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PRONAC 234256Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circulação da exposição Maternagem - percepções sobre o nascer

ASSOCIACAO ARTISTAS LATINAS
Solicitado
R$ 1,99 mi
Aprovado
R$ 1,99 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término
2026-10-05
Locais de realização (3)
Vitória Espírito SantoSão Luís MaranhãoBelém Pará

Resumo

"Maternagem: percepções sobre o nascer" projeto de circulação de exposição de artes visuais que reúne diferentes artistas nacionais, pelo período de dois meses expositivos por praça. Além das artistas principais, serão incluídas artistas locais de cada cidade de realização. O projeto expositivo é acompanhado por um projeto educativo, contando com educadoras experientes com visitas guiadas, ações com escolas públicas e mediações.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral: Realização de exposição dialogando com o tema da maternidade a partir de seus diversos aspectos, entendendo as percepções particulares das mulheres artistas, focando principalmente nos atravessamentos de mulheres racializadas e LGBTQIA+ dos eixos descentralizados do Brasil. Objetivos Específicos: - Circulação de uma exposição, por 3 cidades, com 8 artistas brasileiras de arte econtemporânea que trabalhem com a temática da maternidade; - Fomento a novas carreiras e artistas através dos diálogos locais, inserindo 2 artistas da cena contemporânea de cada cidade de circulação, em um total de 6 artistas; - Implementação de projeto educativo consistente, através de visitas guiadas, oficinas e rodas de conversa, com profissionais que sejam mães com experiências diversas e lidem com a intersecção entre arte e maternagem durante todo o período expositivo; - Realização de rodas de conversa para visibilização de causas ligadas à violência contra mulher, o combate ao feminicídio e à violência obstétrica através de projeto educativo. - Realização de bate papos com evidenciamento da diversidade de questões que transpassam a discussão da maternagem, trazendo ao centro do debate experiências de maternidade solo, adoção, maternidade de pessoas com deficiências e LGBTQIA - Promoção da acessibilidade, através de ações pertinentes, com a inclusão de pessoas com deficiência nas múltiplas etapas do projeto. - Formação de público, através de convite direto, focando principalmente em instituições, escolas públicas e coletivos que atuem em defesa dos direitos reprodutivos das mulheres e pessoas capazes de gestar. - Impressão e distribuição de 3.000 catálogos impressos para o público participante, além de bibliotecas, espaços culturais e museus públicos das cidades da circulação. - Disponibilização de catálogo virtual para livre acesso na plataforma Artistas Latinas.

Justificativa

Apresentada pela primeira vez no Sesc Rio, unidade Duque de Caxias, ficando em cartaz de 04/03/23 a 20/03/23, batendo recorde de público para a unidade. Ela é um desdobramento da exposição "Maternagem", que foi realizada em 2020 na Oficina Cultural Alfredo Volpi em São Paulo o processo artístico desenvolvido na elaboração interna sobre a situação de feminicídio que ocorreu nas vidas das artistas Bárbara Milano e Nazaré Soares, que perderam, respectivamente, irmã e filha, que gestava uma menina que não chegou a nascer. A artista Mônica Ventura, que estava gestante nesse momento e tinha acabado de perder a própria mãe, foi responsável por desenvolver junto com Bárbara, uma instalação que trazia a força das crianças encantadas para um ato simbólico de libertação da dor. Na presente proposta, esse grupo de artistas trazem outras percepções sobre este acontecimento, depois do nascimento do bebê de Mônica e do fechamento do ciclo de busca por justiça de Bárbara e Nazaré, abrindo possibilidades para pensar o nascer simbólico e material, em diálogo com as artistas Arcasi, Thaís Basílio e Mariana Maia, que compõem esse grupo trazendo obras sobre vivências múltiplas que possuem como eixo conceitual a questão das maternagens, abordando questões urgentes para as vulnerabilidades sociais que são potencializadas pelo lugar determinado para as mulheres mães no mundo contemporâneo e estratégias possíveis para subverter esse sistema. Nesta circulação, são agregadas as artistas Lidia Lisbôa e Renata Felinto, duas das mais respeitadas artistas visuais brasileiras contemporâneas, além de outras 6 artistas, escolhidas em pares a cada local de circulação. O eixo conceitual é totalmente desenvolvido por mulheres que são atravessadas pelas questões apontadas. A curadora, Carolina Rodrigues, é mãe e mulher negra, e desenvolve pesquisas sobre maternagem, elaborando cursos e exposições sobre a temática. As artistas pré-selecionadas são, também, pessoas racializadas de diferentes origens geográficas que trazem no atravessamento das temáticas, lutas sociais e pluralidade infinita de vivências. A temática gira em torno de diferentes situações que afetam a vida das mulheres que são atravessadas pela experiência do maternar, sejam como mães, filhas ou irmãs, passando pelas dinâmicas dos cuidados, das emoções envolvidas, a reivindicação da sobrevivência das subjetividades, pulsões de vida _ mesmo em meio a tantas adversidades _ e a potência de presenças imateriais daquelas que um dia foram portais para a chegada das que aqui estão ou que não chegaram a nascer. A ideia de maternagem, aqui, tem como referência as sociedades Iorubá, das quais nossas culturas ganharam grande influência em diáspora, a despeito das sucessivas tentativas de apagamento, e que consagra às mulheres o papel de elo geracional, expressa suas forças vitais e expande suas identidades. É uma posição que confere a nobre condição de portal de passagem entre dois mundos, uma vez que propicia o renascimento de ancestrais. Dessa forma, as noções do tempo linear ocidental são dissolvidas e essa grande responsabilidade é entendida como lugar de poder. Sendo assim, o projeto se adequa, mas não se limita, aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. A necessidade da existência de um projeto como este também parte da percepção da invisibilização de mulheres mães e das temáticas relacionadas no sistema de arte, especialmente para artistas não-brancas. A forma como as experiências se relacionam com as discussões mais urgentes na sociedade também é fundamental para sua relevância. Por fim, o diálogo com diversas profissionais que podem ampliar essas discussões, com projetos educativos desenvolvidos por uma equipe especializada, promoverão forte engajamento com públicos de diversas idades, com acessibilidade para pessoas com deficiência, de forma a contribuir com a conscientização de diversos setores da sociedade em relação a essas questões, em meio a poéticas visuais fecundas. Além disso, existe um diálogo com os objetivos previstos no Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)

Estratégia de execução

O Instituto Artistas Latinas é um instituto cultural sem fins lucrativos, focado na difusão de trabalhos artísticos produzidos por mulheres latinoamericanas. Com 4 anos de história, temos um número expressivo de articulações que contribuem para uma históriada arte mais igualitária e inclusiva, com ações realizadas em países como Brasil, México e Guatemala. São mais de 10 exposições, 3 participações em feiras de visibilidade internacional (como a ArtRio), diversas atividades educativas, 300 artistas mapeadas e 40h de conteúdo gratuito disponível na internet. Nossa missão é fomentar uma história da arte mais equitativa e inclusiva, a partir da difusão, do acervo e da educação, reescrevendo seu conteúdo a partir da visão de mundo das mulheres artistas visuais latinoamericanas. Nossa visão é ser reconhecida como uma Instituição de referência na temática abordada, com ações sempre pautada em um trabalho ético, responsável e de qualidade. Temos o compromisso, a responsabilidade, a integridade e a inovação como valores do Instituto.

Especificação técnica

Exposição de obras de artes visuais em 3 cidades (Belém (PA), São Luís (MA) e Vitória (ES)) durante o período de 7 meses; Impressão de cartaz, para uso nos espaços das exposições, conforme especificação do rider técnico de cada espaço - 10 por praça, totalizando 30 unidades. Impressão de cartaz de divulgação, tamanho 29,7 X 42 cm - 50 por praça, totalizando 150 unidades. Impressão de banner de fachada, de acordo com rider técnico de cada espaço - 2 por praça, totalizando 6 unidades. Impressão e distribuição de catálogo impresso para o público participante, além de bibliotecas, espaços culturais e museus públicos das cidades da circulação, com tiragem de 3.000 exemplares, com distribuição gratuita em lançamento durante o período de visitação. Além disso, será disponibilizada versão virtual gratuita do catálogo, com acesso livre através da plataforma Artistas Latinas. Dos 3.000 exemplares, 10% serão reservados para distribuição em escolas públicas, museus e instituições culturais e 10% serão direcionados para o Ministério da Cultura. Impulsionamento de posts nas redes sociais proprietárias, sendo no mínimo 5 por cidade, totalizando 15 unidades. Criação de posts conjuntos nas redes sociais proprietárias com perfis das artistas, dos espaços ou da Vale Cultural, sendo no mínimo 4 por cidade, totalizando 12 unidades. Convite virtual, em formato PNG, retangular e orientação retrato - 1 por praça, totalizando 3 Produção de posts para feed das redes sociais proprietárias, a partir do conteúdo da exposição, sendo unitárias ou carrossel com no mínimo três telas, texto e descrição de acessibilidade - mínimo de 10 por praça, totalizando 30 unidades. Produção de posts para stories das redes sociais proprietárias e das artistas, a partir do conteúdo da exposição, sendo unitárias ou carrossel com no mínimo três telas, texto e descrição de acessibilidade - mínimo de 10 por praça, totalizando 30 unidades. Realização de inserções ao vivo e cobertura durante as aberturas e oficinas - mínimo de 05 por praça, totalizando 15 unidades. Criação de vídeo de registro da exposição - mínimo de 01 por praça, totalizando 3 unidades Criação de vídeo de fotográfico da exposição - mínimo de 01 por praça, totalizando 3 unidades

Acessibilidade

Acessibilidade física A exposição será realizada em espaços culturais que, prioritariamente, tenham acessibilidade física - rampas, mapas e guias táteis, elevadores, banheiros adaptados. Acessibilidade de conteúdo Dentro do escopo expositivo e educativo da exposição, teremos as seguintes ações de acessibilidade - realizadas durante em todas as praças, durante o período expositivo: - 30% das obras com reprodução total ou parcial para o modo tátil; - audiodescrição e leitura, via QR Code, de todas as obras e textos da exposição; - Impressão de textos e etiquetas em BRAILE; - Impressão de 2% dos catálogos em BRAILE; - tradução para libras de todas as atividades educativas previstas; - Inclusão de 1 (um) educador bilingue (português-LIBRAS) na equipe fixa do projeto; - Horário prioritário semanal para visitação de pessoas com mobilidade reduzida e que possuem necessidades especiais de visitação (autistas, PCD ou similar).

Democratização do acesso

A exposição será realizada em espaços culturais que, prioritariamente, tenham acesso gratuito. Desse modo, conseguiremos atingir um número maior e mais variados de pessoas, conforme o plano de distribuição previsto. Além disso, vamos realização agendamento de visitas com prioridade para universidades e escolas públicas, instituições sem fins lucrativos, projetos e ONGs que trabalhem com as temáticas de erradicação da violência contra a mulher e seguridade quanto a gestação por pessoas capazes de gestar. Além disso, realizaremos nosso projeto educativo, que será criado em duas vertentes, sendo (i) ações educativas diretas, compreendida por uma equipe fixa de arte-educadores que serão responsáveis por criar visitas guiadas, convidar escolas e instituições e materiais explicativos e (ii) oficinas e atividades com convidadas, convidando facilitadoras do próprio território que sejam mães e tenham contribuições pertinentes sobre a maternidade. Como contrapartidas sociais, serão realizadas até 04 oficinas formativas voltadas para artes visuais e projetos culturais (por praça) exclusivas para público de projetos sociais, instituições ou escolas públicas. Serão, ao todo, 12 oficinas que se dividirão entre (i) formativa - elaboração de projetos culturais, prestação de contas, leituras de portfólio, direitos autorais e profissionalização da mão de obra artística e (ii) artística - oficinas de grafitti, colagem, história da arte e pintura. Além disso, 10% dos catálogos impressos serão distribuídos para bibliotecas, espaços culturais e museus públicos do entorno do espaço da exposição, teremos catálogo virtual com acesso gratuito e baixável na internet através do site Artistas Latinas e todo o material excedente da exposição (resíduos, cenografia e outros), que não sejam mais utilizados em futuras remontagens, serão doados para instituições de reciclagem e museus.

Ficha técnica

PAULO FARIAS - DIRETOR GERAL: Paulo Farias é presidente e fundador do Instituto Artistas Latinas, plataforma voltada para a discussão, mapeamento e educação a partir da produção artística da América Latina sob a ótica feminina. Desde 2020, através do Instituto Evoé, realiza a gestão dos venues do Instituto Evoé, os Teatros Riachuelo Rio e Prudential, e da EcoVilla Ri Happy, espaço da Alegria Produções, todos na cidade do Rio de Janeiro, além de responder pela coordenação artística dos venues e dos projetos da Aventura Teatros. MARIANNA BOTELHO - DIRETORA DE PRODUÇÃO: Marianna Botelho é Produtora Cultural formada pelo IFRJ, Atualmente trabalhando como coordenadora de produção na Quitanda Soluções, empresa especializada em projetos educativos na área cultural, tendo atuado como Coordenadora Integrada de Artes na SUPARTES da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, sendo diretamente responsável pela administração e gestão de equipamentos culturais pertencentes a pasta, participando também da Comissão de Avaliação de Projetos da Lei de Incentivo. CAROLINA RODRIGUES - CURADORA: Carolina Rodrigues é curadora e pesquisadora, fazendo parte da equipe curatorial do Instituto Artistas Latinas, do projeto Arte como Trabalho, do Mó Coletivo e da Revista Caju. Historiadora da Arte (EBA/UFRJ) licenciada em Artes (UCAM), realiza pesquisa de mestrado em Artes Visuais, linha de Imagem e Cultura, no PPGAV/UFRJ, integrando o Núcleo de Antropologia, Patrimônio e Artes/CNPq. Está colaboradora na Divisão de Cultura e Educação na Firjan Sesi, curadora adjunta e pesquisadora em projeto de desenvolvimento de museu no Sesc RJ e curadora mentora no programa de residência Territórios Curatoriais, no MAM Rio. Colaborou em projetos de arte-educação no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. RENATA FELINTO - ARTISTA: Renata Aparecida Felinto dos Santos (São Paulo, São Paulo, 1978). Artista visual, pesquisadora, educadora, escritora, performer e ilustradora. Suas obras se fundamentam na questão da identidade negra feminina e, por meio de diferentes linguagens, questionam construções estéticas e culturais. A artista também se destaca pelo exercício da arte-educação em universidades e instituições de cultura. Pelo trinômio artes visuais, feminino e arte negra/afrodescendente/afro-brasileira, Felinto reescreve uma história da arte que diverge da historiografia existente, tornando-se um nome expressivo entre artistas e pesquisadores brasileiros. LÍDIA LISBÔA - ARTISTA: Lidia Lisboa é artista visual e de performance, natural de Guaíra, Paraná. Lidia tem formação em gravura em Metal pelo Museu Lasar Segall, escultura contemporânea e cerâmica pelo Museu Brasileiro de Escultura (MuBE) e Liceu de Artes e Ofícios. A artista participou de exposições nas galerias Fibra, Central das Artes, no Liceu de Artes e Oficios de São Paulo e no Instituto Goethe São Paulo. Seu trabalho foi contemplado com o Prêmio Maimeri 75 anos (1998) e II Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras (2012). Lidia Lisboa vive e trabalha em São Paulo. MÔNICA VENTURA - ARTISTA: Mônica Ventura nasceu em 1985 em São Paulo, onde vive e trabalha. Artista visual e designer com Bacharel em Desenho Industrial pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) - São Paulo, Ventura atualmente pesquisa filosofias e processos construtivos de arquitetura e artesanato pré coloniais (Continente Africano - Povos Ameríndios - Filosofia Védica). Suas obras falam sobre o feminino e racialidade em narrativas que buscam compreender a complexidade psicossocial da mulher afrodescendente inserida em diferentes contextos. Mulher negra, entoa sua memória corporal friccionando-a em sua ancestralidade a partir de histórias de sua vida e pesquisas. Em suas obras há um interesse especial pela cosmologia e cosmogonia afro - ameríndia para além do uso dos seus objetos, símbolos e rituais. Entre as exposições nacionais e internacionais das quais participou estão a individual "O Sorriso de Acotirene", no Centro Cultural São Paulo (2018), e as coletivas "Estratégias do Feminino" no Farol Santander (Porto Alegre, 2019), "Histórias Feministas" no Masp (São Paulo, 2019) e "Repartimiento - Luto Tropical" na Galeria Pasto (Buenos Aires, 2019), além de estar em exposição na Galeria da Praça em INHOTIM. BARBARA MILANO - ARTISTA: Bárbara Milano é artista visual, em sua produção costura por linguagens híbridas, tendo como foco sobretudo a fotografia e a performance. É mestranda em Artes na linha de pesquisa: Processos e Procedimentos Artísticos, onde desenvolve projeto FOTOGRAFIA RITUAL pelo Programa de Pós-graduação (PPGA) do Instituto de Artes da - UNESP; possui graduação em Artes Visuais pela mesma intuição (2015). Atualmente é pesquisadora nos grupos de pesquisa GIIP e cAt IA-Unesp/CNPq e participa do coletivo Nacional Trovoa - Movimento e articulação nacional de artistas, curadoras e arte/educadoras racializadas. NAZARÉ SOARES - ARTISTA: Nazaré Candida Soares nasceu em Assaré, no sertão do Ceará em 1961. Atualmente vive e produz em São Paulo... Mulher, negra, mãe, educadora; é Artista, atuando a partir de sua vivência/ memória ancestral na construção de objetos afetivos, dispositivos de auto-cura, contadores de estórias... Em 2019 participou da performance “Mãe”, de sua filha, a artista Bárbara Milano, apresentada na Lavra 2019 pelo CMAHO no Rio de Janeiro. Em 2021, realiza a obra “Encontro Precioso/ Pra não te perder”, parte da Exposição “Maternagem”, pela OC Alfredo Volpi, em São Paulo. No mesmo ano sua primeira individual on-line sob a curadoria de Paulo Farias, da plataforma Artistas Latinas “CURA”. Em 2022 participa das feiras ArtSampa e SP-Arte tendo a obra “Desperta” adquirida pela coleção particular CALMON-STOCK. ARCASI - ARTISTA: Arcasi, é artista-mãe-educadora-ativista amefricana. Em seus trabalhos desenvolve experimentações com poesia, fotografia, instalações e presença. Estudou História da Arte na Escola de Belas Artes da UFRJ. Participou do Programa de Práticas Artísticas Contemporâneas na Escola de Arte Visuais do Parque Lage (2015) e do Grupo de Acompanhamento em Arte Contemporânea da Rede Nami (2019). Integrou a primeira turma da Escola Livre de Artes da Maré (ELÃ). É idealizadora da Kitnet Galeria e do projeto A casa como lugar da arte (2021). Faz parte da turma Bira Carvalho (2022) da Escola de Fotografia Popular do Programa Imagens do Povo. MARIANA MAIA - ARTISTA: Mariana Maia é artista visual e trabalha principalmente com a linguagem da performance. Pesquisa arte afro-brasileira e a relação entre negritude, objetos e corpos femininos. Possui formação em História da Arte, com Mestrado em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Atua como professora de Artes da rede pública da cidade do Rio de Janeiro desde 2008. Realizou a exposição individual CoroAção (2019) na Galeria Desvio/ RJ. Nesse mesmo ano, participou também das exposições coletivas O Grito (Galeria Pence), Rios do Rio (Museu Histórico Nacional), Artes Aquáticas (Queimados). Atuou e roteirizou o filme curta metragem CoroAção (2019). Realizou ações artísticas em espaços como MAC - Museu de Arte Contemporânea de Niterói, MUHCAB/ RJ, Galeria Aymoré/ RJ, Casa Voa/ RJ, Teatro Espanca/ BH, Galeria Cañizares/ BA, CasaPorto/ ES e MAR - Museu de Arte do Rio/RJ. THAÍS BASÍLIO - ARTISTA: Thaís Basilio é artista visual, pesquisadora, arte-educadora nascida na Zona Norte do Rio de Janeiro, tendo vivido no município de Belford Roxo desde os dois anos de idade até 2021, quando voltou a residir na cidade do Rio de Janeiro. É mestranda em Linguagens Visuais (PPGAV-EBA) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professora da rede pública de ensino. Desde 2008, participa de exposições apresentando obras que partem de linguagens mais tradicionais, até as mais contemporâneas, tendo passado por locais como o Paço Imperial, Galeria Anita Schwartz, Galeria Evoé e MAC-Niterói.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.