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PRONAC 234299IndeferidoMecenato

NEM TODO FILHO VINGA

RENATA TAVARES DA SILVA
Solicitado
R$ 800,0 mil
Aprovado
R$ 800,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Edital de Patrocinio CCBB 2023 - 2025
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-12-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (10)
Serra Espírito SantoVila Velha Espírito SantoVitória Espírito SantoBarbacena Minas GeraisBetim Minas GeraisConselheiro Lafaiete Minas GeraisGovernador Valadares Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisItaguaí

Resumo

Circulação do espetáculo teatralNEM TODO FILHO VINGA.

Sinopse

SINOPSE: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS NEM TODO FILHO VINGA "Após passar para a Faculdade de Direito na UFRJ, Maicon, um jovem negro e cria da Favela da Maré, passa a confrontar os ideais de justiça do Estado Brasileiro diante dos inúmeros eventos de injustiça que ele e seu grupo de amigos vivem diariamente. Ao longo do seu ano letivo, Maicon sentirá, na pele, como essas políticas de precarização abalam todas as esferas da vida. Chegando ao ponto de colocá-lo contra seu melhor amigo." NEM TODO FILHO VINGA é um espetáculo teatral desenvolvido pela Cia. Cria do Beco. Grupo formado majoritariamente por jovens artistas negros, universitários e moradores do Complexo de Favelas da Maré e outras favelas da zona norte. A peça nasceu de uma cena criada em 2019, que venceu como Melhor Esquete na nona edição do FESTU. Estreou como espetáculo no Museu da Maré em 2022, sendo assistida por mais de 2 mil pessoas por toda a zona norte, sul e Petrópolis. Em 2023, o espetáculo foi indicado à duas categorias no 33ª Prêmio Shell de Teatro - a Cia Cria do Beco na categoria “Energia que vem da gente” e a encenadora Renata Tavares, que venceu na categoria “ Direção”. Foi indicado em duas categorias também no 17º Prêmio APTR, por Gabriela Luiz como "Direção de Movimento" e Renata Tavares, que foi vencedora da categoria "Melhor Direção". Inspirado no conto de Machado de Assis, Pai contra Mãe, o espetáculo nasce da provocação feroz do autor ao concluir seu conto com a afirmação de que no Brasil: "nem todo filho vinga". Movidos por essa crítica, criamos uma narrativa autoral ambientada na favela, nos dias atuais, com o intuito de questionar os espaços de poder representados pelos ideais da justiça brasileira. Se há uma intenção de sistema igualitário, por que nem todo filho vinga?

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Circulação do espetáculo NEM TODO FILHO VINGA, um espetáculo teatral desenvolvido pela Cia. Cria do Beco. Grupo formado majoritariamente por jovens artistas negros, universitários e moradores do Complexo de Favelas da Maré e outras favelas da zona norte. Inspirado no conto de Machado de Assis, Pai contra Mãe, o espetáculo nasce da provocação feroz do autor ao concluir seu conto com a afirmação de que no Brasil: "nem todo filho vinga". OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Circulação do espetáculo com 1 apresentação nas seguintes cidades: Mangaratiba - RJ, Itaguaí - RJ, Serra - ES, Vila Velha - ES, Vitória - ES, Barbacena - MG, Betim - MG, Ouro Preto - MG, Governador Valadares - MG, Conselheiro Lafaiete _ MG -Realização das oficinas oficinas culturais do projeto 1 em cada cidade de apresentação ( OFICINA DE ILUMINAÇÃO, OFICINA DE CORPO,OFICINA DE TEATRO , OFICINA DE FIGURINO, OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURAL)

Justificativa

O espetáculo NEM TODO FILHO VINGA trata das negações aos direitos básicos e fundamentais não são os únicos parâmetros que definem a narrativa de uma pessoa favelada, mas atravessam a sua vida a todo instante. O direito à cidade é negado quando o transporte público não adentra o território; o direito à educação é dificultado quando a universidade pública não garante a permanência do favelado; e o direito à justiça é corrompido quando a justiça do Estado só se faz presente nas operações policiais. Tanto no conto de Machado de Assis no século XIX, quanto nas favelas do Rio no século XXI, o status quo mantém essa estrutura de poder que faz com que nem todo filho vingue. O espetáculo aborda essas questões partindo do ponto de vista de uma narrativa periférica e procura conversar diretamente com seu público-alvo. Surgido da necessidade do grupo em ver a sua trajetória representada nos palcos, o espetáculo também é um compromisso em representar a narrativa nas periferias com o intuito de inspirar dezenas de outras histórias nos palcos da vida real. É uma dramaturgia escrita por muitas vozes, memórias, desejos, corpos, respirações, interrupções e paixões. É uma estratégia. Uma tentativa em recriar narrativas através da complexa relação entre afetos e conflitos sociais. Uma história erguida por seis personagens que procuram, neste mundo excludente, a simples possibilidade de vingar. É, por fim, uma interrogação, fruto de uma afirmação feita no século XIX e que persiste, ainda hoje, a nos assombrar: por que, para esta nação, nem todos os seus filhos podem vingar? O apoio do Ministério da cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, será muito importante para que esta iniciativa possa ser realizada da forma pretendida, promovendo verdadeiramente a democratização do acesso ao produto cultural dele resultante. O projeto se enquadra principalmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E nos seguintes objetivos do Art. 3° da referida norma. I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.

Especificação técnica

duração do espetáculo 80 minutos

Acessibilidade

PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não foi previsto (os locais escolhidos para realização terão prioritariamente a acessibilidade necessária. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Serviço de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de profissionais qualificados e habilitados para a comunicação. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Mediador

Democratização do acesso

Adotaremos os seguintes incisos/medidas do art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

A proponente do projeto é a responsável pela coordenação de produção e coordenação administrativa financeira , além de ser a diretora do espetáculo proposto. RENATA TAVARES- DIRETORA ATÍSTICA, COORDENADORA DE PRODUÇÃO E COORDENADORA ADIMINITRATIVA FINANCEIRA- Atriz formada pela escola de Teatro Martins Pena. Ganhou o Prêmio Shell e APTR de Melhor direção pelo seu trabalho no espetáculo Nem Todo Filho Vinga. ANDERSON OLI, ATOR - Formado em Interpretações para Produções Audiovisuais no Polo Ponto Cine e IFRJ (2019). Vencedor no 1o Festival de Micrometragens No olho da rua com “A rua que era Praia” (2021). CAMILA MOURA, ATRIZ - Compõe o elenco do projeto "Entre Lugares Maré", premiada como Atriz Revelação no Festival de Cenas Curtas em 2018. Em 2022, Moura foi premiada na categoria de jovem talento no 16º Prêmio APTR Nacional. JEFFERSON MELO, ATOR - Artista multidisciplinar, Integrante da equipe de colaboradores do Museu da Maré.Como ator, pesquisador, Jefferson integra o elenco do projeto Entre Lugares Maré há cinco anos, somando três espetáculos com o grupo. NATÁLIA BRAMBILA, ATRIZ - Atriz, comunicadora e articuladora social. Cria do Jacarezinho, aos 24 anos. É aluna da Martins Pena e fundadora do “Jaca em Cena”. Coordenadora da Revoada MGH, evento cultural na favela do Complexo de Manguinhos. RAMIRES RODRIGUES, ATOR – Nascido em Mauá, periferia de SP. Foi professor do projeto Centro de Teatro do Oprimido (2018 - 2020). Último trabalho no audiovisual no longa “Grande Sertão”, de Guel Arraes. YURI DOMINGUES, ATOR - Desde 2017 no projeto Entre Lugares, no qual ganhei prêmio de melhor ator no festival de cenas curtas de 2022. Participei dos curta-metragem “Muros” e “Como assim depois?”, ambos como protagonista. JOÃO GIOIA, ILUMINADOR - Artista com mais de 20 anos de experiências, há 3 anos atua como professor de Iluminação da SPECTACULU Escola de Arte e Tecnologia. LUCAS DA SILVA, ILUMINADOR - Atuou na iluminação dos seguintes trabalhos: Ela não se lembra mais - 33 planos contra o esquecimento (2019), Invencíveis (2021), 1o Festival Entre Lugares Virtuais (2021) e Pai Ilegal (2022). ZARATUSTRA, DIRETOR MUSICAL - Ator, músico, produtor musical e videomaker, integrante a mais de 5 anos no grupo Entre Lugares.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro
Mangaratiba Rio de Janeiro