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PRONAC 234344Arquivado - não atendimento à diligência técnicaMecenato

Poéticas do Cuidado Humano, práticas artísticas performativas de acolhimento para os que cuidam do sofrimento alheio

ASSOCIACAO CULTURAL POVO DA RUA
Solicitado
R$ 168,5 mil
Aprovado
R$ 168,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2023-10-13
Término

Resumo

Poéticas do Cuidado Humano é uma prática artística cênica, em espaços públicos de Florianópolis, Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages, que envolve, a partir de Oficina de Pesquisa e Criação, c/processo de vivência em performances relacionais, Ação Performativa Presencial e Virtual, c/produção de mostra pública em circulação. Sua gravação gerará versão virtual da ação performativa.

Sinopse

TEMÁTICA GERAL A linguagem expressiva decorrente da arte teatral borra-se com a arte da performance, em sua definição de performance relacional. Destacamos como temáticas principais e específicas a Performance Relacional e o Cuidado Humano. A prática da performance relacional se alia diretamente ao nosso objetivo principal, que é o Cuidado Humano, cuidar de quem cuida. Entendemos que o objetivo maior do artista é relacionar-se com o público a partir do que ele elabora em si mesmo. O projeto utilizará esse mesmo caminho: 1° trabalhará o “material humano” no processo da oficina com os cuidadores e suas próprias “dores”, para então mergulhar no processo de criação artística/relacional/performativa que culminará na apresentação pública deste processo em formato de ações performativas, a fim de compartilhar e ampliar nossas reflexões com a comunidade em que estamos inseridos. Ao conduzirmos a oficina para os cuidadores da saúde com esta prática sensível e que estes, após a oficina, serão os performers que atuarão diretamente com seu público, nosso objetivo toma um rumo promissor para o CUIDADO HUMANO de maneira múltipla e multiplicadora: cuidaremos daqueles que nos assistem e cuidam no campo da saúde e que, após serem cuidados (na oficina) terão a oportunidade de ressignificar esse cuidado da maneira como o exercem em suas funções profissionais, podendo exercê-lo então no campo relacional proposto pela arte, extravasando a sua capacidade de cuidar para além do seu cotidiano, mensurado por sua presença e capacidade afetiva no encontro com o outro na arte, no tempo presente do “aqui e agora” de cada encontro. METODOLOGIA GERAL Temos como suporte para nossas ideias, a proposta da artista Tania Alice, performer, terapeuta de Somatic Experiencing®, fundadora da plataforma Performers sem Fronteiras e professora-doutora de performance da Graduação e Pós-graduação da UNIRIO. Profissional com ampla experiência da performance como linguagem para “transformar a vida em arte e dar aulas de performance a pessoas que cultivam o cuidado pela vida” Nos guiaremos também nas ideias de suas obras “Performance como a revolução dos afetos” e “Arte Relacional no Brasil - o que se faz, o que se come”, da mesma autora (organizadora) e Fabiana Monsalú. O trabalho proposto por Tania Alice une os campos da arte, desenvolvimento humano e engajamento social num sentido construtivo e efetivo da arte como potência de relação e não só de sentido, resultando numa estética atual e contemporânea, de arte relacional. Ao explanar uma de suas realizações artísticas em que essas áreas borraram-se ela relata: são criados espaços utópicos, regidos pelos valores da cooperação, da solidariedade, do encontro e da potencialização dos afetos, longe das utopias totalizantes da modernidade, que atuam no cotidiano de forma efêmera, transformando o cotidiano em um ritual, religando os participantes consigo mesmo, com o outro, a sociedade e o planeta ²> na descrição Entendemos que a aspiração por esse caminho, ativado pelo contato humano, percepção sensível do outro e proposição relacional direciona para uma “Estética Relacional dentro de uma dimensão de cura mútua do performer e do participante” ³> na descrição, como propõe a autora, e é exatamente o que buscamos neste momento com nossa arte. Os preceitos da performance relacional serão guia/conteúdo tanto para a condução da oficina, quanto para a construção “estética” da amostragem pública do processo, que chamamos neste projeto de AÇÕES PERFORMATIVAS. CONCEPÇÃO e DESCRIÇÃO Oficina Artística Realizaremos uma Oficina Base de pesquisa e criação de performances e 5 Oficinas Multiplicadoras com processos de vivência e criação de performances para cuidadores da saúde e assistência social. As Oficinas Artísticas (base e multiplicadoras) serão de sensibilização e expressão sensível (sentimentos, emoções, anseios) nas linguagens artísticas (do teatro, dança, artes visuais, música) para criação de performance relacional. Com objetivo de acolher, sentir e ouvir o público alvo e suas necessidades humanas, criaremos um espaço propício para que suas “dores” possam ser absorvidas com respeito e acolhimento, e, transformadas em objeto artístico através da estruturação de performances relacionais, fazendo então, com nossa arte, o cumprimento do seu potencial mais elevado: promover encontros humanos e transformar angústias em poética. Denominamos de “oficina base” a 1ª oficina do projeto, que acontecerá em Florianópolis e terá a duração maior que as demais oficinas. Esse tempo de dedicação diferencia-se porque será esse o 1° passo criativo do projeto, momento que o núcleo criativo (Marcos, Joana e Carolina) colocarão em prática suas ideias a respeito da temática do projeto a fim de “afinar” suas metodologias acerca das ideias gerais e específicas propostas. As “oficinas multiplicadoras” serão as oficinas a serem realizadas nas cidades do interior de SC e que, como o próprio nome já revela, multiplicarão as ideias do projeto como um todo pelo interior de SC. Para o lançamento do Projeto teremos uma “live Inaugural” com a presença da Professora Doutora Tania Alice da UNIRIO / RJ, cujo nome será: “A Performance como linguagem: estética participativa e arte relacional e as fronteiras entre projeto estético, social e terapêutico”, a proposta é que a live ofereça palestra de Tania Alice (transmitida on line via redes sociais) e, na 2ª parte, também on line e interativa com o grupo de trabalho (professores e participantes da oficina) que estarão presencialmente no 1º dia de aula da oficina base no Instituto Arco-íris, para fazerem perguntas para a palestrante. Este encontro virtual terá o objetivo de aproximar os participantes da oficina com a estrutura e conceitos da performance relacional. Público alvo Profissionais e estudantes da área da saúde e da assistência social do Instituto Arco Íris na capital, das instituições públicas e privadas de ensino médio e superior, de atendimento à pessoas em situação de vulnerabilidade social, econômica e psicológica das 6 cidades e regiões do projeto, artistas e interessados em geral. A Oficina é dirigida a jovens e adultos a partir de 16 anos. Conteúdo Programático - exercícios de expressão e sensibilização - exploração do corpo, voz e emoções - jogo cênico e improvisação - práticas e exercícios de comunicação não-violenta - experimentações de escuta empática e compassiva - bioenergética - meditações guiadas e relaxantes - exercícios de respiração consciente - composições de imagens/quadros a partir dos corpos e adereços cênicos - roteirização de cenas, ações e imagens da performance - definição de roteiro geral da Ação Performativa - ensaios dirigidos - elaboração e criação de trilha sonora com recursos de voz e instrumentos - elaboração e confecção dos elementos cênicos; maquiagem, figurinos e adereços - ensaio geral em espaço aberto com e sem público Ação Performativa 4 ações performativas em Florianópolis e 1/cidade da circulação: Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages + Ação Performativa Digital. As ações performativas terão sua estrutura preparada durante as oficinas, o que nos impede de descrevê-las aqui, pois não podemos prever o resultado do processo de criação. A presença dos performers em interação com o público objetiva desconstruir/reconstruir o encontro deixando de ser embate para ser relação que soma, onde as individualidades se dissolvem no encontro de fato. Isso reverbera no cuidado do que surge, de uma escuta atenta/qualificada onde se cuida e se permite ser cuidado, incitando sair das individualidades para o encontro com o outro no inesperado, na sua alteridade. A linguagem da performance relacional parece ser o instrumento/estrutura capaz de abarcar o objetivo de construção de uma performance poética do cuidado humano. As ações performativas serão compiladas e editadas para o formato digital, para multiplicar ainda mais os temas propostos através das redes sociais.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar o projeto Poéticas do Cuidado Humano _ práticas artísticas performativas de acolhimento em saúde para os que cuidam do sofrimento alheio, ação cultural inédita a partir de seis oficinas cênicas, com profissionais e estudantes da saúde, da assistência social e das artes em Florianópolis, Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages, atividade que resultará em 9 ações performativas relacionais a serem apresentadas em locais públicos de grande alcance e pouco acesso nestas cidades (a oficina na capital de SC resultará em 4 eventos em locais distintos) que, por consequência, resultará também em um formato digital da performance amplamente compartilhada nas redes sociais a ser lançada em Florianópolis/SC, podendo atingir um público diverso de SC e inclusive ultrapassar as fronteiras nacionais pela relevância de um tema tão atual e presente à sociedade. Objetivos Específicos PRODUTO OFICINAS Realizar 06 oficinas gratuitas, com 30 vagas cada, de Poéticas do Cuidado Humano _ práticas artísticas performativas de acolhimento para os que cuidam do sofrimento alheio, sendo a Oficina Base, com 10 encontros (1 encontro/ semana /3h), na cidade de Florianópolis, e as Oficinas Multiplicadoras, com 12h cada, (4 turnos /3h) em Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages. PRODUTO AÇÕES PERFORMATIVAS Realizar 9 ações performativas relacionais gratuitas, com cerca de 120 min, em espaços públicos, sendo 4 delas em Florianópolis e as outras 5 em Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages, perfazendo um público presencial em volta de 2.700 espectadores e milhares de pessoas assistindo o resultado das ações performativas em seu formato digital via redes sociais; Oportunizar a realização de 6 oficinas artísticas com foco na performance relacional, nas cidades de Florianópolis, Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages (Oficina Base: com 30h em Florianópolis e Oficina Multiplicadora: com 12h em cada uma das demais cidades), com 30 vagas cada, para profissionais de instituições da área da saúde e da assistência social, com coordenação artística de Marcos d Castilhos, ministradas por Joana Izabel da Silva e Carolina Pommer, a fim de elaborar ações performativas relacionais em locais públicos de grande circulação nas cidades de Florianópolis, Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages; Fomentar ações artísticas em performance que possibilitem o exercício do fazer artístico e a reflexão sobre as relações humanas a qualquer pessoa da área da saúde interessada na pesquisa e experimentação da performance relacional e seus desdobramentos no cuidado ao outro; Abordar tema de extrema relevância incentivando a reflexão sobre questões vinculadas a pandemia da COVID 19 e suas consequências no Brasil; Enaltecer e potencializar a figura dos profissionais cuidadores da saúde e da assistência social, a partir de vivência artística sensível, cuja ferramenta são suas vivências e sentimentos perante o tema; Propagar e difundir o exercício da arte relacional, sua importância na rotina das cidades como ferramenta de encontro entre pessoas a partir de ação artística; Apresentar 9 ações performativas relacionais (oriundas das oficinas base e multiplicadoras) em espaços públicos das cidades de Florianópolis (4) Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages; Registrar a parte inicial do processo e principalmente as 4 ações performativas apresentadas na cidade de Florianópolis para gerar um formato digital: Ação Performativa Digital, de até 9 min, a ser lançada em Florianópolis/SC, em evento presencial e virtual nas redes; Ressaltar a importância dos trabalhadores da saúde e da assistência social por todo o trabalho desenvolvido numa crise sanitária global que atingiu e atinge a todes, com ênfase a população vulnerável de rua; Destacar, para conhecimento de toda a sociedade, a importância do cuidado àqueles que cuidam, a partir de escuta sensível artística, ressaltando a importância de ações culturais através de políticas públicas efetivas que cuidem e preservem a vida dos profissionais da saúde e da assistência social e da população em geral.

Justificativa

Art. 1° Fica instituído o PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII. desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País. Todos os incisos do art 1º contemplados, pois as ações favorecem o livre acesso à cultura, sua manifestação na formação, preservação e respeito à expressão regionalizada do estímulo ao modo de criar, priorizar e difundir bens culturais. Ele nasce do encontro entre Marcos d Castilhos (artista fundador do POVO DA RUA, de POA/RS, que atua a 24 anos e a 4 anos vem expandindo-se para SC) e Joana Izabel (atriz que fez parte deste grupo, residente há 3 anos em Florianópolis, após lecionar na UFRGS iniciação teatral por 11 anos, cuja dissertação de mestrado Misterioso, mas não indecifrável, investigou as transformações dos sujeitos no teatro e a relação do jogo como presença). Ambos terapeutas, ele Integrativo e Constelador Familiar Sistêmico e ela Corporal Reichiana, após 20 anos de trabalho com teatro, encontram-se no fim de 2021 em Florianópolis. Marcos conta sobre seu projeto # Viralize-se! #PoéticadoCuidadoHumano! #CONVIDA22, contemplado pela LAB, via FCC, realizado em Araranguá/SC, onde residia e que surgiu enquanto ele realizava Oficinas de Teatro, Performance, Canto e Voz e Criatividade no Espaço GALPÃO CULTURAL. A iniciativa buscava, a partir de pesquisa e experimentação cênica, provocar questionamentos e reflexões sobre a saúde física e mental da população durante a pandemia sanitária global, através de Oficinas de Teatro e Performance com artistas e não artistas para construção de Ações Performativas com Arte Relacional. Após sua realização o trabalho foi registrado em vídeo https://www.youtube.com/watch?v=E6kGOPb_iFE e difundido nas redes. Joana encantou-se com o resultado alcançado, com a temática do cuidado humano e a qualidade da presença cênica dos participantes. O Núcleo Criativo se conclui ao reencontrarem Carolina Pommer, atriz que há 6 anos reside em Florianópolis e atua artisticamente junto a usuários da saúde mental e pessoas em situação de rua e desenvolve pesquisa de doutorado em artes cênicas sobre teatro com pessoas em situação de rua como dispositivo de redução de danos na UDESC. O projeto se desdobra a partir deste encontro e iniciará em parceria com o Instituto Arco Íris que atua há 25 anos junto a populações vulnerabilizadas, tendo realizado vários projetos em diversas parcerias como: ONU, Unesco, Ministério da Saúde, Ministério da Cultura (Ponto de Cultura), Governo de SC etc. O Instituto conta com funcionários e estagiários que prestam atendimento em saúde, assistência social e cultura; nele acontece uma oficina de teatro para usuários de saúde mental, mas, como em muitos espaços, nota-se a ausência de ações para aqueles que cuidam do sofrimento alheio. Afinal, como e quem cuida do cuidador? Destas inquietações surgiu a ideia de fazer um projeto, para os trabalhadores/cuidadores da saúde, estudantes e profissionais, que inicia em Florianópolis e incluirá as cidades de Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages, a fim de descentralizar as proposições artísticas de cuidado. As práticas artísticas junto a usuários do campo da saúde, em especial da saúde mental, desde o advento da reforma psiquiátrica, sempre fizeram parte da perspectiva do cuidado em liberdade. Este modelo de atenção preza pela vivência das pessoas que padecem de sofrimento psíquico nos espaços comuns da cidade e sempre teve contribuições da área artística, já que estimula a consciência de si, dos outros, dos processos grupais e a elaboração dos sentimentos mais complexos dos seres. Uma das precursoras deste modo de lidar com aquilo que chamamos de loucura é a renomada psiquiatra Nise da Silveira, que inovou as formas de cuidar em saúde mental com a aliança de processos artísticos a processos terapêuticos. Quando falamos dos trabalhadores do campo da saúde, vemos que, por diversos motivos, inclusive relacionados a carga horária de trabalho, alta responsabilidade e pouca valorização profissional, há grande índice de adoecimento psíquico daqueles que atuam nestas áreas, cujas questões de vulnerabilidade socioeconômica foram aprofundadas após a epidemia de covid 19. No entanto, é incomum a realização de ações artísticas específicas para este público. A Política Nacional de Humanização do SUS foi uma das poucas iniciativas do campo da Saúde Coletiva que procuraram ter um olhar mais cuidadoso para aqueles que realizam o trabalho em saúde. Neste sentido, defendemos, como artistas que trabalham de distintas formas com o cuidado humano (seja no contexto da saúde mental coletiva ou de terapias integrativas), que as Oficinas Criativas e as Ações Performativas podem ser um fator de fortalecimento psíquico, corporal e dos laços afetivos destas pessoas. Elas possuem um componente que se desdobra politicamente na contramão da desvalorização profissional, estimulando sua auto-organização e a organização de coletivos de promoção de saúde. Não só os profissionais ganham como a sociedade num todo, já que um profissional que tem a oportunidade de elaborar artisticamente seu sofrimento, certamente é um melhor cuidador. A justificativa central, portanto, é a criação em OFICINAS de AÇÕES PERFORMATIVAS de contundência poética e relevância artística sobre a necessidade e sentido de urgência ao cuidado humano. É urgente contemplar em nosso plano artístico/político/terapêutico o acolhimento para pessoas que cuidam de outras pessoas. A performance relacional como recurso artístico e metodológico justifica-se pelo reconhecimento às ideias da autora e artista Tania Alice das nossas próprias inquietações artísticas e humanas. Uma profissional com ampla experiência da performance como linguagem para "transformar a vida em arte e dar aulas de performance a pessoas que cultivam o cuidado pela vida" _ palavras dela na apresentação do seu livro Manual para performers e não performers: 21 ações artísticas para produzir felicidade - RJ. Para os artistas desta proposta essa busca pelo encontro sensível com o outro já tem ocupado suas ações, além dos seus caminhos artísticos, também no campo das terapias, e, agora, a partir do contato com a arte relacional de rua, proposto por Tania Alice, encontramos a unificação nestes dois campos já iniciado por ela e nos inspiramos a trazer essas experiências para a arte de rua do grupo teatral POVO DA RUA. O espaço público, ou, o espaço da rua como acontecimento das ações performativas é crucial para esta proposta em função de significar o lugar onde as relações acontecem, e, dentro desse ponto de vista, o espaço em que se pode produzir cuidado humanizado, tanto dos participantes das oficinas quanto de todas as pessoas que se relacionarem com as intervenções performativas. As OFICINAS e AÇÕES PERFORMATIVAS contemplam todos os incisos do Art. 3º: pois, a partir de suas realizações, incentivam/fomentam a formação/produção artística e cultural, e, a partir da obra criada, preservam o patrimônio artístico e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais.

Estratégia de execução

Este projeto cultural é uma produção independente e (eu proponente) não detenho a posse ou propriedade de espaços cênicos para realização das oficinas e por isso temos o valor de locação de espaço previsto para esta atividade em todas as cidades.

Especificação técnica

Oficina Serão seis oficinas, onde a 1ª cidade, Florianópolis, terá 30h, visto que esta será a matriz (oficina base) para formação de roteiro da criação performativa e nas demais cidades teremos 12h (oficinas multiplicadoras), apenas para o trabalho de formação e experimentação da estrutura da performance relacional já elaborada. A participação será direcionada a estudantes e profissionais da saúde e da assistência social destas 6 cidades: Florianópolis, Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages. Serão 30 vagas por cidade. Ação Performativa Presencial e Digital A Ação Performativa Presencial se configura como uma performance relacional com aproximadamente 120 min de duração e classificação livre. A Ação Performativa Digital se configura como material audiovisual com, no máximo, 9 min de duração, que apresentará o projeto com situações das oficinas, ensaios e ações performativas de Florianópolis contemplando todas as ações previstas neste plano para amplo conhecimento da proposta no meio virtual/redes sociais.

Acessibilidade

PRODUTO OFICINA Acessibilidade física: Todos os espaços selecionados para a realização das oficinas terão como condição fundamental de escolha o livre acesso (incluindo rampas/elevadores, entre outros) de toda e qualquer pessoa ao local. De todo modo teremos uma equipe (a coordenação, ministrantes e diretora de produção) recebendo os inscritos e direcionando-os ao local da atividade. Acessibilidade de CONTEÚDO: PcD Visuais: Outro aspecto na escolha do espaço será que ele não ofereça risco a este público, sendo observada a preservação de piso e a segurança relativa à janelas e objetos, sendo o local preparado para livre movimentação dos participantes às atividades. O coordenador artístico e as ministrantes darão suporte, seja por orientação oral ou por contato físico, para favorecer o entendimento da ação pretendida para a realização da atividade proposta, bem como para que todos os participantes se assegurem sobre os cuidados junto aos colegas com esta restrição parcial ou total de visão. PcD Auditivos: Durante as oficinas teremos intérprete de libras para comunicar a atividade a este público, caso tenhamos inscritos nestas condições. Pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconheçam as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Primeiramente as oficinas serão coordenadas e ministradas por profissionais de trajetória consistente no teatro, sendo o coordenador e uma das ministrantes terapeutas e a outra com experiência com público em condições similares. A linguagem do teatro se dá pela palavra bem como pela ação e havendo alguma dificuldade de idioma será utilizado aplicativo tradutor para comunicação e entendimento das orientações. Também tendo como público dirigido participante estudantes, estagiários e profissionais da saúde, teremos um grupo qualificado para lidar com situações neste sentido. PRODUTO AÇÃO PERFORMATIVA Acessibilidade física: Todos os espaços selecionados para a realização das ações performativas terão como condição fundamental de escolha o livre acesso de toda e qualquer pessoa ao local. De todo modo teremos uma equipe (a coordenação, ministrantes e diretora de produção) recebendo os participantes, ressaltando que a atividade será desenvolvida em espaço público e de rua de cada cidade. Este produto estará acessível ao público por meio virtual (ação performativa digital) a partir da gravação e edição de vídeos e fotos registradas nas apresentações de Florianópolis, amplamente difundido na internet. Acessibilidade de CONTEÚDO: PcD Visuais: Outro aspecto na escolha do espaço será que ele não ofereça risco a este público, sendo observada a preservação de piso e a segurança relativa a qualquer obstáculo, sendo o local selecionado para livre movimentação dos participantes às atividades. O núcleo criativo dará suporte, observando e intervindo, caso necessário, à ação da realização da atividade proposta, bem como para que todos os envolvidos (incluindo o público em geral) se assegurem sobre os cuidados junto às pessoas com esta restrição parcial ou total de visão. No formato digital haverá áudio descrição. PcD Auditivos: Durante as ações performativas teremos intérprete de libras para comunicar a atividade a este público, tanto para participantes quanto para espectadores que interagem nestas condições. No formato digital haverá legenda. Pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconheçam as linguagens ou idiomas dos conteúdos: A linguagem do teatro se dá, neste caso mais pela ação do que a palavra, portanto a ação performativa por si só independe de idioma. Também tendo como público dirigido performativo principal estudantes e profissionais da saúde, teremos um grupo qualificado para lidar com situações neste sentido. No formato digital teremos legenda em versão bilingue português/inglês.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Produto Oficina: As oficinas serão totalmente gratuitas, sendo 100% de acesso a este produto. Serão 6 cidades com 30 vagas cada, totalizando 180 participantes nesta ação do projeto. O critério de seleção será por ordem de inscrição por meio virtual, havendo lista de suplência em caso de desistência de inscritos. Em todas as cidades haverá um mapeamento de locais onde há a presença maior de estudantes e profissionais da saúde, principalmente da saúde mental, da assistência social e das artes para definição de parcerias com instituições locais na realização da oficina e na divulgação desta iniciativa para este público-alvo. Produto Ação Performativa: As ações performativas também serão gratuitas, pois serão realizadas em espaços públicos e de rua das 6 cidades. Estimamos, entre aqueles que assistirem todo ou parcialmente o evento, cerca de 300 espectadores por evento e como teremos 4 apresentações em Florianópolis + uma em cada cidade: Joinville, Itajaí, Criciúma, Chapecó e Lages, totalizaremos 9 apresentações das ações performativas, perfazendo cerca de 2.700 pessoas assistindo-a ao vivo. Esta ação terá versão digital, a partir da gravação e edição de vídeos e fotos realizadas em Florianópolis, ao qual terá ampla difusão pelas redes sociais, podendo atingir de forma gratuita milhares de pessoas dentro e fora do país por meio virtual. AMPLIAÇÃO DE ACESSO PRODUTO OFICINA: Este produto, totalmente gratuito, será a ação formativa do projeto e teremos registros do processo a serem veiculados nas redes sociais do projeto. Haverá uma live palestra de 2h com Tania Alice, sobre o tema em questão proposto no projeto, a ser livremente difundida na internet. PRODUTO AÇÃO PERFORMATIVA: Este produto, totalmente gratuito para quem participa, se relaciona e assiste, terá amplo registro que será difundido nas redes sociais, bem como disponibilizado aos meios de comunicação e alternativos de forma gratuita. Como as ações performativas serão realizadas em espaços públicos das cidades, imagens poderão ser captadas das apresentações por qualquer pessoa ou profissional, incluindo das redes públicas de televisão ou outras mídias alternativas. Haverá muito registro das ações performativas que futuramente poderão servir como conteúdo para ações futuras relacionadas à propagação de iniciativas de arte relacional em ações performativas. Haverá um mapeamento significativo para a realização das apresentações que certamente movimentarão a cadeia de economia criativa, o empreendedorismo e a sustentabilidade cultural e a divulgação das empresas e pessoas envolvidas no projeto nestas cidades previstas. Todos os produtos deste projeto serão oferecidos de forma gratuita e terão ampla divulgação nas redes sociais, bem como sendo em espaços públicos sua realização poderão ter captação de imagens por qualquer pessoa, redes ou meios de comunicação gratuitos e , portanto atingem, contemplam e excedem as medidas do Art. 28, incisos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Associação Cultural POVO DA RUA - Direção Geral/Proponente A Associação Cultural Povo da Rua, fundada em 09/2006 por Rogério Lauda e Marcos d Castilhos, oferece e promove ações culturais/artísticas. Representa o POVO DA RUA - teatrodegrupo, artistas e grupos autônomos. Em 2007 participou da Semana da Consciência Negra na Câmara dos Vereadores de POA com o espetáculo músico-teatral Ciranda dos Orixás. Em 2008 recebeu o Prêmio Funarte Myriam Muniz + Artes Cênicas na Rua FUNARTE com A Caravana da Ilusão para montagem e circulação realizada em 2009 no RS, SC e PR. Ainda em 2009 recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, representando o projeto Percurso Infinito da bailarina Thais Petzhold. Nos anos de 2007 a 2010 teve como parceira a Descentralização de Cultura da SMC da Prefeitura Municipal de POA, realizando oficinas gratuitas de teatro, capoeira angola e música no bairro Partenon e Belém Novo, em POA/RS. Em 2010 estabeleceu convênio com a Prefeitura Municipal de Canoas para realização do 3º Encontro de Teatro de Rua da Região Sul e celebrou convênio com a Prefeitura Municipal de Canoas e com a Fundação Nacional de Artes – FUNARTE – pelo Sistema SICONV para realização do VII Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua. Em 2012 foi selecionada no edital Responsabilidade Social CORAG e teve patrocínio com a empresa MERCUR S. A. para circulação do espetáculo “A Caravana da Ilusão”. Em 2013 celebrou financiamento com a SEDAC/RS FAC e promoveu Vivências Artísticas abertas ao público, dentro das comemorações do projeto “POVO DA RUA 15 anos de teatro de grupo”. Em 2014 recebeu o Prêmio Artes Cênicas na Rua FUNARTE, com a circulação do espetáculo “Os Dez Mandamentos da Capital” em SP, RJ, DF e POA/RS. Em 2015 foi selecionada com o Projeto “Descentralizando o Teatro de Rua” (PIC Canoas/RS) e recebeu o Prêmio Myriam Muniz para o projeto POVO DA RUA em Manutenção e Pesquisa, comemoração de 18 anos do grupo teatral. Em 2016 foi contemplada com o Programa Municipal de Fomento ao Trabalho Continuado em Artes Cênicas para a Cidade de POA. Marcos d Castilhos - Fundador do POVO DA RUA – teatrodegrupo: Direção Artística e Cênica, Coordenação do Núcleo Criativo Artista de teatro de grupo nas funções de ATOR, DIRETOR CÊNICO, PRODUTOR CULTURAL, OFICINEIRO E ARTICULADOR POLÍTICO. O começo foi em 1986 na Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e por 11 anos construiu seu pensamento e prática como artista, cidadão e pessoa. Fundou o POVO DA RUA – teatrodegrupo, em parceria com Rogério Lauda e Carolina Garcia, de 1998 a 2018, construindo uma história artística intensa com processo de trabalho em grupo e atuação em projetos: Artísticos, pedagógicos e político. Nos 35 anos de vida artística e profissional participou como ator, músico, produtor cultural e na criação coletiva de 11 espetáculos de teatro de rua e 4 de ambientes cênicos em 3 grupos. Fez a direção cênica de 3 espetáculos de teatro de rua e de 3 trabalhos com grupos de comunidades. Em 2019 lançou o livro POVO DA RUA – teatrodegrupo 20 anos Resistência, Memória e Dramaturgia – Ed. Besouro Box. Organizado em parceria com a Prof. Dra. Angelene Lazzareti. A partir de 2018 passou a residir em Araranguá, realizando Oficinas de Teatro, Performance, Canto e Voz e Criatividade no Espaço GALPÃO CULTURAL. Em 2020 foi eleito para o CMPC - Conselheiro Municipal de Políticas Culturais de Araranguá/SC. Membro e fundador da diretoria da ACATI - Associação Catarinense de Terapeutas Integrativos. Atuante como Terapeuta Integrativo e Constelador Familiar Sistêmico desde 2016 no RS e SC. Desde 2022 reside em Florianópolis expandindo a atuação do Povo da Rua – teatrodegrupo em SC. Joana Izabel da Silva - Assistência de Direção Cênica, Ministrante Oficina, Integrante Núcleo Criativo e Performer Terapeuta Integrativa de abordagem reichiana, Professora de Teatro, Artista integrante do Povo da Rua, Facilitadora de Cursos de Desenvolvimento Humano e Pesquisadora das relações entre teatro, fases do desenvolvimento humano, prevenção na infância e autoconhecimento. Com Mestrado em Artes Cênicas, Graduação de Licenciatura em Teatro pela UFRGS. Atuou como professora do curso de extensão de introdução ao teatro da UFRGS por 11 anos. Formações em Terapia Corporal Reichiana, e, prevenção na infância com Evânia Reichert e Sérgio Veleda pelo Vale do Ser e Terapia Corporal Reichiana e Bioenergética com Ralph Viana. Atriz de teatro com diversos espetáculos no currículo e participações na TV na minissérie Portuguesa “Segredo” e integrante do Programa Pandorga - infantil realizado pela TVE e exibido em rede nacional. Carolina Pommer - Ministrante Oficina, Integrante Núcleo Criativo e Performer Atriz graduada em Artes Cênicas pela UFRGS em 2008. Fez Residência Integrada em Saúde com ênfase em Saúde Mental Coletiva pela Escola de Saúde Pública ESP/RS entre 2009 e 2011 e tornou-se mestra em Saúde Coletiva pela UFRGS em 2014. Atualmente está concluindo doutorado em Artes Cênicas na UDESC (Florianópolis/SC) em que pesquisa Teatro junto à comunidade de pessoas em situação de rua em suas interfaces, em especial, como dispositivo de Redução de Danos no campo álcool e outras drogas. Em sua trajetória atuou profissionalmente em espaços como Hospitais Psiquiátricos, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS II e CAPS AD), Centro Especializado de Referência em Assistência Social População de Rua (Centro Pop), Centro de Convivência e Cultura, Ponto de Cultura, Oficinas Terapêuticas na Atenção Básica, dentre outros, em que desenvolveu um trabalho como Oficineira de Teatro em Saúde Mental. Além disso tem participado em diversos coletivos que aliam dispositivos artísticos no contexto da saúde mental e redução de danos como o grupo Nau da Liberdade (POA/RS) composto por usuários, trabalhadores e estudantes da Saúde Mental, o projeto In_Visíveis (POA/RS) e as intervenções artísticas A Saga por um Banho, Os Bichos e Você quer que eu te conte somente histórias bonitas? (estes três em Florianópolis/SC) com pessoas em situação de rua. Conheceu Tatiane no Centro de Convivência e Cultura Arcos Íris de Direitos Humanos em que juntas coordenaram o Chá das Minas, um grupo de apoio mútuo, cuidado em saúde e vivências corporais com mulheres Cis e Trans com trajetória de rua. Inês Hübner - Direção de Produção Executiva Produtora cultural especialista nas Leis de Incentivo à Cultura, editais e plataformas, além de assessorar empresas como Relações Públicas em projetos de Comunicação e Marketing. Assessora há 27 anos principalmente na área cultural, desenvolvendo a Elaboração de Projetos, com planejamento estratégico; Produção executiva; Coordenação na Captação de recursos. Desenvolveu mais de 100 projetos artísticos de todas as áreas, com destaque para o FUMPROARTE, a Lei de Incentivo Municipal de POA/RS, incluindo a Lei Estadual e Federal de Incentivo à Cultura. Participou de diversos blocos de carnaval de POA, sendo inicialmente performer, cantora e colaborando na produção do Bloco da Laje até 2018. Iniciou como surdista na Turucutá em 2015, tocando por diversos anos. Foi integrante do bloco Não mexe comigo que eu não ando só como surdista desde sua fundação e foi produtora de 2016 a 2018 do coletivo. Em 2019 foi coordenadora e surdista do Bloco Ai que Saudade do meu ex! De 1996 até o momento é proprietária da Evolução Comunicação & Marketing (marca até hoje utilizada) exercendo a função de Direção Geral, Relações Públicas e Produção Cultural. Desde 2010 faz parte da Associação Cultural Povo da Rua. De 2020 até o momento atual trabalha entre os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-10-13
Locais de realização (6)
Chapecó Santa CatarinaCriciúma Santa CatarinaFlorianópolis Santa CatarinaItajaí Santa CatarinaJoinville Santa CatarinaLages Santa Catarina