Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe o programa Orquestra Jovem nas Escolas por meio de oficinas de música semanais e a realização de concertos do grupo. O projeto é uma atividade sociocultural de aprendizado em música voltada a crianças e adolescentes estudantes da rede pública de ensino que visa estimular as habilidades humanas e o senso crítico a partir da sensibilização artística,promovendo a formação em música como vetor multiplicador da educação, da cultura e do exercício da cidadania.
Objetivo geral: _ Realizar oficinas de instrumentos violino e flauta doce além de prática em grupo, e de iniciação musical para crianças e adolescentes da cidade de Caxias do Sul, RS. Objetivos específicos: _ Oficinas gratuitas de violino e flauta doce e prática em grupo para 200 alunos, durante 10 meses. _ Realizar oito apresentações dos alunos do projeto Orquestra Jovem nas Escolas, com entrada franca.
O projeto da Orquestra Jovem nas Escolas busca através da sensibilização em música formar um ambiente propício à educação musical de crianças e adolescentes de 08 a 14 anos da comunidade caxiense, especialmente no momento pós-pandemia, o qual requer a retomada das relações sociais e culturais, as quais são tão caras para uma sociedade. A proposta visa o estímulo ao convívio social e à participação cooperativa através do desenvolvimento de um sistema de aprendizagem musical em grupo com atendimento a 200 crianças e adolescentes pertencentes à comunidade da cidade de Caxias do Sul _ RS. O desenvolvimento do projeto propõe o ensino de violino e flauta doce de modo presencial. A metodologia se apoia nos métodos dos instrumentos em questão como o método S. Suzuki, método H. Monkemeyer e outros métodos de referência no ensino tradicional de cada instrumento, além do conhecimento empírico da prática e da pedagogia do ensino coletivo dos professores. O projeto também inclui durante a formação inicial aulas de musicalização com o conteúdo de canto coral e teoria musical, além da prática em grupo como a Orquestra de Violinos e o Grupo de Flautas. Como resultado das aulas/oficinas são previstos um total de oito apresentações musicais sendo distribuídos em recitais dos jovens em grupos, apresentações do grande grupo (orquestra) e concertos didáticos dos professores e alunos com locais, datas e horários a definir conforme evolução do trabalho preparatório. Outras atividades de educação complementar fazem parte do plano pedagógico, tais como estímulo à leitura, participação de palestras, masterclasses e workshops, visitas a museus, galerias de arte e salas de concertos, sempre com o intuito de sensibilizar para as artes. Dentro dessa perspectiva o projeto reúne todas as condições para desenvolver com sucesso uma formação musical de qualidade, valorizando cada momento musical dos participantes, voltada para crianças e jovens da comunidade de Caxias do Sul, com foco na potência de criatividade dos jovens envolvidos, na afirmação de suas capacidades, no exercício da sua condição de cidadãos e na formação técnica e ética para a vida em sociedade. Além do mais, os recitais e as apresentações farão com que os alunos testem as suas habilidades e valorizem o seu potencial, experimentando a importância da aprendizagem em música e o reflexo que isto trará em suas outras atividades da vida. Assim, o projeto Orquestra Jovem nas Escolas, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, é criada para atuar desenvolvendo um processo formativo pautado no desenvolvimento de capacidades, na geração de oportunidades e na valorização da identidade cultural das crianças e adolescentes ligados ao projeto. A escolha da Lei de Incentivo à Cultura se justifica em função do projeto se enquadrar fielmente em suas diretrizes e objetivos e possibilitar captar recursos em pessoas jurídicas e físicas em potencial. Além do mais, é pública a dificuldade da manutenção de atividades como esta sem incentivos públicos, o que a torna quase que impossível nos dias de hoje quando se requer investimentos na produção e promoção do fazer artístico e cultural no Brasil e sua democratização. O projeto se enquadra na literalidade de todos os incisos do art. 1º da Lei 8.313 de 1991, priorizando o fomento à arte e à cultura do nosso país, a formação de novos profissionais e a de público crítico e a manutenção de iniciativas que valorizem o patrimônio material e imaterial da humanidade. E atinge os objetivos previstos nos incisos I, II e IV do art. 3º como: I _ incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Especificações Técnicas do Produto: Aulas de violinos – uso do método Suzuki referencial e específicos da literatura tradicional. Aulas de flauta doce – método H. Monkemeyer e métodos de apoio. Musicalização – métodos tradicionais da educação musical. Teoria – métodos referências no ensino de teoria. Prática de orquestra – repertório adequado para o ensino de jovens. Apresentações – abertas ao público PLANO PEDAGÓGICO O plano pedagógico estabelecido para atender o Projeto Orquestra Jovem Nas Escolas tem com ponto de partida a democratização do fazer musical ancorada nas relações sociais que valorizam o pensamento humanista, cooperativo e solidário. Tomamos a prática musical coletiva como uma ferramenta importante para essa construção, pois ela ativa as trocas saudáveis entre os participantes mobilizando temas caros à sociedade como o respeito, a cidadania e reconhecimento de valores comunitários. Assim, o plano pedagógico elaborado fortalece vínculos e trocas culturais a fim de proporcionar o direito cultural diverso para os beneficiários, familiares e todos os envolvidos no programa. O projeto Orquestra Jovem nas Escolas prevê o atendimento de 200 crianças entre 08 e 14 anos de idade. As atividades acontecem nas Escolas Públicas para aproximar a Educação Musical do ambiente de ensino básico e, principalmente, para atingir a comunidade na qual as crianças e jovens estão inseridos, com o intuito de promover o vínculo cultural amplo. Os encontros têm duração de 1h e 30 minutos e acontecem duas vezes por semana em turno inverso ao escolar, objetivando mobilizar expectativas e interesse pela música. Esse período é o tempo estimado para a dedicação ao aprendizado de um instrumento musical, conhecimento teórico e prática de exercícios individuais e coletivos, como os ensaios. A equipe de docentes domina tanto os aspectos técnicos da disciplina musical quanto o relacional, podendo assim, contribuir para o desenvolvimento pessoal de cada jovem mantendo o foco em produzir músicos capacitados e criativos. Aplicando uma abordagem de estudos que considera o momento musical de cada aluno, podendo assim, despertar o protagonismo individual e fortalecer o grupo. Para isso, o projeto elabora e adapta o material o didático e o repertório com o objetivo de atender e direcionar os jovens nessa construção formativa de conhecimento musical teórico/artístico. A Orquestra de Violinos traz consigo o interesse de oferecer aos jovens habilidades motoras, concentração, capacidades de persistência e dedicação contínua, por se tratar de um instrumento altamente expressivo que apresenta aos jovens a Música de Concerto nacional e internacional. O Grupo de Flautas reforça a iniciação musical e musicalização, porém, é também um elemento artístico importante para o folclore brasileiro, música regional e música de concerto. A escolha dos instrumentos a serem ministrados traz a forte relação com a Educação Musical formativa e a prática musical enquanto grupo artístico. Como metodologia e complemento para a formação musical a esses instrumentos estão: a prática do Canto Coral, que é considerada uma das primeiras formas de manifestação musical do ser humano e, ainda, capaz de reforçar o bem-estar, satisfação pessoal e até mesmo saúde do corpo. É uma atividade necessária para introduzir a música para os jovens e para explorar o universo da música coral folclórica. Outra atividade complementar são exercícios de percussão corporal e instrumentos percussivos a fim de estimular o senso rítmico, autoconfiança, segurança e também, valorizar a cultura brasileira, rica em ritmos, sonoridades e criatividade. Além do estudo teórico adequado para as idades dos participantes. Desse modo, esse conjunto de práticas musicais assegura uma formação completa e intensa, que é capaz de potencializar, aprimorar, construir e garantir para a juventude uma participação na sociedade local de maneira digna, com livre acesso aos bens culturais comuns e vislumbrando um futuro promissor. O Projeto Orquestra Jovem nas Escolas possui em seu quadro, profissionais com histórico que sustentam este programa atendendo o nível de exigência enquanto promotora de conhecimento musical para crianças, jovens, para seus familiares e oferecer à comunidade um retorno positivo na sociedade local e da região. Objetivo geral: Oportunizar para 200 estudantes da rede pública o ensino e práticas musicais com o intuito de constituir um agrupamento de Orquestra de Violinos e Grupo de Flautas Doce. Objetivos específicos: -Possibilitar o acesso ao ensino de música de concerto, música regional e do folclore brasileiro. -Capacitar jovens para a prática de instrumentos (violinos e flautas). -Musicalizar através de exercícios de percussão e canto coral. -Formar instrumentistas para a execução solo e em grupo. -Preparar os jovens para apresentações musicais em grupo. -Proporcionar convívio saudável no estudo de música em grupo. -Estimular a apreciação e participação na música de concerto e popular. Objetivos de aprendizagem: -Reconhecer ritmos, alturas e timbres. -Executar instrumento de arco (Violinos) e Flauta Doce. -Ler e escrever música. -Interpretar sinais, gestos e orientações na prática orquestral. -Conviver em grupo no fazer musical. Descrição da Atividade do Produto As oficinas de violino e flauta duram uma hora e meia cada, e acontecem duas vezes por semana, em turno inverso ao escolar, manhã e tarde. As aulas de violino e de flauta são acompanhadas sempre por dois professores. Em momentos específicos do aprendizado, serão realizados ensaios com os grupos acompanhados de todos os professores do turno.
Oficinas: Acessibilidade Física – os locais das aulas são acessíveis, possuindo rampas e banheiros adaptados, além de estacionamento próprio. Acessibilidade para deficientes auditivos e visuais – não é tecnicamente possível no presente projeto Apresentações: Acessibilidade Física – os locais das apresentações têm reservas de estacionamento e são acessíveis, possuindo rampas ou elevadores, além de terem banheiros para portadores de necessidades especiais. Alguns lugares ficarão reservados à disposição dos cadeirantes, bem como haverá espaço para a circulação de cadeiras de rodas, facilitando a acomodação. Acessibilidade para deficientes auditivos – alguns assentos próximos à apresentação serão reservados aos deficientes auditivos, para que possam, com a vibração dos alunos e seus instrumentos, sentir a apresentação. Ainda assim, serão disponibilizadas recepcionistas aptas a orientar e assessorar pessoas com necessidades especiais, conduzindo-as até as áreas reservadas próximas aos alunos da Orquestra Jovem. Acessibilidade para deficientes visuais – alguns assentos próximos à apresentação serão reservados aos deficientes visuais, para que possam, com a vibração dos alunos e seus instrumentos, sentir a apresentação. Ainda assim, serão disponibilizadas recepcionistas aptas a orientar e assessorar pessoas com necessidades especiais, conduzindo-as até as áreas reservadas próximas dos alunos da Orquestra Jovem.
As atividades do projeto são totalmente gratuitas e possibilita que 200 crianças e adolescentes, sem distinção de gênero, classe social, cor ou credo, experimentem momentos agradáveis de aprendizado, com base em uma formação humana e cidadã, e em espaços de convivência, e vislumbrem uma perspectiva de atuação profissional na área da música, promovendo, não somente o acesso à formação, mas também à produção e à fruição, com as apresentações gratuitas. De acordo com o art. 28 da IN 1/2023 do MinC serão adotadas como medidas de ampliação do acesso, os incisos IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Mônica Debarba Frizon – Presidente LionsEduC – Proponente e Administrador do Projeto - possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela UCS. Em 2007/2008 participou de intercâmbio acadêmico em Mantova - Itália, junto Politécnico di Milano. Possui formação complementar na área de gestão de escritórios de arquitetura, design de interiores e patrimônio. Dedicou-se em pesquisas acadêmicas na área de ruído urbano, arquitetura brasileira, Rino Levi e patrimônio histórico. Em 2007 participou do Projeto de Inventário do Patrimônio Rural de Caxias do Sul - Programa UrbAL–Victur. Atualmente é arquiteta do escritório Usina Arquitetônica em Caxias do Sul - RS. UCS - Coordenador Geral/Coordenador pedagógico/Regente/Professores: Mantida pelo compromisso de diferentes segmentos da sociedade que acreditam na educação superior como fonte de desenvolvimento social, a UCS está em permanente diálogo com a sociedade. Com atuação no campo do ensino, pesquisa, inovação e extensão, a UCS mantém unidades em oito cidades. Desde 2001, mantem a Orquestra Sinfônica investindo diretamente na arte, na cultural e na educação como vetor de desenvolvimento regional e transformação social. Moacir Lazzari – UCS/Coordenador Geral - Bacharel em Administração pela Universidade de Caxias do Sul. Músico oboísta, integrou a Orquestra Sinfônica de Caxias do Sul nos anos de 1986 a 1990, chegando a 1º Oboé Solista. Foi Diretor Artístico da Sociedade de Cultura Musical de Caxias do Sul de 1993 a 2001, foi responsável por diversas formações orquestrais no período, tendo participado ativamente da criação de vários projetos musicais. Participou da Fundação da Orquestra Sinfônica da UCS – OSUCS em outubro de 2001, ocupando desde aquele momento a Coordenação Geral da mesma e a vice-presidência da Associação dos Músicos da UCS- AMUCS de 2001 a 2004. A partir de 2012 assumiu o cargo de Coordenador do Setor de Desenvolvimento Cultural da UCS, que tem como segmentos a Orquestra Sinfônica da UCS, UCS Teatro, UCS Cinema, Sala Florense, além de atividades de exposições e feiras voltadas à arte em geral. Fábio Alves – UCS/Coordenador pedagógico e regente – É contrabaixista orquestral e popular com atuação no contrabaixo acústico e elétrico. É formado Bacharel em Contrabaixo pela UFRGS (2010) e Mestre em Educação pela ULBRA (2020). Participou por 15 anos da UCS Orquestra e atualmente é professor de instrumento e teoria musical na OJRS, Vida com Arte e nos cursos de Extensão da UCS. Atua como coordenador artístico do programa UCS Música de Câmara desde 2020 e coordenador do projeto Orquestra Jovem UCS Lions EduC desde 2022 além de professor de contrabaixo e violoncelo. É regente e coordenador da Orquestra Acadêmica no curso de Extensão da Universidade de Caxias do Sul. Nathália Alfano Boeira – UCS/Professora de Flauta Doce – Nathália Boeira é flautista e professora de música. Iniciou seus estudos através da flauta doce em projetos sociais. É bacharel em Flauta Transversal pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob a orientação do Prof. Dr. Leonardo Winter. Atualmente, é professora de Flauta Doce e musicalização na Orquestra Jovem UCS Lions EduC, professora de flauta transversal na Orquestra Sinfônica de Vacaria e na Orquestra Acadêmica UCS. Como instrumentista, atua desde 2016 na Orquestra Municipal de Sopros de Caxias do Sul, além de desenvolver projetos abrangendo a Música Popular e a Música de Câmara. Carlos Zinani – UCS/Professor de Violino – Iniciou seus estudos de violino em Caxias do Sul com o prof. Ion Bressan na Escola de Música da OSCA (Orquestra Sinfônica de Caxias do Sul) em 1985. Durante os anos de 1994 e 1995, frequentou o Curso de Extensão em Instrumento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul sob a orientação do professor Fredi Gerling. Atualmente, é integrante da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul, da Orquestra de Câmara da UNISC e da Orquestra Sinfônica de Gramado, atuando como violista. Além das orquestras, participa de vários trabalhos de música de câmara com o Quarteto de Cordas e o grupo de Música de Câmara da Orquestra da UCS. É professor em programas de ensino coletivo de violino e viola no projeto Orquestra Jovem UCS Lions EduC desde 2022. Wagner Israel Ferreira Rezer – UCS/Professor de Violino – Iniciou os estudos no violino no ano de 2000, aos 12 anos de idade, com o Professor Fagner Magrinelli Rocha. Também teve aulas de violino com o Professor André Coimbra Meneghello e Felipe Karan, além de participar em festivais de música erudita, tais como, Festival Música nas Montanhas em Poços de Calda – MG 2008, Festival Internacional SESC de Música em Pelotas – RS 2009, Festival de Música de Câmara em Caxias do Sul – RS 2011, Festival Internacional de Inverno da UFSM 2020. Nos festivais, teve aulas com os professores Betina Stegman, Marcelo Jaffé, Nelson Rios, Davi Graton e Emmanuele Baldini. Em 2007 ingressou na OSUCS como 2º Violino. Em 2009 atuou como professor de violino no SESI-CAXIAS até 2013. Foi convidado a participar no grupo de câmara da OSUCS em 2014. Em 2016 começou a tocar 2º Violino e viola na Orquestra de Câmara da UNISC. Em 2018 ingressou na OSG (Orquestra Sinfônica de Gramado). Em 2019 tornou-se Maestro e Coordenador Artístico da AOSV (Associação Orquestra Sinfônica de Vacaria). Em 2020 concluiu formação em Licenciatura em Música com Ênfase em Piano na Universidade de Caxias do Sul. É professor em programas de ensino coletivo de violino e no projeto Orquestra Jovem UCS Lions EduC desde 2022. Rodrigo Duarte Maciel – UCS/Professor de Violino – Natural de Caxias do Sul, iniciou seus estudos no piano aos sete anos de idade com a professora Silvia, e aos onze passou a estudar instrumento de sopro na igreja com o professor Vilson. Em 2000 passou a estudar violino com o professor Daniel Reuze de Andrade (Caxias do Sul) e posteriormente com André Meneguello (POA). Já participou de masterclasses com Eliza Fukuda (SP), Lavard Skunlarsen (Áustria), Eliane Tokeshi (SP), Emmanuele Baldini (Itália), Marcelo Guerchfeld(POA), Maria Fernanda Krug (MG), Betina Stegmann (Argentina) e Música de Câmara com o quarteto da cidade de Sao Paulo. Apresentou-se como solista da Orquestra da UCS e Orquestra Municipal de Caxias do Sul. Já gravou inúmeros CDs e DVDs acompanhando diversos artistas. Tem seu próprio CD solo intitulado "Clássicos em Adoração”. Ministrou aula em 2007 a 2011 na Cidade de Bom Jesus (Orquestra de Violinos). Atualmente é professor de escolas de música em Caxias do sul, Projeto Mais Música, Chefe de Naipe dos segundos violinos nas orquestras da UCS e Gramado, spalla da Orquestra de Bento Gonçalves e aluno do curso de música da orquestra da UCS. É professor de violino em diversas Escolas de Música de Caxias do Sul e no projeto Orquestra Jovem UCS Lions EduC desde 2022. Daniel Fernando Reuse de Andrade – UCS/Professor de Violino – Iniciou seus estudos de violino em Caxias do Sul, em 1985, com a professora de violino Gabriella Colleti e, em pouco tempo, ingressou na Orquestra Sinfônica de Caxias do Sul (OSCA). Posteriormente, foi aluno do professor Jorge Inda, Hella Frank e André C. Meneghello. Frequentou o Curso de Extensão em Instrumento da UFRGS, sob a orientação do professor Marcello Guerchfeld. Em 1994, a convite do professor Humberto Carfi, foi selecionado para estudar em seu conservatório em Córdoba-Argentina, onde participou de sua Orquestra de Câmara como primeiro violino. Em Janeiro de 1995, recebeu o certificado de Capacitação de "La Asociación Suzuki de Chile" (Santiago-Chile) e tem participado de vários projetos de música, ensinando a arte do violino durante muitos anos. Em 2009 concluiu o Curso Sequencial de Gestão de Pequenas e Micro Empresas. Em 2012 concluiu o Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerencias. Foi membro da Orquestra da Universidade de Caxias do Sul até 2020. Atualmente é professor de cordas no curso de extensão da Universidade de Caxias do Sul e na Orquestra Jovem UCS Lions EduC.
PROJETO ARQUIVADO.