| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07237373000120 | BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 56,0 mil |
Circulação do Espetáculo Teatral "Memorias de Terra e Água" com 10 apresentações em 4 estados do Nordeste.
O Espetáculo Memórias de Terra e Água é um solo do ator, cantor e diretor paraibano André Morais. É um trabalho que aprofunda a intensa pesquisa do ator na união da palavra com a música em cena. Contos do celebrado escritor moçambicano são entrelaçados numa dramaturgia teatral envolvida por canções em línguas africanas, pela sonoridade dos tambores tocados ao vivo e pela entrega do ator à prosa poética e ao canto ancestral. Um espetáculo sobre natureza e finitude. Desejo, ímpeto de vida e morte. Um menino narra as desventuras de sua mãe, se esvaindo em dor pela partida do pai. Um pescador veleja pelas águas divinas do rio de sua própria vida. Uma mulher sofre na condição de uma relação violenta. Deus, materializado em pássaro, sobrevoa essas histórias envolvidas pela inevitável ancestralidade que guia todo o universo.
Objetivo GeralProduzir uma temporada de 10 apresentações do espetáculo teatral Memórias de Terra e Água, baseado na obra do escritor moçambicano Mia Couto, nos centros cultural do Banco do Nordeste, nas cidades de Sousa-PB, Fortaleza-CE e Juazeiro-CE, além de contemplar as cidades de Recife-PE e Natal-RN. Objetivo específico- Democratizar o acesso ao eventos culturais, com entrada franca em todas as apresentações do espetáculo durante a turnê.- Proporcionar ao público a experiência teatral de uma obra, com intensa pesquisa e aprofundamento de linguagem.- Trazer à cena cultural das cidades a prosa poética do escritor Mia Couto, autor importante na construção da ponte entre África e Brasil.- Levar ao público a experiência de um espetáculo comprometido com a forte união entre teatro e música.- Conduzir o espetador pela musicalidade das canções em línguas africanas e pela sonoridade dos tambores, das percussões e do canto executados ao vivo, entrelaçados com a prosa poética do autor.- Apresentar às cidades o trabalho de um ator, diretor e músico nordestino com 20 anos de história na cena cultural do Nordeste.- Mostrar ao meio cultural da cidade e ao público interessado o trabalho cênico da experiente diretora e atriz gaúcha, radicada na Paraíba, Lúcia Serpa.
Memórias de Terra e Água é um espetáculo que surgiu a partir do processo de luto do autor da dramaturgia, André Morais. Após perder o seu pai assassinado e ver a sua mãe esvaziar a casa de sua infância, resolveu usar o espaço afetivo da morada vazia como ambiente de criação. Envolvido pelas paredes da casa, começou a construir um processo criativo que ainda não havia desejo de ser teatro, mas um experimento através da dor da ausência. Durante esse processo, revisitou a obra de Mia Couto, que há tempos fazia parte de suas leituras. Foi quando se deparou com um conto chamado INUNDAÇÃO: a história do luto de uma mãe, pela partida do marido, narrada pelo filho, dentro de uma casa inundada por suas lágrimas. A sincronicidade foi uma provocação forte para começar dali uma dramaturgia que se uniria à sua história e às suas experimentações como ator. Desse primeiro conto, surgiram outros. Histórias eram entrelaçadas como um memorial afetivo, um bordado de personagens. A busca pela sua própria ancestralidade, vinda da descendência negra de seu pai, e impulsionada pela África que guia a obra de Mia Couto, foi o que conduziu todo processo. A partir disso, surgiu o desejo de trazer a sonoridade dos tambores para a cena e de canções em línguas africanas, unidas à história, dando continuidade ao seu aprofundamento na pesquisa da linguagem do teatro com a música. O projeto se enquadra no sétimo inciso do Art. 1º da Lei 8313/91 - VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Vivenciado todo esse processo íntimo e solitário, surgem dois artistas importantíssimos na construção desse trabalho. Primeiramente, a diretora, doutora em artes cênicas Lúcia Serpa, que chegou para dividir a direção cênica com o autor. Com seus mais de 30 anos dedicados ao ofício, trouxe para o processo sua experiência e atenta observação, aparando as arestas e o conduzindo para territórios mais amplos, além das suas memórias. Logo depois, se uniu ao processo o diretor musical Victor Figueiredo. Criador de toda a sonoridade, executada ao vivo, sua presença se tornou potencializadora emocional da prosa poética de Mia Couto, envolvidas pela sua voz e presença.André Morais relata aqui seu processo, no desejo de reverberar artisticamente a sua história, atravessada pela obra de Mia Couto, pela busca da sua ancestralidade e pelo encontro com os seus parceiros artistas. E com isso cumpre-se o Art. 3° da Lei 8313/91. Inciso II - e) Realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Produzir uma temporada de 10 apresentações do espetáculo teatral Memórias de Terra e Água, baseado na obra do escritor moçambicano Mia Couto, nos centros cultural do Banco do Nordeste, nas cidades de Soua-PB, Fortaleza-CE e Juazeiro-CE, além de contemplar as cidades de Recife-PE e Natal-RN. As apresentações acontecerão de forma gratuita. Divulgação: Assessoria de ImprensaSocial MediaBannerFolder e Programa Mídias Radiofônica - Entrevistas Mídias espontânea - Veiculação na internet em sites especializados.Redes Sociais - Impulsinamento
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os teatros a serem escolhidos para a realização do espetáculo teatral, produto principal deste projeto, deverão obrigatoriamente possuir as melhores condições de segurança e autonomia em suas dependências para atender ao maior número possível de pessoas, a fim de oferecer atenção especial a todos aqueles que possuem mobilidade reduzida ou quaisquer outras deficiências físicas e aos idosos. Declaramos, com isso, que os espaços a serem selecionados deverão possuir entre outros quesitos: Rampas de acesso para cadeirantes, corrimão, banheiros para deficientes, poltronas para pessoas acima do peso, além de todo e qualquer outro benefício para atender de forma responsável aos portadores de qualquer deficiência e aos idosos em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, e nos termos do art. 23 da lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, Item da planilha orçamentária: PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não está previsto, dado que já existe Acessibilidade nos locais de execução do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: para deficientes visuais: disponibilização de acompanhante que narre e descreva o ambiente, relate a sinopse e o evento. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Previsto no item “Assistente de produção” ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: disponibilização de intérprete de Libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Previsto no item “Intérprete de libras” . ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Apresentação do espetáculo, com devido agendamento, em horário diferenciado, para atender o público em questão, com acompanhamento e monitoria de equipe especializada. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Previsto no item Assistente de Produção.
Cumprindo a Instrução Normativa Instrução Normativa MINC nº 1, de 10 de abril de 2023 projeto irá assegurar plenamente a ampliação de acesso aos produtos, bens e serviços culturais; as apresentações do Espetáculo Teatral “Memorias de Terra e Água” acontecerão de forma totalmente gratuita e composta de 10 apresentações em 5 locais distintos; A proposta irá adotar como medidas de ação complementares de ampliação de acesso conforme IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.
Luz e Mistério Produções (Ex- Alarido Produções) - ProponenteFunção: Administrador do Projeto. Luz & Mistério é uma produtora cultural fundada em agosto de 2014 e tem como gestor o ator, diretor e músico paraibano André Morais. A empresa já abre suas atividades carregada de toda a experiência de Morais nas áreas de teatro, cinema e música. No teatro, é responsável pela produção de espetáculos que circularam por todo país, como a montagem de Diário de Um louco, baseada no célebre conto do escritor ucraniano Nicolai Gogol. A peça ficou por 12 anos em turnês e temporadas. Circulou por mais de 60 cidades do país, dentro do projeto Palco Giratório do Sesc Nacional, além de ter sido vencedora dos prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Ator e Melhor Música Original no Festival de Teatro de Guaramiranga |CE. Também no currículo estão o musical Bruta Flor, uma montagem com um ator e três músicos em cena e a peça O Último Édipo, baseado do clássico de Sófocles. Atualmente, a produtora foca nas ações do espetáculo 'Memórias de Terra e Água', baseado na obra do célebre escritor moçambicano Mia Couto, que iniciou sua temporada em meados de 2019. Na música, a produtora é responsável pelas ações de gravação, divulgação e turnê de lançamento do álbum musical Dilacerado, de André Morais, eleito um dos 100 melhores discos nacionais lançados em 2015, segundo o site Jardim Elétrico. O disco teve as participações da cantora Elza Soares e do percussionista pernambucano Naná Vasconcelos. No cinema, é produtora do longa-metragem REBENTO, com direção e roteiro de André Morais. Lançado em 2018, o filme percorreu festivais pelo país e pelo mundo, angariando 27 prêmios nacionais e internacionais, incluindo o Golden Sparrow de Melhor Filme e Melhor Atriz no Diorama International Film Festival,Nova Delhi, Índia, 2019, o Prêmio Especial do Júri no Los Angeles Brazilian Film Festival 2019, e os Prêmios de Melhor Filme no FestCine Pedra Azul / Espírito Santo, no Festival de Cinema de Caruaru / PE, no Festival Internacional de Cinema Independente em São Paulo e no Festival de Cinema de Carpina / PE. Atualmente, a empresa está em fase de pós-produção do longa-metragem MALAIKA, projeto aprovado no Prêmio Walfredo Rodriguez para Produção de Longas-metragens Inéditos no estado da Paraíba, além de ter sido um dos projetos selecionados para o Brasil Cine Mundi, importante evento de mercado internacional promovido pela Universo Produções André MoraisFunção: Diretor Geral, Ator André Morais é um artista múltiplo. Sua obra passeia com naturalidade pelo teatro, pelo cinema e pela música.É ator, cineasta e roteirista paraibano. Seu primeiro filme como realizador, o curta-metragem ALMA, participou de mais de 20 festivais no Brasil e no exterior. O filme venceu o prêmio de Melhor Curta no Festival Latino-Americano de Toronto no Canadá e o prêmio do Ministério da Educação de Melhor Filme Universitário. Seu 1º longa-metragem como autor e diretor, REBENTO, estreou em janeiro de 2018, na seleção oficial da Mostra de Cinema de Tiradentes e foi vencedor de 27 prêmios nacionais e internacionais, entre eles o Prêmio de Melhor Filme Internacional no Diorama Film Festival em Nova Dehli, na Índia, o Prêmio Especial do Júri no Los Angeles Brazilian Film Festival e o prêmio de Melhor Diretor Estreante no Oniros Film Awards em Aosta, Itália. Nesse momento, está em fase de pré-produção do seu 2º longa, Malaika. Como ator no audiovisual, é protagonista do curta PRANTO de Jaime Guimarães, no qual venceu os prêmios de Melhor Ator em sete festivais nacionais, incluindo o 15º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, o 12º Curta Taquary | PE e o 13º Comunicurtas. NO TEATROViajou pelas cinco regiões do país, em mais de 60 cidades, como ator e criador do monólogo Diário de um Louco, baseado no conto russo de Nicolai Gogol. Com 20 anos de trajetória nos palcos, já viveu personagens como Édipo, de Sófocles, Macbeth, de Shakespeare e o Severino do Morte e Vida Severina de João Cabral de Melo Neto. LUMINA CULTURAL Função: Produção Executiva / ProduçãoNina Rosa e Metilde Alves, proprietárias da Lúmina Produções Cinematográfica LTDA(Lúmina Cultural), são Produtoras culturais e Pedagogas, desde sempre mantiveram vínculo com a cultura e na década de 1990 começaram o trabalho de produção. Produziram Shows de Lulih e Lucina nas Casas de Cultura de São Paulo, em diversos Bairros e no Centro Cultural São Paulo; Eudes Fraga no SESC Pompéia no Projeto “Prata da casa” e em diversas unidades do projeto “Arte na Rua” - PMSP/SP; Alzira Espíndola no Villággio Café; Grupo Senzalas, no SESC Interlagos e Pompéia (SP); Jane Duboc, Arismar do Espírito Santo, Chico César e Eudes Fraga em Macapá (AP). Em 2008, criaram e realizaram o “Salão Nordeste – Congresso Internacional de Dança” – Recife (PE). Desde 2011 desenvolvem as funções de Produtoras executivas, Elaboração e Gestão de projetos e Gerenciamento administrativo do Grupo de Teatro Lavoura, com a administração de projetos culturais realizaram o acompanhamento, gestão financeira e prestação de contas, por 3 anos na Lei Rouanet (Lei de Incentivo à Cultura) do Projeto Interatos- Mostra e Formação Permanente em Teatro, Dança e Circo e do Projeto Orquestra nos Bairros da Orquestra Sinfônica da Paraíba. Direção de Produção na MIT/2015. Em 2017 foram realizadoras da MARTE – Mostra de Artes Teatrais Integradas que teve financiamento do Programa de Apoio a Festivais de Teatro e dança da CEF. Em 2014 começaram a desenvolver projetos audiovisuais, destaque para a Produção Executiva dos seguintes projetos: 2020 – Curtas-Metragens: - “Animais na Pista”, do Diretor Otto Cabral, que tem o financiamento Ancine / FSA / Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa e do CTAV; - “Pedras”, do Diretor Caio Bernardo; - “A Treta”, dos Diretores Ian Abé e Rodolpho de Barros; Longas-metragens: - “Corpo da Paz”, do Diretor Torquato Joel, que tem o financiamento do Ancine/FSA / Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa e do CTAV; - “O Braço”, do Diretor Ian Abé, aguardando repasse do Governo Federal - Ancine/FSA; 2014/2019 – Longas-metragens: “Rebento” de André Morais, ganhador de prêmios em festivais nacionais e Internacionais; - “O Seu Amor de Volta (Mesmo que ele não Queira)” de Bertand Lira - Consultoria em Liberação de Direitos Autorias de Trilha Sonora; - “Ambiente Familiar”, do Diretor Torquato Joel, que tem o financiamento Ancine / FSA / Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa; Curtas-metragens: - “A Ética das Hienas", do Diretor Rodolpho de Barros, ganhador de prêmios em festivais nacionais e Internacionais; - “Aponta Pra Fé”, de Kalyne Almeida e Renata Costa - Produção Executiva de Pós Produção. Lúcia SerpaFunção: Diretora Cênica Bacharel em Interpretação Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), participou de grupos de teatro em Porto Alegre e São Paulo, e de espetáculos premiados como Bailei na Curva, do grupo Do Jeito Que Dá, Crônica da Cidade Pequena e Império da Cobiça, do grupo Tear, O Menor Espetáculo da Terra, do grupo Cem Modos, e O pequeno mago, do grupo XPTO. Na área de Teatro-Educação, ministrou cursos e oficinas de teatro, inicialmente como bolsista da UFRGS, em parceria com a Secretaria de Educação e Cultura de Porto Alegre e FUNARTE; em projetos junto à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo; e no Estado da Paraíba, onde reside atualmente. Foi professora da Escola Livre de Teatro em Santo André (SP) e da Escola-Teatro Célia Helena (SP). De 2001 a 2003, foi professora substituta no Departamento de Artes da UFPB, assumindo a condição de efetiva a partir de 2008, no Curso de Teatro do Departamento de Artes Cênicas, da mesma instituição, onde leciona e desenvolve pesquisa, preferencialmente na área de Teatro-Educação. Mestre em educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação, da UFPB, defendeu, em 2006, dissertação intitulada Teatro e conscientização: um olhar sobre o movimento Bailei na Curva (1982-1985). Como coordenadora do curso de Licenciatura em Teatro e do Grupo de Pesquisa Teatro na Educação, linha Teatro e formação de professores e membro do NDE (Núcleo Docente Estruturante) participou da criação dos PPCs dos cursos de Bacharelado em Teatro, Licenciatura em Teatro e Licenciatura em Dança - cursos que compõem o Departamento de Artes Cênicas da UFPB. Atualmente é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas na ECA - USP, pesquisando o Teatro no Antigo Egito, com orientação da Prof. Dra. Maria Thais Lima Santos. Victor FigueirêdoFunção: Diretor Musical / Músicista É um multiartista paraibano com carreira consolidada como percussionista erudito e popular. Ele também é compositor, cantor e produtor cultural. Como cantor, faz uma mistura de coco e rap para falar da cidade de João Pessoa. Como compositor de música instrumental, seus trabalhos recentes foram direcionados para a trilha sonora do espetáculo teatral ‘Memórias de Terra e Água’, do ator e diretor André Morais, baseado em contos do escritor moçambicano Mia Couto. A produção também foi para os músicos da OSMJP na série de vídeos ‘Um Minuto Maestro’. As ações são interpretadas por músicos como Wellinton de Lima, João Johnson dos Anjos, Cyntia Ladislau e Yanaina Campos.Ele também tem trabalhos realizados com grupos de música de câmara como o GrupoCâmena, Orquestra de Metais Nordeste-UFPB e Grupo de Percussão da UFPB, Mosayco Flamenco, Angá, Banda Dois Africanos, Alma y Pasion, Tango e Yamaka. Fabiano Diniz Função: Lighting Designer / IluminadorPossui graduação em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Federal da Paraíba (1994). com Especialização em Língua, Linguagem e Literatura pelo CINTEP-PB, Mestrado em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba, Diretor de Iluminação da Superintendência de Comunicação Social da Universidade Federal da Paraíba, Lighting Designer com ênfase em Iluminação Cênica. Músico Compositor com ênfase em criação de trilhas sonoras para teatro e vídeo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.