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PRONAC 234376Autorizada a captação total dos recursosMecenato

III MOSTRA INTERNACIONAL DE MÚSICA NAS MISSÕES

INSTITUTO PELA PRODUCAO, EMPREGO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL IPED
Solicitado
R$ 553,4 mil
Aprovado
R$ 553,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2023-11-01
Término
2026-10-10
Locais de realização (1)
São Miguel das Missões Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto em tela visa a realização da III Mostra Internacional de Música nas Missões, tendo como local o Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, com apresentações gratuítas de música instrumental e artes cênicas. O evento promoverá a inclusão dos indígenas da aldeia Tekoa koeju- índios guaranis, que comporão a grade de programação.

Sinopse

Produto: Mostra Internacional de música - Apresentação musical do coral indígena Guarani de Tekoa Koenju. Classificação etária: Livre - Apresentação musical da Orquestra VOE Classificação etária: Livre - Apresentação musical de Gabriel Sevalge e orquestra Classificação etária: Livre - Apresentação musical do Grupo Gospel Classificação etária: Livre - Apresentação musical de Daniel Guedes e banda Classificação etária: Livre - Apresentação musical de Shana Müller e banda Classificação etária: Livre - Apresentação musical da Orquestra de violões de Santa Rosa Classificação etária: Livre - Apresentação musical da Família Guedes Classificação etária: Livre - Apresentação musical de Nino Zannoni e grupo Pulso Livre Classificação etária: Livre - Apresentação musical de Elton Saldanha Classificação etária: Livre

Objetivos

Objetivo Geral - Promover a formação de plateia e a democratização da música instrumental na região das Missões (RS). Público estimado: 3.000 pessoas Classificação: Livre Objetivos Específicos - 10 apresentações musicais O aferimento de resultados será realizado pelo quantitativo de público presente nas apresentações.

Justificativa

A formação de público para as diversas manifestações de arte passa pela oferta de oportunidades ao acesso às mesmas, democratizando-as e intercambiando gêneros. A música instrumental a pouco tempo no Brasil era tida como aquela pertencente a elite cultural e, logo, distante da população e das cidades pequenas. A mudança deste quadro de exclusão passa por processos de democratização de acesso promovido pela política nacional de cultura. Assim a apreciação desse gênero ganhou novos públicos e fomentou o surgimento de muitas orquestras, tanto do ponto de vista de projetos sócios culturais quanto de músicos profissionais. De igual forma o reconhecimento de culturas populares, como a indígena, ascendeu a condição de reconhecimento e difusão, possibilitando que a musicalidade das tribos extrapolasse seu território. A III Mostra Internacional de Música das Missões caminha para a consolidação do evento que promove intercâmbios culturais, o acesso regional à música instrumental, formação de plateia, oportunidade das orquestras e grupos culturais locais de difundirem sua arte, coadunando com os pressupostos da 8.313/91 e do Plano Nacional de Cultura. Por estes motivos, justifica-se a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para o financiamento do projeto. Abaixo seguem os incisos do Art. 1o da lei que se enquadram o projeto: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Para facilitar o acesso, todos os ingressos serão gratuitos. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Todos os profissionais de produção serão residentes do Rio Grande do Sul, estimulando a produção cultural local. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Nosso projeto possui a difusão da música regional como um pilar principal, valorizando a música autoral e seus criadores. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Os grupos indígenas são talvez o maior grupo formador da sociedade cultural brasileira. E deles teremos uma apresentação incluída no projeto. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; O projeto visa desenvolver a consciência das variadas vertentes culturais presentes nas apresentações. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A música é um bem cultural universal. Além disso, a presença dos grupos indígenas locais traz a formação e complementação cultural ao público. Com isso, visamos alcançar os seguintes objetivos do Art. 3o da lei: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Teremos 12 apresentações em 3 dias da mostra internacional de música nas missões. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Todos os ingressos serão gratuitos.

Estratégia de execução

* Já foram realizadas duas edições do evento conforme a seguir: I Mostra internacional de Música nas Missões de 09 a 13 de dezembro de 2014, em Santo Ângelo e São Miguel das Missões – RS, com público estimado em 60 mil pessoas. II Mostra Internacional de Música nas Missões de 5 a 13 de dezembro 2015, em Santo Ângelo e São Miguel das Missões - RS, com público estimado em 120 mil pessoas.

Especificação técnica

Produto: Mostra Internacional de música - Apresentação do coral indígena Guarani de Tekoa Koenju: 30 minutos - Apresentação da Orquestra VOE: 75 minutos. - Apresentação Gabriel Sevalge e orquestra: 90 minutos - Apresentação Grupo Gospel: 60 minutos - Apresentação Daniel Guedes e banda: 90 minutos - Apresentação Shana Müller e banda: 90 minutos - Apresentação Orquestra de violão de Santa Rosa: 75 minutos. - Apresentação Família Guedes: 90 minutos. - Apresentação Nino Zannoni e grupo Pulso Livre: 90 minutos. - Apresentação Elton Saldanha: 90 minutos. Contaremos com a seguinte disposição de apresentações: - 2 apresentações com música coral; - 2 apresentações de música instrumental; - 6 apresentações de música regional gaúcha; As duas apresentações de música instrumental serão voltadas para um repertório nativista gaúcho e utilizando diversos estilos musicais como valsa, polca, milonga e chamamé que são componentes fundamentais da música nativista gaúcha. As outras 6 apresentações de música regional são todas com artistas consolidados no cenário gaúcho de música nativista e trabalham exclusivamente este repertório.

Acessibilidade

Produto: Apresentações Musicais ACESSIBILIDADE FÍSICA: Como as apresentações serão em locais ao ar livre, teremos a garantia da livre cirucalação e banheiros especiais para pessoas com limitações físicas. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Como o espetáculo será puramente musical e não teremos nenhum tipo de interação visual significativa para a fruição do espetáculo, não se aplica a necessidade de audiodescrição para PcD visual. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Contaremos com um intérprete de libras em todas as apresentações do projeto.

Democratização do acesso

Seguiremos os seguintes incisos da I.N. 01/23: Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; Todos os ingressos serão gratuitos. II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Todos os ingressos serão gratuitos. III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Todos os ingressos serão gratuitos. IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Todos os ingressos serão gratuitos. Em complemento, serão adotadas as seguintes medidas nos incisos do Art. 28 da I.N. 01/23: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Serão disponibilizados na internet registros audiovisuais dos espetáculos. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Será garantida a possibilidade de captação e veiculação das atividades por redes de televisão e outros meios de comunicação gratuitas.

Ficha técnica

Márcia Sachet (coordenação Geral) Atuação em projetos de abrangência nacional, assessoramento técnico, juridico e administrativo aos diversos projetos desenvolvidos pelo Instituto Marca Brasil, e IPED em atuação direta com os respectivos gestores, com foco no apoio para a concretização das ações, buscando agilidade e fluidez nas atividades inerentes aos mesmos. Atualmente é Diretora Administrativa Financeira do Instituto Marca Brasil e do IPED onde desenvolve a gestão eficaz das atividades relacionadas a Orçamento, Finanças e Administração Geral, através da movimentação adequada de recursos no planejamento, na aplicação e no atendimento a investimentos e despesas da Organização. Contribui para o crescimento e a sustentabilidade da Organização, buscando recursos junto a órgãos fiananciadores em nível local, nacional e internacional. Destacam-se como experiências de sucesso: Portal de Hospedagem, Projeto de promoção do CADASTUR, Gestão dos 65 Destinos Indutores, Viaja Mais Melhor Idade Hospedagem, Rede de Cooperação em Roteirização II Edição, Economia da Experiência II Edição, Desenvolvimento Turísticos de Minas Gerais, Turismo Rural do Rio Grande do Sul, Capacitação em Planejamento Turístico em Porto Alegre (DPM), Seminário Imagem do Brasil e a Promoção Turística Internacional, Programa Trilha Jovem e Projeto Tour da Experiência Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. Histórico Profissional Cursando o sétimo semestre de Ciências Jurídicas e Sociais na Unissinos, com experiência em assessoramento técnico e jurídico no terceirosetor (ONGs, OSCIPs e Fundações), adquirida em empresa de prestação de serviços de porte nacional, responsável pelo assessoramento administrativo, participação em eventos, implantação de rede de comercialização, e acompanhamento orçamentário. A profissional atuou entre 2001 a 2005, na empresa Office Marketing onde prestava serviços de planejamento e logística, promoções e capacitação para o SEBRAE/RS. Em novembro de 2006, começou a atuar como Assessora de Projetos no Instituto Marca Brasil onde acompanhou o desenvolvimento das atividades dos projetos por meio de instrumentos como cronogramas ou outros e tomar as devidas ações para adequação diante de possíveis desvios em conjunto com o respectivo gestor, disponibilizava as informações necessárias a todos os envolvidos nos projetos, sejam consultores externos, fornecedores ou parceiros, por meio eletrônico ou físico a fim de permitir o bom andamento das atividades, se fazer presente nos projetos a fim de prestar o suporte necessário aos envolvidos, como assessoria técnica e apoio na execução de subprojetos, tomando as decisões necessárias sempre com o consenso do gestor e/ou Diretoria, assessorava o gestor e/ou Diretoria nas negociações com parceiros, fornecedores e clientes, priorizando situações ganha para ambos os lados, elaborar apresentações contendo as informações de relevância para os projetos, como resultados, obtidos, custos envolvidos, perspectivas de desenvolvimento, entre outras, a fim de subsidiar a Diretoria com dados para as tomadas de decisão e auxiliar na organização de eventos relacionados aos projetos. Atualmente é Diretora Administrativa Financeira do IPED e do Instituto Marca Brasil, onde começou a desenvolver este cargo em 2008, responsável por dirigir e supervisionar as atividades de controladoria do IMB, observando princípios legais, políticas e diretrizes adotadas, para definir formas de controle orçamentário, contábil e financeiro adequadas à estratégia dos negócios a serem realizados, analisar, orientar e divulgar dados referentes à posição financeira da Organização, através da emissão de relatórios, demonstrando quantitativa e qualitativamente o ingresso de receitas, despesas, aplicações, resgates e outros, gerir e acompanhar a entrada, saída e disponibilidade de recursos nas contas da IMB, para subsidiar orçamentos e programações e realizar auditorias especificas para apurar possíveis irregularidades contábeis ou procedimentos internos inadequados, certificando-se da real situação patrimonial, econômica e financeira para as tomadas decisões, visando a melhorar a produtividade do trabalho e a qualidade e serviço. Atua desde 2008, como assessora técnica e jurídica peloCATH- Centro de Cultura e Aperfeiçoamento de Talentos Humanos, Rio Quente - Goiás.Em sua gestão, o Instituto Marca Brasil foi premiado como Empresa Socialmente Responsável da América Latina 2011 e 2012 e foi vencedor do Prêmio Ulysses da OMT (Organização Mundial de Turismo) 2012, na categoria Inovação em Organizações Não-Governamentais, em função do projeto Tour da Experiência "Brasil: As cidades de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo". Atua desde 2012, como Diretora/Administrativo Financeiro no IPED - Instituto pela produção, emprego e Desenvolvimento Social. Elizeu Luiz Ferro - (Captação de recursos e coordenação de produção) Produtor cultural, graduado em Direito, pós em Marketing Estratégico. Elaboração de projetos e captação - Fenasoja; Musicanto Sul Americano de Nativismo; Encontro Estadual de Hortigranjeiros (Santa Rosa); Expomauá (Porto Mauá); Ficat (Tuparendi); Feintech (Horizontina);; organização de feiras e eventos culturais; elaboração de projetos Rouanet, LIC RS e Siconv. - Produção executiva - Livro "Soja 80 anos de Produção no Brasil/Livro e songbook Luiz Carlos Borges edital Natura/ Livro a Suinocultura no Brasil;"Horizontina 50 anos de história" - Produção executiva turnê circo Universo Casuo/Shows Paralamas do Sucesso em Santa Rosa, Chapecó, Marau; - Produção executiva projetos rouanet - Orquestra Municipal de Teutônia/Luiz Carlos Borges/Renato Borghetti/CTG Carreteiros do Horizonte/Musicanto Sulamericano de Nativismo; Pablo Muniz Silva (produção executiva) Produtor e organizador de eventos há 20 anosEventos - organização Abertura oficial da colheita do arroz 2002 - organização e produção Fenaoeste 2008/ 2018 - produção cultural Exposam santo Antônio das missões 2014 - Gerência operacional maori Beach club Xangrilá 2015- produção cultural expofrederico 2014- Frederico Westphalen- produção cultural kuchendest 2014 rolante . RS- gerência operacional festa do Pinhão 2019- lages , SC- organização de estruturas e pessoal de acessos e financeiro cais folia 2018/2019/2020. Henrique Amado (produção musical) Iniciou seus estudos aos 12 anos na Escola Municipal de música sob a instrução de José Ananias. Em 2010 se formou Bacharel em Música com Habilitação em Flauta pela UNESP, sob instrução de Jean Noel Saghaard. Participou de inúmeros cursos e festivais no Brasil, Alemanha e Holanda. Já foi músico de inúmeras orquestras jovens como a Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônia Jovem do Estado de São Paulo, entre outras. Já atuou como flautista em vários musicais como O Rei e Eu, O Rei Leão, My Fairy Lady, Wicked, Les Miserables, entre outros. Também possui grande experiência em ópera por ter sido membro da Companhia de Ópera Curta por 10 anos e flautista/piccolista da Orquestra do Theatro São Pedro em SP. Como solista, já se apresentou a frente de diversas orquestras. No ano de 2017, assumiu o cargo de flautista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Em 2018, participou como diretor musical residente do espetáculo Harry Potter In Concert. No ano de 2023, foi diretor musical residente dos shows de Bruce Dinckinson em SP, RJ e Curitiba. Coral Indígena Guarani da Aldeia de Tekoa koenju - Atração Musical Folclórica local https://www.youtube.com/watch?v=i1310DUJBAA Daniel Torres e Banda - Apresentação musical Daniel Torres, consagrado músico gaúcho, conhecido por suas músicas que misturam diversos ritmos latino-americanos, o cantor Daniel Torres não tem medo de ser rotulado como "nativista". Para ele, o que importa é que a música seja feita com qualidade e que chegue ao povo. Cantor premiado em inúmeros festivais nativistas de Porto Alegre nos últimos 20 anos, Daniel Torres lança CD ao vivo, no repertório traz 13 grandes clássicos da música latina, entre tangos, chamamés e boleros, de autores argentinos, paraguaios e uruguaios. Destacam-se as faixas "Yolanda", com a participação especial de Enzo e Rodrigo Munari, "Por una Cabeza" com Doli Costa e "Mercedita" com Luis Carlos Borges. Quem assina a produção é Aguinaldo Paz. Daniel Torres, pode ser considerado um representante do Mercosul, filho de pai chileno e mãe argentina, nasceu num circo, em Santa Vitória do Palmar. Daniel canta a música nativista gaúcha, e também, a música romântica latino americana. Com mais de 25 anos de carreira, 8 CDs gravados; dois em espanhol, tem como trabalho mais recente o CD intitulado: Daniel Torres entre amigos. Shana Muller e banda - Apresentação musical Cantora, jornalista e apresentadora de televisão, Shana Müller é hoje referência da nova geração de artistas que surgiram no sul do país nos últimos tempos. Seu primeiro álbum, Gaúcha, lançado em 2004, abriu um novo espaço para a presença da mulher nos palcos gaúchos. Em 2006, lançou o Firmando o Passo e, em 2010, Brinco de Princesa, disco que a consagrou no cenário gaúcho, brasileiro e latino-americano. Recebeu por ele dois prêmios no Açorianos de Música: o de Melhor Disco e o de Melhor Cantora. O espetáculo do CD foi apresentado em várias cidades gaúchas e brasileiras, incluindo Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Campo Grande (MS). Em 2012, lançou o disco Shana Müller Ao Vivo. Em 2016, apresentou o DVD Canto de Interior, gravado na fazenda São Francisco do Pinhal, em Júlio de Castilhos. O trabalho audiovisual é recheado de extras, participações especiais e um documentário que relembra a trajetória musical da artista. O fato é que Shana tem renovado na música, trazendo uma sonoridade regional e contemporânea. Já dividiu o palco com Luiz Carlos Borges; Renato Borghetti; com seus parceiros do Projeto Buenas e M´espalho, Ângelo Franco, Cristiano Quevedo e Érlon Péricles; além de nomes como o de Yamandu Costa, Hique Gomez e Alessandro Penezzi. Também dividiu o palco duas vezes com sua referência, Mercedes Sosa, como convidada. Na Argentina, representa o Brasil há vários anos na Fiest a Nacional Del Chamamé. Em 2014, deu início às comemorações de seus 10 anos de música, em um grande show realizado no Teatro do SESI, em Porto Alegre, onde teve a oportunidade de dividir o palco com a argentina Soledad Pastorutti*. A estampa desta mulher gaúcha tem inspirado jovens meninas a cantar e a se vestir. Em 2014, a artista lançou a grife Shana Müller Original, criada em parceria com a Santa Fé, de Gramado. Além disso, é colunista do Jornal Zero Hora, onde uma vez por mês assina a coluna Pampianas. É a primeira mulher a apresentar o Galpão Crioulo, programa exibido há mais de três décadas na RBSTV, ao lado de Neto Fagundes, desde 2012. Nos palcos, Shana Müller canta e encanta! Comunica-se com o público e prende a atenção, com um repertório regional gaúcho e latino-americano. Família Guedes - Apresentação musical Jorge Guedes andou com sua família pelo Rio Grande do Sul, pelo Brasil e pela América Latina, participando de eventos de grande visibilidade midiática, como o Encontro Internacional de Chamameceiros, a Mostra da Arte Missioneira(Posadas-Argentina), Programa do Jô Soares, as comemorações dos 40 anos da morte de Che Guevara na Bolívia, ocasião em que representou o Brasil, arrebatou o público presente com a milonga Porquê Será Che Guevara? (De sua autoria em parceria com João Sampaio) e em inúmeros shows em festivais e em teatros para platéias seletas. Artista comprometido com o chão onde pisa, o tempo em que vive é com uma escola musical surgida com o pioneirismo de Noel Guarany(com quem iniciou fonográficamente e por quem foi apontado como herdeiro e sucessor artístico). Jorge Guedes juntamente com sua família, vem trilhando uma senda de manutenção e de revitalização de uma memória e de uma identidade guarany missioneira. Como bem frisou e sintetizou Antonio Augusto Fagundes em texto recente "Jorge Guedes não é mais um missioneiro a cantar sua terra e sua gente. Noel Guarany foi a voz previlegiada, como um sabiá campeiro cantando nas ruínas de São Miguel. Cenair Maicá foi a aguda conciência social e Jayme Caetano Braun foi e sempre será um dos sumos-sacerdotes desse culto. Ele, Jorge Guedes é um pouco de cada um dos seus predecessores. Ele é, ao mesmo tempo, o índio e o gaúcho - até na estampa, ele tem a poesia do Jayme, a voz de sino jesuítico do Noel e a conciência social de Cenair. Não tenho dúvida que ele é, hoje um dos maiores artistas do Rio Grande do Sul. Ele é o passado, mas também o presente. E será, sobretudo,com sua talentosa família, o futuro. Nino Zannoni e Grupo Pulso Livre - Apresentação musical Uma junção brasileira e holandesa/argentina de quatro músicos que compartilham do mesmo sentimento musical: o Chamamé. O projeto na sua essência é sentimento e sobriedade musical, buscando um caminho de evolução e construindo uma linguagem própria e atual, com essência e raiz. Juntos aportam novas ideias nos arranjos, com influências particulares de cada um de seus integrantes; o pensamento de liberdade se reflete no repertório que inclui canções autorais, instrumentais e cantadas, além de um resgate de clássicos populares. Preservando a língua de origem do gênero musical, o show repleto de canções em espanhol apresenta uma perspectiva narrativa sobre a importância do Chamamé e suas relações com a música e a cultura gaúcha, especialmente das zonas interioranas e fronteiriças do estado, onde é notável a influência dos países vizinhos. Além disso, quando apresentam as canções instrumentais que compõem o repertório, os músicos discorrem brevemente sobre questões rítmicas, técnicas, estéticas e estilísticas das funções dos instrumentos musicais, com o objetivo de convidar os espectadores a conhecer a música de raiz sulina, o Chamamé e suas vertentes. Os músicos que integram o quarteto Pulso Livre se conheceram na Fiesta Nacional del Chamamé, onde dividiram o palco com Luiz Carlos Borges e Rudi y Nini Flores - nomes que naturalmente se tornaram grandes influências na concepção e desenvolvimento musical do projeto. Tendo como norte uma proposta musical que convida pessoas de outras culturas a conhecer a música de raiz sulina, o Chamamé e suas vertentes, o quarteto já se apresentou em vários festivais de Chamamé na Argentina como a 45ª Fiesta Nacional del Chamamé Norte Entrerriano, o 30º Festival Nacional del Chamamé, o 9º Fiesta Provincial del Chamamé, em Puerto Tirol e 29ª Fiesta Nacional del Chamamé, em Corrientes. Atualmente o grupo trabalha no seu primeiro registro musical no Brasil, na cidade de Porto Alegre. Yuri Menezes - Nascido no interior do Rio Grande do Sul, na cidade de São Luiz Gonzaga, Yuri Menezes tem como suas principais referências os músicos Lúcio Yanel e Jorge Guedes. Desde seus treze anos de idade acompanha o cantor e compositor gaúcho Mano Lima. Acompanhou diversos artistas do cenário musical gaúcho e tocou com tantos outros, a exemplo de: Nenito Sarturi, Érlon Péricles, Shana Müller, João de Almeida Neto, Angelo Franco, Jorge Freitas, Ernesto Fagundes, Renato Borghetti, Gilberto Monteiro, Raulito Barboza, Liliana Herrero, Rudi y Nini Flores e Teresa Parodi. Há mais de quatorze anos trabalha com o músico, compositor e intérprete Luiz Carlos Borges. Dentre os jovens violonistas, é hoje um dos que mais se destaca na execução dos ritmos de raiz sul-americana, dominando uma série de variações em gêneros musicais. Já com seu primeiro registro musical “Rio Infinito”, com temas instrumentais, produzido e lançado em parceria com o artista Luiz Carlos Borges, Yuri atua também na área de produção musical e de eventos, à exemplo o disco “Jaguaretês”, de Luiz Carlos Borges; DVD e CD 50 Anos - Luiz Carlos Borges; CD Punilha do tempo - Mano lima; DVD e CD Tropeada - Mano Lima; CD M’bororiano, Rio-grandense e Brasileiro - Mano Lima; Evento “Gaiteiros do Mundo”; CD De Campo e Taba - Mariana Marques; CD Genuíno - Ricardo Comassetto; CD De a Meia - Érlon Péricles e Tadeu Martins, entre outros. Jonatan Dalmonte - é acordeonista, bandoneonista, compositor e arranjador. Nascido no município de Dois Lajeados-RS, começou seus estudos de música aos 12 anos. Aos 14 anos iniciou sua participação em concursos de gaita em todo estado do Rio Grande do Sul, onde ganhou vários prêmios de primeiro lugar. De 2004 a 2008 participou de grupos de baile atuando em todo o sul do Brasil e desde 2008 acompanha importantes nomes da música gaúcha como João de Almeida Neto, Wilson Paim e Luiz Carlos Borges em gravações, shows e festivais nativistas, onde obteve diversos prêmios como melhor instrumentista. Em 2010, lançou seu primeiro álbum autoral instrumental, chamado "Duo Pampa", com o violonista Rafael Sluminsky. Desde 2014 participa dos principais festivais de chamamé na Argentina como convidado de artistas brasileiros e argentinos. Em 2017 funda o grupo Pulso Livre e desde 2018 se dedica ao bandoneon aprofundando o estudo nos gêneros do tango e do chamamé. Nino Zannoni - Canta com o coração, é compositor e intérprete. A sua forma única e europeia de cantar e compor desperta a curiosidade pela música litoral. Sua voz despertou o interesse de artistas como: Rudi e Nini Flores, Luiz Carlos Borges, Milagros Caliva, Aldy Balestra com quem já colaborou em diferentes palcos e projetos, além da orquestra de cordas holandesa Kamerata Zuid. Nino Zannoni nasceu em Amsterdã, na Holanda. Atualmente é radicado em Corrientes Capital onde há pouco mais de dez anos se encontrou com o desejo de continuar projetando sua vida com o chamamé junto com outros artistas e compositores do gênero. Iniciou seus primeiros passos com Ricardo Tito Gomez e Sebastian Sheridan, com quem lançou em conjunto o álbum Chamamé Sin Fronteras. No ano de 2012, estreou no Festival Nacional do Chamamé, a convite do grupo Integración. No ano seguinte pela orquestra folclórica da província de Corrientes, uma homenagem a Ricardo Tito Gómez, seguida mais tarde com chamamé sin fronteras. Em seguida, iniciam sua participação em diferentes formatos, projetos e cenários em países como Argentina, Paraguai, Brasil, França e Holanda. Canta atualmente com Neuro junior, Yuri Menezes, Jonatan Dalmonte no Projeto Pulso Livre, com a orquestra de cordas Kamerata Zuid, com o crossover “Chamamé Sinfônico”, com artistas como Pablo Bentos, Aldy Balestra, Milagros Caliva, Sergio Cabrera, Agustin Monzon e muitos mais. Neuro Júnior - Nascido em Encruzilhada do Sul, Neuro Júnior é um jovem compositor da música instrumental gaúcha: violonista preciso e de personalidade, começou seus estudos aos 8 anos por influência da música das Missões. Em 2014, Neuro foi indicado à categoria melhor instrumentista do Prêmio Açorianos de Música pelo disco Sobre Nós de Gabriel Romano e, em 2018 recebeu o prêmio de melhor instrumentista da Moenda da Canção, defendendo Abandonada, uma parceria sua com a cantora Paola Kirst – Prêmio Revelação do Açorianos da Música em 2019. A canção também ganhou o prêmio de terceiro lugar do festival. Há quatro anos integra o Renato Borghetti TRIO e desde 2018 acompanha o acordeonista e compositor Luiz Carlos Borges. Além de ter um duo de violão e bombo legüero com Pedro Borghetti, Neuro integra o Quarteto Pulso Livre, tendo participado de diversos festivais de Chamamé na Argentina e ainda faz parte do coletivo de artistas da Pedra Redonda. Hoje, aos 31 anos, Neuro participou de discos de diferentes estilos musicais como: Sobre Nós (2013) e Doce é a Passagem(2016), de Gabriel Romano e Grupo, Costuras que me bordam marcas na pele (2018), de Paola Kirst; Jaguaretês (2018), de Luiz Carlos Borges; Asè de Fala (2018), de Dona Conceição; Linhas de Tempo (2019), de Pedro Borghetti; Brí (2019) de Fabrício Gambogi; Tresavento (2020), de Marcelo Delacroix e do ainda não lançado Não se cala (grupo Três Marias). Orquestra Voe - Apresentação musical A Orquestra VOE nasceu da vontade de levar a música de concerto de forma simples para o grande público e, além disso, mostrar que uma orquestra pode ser extremamente versátil em seu repertório. A arte, através da música, sempre uniu povos e nações do mundo todo. É uma das principais formas de transmissão dos costumes e tradições de um povo, ao qual damos o nome de cultura. A música é uma das principais formas de transmissão destes valores que caracterizam e nomeiam um povo. Esta música que hoje se diz erudita ou “clássica” por diversos séculos foi uma música que mostrava como um povo cultuava suas tradições e as passava de geração em geração. Com leveza e material musical cuidadosamente preparado, mostramos o quanto este repertório pode ser vibrante e empolgante, nos transportando para os diversos séculos dentro da história da música e da arte. Além disso, nos preocupamos com a música de hoje e mostramos através de nosso trabalho que é possível uma orquestra de música “clássica” tocar todo tipo de repertório. Idealizada por Bruno Esperon e Henrique Amado a Orquestra VOE age como a cultura de um povo: une, traz pertencimento, entretenimento e muito conhecimento para nosso público. Elton Saldanha - Apresentação Musical Elton Saldanha mudou-se para Porto Alegre, trazido pelo também cantor Juarez Bittencourt. Em 2007 formou-se em jornalismo pela Universidade Luterana do Brasil. Apresentou, durante três anos o programa "Fandango" na TVE RS e "Buenas Tardes Tchê", na Rádio Rural. Como ator, participou da minissérie A Casa das Sete Mulheres, na TV Globo e, em 2002, atuou no curta-metragem Pois é, Vizinha. Venceu vários festivais como compositor ou intérprete, entre os quais a Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, a Seara da Canção de Carazinho, o Musicanto Sul-americano de Nativismo de Santa Rosa, a Coxilha Nativista de Cruz Alta, a Tertúlia Musical Nativista de Santa Maria, o Canto da Lagoa de Encantado, o Festival da Barranca de São Borja, a Tafona da Canção Nativa de Osório, a Moenda da Canção de Santo Antônio da Patrulha, o Ronco do Bugio de São Francisco de Assis, o Serra Canto e Cantiga de Veranópolis, o Reponte da Canção de São Lourenço do Sul, a Sapecada da Canção Nativa de Lages, o Festival Cantamérica de Buenos Aires, entre outros. Entre seus maiores sucessos estão: Eu Sou do Sul, Castelhana, Canta Catarina, Cardeais, Hino dos Cavaleiros da Paz, Ronda de Tropa e Pé na Estrada. Elton também é membro dos movimentos "Cavaleiros da Paz", "Cavaleiros da Amizade", "Cavaleiros Sem Fronteiras" e fundador do TAPE (Tribo Amigos do Pé no Estribo). Foi o 3º presidente do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, tendo como diretores Rodi Borgheti e Antonio Augusto Fagundes, entre 1987 e 1981. Gabriel Selvage e orquestra - Apresentação Musical Comemorando os 20 anos de música, Gabriel Selvage, com 9 CD's, 2 DVD's, um Songbook lançados e concertos pelos quatro cantos do mundo, começou sua trajetória cantando ainda criança e aos 13 anos se dedicou ao estudo do violão.Gravou o primeiro disco com o grupo que fazia parte aos 17 anos e já trabalhou com seus maiores ídolos, os quais sempre mencionam seu nome com muito carinho e respeito. A exemplo de Yamandú Costa, Guinga, Alegre Corrêa eRenato Borghetti.Instrumentista, cantor, arranjador e compositor, venceu o Prêmio Açorianos de Música na categoria Melhor Interprete Instrumental em 2018 e com um disco que produziu e arranjou obteve indicação ao Latin Grammy 2021. Gabriel Selvage já levou o som latino-americano da sua música para países como: Argentina, Uruguai, Brasil, Paraguai, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Luxemburgo, Holanda, Alemanha e China e já esteve ao lado de grandes artistas de renome internacional, como: Yamandu Costa, Arismar do Espírito Santo, Alessandro Penezzi, Rogerio Caetano, Guto Wirti, Bebe Kramer, Lucio Yanel, Mestrinho, Michael Pipoquinha, Luciano Maia, Rudi Flores, Nicolas Krassik, Gabriel Grossi, Cainã Calvacante, João Barradas, Gileno Santana, Martin Sued, entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.