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PRONAC 234359ArquivadoMecenato

AS CORES DE OXUM-FOCO FORÇA E FÉ!

grupo cultural,recreativo e carnavalesco bloco afro okanbi
Solicitado
R$ 566,0 mil
Aprovado
R$ 566,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfile escolas de samba ou festivos car musicais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2023-12-01
Término
2024-03-13
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Projeto artistico e cultural para desfile do Bloco Afro Ókánbí no carnaval de Salvador / 2024, dias 12 de fevereiro no contra fluxo do circuito Osmar com 1000 integrantes e 13 de fevereiro no circuito Batatinha com 500 participantes, juntando as cores consagradas para a Dinvidade Oxum pela Fé da matriz africana com a Força dos Tambores tendo como atração o percussionista baiano e Mestre de Cultura Ijexá certificado pelo Ministério da Cultura Jorjão Bafafé e as Bandas Ókánbí Afro Pop e Deusas do Ókánbi, além de um Abre Alas com 70 mulheres 600 dançarinos trio carreta e carro alegórico na segunda feira, e 300 dançarinos 30 clarins e 70 tambores, na terça-feira no circuito Batatinha.

Sinopse

As Cores de Oxum. Foco Força e Fé! é um projeto artístico e cultural cujo FOCO é a FÉ do povo negro nas cores da Divindade Oxum em especial as cores amarelo, dourado e branco, unidas à FORÇA dos tambores, dança e canto da matriz africana realizando no carnaval 2024, em Salvador, 01 grande desfile na segunda feira ,no contra fluxo do circuito Osmar, com 1000 integrantes tendo como atração o percussionista baiano e Mestre de Cultura Ijexá certificado pelo Ministerio da Cultura Jorjão Bafafé e as Bandas Ókánbí Afro Pop e Deusas do Ókánbí. com 600 dançarinos trio carreta e carro alegórico. O projeto inclui também também a realizaçã de um desfile na terça-feira, dia 13/02 no Circuito Batatinha com 300 dançarinos 30 clarins e 70 tambores, apresentando nos dois dias uma Ala performática com 70 mulheres fazendo o Abre Alas do desfile.Os desfiles nesse contexto vão destacar as cores amarelo-ouro/ dourado /rosa e azul escuro ,mas terão FOCO principal no amarelo-ouro e dourado tendo em vista que essas são as mais celebradas para Oxum em Salvador. Os elementos do tema, portanto, serão apresentados enquanto símbolos de afirmação, fé, força, e resistência da cultura dematriz africana, no carnaval de Salvador. Na segunda feira, o desfile vai compor a programação do circuito Osmar/ Campo Grande fazendo o percurso no contra fluxo Praça da Sé/Campo Grande com 1.000 participantes. Além do trio carreta com as atrações musicais o desfile nesse dia inclui também 01 carro Alegórico transportando 12 mulheres entre as mais idosas pertencentes ao Abre Alas As Mulheres de Oxum, e/ou com dificuldades para acompanhar os 08 quilômetros de desfile garantindo a acessibilidade. Além disso, 600 dançarinos e 04 destaques femininos serão distribuídos em 10 alas dança, executando coreografias que se identificam com o toque afro cubano, ritmo exclusivo do bloco, idealizado pelo percussionista baiano Jorjão Bafafé, e que hoje caracteriza o trabalho rítmico dos tambores bloco. Na Terça- feira, acontece o cortejo cultual desfilando com uma bateria percussiva composta por 60 percussionistas conduzidos pelo Mestre Bafafé juntamente com 04 monitores e mini trio levando a ala de canto do bloco formada por 02 cantores e 06 idosas da ala As mulheres de Oxum terndo em vista que a estrutura do circuito não comporta trio ou mais de um equipamento motorizado. Além disso, 350 dançarinos serão distribuídos em 10 alas dança, executando coreografias que se identificam com o toque afro cubano idealizado pelo Mestre Bafafé, e que hoje caracteriza o trabalho rítmico do bloco. Nos dois dias de defsfile o tema vai mobilizar 10 alas de dança performáticas e/ou coreográficas chamando a atenção do publico para as cores de Oxum enquanto símbolo de ancestralidade , resistência e consciência da contemporneidade e enquanto um importante simbolo de Fé para a religiosidade do povo negro em sua ancestralidade Do ponto de vista da plasticidade, os desfiles vão chamar a atenção por conta de muitos adereços de mão, cabeça e pescoço, além de muitos buzios, palhas da costa ,tecido e paetês dourados entre outros materiais afins, fazendo interagir o tradicional e o contemporâneo através do canto (repertório); da música (ritmo); dança (coreografias)e figurino(cores e adereços) associando esses elementos às cores, e ao brilho que identificam a beleza e o mistério da Rainha Mãe Oxum na cultura afro baiana. Por outro lado, chama a atenção também a a Ala performatica As Mulheres de Oxum com 70 mulherers vestidas com as trajes afro contemporâneos e afro tradicionais( nas cores da religiosidade de Oxum (amarelo, dourado ,rosa e azul turquecomopor as alas do tema,a saber:alas de afoxé/ capoeira/ dança afro/ puxada de rede e dança diversas e variadas em especial a ala das mulheres de Oxum esa) com torços dourados e mais as alas de dança mistas com 60 dançarinos cada. o ponto de vista da plasticidade, os desfiles vão chamar a atenção por conta de muitos adereços de mão, cabeça e pescoço, além de muitos buzios, palhas da costa ,tecido e paetês dourados entre outros materiais afins, fazendo interagir o tradicional e o contemporâneo através do canto (repertório); da música (ritmo); dança (coreografias)e figurino(cores e adereços) associando esses elementos às cores, e ao brilho que identificam a beleza e o mistério da Rainha Mãe Oxum na cultura afro baiana. Por outro lado, chama a atenção também a a Ala performatica As Mulheres de Oxum com 70 mulherers vestidas com as trajes afro contemporâneos e afro tradicionais( nas cores da religiosidade de Oxum (amarelo, dourado ,rosa e azul turque compondo o desfile juntamente com outras alas do tema. Do ponto de vista da estetica afro musical, o ritmo afro cubano de Bafafé será o grande diferencial trabalhando uma abordagem ritimica que une a percussão Ijexá a outras altenativas sonoras da musica afro com muito samba , samba reggae hip hop 1. ESTRUTURA DO DESFILE Dias de desfile: 02 dias Datas do desfile: 12/02 (Segunda ) e 13/02(Terça ) /2024 Circuito: Osmar (Segunda ) no contrafluxo) Batatinha (Terça ) Centro Histórico Local de saída :Terminal da Praça da Sé (Segunda ) Viaduto da Sé na terça feira Percurso Segunda / Contra fluxo) Praça da Sé/ Castro Alves/ Carlos Gomes/ Campo Grande/ Avenida7/ DesarmeNa Praça Castro Alv Terça /Batatinha Praça da Sé/ Castro Alves/ Carlos Gomes/ Campo Grande/ Avenida7 Trio Carreta no Contra fluxo Número de integrantes: 1.000 no contra fluxo(incluindo as alas de dança) 500 no Centro Histórico Atração na segunda-feira JorjãoBafafé e Banda Deusas do Ókanbi e convidados Atração na terçaJorjão Bafafé e Banda Ókánbí Afro Pop

Objetivos

OBJETIVO GERAL Desfilar no carnaval 2024 com o tema As Cores de Oxum- Foco Força e Fé dando seguimento á missão do bloco de reviver no carnaval de Salvador símbolos importantes para a resistência manutenção e valorização da cultura afro-brasileira buscando inclusao para o povo preto na festa momesca através da arte e cultura negra e firmar-se enquanto legítimo herdeiro do legado da cultura de matriz africana · OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Buscar inclusão no carnaval de Salvador e valorização para os fazedores da arte e das manifestações da cultura de matriz africana no circuito Osmar/Campo Grande no carnaval 2024 em Salvador desfilando na segunda feira dia 12 de fevereiro com 600 dançarinos , trio carreta e um abre alas de 70 mulheres tendo como atração o percussionista e Mestre de Cultura Ijexá Jorjão Bafafé e as bandas Ókánbí Afro Pop e Deusas do Ókánbí 2. Contribuir para o fortalecimento desenvolvimento e valorização dos circuito Batatinha e do fazedores da arte e das manifestações da cultura de matriz africana no carnaval de Salvador em 2024 desfilando no circuito na terça feira dia 13 de fevereiro com 300 dançarinos tendo como atração o percussionista Jorjão Bafafé e a Banda Ókánbí Afro Pop com 60 tambores. 3. Festejar a ancestralidade africana no carnaval de Salvador contribuindo através do tema proposto para o desenvolvimento do turismo étnico musical e cênico da região e apresentando-se entre as alternativas capazes de impactar positivamente a economia local

Justificativa

Desfilar no carnaval de Salvador com uma temática que tem Foco na manifestação do orgulho da Fé da nossa ancestralidade associada ao nosso talento nato de tocar dançar e cantar é uma alternativa para chamar a atenção para a nossa importância na formação da cultura de nosso Pais. Por outro lado, é importante entendermos que as Tradições de Matriz Africana não são apenas religião e que elas representam todo um complexo cultural carregado de axiomas e axiologias que criam e recriam a civilização africana nas Américas e, em nosso caso, no Brasil. O nosso tema une a ancestralidade representada pelas cores consagradas à Oxum enquanto divindade, à manifestação da resistência dos tambores, do canto e da dança praticada na Bahia reafirmada pelo seu uso enquanto elementos da identidade negra africana e brasileira, símbolos da nossa cultura , das nossas crenças e, principalmente, da valorização da beleza da nossa música, da nossa cultura e da nossa arte tão negadas, e até mesmo invisibilizadas para não atribuir veracidade ao que a história e a atual conjuntura nos mostram . Nesse contexto, o carnaval de matriz africana em Salvador como em todo o Brasil funciona como um instrumento importante para a autoestima da população negra por incentivar a pratica de manifestações afro culturais tradicionais e contemporâneas e possibilitar inclusão artístico social, econômico e cultural, oportunizando a realização de espetáculos e apresentações diferenciadas . Esse , inclusive, é um motivo para que grupos de matriz africanas reconheçam a importância do programa de Incentivo Fiscal do Ministério da Cultura enquanto um dos principais instrumentos para concretizar ações para seus projetos de uma forma mais imparcial e democrática No Brasil, sabemos que o preconceito com a matriz africana é uma triste realidade que nos leva a enfrentar uma grande batalha contra o racismo estrutural de nossa sociedade e sentir uma enorme necessidade de cantar, tocar e dançar para manifestarmos a nossa ancestralidade e buscarmos empoderamento. Em entrevista para Agência de Notícias Ciência e Cultura, a sacerdotisa africana Adedoyin Faniyi, que também é bacharel em Artes pela Universidade de Ilorin, afirmou ser muito dificil lidar com a desvalorização que as pessoas fazem dos conhecimentos da matriz africana dificultando o compartilhamento do nossos saberes. Responsáveis pelo resgate e valorização da história e da cultura de matriz africana, os blocos afro em Salvador, também apresentam um forte viés político ao assumir a luta contra o racismo e em defesa da igualdade e da afirmação da identidade negra. Em especial quando se trata da inclusão artística sócio cultural negada ao povo negro em determinados segmentos como o carnaval, uma festa que se auto intitula democrática mas que nega ao povo preto das comunidades periféricas o direito de se incluir devido ao alto custo dos blocos e camarotes carnavalescos O bloco afro Ókánbí, há décadas vem trabalhando em diversas comunidades de Salvador no sentido de mudar essa realidade perversa, oferecendo no carnaval um modelo de desfile de inclusão para que o povo preto possa sentir a emoção do pertencimento à folia carnavalesca, em consonância com o objetivo maior das políticas públicas defendidas por órgãos governamentais.Para nós do Bloco Afro Ókánbí torna-se necessário abrir o leque de ferramentas que possibilitem valorizar os diversos aspectos da nossa matriz africana. Para finalizar reinteramos que para nós do Bloco Afro Ókánbí torna-se necessário abrir o leque de ferramentas que nos possibilitam valorizar os diversos aspectos da nossa matriz africana. Ee no caso do nosso projeto em 2024 essa valorização será alcançada em especial pelas cores, a beleza e o brilho da junção do amarelo com o dourado aliadas ao toque canto e dança que traduzem o encantamento da Deusa Mãe Oxum, dona do amarelo e dourado que estarão presentes quase que absolutamente em nossas alas

Estratégia de execução

As cores de Oxum são o dourado, AMARELO-OURO, ROSA e o Azul Escuro, conforme a Divindade se manifesta no candomblé ou na ubanda,mas o mais comum em Salvador é o Amarelo-Ouro e o Dourado, cores que irão predominar nas alas apreesentadas pelo desfile Ø PÚBLICO ALVO O publico alvo do projeto é, sem duvidas, o povo negro de Salvador, em sua maioria jovens afrodescendentes carentes de ações inclusivas no carnaval de Salvador, com idade entre 16 a 29 anos, frequentadores , em sua maioria, das atividades do ponto de cultura do Bloco. Comunidades populares e quilombolas da Região Metropolitana de Salvador também constituem o foco do projeto, bem como turistas, visitantes da cidade, integrantes de movimentos afro-culturais e pessoas interessadas e simpatizantes do trabalho artístico e cultural que o Bloco Ókánbí desenvolve no carnaval de Salvador. Ø EXPECTATIVA DE PÚBLICO Público Direto: Cerca de 1.000 pessoas da comunidade negra interessadas na manifestação da cultura de matriz africana em Salvador, integrantes de alas de dança contratadas, músicos, associados , convidados e prestadores de serviços. Publico Indireto: mais de 5.000 pessoas, considerando-se foliões e turistas que frequentam o carnaval de Salvador e pessoas que assistem transmissão pela TV, em especial a TVE, que vem registrando a passagem do bloco nos últimos anos. EMPREGOS DIRETOS E INDIRETOS: Mais que um bloco carnavalesco, Ókánbí é um bloco de exibição artística que desfila as manifestações afro culturais no carnaval de Salvador gerando com isso, e por isso, oportunidades de trabalho e alternativa de renda para centenas de jovens e adultos afrodescendentes, sendo: Ø Empregos Diretos: Mais de 500 pessoas considerando-se os percussionistas e cantores da banda, no total de 25 integrantes, alas de dança , equipes de produção, filmagem e fotografia , além dos artistas convidados. Ø Empregos Indiretos: Estima-se gerar mais de 100 empregos indiretos a partir da contratação de prestadores de serviços em diversas áreas, em especial 150 cordeiros , além de técnicos de som, equipe de panfletagem, entre outros, representado centenas de oportunidade de renda nos dois dias de desfile do bloco. 02 musicas irão caracterizar musicalmentea tematica durante os desfiles sendo elas: 1. TERREIRO DE JAGUN composição em ritmo percussivo aguerée com letra musica de autoria do percussionista, Jorjão Bafafé, cantor , compositor e Mestre de Cultura Ijexá reconhecido pelo Ministerio da Cultura através 02 editais Mestre de Cultura Popular TERREIRO DE JAGUM A composição Terreiro de jagum é uma composição em ritmo percussivo aguerée com letra musica de autoria do percussionista, Jorjão Bafafé, cantor , compositor e Mestre de Cultura Ijexá reconhecido pelo Ministerio da Cultura através 02 editais Mestre de Cultura Popular GALO COROCO! NO TEREIRO DE JAGUM AMALA DE XANGO NA CUMIEIRA CHAME A YABA CHAME A YOLORIXA PRA SAUDAR, SALUBA! A ORIXA DAS AGUAS, LILI NASCEU NO RIO NIGER ONDE OS SEIOS DE OXUM ORAYEYEÔ! PRO MUNDO DERAMOU EMFEITA SEUS FILHOS COM BRONZE NO FUNDO DO MAR, GERANDO RIQUEZA MAE PLENA DA SABEDORIA YEÉ! GRACIOSA MULHER EREKEKE, ERUMAR EREKEKE, ERUMAR! EREKEKE, ERUMAR! O toque afro cubano, ritmo idealizado pelo percussionista baiano Jorjão Bafafé.... 2. É D’oxum (autor: Gerônimo Santana) Nessa cidade todo mundo é d'Oxum Homem, menino, menina, mulher Toda essa gente irradia magia Presente na água doce Presente na água salgada E toda cidade brilha ! Seja tenente oufilho de pescador Ou um importante desembargador Se der presente é tudo uma coisa só A força que mora n'água Não faz distinção de cor E toda cidade é d'Oxum É d'Oxum É d'Oxum É d'Oxum Quem somos? o Bloco Afro Ókánbí é uma instituição cultural criada no Engenho Velho de Brotas fundada há mais de 30 anos, em 23 de julho de 1982 pelo percussionista baiano e Mestre de Cultura Jorjão Bafafé.Hoje somos também Ponto de Cultura Afro-brasileira tendo como Mestre e principal orientador cultural o percussionista e Jorjão Bafafé.Nosso grupo realizou sua primeira atividade em 1893, desfilando como Afoxé no carnaval de Salvador com o tema Omô Obá Ókánbí ( filhos do Rei Ókánbí , na língua Yorubá) manifestando uma musicalidade e indumentária inspirada nos terreiros afro-brasileiros. Gerando uma identidade musical para o Bloco, o nosso ritmo AFRO CUBANO mistura a percussão cubana e a salsa latina com batida das escolas de samba e células percussivas afro-baianas como o Ijexá, samba, samba duro, samba de caboclo e samba reggae, resultando em um som afro mais contemporâneo. Enquanto ponto de cultura, o Ókánbí desenvolvemos uma serie de atividades com crianças e jovens da comunidade e áreas em torno, através de projetos artísticos e culturais como : Ø Caminhada cultural pelas ruas do bairro no mês de novembro para comemorar a Consciência Negra; Ø Ensaios com a BandaÓkanbí Afro Pop nas praças do Pelourinho nos meses de janeiro/fevereiro para divulgação do ritmo afro cubano com alas de dança e artistas convidados ligados à da musica africana; No carnaval 2012 no trio do bloco, a Band a Ókánbí Afro Pop comandada por Jorjão Bafafé se juntou às vozesde Ellen Oléria, considerada a grande revelação da musica negra brasiliense e GOG, representante do RAP nacional, além da poesia de Nelson Maca, um dos mais importantes representantes do movimento poético do hip-hop baiano. Em 2013 repetiu a dose apresentando em seu trio uma das grandes vozes femininas da musica negra da Bahia, a cantora Márcia Short, na segunda-feira e a grande revelação negranacional, a cantora Ellen Oléria, vencedora do The Voice Brasil, na terça fei O primeiro desfile do Okanbí foi em 1983, com o tema "Ômo Obá Okanbi", expressãoiorubá que significa "Filho do Rei Ókánbí". Em 1983, o Okanbí ganhou o troféu Momo 83, com a composição "Barca Ijexá", melhor música do Carnaval daquele ano e que até hoje é conhecida como o hino do bloco. De 1984 até 1996, o bloco parou de desfilar por falta de recursos,retornando aos desfiles em 1997, na Lavagem do Porto da Barra. Em 1998, o Okanbí se tornou um bloco afro e passou a desfilar no Campo Grande. Em 2004, o bloco iniciou o projeto Tocando os Corações, com oficinas de percussão e dança afro para crianças de escolas municipais do bairro . Hoje, reconhecido como Ponto de Cultura afro-brasileira na comunidade, o Bloco Afro Ókánbí desenvolve um trabalho de grande reconhecimento no segmento afro-descendente de Salvador, tendo implentado recentemente no bairro, uma Central de Inclusão Digital onde desenvolve oficinas de inclusão digital com atividades gratuitas de Iniciação em Informática para crianças de 07 a 14 anos e de Informática Básica para jovens e adultos da comunidade. A incursão do Ókánbí em atividades comunitárias já se tornou uma rotina, a partir da seu reconhecimento como Ponto de Cultura Afrobrasileira, o que veio fortalecer a entidade, no sentido de preservar as raízes e as tradições culturais do bairro e dos afro descendentes que vivem em Salvador. Através do projeto Tambores do Engenho atua na comunidade de forma permanente, contando com apoio da Secretaria de Cultura do Estado (SECULT-BA) e do Programa Mais Cultura do Ministério da Cultura Como Ponto de Cultura vem realizando na comunidade um trabalho sócio-cultural e artístico de grande importância para o resgate das tradições culturais dos seus moradores, a maioria deles descendentes de escravos, fator que em muito contribui para que o bairro, reconhecidamente se revele um autêntico quilombo urbano e um dos mais autênticos e espontâneos caldeirões da cultura de matriz africana em Salvador. Através dos projetos sociais que desenvolve, o Ókánbi oferece também expectativas de opção de trabalho, de geração de renda e de exercício da cidadania para centenas de jovens do local, e seu entorno, que vivem em situação de desvantagem social. .

Especificação técnica

ESTRUTURA DO DESFILE · Dias de desfile: 01 dia · Datas do desfile: 12/02 (Segunda ) Circuitos:Osmar no contrafluxo sentido Praça da Sé/ Campo Grande · Local de saída :Terminal da Praça da Sé · Percurso Praça da Sé/ PraçaCastro Alves/ Carlos Gomes/ Campo Grande/ Av 7 · Desarme Na Praça Castro Alves · Trio Carreta · Número de integrantes: · 1.000 incluindo as alas DE DANÇA com 600 dançarinos / · Atração JorjãoBafafé e bandas ókanbí Afro pop e Deusas do Ókanbi incluindo ABRE ALAS DE 70 MULHERES E CARRO ALEGÓRICO CircuitoBatatinha/Centro Histórico · Local de saída :Viaduto da Sé · Percurso Viaduto / Praça Municipal da Sé/Viaduto da Sé · Desarme Viaduto da Sé · Número de integrantes: 500 incluindo as alas DE Dança com 300 dançarinos / ABRE ALAS DE 70 MULHERES · JorjãoBafafé e Banda Ókánbí Percussiva com 60 tambores

Acessibilidade

Inserir as formas de acessibilidade que serão adotadas no local de realização do projeto para inclusão e atendimento de pessoas idosas e portadores de deficiência, em referência ao art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e artigos 25, 26 e 27 da Instrução Normativa n° 1, de 24 de junho de 2013. Manual do Proponente – Incentivo fiscal a projetos culturais Coordenação de Admissibilidade de Propostas 10 Exemplo: Tendo em vista que o carnaval de salvador é um evento de rua e portanto, publico o desfile programados pelo projeto As Cores de Oxum ocorrerá em ruas e avenidas em atendimento às medidas e normas impostas pelo Prefeitura de Salvador na condição de promotora e responsavel pela foliamomesma da nossa cidade. No entanto, o Bloco Okánbí irá adotar as seguintes medidas isoladas enquanto proponente ·1. Prioridade na acessibilidade aos sanitários do trio monitorado por um monitor especifico 2. Disponibilização de monitores para auxiliar portadores de necessidades físicas e idosos durante o desfile acompanhando-os e assistindo-os e na locomoção dentro do bloco sempre que for necessário e/ou solicitado. 3. Priorização das vagas no carro alegorico do bloco exclusivo para 10 mulheres idosas integrantes do abre alas Mulheres de Oxum e/ou pessoas com dificuldad de mobilidade

Democratização do acesso

Por ser um bloco essencialmente cultural e de exibição artística que divulga a nossa matriz africana, o Bloco Ókánbí não cobra fantasia, investindo um significaTIVO quantitativo de recursos na contratação de músicos e alas de dança formadas por grupos que desenvolvem trabalhos de capacitação artística e cultural em suas comunidades, no sentido de cumprir com sua missão de que cultura não se vende, se transfere O PROJETO VAI PRODUZIR como produto do desfile principal 1.200 KITS DE FANTASIAS que serão distribuídos obedecendo ao seguintes planejamento 1. 600 kits fantasias masculina e/ou femininas para distribuição gratuitaaos para as alas contratadas 2. 600 Kits de fantasias masculina e/ou femininas para distribuição gratuita para o publico de associados e outros com o seguinte planejamento: Ø 20 kits para convidados e diretoria do bloco Ø 20 kits para patrocinadores, participantes de programas de intercâmbio cultural, músicos convidados, pesquisadores da cultura negra e simpatizantes do trabalho artístico-cultural do bloco; Ø 20 kits para divulgação/imprensa e outros Ø 450 Kits para distribuição gratuita a grupos culturais de comunidades quilombolas através de Pontos de Cultura parceiros do Ponto de Cultura do Bloco; integrantes da comunidade do bairro de Engenho Velho de Brotas e de outras comunidades populares interessadas ; adultos e jovens com idade a partir dos 16 anos, participantes das atividades do Ponto de Cultura do bloco. Ø 60 kits para idosos de diversas comunidades da periferia de Salvador, distribuídos através de critérios e cadastramento adotados pelas próprias comunidades beneficiadas. Ø 30 kits para compor a resenva técnica do bloco ação sujeita à aprovação do Ministério da Cultura

Ficha técnica

Enquanto instiuição cultural e pessoa juridica , o B loco Afro Ókánbí atuará no projeto atraves do seu dirigente legal , que responderá pela Coordenação Geral do projeto responsabiluzanso-se pela contratação dos serviços e dos profissionais ;locação de equipamentos e de espaços e atividades de divulgação e afins. Sendo assim, apresenta-se para o projeto a seguinte equipe tecnica com respectivos funções e curriculos resumidos, conforme solicitado. 1. Coordenação Geral e Produção Cultural Maria José Barbosa dos Santos-( Zezé Barbosa) Mulher Negra/ Jornalista e Produtora Cultural com Registro Profissional: DRT Ba. No. 1395. Ex- integrante da Diretoria da Agência Afro-Latina e Euro Americana de Informação –ALAI, com sede em Salvador, onde ocupou o cargo de Coordenadora de Projetos, tendo produzido a edição franco brasileira da revista Destine de L'Áfrique, lançada na Bahia em maio/2009.Atualmente coordena o Projeto Tambores do Engenho através do qual desenvolve as ações culturais do Ponto de Cultura Afrobrasileira criado pelo Bloco Ókánbí na comunidade em 2008 .Mais recentemente, atuou como Coordenadora Geral dos Projetos Baianas de Acarajé em Foco e A Mulher Negra na Capoeira, atraves dos editais Bahia Década Afrodescendente-2019 e 2020 Na condição de jornalista cultural, desempenhou funções também na Universidade Estadual da Bahia- UNEB, onde criou e coordenou, de 2002 a 2006, o Núcleo de Comunicação e Marketing da Pró- Reitoria de Extensão da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) onde, entre outras atividades, criou e editou o Boletim Informativo Proex em Ação. 2. Jorge Sacramento de Santana - Coordenação Artistica e CulturalA Referência cultural dos saberes da ancestralidade africana na Bahia , cantor ,compositor, percussionista, e Mestre de Cultura Ijexá certificado pelo Ministerio da Cultura e Fundação Gregório de Mattos da Prefeitura Municipal de Salvador Nascido na comunidade afrodescendente do Engenho Velho de Brotas, bairro negro soteropolitano onde pulsa tambores, atabaques e muito barravento, o Mestre Bafafé nasceu no Terreiro de Jagum, de onde é Ogan, e lá aprendeu a tocar percussão, ainda aos 8 anos de idade, com os alabês. Hoje, aos 71 anos de idade, é Ogan do Terreiro de Jagun, Ilê sagrado por muito tempo liderado por sua avó a Ialorixá Maria Amélia do Sacramento.Registrando em sua carreira passagens pelo grupo Araketu do qual foi um dos fundadores, tem tournes registradas com Jimmy CliF, Margareth Menezes e Lazzo, estando entre os grandes ícones da percussão da música preta baiana. Além de ter sido o criador, em 1982, do Bloco Afro Ókánbí, ele desenvolve desde jovem trabalhos sociais junto ao povo preto, ensinando toques e ritmos que os Orixás lhe permitiram aprender. Um dos fundadores do Afoxé Badauê, participou do Araketu e criou, em 1982, o Bloco Ókánb. Profundo conhecedor dos ritmos de matriz africana, este mestre da percussão tocou por todo o mundo com grandes nomes da música, Jorjão Bafafé e apresenta-se como referência para os jovens da comunidade do Engenho Velho de Brotas, onde sua história e seus ensinamentos estimulam o surgimento de novos talentos, . 3. Eliete dos Santos Miranda Função : Coordenação Coreografica das Alas. Mulher Negra/Bailarina /Coreógrfa /Preparadora Corporal e Cênica /Atriz e Membro do Comitê Internacional de Dança Eliete Miranda desenvolve seu trabalho de dança afro e preparação corporal há 35 anos. Nascida em Salvador-Ba. Formada em Dança tem especialização em Psicomotricidade pelo Centro de Desenvolvimento do Homem.Coordenou o grupo de dança das Yaôs e é uma das precursoras do Bando de Teatro Olodum na Bahia. Foi Diretora Artística da Escola de Música e Percussão Didá, coreógrafa de diversos blocos afros de Salvador e Vice-Coordenadora da Pastoral da Mulher Marginalizada. No Rio de Janeiro, ministrouoficinas de dança afro no Centro Cultural José Bonifácio, Teatro Carlos Gomes, UERJ,FACHA e UnATI. Por quatro anos consecutivos (1984 a 1987) foi convidada a realizaroficinas de dança no Festival Latino-Americano de Arte e Cultura, realizado na UNB, emBrasília, se tornando referência em Dança Afro no Rio de Janeiro e Brasil. Seus projetoscomo Corpafro, Corpo Preto movimento e outros, ministram oficinas em toda a cidade, esuas apresentações abrilhantam grandes eventos culturais. Em 2019 foi convidada para aCongresso Internacional de Dança, na Grécia. 4. Coordenação de Figurino e Adereços - Anislton Almeida Nascimento (Anilton Dask ) Doutor Honoris Causa e Ex- modelo, figurinista, coreógrafo e artesão Anilton Dask atua ultimamente em Salvador em diversas áreas artisticas, ministrando inclusive cursos para modelos negros. Integrando no momento a equipe de instrutores do SESC, onde ministra aulas de corte e costura para um grupo de senhoras, foi em 2006, responsável pela formação da primeira turma da Oficna de Formação de Modelos e Manequins Negros do Bloco Afro Ókánbí, tendo inclusive produzido com enorme sucesso, o desfile de encerramento da oficina, no TeatroSESC/ Pelourinho. Especializado em pintura em tecido, customização e montagem de roupas e pedrarias, assinou o figurino da cantora Alcione, quando da apresentação da cantora nas casas de Show Wetin Wild e Megashow, em 2006. Com um trabalho essencialmente voltado para a cultura afro, ministra cursos e palestras para oficinas de artesanato afro e adereços afro. . No carnaval 2007, passou a assinar o figurino do bloco Ókánbí , juntamente com a jornalista Zezé Barbosa e no carnaval 2008 integrou-se também às atividades coreográficas do bloco, introduzindo a idéia do carro afro- vip, recepcionado por um grupo de jovens modelos negros formados pelas primeira e segunda turmas da Oficina de Modelos e Manequins Negros do Bloco.O seu trabalho mais recente no Bloco Afro okanbi aconteceu em pleno periodo da Pandemia do covid 19 quando ministrou uma oficina de custromisação dee camisetas para um grupo de 30 mulheres do Projeto A Mulher negra da Capoeira produzindo com ela cerca de 60 peçAS E realizando com elas uma exposição viva paraencerramento dos trababalhos

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.