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PRONAC 234249Arquivado - não atendimento à diligência técnicaMecenato

Plano Anual de Atividades da Associação Agito Espaço de Vivências

ASSOCIACAO AGITO ESPACO DE VIVENCIA
Solicitado
R$ 1,37 mi
Aprovado
R$ 1,37 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santos
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Santos São Paulo

Resumo

Esse projeto consiste num plano anual de atividades para manutenção da Associação Agito: Espaço de Vivências, durante o ano de 2024.

Sinopse

Este projeto visa garantir a continuidade das atividades da Associação Agito Espaço de Vivências em 2024, com o propósito de promover a inclusão de pessoas com deficiências por meio de oficinas culturais. A meta é atender anualmente cerca de 1.320 participantes de forma gratuita, com o objetivo central de estimular o desenvolvimento das capacidades emocionais, cognitivas, psicomotoras e sociais de cada aprendiz. Além das oficinas culturais, o projeto oferecerá 12 oficinas de capacitação destinadas a profissionais da educação, com duração de 4 horas cada uma, e capacidade para atender até 20 profissionais em cada oficina. Ao todo, aproximadamente 240 mil professores e profissionais da educação da rede pública de ensino serão beneficiados por essa iniciativa.

Objetivos

Geral: Assegurar a continuidade das operações da Associação Agito Espaço de Vivências ao longo do ano de 2024, com o propósito central de promover a inclusão de indivíduos com deficiências por meio de oficinas culturais. Específico: 1) Dar formação educativa-cultural para até 1.320 pessoas com deficiências por ano, através de 132 oficinas por ano, divididas em 11 oficinas por mês, tendo cada oficina capacidade para atender até 10 pessoas, com 100% de gratuidade; 2) Dar treinamento educativo-cultural para até 120 profissionais da educação, através de 12 oficinas por ano, com total gratuidade, divididas em 1 oficina por mês, tendo cada oficina capacidade para atender até 10 pessoas, que como multiplicadores, poderão transmitir o conteúdo para uma média de 25 alunos por professor, alcançando assim 3.000 pessoas beneficiadas.

Justificativa

A Associação Agito Espaço de Vivências tem sido responsável pela formação artístico-cultural de crianças e adolescentes com deficiências desde 2017. Todas as atividades são feitas independentes e interligadas para que o aprendiz possa ter suas dificuldades superadas. O programa oferecido para os aprendizes proporciona oportunidades de acesso à cultura de qualidade e possibilidade de desenvolvimento de seus próprios talentos a partir da arte-educação. Há 6 anos o projeto se iniciou e hoje oferecemos 11 modalidades de oficinas que vão da capoeira, da culinária à biodiversidade. Além dos benefícios pessoais, as oficinas culturais para pessoas com deficiências também desempenham um papel importante na promoção da conscientização da sociedade sobre a capacidade e potencial desses indivíduos. Ao participar dessas oficinas, as pessoas com deficiências podem desafiar estereótipos, superar barreiras e mostrar suas habilidades únicas, demonstrando que a criatividade e a expressão artística não têm limites. As oficinas culturais adaptadas também contribuem para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiências, oferecendo-lhes oportunidades de aprendizado contínuo, conexões sociais e uma plataforma para se destacarem. Essas atividades podem ajudar a reduzir o isolamento e a marginalização muitas vezes enfrentados por pessoas com deficiências. A sociedade, ao abraçar e apoiar essas oficinas, se enriquece ao reconhecer e valorizar a diversidade humana. A inclusão cultural é um passo vital para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde todos tenham a oportunidade de participar plenamente da vida cultural e artística, independentemente de suas habilidades ou deficiências. As oficinas oferecem uma gama diversificada de oportunidades de aprendizado e crescimento para os aprendizes de todas as idades e habilidades: 1. Arte: As oficinas de arte são espaços onde a criatividade floresce. Elas permitem que os participantes explorem diferentes formas de expressão, desde pintura e desenho até escultura e artesanato. Através da arte, as pessoas podem comunicar emoções, contar histórias e expandir suas perspectivas. 2. Biodiversidade: Oficinas de biodiversidade abrem nossos olhos para a riqueza e importância da vida em nosso planeta. Elas ensinam sobre ecossistemas, conservação, animais e plantas, fomentando uma maior compreensão da interdependência entre todos os seres vivos. 3. Capoeira: Uma combinação única de arte marcial e dança, a capoeira é uma oficina que promove atividade física, ritmo e cultura. Além de desenvolver habilidades motoras, a capoeira também ensina respeito, cooperação e autoconfiança. 4. Criarte: A oficina "Criarte" é uma explosão de imaginação. Ela incentiva a criação de projetos originais, estimula a inovação e encoraja as pessoas a transformarem suas ideias em realidade, seja através de arte, design ou outras formas de expressão criativa. 5. Culinária: Nas oficinas de culinária, os aprendizes aprendem a arte de preparar alimentos deliciosos. Essas oficinas ensinam técnicas culinárias, promovem hábitos alimentares saudáveis e proporcionam um espaço para compartilhar receitas e culturas. 6. Linguagem: Oficinas de linguagem aprimoram habilidades de comunicação, leitura e escrita. Elas podem abranger aprendizado de idiomas, desenvolvimento de habilidades literárias e promover a comunicação eficaz. 7. Música: As oficinas de música são uma celebração da melodia e do ritmo. Elas oferecem a chance de aprender a tocar instrumentos musicais adaptados, explorar o canto e compreender a teoria musical. A música também é uma forma poderosa de expressão emocional. 8. Produtividade: Oficinas de produtividade ensinam habilidades essenciais para organizar, planejar e gerenciar tarefas de forma eficaz. Elas ajudam as pessoas a maximizarem seu potencial e a conquistarem seus objetivos. 9. Psicomotricidade: Essas oficinas focam na coordenação entre mente e corpo. Elas trabalham o desenvolvimento motor, a percepção espacial e promovem a consciência do próprio corpo. 10. Psicopedagogia: Oficinas de psicopedagogia proporcionam uma compreensão mais profunda dos processos de aprendizado, auxiliando na identificação de dificuldades e oferecendo estratégias para aprimorar a educação. 11. Vivência Social: A oficina de vivência social é um espaço para aprender sobre interações humanas, respeito mútuo e construção de relacionamentos saudáveis. Ela é crucial para o desenvolvimento de habilidades sociais e empatia.Cada uma dessas oficinas tem seu próprio valor, contribuindo para o crescimento pessoal, a inclusão social e a expansão do conhecimento. Além das oficinas culturais também ofereceremos 12 oficinas de capacitação para profissionais da educação, com duração de 4 horas cada, com capacidade para atender até 20 profissionais por oficina. Atenderemos cerca de 120 professores e profissionais da educação da rede pública de ensino. Como forma de manter a gratuidade das oficinas e expandir seu alcance e impacto junto à comunidade, a Proponente traz este projeto por meio da utilização de recursos financeiros somente advindos do dispositivo de renúncia fiscal da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313 de 23/12/1991). Com relação a obrigatoriedade de enquadramento para a Lei Federal informamos que este projeto converge para os objetivos da referida lei ao se enquadrar no seu artigo 1º principalmente nos seus incisos I, ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III, ao apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também se enquadra na mesma lei no seu art. 3º pela alínea c, do inciso II, pela realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, mas também pela alínea c, do inciso V, por ser uma ação que apesar de não previstas nos incisos anteriores são consideradas relevantes.

Especificação técnica

Plano Pedagógico para as oficinas de capacitação de profissionais da educação do Plano Anual de atividades da Associação Agito Espaço de Vivências “A inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades. Paulo Freire “Desistir é um verbo extinto para pais especiais”. Adelaide Pereira 1. Introdução: Paulo Freire foi um educador e pedagogo pernambucano que ganhou atenção na década de 1950. Ele recebeu o título de patrono da educação brasileira em 2012 e foi o brasileiro mais homenageado da história por títulos de Doutor Honoris Causa (título de doutor concedido por causa de honra por universidades a pessoas eminentes, que não necessariamente sejam portadoras de uma graduação acadêmica, mas que se destacaram em determinada área). O educador recebeu 48 desses títulos de universidades brasileiras e estrangeiras, além de ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 1995 e ganhar o prêmio de Educação para a Paz da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciências e Cultura (UNESCO) em 1986. A experiência de Freire foi financiada também pelo governo estadunidense, com a Aliança para o Progresso, com o objetivo de promover a alfabetização pois, dessa forma, acreditavam estar combatendo o avanço do comunismo no Brasil.Em 1964, meses após a implementação do Plano Nacional de Alfabetização, a ditadura militar extinguiu o projeto pois enxergou na filosofia freireana um risco de revolta, já que Freire acreditava na educação como ferramenta de transformação social e como forma de reconhecer e reivindicar direitos. Freire foi preso por 72 dias, sob a acusação de traição e foi exilado do país, ficando 16 anos fora do Brasil. Em 1969, foi professor visitante na Universidade de Harvard e atuou no Departamento de Educação do Conselho Mundial de Igrejas, em Genebra, onde trabalhou por 10 anos com projetos de ação educativa em mais de 30 países - dos europeus aos africanos -podendo colocar em prática sua filosofia e voltando-se às classes mais pobres. Mais tarde, foi professor universitário na Unicamp e na PUC-SP. Em 1991, foi fundado em São Paulo o Instituto Paulo Freire com o objetivo de estender e elaborar as ideias do pensador. O instituto preserva os arquivos de Freire, realiza atividades relacionadas ao seu legado e atua em temas da educação brasileira e mundial. Professor de língua portuguesa, Freire aplicou, em 1963, um método próprio de alfabetização em Angicos, cidade do interior do Rio Grande do Norte. O projeto foi um sucesso, conseguindo alfabetizar 300 adultos em um tempo muito curto (45 dias), partindo do conhecimento prévio que essas pessoas já possuíam. Por conta dos resultados eficazes, o governo brasileiro - que estava realizando as Reformas de Base - aprovou a multiplicação dessa primeira experiência em um Plano Nacional de Alfabetização. A metodologia de Paulo Freire consiste em uma maneira de educar através do cotidiano dos estudantes e às experiências que eles têm - e por isso, também ligado à política, especialmente porque Freire trabalhou com a alfabetização de adultos.Sua filosofia baseia-se no diálogo entre professor e aluno, procurando transformar o estudante em um aprendiz ativo. Nesse sentido, ele criticava os métodos de ensino em que o professor era tido como o detentor de todo o conhecimento, e o aluno apenas um “depositório” - o que ele chamava de “educação bancária”. Para Paulo Freire “Educação ou funciona como um instrumento que é usado para facilitar a integração das gerações na lógica do atual sistema e trazer conformidade com ele, ou ela se torna a ‘prática da liberdade’, o meio pelo qual homens e mulheres lidam de forma crítica com a realidade e descobrem como participar na transformação do seu mundo.” 2. Lei nº 13.146/2015: A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) representa um grande avanço na luta pelos direitos das pessoas com deficiência no Brasil. Antes de sua promulgação, a educação inclusiva ainda enfrentava muitos desafios e barreiras, como a segregação de alunos com deficiência em escolas especiais, a falta de recursos de acessibilidade e a falta de capacitação dos profissionais da educação.Com a implementação da Lei de Inclusão nas escolas públicas, houve uma mudança significativa na perspectiva de educação para todos. A partir de então, o princípio da educação inclusiva passou a ser valorizado e difundido nas instituições de ensino. Essa abordagem tem como premissa que todos os alunos têm direito à educação, independentemente de suas diferenças e necessidades específicas. A lei enfatiza que a inclusão não se trata apenas de matricular os alunos com deficiência no ensino regular, mas sim de proporcionar a eles um ambiente verdadeiramente inclusivo, onde suas necessidades são atendidas, e suas habilidades são desenvolvidas ao máximo. Isso inclui a oferta de recursos de acessibilidade, como a disponibilização de intérpretes de libras para alunos surdos, a adaptação de materiais didáticos em formatos acessíveis para alunos com deficiência visual e o uso de tecnologias assistivas para facilitar o aprendizado.Outro aspecto importante da lei é a valorização dos profissionais da educação como agentes fundamentais na promoção da inclusão. Para que a educação inclusiva seja efetiva, é essencial que os professores e demais profissionais estejam preparados para lidar com a diversidade de alunos em suas salas de aula. A formação continuada e a capacitação em educação inclusiva são elementos-chave para que esses profissionais possam oferecer um ensino de qualidade e atender às necessidades individuais de cada estudante. Além disso, a Lei de Inclusão também prevê a necessidade de adaptação dos espaços físicos das escolas, garantindo a acessibilidade de todos os alunos. Contudo, mesmo com a legislação em vigor, ainda existem desafios a serem enfrentados. A efetivação da inclusão nas escolas públicas requer investimentos em infraestrutura, recursos humanos e materiais pedagógicos. Além disso, é fundamental conscientizar toda a sociedade sobre a importância da inclusão e combater o preconceito e a discriminação que muitas vezes ainda cercam as pessoas com deficiência. Para avançar na construção de uma educação inclusiva e de qualidade, é preciso um esforço conjunto de governos, escolas, famílias e toda a sociedade. A inclusão não é apenas uma questão de garantir direitos, mas também de promover uma sociedade mais justa, solidária e respeitosa com as diferenças de cada indivíduo. Somente assim poderemos alcançar uma educação verdadeiramente inclusiva, onde todos os alunos possam aprender e se desenvolver plenamente, independentemente de suas características e capacidades. Considerando a definição de educação de Paulo Freire e as diretrizes da Lei nº 13.146/2015, notamos que as escolas não estão preparadas para receberem alunos com deficiências. Professores, educadores, gestores e outros profissionais da educação precisam de um treinamento específico para conseguirem receber essa parte da sociedade com a mesma qualidade oferecida aos alunos não deficientes. Nosso projeto nasceu desse déficit encontrado na rede de ensino brasileira, seja ela privada ou pública, o problema é o mesmo, isto é, a falta de qualificação profissional. A Associação Agito surgiu pelo fato de não haver uma escola que desse conta da síndrome de Skraban-Deardorff diagnosticada no filho da proprietária da instituição. Na ocasião, ele não estava conseguindo se desenvolver com os recursos oferecidos pelas escolas por onde ele passou. E para não haver prejuízos de aprendizado, Adelaide, mãe de Enzo, fundou um espaço que se adequava às necessidades do filho, garantindo, dessa maneira, o seu desenvolvimento. Com base na pedagogia de Paulo Freire e na Lei 13.146/2015 a Associação Agito procura diminuir esse déficit educacional. Pois, e ainda de acordo com Paulo Freire, a educação deve ser democrática, respeitando o educando como sujeito da história, e centrada na problemática da comunidade em que vive e atua, propondo práticas pedagógicas capazes de provocar no aluno uma consciência crítica fomentadora de transformações sociais. A educação precisa libertar e não aprisionar. Com base nessa concepção, traremos a seguir o relato de uma mãe, de uma empreendedora que fez dos limites impostos pelo sistema educacional brasileiro o motivo para mudar o futuro do próprio filho e de todos aqueles que, de alguma forma, não encontram um espaço diferenciado nas escolas do país. O Agito nasceu para todos. 3. Projeto Social Agito Quando decidimos pela maternidade logo imaginamos um mundo perfeito, sem dificuldades, o que nosso filho decidirá ser na vida, quantas lágrimas de alegrias vamos derramar pelas suas conquistas, a família que ele irá formar, os netos que iremos embalar e uma infinidades de sonhos e quando tudo fica diferente e os sonhos viram uma enxurrada de medos e receios? O mundo simplesmente cai sobre sua cabeça e você nem sabe por onde começar.Fui mãe com 32 anos, e como toda mãe sonhei muito. Meus sonhos foram alterados quando o Enzo estava com 8 meses. Comecei a perceber sua dificuldade para engatinhar e como fazia um aumento de tônus muscular em suas perninhas. Levei em um neuro e através de uma ressonância descobrimos que ele tinha uma assimetria cerebral no lobo frontal esquerdo e que ele teria dificuldades para andar e precisaria de fisioterapia. Nossa longa jornada começou e não seria tão simples assim. Enzo fez fisioterapia e andou com independência aos 3 anos, mas não verbalizava. Iniciamos assim a fonoterapia e TO. Seu desenvolvimento seguia mais lento e era visível seu atraso e déficit cognitivo. Eu buscava um “NOME” para o que meu filho tinha e seguia sem ter uma resposta.Enzo entrou na escolinha aos 5 anos e após 2 anos ainda apresentava uma dificuldade de verbalizar as palavras e a escola, infelizmente, não tinha um preparo para auxiliá-lo. Contratamos uma especialista em pedagogia para pessoas com deficiências, uma profissional em educação especial que o acompanhou até o fim do ensino fundamental.Com 16 anos e ainda no ensino fundamental, deslocávamos para São Paulo toda semana. Durante 3 dias na semana ele estudava numa escola inclusiva no bairro do Campo Belo. Foram 3 anos e meio fazendo esse percurso, até que um dia passando em frente a escola vi meu filho na guarita da escola pedindo para o porteiro me chamar que queria ir embora. Eu já vinha percebendo que ele não estava feliz, reclamava para ir, perguntava que horas ia voltar para a casa dele em Santos, nesse período aluguei um imóvel em São Paulo. Enzo quando chegava em Santos não queria ficar longe do pai, apresentava um comportamento alterado e tive a certeza de que não estava fazendo o melhor para ele. Foi assim que nasceu a ideia da associação, pois eu tinha uma casa para alugar e fui taxativa que queria montar um espaço para ele, um lugar dos sonhos onde tivesse tudo que ele necessitaria para se desenvolver e ter autonomia.Nossa pedagoga permanecia em nossas vidas e com muitas ideias e amor criamos o Agito. No dia que apresentei o Agito para o Enzo seus olhos brilhavam, ele sorria e pulava numa euforia sem fim, nesse dia tive a certeza de que tomei a melhor decisão da minha vida. Como eu ansiava por um espaço assim, tive a certeza de que seria um sucesso, não tinha dúvidas de que mais famílias buscavam isso e já me preparava para ver o Agito crescer, infelizmente, não foi assim. Me frustrei bastante ao ver que muitos pais tratavam a adesão dos filhos no Agito como um investimento, como se fosse compensar o que iriam gastar com eles, nosso atendimento sempre foi diferenciado e individualizado e ainda assim com preço mais acessível do que o mercado estabelecia. Tivemos alguns aprendizes, mas com a pandemia tivemos alguns afastamentos e não ouve retorno.Há 3 anos vendo a necessidade de buscar recursos mudamos o Agito para Associação Agito Espaço de Vivências e hoje estamos engajados para conseguir recursos financeiros para fazer do Agito o espaço que realmente sonhei, com uma inclusão ativa e que chegue principalmente a quem mais necessita de um atendimento para criar autonomia.Todas as atividades são feitas independentes e interligadas se preciso for para que o aprendiz possa ter suas dificuldades superadas, e o melhor, isso é feito por profissionais que amam e respeitam de verdade esses anjos que nos ensinam tanto.Em 2020 através do Exoma[1], descobri que o Enzo tem uma Síndrome rara “SKRABAN-DEARDOFF”, tem algumas particularidades, mas muito comportamento de TEA[2]. Independente de nomes sempre fiz tudo que podia para seu desenvolvimento, mas foi importante saber, meus planos da gravidez mudaram demais, mas não tenho dúvida, me tornei uma pessoa muito melhor, capaz de fazer coisas que não imaginava, alguém que não vê limites para ver o filho feliz. O futuro me traz muita insegurança, mas creio que conseguirei realizar o que sonhei. A maternidade especial é dolorosa, mas aprendemos a nos superar todo dia e a cada amanhecer Deus nos abastece com mais ferramentas para construir um novo caminho. Não estamos sós, desistir é um verbo extinto para pais especiais. 4.Síndrome Skraban-Deardorff: O distúrbio relacionado ao WDR26, também conhecido como síndrome de Skraban-Deardorff (SKDEAS), é um distúrbio raro do neurodesenvolvimento causado por alterações (variantes ou mutações) no gene WDR26. Indivíduos com SKDEAS podem apresentar uma variedade de sintomas que geralmente incluem diferenças no desenvolvimento, convulsões, baixo tônus muscular, personalidade amigável e características faciais únicas. A maioria dos indivíduos tem uma nova alteração no gene WDR26 que não é herdada. O distúrbio relacionado ao gene segue um padrão de herança autossômica dominante, o que significa que alguém com a condição tem 50% de risco de transmitir a variante do gene para cada filho. Não há tratamento específico para a condição e o manejo é baseado nos sintomas de um indivíduo com foco particular na obtenção de marcos de desenvolvimento. 4.1. Sinais e sintomas: Os sintomas do distúrbio relacionado ao WDR26 variam entre os indivíduos. Nem todas as pessoas com a síndrome exibem todos os sintomas ou os exibem da mesma maneira. Os sintomas podem incluir: 4.2. Atraso no desenvolvimento e deficiência intelectual: a) As pessoas com distúrbios relacionados ao WDR26 apresentam vários graus de atrasos no desenvolvimento e deficiências intelectuais que variam de leve a grave; b) Atrasos na fala são típicos, principalmente na linguagem expressiva; c) Atrasos no desenvolvimento de habilidades motoras, incluindo sentar e andar, são comuns. Muitos indivíduos andam com uma marcha de base larga, espástica e com as pernas rígidas; d) Alguns indivíduos têm movimentos repetitivos (estereotipados) e características autistas. Alguns têm um diagnóstico formal de transtorno do espectro autista. A maioria é descrita como feliz e socialmente engajada. 4.3. Diferenças neurológicas: Todos os indivíduos no grupo inicialmente relatado tinham histórico de convulsões. Desde então, muitos indivíduos sem epilepsia foram identificados, mas as convulsões ainda são comuns. Algumas das convulsões foram desencadeadas por febre (convulsões febris); outros não. Alguns pacientes receberam tratamento com medicamentos antiepilépticos, que geralmente controlavam as convulsões. a) Malformações cerebrais estruturais menores foram identificadas em algumas pessoas;b) A diminuição do tônus muscular (hipotonia) é comum. 4.4. Diferenças faciais: As pessoas com distúrbios relacionados ao WDR26 geralmente compartilham um conjunto de características faciais sutis, embora nem todos os indivíduos com o diagnóstico apresentem todas elas. Essas características podem incluir: a) Lábio superior proeminente e maxilar superior;b) Boca larga;c) Gengivas proeminentes;d) Dentes amplamente espaçados;e) Características faciais levemente alteradas;f) Ponta nasal larga. 4.5. Outras diferenças de saúde: As pessoas com distúrbios relacionados ao WDR26 podem ter uma variedade de outros problemas de saúde. Alguns deles incluem: a) Diferenças oftalmológicas (olho e visão);b) Diferenças estruturais do coração;c) Diferenças esqueléticas;d) Fenda palatina;e) Diferenças geniturinárias;f) Infecções recorrentes;g) Problemas de sono. 4.6. Causas: O distúrbio relacionado ao WDR26 é causado por alterações (variantes ou mutações) no gene WDR26. Nos indivíduos identificados até o momento, a grande maioria são variantes do gene WDR26. Isso significa que as variantes não são herdadas de nenhum dos pais, mas sim variantes aleatórias que ocorrem em um único óvulo ou esperma de um dos pais antes da concepção ou durante o desenvolvimento embriológico inicial. As variantes são heterozigóticas, o que significa que apenas uma das duas cópias do gene WDR26 de um indivíduo possui a variante. 4.7. Populações afetadas: O número exato de indivíduos com distúrbio relacionado ao WDR26 é desconhecido e essa condição provavelmente não é reconhecida. Afeta homens e mulheres e foi identificado em pessoas de todo o mundo. 8. Distúrbios com sintomas semelhantes: O distúrbio relacionado ao WDR26 tem características que se sobrepõem a muitos outros distúrbios do neurodesenvolvimento e distúrbios convulsivos. O gene WDR26 está localizado no cromossomo 1q42. Alguns indivíduos têm deleções dessa região do cromossomo 1 que também têm deleções (cópias ausentes) de outros genes e isso é chamado de síndrome de microdeleção 1q41q42. Esses indivíduos têm características que se sobrepõem ao distúrbio relacionado ao WRD26, mas também podem ter sintomas mais complexos, dependendo do número de outros genes que estão faltando. Acredita-se que a falta de uma cópia do gene WDR26 seja um grande contribuinte para os sintomas nesses indivíduos. Algumas características da síndrome de Angelman são semelhantes ao distúrbio relacionado ao WDR26. Estes incluem atrasos no desenvolvimento e convulsões, os quais são tipicamente mais graves na síndrome de Angelman. Crianças com ambos os diagnósticos também podem ser descritas como felizes e podem andar instáveis, embora essas características sejam um pouco diferentes entre os dois distúrbios. 4.9. Terapias Padrão: Atualmente, não há tratamento específico para o distúrbio relacionado ao WDR26. O cuidado se concentra nos sintomas do indivíduo. A equipe médica geralmente inclui um especialista em genética, um neurologista e um pediatra de desenvolvimento, com outros especialistas envolvidos conforme os sintomas justificam. A terapia precoce é incentivada (física, ocupacional, terapia da fala) para garantir que a criança atinja o melhor de suas habilidades. A terapia de Análise Comportamental Aplicada (ABA) tem sido benéfica para alguns indivíduos. 5. Oficinas para a Capacitação de profissionais da educação: A inclusão de pessoas com deficiências nas escolas é um princípio fundamental para uma sociedade mais justa e igualitária. Proporcionar uma educação inclusiva é essencial para garantir que todos os estudantes tenham a oportunidade de aprender e se desenvolver plenamente, independentemente de suas habilidades ou limitações. Nesse contexto, as oficinas de capacitação para professores e profissionais da educação pública da Associação Agito Espaço de Vivências, desempenharão um papel crucial ao prepará-los para atender às necessidades educacionais diversificadas de seus alunos. Serão oferecidas 4 oficinas por mês com duração de 4 horas cada, com capacidade para atender até 20 professores e profissionais da educação por oficina. Será um encontro para cada oficina ofertada, totalizando 192 horas de oficinas por ano, atendendo cerca de 120 professores e profissionais da educação da rede pública de ensino. As oficinas proporcionarão um espaço de aprendizado e reflexão sobre a importância da inclusão, sensibilizando os educadores para as questões que envolvem a deficiência e a diversidade. Elas desconstruirão estereótipos e mitos, promovendo uma compreensão mais precisa das pessoas com deficiências e de suas potencialidades. Através de atividades práticas e simulações, os professores poderão experimentar na pele as dificuldades enfrentadas por alunos com deficiências, o que ajuda a fomentar empatia e solidariedade.Além da sensibilização, as oficinas oferecerão ferramentas e estratégias práticas para os professores adaptarem suas práticas educacionais e tornarem suas salas de aula mais inclusivas. Através da exploração de recursos tecnológicos, materiais adaptados e metodologias diferenciadas, os educadores aprenderão a personalizar o ensino para atender às necessidades específicas de cada aluno. Isso não apenas beneficia os estudantes com deficiências, mas também enriquece o aprendizado de todos os demais, criando um ambiente de aprendizagem diversificado e enriquecedor. Outro ponto relevante é a questão da legislação e das políticas de inclusão. As oficinas capacitarão os professores a compreenderem os direitos dos estudantes com deficiências e como garantir sua efetiva inclusão na sala de aula. Esse conhecimento permitirá que os educadores atuem como defensores dos direitos dos alunos com deficiências, garantindo que sejam respeitados e tenham suas necessidades atendidas adequadamente.A capacitação por meio de oficinas também promoverá uma abordagem colaborativa entre os educadores, diretores e outros funcionários da escola. Ao compartilhar experiências, desafios e sucessos, os profissionais da educação poderão se apoiar mutuamente na jornada para tornar suas escolas mais inclusivas e efetivas para todos os alunos. Em suma, as oficinas para capacitação de professores na inclusão de pessoas com deficiências na escola desempenharão um papel transformador na construção de um ambiente educacional mais acolhedor, diversificado e justo. Elas permitirão que os educadores se tornem agentes de mudança, preparados para enfrentar os desafios da diversidade e proporcionar a todos os alunos uma educação de qualidade, onde cada um possa brilhar em sua singularidade. Ao investir na capacitação dos professores, estamos investindo no futuro de uma sociedade mais inclusiva e empática, onde todos terão a oportunidade de alcançar seu pleno potencial. 5.1. Descrição: As oficinas da Associação: Oficina de Arte, em sua excelência, é digna de enaltecer o ensino das múltiplas manifestações artísticas como um campo de conhecimento e uma prática que fomenta a construção de capacidades cognitivas. Encarar a Arte como uma esfera do saber que se manifesta na confluência de ações, tais como a análise de imagens, a contextualização e a prática artística. Oficina de Biodiversidade, por sua vez, se revela como um campo de conhecimento no qual o acúmulo de saberes relativos ao Meio Ambiente serve de fundamento para a análise, síntese, interpretação e reflexão. Através destas capacidades, é possível a criação de bens culturais, sociais e econômicos que contribuam para o bem-estar da sociedade e seu pleno usufruto. Oficina de Capoeira, empregada como um meio de aprimoramento físico, faz uso de movimentos capoeirísticos aliados a elementos como cones, bancos, puff, espaguetes e alvos, os quais funcionam como "obstáculos" para potencializar o desenvolvimento do condicionamento físico, força, flexibilidade, coordenação e lateralidade. Oficina Criarte, por sua vez, nutre o estímulo à elaboração de trabalhos manuais, oferecendo diretrizes para a modelagem e promovendo a eclosão de novos produtos. Esta prática propicia uma série de vantagens, incluindo o desenvolvimento da coordenação motora, concentração, criatividade, e o aprimoramento do estado emocional, fornecendo uma busca pelo relaxamento e momentos de contentamento. Oficina de arte da Culinária, as interações humanas são fomentadas, impulsionando a sociabilidade, integração e cooperação. Esta atividade também se presta a elevar a autoestima do aprendiz, que experimenta uma sensação de utilidade ao apresentar e servir os resultados do seu trabalho. No decorrer da execução de uma receita, temas de diversas esferas do conhecimento podem ser explorados. Oficina de linguagem, enquanto habilidade central, é desenvolvida por meio da leitura, escrita e exploração da comunicação interpessoal, estimulando o desenvolvimento de capacidades de interpretação de temáticas variadas e símbolos cotidianos, avivando o interesse e a capacidade argumentativa. A busca ativa pela interação social se desenvolve de forma orgânica e eficaz. Oficina musical, o objetivo é democratizar o acesso à música e incitar o amor por esta arte. O propósito central é preparar os aprendizes para se engajarem com a prática musical de forma jubilosa, enquanto se constrói conhecimento com vistas a fomentar e expandir o gosto musical por meio de estímulos. Este processo contribui significativamente para a formação global do aprendiz, e o método de Educação Musical é adaptado às contingências da realidade social, levando em consideração as fases evolutivas individuais. Este é um enfoque multidisciplinar, com objetivos perspicazes e claramente delineados, com o intuito de preparar seres humanos capacitados a conceber, executar e experimentar uma rica gama de emoções por meio da música. Oficina de produtividade, a intenção primordial é familiarizar os aprendizes com as rotinas e responsabilidades inerentes ao ambiente de trabalho, estimulando a aquisição de posturas profissionais através de orientação especializada e acompanhamento monitorado. Oficina de psicomotricidade, o enfoque se direciona aos fatores psicomotores, englobando aspectos como a tonicidade, equilibração, noções corporais, lateralização, estruturação espaço-temporal, praxia global e praxia fina. O escopo fundamental consiste na melhoria integral do desenvolvimento psicomotor, contribuindo, por conseguinte, para o alcance de uma maior autonomia por parte do aprendiz. Oficina de psicopedagogia, o intuito reside na organização e estruturação de raciocínios por meio de brincadeiras, jogos e atividades lúdicas. Tais atividades facilitam o desenvolvimento das habilidades que, por sua vez, propiciam uma compreensão mais profunda de atividades, promovendo a compreensão de regras e a resolução de problemas. O objetivo último é a geração de autonomia e funcionalidade. Oficina de vivência social, se propõe a introduzir jogos e brincadeiras que estimulem a expressão corporal, equilíbrio e a capacidade de interação com o próximo. Esta prática almeja trabalhar as especificidades individuais de forma saudável e divertida, enquanto se exploram as Atividades de Vida Diária (AVD), com o fito de desenvolver a capacidade do aprendiz de realizar, de forma independente, uma ampla gama de habilidades oferecidas por esta proposta abrangente. Oficinas para a Capacitação de profissionais da educação: Parte 1: Conscientização e Sensibilização: 1. Introdução à inclusão: Definir o conceito de inclusão, explicando por que é importante promover um ambiente inclusivo nas escolas.2. Mitos e estereótipos: Desconstruir crenças comuns sobre pessoas com deficiências para promover uma compreensão mais precisa.3. Simulação de deficiências: Atividades práticas para que os participantes vivenciem as limitações que pessoas com deficiências enfrentam diariamente. Parte 2: Estratégias e Práticas Inclusivas: 1.Legislação e políticas: Explorar as leis e diretrizes que garantem os direitos das pessoas com deficiências na educação.2. Adaptações e recursos: Apresentar diferentes adaptações e recursos que podem ser utilizados em sala de aula para atender às necessidades dos estudantes com deficiências.3. Planejamento inclusivo: Oferecer diretrizes para criar um ambiente de aprendizagem inclusivo e promover a participação de todos os alunos.4. Comunicação efetiva: Ensinar estratégias para uma comunicação respeitosa e inclusiva com os estudantes com deficiências. 5.2 Materiais e Recursos: - Apresentação de slides com informações e exemplos relevantes.- Vídeos e depoimentos de pessoas com deficiências compartilhando suas experiências na educação.- Folhetos e guias com informações úteis para os participantes consultarem posteriormente. 5.3 Metodologia: 1. Apresentações interativas para manter o interesse dos participantes.2. Atividades em grupos pequenos para estimular a discussão e a troca de ideias.3. Exercícios práticos que incentivem os participantes a aplicar as estratégias de inclusão. 5.4 Resultados: Ao final da oficina, os participantes devem sair com um melhor entendimento sobre a importância da inclusão nas escolas públicas, bem como com ferramentas práticas para tornar suas práticas educacionais mais inclusivas. Lembre-se de incentivar um ambiente aberto para dúvidas e reflexões, permitindo que os participantes compartilhem suas experiências e aprendam uns com os outros. Uma prática importante após a realização das oficinas sobre inclusão de pessoas com deficiências nas escolas públicas é a criação de um "Comitê de Inclusão" ou "Grupo de Apoio à Inclusão". Essa prática visa garantir que o conhecimento adquirido durante as oficinas seja implementado de forma consistente e contínua na escola. O Comitê de Inclusão pode ser formado por um grupo diversificado de professores, diretores, funcionários da escola, pais e até mesmo alunos, que sejam comprometidos com a promoção de um ambiente inclusivo na instituição. Suas principais responsabilidades seriam: 1. Avaliar e Implementar Estratégias: O comitê deve revisar as estratégias discutidas nas oficinas e identificar aquelas mais adequadas para as necessidades específicas da escola. Eles devem trabalhar em conjunto para implementar essas práticas no cotidiano escolar. 2. Desenvolver Planos de Ação: Com base nas orientações da oficina, o comitê pode criar planos de ação detalhados para cada nível escolar ou para turmas específicas, considerando as diferentes necessidades dos alunos. 3. Monitorar o Progresso: O grupo deve acompanhar regularmente o progresso da implementação das práticas inclusivas, avaliando o impacto e realizando ajustes conforme necessário. 4. Fomentar a Sensibilização: Além de aplicar as práticas inclusivas nas atividades educacionais, o comitê deve promover atividades de sensibilização e conscientização sobre inclusão para toda a comunidade escolar. 5. Oferecer Suporte e Capacitação Contínua: O comitê pode organizar sessões de capacitação adicionais, workshops e palestras para aprimorar o conhecimento dos professores e funcionários sobre inclusão e garantir a manutenção de um ambiente inclusivo ao longo do tempo. 6. Envolver a Comunidade: O grupo pode trabalhar em parceria com os pais e responsáveis dos alunos com deficiências, envolvendo-os na discussão e implementação de estratégias inclusivas. 7. Coletar Feedback: O comitê deve buscar feedback dos alunos, pais e professores para avaliar a eficácia das práticas inclusivas e fazer melhorias contínuas. 5.5 Vagas: Pretendemos atender 1440 participantes. 5.6. Local das Oficinas: Associação Agito R. Enguaguaçu, 56 - Ponta da Praia, Santos - SP, 11035-070 5.7. Inscrições: As inscrições para as oficinas poderão ser feitas através do site do projeto. 5.8. Público-alvo: Pessoas com deficiências, professores e profissionais da rede pública de ensino. 5.9. Cronograma das oficinas: Serão oferecidas 11 oficinas por mês com duração de 4 horas cada, com capacidade para atender até 10 pessoas por oficina. Será um encontro para cada oficina ofertada, totalizando 528 horas de oficinas por ano. Já as oficinas de capacitação para professores e profissionais da educação da rede pública de ensino, serão 12 oficinas, uma oficina por mês com capacidade para atender 10 professores. Todos os participantes receberão um certificado de conclusão da oficina. Coordenação Pedagógica:André Sampaio HardmanSão Paulo, 4 de agosto de 2023. [1] O Exoma completo é o maior exame disponível em termos de hereditariedade. Ele analisa todas as regiões codificadoras do genoma humano com o objetivo de identificar variantes que possam contribuir para o diagnóstico preciso de doenças genéticas, entre elas o câncer.[2] O transtorno do espectro autista (TEA) se refere a uma série de condições caracterizadas por algum grau de comprometimento no comportamento social, na comunicação e na linguagem, e por uma gama estreita de interesses e atividades que são únicas para o indivíduo e realizadas de forma repetitiva.

Acessibilidade

Produto Principal: 1) Oficinas: Acessibilidade física (sem custo para o projeto porque a estrutura do proponente já conta com as medidas de acessibilidade): Vagas específicas para cadeirantes, gestantes e idosos no estacionamento, instalações físicas adequadas, em condições de atendimento a alunos deficientes e com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, espaços adaptados (guichês, sanitários, etc.), acesso com rampas para cadeirantes e pessoas com pouca mobilidade, salas de aula e espaços de atendimento acadêmico e administrativo, eliminação das barreiras arquitetônicas, facilitando a circulação, todos os andares dispõem de banheiros adaptados (com barras de apoio nas paredes e pias para o pleno e adequado uso dos cadeirantes). Acessibilidade visual:Identificação dos ambientes na instituição com placas em braile, serviços de audiodescrição e material educativo em braile; Acessibilidade auditiva:Disponibilidade de serviços de tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais – Libras na instituição; Acessibilidade Cognitiva:Com objetivo de suprir deficiências referente à capacidade das pessoas com diferentes habilidades cognitivas (pessoas com síndromes, transtorno do espectro autista, demência etc), adotaremos a comunicação acessível de modo que a informação e o ambiente fiquem mais compreensíveis e utilizáveis por esse público, bem como disponibilizaremos 2 monitores especializados para atendimento. Produto Secundário: 1) Oficinas de capacitaçã0 para professores: Acessibilidade física (sem custo para o projeto porque a estrutura do proponente já conta com as medidas de acessibilidade): Vagas específicas para cadeirantes, gestantes e idosos no estacionamento, instalações físicas adequadas, em condições de atendimento a alunos deficientes e com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, espaços adaptados (guichês, sanitários, etc.), acesso com rampas para cadeirantes e pessoas com pouca mobilidade, salas de aula e espaços de atendimento acadêmico e administrativo, eliminação das barreiras arquitetônicas, facilitando a circulação, todos os andares dispõem de banheiros adaptados (com barras de apoio nas paredes e pias para o pleno e adequado uso dos cadeirantes). Acessibilidade visual:Identificação dos ambientes na instituição com placas em braile, serviços de audiodescrição e material educativo em braile; Acessibilidade auditiva:Disponibilidade de serviços de tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais – Libras na instituição; Acessibilidade Cognitiva:Com objetivo de suprir deficiências referente à capacidade das pessoas com diferentes habilidades cognitivas (pessoas com síndromes, transtorno do espectro autista, demência etc), adotaremos a comunicação acessível de modo que a informação e o ambiente fiquem mais compreensíveis e utilizáveis por esse público, bem como disponibilizaremos 2 monitores especializados para atendimento.

Democratização do acesso

Todas as aulas, atividades e disponibilização de conteúdos são 100% gratuitos para todos os públicos, com ampla divulgação.O projeto prevê ainda atender a alínea a, do inciso IV do artigo 28 da Instrução Normativa n. 1 de 2023, disponibilizando, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referente ao produto principal.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela gestão fiscal e financeira, além da coordenação geral do projeto. Com relação ao currículo, muito embora as atividades desenvolvidas sejam ligadas a cultura e ao lazer, pede o proponente que seja também considerada a capacidade da equipe técnica indicada, seguindo o que determina o anexo III, da Instrução Normativa Minc n. 1 de 2023 (normativo abaixo transcrito): "Anexo III APENAS PARA PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO OU PRIVADO, COM OU SEM FINS LUCRATIVOS: a) portifólio com as atividades culturais realizadas pelo proponente, que poderá conter: a. 1) folders, panfletos, cartazes ou busdoor de eventos realizados pelo proponente, desde que contenham a logomarca ou nome do proponente explicitamente destacados; a.2) notas fiscais ou contratos de prestação de serviços realizados pelo proponente, desde que acompanhados de elementos que comprovem a realização dos serviços; a.3) matérias de jornais ou sites de internet que citem explicitamente a realização do evento, desde que contenham a logomarca ou nome do proponente explicitamente destacados; b) No caso da pessoa jurídica não possuir ações de natureza cultural realizadas, a comprovação poderá se dar por meio de: b. 1) currículo da equipe técnica constante na ficha técnica do projeto; (...)" Aqui indicamos os nomes dos profissionais e suas respectivas funções, estando os currículos juntados nos documentos do projeto na mesma ordem aqui indicada: Consultoria Técnica: Josenildo Hardman de França (Nildo Hardman) Coordenador pedagógico e curadoria: André Luis da Silva Sampaio (André Sampaio); Direção de Produção Executiva e Curadoria: Françoise Marie Rocha Fillon (Fran Fillon). Coordenador Pedagógico: André Luís da Silva Sampaio Hardman (CPF: 071407.497-79) André Luís da Silva Sampaio Hardman André Luís da Silva Sampaio é professor mestre de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa. Pesquisador da área há mais de 20 anos, sempre concentrou seus estudos e pesquisas no tema “oralidade no Brasil”. Com uma vasta gama de publicações, o autor é doutorando em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestre em Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pela Universidade Federal Fluminense, Especialista em História da África e no Negro do Brasil pela Universidade Candido Mendes e graduado em Licenciatura plena Português/Literatura pela Universidade Estácio de Sá. Além disso, possui formação em várias áreas dentro do campo da Arte, tais como: a dança, tornando- se profissional de dança aos 14 anos de idade; o canto, formando-se em cantor lírico e popular aos 20 anos de idade e o teatro, profissionalizando-se também aos 20 anos de idade. ParBcipou de inúmeros espetáculos, concertos e peças durante a sua carreira. Além disso, já foi jurado e membro de comissões voltadas para a área arksBca e cultural. André Fez ballet clássico, contemporâneo e jazz na Escola Ballet Moderno KáBa Alves e dança de salão na Academia Movimento. Integrou o grupo Folclórico de Dança Alemã “Mosel Volkstanze de Petrópolis” e a Cia de dança Corpo e Água. Fez diversos cursos e estudos na área do teatro e da música: Destacamos o Workshop “Hair” com Charles Möller & Claudio Botelho e a oficina Mix Teatro Musical com coreógrafo Caio Nunes, o ator e diretor Marcelo Caridade e a atriz e preparadora vocal Mona Vilardo. Integrou o elenco do espetáculo “O que será?” (com a Cia Nós da Dança) que cumpriu temporada no Teatro Cacilda Becker – RJ). Com o Ballet Moderno Katia Alves atuou nos espetáculos: “Sangue e Areia”; “Madame Buzerfly”; “O beijo da Mulher Aranha” e” Escrava Isaura”. Com o grupo Afro-brazilians se apresentou na casa de espetáculos Cuba, em Zurique, na Suíça. Foi também integrante da Cia de dança “Corpo e Água” com quem se apresentou em diversos espetáculos e cantor (Tenor) do Coral da Universidade Católica de Petrópolis. Atuou como bailarino e backing vocal na Banda Rio Babilônia e integrou a D’NA Companhia de teatro musical. Atuou e assinou a direção arksBca do Grupo Vocal Sexteto Universitário. Integrou o elenco do musical “O Pequeno Príncipe”, montagem da Benvenuto Cia Teatral, onde viveu o papel do Aviador e no ano de 2019 foi coordenador pedagógico do projeto “Do singular ao Plural I e II”, projeto que atendeu cerca de 2000 pessoas na sua primeira versão e 5000 na sua segunda versão. Diretor teatral da Diversus Cia Teatral e Diretor Geral do Musical O Pequeno Príncipe em Versão Brasileira. Coordenação Educacional: Leila Fernandes da Silva (CPF: 030.656.038-02) Pedagogia de Educação Especial (DM / DA), Pós Graduação em Psicopedagogia, atuação por 28 anos em escola regular (Colégio do Carmo) /alguns anos de atendimento específico em classe com deficientes auditivos; / aulas de Informática Educacional para alunos de Educação Infantil e Ensino Fundamental I; atuação por 10 anos no atendimento de Inclusão como Acompanhante Terapêutica ( Escola do Boqueirão – Colégio Stella Maris). Produção Executiva: Françoise Fillon (CPF: 000.721.156-29) Atua na execução de projetos de produção cultural há mais de 20 anos em áreas como eventos corporaBvos, shows, feiras, grandes shows, exposições, premiações, teatro, cinema, games e editoração, no Brasil, Espanha e Portugal. Especializada em acessibilidade na área de entretenimento com cerBficação peã secretária de cultura da cidade de São Paulo. Destacando projetos recentes: Coordenação Projeto Música no Tom de 2019 até o momento. Lançar novos talentos da música brasileira de forma gratuita aBngindo um público final de 8000 pessoas em 10 apresentações. Entrega de 125 shows online durante a pandemia. Revista Select Digital de 2019 até o momento. Carnaval Guaratinguetá 2018, coordenação geral de produção do carnaval da cidade de GuaraBnguetá – SP Coordenação projeto Game XP Rock In Rio 2017 / 2019Elaboração de Lei ICMS Rio, coordenação geral de contratação e pagamentos de fornecedores, logísBca do evento que aconteceu em duas arenas do Rock In Rio 2017. Prêmio de Arte e Educação SELECT/CCBB 2017/ 2018/2019. Link: hzp://premio-select.com.br/FesBval Regional de Teatro Tom Brasil / Vivo Rio 2016 Select é uma publicação de jornalismo cultural compromeBda com o século 21. Aposta na convergência entre as artes visuais, a tecnologia, o design e o comportamento, aBvando um olhar abrangente sobre a contemporaneidade. O Prêmio Select de Arte e Educação CCBB foi criado para valorizar e incenBvar escolas, insBtuições de arte, espaços de ensino, grupos de estudo, projetos arksBcos colaboraBvos e iniciaBvas inovadoras e experimentais que favoreçam os diálogos e os vínculos entre arte e educação. O FesBval reuniu espetáculos originários de seis estados brasileiros, proporcionando aos paulistanos e cariocas a chance de ver o que há de mais insBgante na arte teatral feita atualmente no país. Foram apresentados espetáculos como: A Estrada, representando a Amazônia; A Bofetada, da Bahia; Algum Lugar Nenhum, do Paraná; Hipotermia, de Santa Catarina; Quincas, da Paraíba; A Dona da História, de Pernambuco. Coordenação de eventos Tom Brasil 2014/2017: entre os clientes atendidos: PRÊMIO QUALIDADE, O DIA DO MÍDIA - O ESTADO DE SÃO PAULO; TOP PF MIND - FOLHA DE SP, PRÊMIO ABEMD (ASSOC BRAS DE MARKETING DIRETO), ISTO É GENTE E ISTO É DINHEIRO - EDITORA 3, REVISTA QUEM - ED GLOBO, PRÊMIO CONSUMIDOR MODERNO - GRUPO PADRÃO, HERBALIFE; AGRISHOW - 20 anos evento e livro 2014 a 2017. TEATRO: Festival Vivo Rindo Vivo Cultura tem o objeBvo de viabilizar a circulação de espetáculos teatrais nacionais no eixo Rio / São Paulo, com temáBcas variadas com o propósito de fomentar a convivência familiar, realizando apresentações em julho de 2016, mês de férias escolares. Como me Tornei Estúpido: Em cartaz por quatro meses em Portugal e Espanha. ObjeBvo viabilizar a circulação de espetáculos teatrais nacionais no eixo Rio / São Paulo, com temáBcas variadas, promover o acesso à cultura e entretenimento com baixo custo e democraBzar o conteúdo para população e portadores de necessidades especiais. Cócegas (2001/ 2009): Direção de Aloísio de Abreu, Luis Carlos Tourinho, Regis Faria, Marcelo Saback, Sura Berditchevsky – atuação e texto de Heloísa Périssé e Ingrid Guimarães. Cosquinha (infanBl) (2002/ 2005) Direção de Sura Berditchevsky – atuação e texto de Heloísa Périssé e Ingrid Guimarães. (Produtora ExecuBva) Dois na Gangorra (2003): Direção – Walter Lima Jr. – com Murilo Benicio e Giovanna Antonelli. (Produtora ExecuBva), Divinas (2002): Direção Camila Amado – com Lu Grimaldi, Paula Cohen e grande elenco – Texto – Lú Grimaldi e Paula Cohen. (Diretora de Produção). DOCUMENTÁRIOS: Presídio de Segurança Máxima: Nilson Hungria – Documentário focando a vida de um presidiário. Minas Gerais: documentário mostrando os vários Bpos de minerais do Estado. DiamanBna: Documentário para a defesa da cidade como Patrimônio da Humanidade. Ouro Preto: Documentário sobre os 300 anos da cidade. Prêmio da Música Instrumental Tokio Marine Hall (2023). Direção e Coodenação Geral: Adelaide da Purificação Gil Pereira Santos (CPF: 121.343.738-57) Adelaide possui formação em Magistério, Graduação em Pedagogia com ênfase em Administração Escolar e Bacharelado em Direito. Possui experiência sólida na área educacional e conhecimento jurídico que contribuem para uma abordagem abrangente e eficaz na gestão escolar e em questões legais. Adelaide possui experiência abrangente em administração escolar e gestão educacional, possui capacidade de interpretar e aplicar leis e regulamentos de forma eficaz, excelentes habilidades de comunicação e trabalho em equipe, possui dinamismo em organização e gerenciamento de projetos e capacidade de resolução de problemas e tomada de decisões baseadas em dados. Assessoria Técnica: Nildo Hardman (CPF: 088.606.148-21) Nildo Hardman é produtor e diretor, atua no ramo cultural nos úlBmos 10 anos, buscando unir suas especialidades aos seus ideais. Através de seus conhecimentos como advogado, sua criaBvidade de publicitário e sua paixão pela arte, ele decidiu criar a empresa Prismma, com o objeBvo de dar suporte para todos os profissionais do ramo cultural que desejam tornar seus projetos em realidade. Para isso, foram estruturados diversos processos para dar suporte ao arBsta, como entender a fundo o projeto proposto, desenvolvê-lo de acordo com os propósitos dos órgãos públicos apoiadores, complementar de acordo com os interesses do mercado, para então após conseguir a aprovação, executá-lo e prestar contas perante os órgãos responsáveis. Nildo atua como diretor arksBco de projetos musicais e cênico, tem em seu currículo peças como: Cabaret Luxúria (estrelada por Rachel Ripani) e Meio Lá, Meio Cá (com Bianca Rinaldi). Na música, foi produtor execuBvo e diretor arksBco de arBstas como Dan Nakagawa, Renata Arruda, Fabiana Cozza, Lia Paris e Joyce Cândido. Nildo também foi o diretor arksBco dos projetos Do Singular ao Plural I e II e redator do livro “Matriarcas: mulheres de raça e de cor. Atualmente, também atua como diretor execuBvo da Cia de Dança Ballet de Cegos. Prestação de Contas: Grupo Prismma (CNPJ: 20.252.606/0001-21) O Grupo Prismma realiza há 20 anos a produção executiva de projetos culturais inscritos nas mais diversas leis e segmentos. Localizada na cidade de São Paulo, tem como sua maior especialidade a produção de projetos culturais via leis de incentivo. O Grupo Prismma surgiu a partir de um sonho do sócio fundador Nildo Hardman, de unir suas especialidades aos seus ideais. Através de seus conhecimentos como advogado, sua criatividade de publicitário e sua paixão pela Arte, decidiu criar o Grupo, com o objetivo de dar suporte para todos os profissionais do ramo cultural que desejam tornar seus projetos em realidade. Com este pensamento o Grupo Prismma agregou os segmentos necessários para que tornasse possível atuar nos projetos culturais desde a elaboração até sua finalização, passando por todos os processos necessário como elaboração, gestão, captação e administração (Hardman Marketing Cultural), desenvolvimento artístico (Casa de Cultura André Sampaio), produção (Tudo Certo Produções), Prestação de Contas (Cazarotto Contabilidade) e Gestão em Projetos e Emendas Parlamentares no segmento esportivo (B16).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.