| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 05117268000121 | MLOG ARMAZEM GERAL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 130,0 mil |
| 62058318000776 | BUD COMERCIO DE ELETRODOMESTICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
O projeto irá realizar a itinerância da exposição fotográfica "Onde Mora a Esperança - itinerância", composta por fotografias que mostram a diversidade cultural e as tradições de várias etnias através dos tipos de habitações e de seus moradores nas mais diversas localidades do mundo. As imagens fazem parte do acervo fotográfico da organização Habitat for Humanity International, que trabalha há 45 anos promovendo a construção ou reforma de lares para famílias em condições de pobreza ou extrema pobreza e está presente emdiversos países. Além da itinerância da exposição, o projeto prevê a publicação de um catálogo impresso e digital e a atualização dosite específico para o projeto.
Esta exposição convida a viajar pelo mundo através dos lares com ênfase na diversidade cultural. A viagem terá início na Ásia, com fotos de países como Índia, China, Tailândia, Filipinas e outros. Nesta etapa, o espectador poderá conhecer um pouco mais da cultura oriental e o modo de vida, tão diferente, que esta população tem. Da Ásia, o espectador será levado para a Europa e visitará habitações na Bulgária, Eslováquia, Ucrânia, Armênia e outros. Por serem países de origens diversas - cristãos, árabes, eslavos e outros -; poderemos contemplar uma diversidade cultural riquíssima nesta etapa. De lá, seguirá para a África, em uma viagem de norte a sul, onde a realidade das casas irá surpreendê-lo. Atravessando o Atlântico, chegaremos às Américas. Neste continente, visitaremos o Canadá, os Estados Unidos e seguiremos descendo pela Guatemala, El Salvador, Nicarágua, Haiti, até chegar ao Brasil. A etapa do Brasil finaliza a exposição e conta com habitações de algumas regiões do país. Desta forma, iremos evidenciar as diferentes colonizações e culturas que formam este imenso país multicultural.
OBJETIVO GERAL O objetivo deste projeto é oferecer ao público das cidades de São Paulo a oportunidade de conhecer e refletir sobre a cultura de etnias diversas e a maneira como estes grupos se organizam em sociedade. Para isso, será realizada uma exposição de fotos composta por imagens que representam os costumes e as características de lares de várias comunidades. As fotos são acompanhadas de textos que contextualizam as imagens e apresentam ao visitante as peculiaridades destas populações. A exposição leva o espectador a uma viagem ao redor do mundo através dos lares, passando por quatro continentes. As fotos retratam habitações e seu povo em países como a Índia, Tailândia, Filipinas, Armênia, Hungria, Bulgária, Ucrânia, Estados Unidos, Canadá, Jordânia, Uganda, Zâmbia, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Haiti, Brasil e outros. Com foco na população de baixa renda ou em condições de vulnerabilidade, as fotos evidenciam a importância de um lar para seus habitantes, seja ela na condição que for. Para as pessoas retratadas nas imagens, o fato de ter uma casa renova a esperança de um amanhã melhor; mesmo em condições vulneráveis, possuir um lugar onde morar mantém viva a expectativa de um futuro digno. Por isso, o nome do projeto: "Onde mora a esperança". São cerca de 80 imagens de fotógrafos estrangeiros e brasileiros, que, ao longo dos anos, registraram estas comunidades. As fotos fazem parte do acervo fotográfico da instituição Habitat for Humanity. Este acervo foi constituído ao longo dos 45 anos de existência da instituição e é composto por imagens de diversos lares pelo mundo. As imagens foram registradas em comunidades de pobreza ou extrema pobreza em mais de 70 países em todos os continentes. Além das fotos do acervo já existente, este projeto contempla registros fotográficos de duas localidades no Brasil, no semiárido de Pernambuco e na comunidade de Heliópolis em São Paulo. Tais comunidades representam duas formas distintas de vida no Brasil. A primeira, semiárido de Pernambuco, possui um modo de vida rural, onde a necessidade de buscar água a quilômetros de distância da casa é uma rotina diária. Já na comunidade de Heliópolis, podemos ver um modo de vida urbano, onde a precariedade das habitações afeta diretamente o desenvolvimento socioeconômico desta população. A exposição terá duas itinerâncias na cidade de São Paulo e está programada para ser lançada em maio de 2025 com a duração de 30 dias em cada local totalizando 60 dias de exposição. Sendo assim, o projeto tem como objetivo geral disseminar a diversidade cultural das etnias mundiais, evidenciando seus costumes através de seu lar; auxiliar na aceitação da singularidade de cada povo, combatendo o preconceito; sensibilizar para a necessidade de um lar adequado para o desenvolvimento socioeconômico da comunidade, e, consequentemente, do mundo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Como objetivos específicos o projeto propõe: - Adequar e montar as exposições gratuitas com a duração de 30 dias em cada local (a definir). - Produção de um catálogo impresso (800 cópias) e digital, que trará em seu conteúdo as fotos da exposição e textos para contextualizar as imagens. Este material irá reunir as informações sobre a exposição, e tem como objetivo divulgar seu teor ampliando a abrangência do projeto. - O projeto contará com atualização do site (link abaixo) que irá apresentar as obras da exposição. Possuirá dispositivo de leitura para os textos e audiodescrição dos painéis. Um video com uma sinopse da abertura será também apresentado em libras e legendado. https://cultura.habitatbrasil.org.br/
A moradia é um direito básico, presente em documentos referenciais com a Constituição brasileira de 1988 e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948. De forma objetiva moradia (casa) é entendida como um conjunto de paredes construídas pelo ser humano, cuja função é constituir um espaço de habitação para um ou conjunto de indivíduos, de tal forma que eles estejam protegidos dos fenômenos naturais exteriores (como a chuva, o vento, calor e frio, etc.), além de servir de refúgio contra ataques de terceiros. No entanto, para além da função de abrigo, a casa é também uma forma de construção e identificação cultural e política, adquirindo novos sentidos, a depender do contexto em que são utilizadas. Claude Levi-Strauss, por exemplo, definiu o conceito de "sociedade de casa": "pessoa moral, detentora de um domínio composto de bens materiais e imateriais, que se perpetua pela transmissão de seu nome, sua fortuna e seus títulos em linha real ou fictícia, considerada legítima somente na condição de que tal continuidade possa se expressar na linguagem do parentesco ou da aliança, e, mais comumente, das duas ao mesmo tempo", quando fundam-se na aliança e antagonismo. A exemplo das "casas nobres" da Europa Medieval e do Japão, ou quando se diz que "a casa de Windsor reina na Inglaterra". Além disso, as casas podem ser observadas e classificadas também de acordo com a forma e materiais com os quais são construídos. Segundo a historiadora, Keila Grinberg: "Enquanto os habitantes do Egito construíam suas casas com tijolos de barro, a maioria dos europeus e norte-americanos há muito tempo alojava-se em casas de madeira. Enquanto habitantes de iglus, nas terras geladas da Groenlândia e do Canadá, provavelmente acham bonito decorar seus lares com as peles de animais arrebatados em caçadas, moradores de metrópoles de todo o planeta preferem fazer de seus lares locais de trabalho, decorando salas e quartos com quadros de avisos e microcomputadores". "Vários outros exemplos podem mostrar que a estrutura dos lares nos ensina muito sobre a organização das sociedades em que elas estão localizadas. No Brasil, As cabanas dos índios bororos são organizadas em um grande círculo, junto ao qual está outra grande cabana, exclusiva para homens. A disposição das cabanas é feita de acordo com as funções de cada um na comunidade e com o lugar que ocupam naquela escala social. Na época em que o Brasil era colônia de Portugal, muitas casas eram feitas de pedra, para durar mais. hoje, construções assim são quase inexistentes. Sendo assim, podemos concluir que a forma como moramos é capaz de indicar as transformações que uma sociedade sofre ao longo do tempo. Tudo isso mostra como é diversa a história das casas, assim como as diferentes maneiras que os povos encontram para construí-las e decorá-las. É muito diferente, também, o relacionamento de cada sociedade com o significado que elas atribuem ao lar. Mas é exatamente a diversidade que torna interessante a história dos lares e os pequenos detalhes que fazem, de cada lugar, um lar diferente do outro. Termos aliás, que apesar de ser considerado sinônimo de casa, apresenta uma conotação mais afetiva e pessoal: é a casa vista como o lugar próprio de um indivíduo, onde este tem a sua privacidade e onde a parte mais significativa da sua vida pessoal se desenrola. Apesar da modernidade ter afastado sobremaneira o indivíduo de sua casa (posto que ele passou a vivenciar longos períodos do dia fora de casa, trabalhando, recreando-se ou circulando pela cidade), o lar sempre foi considerado uma referência de identidade para o sujeito". Ainda assim, não necessariamente ele se circunscreve apenas a casa como construção ou, pode ainda, ser um espaço menor do que a própria residência. O antropólogo carioca Roberto da Mata, em seu livro "A casa e a rua" nos diz: "Fiquei surpreendido ao descobrir como é que não se tinha ainda utilizado a casa e a rua como duas "categorias sociológicas" fundamentais para a compreensão da sociedade brasileira de uma maneira globalizada". (...) "A casa define tanto um espaço íntimo e privativo de uma pessoa (por exemplo: seu quarto de dormir) quanto um espaço máximo e absolutamente público, como ocorre quando nos referimos ao Brasil como nossa casa. Tudo, obviamente, depende de outro termo que está sendo implícito ou explicitamente contrastado. Deste modo, meu quarto (por oposição aos outros quartos) é a "minha casa". Quando o autor afirma que "casa" e "rua" são categorias sociológicas para os brasileiros, está afirmando que, entre nós, estas palavras não designam simplesmente espaços geográficos ou coisas físicas comensuráveis, mas acima de tudo, entidades morais, esferas de ação social, províncias éticas dotadas de positividade, domínios culturais institucionalizados e, por isso mesmo, capazes de despertar emoções, reações, leis, orações, músicas e imagens esteticamente emolduradas e inspiradas. Pensando na importância deste conceito criamos esta exposição com uma seleção de fotos que procuram mostrar a carga emocional existente no local de moradia. Com esta exposição pretendemos mostrar como quatro paredes, ou a ausência delas, podem significar um lar, local com algum tipo de estrutura e repleto de relações e emoções. As fotos a serem apresentadas, acompanhadas de texto explicativo, irão contar histórias de povos distintos, evidenciando as características descritas acima, assim como irão apresentar ao espectador formas de vida e de cultura que o levarão a refletir sobre as diferentes formas de moradia. As casas formam comunidades, que formam cidades, que formam estados, que formam países, que formam o mundo e identificam a raça humana. O conteúdo que encontramos nestas fotos mostram as características arquitetônicas de cada comunidade, suas vestimentas, detalhes da culinária, crenças e emoções. De acordo com a concepção de cultura, na dimensão simbólica, explicitada na apresentação do site do próprio Ministério da Cultura, entendemos como práticas culturais: idiomas, costumes, culinária, modos de vestir, crenças, criações tecnológicas e arquitetônicas, entre outros. Desta forma, é evidente o caráter cultural deste projeto, seja ele na questão de conteúdo ou no tipo de linguagem artística utilizada, no caso, a fotografia. Importa ressaltar que a presente exposição, ora proposta como itinerante, foi realizada por meio desta Lei Federal de Incentivo à Cultura, no ano de 2021. Na ocasião, a exposição ocorreu na Casa das Rosas, em São Paulo, contando com um público de 6.000 visitantes, além dos 1.515 acessos ao site do projeto e a distribuição de 1.200 catálogos. Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91 Inciso I : "Promoção e difusão da produção cultural brasileira" . A exposição tem o potencial de promover e difundir a arte fotográfica nacional, destacando a produção cultural de artistas brasileiros.Inciso II : "Apoio à produção de bens e serviços culturais" . A realização da exposição envolve a produção de uma série de bens culturais, como fotos próprias, painéis, catálogos, etc., além de proporcionar a criação de um evento cultural relevante. Enquadramento no Art. 3º da Lei 8.313/91 Inciso I : "Favorecer a criação e a circulação de bens e serviços culturais" . É uma forma de criação cultural e contribui para a circulação desses bens culturais para um público amplo, permitindo que a produção fotográfica chegue a diferentes regiões e contextos sociais.Inciso II : "Desenvolver as potencialidades culturais do país e difundir a produção artística e cultural" . Contribui para o desenvolvimento cultural ao valorizar e divulgar a produção artística nacional.Inciso III : "Ampliar o acesso da população às manifestações culturais" . Ao realizar uma exposição em diversos locais, com diferentes acessos, este projeto pode ampliar o alcance da cultura, tornando-a mais acessível ao público. Portanto, a exposição se beneficia do Mecanismo de Incentivo aos Projetos Culturais da Lei Rouanet porque atende aos princípios de promoção, difusão e fomento à produção cultural nacional, além de ser uma ferramenta de acessibilidade e formação de público.
- A exposição é composta por 28 painéis fotográficos; de 1,20 m de largura por 1,60 m de altura, impressos em papel fotográfico, aplicados em placas de PVC; que serão expostos em estruturas metálicas, do tipo biombo, feitas de ferro. Cada painel conta com cerca de 3 a 4 fotos de uma mesma localidade, totalizando mais ou menos 80 fotos. - Confecção de um catálogo com tiragem de 800 exemplares, com 64 páginas, impresso e digital. O material impresso será em papel couchê, com lombada quadrada e capa flexível. O site da exposição será atualizado. É composto por galeria de fotos, vídeo de abertura com acessibilidade, audiodescrição das fotos e detalhes do projeto.https://cultura.habitatbrasil.org.br/
ASPECTO ARQUITETÔNICO: A exposição será instalada em espaço a ser definido que terá obrigatoriamente entrada acessivel para cadeirantes e portadores de deficiências motoras, livres de degraus e outros obstáculos e banheiros também equipados para o acesso destas pessoas. PCDs VISUAIS: Todos os painéis possuirão QRCODE com a audiodescrição das imagens apresentadas. O site possuirá dispositivo de leitura para os textos e audiodescrição dos painéis. PCDs AUDITIVOS: Contaremos, na abertura e em horários pré agendados com interprete de LIBRAS. No site haverá um video com uma sinopse da abertura que será também apresentado em libras e legendado. PCDs INTELECTUAIS: Os monitores serão treinados para receber portadores de deficiências motoras e mentais dentro do previsto na legislação.
EXPOSIÇÃO 100% gratuitaA exposição será gratuita para a população em todos os locais por onde itinerar. Em busca de abranger todas as camadas da sociedade, principalmente as menos favorecidas, este projeto buscará espaços expositivos em locais de grande circulação de público. CATÁLOGO distribuição gratuita10% patrocinadores. 90% distribuição gratuita durante a exposição. SITEAcesso livre a todos os conteúdos com recursos de acessibilidade Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
O PROPONENTE ESTARÁ ENVOLVIDO EM TODOS OS PROCESSOS DECISÓRIOS DE REALIZAÇÃO DO PROJETO, PARTICIPANDO DAS REUNIÕES, ACOMPANHANDO A EXECUÇÃO, A ADMINISTRAÇÃO, FAZENDO AS CONTRATAÇÕES E APROVAÇÕES NECESSÁRIAS, REALIZANDO A PRESTAÇÃO DE CONTAS, ENTRE OUTRAS ATIVIDADES. Coordenador do Projeto - Claudia Viri de Oliveira, bacharel em Ciências Contábeis, atuou como compradora de 1993 a 1997 e como gestora administrativo financeiro por 17 anos (2000-2017) na Associação Arte Despertar, organização social que atua com projetos sociais, artísticos e culturais. Foi na Arte Despertar que adquiriu experiência na gestão do terceiro setor e de projetos incentivados, em especial os culturais, desde a elaboração, produção, execução até a entrega da prestação de contas. Com essa expertise, desde maio de 2017 está no mercado atuando com empresa própria oferecendo serviços de consultoria e assessoria em gestão do terceiro setor, projetos sociais e culturais e, para projetos incentivados, contabilidade, coordenação e prestação de contas. Nesses 25 anos trabalhou com mais de 160 projetos nos mais diversos segmentos para vários proponentes. Currículo completo em www.linkedin.com/in/claudiaviri Coordenação de Produção - A Arquiprom iniciou suas atividades em 1972, e desde então atua nas áreas promocional (comercial e institucional) e cultural. Realizou feiras internacionais em mais de vinte países e projetou ou participou na execução de eventos como a XIV Bienal de São Paulo, “Tradição e Ruptura”, “O Brasil dos Viajantes” e “Arte e Ousadia”, tendo conquistado prêmios internacionais e nacionais. A Arquiprom é especializada em projeto (Design e Comunicação Visual), planejamento, supervisão e produção de museus, exposições, sinalização, estandes para feiras e eventos. Sua atuação abrange todos os serviços relativos aos empreendimentos, tais como: elaboração e acompanhamento de projetos de incentivo fiscal (Lei Rouanet e Programa de Ação Cultural – PROAC); projeto e execução de exposições, pavilhões e estandes; administração geral e coordenação; projetos museológicos; transporte de materiais e obras de arte; desenvolvimento de peças gráficas; elaboração e aplicação de programas educativos. A Arquiprom cria, desenvolve e gerencia projetos culturais de acordo com a necessidade de cada cliente, sempre visando a melhor eficiência na utilização dos recursos de incentivos fiscais. Constituída por arquitetos, a Arquiprom procura manter com seus clientes e colaboradores uma relação de parceria, o que permite maior sinergia e eficiência na busca das melhores soluções. Com isso, os projetos são sempre inovadores e personalizados. Curadoria - João Kulcsár, foi professor visitante na Universidade de Harvard 2002/3, como bolsista da Comissão Fulbright. Mestrado em artes pela Universidade de Kent, Inglaterra, 1996/7, como bolsista do The British Council. Professor e coordenador de fotografia do Senac-SP desde 1990. Diretor do Festival de Fotografia de Paranapiacaba. Presidente da REDE de produtores da fotografia no Brasil (2016-19). Curador de exposições fotográficas no Brasil, como as de Claudia Andujar (2004 e 2009); Cristiano Mascaro (1999); Maureen Bisilliat (1999); Thomaz Farkas (2000); Pedro Martinelli (2011); Magnum 60 anos (2008); Impressões Visuais (2010); Edward Curtis (2009); Observadores - Fotografia da Cena Britânica desde 1930 até hoje (2012) – Prêmio APCA melhor exposição fotográfica do ano); Retratos Imigrantes no Museu de Ellis Island, NY(2015) e no Museu da Imigração em SP (2015); Arno Rafael Minkkinen, corpo como evidência (2016), Magnum no Cinema (2017); Retratos diálogos da identidade (2017); Henri Cartier-Bresson, primeiras fotografias (2017); e Elliott Erwitt, vida de cão (2017). Retratos de Mulheres Por Mulheres (2020). No exterior, foi curador de exposições nos seguintes países: Portugal, Estados Unidos, Cuba, Inglaterra, Itália e Suíça.Na área de formação de professores, foi coordenador/ idealizador do projeto de uso de fotografia em sala de aula pelo Itaú Cultural e Secretaria de Educação do Estado de SP em 2004.Coordena o projeto de alfabetização visual, que desenvolve atividades de fotografia e educação no Brasil na Fundação Gol de Letra, Meninos do Morumbi, Febem e, no exterior, na Alta Scuola Pedagogica di Locarno (Suíça), no Instituto Português de Fotografia (Portugal), na HABLA (México), na Universidade de Harvard - Graduate School of Education (EUA).Trabalha com projetos e consultoria de acessibilidade, fotografia e pessoas deficientes visuais desde 2008. Entre os locais atendidos está: Museu do Futebol, Galeria do SESI-SP, SESC-SP, Senac-SP, STF/DF e Memorial da Inclusão. Desenvolve oficinas de fotografia e percepção em várias cidades do Brasil e no exterior (Portugal, UK, EUA, Suíça, e México). Exposição – Rever, fotografias feitas por pessoas def. visuais na Pinacoteca de SP.Autor dos livros Herança Compartilhada com Matthew Shirts ; Árvores da Cidade de São Paulo; Impressões Visuais; Observadores da Cena Britânica; Retratos Imigrantes; Acervo do MIS-SP (Memória Paulistana; Lambe-lambe, fotógrafos de rua nos anos 70; e Ferrovia Madeira-mamoré ; Editor do site www.alfabetizacaovisual.com.br. Coordenação Administrativa - Cintya Freire Paulistana, pós-graduada em Finanças Corporativas, graduada em Administração de Empresas, atua por mais de 10 anos em atividades com foco voltado para finanças, controladoria e administração empresarial, Desde novembro de 2015 é parte da equipe de administração e finanças da Habitat Brasil. Captação de Recursos – Adriana Magalhães, formada em Administração de Empresas, com MBA Executivo pela Brazilian Business School, atua na área de captação de recursos para ONGs há mais de 20 anos. Atualmente trabalha na organização internacional Habitat para a Humanidade (Habitat for Humanity), onde é Diretora de Mobilização de Recursos no escritório de São Paulo, coordenando uma equipe que capta recursos com empresas e indivíduos. Divulgação da Exposição – Bárbara Figueiredo, Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), com especialização em Marketing pelo SENAC e pela Ohio University (EUA), atua há 8 anos com comunicação em organizações do terceiro setor, com foco em gestão de marca, comunicação interna e externa. Atuou por 3 anos como Gestora Nacional de Comunicação na organização social TETO Brasil. Atualmente, atua como responsável da área de comunicação da organização internacional Habitat para a Humanidade Brasil.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.