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PRONAC 234387Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Feito à Mão

WILLIAM GOMES DA SILVA 04716021599
Solicitado
R$ 806,6 mil
Aprovado
R$ 806,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2023-10-23
Término
2025-10-23
Locais de realização (3)
Maceió AlagoasSalvador BahiaRecife Pernambuco

Resumo

Feito à Mão é um projeto do Coletivo Carrinho de Mão, que relaciona dança, acessibilidade e criança a partir de ações artístico-pedagógicas. A proposta prevê a formação de pessoas surdas no campo artístico, a montagem e temporada com circulação de um espetáculo de dança (com elenco composto por pessoas surdas e ouvintes), assim como uma série de oficinas artísticas voltadas para crianças de instituições de acolhimento. Um projeto feito com crianças e para crianças que tem como tema uma dança feita à mão.

Sinopse

O projeto prevê a criação e circulação de um espetáculo de dança, tendo como tema central as mãos: como comunicação, como encontro e como produção de imagens. Neste sentido, trabalha com pessoas surdas que usam eminentemente as mãos para se comunicarem. Trata-se ainda, de um projeto pensando com e para crianças, que tem em seu pano de fundo o interesse de apresentar para este público outras realidades e outros modos de ser. Em consonância com ideias mais atuais sobre criação e aprendizagem, que pressupõe o contato e o diagnóstico do contexto antes de impor uma ideia muito cristalizada, não partimos de um roteiro pré-estabelecido. A criação se dará de modo colaborativo integrando toda a equipe envolvida no processo. A organização do roteiro se dará a partir de oficinas e laboratórios de criação. Como se dará? A partir do mote “Feito à mão”, iremos inicialmente imergir em uma oficina de Libras e dança, direcionada para a equipe do projeto. Esta oficina tem o objetivo de formar e informar as pessoas da equipe para trabalhar com a comunidade surda. Para o elenco, o vocabulário aprendido nesta etapa já servirá como material criativo que irá alimentar a criação do espetáculo. Num segundo momento, iremos ao encontro das pessoas surdas em uma oficina de criação em dança que tem dois objetivos principais: promover o acesso de pessoas à produção e à criação artística; e investir na formação profissional dessas pessoas. Ao final desta etapa,produziremos uma mostra artística com todas as pessoas integrantes e serão convidadas duas pessoas surdas para participarem do processo de criação, integrando o elenco do espetáculo, possibilitando, assim, uma vivência mais aprofundada no campo profissional da dança. Esta experiência também contribuirá para que o elenco se aproxime da comunidade surda e construa repertório de movimentação para criação do espetáculo. Em seguida, iremos imergir nos laboratórios de criação. Estes laboratórios serão mediados por membros do coletivo Carrinho de Mão, que irão propor improvisações estruturadas e planos de composição coreográficas para todo o elenco a partir de três subtemas: Mãos que criam imagens, Mãos como encontro e Mãos que dançam. Ao final desta etapa, Lucas Valentim que assina a direção artística e a dramaturgia do espetáculo, irá investir na criação do roteiro de cena levando em consideração todo o material criado ao longo do percurso vivenciado anteriormente. Por fim, o projeto prevê a temporada de apresentação do espetáculo, com circulação em 03 cidades: Salvador (BA), Recife (PE) e Maceió (AL), além da realização de duas oficinas: Oficina de Criação; e Oficina de Produção acessível, com 04 horas de duração cada, nestas duas últimas cidades.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar um projeto artístico e formativo que integra a dança, acessibilidade, crianças e jovens, direcionado para pessoas com e sem deficiência, envolvendo oficinas, laboratório de criação de um espetáculo de dança e temporada de apresentação e circulação do espetáculo. Objetivos específicos: - Realizar três oficinas, sendo elas: "Mãos que comunicam" (50h), de formação da equipe do projeto em Libras; "Mãos que constroem" (40h), oficina de criação atuação profissional em dança; e "Mãos que contam histórias" (12h), oficina destinada ao público infantil; - Realizar a circulação de duas oficinas em duas cidades, sendo: Oficina de produção cultural acessível (4h); e Oficina de criação (4h); totalizando quatro oficinas e uma carga horária total de 16h - Realizar um Laboratório de criação do espetáculo a partir do processo de investigação e pesquisa exercido durante as oficinas; - Realizar uma temporada com 18 (dezoito) apresentações no total do espetáculo de dança "Feito à Mão", em três cidades.

Justificativa

No Brasil, e na Bahia não é diferente, são inúmeras as barreiras encontradas pelas pessoas com deficiência. Seja em termos de educação pela falta de formação e informação de boa parte das pessoas que trabalham na área, seja pela falta de equipamento de tecnologias assistivas, seja devido a obstáculos arquitetônicos ou ainda pelos estigmas e rótulos incapacitantes e capacitistas, construídos historicamente e à revelia desses sujeitos que compõem cerca de 25% da população brasileira, segundo estatísticas do IBGE (2010). O projeto Feito à mão busca intervir nesse contexto e colaborar com uma educação de qualidade para jovens com deficiência, tendo a Dança como uma tecnologia educacional capaz de promover transformações sociais por meio da autonomia e do empoderamento dos corpos. Neste sentido, nos comprometemos em apresentar alternativas de inserção social para jovens com deficiência através da formação artística, em contexto de profissionalização, com o objetivo principal de colaborar com uma educação cidadã, de qualidade e menos capacitista. Bem como, assegurar que as pessoas com deficiência possam viver plenamente seus direitos como cidadãs. De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos: "Toda pessoa tem o direito de ir e vir, sem ser molestada. Toda pessoa tem o direito de ser tratada pelos agentes do Estado com respeito e dignidade. [...] toda pessoa tem o direito de ter acesso à escola.". Propomos uma atualização desse último artigo citado para pensarmos que: Toda pessoa tem o direito ao acesso a uma educação de qualidade. Compreendemos que para uma pessoa com deficiência em nosso país, ainda é muito difícil fazer valer tais direitos. Para colaborar neste sentido, é necessário promover acesso às informações e trazer à tona exemplos que sirvam de espelho para que essas pessoas reconheçam suas capacidades. O Coletivo Carrinho de Mão vem, desde sua formação, interessado em criar oportunidades de emprego e de formação artística para pessoas com deficiência. A própria composição do grupo evidencia isso, uma vez que temos uma pessoa surda e uma pessoa com mobilidade reduzida como membros do coletivo. Além disso, temos parcerias com diversas instituições que trabalham com pessoas com deficiência, projetos e grupos de pesquisa que investigam as relações entre dança e deficiência, além de que, nosso espetáculos e trabalhos audiovisuais são sempre pensados de modo acessível. Tais ações de promover empregabilidade para pessoas com deficiência impulsionam o espelhamento positivo nos jovens, que se reconhecem e se sentem representados. Projetando também o desejo de realização pessoal e a busca por assumir lugares de atuação profissional tendo como referência pessoas com deficiência que fizeram cursos de ensino superior, pós-graduação e são profissionais em suas áreas de interesse. Sendo ainda um projeto interessado no público infantil, se diferencia ao implicar a participação das crianças em etapas de seu processo, desde as ações de formação (oficinas) até a criação artística. Compreendemos, assim, a criança enquanto sujeito criativo, propositor, agente de possíveis mudanças de paradigmas sociais. Vivemos na era digital, onde uma parcela da população infantil, principalmente nas grandes cidades, passa a produzir conteúdo sobre assuntos que lhes são próximos. No entanto, sabemos que isso ainda é privilégio de poucos, quer seja por questões econômicas e sociais, quer seja pela falta de acessibilidade que permita o acesso de crianças com deficiência à produção cultural. Assim, trabalhar com as tecnologias assistivas em todas as etapas do projeto, e direcionar as oficinas de criação para instituições de abrigo de crianças e adolescentes como orfanatos, creches e casas de acolhimento é uma maneira de difundir o conhecimento e contribuir para a equiparação das desigualdades de acesso à arte, à cultura e à educação inclusiva. É importante dizer que, durante a etapa de pré produção, serão mapeadas escolas e instituições que desenvolvam trabalho com crianças, a fim de estabelecer parcerias e formação de público para o projeto. Além disso, visando promover a democratização de acesso, será disponibilizado ônibus de transporte para os alunos das escolas em 06 (seis) apresentações do espetáculo. Por fim, outro ponto relevante é a inserção de pessoas surdas no elenco para participar profissionalmente de um processo de criação artística. Estas pessoas serão selecionadas a partir das oficinas artísticas e terão a experiência de vivenciar todas as etapas da proposta, desde a produção, criação, divulgação e apresentação do espetáculo. Desta forma, as ações do projeto buscam produzir na sociedade outras perspectivas menos estereotipadas sobre as pessoas com deficiência e o reconhecimento das potencialidades e subjetividades de cada pessoa. Vale ressaltar que tais proposições artísticas mencionadas anteriormente contarão com as tecnologias assistivas, não somente enquanto democratização do acesso, como também metodologias para a criação artística. Desse modo, a proposta Feito à Mão, se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, também se enquadra nos objetivos abaixo do Artigo 3º da Lei 8313/91, uma vez que o projeto proporciona: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Os beneficiários das passagens aéreas são os artistas e participantes do projeto, totalizando uma equipe composta por 10 pessoas, que irão se deslocar da cidade onde residem (Salvador – BA) para realizar a circulação do espetáculo nas cidades previstas: Recife (PE) e Maceió (AL). EQUIPE TÉCNICA: Lucas Valentim Rocha - Coordenação geral, Direção coreográfica, Oficineiro e DançarinoWilliam Gomes da Silva – Designer, Oficineiro e DançarinoNailton Ronei Gomes Lima – Direção de arte, Técnico de som e OficineiroCintia de Jesus Santos – Oficineira e Dançarina Sibele Bulcão - Oficineira e DançarinaElinilson Soares – Intérprete de Libras Gabriela Rocha – Direção de produçãoMarina Guerra – Produção executivaA definir e contratar – Dançarino selecionado para elenco A definir e contratar – Dançarino selecionado para elenco

Especificação técnica

PLANO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS: 01. Oficina Mãos que comunicamProfessores: Cintia Santos e Elinilson Soares Ementa: Estudos sobre a Língua Brasileira de Sinais. Aprofundamento de repertório de sinais para colaborar na criação do espetáculo e na comunicação entre as pessoas da equipe e o público alvo do projeto, que são jovens e crianças com deficiência auditiva. Carga horária: 50h Público alvo: Equipe de criação (elenco e direção), produção, divulgação (assessoria de imprensa e designer gráfico), técnica (iluminação, sonoplastia e direção de arte). Vagas: 15 pessoas Metodologia: Serão desenvolvidas atividades criativas de estudo básico sobre a Libras, apresentando contextos da cultura surda, repertório de sinais e sintaxe da Libras e suas relações com a dança. 2. Oficina Mãos que constroem Professores: Lucas Valentim, Elinilson Soares e William Gomes. Ementa: Formação de princípios fundamentais para a criação e atuação profissional em dança para pessoas surdas. Nesta oficina serão selecionadas duas pessoas para participar do Laboratório de criação e serão contratadas para compor o elenco dos espetáculos. Carga horária: 40h Público alvo: Jovens e adultos surdos residentes na cidade de Salvador-BA. Vagas: 20 pessoas Metodologia: Apresentar princípios de improvisação, composição, criação e apresentação de trabalhos de dança. Critérios de seleção: Convocatória com inscrição. Para alcance do público será realizado um mapeamento prévio em instituições de ensino e redes de pessoas surdas. 3. Oficina Mãos que contam histórias Professores: William Gomes, Lucas Valentim, Elinilson Soares e Nei Lima. Ementa: Investigação de imagens, cenas e movimentações a partir da ideia: mãos que contam histórias. Carga horária: 12h Público alvo: Crianças com faixa etária entre 07 e 12 anos, em situação de vulnerabilidade social abrigadas por instituição de acolhimento, a serem mapeadas pelo projeto. Vagas: 20 pessoas Metodologia: Desenvolvimento de atividades lúdicas e inventivas relacionando dança, libras e contação de histórias. Critérios de seleção: Convocatória com inscrição. Para alcance do público será realizado um mapeamento prévio em instituições de ensino e redes de pessoas surdas. 4. Oficina de produção cultural acessível Professores: Gabriela Rocha e Cintia Santos Ementa: O objetivo desta oficina é capacitar os participantes na produção de eventos culturais acessíveis na área de dança, promovendo inclusão e igualdade de oportunidades para pessoas com diferentes habilidades e necessidades. Carga horária: 4h Público alvo: Pessoas interessadas no tema, com ou sem experiência, e faixa etária entre 18 e 40 anos. Vagas: 20 Metodologia: - Introdução à produção cultural acessível;- Planejamento e organização de eventos acessíveis;- Espaços e infraestrutura acessíveis;- Comunicação inclusiva;- Acessibilidade sensorial na dança;- Acolhimento e formação de público; Critérios de seleção: Convocatória com inscrição. 5. Oficina de criação Professores: Lucas Valentim e William Gomes Ementa: A oficina busca proporcionar um espaço de criação e expressão através da dança, promovendo a inclusão e a integração entre pessoas com e sem deficiência. Através de atividades práticas e exercícios colaborativos, os participantes serão incentivados a explorar sua criatividade e desenvolver habilidades coreográficas de forma acessível e inclusiva. Carga horária: 4h Público alvo: Pessoas interessadas no tema, com ou sem experiência, e faixa etária entre 18 e 40 anos. Vagas: 20 Metodologia: - Sensibilização e consciência corporal; - Exploração dos movimentos; - Adaptação e acessibilidade; - Colaboração e interação no desenvolvimento de coreografias coletivas inclusivas; - Orientações de palco e preparação para performance. Critérios de seleção: Convocatória com inscrição.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços onde acontecerão as apresentações serão completamente acessíveis a deficientes físicos, devendo prever rampas de acesso e banheiros específicos para deficientes. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Os espetáculos contarão com intérpretes de Libras para tradução simultânea das apresentações, destinadas às pessoas com deficiência auditiva e audiodescrição, para pessoas com deficiência visual. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras e audiodescrição PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços onde acontecerão as oficinas serão completamente acessíveis a deficientes físicos, devendo prever rampas de acesso e banheiros específicos para deficientes. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. ACESSIBLIDADE DE CONTEÚDO: As oficinas contarão com intérpretes de Libras para tradução simultânea das apresentações, destinadas às pessoas com deficiência auditiva. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Além das medidas previstas, o projeto conta com a adoção de descrição nas peças de comunicação nas redes sociais, a fim de contemplar pessoas com deficiência visual e auditiva.

Democratização do acesso

Todas as ações previstas no projeto serão realizadas de forma gratuita, com o intuito de promover a integração e formação do público com e sem deficiência no fazer artístico, de modo a garantir o acesso irrestrito a toda a população, sem a atribuição de critérios econômicos. A divulgação das atividades ocorrerá sempre de forma antecipada e a campanha nas redes sociais contará com medidas de acessibilidade como Libras e descrição. Além disso, será realizado o contato prévio com instituições que possuam trabalho voltado para pessoas com deficiência, para ações de formação de público. Serão mapeadas instituições que realizem trabalhos com pessoas surdas de diferentes localidades do município para participar das atividades. Ao todo, o projeto prevê um público total de 9495 pessoas, distribuídos da seguinte forma: a) Temporada de espetáculos: - 18 apresentações em 03 cidades: 9360 pessoas, sendo 12 apresentações em Salvador (BA); 03 apresentações em Recife (PE); e 03 apresentações em Maceió (AL); b) Ações formativas: - 55 pessoas alcançadas em 03 oficinas, sendo 15 pessoas na Oficina "Mãos que comunicam", 20 pessoas na Oficina "Mãos que constroem", e 20 pessoas na Oficina "Mãos que contam histórias";- 80 pessoas alcançadas na circulação de 02 oficinas em 02 cidades (Recife-PE e Maceió-AL), sendo 60 pessoas na “Oficina de produção cultural acessível”, em Recife (PE) e Maceió (AL); e 60 pessoas na “Oficina de criação”. Medidas do art. 28 da IN nº 01/2023 adotadas, conforme incisos abaixo: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Será concedido transporte gratuito para 06 (seis) sessões destinadas ao público infantil das escolas e instituições de acolhimento à pessoa com deficiência quais o projeto irá desenvolver parceria. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Serão realizadas 05 oficinas, totalizando 118 horas de ações formativas. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), a saber: - Disponibilidade de áreas e/ou recursos especiais para inclusão de pessoas deficientes e idosas; - Descrição nas peças de comunicação alocadas em nosso site e redes sociais, a fim de contemplar pessoas com deficiência visual e auditiva. - Formação de público em parceria com instituições de ensino para crianças e jovens com e sem deficiência.

Ficha técnica

Gabriela Fico | Função: Direção de produção Currículo: Produtora Gestora cultural, graduada em Comunicação - Produção em Comunicação e Cultura pela UFBA, com 13 anos de experiência. Em 2014 fundou a Giro Planejamento Cultural, ao lado das sócias Flávia Santana e Joana Giron, empresa baiana que possui o objetivo de fortalecer as conexões interculturais através de ações inovadoras no campo das indústrias criativas. Nos últimos oito anos, a Giro vem desenvolvendo iniciativas estruturantes para o setor, sobretudo nos segmentos do audiovisual, música e artes cênicas. Nesse percurso já foram realizados mais de 115 projetos, dentro e fora do Brasil. Marina Pires Guerra Aguiar | Função: Produção Executiva Currículo: Atua como assistente de produção, produtora cultural e gestão de projetos desde 2013, desenvolvendo atividades: Produção de conteúdo de redes sociais, cadastro fonográfico ISRC, pré produção, produção e pós produção de eventos culturais; contratação fornecedores, revisão de arte, prestação de contas, etc. Atuou na produção de diversos eventos como: Shows dos artistas Flávio Renegado, Paulinho Moska, Projeto Mistura Minas, Festival Natura Musical, Festival Vozes do Brasil, Festival de Literatura Marginal – 2019 (BH). Lucas Valentim Rocha | Função: Coordenação Geral, direção de coreografia, dançarino e oficineiro. Currículo: Artista com diversas produções em dança, teatro e audiovisual, é Professor da Escola de Dança da UFBA. Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas - PPGAC/UFBA (2016-2019). Mestre em Dança pelo Programa de Pós-Graduação em Dança – PPGDANCA/UFBA (2012-2013). Licenciado em Dança pela Escola de Dança da UFBA (2007-2011) William Gomes da Silva | Função: Dançarino, designer e oficineiro. Currículo: William Gomes é doutorando, mestre, licenciado e bacharel em Dança pela UFBA e artista multimídia que atua em criações de dança, performance, artes visuais, literatura e design gráfico 2D e 3D. Integrante do coletivo artístico Carrinho de Mão. Suas obras são atravessadas por conceitos acerca da improvisação, memória, intuição, inacabamento e organicidade. Fez parte do GDC – Grupo de Dança Contemporânea da UFBA (2015-2016); espetáculo infantil e livro BONITO; solo CACIMBA; dançafilme infantil e livro Feito à Mão; intervenção urbana DANÇAR DE BRANCO EM PORTA DE IGREJA. Cintia de Jesus Santos | Função: Intérprete de Libras, dançarina e oficineira Currículo: Formada em Pedagogia e Letras, especialista em Libras, mestranda em educação, performer, intérprete de Libras e professora formadora, consultora em acessibilidade e professora de Libras da Universidade Federal da Bahia. Nailton Ronei Gomes Lima (Nei Lima) | Função: técnico de som e oficineiro Currículo: mestrando no Programa de Pós-graduação Profissional em Dança – PRODAN/UFBA com a pesquisa intitulada “Erre Como Figurinista”. Atualmente é Assessor da Coordenação Geral do Centro Técnico do Teatro Castro Alves. Figurinista e Aderecista, já trabalhou para diversos espetáculos de dança, teatro, cinema. Performer e integrante do Grupo X de Improvisação em Dança, é também artista membro do Coletivo Carrinho de Mão. Tem experiência nas áreas de Comunicação com ênfase na produção cultural e de eventos e mediação cultural. Elinilson Soares | Função: dançarino e oficineiro Currículo: Licenciado em Letras e Libras, graduando em pedagogia, pós-graduado em Libras. Consultor, poeta, idealizador do coletivo Mãos Axé. Coordenador e mediador da Semana de Arte e cultura surda e acessibilidade do teatro Escola. Moisés Vitório | Função: Iluminação Currículo: Artista da luz, do audiovisual e da música. Com mais de 15 anos de atuação na área artística, desenvolve projetos ligados à produção e difusão da música contemporânea e experimental, concepção de iluminação e outras visualidades para espetáculos cênicos e shows musicais, além de participações em produções audiovisuais. É Coordenador Técnico da Gerência de Equipamentos Culturais da Fundação Gregório de Mattos, Gestor do Teatro Gregório de Mattos, co-realizador da Revista LABCENAS e sócio-fundador da Bogum Ambiente Criativo. Neila Kadhi | Função: Sonoplastia Currículo: Cantora, compositora, instrumentista e produtora musical. Especialista em “Electronic Music Producer” realizada em Los Angeles - EUA em 2015. Mestranda em Sonologia pela USP. É colaboradora do grupo Feminaria Musical; grupo de pesquisa e experimentos Sonoros. Integrou a Banda do Musical ELZA pilotando as programações eletrônicas, guitarra e pandeiro. Experiência na produção de trilha sonora para espetáculos, documentários e programas de TV. Tem se dedicado à educação, mediando oficinas de produção musical para mulheres e a “Mentoria de produção musical”, com foco em acolher pessoas da periferia. Sibele Bulcão |Função: dançarina Currículo: Acupense. Formada em Serviço Social pela UNIFACS. Professora de Dança na Associação Bahia de Dança de Salão e Ballet Styllo Corpo, há 23 anos. Atua como bailarina, interprete/criadora. Atualmente cursando licenciatura e Bacharelado na Escola de Dança da UFBA. Anderson Santana |Função: dançarino Currículo Professor de artes na rede estadual de educação do estado da Bahia, Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Dança-PPGDANÇA/UFBA. Possui graduação em Bacharel Interdisciplinar em Saúde pela Universidade Federal da Bahia (2014) Licenciatura em Dança (2020) e Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança (2019) pela mesma instituição e cursa técnico em teatro no centro de formação em artes do ICEIA. Tem interesse na pesquisa e ensino da dança enquanto prática integrativa de saúde e nas relações e intersecções entre dança, gênero, sexualidade e relações étnico raciais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.