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O projeto "CEBE em Cena _ Plano Anual 2024" busca fomentar a arte, incentivando a formação de novos talentos e potencializando o acesso democrático, a formação artística e o desenvolvimento cultural por meio de oficinas nas áreas de artes cênicas, expressão corporal, música, artes plásticas e produção cultural, além de apresentações de espetáculos, mostras e exposições como produtos finais.
Cada apresentação terá duração de, em média, 60 minutos, e todas possuirão classificação indicativa livre e audiodescrição quando necessário.
Objetivo Geral: O projeto aqui proposto visa fomentar a arte em Mogi Mirim, incentivar a formação de novos talentos, potencializar o acesso à arte e fortalecer a cultura local, contribuindo efetivamente com a formação de palco e plateia no município de Mogi Mirim, por meio de programa formativo e de produção cultural gratuita. Temos como foco central os 240 jovens, atendidos pelo projeto no período de um ano, dentro de quatro eventos culturais que contemplam diversas linguagens artísticas que se interligam durante os processos de criação e viabiliza o acesso aos diversos interesses artísticos, tais como: espetáculos de teatro, sarau cultural, mostra de talentos e exposição de artes. Com a proposta de consolidar eventos artísticos de qualidade que se tornem tradicionais no município de Mogi Mirim, ao longo dos 12 meses de projeto, os participantes terão a oportunidade de vivenciar a teoria e a prática da construção artística em diferentes linguagens. Espera-se com essas ações, garantir a permanência do desenvolvimento cultural dos atendidos, bem como do município e uma formação de qualidade nas linguagens do Teatro, Expressões Corporais, da Música, Artes Plásticas e Produção Cultural. Objetivos Específicos: Plano Anual: · Atender 240 jovens entre 14 e 20 anos de forma direta; · Oferecer com frequência semanal oficina teatral, oficina de expressão corporal, oficina de música e voz, oficinas de artes plásticas e oficina de produção cultural para produtos finais; · Ofertar passeios culturais para grupo de jovens que participam das oficinas para ampliação de repertorio artístico cultural, bem como valorização de nossa cultura; · Fazer a manutenção do espaço cênico da entidade para melhor atender os artistas em formação, bem como, receber o público com segurança e conforto. Apresentações: · Como produtos finais das oficinas, realizar em um total de 6 sessões as seguintes atividades: Sarau Literário, Espetáculo de Teatro, Exposição Artística, Mostra de Talentos, para aproximadamente 450 pessoas por evento; · Potencializar o acesso aos espaços culturais, ofertando gratuitamente apresentações culturais para a comunidade local.
Segundo dados informados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - IBGE (2019), relacionado ao acesso à cultura: ?A população preta ou parda, se mostrou mais vulnerável em relação ao acesso potencial a equipamentos culturais e meios de comunicação. Conforme a pesquisa, 44% viviam em municípios sem salas de cinema no ano passado, enquanto os brancos eram 34,8%. Também quanto ao acesso a museus há desequilíbrio: 25,4% das pessoas brancas vivem em municípios sem museus, enquanto esta é a realidade de 37,5% da população preta e parda. Nos teatros ou salas de espetáculo eram 35,2% pretos ou pardos ante 25,8% para brancos; quanto a ouvintes de rádios AM ou FM local a diferença é de 20,5% para 16,5% e nos provedores de internet 15,3% ante 14,3%. Pela primeira vez a pesquisa traz o Índice de Preços da Cultura (IPCult), que variou 1,7% de janeiro a dezembro de 2018, ficando abaixo do IPCA (a inflação oficial do país), que subiu 3,8% no mesmo período. O IPCult é um indicador aproximado para medir o custo de vida relacionado a produtos culturais, baseado em itens coletados no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo)?. Esta é uma realidade que se estende a todo o Brasil, inclusive a Mogi Mirim, cidade sede do projeto ?CEBE em Cena?. Apesar de possuir um Centro Cultural, com sala de teatro e sala de oficinas, muito pouco desse espaço é utilizado para a democratização cultural. Os jovens mogimirianos, principalmente nas periferias, são desprovidos de oportunidades de formação artística e acesso à cultura de modo geral, ficando limitados a poucas opções existentes, que abrangem apenas uma parcela desse núcleo. O desafio do CEBE está em contribuir com a mudança cultural local, criando novas oportunidades de participação e protagonismo jovem, facilitando o acesso dessa população à esses espaços, promovendo a conscientização da importância e necessidade de termos uma vida cultura e artisticamente ativa, valorizando-os produtos culturais de quaisquer espécie, sobretudo os nacionais e regionais. Facilitar o acesso ao teatro e às artes em geral, não envolve apenas o possibilitar que mais cidadãos usufruam de um entretenimento saudável. É, sobretudo, ressignificar a arte como umas das principais ferramentas de desenvolvimento sociocultural, impulsionando a construção de um futuro muito mais criativo, crítico e sensível e como consequência, gerando empregos diretos e indiretos à população local. Dentro desta ótica, o CEBE focará sua atuação dentro da proposta apresentada. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A aprovação e viabilização do projeto ?CEBE em Cena _ Plano Bianual 2024 2025? junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje a principal e uma das poucas formas de realização de projetos culturais e manutenção de espaços culturais e fundações sem fins lucrativos no Brasil, através de parcerias com a iniciativa privada. Por meio da Lei Rouanet e suas regulamentações é possível, com essas parcerias, realizar projetos que não visem apenas à finalidade de marketing empresarial, mas também realizar eventos de relevância social, artística e cultural, formativos e acessíveis à população, como o proposto. Além disso, um projeto apresentado por tal entidade como plano anual, que vem se desenvolvendo de forma autônoma há anos e busca crescimento dessa forma, já possui parcerias firmadas e público cativo que dão consistência e credibilidade ao trabalho desenvolvido, valorizando o próprio mecanismo.
[*continuação da Ficha Técnica] Erika Cristina Rosa Assistente Social. Será remunerado pela rubrica correspondente. Graduada em Serviço Social pela Faculdade Santa Lúcia (2018). Trabalha no CEBE desde agosto de 2020 no Serviço de Proteção Básica com jovens em vulnerabilidade social. E a partir de agora apoiará o núcleo Cebe em Cena com ações pontuais e atendimentos individuais aos jovens artistas que apresentarem alguma demanda específica no projeto. Érika também é membro do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA) e do Conselho Municipal da Assistência Social (CMAS), ambos do Município de Mogi Mirim. Por se tratar de um projeto que visa atender, em sua maioria, jovens periféricos que pouco tem acesso ao contexto artístico/cultural e que muito tem acesso à realidades pouco adequadas e seguras para um desenvolvimento permanente e saudável, vamos inserir ao projeto uma assistente social para que esses jovens tenham melhores oportunidades de acessar um desenvolvimento e aproveitamento do conteúdo de maneira única e integral.
Projeto Pedagógico das oficinas: O Projeto pedagógico das oficinas consiste e está pautado na arte-educação enquanto ferramenta de trabalho usando das diferentes linguagens do Teatro, Dança, Música e das Artes Plásticas. Todas as atividades são voltadas para a construção do processo a partir do que o jovem pode-nos oferecer e o quanto podemos provocar mudanças sociais, educativas e culturais através do trabalho com a arte e sobretudo, fomentar a possibilidade de descoberta de novos talentos. Todas as oficinas são conceituadas com o foco no evento da época em que está sendo realizada. Serão quatro eventos que norteiam o andamento das atividades anual: O calendário anual: 1° Semestre: Sarau literário – Com apresentações artísticas, oficinas, premiações para os melhores artistas/escritores, poemas e poesias, feira do livro, exposições, lançamento de livros, autógrafos e declamações. Todas as ações são voltadas para a desenvolvimento da sala de leitura da instituição e valorização da literatura nacional e mundial. Oficinas de Teatro e expressão corporal – Leituras dramáticas, apresentação de clássicos da dramaturgia e montagem coreográfica a partir das obras literárias. Oficinas de Música – musicalização de poemas e poesias. Oficina de Artes Plásticas – cenários e capa de livros. Produção Cultural – apoio constante durante toda a elaboração e execução do evento. Exposição de Artes – A exposição artística sempre será pautada pelas temáticas da cultura nacional e/ou regional como forma de exaltar a importância do folcocle e das artes nacionais a partir de pinturas, esculturas, desenhos, dentre outras técnicas que se façam presente durante o processo. O Cebe apresenta uma enorme preocupação em manter e difundir a cultura nacional como patrimônio imaterial, dessa forma, essa temática será constante em nossas ações, mas não será a única. Oficina de Artes Plásticas – elementos típicos da cultura nacional. 2° Semestre Espetáculo de Teatro – A elaboração do espetáculo se inicia em sala de aula com conversas, experimentações, pesquisas e laboratórios. Assim que conseguimos iniciar um processo mais concreto, passamos a ocupar o Espaço Vivência Realização, local onde temos uma simples indumentária como: palco, som e iluminação, que nos permite minimamente dar vida às nossas criações. Optamos por trabalhar com temáticas educativas dentro dos espetáculos teatrais, como entretenimento para diferentes públicos. Dessa forma, ressaltamos a importância da arte em diversos contextos do desenvolvimento humano. Oficinas de Teatro e Preparação Corporal – Preparação do corpo e voz para a personagem. Oficinas de Música - Preparação musical, sonoplastia, trilhas, efeitos, ambientação, dentre outros. Mostra de Talentos – Evento onde os alunos frequentadores dos projetos ofertados pela entidade, podem mostrar seus talentos artísticos nas diversas áreas: teatro, dança, circo, música, canto etc. Esta ação é organizada pelos alunos a partir da supervisão dos arte-educadores do CEBE. Neste momento os jovens que estão inseridos na oficina de Produção Cultural tomam frente da organização e colocam seus conhecimentos em prática. Oficinas de Teatro e Expressão Corporal – Trabalho voltado para a linguagem artística escolhida. Oficinas de Música – Trabalho voltado para a linguagem artística escolhida. Oficina de Artes Plásticas – Montagem de exposição de trabalho. Oficina de Produção Cultural: Elaboram e concretizam o evento. O conteúdo aplicado nas oficinas: · Oficinas teatrais – Compostas por jogos teatrais, laboratórios de experimentação cênica e criação através de estímulos diversos, pesquisas sobre os questionamentos feitos por temas, preparação vocal, criação da personagem e criação de cenas e preparação e manutenção corporal para atores. Carga Horária: 4 horas semanais. · · Oficinas de música e voz – Compostas por teorias musicais, leitura de partituras simplificadas, canto, pesquisa das manifestações musicais de suas épocas referenciadas aos temas, construção da sonoplastia dos espetáculos. Carga Horária: 2 horas semanais. · Oficinas de Artes plásticas - compostas por práticas artísticas voltadas para desenhos, esculturas, pintura e construção de cenários para atender a demanda dos eventos, bem como a exposição anual proposta. · Ensaio dos espetáculos e eventos – Atividades e preparação, ensaios para os eventos que vão acontecer durante o ano do projeto. Os ensaios são com a direção do espetáculo, a junção das linguagens exploradas pelas outras oficinas, criação de cenas, reflexões conduzidas pela direção dos eventos. · Oficinas de produção – Compostas por espaço permanente de aprendizados em produção artística, para atender os eventos e ações do projeto. O CEBE conta com diversas ações culturais que norteiam nosso calendário anual, disseminando cultura nas mais diversas linguagens como Teatro, Literatura, Música, Dança, Artes Plásticas, dentre outros. Contamos com eventos tradicionais onde conquistamos a cada ano um público composto por integrantes de todas as idades e partes de Mogi Mirim de forma gratuita. Este conjunto de iniciativas culturais chamamos de “CEBE em Cena”. Temos capacidade para atender a 240 jovens/ano de forma direta, participando das atividades e de forma indireta, uma média de 450 pessoas por evento interno (dados de 2022) como fomentação de público.
Como projeto social, a OSC CEBE desenvolve diversas ações voltadas ao incentivo da interação, da aceitação e do respeito para com a diversidade, para que nossos jovens possam desenvolver valores de coletividade. Asseguramos que em todo o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterão informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas. Plano Anual: Acessibilidade física: As salas de aulas e os arte-educadores do CEBE estão preparados para receber alunos com mobilidade reduzida ou deficiências físicas, que venham a participar das atividades de preparação dos espetáculos e dos eventos. Item de adequação para acessibilidade na planilha orçamentária. Acessibilidade auditiva: No que se refere a pessoas com deficiência auditiva, contamos com uma educadora e atriz que é interprete de LIBRAS. Acessibilidade visual: Como forma de acessibilizar os conteúdos a pessoas com deficiência visual, contaremos com audiodescrição em nossos materiais artístico/pedagógicos e demais ferramentas. Item de audiodescrição na planilha orçamentária. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso à arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto no 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto, toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo a essas pessoas para terem acesso ao projeto. Apresentações: Acessibilidade física: Em relação ao espaço das apresentações - “Espaço Vivencias” -, onde são realizados inúmeros eventos, já temos estabelecidos os alvarás de funcionamento do Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Leis de Acessibilidade do Município. Acessibilidade auditiva: No que se refere a pessoas com deficiência auditiva, contamos com uma educadora e atriz que é interprete de LIBRAS, sendo que a mesma estuda os textos dos espetáculos para realizar sua interpretação nesta linguagem. Item de intérprete de LIBRAS na planilha orçamentária. Acessibilidade visual: Como medida de acessibilidade a pessoas com deficiência visual, o roteiro e sinopses, além de detalhes como nome das músicas, autores, instrumentos utilizados, cenários e nome dos artistas serão anunciados oralmente. Além disso, de início, será descrito oralmente o ambiente de circulação dos eventos, com detalhes sobre corredores, assentos, palco e saídas de emergência. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Para as apresentações serão oferecidos convites a instituições que atendem e amparam esse público. Além disso, a comunicação também será pensada para melhor atender esse perfil. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao público encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utilização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura.
O projeto viabilizará 100% das vagas gratuitamente a seus usuários/beneficiários. O Projeto ?CEBE em Cena – Plano Bianual 2024 2025?, na sua fase de inscrição, faz visitas a escolas estaduais e municipais, para poder atingir e recrutar para participação no Projeto, jovens da comunidade mogimiriana. A divulgação é feita também pelas redes sociais e imprensa local. As apresentações são realizadas dentro do espaço da entidade e são capazes de atingir todas as regiões e classes sociais da comunidade, fortalecendo o ?CEBE em Cena? e a OSC como um ponto de cultura local. Para as apresentações dos espetáculos e eventos, que serão 100% gratuitos, será feita uma programação de agendamento de escolas e OSCs que atuam com diferentes grupos de pessoas, além da divulgação para toda a comunidade. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso IV do artigo 28 da IN nº 01/2023 do MinC, a saber: IV – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal.
· CEBE: Proponente, espaço de realização, coordenação, gestão do processo decisório e administração do projeto – currículo completo em anexo. Não será remunerado pelo projeto. Aldo Delfino: Preparação vocal e musical. Será remunerado pela rubrica correspondente. Graduado em Pedagogia, com formação em música na família do metais e percussão brasileira, atualmente desenvolve trabalho no ensino formal com Educação Musical no COC – Mogi Mirim e com arte –educação em música no CEBE para os Projeto CEBE em Cena e Além do Horizonte. Atuou como coordenador cultural do Projeto ICA entre os anos de 2002 a 2009, também responsável por várias bandas marciais em sua carreira profissional. Natália Valéria: Preparação teatral e corporal para atores e direção geral. Será remunerado pela rubrica correspondente. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Marketing – Unip / 2011 - Extensão em Arte-educação (UNICAMP – 2015), Técnico em Administração de Empresas (CEGEP – 2006); Professora de Comunicação Empresarial, Educação Social e produção Cultural no Centro de Educação Profissional (CEBE) em Mogi Mirim; Professora de Arte Educação para docentes da rede municipal de ensino da cidade de Itapira; Intérprete e professora de Libras da ABTEM – Associação Beneficente – Mogi Mirim; Atriz e Produtora Cultural na (Vidraça Cia de Teatro – Mogi Mirim) Desenvolve projetos nas áreas de Cultura e Comunicação Social; Com participação em vinte e nove espetáculos profissionais e amadores, entre os trabalhos, dois espetáculos que viram teses de mestrados e uma de doutorado na área de artes cênicas apresentadas na (UNICAMP- Campinas). Produção e atuação em quatro curtas-metragens e um longa metragem; Curadoria do Festival de Cinema de Campinas / SP de 2010 a 2012, e também do 1°, 2°, 3°, 4° e 6º Festival de Cinema de Mogi Mirim – SP Acumulando Trinta e dois prêmios em teatro e cinema por diversos festivais do Estado de São Paulo como (Mapa Cultural, Festival Nacional de Mogi das Cruzes, PAC – Programa de Ação Cultural e FRINGE nível Nacional. Ludmila Fontoura: Produção Cultural (professora/instrutora). Será remunerado pela rubrica correspondente. Ludmila Fontoura é graduada em Comunicação Social, com ênfase em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, a PUC-CAMP. Possui curso superior de História e também Pós-Graduação em História Social pelas Faculdades Integradas Maria Imaculada, as FIMI, de Mogi Guaçu. Além disso, é professora estudante de Artes e também de Sociologia. Professora do Centro de Especialização e Base Educacional – CEBE, da Etec Pedro Ferreira Alves e do Governo do Estado de São Paulo. No CEBE, além das aulas, Ludmila auxilia na produção, execução e prestação de contas dos eventos culturais e institucionais. Danielle Pulz: Preparação artes plásticas. Será remunerado pela rubrica correspondente. Graduada em Ciências Contábeis – Unip Campinas – SP. Arte educadora, Artista Plástica e Produtora Cultural. Oficinas e cursos ministrados - De 2022 a atualmente Ministra oficinas de Artes Visuais no Cebe no Projeto Além do Horizonte; - Des 2022 a atualmente Ministra oficinas de Desenho Artístico pela prefeitura de Mogi Mirim no Centro Cultural e no Pontinho de Cultura; -2022 Ministrou oficinas de Teatro e Grafite para crianças no CCI; - 2020 a 2021 Atuou como atriz, roteirista e produtora cultural no projeto teatral "Ocupando a Rua" com o espetáculo "A Nova Ordem" que foi contemplado pelo Programa de Qualificação em Artes; -2019 Ministrou aulas de Teatro para adultos no Centro Cultural de Mogi Mirim pelo Grupo Imagem Pública-ME; onde se produziu o espetáculo infantil "Zé na Estrada" que foi contemplado pelo Programa de Qualificação em Artes; -2014 a 2021: Ministrou aulas na Fundação Casa de Mogi Mirim nas linguagens de Teatro e Artes Plásticas (desenho artístico, pintura em tela, escultura e grafite) pela Ong Cedap de Campinas; - 2018 Ministrou aulas de teatro infantil na escola Primeiros Passos em Mogi Mirim; -2014 a 2016 Ministrou aulas de Teatro no Centro Cultural de Mogi Mirim para adolescentes pelo Grupo Imagem Pública-ME; -2014 Ministrou oficina de Iniciação Teatral pelo projeto Mais Cultura nas Escolas, do Ministério da Educação em parceria com Ministério da Cultura, na Escola Estadual Benedita Nair Xavier Vedovello, em Mogi Guaçu/SP para crianças e adolescentes; -2012 a 2016 Ministrou aulas no Centro Comunitário Badi de Artes Plásticas (desenho artístico, Pintura em tela e Grafite para crianças; -2012 Ministrou oficina de desenho e pintura em tela para menores cumprindo medidas sócio educativas - pelo Centro Comunitário Badi; -2010 Workshop de Máscaras feitas em gesso - Fundação Casa de Conchal SP; -2009 Workshop de Máscaras da Commedia Dell Arte na instituição ICA – Mogi Mirim/SP; -2006 a 2008 Ministrou oficinas de Teatro pela Banda Lyra Mogimiriana em escolas da rede pública; Principais Cursos e Oficinas -2022 O grupo teatral no qual pertence foi selecionado para o Programa de Qualificação em Artes e como resultado de pesquisa criamos o espetáculo " Nós na Rua"; -2021 O grupo no qual pertence foi selecionado para o Programa de Qualificação em Artes e como resultado de pesquisa atuou e ajudou como roteirista do espetáculo " Nova Ordem"; -2019 Workshop construção de Bonecos para teatro– Com Daniel Meirelles na sede do Cedap em Campinas /SP; -2018 Workshop sobre Teatro Visual e Processos do espetáculo ‘Translucido” oferecido pela Cia Talagadá – Teatro de Formas Animadas de Itapira/SP; -2018 Participou do Seminário na Ação Educativa no dia 27 de julho formação conjunta do CEDAP com CENPEC e Ação educativa, que são as OSCs que desenvolvem as ações de Arte e Cultura nas regionais próximas à capital, sobre Arte e Cultura em espaços de privação de liberdade; -2017 Introdução a Manipulação Direta oferecido pela Cia Talagadá – Teatro de Formas Animadas de Itapira/SP; -2008 Oficina de Captação de Recursos e leis de incentivo a cultura (lei Rounet) com a produtora cultural Rita Boccato – 20 horas pelas oficinas Carlos Gomes; - 2006 a 2009 Curso de “Desenho e Pintura e Técnicas Mistas” na Escola de desenho DESENHARTE. -2006 Oficina de “Construção e Elaboração de Cenário Teatral” pelas Oficinas Culturais Carlos Gomes de Campinas, no Centro Cultural Lauro Monteiro de Carvalho e Silva. -2005 Oficina de “Mascaras de Gesso e Pinturas mistas” pelas Oficinas Culturais Carlos Gomes de Campinas, no Centro Cultural Lauro Monteiro de Carvalho e Silva. -2003 – Oficina de Construção de Cenário e maquetes cênicas, pelo Centro Cultural Lauro Monteiro de Carvalho e Silva. -2002 a 2004 – Oficina de Pintura em Tela (Óleo, Acrílica e Tecido) pelo Centro Cultural Lauro Monteiro de Carvalho e Silva. Principais Projetos -2022 Projeto Baú de Histórias como atriz selecionado pelo Renovias, onde apresenta em mais de 20 cidades do interior de São Paulo, totalizando 84 apresentações; -2018 Membro do Conselho Municipal de Cultura Biênio de 2018 a 2020 Representando a área do Teatro; -2018 Produtora executiva no Projeto “ Arte Urbana” pelo Proac ICMS do Estado de São Paulo; -2017 Proponente do Projeto “Interferência” Proac ICMS 23403 Publicado no DOE 30/06/2017 Executivo I pg 50; - 2005 Idealizadora e pertencente da Produtora Cultural e Teatral Imagem Pública LTDA-ME; - 2008 a 2012 Coordenadora da Sede Imagem Pública de 2009 a 2012; - 2011 a 2013 Membro do Conselho de Cultura de Mogi Mirim representante da área de Artes plásticas; - 2011 a 2013 Membro do Faic (Fundo de Amparo e Incentivo Cultural de Mogi Mirim); [*continuação da Ficha Técnica em 'outras informações']
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.