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Este projeto cênico propõe contar uma história de amor com dois finais que o público escolhe seguindo os atores para dois ambientes diferentes. Como contrapartida social será oferecido um curso básico de teatro interativo, com foco em inclusão.
Durante 45 minutos dois casais falam sobre suas dores e aspirações quanto ao amor com uma trilha sonora executada ao vivo por dois músicos, um violinista e um pianista. As histórias se ligam, e os 4 atores interagem entre sí e com o público presente em uma história envolvente e romântica, porém o final apresenta duas opções, uma para cada casal e o público decide quem seguir, um desfecho se dá em um jardim e outro desfecho se dá em uma igreja. O público deverá escolher qual caminho seguir, assim como na realidade, e a partir daí seguir caminhando aquele casal que mais se identifica para o destino final. Trata-se de uma experiência imersiva e interativa, ao longo da encenação os atores terão liberdade de se comunicarem com o público, ou até talvez envolve-lo nas cenas e a caminhada até o local do desfecho escolhido tende a envolver o público na história, sendo a intenção provocar a conexão do público com os personagens e suas decisões, e como a encenação se dá no mesmo limite do público (não haverá palco) e os cenários são reais, acaba que o espectador vivencia a história de amor em tempo real.
Geral: · Levar para a população, um projeto cênico interativo inédito e de qualidade, sobre relacionamentos de amor e possibilitar a prática da inclusão tendo o teatro como ferramenta. Objetivos específicos: · Montar uma peça de teatro para uma temporada de 90 dias, com 45 apresentações e capacidade para ser assistida por até 40 pessoas por apresentação, totalizando assim um público final de 2.000 pessoas · Realizar, a título de contrapartida social, 10 oficinas de formação básica na arte de interpretar de maneira interativa com o público, com foco na inclusão de pessoas com deficiência misturadas a pessoas sem deficiência, com total gratuidade e capacidade para beneficiar até 200 pessoas.
O formato do projeto com interação do público permite a participação ativa do espectador, criando um sentido de envolvimento e pertencimento onde o público se conecta direta e emocionalmente com a narrativa. Trata-se da quebra de barreira entre o artista e o espectador, onde não há palco, e plateia e atores se tornam um só, em uma experiência íntima e legítima que provoca a empatia do público, já que decisões estão em suas mãos. Diretamente há um estímulo a criatividade e imaginação de quem assiste, inclusive estimula também o ator, que por vezes terá que improvisar e os limites da história dentro do próprio cenário (ou cena) cresce permitindo criações conjuntas em uma experiência rica e sensorial. Outro ponto importante é a oportunidade de vivenciar a cultura a partir da imersão e interatividade, pois o público se liga ao conteúdo do espetáculo de forma mais profunda e as temáticas e interpretações artísticas fortalecem o vínculo cultural. Ainda sobre o assunto, este tipo de encenação aumenta a possibilidade de diálogo e reflexão sobre questões importantes das nossas vidas que são os relacionamentos emocionais. Quando o espectador se sente participando do contexto, passam a refletir sobre seus pontos de vistas e opiniões sobre suas próprias experiências de vida, o que leva ao engajamento com o texto proposto. Além do mais, a peça interativa é renovação e inovação no segmento cênico que contribui para a evolução do teatro, aumentando o alcance e a importância na nossa sociedade. Quanto aos artigos 1º e 3º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos seguintes pontos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Abaixo os profissionais da ficha técnica que juntam declarações e portfólio para comprovação de atuação no segmento cultural: Produção executiva: Josenildo Hardman de França (Nildo Hardman); Direção artística e coordenação pedagógica: André Luis da Silva Sampaio (André Sampaio); Diretor Musical: Rodrigo Hyppolito. Roteiro: O espetáculo inicia-se com a apresentação dos personagens, partindo para o desenvolvimento do enredo que trata de relações factíveis de dois casais que se conectam justamente por causa do amor. Próximo ao final, a história encontra seu ápice que obrigatoriamente depende de uma decisão do público, pois os personagens já têm sua decisão tomada, e neste momento os casais convidam o público a acompanhar um trajeto caminhando com eles, em que os atores se despedem entre si desejando sorte e se dirigem ao jardim ou a igreja. Todo o serviço de informações sobre a peça terá informações claras sobre o procedimento que o espectador deverá adotar para que o espetáculo transcorra de maneira perfeita. Cenários nos locais dos finais: O jardim deve ter uma atmosfera romântica e serena e a igreja deve estar decorada para um casamento. Final: Assim que chegam ao destino, os atores retomam a encenação, finalizando a história, com emoção e envolvimento, onde a opção será a felicidade da união pelo casamento ou a opção será a transformação do amor em amizade onde cada um encontra sua nova cara metade no jardim, sendo ambos os finais a busca pela felicidade plena. Ficha técnica: · Elenco principal: 4 atores · Elenco de base: 2 músicos · Elenco coadjuvante: 2 atores · Direção Artística · Direção Técnica · Direção Musical · Produtor · Contra-regra · Maquiagem · Figurinista · Costureira · Cenógrafo · Cenotécnico · Engenheiro de Som · Técnico de Som · Técnico de Luz · Camareira · Segurança · Equipe de Limpeza · Montadores
Plano Pedagógico para o projeto “Entre Dois Amores”. “O teatro e a educação devem caminhar juntos; educar não é só ensinar a ler e escrever, é ensinar a pensar e sentir mundo de outras formas.” Fernanda Montenegro Introdução A intenção das oficinas é a construção do conhecimento artístico cultural, pois conhecer é sempre uma ação que implica em esquemas de assimilação e acomodação num processo de constante reorganização. Ao mesmo tempo pretendemos propiciar o entendimento que toda pedagogia cultural mais apropriada, deve versar não somente sobre questões de como ensinar a arte, mas também, sobre como adquirimos estes conhecimentos, valorizando a questão da contextualização dos fatos e do resgate histórico inerente a própria história da cultura dentro da sociedade, o que certamente irá proporcionar que se considere a relevância social e cultural dos conteúdos, sua contemporaneidade e sua adequação às características sócio cognitivas dos sujeitos, ressaltando a necessidade de fazer com que o mesmo confronte os conhecimentos do senso comum, que diz que nem todos estão aptos a arte, com o conhecimento científico, prático e cultural que possibilita a qualquer um a prática do canto, da dança, do teatro e até mesmo a produção de um projeto cultural.A oficina de teatro é uma atividade educativa e cultural que tem como objetivo proporcionar aos participantes uma experiência enriquecedora no campo das artes cênicas. Embora o teatro configure um importante instrumento pedagógico denota-se que é pouco utilizado. Compreende-se, então, que o teatro contribui para o desenvolvimento da imaginação, criatividade, criticidade e autonomia, além de auxiliar na resolução de situações-problema com base na vivência e na ressignificação.Neste plano pedagógico, iremos apresentar as etapas e atividades propostas para uma oficina de teatro inclusiva, destinada a 20 pessoas por oficina, com e sem deficiências. Serão ao todo 10 oficinas com duração de 4 horas por encontro. Cada oficina terá 6 encontros, totalizando assim 24 horas de transmissão de conhecimentos. No final do projeto teremos 200 pessoas atingidas, 240 horas de aulas divididas nos 60 encontros propostos. Como a oficina é inclusiva, ofereceremos todos os mecanismos de acessibilidade, isto é: · Acessibilidade física – o local em que as oficinas ocorrerão prevê rampas de acesso, banheiros adaptados, sobre piso para possibilitar a locomoção de cadeirantes e ampla sinalização, além de um monitor treinado para atendimento às pessoas com deficiência física, idosos e pessoas com mobilidade reduzida; · Acessibilidade auditiva – o projeto prevê um “QRCode” com a descrição da oficinas a partir de um intérprete de libras em um vídeo pré-gravado, acessível a partir de “tablets e smartphones”, além de um monitor treinado para atendimento a este público; · Acessibilidade visual – Teremos audiodescrição da apresentação em um vídeo pré-gravado, acessível a partir de “tablets e smartphones”, além de um monitor treinado para atendimento a este público; · Acessibilidade de conteúdo – a fim de minimizar a dificuldade de pessoas com síndromes, autismo, desconhecimento da nossa língua, dentre outras dificuldades intelectuais, criaremos um vídeo explicativo, com comunicação acessível, de fácil compreensão, com o conteúdo das oficinas, além de um monitor treinado para atendimento a este público. Objetivos 1. Promover o desenvolvimento da expressão corporal, vocal e emocional dos participantes. 2. Estimular a criatividade e a imaginação. 3. Fomentar a integração e a convivência entre pessoas com e sem deficiências. 4. Proporcionar uma experiência de aprendizado e diversão através do teatro. 5. Atender 200 pessoas com e sem deficiências. Público-alvo A oficina de teatro é destinada a pessoas de todas as idades, com e sem deficiências. Não é necessário ter experiência prévia em teatro, apenas interesse em participar e aprender. Metodologia A oficina será dividida em diferentes etapas, que serão desenvolvidas ao longo de um período de X semanas. Cada etapa terá atividades específicas, que serão adaptadas de acordo com as necessidades e habilidades dos participantes. Etapa 1: Aquecimento e Conhecimento Realização de exercícios de aquecimento físico e vocal para preparar o corpo e a voz dos participantes. Dinâmicas de grupo para promover a integração e o conhecimento mútuo entre os participantes. Etapa 2: Expressão Corporal Exercícios de expressão corporal para explorar o movimento, a postura e a gestualidade. Jogos teatrais que estimulem a consciência corporal e a comunicação não verbal. Etapa 3: Expressão Vocal Exercícios de respiração e vocalização para desenvolver a capacidade vocal dos participantes. Jogos e improvisações que explorem a expressividade vocal e a articulação das palavras. Etapa 4: Improvisação Atividades de improvisação teatral para estimular a criatividade e a espontaneidade dos participantes. Jogos e exercícios que trabalhem a construção de personagens e cenas improvisadas. Etapa 5: Montagem de Cena Divisão dos participantes em grupos para a criação e ensaio de cenas teatrais. Orientação e acompanhamento dos grupos na construção das cenas, levando em consideração as habilidades e interesses de cada participante. Etapa 6: Apresentação Final Preparação e ensaio da apresentação final, que será realizada para os demais participantes e convidados. Valorização e reconhecimento do trabalho realizado pelos participantes. Recursos Necessários 1. Espaço adequado para a realização das atividades (sala ampla e arejada). 2. Materiais de apoio, como figurinos, adereços e cenários. 3. Equipamentos de som e iluminação, se necessário. Avaliação A avaliação do processo de aprendizagem dos participantes será realizada de forma contínua, considerando a participação, o envolvimento e o desenvolvimento das habilidades teatrais ao longo das etapas da oficina. Não haverá uma avaliação final, pois o objetivo principal é proporcionar uma experiência de aprendizado e diversão. Considerações Finais A oficina de teatro é uma oportunidade única de desenvolvimento pessoal e social, além de ser uma forma de expressão artística e cultural. Através das atividades propostas neste plano pedagógico, esperamos que os participantes possam vivenciar momentos de aprendizado, superação e integração, fortalecendo assim a sua autoestima e confiança.
Espetáculo de arte cênica: · Acessibilidade física: o local em que a peça será encenada possuirá sinalização adequada, rampas de acesso, adequação do espaço para livre circulação de cadeira de rodas, espaço reservado e monitor para auxílio às pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida e idosos; · Acessibilidade visual: em 20% das sessões (18 apresentações) haverá recurso de audiodescrição e em todas as sessões será disponibilizado espaço próximo a encenação para pessoas com baixa visão, bem como teremos a presença de um monitor para auxílio às pessoas com deficiência visual; · Acessibilidade auditiva: em 20% das sessões (18 apresentações) teremos intérprete de libras presencial e em todas as sessões será disponibilizado espaço próximo a encenação para pessoas com baixa audição ou pessoas que tenham habilidade em leitura labial, bem como teremos a presença de um monitor para auxilio de pessoas com deficiência auditiva; · Acessibilidade de conteúdo: haverá um monitor especializado em atendimento a pessoas com síndromes, espectros, autismo, analfabetos e outras pessoas com necessidade de acessibilidade de conteúdo. Oficinas (contrapartida social): · Acessibilidade física: escolha de um local acessível, com rampas, corrimãos e espaços adequados para cadeiras de rodas. · Acessibilidade auditiva: utilização de recursos audiovisuais, como legendas em vídeos e presença de intérprete de libras. · Acessibilidade visual: disponibilização de materiais impressos em fontes de fácil leitura e contraste adequado. Uso de recursos visuais acessíveis, como imagens com descrições e cores diferenciadas. Audiodescrição e material tátil. · Acessibilidade cognitiva: adaptação dos conteúdos e linguagem para facilitar a compreensão, uso de recursos visuais claros e objetivos, fornecimento de apoio individualizado para os participantes que necessitarem a partir de um monitor presente nas oficinas.
Distribuição e comercialização dos ingressos: 10% - Gratuitos 20% ao preço do vale-cultura (3% do salário-mínimo) – R$ 39,60 10% gratuitos para o patrocinador 10% gratuitos para divulgação do projeto 50% ao preço de R$ 150,00 a inteira e R$ 75,00 a meia-entrada Em cumprimento ao artigo 28 da IN. 1/2023 adotaremos a seguinte medida como ampliação de acesso: “disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.” A faixa etária para acesso aos produtos do projeto é livre, e as oficinas oferecidas como contrapartida social têm 100% de gratuidade.
O proponente será responsável pela gestão fiscal e financeira, além da coordenação geral do projeto. Com relação ao currículo, muito embora as atividades desenvolvidas sejam ligadas a cultura e ao lazer, pede o proponente que seja considerada a capacidade da equipe técnica indicada, seguindo o que determina o anexo III, da Instrução Normativa Minc n. 1 de 2023 (normativo abaixo transcrito): "Anexo III APENAS PARA PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO OU PRIVADO, COM OU SEM FINS LUCRATIVOS: a) portifólio com as atividades culturais realizadas pelo proponente, que poderá conter: a.1) folders, panfletos, cartazes ou busdoor de eventos realizados pelo proponente, desde que contenham a logomarca ou nome do proponente explicitamente destacados; a.2) notas fiscais ou contratos de prestação de serviços realizados pelo proponente, desde que acompanhados de elementos que comprovem a realização dos serviços; a.3) matérias de jornais ou sites de internet que citem explicitamente a realização do evento, desde que contenham a logomarca ou nome do proponente explicitamente destacados; b) No caso da pessoa jurídica não possuir ações de natureza cultural realizadas, a comprovação poderá se dar por meio de: b.1) currículo da equipe técnica constante na ficha técnica do projeto; (...)" Aqui indicamos os nomes dos profissionais e suas respectivas funções, estando os currículos juntados nos documentos do projeto na mesma ordem aqui indicada: 1 – Produção executiva: Josenildo Hardman de França (Nildo Hardman); 2 – Direção artística e coordenação pedagógica: André Luis da Silva Sampaio (André Sampaio); 3 – Assistente administrativo: Alessandra Coelho; 4 – Ator: Totó Rasmunson; 5 – Atriz: Maria Luisa Lima Barbosa; 6 – Ator: João Santi; 7 – Ator: Pedro Santi; 8 – Atriz: Luisa Rodrigues Gomes; 9 – Diretor Musical: Rodrigo Hyppolito. Por fim destacamos que juntamos as comprovações de atividades artísticas que estão também na ficha técnica específica deste projeto, pois o relatório de comprovação de capacidade técnica indica os profissionais mais importantes, desta forma nem sempre todos os profissionais utilizados na comprovação de atividades estão no relatório de atividades que faz parte dos documentos do proponente, enquanto a ficha técnica é documento do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.