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PRONAC 234417Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Plano Anual - Trilha da Harmonia

INSTITUTO GUARDIA DO SER
Solicitado
R$ 6,85 mi
Aprovado
R$ 6,85 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
23

Localização e período

UF principal
GO
Município
Pirenópolis
Início
2024-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Pirenópolis Goiás

Resumo

RESUMO DA PROPOSTA CULTURAL: A execução do projeto tem como primeiro produto o Plano Anual que versa sobre a criação de um Núcleo de Musicalização para o livre e continuado acesso da comunidade e de pessoas comprometidas com o ensino, o aprendizado e a prática musical sem distinção de qualquer natureza, em ambiente aberto às manifestações que tenham ligação com a música. Com o segundo produto, o projeto oportunizará oficinas de músicas coletivas - violão, teclado, percussão e sopro - banda sinfônica, coral e musicalização infantil onde a carência destes ensinamentos é total. Em seguida prevê a aquisição de instrumentos e acessórios correspondentes e adequados para as oficinas programadas. E, finalmente, realizará a manutenção e sustentabilidade dos recursos humanos e materiais do projeto como medida que assegure a sua continuidade e importância intrínseca em sua área de influência.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA O projeto concentra suas atividades principais no Núcleo de Musicalização. É deste núcleo que se formatam todas as manifestações voltadas para o público interno com um consistente projeto pedagógico aberto a um público de 6 a 80 anos. O projeto, seriado e progressivo, busca a fidelização do aluno ao longo dos anos com a coloração lúdica das apresentações em conjunto e a formação do coral. Facilita a integração com a comunidade quando procura trazer o aluno da periferia da cidade, literalmente, oferecendo transporte gratuito com a Rota da Música numa cidade que não tem transporte público. Inclui, como parte integrante da formação, a participação dos pais, mães e responsáveis, no projeto, resolvendo os casos de rejeição e reforçando os afeiçoados a música com o apoio de um (a) psicologo (a) e um (a) fonoaudiólogo (a). Interage com as crianças disponibilizando uma infraestrutura de instrumentos adequados ao iniciante. Na classificação de ensino e oficinas de aprendizado infantil adota uma metodologia adequada, lúdica, na certeza de que é nesta fase de formação que os grandes instrumentistas começam suas experiências positivas e se encaminham para as matérias acadêmicas com segurança. A certificação das etapas de aprendizado permite acompanhar o progresso e o reconhecimento do trabalho de cada um. Mantém o foco a médio prazo contando com disciplina e o esforço coletivo para a formação de combos, bandas e estando presente os requisitos ideais, compor uma orquestra. Em qualquer dos estágios sempre haverá condições de apresentações individuais e coletivas. E sempe estará presente a predominância dos valores locais, na cultura, na sabedoria e conhecimento pessoais dos professores locais de "notório saber" e a experiência dos visitantes. No que se refere aos instrumentos o projeto conserva o cuidado com o aprendizado individual ao escolher o teor das aulas e a preferência dos candidatos por instrumentos específicos após pesquisa qualitativa voltado para o passo seguinte dos ensinamentos de grupo e mais adiante perseguindo a formação de bandas e a idealização de uma orquestra. O chamamento dos professores para a sala de aula deve premiar os acadêmicos e os tradicionais mestres locais como uma das medidas de integração do Núcleo ao ambiente local, a conservação de tradições, a troca de informações e compartilhamento de conhecimentos. A aquisição de instrumentos e a disponibilização de um veículo (Micro-ônibus) de suporte para os alunos mais carentes favorece a empatia do projeto junto á comunidade. A escala de ensino pode ser imaginada com o poder da identificação da escola com o aluno, deste com a famíia depois com a comunidade. Um poder de identificação no uniforme, nas performances e no aplauso. Os fundamentos estão concentrados no Núcleo de Musicalização, no ensino e na musicalização infantil, na aquisição de instrumentos e na sustentabilidade que é abraçada pela manutenção de toda esta estrutura com um corpo administrativo de suporte e o enriquecimento dos profissionais acadêmicos e os "mestre escolas" locais. A intenção subjacente ao projeto é unir em estado de sinergia expressivos atores capazes de criar oportunidades para que o potencial musical da cidade alcance um grau superior de agitação cultural e possa influenciar positivamente os participantes e toda a cadeias produtiva ligada ao comércio, ao turismo, a ecologia e a preservação dos valores locais. A proponente está convencida de que é possível alcançar com este projeto uma mudança cultural que consiga: Igualdade de condições para o acesso e permanência no núceo de ensino, hoje, e nas escolas acadêmicas amanhã; Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber musical; Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; Respeito à liberdade e apreço à tolerância; Coexistência de instituições públicas e privadas no alcance de projetos com objetivos comuns; Gratuidade do ensino com qualidade; Valorização do profissional da educação musical; Gestão democrática do ensino da música, Garantia de padrão de qualidade; Valorização da experiência extraescolar; Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais; compartilhamento de atitudes sociais como decorrência natural do processo de democratização do acesso a bens culturais. Embora não expresso no escopo de trabalho a decorrência natural do projeto tem uma consequência previsível de contribuir ao longo de sua consolidadação, para o enriquecimento da cadeia produtiva cultural. Aperfeiçoando-se o ensino e a qualidade musical, entregando novos valores à sociedade, recuperando o histórico das realizações dos compositores originários, os aspectos turísticos também são enriquecidos e a atração musical desencadeia a geração de emprego e renda com a movimentação dos bares, restaurantes, hotéis, pousadas e cachoeiras, a arrecadação de impostos, o espaço para festivais e apresentações nacionais e internacionais num eixo turístico de influência direta representado nas cidades de Goiânia/Anápolis/Brasília e naturalmente a manutenção de uma imagem positiva enquanto destino turístico nacional.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Implantar um Núcleo de Musicalizaçao de ensino, aprendizado, produção e difusão musical, cujo principal resultado é estimular a criatividade e as livres manifestações culturais individuais e coletivas. Tendo como finalidade a ênfase na preservação das expressões e tradições regionais e locais procurando resgatar, dentro da história da cidade de Pirenópolis, sua vocação primeira para a cidade da música em todas as suas manifestações folclóricas e populares. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Pomover no biênio: 1) PLANO ANUAL: • Adquirir veículo para transporte de alunos e professores em vunerabilidade econômica - 1; • Contratar pessoal para viabilizar o projeto - 18; • Selecionar alunos da banda sinfônica agraciados com bolsa - 40; • Aquirir equipamento permanente - 1; • Confeccionar uniformes para alunos e professores para uso diário - 1085. 2) CURSOS / OFICINA / ESTÁGIO: • Adquirir material e equipamento permanentes - 20; • Adquirir material de consumo - 130; • Promover Banda Sinfônica - 2 turmas; 120 alunos; • Promover Coral - 5 turmas; 100 alunos; • Promover Musicalização Infantil - 2 turmas; 75 alunos; • Promover oficinas coletivas de violão - 14 turmas; 225 alunos; • Promover oficinas coletivas de percussão - 13 turmas; 255 alunos; • Promover oficinas coletivas de teclado - 12 turmas; 180 alunos; • Promover oficinas coletivas de sopro - 06 turmas; 120 alunos. 3) INSTRUMENTOS MUSICAL / AQUISIÇÃO: • Adquirir 552 instrumentos para realização das oficinas coletivas de instrumentos, de musicalização inantil e ensaios da banda e do coral; • Adquirir 491 acessórios para manutenção dos instrumentos.

Justificativa

JUSTIFICATIVA O projeto em questão atende o art. 1° da Lei 8.313/91 nos seguinte itens, I, II, V, VIII, além das alíneas c, d do item I, bem como alínea b do item V, ambos itens do art. 3º do citado diploma legal, conforme explicitamos a seguir. Pirenópolis, cidade goiana tombada pelo Patrimônio Histórico e Arquitetônico, teve em 2010 sua tradicional Festa do Divino registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo IPHAN (1). Em 1819 August Saint-Hilaire, naturalista francês, registrou seu encontro com uma folia goiana e neste ano foram iniciados em Pirenópolis relatos mais detalhados sobre esta festa popular cuja característica é a diversidade musical(2). Em consequência do arcabouço cultural musical da cidade, a forma e a metodologia a serem aplicadas neste projeto partem do princípio que grupos musicais, além da finalidade cívica, cultural e recreativa, desempenhem um papel muito importante tanto no processo macro de identificação comunitária, quanto no processo educativo de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. O resultado esperado para este Plano Bianual pretende que os grupos musicais se transformem nos cartões de visita da instituição e do município pirenopolino que representam, espelhando aos visitantes e comunidade a imagem de uma cultura elevada, voltada para o interesse coletivo. Os grupos musicais como arte, devem valorizar e engrandecer o cidadão e a sociedade, sendo um recurso para se trabalhar a sensibilidade, disciplina, leitura, criatividade, acuidade auditiva, coordenação motora e equilíbrio emocional. Pois, a iniciação da arte musical em toda sua totalidade, eleva a sensibilidade do indivíduo e sua percepção de mundo, tornando-o agente transformador de sua realidade. Tal arte oferecerá o progresso de um povo alicerçado em sua cultura, sem a qual não há identidade, memória e nem história. Para os produtos Canto Coral e Banda Musical, bem como Oficinas de Música, a proposta metodológica de ensino coletivo contempla tanto questões relativas à formação musical técnica quanto à formação cultural dos alunos, e se revela eficiente no processo de ensino e aprendizagem por diversas razões: propicia a formação inicial musical; atende normativas educacionais; possibilita a ampliação do repertório e do gosto musical dos alunos; permite, a partir da contextualização dos elementos musicais, reflexão e análise de criticados aspectos musicais; favorece o desenvolvimento de diferentes habilidades necessárias ao fazer musical e favorece o desenvolvimento da expressão e da criatividade dos alunos. Também permite aos alunos se expressarem musicalmente quando se utiliza um repertório diversificado quanto a estilos e gêneros. Vale destacar a importância da Banda Musical no processo formativo. Pirenópolis convive com bandas centenárias que realizam um trabalho de popularização da música com fins sócios educativos e culturais (3). Desta forma, este projeto propõem a formação de 2 (duas) bandas, uma para o primeiro ano do biênio e outra para o segundo ano. Visto que, as bandas musicais, além de permitirem uma profissionalização via música, possibilitam aos jovens reconhecerem-se como sujeitos que atuam no mundo, dando-lhes condições de criarem novos projetos de vida (4). O acervo musical centenário. Nos domínios da música erudita, pode-se contar com registros materiais como as partituras que remontam o período colonial (5). A Banda Phoênix em termos de reconhecimento social, já foi alvo de várias pesquisas e publicações, acadêmicas ou não (6). Pirenópolis conta também com outras Bandas, as quais incorporaram manifestações de herança negra como Congo, Congada e Banda de Couro(7). São de relevância para cultura musical local (8). A Banda de Couro é originária dos escravos e utilizada nas festas dos pretos (9). A Banda de Couro pirenopolina "é apresentada desde 1814", com uso dos instrumentos melódicos de sopro _ trompete e trombone _ e outros como saxofones e clarineta, além das melodias executadas ao ritmo alegre de suas caixas e tambores, e de uma clarineta, não há quem fique parado (10). A Congada (ou Congado) é um exemplo de expressão cultural adaptada e aprendida pelos moradores de Pirenópolis, sendo passada de geração para geração, já há quase um século _ tanto o aspecto teatral como o musical. São utilizados tambores artesanais com couro animal, com ou sem uso de baquetas; tambor industrial; caracaxás _ tipo de reco-reco feito de bambu ou taquara e pandeiros industriais (11). Diante deste cabedal artístico o projeto privilegia as oficinas de percussão, violão e teclado. Além da musicalização infantil que é a base para toda e qualquer construção instrumental. Desde a mais remota época os instrumentos musicais mais utilizados em Pirenópolis foram a viola de 10 cordas, a caixa-de-folia e os pandeiros. Pirenópolis é o município goiano onde a quantidade e a diversidade de eventos, grupos e manifestações são as maiores do estado (12). As festas populares de Pirenópolis são compostas por várias atividades, todas com acompanhamento de bandas musicais para cada ocasião, ou pelo menos com a presença da música em algum momento (13). Nelas encontramos uma grande quantidade e diversidade de instrumentos: caixa, violas, pandeiros, violões, sanfonas, cavaquinho, triângulo, afoxé e chocalhos (14). A viola é um instrumento muito utilizado com diversas afinações, a mais usada é o cebolão (Mi maior ou bemol, ou ainda Ré maior) (15). Vale ressaltar a fabricação artesanal da viola em Pirenópolis durante os oitocentos, e demonstram seu valor material e simbólico, certamente associado a festas populares. A viola divide as funções com o violão _ mas é o instrumento mais tocado em manifestações festivas (16). Tendo em vista, a vocação regional do uso dos instrumentos musicais, o projeto propõe a aquisição de instrumentos de qualidade que potencializarão e ratificarão esta tradição histórica e centenária da região. Estamos certos que este projeto irá chamar a atenção da comunidade pirenopolina, possibilitando a participação, crescimento e fortalecimento dos trabalhos artísticos, que possam revelar grandes talentos na comunidade. O que propiciará a inclusão sócio cultural da juventude e de toda a população através da música. O projeto deixará um grande legado, pois uma vez que crianças, adolescentes, jovens e idosos se engajam no movimento cultural e artístico, estarão recebendo o antídoto à criminalidade, ao trabalho infantil, ao etarismo, ao isolamento, ao bullying, a tantos enfrentamentos difíceis que a vulnerabilidade social e econômica impõe a centenas de cidadãos. Tais ações objetivam a ampliação do acesso à música instrumental, e oportunidades pedagógicas de difusão do conhecimento adquirido pelos integrantes através dos ensaios e prática musical. Por outro lado, a Guardiã do Ser necessita de fontes de recursos diversas para sua manutenção e expansão de atividades formativas. Desta forma, busca através de doações, parcerias e patrocínio, por meio de leis de incentivo garantir a excelência no cumprimento da missão. Portanto, visando a continuidade e a ampliação de suas atividades, o benefício do patrocínio através da Proposta Plano Anual Trilha da Harmonia, é uma ferramenta essencial, o que justifica a apresentação desta proposta. (1) (2) (5) (7) (8) (11) (12) (13) (14) (16) CLÍMACO, L.F. (2017). Música e Diversidade em Festas e Folias do Divino de Goiás: Crixás, Pirenópolis e Colinas Do Sul (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Goiás. (3) GONÇALVES, Aline Moreira; COELHO, Mayara Pacheco; CHAVES, Sábatha Resende; RIBEIRO, Sergio Rossi; FRADE, Rodrigo Manuel; SILVA, Marcos Vieira. O Papel Social das Bandas de Música no Campo das Vertentes, ABRAPSO. (4) DAYRELL, Juarez. O rap e o funk na socialização da juventude. Revista Educação e Pesquisa. (6) (9) MENDONÇA, Belkiss S. Carneiro de. A Música em Goiás. UFG. (10) SIQUEIRA, Vera Lopes de. Tradições Pirenes. Kelps. (15) CORRÊA, Roberto. A arte de pontear viola. Brasília, Curitiba.

Estratégia de execução

PROJETO MUSICAL DA GUARDIÃ DO SER - TRILHA DA HARMONIA - 1º ano do biênio - 2024 Público Período Horário Dia da semana Tamanho Oficina Local Vagas Turmas da Sala Comunidade Piri Vespertino 13h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Violão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Vespertino 14h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Violão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Noturno 18h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Violão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Noturno 19h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Violão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Vespertino 15h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Percussão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Vespertino 16h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Percussão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Noturno 18h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Percussão UEG 20 Sala 2 Comunidade Piri Noturno 19h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Percussão UEG 20 Sala 2 Comunidade Piri Vespertino 13h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Sopros UEG 20 Sala 2 Comunidade Piri Noturno 18h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Sopros UEG 20 Sala 3 Comunidade Piri Noturno 19h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Sopros UEG 20 Sala 3 Comunidade Piri Vespertino 14h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Teclado UEG 15 Sala 2 Comunidade Piri Vespertino 15h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Teclado UEG 15 Sala 2 Comunidade Piri Vespertino 16h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Teclado UEG 15 Sala 3 Comunidade Piri Noturno 18h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Teclado UEG 15 Sala 4 Subtotal Oficineiros - 280 Comunidade Piri Noturno 18h:00 Segunda/Quarta/Sexta Banda UEG 40 Auditório Comunidade Piri Vespertino 16h30 Segunda/Quarta/Sexta Coral UEG 30 Sala 2 Comunidade Piri Noturno 19h30 Segunda/Quarta/Sexta Coral UEG 30 Sala 4 Crianças de 6/7 e 8/9 Vespertino Segunda/Sexta Musicalização infantil UEG 37 Subtotal - banda e coral e musicalização - 137 Total para o 1º ano do biênio 24 - 417 PROJETO MUSICAL DA GUARDIÃ DO SER - TRILHA DA HARMONIA - 2º ano do biênio - 2025 Público Período Dia da semana Tamanho Oficina Local Vagas da Sala Comunidade Piri Noturno Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Coral Lagolândia 20 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Violão Lagolândia 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Violão Lagolândia 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Teclado Lagolândia 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Teclado Lagolândia 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Percussão Lagolândia 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Percussão Lagolândia 15 Comunidade Piri Noturno Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Coral Jaranápolis 20 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Violão Jaranápolis 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Violão Jaranápolis 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Violão Jaranápolis 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Teclado Jaranápolis 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Teclado Jaranápolis 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Teclado Jaranápolis 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Percussão Jaranápolis 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Percussão Jaranápolis 15 Comunidade Piri Vespertino Segunda/Quarta/Sexta 20m2 Percussão Jaranápolis 15 Subtotal - Distritos - 265 Crianças (6-7 anos) Vespertino Segunda/Sexta 20m3 Musicalização Pirenópolis 15 Infantil Crianças (8-9 anos) Vespertino Segunda/Sexta 20m4 Musicalização Pirenópolis 23 Infantil Subtotal - Musicalização Infantil - 38 Público Período Horário Dia da semana Tamanho Oficina Local Vagas Turmas Comunidade Piri Matutino 9h:00 Terça/Quinta 25m2 Violão UEG 20 Sala 3 Comunidade Piri Vespertino 13h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Violão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Vespertino 14h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Violão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Noturno 18h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Violão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Noturno 19h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Violão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Vespertino 15h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Percussão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Vespertino 16h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Percussão UEG 20 Sala 1 Comunidade Piri Noturno 18h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Percussão UEG 20 Sala 2 Comunidade Piri Noturno 19h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Percussão UEG 20 Sala 2 Comunidade Piri Vespertino 13h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Sopros UEG 20 Sala 2 Comunidade Piri Noturno 18h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Sopros UEG 20 Sala 3 Comunidade Piri Noturno 19h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Sopros UEG 20 Sala 4 Comunidade Piri Vespertino 15h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Teclado UEG 15 Sala 2 Comunidade Piri Vespertino 16h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Teclado UEG 15 Sala 3 Comunidade Piri Noturno 18h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Teclado UEG 15 Sala 4 Subtotal - oficineiros 285 Comunidade Piri Noturno 18h:00 Terça/Quinta Banda UEG 20 Auditório Comunidade Piri Noturno 18:00 Segunda/Quarta/Sexta Banda UEG 20 Auditório Comunidade Piri Noturno 19:h00 Terça/Quinta 25m2 Coral UEG 20 Sala 5 Comunidade Piri Vespertino 16h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Coral UEG 20 Sala 2 Comunidade Piri Noturno 19h30 Segunda/Quarta/Sexta 25m2 Coral UEG 20 Sala 4 Subtotal - banda e coral - 90 Total para o 2º ano do biênio 25 - 763 Total Geral para o biênio 24/25 - 1.180

Especificação técnica

Os integrantes de cada oficina musical são capacitados durante as atividades musicais e aulas de instrumento, liderados por professores e maestros. Para cada oficina, um plano de curso é elaborado, para o qual os ensaios e aulas convergem, estabelecendo assim uma linha de atuação da equipe pedagógica em comum. A atividade pedagógica dos professores é supervisionada e orientada diretamente pelo Coordenador Pedagógico. MUSICALIZAÇÃO INFANTIL É entendida como o período em que é oferecido ao integrante os primeiros passos na apreciação e prática de música, esta iniciação é proposta em quatro tipos de atividades, que são: • Iniciação musical com flauta doce; • Iniciação musical com instrumentos de percussão; • Iniciação musical mista (utilizando instrumentos diversos); • Iniciação musical com coral. O público-alvo prioritário destas atividades são crianças de de 6-7 anos, com 30 alunos, e de 8-9 anos com 45 alunos. As aulas são realizadas em grupo, com carga horária de 6 horas semanais. Estas aulas são ministradas por professores contratados especializados na área. O objetivo das aulas de iniciação musical é preparar o integrante para o ingresso posterior em bandas e corais, e para isto desenvolver nelas as habilidades musicais básicas no indivíduo, desenvolvimento da independência rítmica corporal, percepção melódica, afinação, linguagem musical, canto, pulso, metro, subdivisões rítmicas, atenção, escuta, disciplina, dentre outros. BANDA SINFÔNICA MUSICAL A Metodologia da formação Banda Sinfônica Musical consiste em ensaios separados de naipes (Madeiras, Metais, Percussão), e progressiva junção destes até o ensaio geral propriamente dito. Os alunos recebem aulas regulares de iniciação musical, noções de execução e manutenção dos instrumentos.As aulas são realizadas em grupos, com carga horária de 6 horas semanais. Estas aulas são ministradas por professores contratados especializados na área. A metodologia desenvolvida para o ensino na banda musical é pautada por quatro tipos de atividades, que são:• Treinos de percepção auditiva e memória musical; • Pesquisa e interpretação de sons de diversas naturezas e procedências; • Observação e acompanhamento das atividades musicais; • Iniciação musical com instrumentos de percussão. CANTO CORAL A metodologia da formação musical dos coralistas é similar àquela dos instrumentistas da Banda Musical, com ensaios separados de naipes (sopranos, contraltos, tenores e baixos), com progressiva junção destes até o ensaio coral propriamente dito. Os alunos são membros do Coral que recebem aulas regulares de técnica vocal, iniciação musical através de coral, noções de execução de instrumentos de teclado eletrônico e regência coral. As aulas de coral terão turmas com 20 alunos com carga horária de 6 horas semanais. OFICINAS DE ENSINO COLETIVO DE VIOLÃO A proposta metodológica do ensino coletivo de violão contempla tanto questões relativas à formação musical técnica, quanto à formação cultural dos alunos e se revela eficiente no processo de ensino/aprendizagem por diversas razões: Ela propicia a formação inicial musical; atende normativas educacionais; possibilita a ampliação do repertório e do gosto musical dos alunos; permite, a partir da contextualização dos elementos musicais, a reflexão e análise crítica dos aspectos musicais; favorece o desenvolvimento de diferentes habilidades necessárias ao fazer musical e favorece o desenvolvimento da expressão e da criatividade dos alunos. Também permite aos alunos se expressarem musicalmente quando se utiliza um repertório musical diversificado quanto a estilos e gêneros musicais.As aulas são realizadas em grupos, terão turmas com 15 e 20 alunos com carga horária de 6 horas semanais. Estas aulas são ministradas por professores contratados especializados na área. A metodologia desenvolvida para o ensino coletivo de violão é pautada em diversos tipos de atividades, que são:• Democratizar o acesso ao ensino da música;• Todos os indivíduos são aptos a terem um desenvolvimento cognitivo musical;• Diferentes procedimentos podem ser utilizados para favorecer a memorização e a aprendizagem musical;• A criação, a criatividade e a improvisação devem ser estimuladas no processo de iniciação musical;• A apreciação musical deve estar presente nas aulas de música;• A imitação é um importante recurso na aprendizagem musical;• O emprego do solfejo e do canto são essenciais no processo de musicalização;• A motivação e a socialização favorecem o aprendizado musical;• A teoria musical deve estar relacionada com a prática (Teoria Aplicada);• Contemplar a diversidade cultural e conduzir os alunos a novas experiências musicais. OFICINAS DE ENSINO COLETIVO DE PERCUSSÃO A prática que envolve a percussão, no âmbito de aulas de música, compreende a percussão como um excelente recurso para o trabalho pedagógico que envolva uma ampla variedade de conteúdos musicais. As Oficinas de Ensino Coletivo de Percussão terão turmas com 15 e 20 alunos com carga horária de 6 horas semanais. A proposta metodológica de ensino parte dos seguintes princípios:• Vivenciar práticas musicais com instrumentos de percussão, aplicados em diferentes gêneros musicais, com ênfase nos brasileiros: samba, congo, baião, maracatu, entre outros. • Adquirir conhecimentos que possam potencializar e qualificar a utilização dos instrumentos de percussão no âmbito das aulas de música; • Aprofundar o conhecimento sobre a riqueza rítmica presentes nos gêneros musicais populares, na música brasileira, compreendendo a percussão um recurso que permite trabalhar ampla gama de conteúdos dentro do universo da educação musical. OFICINAS DE ENSINO COLETIVO DE TECLADO O ensino coletivo de instrumentos musicais aparece no contexto da educação musical como uma proposta abrangente e democrática de iniciação musical. Alguns trabalhos realizados no Brasil como o de Flavia Maria Cruvinel e João Maurício Galindo demonstram a eficiência na prática coletiva de música e podemos perceber características específicas no processo de ensino e aprendizagem, bem como na sistematização das estratégias metodológicas adequadas a esta forma de trabalho. As turmas serão com 15 alunos com carga horária de 6 hs semanais. A proposta metodológica de ensino parte dos seguintes princípios:• Interdependência positiva: A responsabilidade do aprendizado passa a ser do grupo, levando os atuantes a compreenderem que sem ajuda ao desenvolvimento do colega, não será possível realizar a atividade proposta. Assim, não se pensa em realizar a tarefa individualmente, pois somente o grupo é capaz de concluí-la;• Responsabilidade individual: Trata do compromisso que cada indivíduo possui perante o grupo, estando consciente de sua postura colaborativa e de busca pelo sucesso de todos para que a atividade tenha sucesso, não pensando somente nos benefícios próprios;• Habilidades Sociais: Diz respeito à capacidade de trabalhar em grupo, ouvir e propor novas ideias, relacionar-se com seus colegas e aceitar decisões em conjunto, questões raramente desenvolvidas em ambientes de trabalho individual;• Desenvolvimento em grupo: Trata da aquisição de conceitos e habilidades em função da realização prática da atividade em questão. Permite verificar naturalmente a apropriação de conceitos e habilidades em função do contexto da atividade e não de forma “artificial” ou essencialmente teórica. OFICINAS DE ENSINO COLETIVO DE SOPROS Serão ofertadas noções básicas do trombone, trompete e trompa, visando a prática de banda musical. O método de ensino coletivo de sopros proposto, pretende organizar: exercícios para aprendizagem coletiva, exercícios técnicos individuais, e arranjos de músicas para prática coletiva e deverão conter todos os elementos musicais aprendidos durante o método, como leitura de partitura musical, percepção auditiva, criação e domínio técnico do instrumento aprendido. As turmas serão com 20 alunos com carga horária de 6 horas semanais.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Acessibilidade física: No que diz respeito às oficinas: O local em que a maioria das ações serão desenvolvidas, trata-se das instalações da UEG - Universidade Estadual de Goiás/Campus Pirenópolis, nas áreas de circulação externas e internas não há presença de obstáculos que dificultem ou impeçam a circulação. É uma construção nova erigida respeitando a legisação de acessibilidade com rampas, corrimões e banheiros adaptados, vide em documentos anexados, na guia planta de situação do imóvel o documentos intitulado instalações da instituição parceira. Para as apresentações a UEG/Campus Pirenópolis conta com auditório próprio, vide documento citado. Além da infraestrutura adequada para acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção e idosos, trabalharemos com o conceito da “Acessibilidade Atitudinal”, que representa a acessibilidade proporcionada pela atitude dos indivíduos ou coletividade. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para atividades de apresentação músical orquestral desprovidos de voz e canto é inaplicável o uso de tecnologias assistivas para a apreciação do público de pessoas com deficiência auditiva. Porém, durante as apresentações de canto coral serão utilizados os recursos de projeção visual contendo a ficha técnica da música (nome, autor, ano) e legenda simultânea, de forma a assistir ao público com deficiência auditiva. Consta do planejamento da Guardiã do Ser para as oficinas a contratação de profissionais experientes em linguagem de libras. Os gastos na implamentação deste item ocorrerá com recursos de outras fontes, tais como emendas parlamentares municipais, estaduais, federais, recursos próprios, dentre outros. Acessibilidade para deficientes visuais: a Guardiã do Ser realizará um planejamento de linguagem oral para as oficinas e apresentações, a concretização deste item será através de recursos de outras fontes, tais como emendas parlamentares municipais, estaduais, federais, recursos próprios, dentre outros. Acessibilidade intelectual, no que diz respeito a oficinas e apresentações faz parte do escopo do projeto planificar um Sistema de Apoio com um conjunto de recursos que facilitarão a participação da pessoa com deficiência intelectual, tais como tecnologias assistivas, como sofwares, aplicativos, jogos que auxiliarão no desenvolvimento cognitivo e na comunicação, bem como adaptações curriculares e a diversificação de metodologias. Contará com a presença de um profissional ou voluntário como mediador que atuará como interlocutor entre a pessoa com deficiência intelectual e o ambiente, criando estratégias para a sua inclusão. Os recursos advirão de outras fontes, tais como emendas parlamentares municipais, estaduais, federais, recursos próprios, dentre outros. As ações acima descritas, no momento de sua implementação, deverão ser validadas por um Consultor de acessibilidades que será contratado com recursos de outras fontes, tais como emendas parlamentares municipais, estaduais, federais, recursos próprios, dentre outros.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Em atendimento ao disposto na Seção II - Da Ampliação do Acesso, do Art. 27, informamos que as ações desenvolvidas no Plano Anual Com Música com Vida atendem aos seguintes incisos: PLANO ANUAL: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição, em conformidade com a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, em conformidade com a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados); V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico e observados os indicativos etários. As ações culturais devem extrapolar os limites das ações voltadas para o público infantil ou infanto-juvenil. Um mecanismo de ampliação da fruição dos bens culturais produzidos pelo projeto será criado pela implantação e na formação de grupos de representação dos alunos envolvidos, de um lado, e de outro, dos pais, mestres e responsáveis. Provocados a participar de decisões que dizem respeito aos seus destinos culturais, serão ministradas aos alunos orientações ligadas a criatividade e liderança para que eles próprios possam produzir apresentações independentes utilizando o que o mix do aprendizado música, canto coral, banda sinfônica, musicalização infantil podem oferecer. Do lado dos pais e responsáveis o projeto visa alcançá-los, pois geralmente ficam alijados de todo o processo por outras responsabilidades. O cadastramento inicial dos alunos na matrícula obrigará a nomeação dos pais com seus endereços para que possam ser convocados a participar de apresentações extra classes através de comemorações, de datas festivas ligadas ao calendário religioso ou folclórico, às datas simbólicas como dia das mães, dia dos pais, das crianças etc. Assim o acesso fica democraticamente disponível para divulgação do projeto 'boca a boca' dentro da área de influência das famílias e, por consequência, espera-se que a divulgação se amplie dentro das áreas de influência das escolas onde os alunos tenham seus cursos regulares e dos pais onde disponibilizam suas forças de trabalho. Todas as manifestações decorrentes das atividades do Núcleo de Musicalização serão inteiramente gratuitas e terão o suporte de divulgação para que o acesso seja disponibilizado a toda população. A partir do sexto mês de atividades contínuas do projeto e aprovação do corpo docente, serão programadas e realizadas apresentações abertas ao público, decorrentes das atividades de ensino procurando atingir pessoas localizadas nos diversos distritos que fazem parte da circunscrição da cidade. Pelo menos uma vez por ano será realizado um concerto popular em local público com ampla divulgação. O projeto disponibilizará um veículo de passageiros Micro-ônibus para transporte exclusivo (Rota da Música), diário, ida e volta para casa dos alunos matriculados no projeto e com problemas de mobilidade urbana e vulnerabilidade social. Este será o veículo adequado e sempre disponível para o transporte dos alunos e músicos em apresentações externas. O veículo será identificado com as cores e logomarca do projeto e será um eficiente dinamizador das atividades gratuitas. As realizações do grupo serão oferecidas à área de psicologia, fonoaudiologia em sinergia com os professores permitirá ampliar o eventual atendimento as pessoas que necessitam de atendimento especial e diferenciado. Destaque para o esforço de inclusão social recrutando-se a mão de obra profissional de educadores e músicos locais, incentivando a manutenção dos grupos musicais já formados com o devido respeito às características de cada um.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA A proponente, Guardiã do Ser é a gestora do presente projeto. A composição do corpo docente será preenchida com profissionais escolhidos via processo seletivo simplificado com especificações enumeradas no projeto pedagógico compreendendo não somente profissionais de formação acadêmica, mas premiando mestres e professores com tradição de ensino local e regional com notório saber, sob a supervisão de uma banca examinadora. A competência destes profissionais será premiada com a participação do InstitutoGustav Ritter, de Goiania. Foi inaugurado em 16 de novembro de 1988 e por meio da Lei n. 19.372 de 30 de junho de 2016 o Centro Cultural passou a ser Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter, unidade de ensino e formação artística da Secretaria de Estado de Educação (SEDUC), onde funcionam os Núcleos de Música, Dança e Teatro. Tem um papel muito importante na formação artística de centenas de crianças, jovens e adultos nas áreas de música, teatro e dança, contribuindo para a democratização do acesso à cultura do Estado de Goiás para ser um órgão difusor...Está sediado em Goiânia, mas sua abrangência se expande para as cidades que compõe a Região Metropolitana: Trindade, Inhumas, Senador Canedo, Bela Vista, Aparecida de Goiânia, Anicuns, Santo Antônio de Goiás, Nova Veneza, dentre outras. Sua experência com o desenvolvimento de habilidades artística e o seu apoio ao projeto é determinante. Outra parceria e com um inegável potencial de sucesso está descrito em correspondência dirigida à Universidade Estadual de Goiás após uma longa reunião com a entidade onde fica consignado a parceria pela expertise daquela instituição e a proposta de utilização dos espaços com 7 salas de aulas disponíveis e um auditório com capacidade para 315 pessoas para apresentações. Os ganhos institucionais para estas entidades e o projeto são recíprocos. O Instituto Gustav Ritter estendendo seu campo de atuação e expansão de ensino e a UEG promovendo a ideal integração e identificação com a comunidade e o projeto, amplia o seu leque de credibilidade. Como participantes convidados do projeto no campo musical relacionamos alguns nomes e currículos, quais sejam: Marcos Silas Gouveia Lima. Possui graduação em Licenciatura em Ensino Musical Escolar pela Universidade Federal de Goiás (2007). Atualmente é professor da Secretaria de Estado da Educação GO e professor lotado no Instituto de Educação em Artes Gustav Ritter. Tem experiência na área de Educação musical, com ênfase em Ensino Profissionalizante. Especialização em Gestão Educacional. Diretor Artístico do Instituto Gustav Ritter. Coordenador do núcleo de comunicação do Instituto Gustav Ritter. Coordenador e fundador do grupo de música instrumental brasileira Mistura e Manda que realiza apresentações culturais nos teatros, shows em eventos musicais, ministrando Master Class. Edson Arcanjo é natural de Brasília e reconhecido por suas habilidades como violonista popular, com especialidade em acompanhamento. Em 2004 ingressou na Escola de Música de Brasília onde estudou com os professores Paulo André Tavares, Genil de Castro, Jaime Ernest Dias, Oswaldo Amorim e Alessandro Borges formando-se em Guitarra. Recentemente Edson pôde colocar em prática os resultados de sua pesquisa de mestrado atuando como professor na Universidade de Brasília, lecionando disciplinas de violão, harmonia e prática de conjunto, e também atuando na Educação Musical com disciplinas como Prática de Ensino e Aprendizagem da Música PEAM. Weller Gomes Menezes Possui graduação em Lic. ed. musical Hab. Trombone pela Universidade Federal de Goiás (2006). Atualmente é efetivo do Governo do Estado de Goiás. Tem experiência na área de Artes e Educação, com ênfase em Instrumentação Musical com especialização em Gestão e Orientação Educacional. É o arranjador oficial da Banda Mistura e Manda formada por professores de música do Instituto Gustav Ritter. Mamady Abu Bakr Músico percussionista, atuante nas áreas de ensino, pesquisa e performance em percussão com especialização em práticas musicais da cultura popular, dentre elas, música tradicional afro mandinga, afro soteropolitana e afro cubana. Como músico tem atuado como performer em vários grupos musicais de diversos estilos musicais e, como professor, é Licenciado em Pedagogia pela Universidade Salgado de Oliveira e tem atuado na educação musical em escolas de tempo integral da rede estadual e pontos de cultura da região, através do ensino de música. Bororo Felipe, compositor, músico, cantor, arranjador, produtor e diretor musical nascido em Goiânia e residente em Pirenópolis. Bororó é considerado um dos mais competentes e talentosos instrumentistas brasileiros. Possui uma carreira reconhecida em todo o território nacional e também na música internacional. Já compartilhou o palco com Toots Thielemans, Dione Warwick, Michael Brecker. É membro da Academia Goianiense de Letras. Ricardo de Pina, baterista, multi-instrumentista, compositor, arranjador e produtor. Durante o ano de 2018 foi professor na rede Estadual de Ensino de Pirenópolis, ministrando aulas de percussão em Banda Marcial no Colégio Estadual Comendador Joaquim Alves. Como aluno do Instituto Federal Goiano no curso de Licenciatura em Música foi integrante do GruLaPe, Grupo do Laboratório de Percussão sob regência e coordenação dos professores mestres Ronan Gil de Moraes e Leonardo Labrada, de bateria, sob demanda, para vários países do mundo como EUA, Suécia, Singapura e Inglaterra. Viviane Cristina Drogomirecki - Mestre em Música, Educação e Saúde (2010), especialista em Metodologia da Arte de Contar História Aplicada à Educação (2006) e graduada em Educação Artística com habilitação em Música (1999), todos pela Universidade Federal de Goiás. Concursada há 18 anos da Rede Estadual, lecionando no Instituto de Educação em Artes Professor Gustav Ritter como professora de Percepção e Teclado; 10 anos na Rede Municipal de Ensino na Escola Municipal Prof.ª Cleonice Monteiro Wolney, como professora de Arte. Em 2010, foi Professora /Orientadora Acadêmica e de Artigo do curso de Especialização Tecnologias Aplicadas no Ensino de Biologia, pela Universidade Federal de Goiás CIAR/UFG. Em 2012, foi Orientadora Acadêmica e de Artigo do Curso de Especialização em Metodologia do Ensino Fundamental (EMEF/UFG). Em 2013, foi premiada no III Simpósio de Educação e Tecnologia com o trabalho intitulado como "A arte do Tangram: as possibilidades metodológicas da Arte e Ambiente Informatizado na EAJA". Em 2014, foi selecionada como multiplicadora na 3ª edição do Câmera Cotidiana. Tem como destaque trabalhos de inclusão social a exemplo da tese: Práticas Interdiciplinares Musicais e aCultura Afro-Brasileira em Escolas Públicas da Região do Vale Meia Ponte, Goiânia-GO, segundo a Lei Nº 10.639/03. Educação musical e inclusão escolar no âmbito do ser cognoscente, segundo a complexidade de Edgar Morin... 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso). Inclusão através da Educação Musical - Um estudo sobre a capacitação de graduandos em Música. 2008. (Apresentação de Trabalho/Simpósio). A educação musical e educação inclusiva: há evidências na aprendizagem da música com os portadores da Síndrome de Down 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.