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O projeto trata da montagem, temporada e circulação do espetáculo Teatral "Como vão as coisas?". O texto fala sobre as relações humanas, com temáticas extremamente contemporâneas, abordando temas sérios através do humor.
Como vão as coisas? “Tempo é o que eu mais tenho agora. Ao mesmo tempo, sei que me resta pouco tempo. Não deixa de ser irônico”. Comenta dona Candinha, de oitenta anos, enquanto sorri para Cleuza, a moça tímica que trabalha como cuidadora e tem ajudado muito a simpática senhora nos últimos tempos. Dona Candinha, ao contrário da grande maioria das pessoas ao redor do mundo, adotou como exercício diário, não reclamar. Ao invés disso, procura sempre ver o lado bom de tudo e prova o quanto pode ser fácil e como essa mudança melhora a nossa vida da hora que acordamos até a hora de voltar a dormir. Pode-se reclamar pela louça suja ou pode-se agradecer por ter uma boa refeição. Pode-se reclamar por acordar cedo para trabalhar ou pode-se agradecer por ter um trabalho. Acordou mal-humorado? Respire fundo, abra a janela e pense que no final do dia você encontrará seus amigos e dará boas gargalhadas ou então, irá para casa e poderá descansar no conforto do seu lar. O que os outros vão pensar? Os outros são os outros? Quando o fim chegar, iremos sozinhos para a nossa ultima morada, ninguém irá trocar de lugar com você no caixão. Não tem como agradar a todos e continuar sendo fiéis a nós mesmos. O olhar prático que dona Candinha tem para o mundo e tudo ao seu redor se depara com timidez e baixa autoestima da jovem que sempre sofreu com a difícil relação que tem com a mãe, o fato de não ser a filha ideal que sua mae gostaria que ela fosse. “Eu sempre duelei muito com a rejeição. Minha mãe sempre me rejeitou. Me acha feia, desengonçada”. Em cena, as duas atrizes representam a vida cotidiana das personagens com suas lutas, decepções e glórias. As duas se percebem amigas no giro do mundo onde seus desejos e batalhas se encontram e assim, aproveitam os momentos de liberdade juntas para questionar o sentido de suas escolhas e talvez, uma apoiando a outra, encontrar novos caminhos, novas vontades e, estando juntas aqui e agora, terem a liberdade de serem felizes. Afinal, quando entendemos e tomamos consciência da nossa finitude, o hoje sempre, sempre será a melhor opção. Realidade, ficção, humor e pequenos dramas de nossas vidas são as bases dramatúrgicas deste espetáculo, que se propõe a estabelecer ampla comunicação com o público espectador, mostrando como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida.
Objetivo Geral Nosso objetivo é realizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo teatral, sendo: temporada de 02 (dois) meses, com 24 apresentações na cidade de São Paulo e turnê passando pelo Rio de Janeiro, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Botucatu, Ipatinga, totalizando 12 sessões. Ao todo serão de 36 sessões entre temporada e turnê. OBJETIVO ESPECÍFICO: Nosso objetivo é realizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo, sendo uma temporada de 02 (dois) meses, com 24 apresentações na cidade de São Paulo e turnê passando pelo Rio de Janeiro, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Botucatu, Ipatinga. Através de ações de democratização de acesso, acessibilidade e formação de plateia, iremos descentralizar o acesso a cultura e beneficiar um público específico, que geralmente não tem acesso aos produtos culturais que em sua grande maioria, ficam centralizado no eixo Rio-São Paulo.
Valorizar a dramaturgia brasileira, os músicos brasileiros. Incentivar a promoção de acessibilidade e de cidadania no teatro brasileiro, com a oferta de distintas linguagens para compreensão da obra, bem como de contrapartidas sociais no acesso ao espetáculo; - Colaborar para a valorização do teatro nacional, em um respeitoso trabalho conjunto com diversos profissionais qualificados para o segmento. Reforçar as relações familiares, através do teatro. Fomentar o empoderamento femininos dentro das artes. Propor uma montagem que possibilite o expectador refletir sobre sua vida no que diz respeito a empatia, o respeito e ao perdão. O texto é carregado de humor, mágoas e suas observações nos fala sobre perdão, reconciliação, feridas antigas e todas as alegrias e dores que carregamos ao longo da vida, como lidamos com os nossos próprios destinos. E FICA UMA REFLEXAO: em tempos tão sombrios, o olho no olho e um simples: como vão as coisas? Você está bem? Pode ser transformador. Através da montagem e circulação do projeto, levaremos aos palcos de 07 cidades Brasileiras um espetáculo de grande qualidade artística e cultural. Reunindo profissionais qualificados em suas áreas, construiremos um espetáculo que trata de temas relevantes para a sociedade, gerando empregos diretos e indiretos e fomentando a cultura nacional. O mecanismo de incentivo se faz necessário como agente importante na promoção cultural, geração de postos de trabalho, movimentação das economias locais, democratizando o acesso e promovendo a acessibilidade ao produto cultural. O projeto se enquadra nos objetivos da Lei nº 8.313/91, atendendo o Art. 1º e seus Incisos I,II, III e VIII e no Decreto nº 5.761/06.Recebe também o enquadramento no Art. 18, alínea a, da Lei nº 8.313, de 1991 por ter como produto um espetáculo de artes cênicas como informado no campo Síntese do Projeto.
Haverá bilheteria exclusiva para idosos e deficientes. Acessibilidade física no aspecto arquitetônico: O projeto será realizado em teatros em que haja medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços irão dispor de rampa e/ou corrimão e/ou elevador para facilitar o acesso, banheiros adaptados, rampa de acesso, lugar reservado na plateia para cadeirantes, estacionamento com vagas reservadas. Acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos - Teremos um intérprete de LIBRAS presente nas sessoes. AÇÃO FORMATIVA Acessibilidade física: Haverá oficinas de interpretacão, iluminacão e figurinos e serão realizadas em espaços plenamente adaptados para portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Haverá ensaio aberto gratuito para idosos que vivem em asilos, com transporte especial (asilo - teatro - asilo) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição - 03 sessões com audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.
Iremos disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos e garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Iremos ealizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, palestras e oficinas de interpretação e criação de iluminação e figurinos. 10% (dez por cento) dos ingressos p/ distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). Ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; 01 sessão/ semana será comercializada no modal "sessão popular" com TODOS os ingressos no valor de R$50,00 INTEIRA e R$25,00 MEIA. com ampla divulgacão.
Autor – Fernando Duarte Elenco - Vannessa Gerbelli - Claudia Ohana Direção – Fernando Philbert Trilha Sonora original – Maira Freiras Cenografia e figurinos – Natalia Lana Designer de luz - Vilmar Olos Projeções – Aníbal Diniz Coordenação de projeto - Fernando Duarte Direção de produção – Wagner Ferreira Realização - Vissi Darte Produções · Fernando Duarte (autor e produtor) Fernando Duarte sócio e diretor da Vissi Darte Produções é autor, roteirista e produtor cultural. Começou no teatro aos quinze anos como contrarregra e camareiro da atriz Marília Pêra, alguns anos mais tarde tornou-se produtor executivo e como tal assinou a produção de vários espetáculos de prestígio. Estimulado pela atriz Marília Pêra, começou a escrever e nos últimos anos vem construindo uma carreira como autor teatral, tendo vários textos montados, dois deles com direção da própria Marília. A beira do abismo me cresceram asas – _Texto Maitê Proença e coautoria de Fernando Duarte, com Maitê Proença e Clarisse Derzié Luz, direção de Amir Haddad – patrocinado pela Brasil Cap, Mapfre Seguros, 3M do Brasil e Prodata. Callas – _Texto Fernando Duarte, direção Marília Pêra, com Silvia Pfeifer, Cássio Reis e Claudia Ohana - patrocinado pela Renner, Itaú, 3M, Brasilprev e Mapfre Brasil. _Depois do Amor – _Texto Fernando Duarte, direção Marília Pêra, com Danielle Winits, Maria Eduarda de Carvalho, André Gonçalves e Karen Coelho – _patrocinado pela Renner, 3M, Mapfre Brasil e Mapfre RE. Orgulhosa demais, frágil demais – _texto Fernando Duarte e Rita Elmôr, direção Sandra Pêra, com Rita Elmôr e Samara Felippo – _patrocinado pelos Correios. Igual a você – _texto Licia Manso, Leilah Assunpção, Fernando Duarte, com Camila Morgado, Bia Nunes e Anderson Muller – _patrocinado pela Oi Futuro e Porto Seguro. Além do que os nossos olhos registram – _texto Fernando Duarte, direção Fernando Philbert, com Priscila Fantin, Luiza, Silvia Pfeifer, Tomé, Raquel Penner, Karen Coelho e Letícia Birkheuer – _patrocinado pela Renner e Mapfre Brasil. Em casa a gente conversa – texto Fernando Duarte e Tatá Lopes, direção Fernando Philbert, com Cássio Reis, Juliana Knust e Carla Diaz – patrocinado pela Renner, Eurofarma, Vivara e Zuric Santander. O ator e o Lobo – _texto Antonio Lobo Antunes, direção Fernando Duarte, com Pedro Paulo Rangel Clarice Lispector e eu, o mundo não é chato – com Rita Elmôr Parabéns Senhor Presidente – texto Fernando Duarte e Rita Elmôr, direção Fernando Philbert, com Danielle Winits e Christine Fernandes – patrocinado pela Vivo e Eurofarma · Fernando Philbert (diretor artístico) Graduado pela Faculdade CAL de Artes Cênicas, em 2002 iniciou seus trabalhos como diretor assistente, de grandes diretores como Domingos Oliveira e Gilberto Gawronski. Já com Aderbal Freire Filho, desenvolveu uma parceria de mais de dez anos e dirigiu inúmeros espetáculos, como "Hamlet" com os atores Wagner Moura e Tonico Pereira, "A Ordem do Mundo" com a atriz Drica Moraes, "Incêndios" com Marieta Severo, e "Macbeth" com Daniel Dantas e Renata Sorrah. Atualmente dirigiu "O Escândalo Felipe Dussaert", com Marcos Caruso - peça que ganhou no ano de 2016 todos os prêmios de melhor ator. Peças com o cunho político e social marcam o trabalho de Fernando Philbert, como "O Corpo da Mulher como Campo de Batalha", com Fernanda Nobre - indicada ao Shell 2016 como Melhor Atriz. Na TV Brasil, dirigiu por dois anos o programa "Arte do Artista". · Cláudia Ohana (atriz) Com cinquenta anos de carreira e sessenta de vida, estreou no cinema, no filme "Ópera do Malandro", dirigido por Ruy Guerra,em 1986, fez "Luzia Homem" (1987), além de ter soltado a voz na trilha do filme com a música "Arraial". Participou ainda dos filmes "A Fábula da Bela Palomera" (1988), baseado em livro de Gabriel García Márquez e dirigido por Ruy Guerra; "Kuarup" (1989), na coprodução franco-argentina "Les Longs Manteaux" (1987) e "Priceless Beauty" (1989), com Christopher Lambert. Em 1989, gravou uma participação especial na novela "Tieta", de Aguinaldo Silva. Graças à boa atuação, foi convidada para atuar na novela seguinte, "Rainha da Sucata". Em 1991, protagonizou a novela "Vamp" como a vampira Natasha. Na trama, Claudia interpretava uma roqueira internacional e gravou sucessos musicais: "Simpathy For The Devil" (Rolling Stones), "Don't Let The Sun Go Down on Me" (Elton John), "Quero que Vá Tudo pro Inferno" (Roberto Carlos) e "Doce Vampiro", ao lado de Rita Lee. Claudia viveu a personagem Janet Wiess no musical "Rock Horror Show" (1993), sua primeira peça, dirigida por Jorge Fernando. Em 1994, voltou ao cinema com a co-produção EUA-China-Brasil-Alemanha "Erotique", protagonizando o segmento brasileiro "Chamada Final", de Ana Maria Magalhães. No mesmo ano, atuou na novela "Fera Ferida" e em 1995 viveu a vilã em "A Próxima Vítima", de Sílvio de Abreu. A atriz não deixou os palcos de lado e seguiu emendando peças teatrais, como "O Carteiro e o Poeta"(1997), "Desgraças de uma Criança" (1998) e a ópera "Carmem" (1999). Viveu ainda uma divertida prostituta no seriado de TV Globo "A Muralha"", dirigida por Denise Saraceni. Em 2001, ela fez uma participação especial na novela "Estrela Guia", de Ana Maria Moretzsohn, e gravou para a trilha dessa novela a música "Um girassol do seu cabelo". Em 2001, interpretou uma stripper na novela "As Filhas da Mãe", de Sílvio de Abreu, entre 2002 e 2003 atuou na peça "Closet Show", participou dos primeiros capítulos da novela "Canavial de Paixões", exibida pelo SBT em 2003, no ano seguinte participou do projeto "As Trinta Mais Belas Cartas de Amor" e traduziu do inglês uma peça inspirada no Marquês de Sade. Na mesma época, protagonizou o curta-metragem "Dolores", de Fábio Meira. Vannessa Gerbelli - atriz Nascida em São Bernando do Campo, na Grande São Paulo, Vannessa tem trinta anos de carreira. Teatral e vinte e três de televisão, iniciou participando de inúmeras peças teatrais em São Paulo. Sua estreia profissional foi em Quixote (1993). Também desenvolveu trabalhos como cantora e mais tarde especializou-se em musicais no teatro, onde ganhou maior parte do reconhecimento de sua carreira. Sua estreia na TV se deu em 2000, ganhando notoriedade artística ao interpretar a vilã Lindinha em O Cravo e a Rosa, Fernanda em "MULHERES APAIXONADAS" (no ar em vale a pena ver de novo), a cômica Tancinha em "DA COR DO PECADO", a vilã Elza em "PROVA DE AMOR", a protagonista Alice em "AMOR E INTRIGAS", a sedutora Divina em "VIDAS EM JOGO", Juliana de "EM FAMÍLIA" Marina em "SETE VIDAS" Amália em "NOVO MUNDO" entre outros. Teatro 2017 – Do Outro Lado- De Vanessa Gerbelli, direção: Patricia Pinho 2017 – Forever Young, Direção de Jarbas Homem de Mello 2016 – A Paixão Segundo Nelson, De Nelson Rodrigues, versão de Zeca Baleiro. Direção de Débora Dubois 2012 – Quase Normal, de Brian Yorke e Tom Kitt, direção: Tadeu Aguiar Ganhou Prêmio Bibi Ferreira e Aplauso Brasil – Melhor Atriz 2011 – Emilinha e Marlene, as Rainhas do Rádio, de Thereza Falcão e Júlio Fischer – Direção: Antônio de Bonis – Teatro Maison de France 2009 – As Meninas, de Maitê Proença e Luis Carlos Góes – Direção: Amir Haddad – Teatro Laura Alvim e Teatro Clara Nunes 2006 – Um Marido Ideal, de Oscar Wilde – Direção: Victor Garcia Peralta – Teatro Procópio Ferreira 2004 – Orlando, de Virginia Woolf / Carlos Sant’anna – Direção: Bia Lessa – Teatro Dulcina 2003 – Tartufo, de Moliére – Direção: Tônio Carvalho – Teatro Sérgio Cardoso 2002 – A Luta Secreta de Maria da Encarnação, de Gianfrancesco Guarnieri – Direção: Marcus Vinícius Faustini – Teatro Sérgio Cardoso SP e Teatro Carlos Gomes RJ 1998 – Turandot, de Bertold Brecht – Direção: José Renato Pécora – Teatro da UMES 1998 – Pocket Broadway – Direção: Rodrigo Pitta -Teatro Studium 1993 – Quixote, de Carlos Alberto Sofredini – Direção: Eliana Fonseca – Teatro FAAP Televisão 2018 – Jesus 2017 – Novo Mundo 2015 / 2016 – Malhação 2015 – Sete Vidas 2014 – Dança dos Famosos 2014 – Em Família, de Manoel Carlos (como Juliana) – TV Globo 2011 – Vidas em Jogo (como Divina) – TV Record 2010 – A História de Ester (como Zeres) – TV Record 2007/2008 – Amor e Intrigas (como Alice) – TV Record 2005 – Prova de Amor (como Elza) – TV Record 2004 – Cabocla (como Rosa) – TV Globo 2004 – Da Cor do Pecado (como Tancinha/Zuleide) – TV Globo 2003 – Kubanacan (como Amapola) 2003 – Mulheres Apaixonadas (como Fernanda) – TV Globo 2002 – Desejos de Mulher (como Gonçala ‘Gongon’) – TV Globo 2000 – O Cravo e a Rosa (como Lindinha) – TV Globo · Maira Freitas (trilha sonora original) Pianista, cantora, produtora e compositora carioca, graduou-se em música clássica pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com ênfase em piano. Como concertista, tocou em palcos do Brasil e do exterior. Lançou em 2015 seu segundo disco, “Piano e Batucada”, com repertório majoritariamente autoral e popular, unindo sua formação erudita à tradição do samba. É filha do cantor, escritor e compositor Martinho da Vila. Nos vídeos que preparou para o Festival Forrobodó do Unimúsica 2020, Maíra apresenta três de suas canções: “Nua”, “Cuidado moça” (parceria com Daniel Mã) e “Êta” (com Edu Krieger). · Wagner Ferreira – diretor de produção Algumas Produções, realizadas em Botucatu, Lençóis Paulista, Bauru: “Tribos” – Antonio Fagundes e grande elenco “Amadas” – Elizabeth Savala “Chuva Constante” – Malvino Salvado e Augusto Zacchi “Azul Resplendor” – Eva Wilma, Renato Borghi, Guilherme Weber e grande “Deus da Carnificina” – Paulo Betti , Débora Evelyn, Júlia Lemmertz e Orã Figueiredo. “Sopro de Vida” Rosamaria Murtinho e Nathalia Timberg. Musical “Rita Lee Mora Ao Lado” – Mel Lisboa e grande elenco. “Arte” – Vladimir Brichtta, Cláudio Gabriel, Marcelo Flores. “6 Aulas de Dança em 6 Semana” – Tuca Andrada e Suely Franco. “Escola de Mulheres” – Monique Alfradique , Oscar Magrini e Gerardo Franco. “A vida que eu pedi, Adeus!” – Ailton Graça. Musical “Palavra de Mulher” – Tânia Alves, Lucinha Lins e Virginia Rosa “Feliz Por Nada” – Cristiana Oliveira, Luisa Thiré e Felipe Cunha “Eu Te Amo” – Sergio Marone e Juliana Martins- Shows: Oswaldo Montenegro, Toquinho, Ed Motta, The Beetles One, Abba The History, entre outros. Realização – Vissi Darte Produções Callas – _Texto Fernando Duarte, direção Marília Pêra, com Silvia Pfeifer, Cássio Reis e Claudia Ohana - patrocinado pela Renner, Itaú, 3M, Brasilprev e Mapfre Brasil. Depois do Amor – _Texto Fernando Duarte, direção Marília Pêra, com Danielle Winits, Maria Eduarda de Carvalho, André Gonçalves e Karen Coelho – _patrocinado pela Renner, 3M, Mapfre Brasil e Mapfre RE. Orgulhosa demais, frágil demais – _texto Fernando Duarte e Rita Elmôr, direção Sandra Pêra, com Rita Elmôr e Samara Felippo – _patrocinado pelos Correios. Igual a você – _texto Licia Manso, Leilah Assunpção, Fernando Duarte, com Camila Morgado, Bia Nunes e Anderson Muller – _patrocinado pela Oi Futuro e Porto Seguro. Além do que os nossos olhos registram – _texto Fernando Duarte, direção Fernando Philbert, com Priscila Fantin, Luiza, Silvia Pfeifer, Tomé, Raquel Penner, Karen Coelho e Letícia Birkheuer – _patrocinado pela Renner e Mapfre Brasil. Em casa a gente conversa – _texto Fernando Duarte e Tatá Lopes, direção Fernando Philbert, com Cássio Reis, Juliana Knust e Carla Diaz – _patrocinado pela Renner, Eurofarma, Vivara e Zuric Santander. O ator e o Lobo – _texto Antonio Lobo Antunes, direção Fernando Duarte, com Pedro Paulo Rangel Clarice Lispector e eu, o mundo não é chato – _com Rita Elmôr Parabéns Senhor Presidente – _texto Fernando Duarte e Rita Elmôr, direção Fernando Philbert, com Danielle Winits e Christine Fernandes – patrocinado pela Vivo e Eurofarma
PROJETO ARQUIVADO.