ao longo da história, é evidente que o trabalho das mulheres, especialmente das mulheres negras, foi apagado e silenciado. No caso de Panmela, há um agravante adicional, pois enquanto arte efêmera, os murais de graffiti construídos por ela em mais de 15 países pelo mundo, foram se apagando com o tempo, restando apenas os registros em fotografias. Mesmo assim, durante a última década, a arte e o ativismo de Panmela inspiraram toda uma nova geração de feministas, a criação da Rede NAMI e dezenas de outros coletivos de mulheres. Além disso, as obras de Panmela também vem sendo assunto de diferentes aulas e disciplinas em escolas e universidades, como por exemplo, tema de uma questão na prova de avaliação dos cursos de ensino superior brasileiros, obras presentes em diversos livros didáticos para falar com crianças e jovens estudantes sobre os direitos das mulheres. Por isso, a preservação e o compartilhamento de suas obras são essenciais para a continuidade de mudanças estruturais dentro de nossa sociedade. Dessa forma, a Rede NAMI propõe a catalogação de toda a sua produção de murais (estima-se em torno de 480 obras), e a disponibilização em site para professores, pesquisadores e o público em geral. Assim, a mensagem e as ideias de Panmela Castro acerca dos direitos humanos poderão estar acessíveis para interessados, utilizando sua arte como inspiração para toda uma geração que pode promover um mundo sem violência.
OBJETIVO GERAL: Enaltecer o enfrentamento à violência doméstica e o fortalecimento de mulheres como líderes, utilizando a arte e a cultura como ferramentas de promoção dos direitos das mulheres, através da manutenção das atividades culturais da organização NAMI Rede Feminista de Arte Urbana. Este plano anual garante a preservação da instituição, já reconhecida como Ponto de Memória pelo IBRAM, bem como a contínua realização de projetos voltados para a arte e a cultura brasileira, enfatizando o empoderamento das mulheres, particularmente das mulheres afro-brasileiras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: MUSEU VIVO NAMI - Documentar e promover o circuito de murais de graffiti sobre o fim da violência doméstica do Museu Vivo NAMI (museu a céu aberto localizado na favela Tavares Bastos) como patrimônio efêmero e imaterial, democratizando o acesso aos murais como uma ferramenta de enfrentamento à violência doméstica. - Criar um experiência transformadora e marcante sobre o enfrentamento à violência doméstica a partir da criação do tour virtual 360° no circuito de murais de graffiti do Museu Vivo NAMI, permitindo que os visitantes conheçam o museu, explorem e se movimentem virtualmente pelo espaço criando memórias únicas e afetivas sobre arte e os direitos das mulheres. - Pesquisar, reunir documentação e disponibilizar online materiais dos 10 murais pertencentes ao Museu Vivo NAMI, juntamente com informações sobre as artistas, obras e temas, facilitando o compartilhamento de conhecimento e o acesso de pesquisadores, professores e demais interessados. - Desdobramento do filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica" a partir da criação de material didático em formato de cartilha com exercícios de arte-educação. O material em PDF será disponibilizado para download gratuito, com a expectativa de atender ao menos 100 arte-educadores, oficineiros e professores. Para saber mais sobre o filme, acesse: https://redenami.com/graffiti-pelo-fim-da-violencia-domestica/?doing_wp_cron=1688251171.4545919895172119140625 . - Abrir uma chamada pública para distribuição do filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica" a fim de compartilhar informações sobre o enfrentamento da violência doméstica com 100 arte-educadores, oficineiros e professores que realizarão atividades com seus alunos para promoção dos direitos das mulheres. - Realização de uma pesquisa social com os participantes do projeto, com o objetivo de compreender o impacto e a eficácia do filme e do material educativo na promoção do fim da violência doméstica, visando aprimorar nossos produtos. - Manutenção e/ou restauração dos murais pertencentes ao circuito do Museu Vivo NAMI. VIDEOCAST DO LIVRO "HACKEANDO O PODER: TÁTICAS DE GUERRILHA PARA ARTISTAS DO SUL GLOBAL - Ações voltadas para a promoção de uma mudança estrutural na sociedade, enfrentamento ao preconceito, promoção da equidade de gênero e fim da violência através da democratização do acesso ao livro "Hackeando o poder: táticas de guerrilha para artistas do Sul Global" e suas estratégias de profissionalização inclusiva para grupos sociais menos privilegiados no circuito de arte. Para obter mais informações sobre o livro lançado em 2023, acesse: https://www.cobogo.com.br/produto/hackeando-o-poder-taticas-de-guerrilha-para-artistas-do-sul-global-hacking-the-power-guerrilla-tactics-for-global-south-artists-715 . - Disponibilizar, gratuitamente, nas plataformas de podcast e vídeo, 10 episódios com média de duração de 10 a 20 minutos sobre capítulos do livro "Hackeando o Poder", protagonizados por jovens e relevantes artistas na promoção de uma sociedade mais igualitária e livre de violência. PALESTRAS EM ESCOLAS SOBRE O LIVRO "HACKEANDO O PODER: TÁTICAS DE GUERRILHA PARA ARTISTAS DO SUL GLOBAL" - Ações voltadas para a promoção de uma mudança estrutural na sociedade e o incentivo para o desenvolvimento artístico profissional de jovens estudantes. Para obter mais informações sobre o livro, acesse:https://www.cobogo.com.br/produto/hackeando-o-poder-taticas-de-guerrilha-para-artistas-do-sul-global-hacking-the-power-guerrilla-tactics-for-global-south-artists-71. - Realização de 32 palestras em escolas públicas como desdobramento do livro "Hackeando o poder: táticas de guerrilha para artistas do Sul Global", para ampliar o conhecimento dos alunos sobre arte, discutir questões sociais e fomentar a formação de jovens artistas. EXPOSIÇÃO A PARTIR DO LIVRO "HACKEANDO O PODER: TÁTICAS DE GUERRILHA PARA ARTISTAS DO SUL GLOBAL - Ações de desdobramento do livro "Hackeando o Poder", para proporcionar diálogos e reflexões sobre o mercado de arte, destacando o trabalho das artistas mulheres envolvidas no livro. - Realizar uma exposição com artistas mulheres participantes do livro "Hackeando o Poder" na cidade do Rio de Janeiro. CATALOGAÇÃO DO ACERVO DE GRAFFITIS FEMINISTAS DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - Ações de democratização de acesso à arte através da catalogação e disponibilização online do acervo de grafites feministas da ativista e artista Panmela Castro, fundadora da Rede NAMI (estima-se em torno de 480 obras). Com o objetivo de garantir o acesso às obras por professores, pesquisadores e o público em geral, visando compartilhar ideias acerca da arte como uma ferramenta para falar sobre direitos das mulheres. O acervo se tornará parte do patrimônio da organização através de doação da artista e fundadora da NAMI Panmela Castro. - Realizar a catalogação de cerca de 480 grafites feministas da artista Panmela Castro produzidos entre 2004 e 2021. - Disponibilizar gratuitamente através de uma plataforma online as obras mais importantes do acervo de grafites feministas através de um site bilíngue (português/inglês) para professores, pesquisadores e demais interessados em arte. MANUTENÇÃO INSTITUCIONAL - Possibilitar a manutenção elétrica, civil, predial, tecnológica, recuperação e conservação da integridade física da Rede NAMI e sua programação cultural (palestras, exposições, dentre outras). - Desenvolver um plano de manutenção preventiva para as instalações da organização. - Garantir a conservação das obras de arte pertencentes ao acervo da NAMI.- Promover os projetos desenvolvidos pela NAMI para ampliar o alcance da instituição.- Promover formações com a equipe da organização dentro do projeto InterNAMI.- Desenvolver ações de sustentabilidade que incluam a adoção de práticas para a gestão de resíduos dos materiais de pintura.- Implementar ferramentas de acessibilidade na organização, desenvolvendo uma comunicação mais inclusiva nas redes sociais e site da organização. Além da contratação de equipe dentro dos grupos sociais menos privilegiados, como pessoas com deficiências, negros, mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e povos originários. - Contratação de uma consultoria em Recursos Humanos para a admissão de profissionais para trabalhar na organização. - Contratação de assessoria jurídica para organização. Em resumo, no total serão realizados os seguintes produtos: criação de um tour virtual 360°; disponibilização online de materiais sobre os 10 murais pertencentes ao Museu NAMI; criação de material didático a partir do filme-documentário "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica"; chamada pública para distribuição do filme para arte-educadores; realização de pesquisa social com os participantes que utilizaram o material educativo; gravação e disponibilização de 10 videocasts sobre o livro "Hackeando o Poder"; realização de 32 palestras em escolas públicas a partir do livro "Hackeando o Poder"; realização de uma exposição com artistas do livro "Hackeando o Poder"; catalogação e disponibilização do acervo de graffitis feministas de enfrentamento à violência doméstica; manutenção institucional da organização.
No último ano, a Rede NAMI impactou diretamente a vida de mais de 38 mil pessoas no Rio de Janeiro, através de exposições de arte, oficinas, visitas ao Museu Vivo NAMI, aulas online e sessões de cinema. Fundada em 2010 pela artista Panmela Castro, a organização e sua fundadora utilizam a arte e a cultura como ferramentas para promover os direitos das mulheres. A instituição, já reconhecida como Ponto de Memória pelo IBRAM, para manter suas atividades culturais, propõe o 'Plano Anual de Atividades 2024', com objetivo de enaltecer o enfrentamento à violência doméstica e o fortalecimento de mulheres como líderes. O plano garante a preservação da instituição e a continuidade de projetos dedicados à arte e à cultura brasileira, que valorizam as mulheres, especialmente as mulheres afro-brasileiras. Os projetos a serem desenvolvidos pela organização se baseiam na necessidade de ampliar o acesso à arte e promover o enfrentamento à violência doméstica. No Brasil, conforme dados da Rede de Observatórios da Segurança (2022), uma mulher é vítima de violência doméstica a cada quatro horas. A pesquisa ainda revela que os crimes mais frequentes contra as mulheres no país são tentativa de feminicídio ou feminicídio, violência sexual, tortura e cárcere privado. Em relação ao Rio de Janeiro, território de atuação da Rede NAMI, registrou-se o segundo maior aumento de casos de violência contra a mulher entre 2021 e 2022, correspondendo a um aumento de 45%. Outras pesquisas têm contribuído para traçar o perfil dessas mulheres. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 62% das vítimas de feminicídio no Brasil são mulheres afro-brasileiras. Diante desses dados, é fundamental o desenvolvimento de projetos que levem em consideração a importância de informar jovens sobre os direitos das mulheres e as ferramentas de proteção destinadas a erradicar a violência doméstica. Abordar tópicos tão sensíveis com esse público exige abordagens cuidadosas, o que enfatiza a relevância da arte e da cultura como meios de comunicação nos projetos da NAMI. Especialmente em nosso país, onde o acesso à arte é cerceado por várias circunstâncias, como a escassez de investimentos públicos no setor cultural, a restrição ao alcance de eventos artísticos em favelas e regiões periféricas, a subvalorização de artistas que não pertencem ao circuito convencional, bem como a carência de programas formativos em artes que levem em conta as experiências e demandas de grupos marginalizados. Nesse sentido, a proposta da NAMI é consolidar sua atuação na promoção da arte e da cultura brasileira de forma plural, ampliando sua capacidade de impacto social, principalmente, em um momento de reconstrução das políticas públicas. Sendo assim, o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é essencial para a captação de recursos que viabilizem a manutenção da instituição e o desenvolvimento dos projetos da Rede NAMI. Dessa forma, o presente plano anual se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1° da Lei 8.313: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; visto que todos os projetos desenvolvidos dentro do plano anual da Rede NAMI são gratuitos; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; a NAMI tem como um de seus objetivos estimular potencialidades artísticas que estejam à margem do circuito artístico, contribuindo assim para uma representação local mais ampla e inclusiva da diversidade cultural brasileira; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; através do Museu Vivo NAMI e do filme-documentário "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica", a NAMI pretende promover formas de compartilhar obras de arte e consequentemente seus criadores; IV - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; usando a arte como ferramenta em seus projetos, a NAMI incentiva a formação de uma cultura de direitos, pautada em respeito à diversidade cultural, étnica, racial, de classe, orientação sexual, identidade de gênero e regional; V - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.
Reforçamos que todos os produtos deste projeto são de acesso gratuito. Por gentileza, considerar AGÊNCIA BANCÁRIA: 0087-6. Endereço: R. do Catete, 244 - Catete, Rio de Janeiro - RJ, 22220-001 Reports anuais de atividades desenvolvidas pela Rede NAMI de 2014 a 2021: https://redenami.com/relatorios-anuais/ Plano de Comunicação - principais peças Tour 360° do Circuito de Murais pelo Fim da Violência Doméstica: plano de comunicação; peças de divulgação para mídias sociais (Facebook, Instagram, TikTok, Whatsapp e LinkedIn); gravação de vídeos; Documentação e disponibilização online dos murais pertencentes ao Museu Vivo NAMI: plano de comunicação; peças de divulgação para mídias sociais (Facebook, Instagram, TikTok, Whatsapp e LinkedIn); Material didático a partir do filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica": plano de comunicação; layout do material didático; peças de divulgação para mídias sociais (Facebook, Instagram, TikTok, Whatsapp e LinkedIn); Pesquisa social sobre o impacto do material educativo produzido a partir da distribuição do filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica": peças de divulgação; layout da pesquisa; Videocast livro "Hackeando o Poder": Plano de comunicação; peças de divulgação para mídias sociais (Facebook, Instagram, TikTok, Whatsapp e LinkedIn); anúncios; Palestras em escolas sobre o livro "Hackeando o Poder": Plano de comunicação; peças de divulgação para mídias sociais (Facebook, Instagram, TikTok, Whatsapp e LinkedIn) voltados para professores e escolas; anúncios; Exposição a partir do livro "Hackeando o Poder": Plano de comunicação para a exposição; release da exposição para jornais, emissoras de rádio e colunistas; identidade visual da exposição; peças de divulgação para mídias sociais (Facebook, Instagram, TikTok, Whatsapp e LinkedIn); fotos e convites; anúncios. Catalogação do acervo de graffitis feministas de enfrentamento a violência doméstica: plano de comunicação; peças de divulgação para mídias sociais (Facebook, Instagram, TikTok, Whatsapp e LinkedIn); anúncios.
Tour 360° do Circuito de Murais pelo Fim da Violência Doméstica: o acesso ao tour virtual será possível através de dispositivos mobile, desktop e óculos de realidade virtual. A captação será feita com câmera em DSLR em 360°. Documentação e disponibilização online dos murais pertencentes ao Museu Vivo NAMI: o compartilhamento dessas informações será feito por meio de uma página online, integrada ao site da Rede NAMI. Na página online, estarão disponíveis fotos dos murais de graffiti, ficha técnica, biografias das artistas e informações sobre as obras e temas. Material didático a partir do filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica": cartilha online em formato PDF que ficará disponível para download no site da Rede NAMI. Pesquisa social sobre o impacto do material educativo produzido a partir da distribuição do filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica": a pesquisa será realizada através de um formulário online (Google Forms) com perguntas de múltiplas escolhas e descritivas. Videocast livro "Hackeando o Poder": os episódios do videocast serão gravados na sede da Rede NAMI, vídeo em formato H2M4 4K e áudio em MP3. Palestras em escolas sobre o livro "Hackeando o Poder": Nas palestras, serão utilizados recursos audiovisuais para exibir imagens e vídeos relacionados aos temas que serão abordados. Exposição a partir do livro "Hackeando o Poder": a exposição será realizada com artistas que participaram do livro em questão, de acordo com a expografia produzida. A exposição buscará mostrar diferentes artistas em diferentes momentos da carreira, cada uma com uma realidade distinta quanto à experiência no mercado da arte para mostrar que os espaços de poder podem e devem ser ocupados por mulheres trans e cis, travestis, pessoas com deficiência e outros grupos marginalizados. Catalogação do acervo de graffitis feministas de enfrentamento a violência doméstica: o compartilhamento dessas informações será feito por meio de uma plataforma online. Na página online, estarão disponíveis fotos dos murais de graffiti, ficha técnica, localização, informações sobre as obras e temas.
MUSEU VIVO NAMI Acessibilidade física: o projeto prevê a criação do tour virtual 360° do circuito de murais de graffiti do Museu Vivo NAMI, possibilitando que pessoas com deficiência física consigam ter acesso ao museu que está localizado dentro da favela Tavares Bastos. No material didático para os professores serão incluídas orientações sobre acessibilidade para pessoas com deficiência física, abordando temas como adaptações físicas, tecnologias assistivas e comunicação acessível. Além disso, uma das artistas que se beneficiou do circuito de graffiti é uma pessoa com deficiência, contribuindo significativamente para fortalecer os aspectos de representatividade no projeto. Acessibilidade auditiva: o projeto prevê ampliar a participação do público PCD's à visita mediada e aos murais de graffiti sobre o fim da violência doméstica disponibilizando a tradução em libras nos 11 vídeos sobre o Museu. Para assistir os vídeos do circuito, acesse: https://youtube.com/playlist?list=PLsiHK1Z7xwLHUZ8eIGroJbUkJzaY1b9C0 . O mesmo processo será feito com o filme "Graffiti pelo Fim da Violência Doméstica" que servirá como base para a criação do material didático. Acessibilidade visual: os materiais de comunicação contarão com o recurso de texto alternativo, ampliando a divulgação para o público com deficiência visual. Além disso, uma integrante da equipe NAMI é uma pessoa com deficiência visual, essa presença contribui significativamente para fortalecer os aspectos de representatividade e liderança no projeto. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: todos os materiais serão pensados a partir de uma linguagem simples, direta e responsiva, para facilitar a compreensão e participação ativa deste público. VIDEOCAST "HACKEANDO O PODER: TÁTICAS DE GUERRILHA PARA ARTISTAS DO SUL GLOBAL" Acessibilidade física: os videocasts serão gravados em espaços que ofereçam, em sua estrutura, acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso, banheiro acessível e prioridade de entrada). Acessibilidade auditiva: o projeto prevê a inclusão de legendas nos vídeos, para facilitar a compreensão do projeto pela comunidade surda. Acessibilidade visual: os videocasts também terão conteúdo em formato de áudio, tornando-o totalmente acessível para pessoas com deficiência visual que não podem consumir informações por meio de texto escrito ou imagens. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: todos os materiais serão pensados a partir de uma linguagem simples e direta, para facilitar a compreensão e participação. EXPOSIÇÃO A PARTIR DO LIVRO "HACKEANDO O PODER: TÁTICAS DE GUERRILHA PARA ARTISTAS DO SUL GLOBAL" Acessibilidade física: a exposição será realizada em espaço que ofereça em sua estrutura, acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso, banheiro acessível e prioridade de entrada). Acessibilidade auditiva: o projeto prevê a inclusão de legendas nos vídeos relacionados à exposição para facilitar a compreensão do projeto pela comunidade surda. Acessibilidade visual: na exposição será disponibilizado o serviço de audiodescrição, transformando o visual em verbal, disponível por meio de um QRCode impresso na ficha técnica das obras. Haverá também um monitor na exposição para direcionar as pessoas quanto à utilização do serviço. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: todos os materiais serão pensados a partir de uma linguagem simples e direta, para facilitar a compreensão e participação. Além disso, na exposição um monitor estará disponível para eventuais necessidades específicas de acompanhamento. PALESTRAS EM ESCOLAS SOBRE O "HACKEANDO O PODER: TÁTICAS DE GUERRILHA PARA ARTISTAS DO SUL GLOBAL" Acessibilidade física: a produção responsável buscará realizar as palestras em escolas que tenham acessibilidade motora para que estudantes com deficiências físicas ou limitações de mobilidade possam participar do evento. Acessibilidade auditiva: a produção responsável buscará realizar palestras em escolas que atendam alunos com deficiência auditiva, como, por exemplo, o Instituto de Surdos, uma instituição que já possui parcerias anteriores com a Rede NAMI. Assim como, todas as palestras serão acompanhadas por um tradutor de libras. Acessibilidade visual: nas palestras serão realizadas audiodescrição das imagens do livro. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: todos os materiais das palestras serão pensados a partir de uma linguagem simples e direta, para facilitar a compreensão e participação de todos os alunos. CATALOGAÇÃO DO ACERVO DE GRAFFITIS DA ARTISTA VISUAL PANMELA CASTRO Acessibilidade física: por ser online, o acervo poderá ser disponibilizado a partir de qualquer dispositivo com acesso à internet, permitindo que pessoas com deficiência física possam acessar as informações sobre os grafites. Acessibilidade auditiva: a plataforma online contará com ferramentas (VLibras) que traduzem conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) em Português para Libras, facilitando a compreensão da comunidade surda. Acessibilidade visual: Disponibilizar legendas e audiodescrição das obras de arte do acervo online, para que pessoas com deficiência visual possam ter acesso às informações presentes nos grafites. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: todos os materiais serão pensados a partir de uma linguagem simples e direta, para facilitar a compreensão e participação ativa deste público. A própria artista Panmela Castro (fundadora da Rede NAMI) é uma pessoa dentro do espectro autista, essa presença contribui significativamente para fortalecer os aspectos de representatividade e liderança no projeto. MANUTENÇÃO INSTITUCIONAL Acessibilidade física: contratação de ao menos uma Pessoa com Deficiência (PCD) para trabalhar no projeto. Acessibilidade auditiva: implementação do VLibras em todo o site da rede NAMI. Acessibilidade visual: uso de texto alternativo nas redes sociais da organização para as publicações relacionadas aos projetos. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: todos os materiais serão pensados a partir de uma linguagem simples e direta, para facilitar a compreensão e participação ativa deste público.
Todas as atividades e produtos desenvolvidos dentro do 'Plano Anual de Atividades 2024 da Rede NAMI serão totalmente gratuitos, contribuindo para o acesso e democratização das ações propostas, envolvendo a comunidade do entorno da favela Tavares Bastos e demais interessados, priorizando mulheres, especialmente mulheres afro-brasileiras que enfrentam o machismo e o racismo no Brasil. As medidas de ampliação de acesso serão adotadas no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023, serão as seguintes: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Dados quantitativos por projeto de todas as ações (gratuitas): Museu Vivo NAMI - 100 arte-educadores Videocast - 10 videocasts, com média de 10,1 mil views únicos. Palestras - 32 palestras com média de 20 alunos, total de 640 alunos. Exposição - média de público de 9.000 pessoas. Catalogação - média de 480 obras.
Panmela Silva e Castro - Fundadora e presidenta Artha Paloma da Silva Baptista - Diretora executiva Maybel Sulamita de Oliveira - Coordenadora de comunicação Indigo Nicole Buri - Videomaker Lara de Castro Ramos - Assistente administrativo financeiro Ademar Marinho Hortencio Neto - Produtor Rayssa Veríssimo Correa - Produtora Flávia de Carvalho Brasil - Técnica de projetos em artes visuais Rede Nami - Proponente A Rede NAMI, aberta em 2010 e com mais de 13 anos de atividades, impacta diretamente na vida de mais de 10.000 pessoas, principalmente mulheres negras, no Rio de Janeiro, promovendo mudanças estruturais na sociedade, usando a arte como ferramenta de comunicação para que mais pessoas saibam como lutar por seus direitos e construir uma sociedade mais justa. Como reconhecimento de todo seu trabalho nesses anos, a NAMI já foi homenageada pela 12ª Bienal da UNE (2021), premiada pelo The WE Empower UN SDG Challenge – Vital Voices (2021), finalista do Prêmio Atitude Carioca, na categoria “Quem faz diferente” (2021) e indicada para o 3º Prêmio seLecT de Arte e Educação (2020). Em 2018 a NAMI também recebeu a visita da Malala Yousafzai, ativista pelos direitos das mulheres à educação e a pessoa mais jovem a ter recebido o Prêmio Nobel da Paz. Panmela Silva e Castro - Fundadora e presidenta Autora de uma obra confessional, Panmela Castro (Rio de Janeiro, 1981) é uma ativista e artista que se dedica ao fim da violência de gênero e etnia, especialmente agindo pela ocupação de mulheres, negros, pessoas LGBTQIAP+, com deficiência e povos originários nos espaços de poder e suas participações nos processos decisórios sobre questões urgentes relativas à sustentabilidade do planeta, como o aquecimento global e finitude dos recursos naturais. Sua produção explora diferentes linguagens, com predomínio de pintura, performance, fotografia e vídeo, sendo exposta em instituições pelo globo, figurando em importantes coleções e mudando a lógica sexista e elitista no mundo da arte tradicional. Artha Paloma da Silva Baptista - Diretora executiva Diretora Geral e Gestora de Projetos na Rede NAMI, além de atuar também como Studio Manager da artista Panmela Castro. Possui pós-graduação em Produção de Exposições e Curadoria pelo EAV Parque Lage, bem como em Logística Empresarial pelo FUNCEFET. Sua experiência profissional abrange a área empresarial, administração e produção de exposições e projetos de arte. Atualmente exerce o cargo de conselheira na Associação de Amigos do Museu Nacional de Belas Artes. Maybel Sulamita de Oliveira - Coordenadora de comunicação Historiadora e pesquisadora, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É doutora em história pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestra em história social pela Universidade Federal do Estado do Rio (UNIRIO) e especialista em Relações Étnico-raciais pelo CEFET/RJ. Desenvolve pesquisas relacionadas à história da arte, arte afro-diaspórica e gênero. Atualmente trabalha como coordenadora de comunicação na Rede NAMI. Indigo Nicole Buri - Videomaker Indigo Nicole Buri é artista visual, poeta, fotógrafa, diretora e montadora cinematográfica natural do Rio de Janeiro. Graduanda em Artes Visuais - Escultura pela EBA-UFRJ, com curso de Direção Cinematográfica pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro, atualmente trabalha como videomaker para a Rede NAMI e Panmela Castro. Seu curta-metragem "Trava Minguante, Trava Crescente" (2020) integrou a programação dos Festivais Transborda Cultura sem Gênero (2020), 23º Fest CurtasBH (2021) e 2ª Mostra de Cinema Ifé (2022), palestrando também uma mesa sobre cinema expandido na Mostra. Lara de Castro Ramos - Assistente administrativo financeiro Licenciada em Educação Física pela UERJ e bacharel em Administração com foco em Marketing e Entretenimento pela ESPM-RJ, Lara integrou o quadro da Confederação Brasileira de Vela, desempenhando um papel de apoio logístico e técnico na organização de competições nacionais da modalidade e nas atividades da Academia Brasileira de Vela. Atualmente, atua como monitora de capoeira pelo grupo Guanabara e como Assistente Administrativo Financeiro na Rede NAMI, duas frentes na qual busca a promoção de uma cultura de direitos a partir de uma perspectiva decolonial. Ademar Marinho Hortencio Neto - Produtor Ademar Marinho Hortencio Neto (1993) é natural de Manaus, Amazonas. Estudou Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal do Amazonas e dedica-se às artes diversas. Tem atuado como produtor em diversos projetos de artistas visuais, galerias, exposições e feiras de arte. Hoje, Ademar é produtor da Rede NAMI e assistente de ateliê da artista visual Panmela Castro. Já participou da ArtRio em 2021 e 2022 com projetos expográficos e produção de stands de artistas como Rafael Matheus Moreira (PA), Gervane de Paula (MT) e JOTA (RJ). Em 2022 desenvolveu expografia e produziu estandes coletivos na ArtSampa e na SPArte. Rayssa Veríssimo Correa - Produtora São Pedro da Aldeia, RJ, 2000. É graduanda em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Dedica-se à pesquisa, curadoria e crítica sobre práticas artísticas contemporâneas. Atualmente colabora com pesquisa para o Museu de Arte do Rio (MAR), com produção para a Rede NAMI e é residente na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Foi editora executiva da revista Concinnitas (2022) e residente de curadoria na Casa da Escada Colorida (2021). Já publicou textos na Jornada da Associação Brasileira de Críticos de Artes (ABCA), na revista A Palavra Solta, dentre outros. Escreveu o texto crítico da exposição individual de Emilliano Freitas (Vila Cultural Cora Coralina - Goiânia, GO), foi assistente de curadoria da exposição "Outras Imaginações Políticas" (MAM-RJ e Centro de Artes da Maré), curada por Pollyana Quintella e Luisa Duarte e cocuradora de exposições no Paço Imperial, Espaço Oasis, dentre outras. Dedica-se também à luta por melhores condições de trabalho em artes, sendo representante do comitê Condiciones de Trabajo da Rede Latino-americana de Estudantes de História da Arte (Red LEHA) e idealizadora e coordenadora do Arte & Profissionalização. Flávia de Carvalho Brasil - Técnica de projetos em artes visuais Flávia Brasil atua nas áreas de Produção e Gestão de Acervos. É graduanda em Museologia pela UNIRIO e possui formação em diversos cursos de produção na UFRJ, Cândido Mendes, EAV Parque Lage, entre outros. Na área da Museologia, já atuou como mediadora no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Também atuou na área de Expografia no Museu Histórico Nacional e com Gestão de Acervos e Produção de Exposições no SESC RIO. Atualmente, Flávia Brasil exerce a função de Técnica em Artes Visuais na Rede NAMI e no Ateliê da artista Panmela Castro.
PROJETO ARQUIVADO.