| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 28944734000148 | Fábrica Carioca de Catalizadores S/A | 1900-01-01 | R$ 376,3 mil |
Plano Anual do Instituto Onikoja para 2024, contemplando as áreas de patrimônio cultural, música e artes, propondo ações educativas, divulgação, e manutenção do equipamento cultural. Visa dar continuidade, a melhoria da qualidade e a diversificação das atividades oferecidas à população da Região de Sepetiba/RJ.
Não se aplica.
Gerais Fortalecimento institucional de mais de 200 comunidades e coletivos de matriz africana através da replicação da metodologia utilizada, testada e aprovada pelo Instituto Onikoja; Perpetuar a memória ancestral dos povos de terreiro a partir da sabedoria dos "griots", através de oficinas, rodas de conversa e práticas ancestrais, envolvendo arte, dança e música; Promover a participação em atividades culturais e artísticas, adotando atitudes éticas de respeito e diversidade. Específicos (1) Manutenção do equipamento cultural: manutenção operacional e de equipe técnica; aprimoramento das ferramentas de gestão, e conservação e melhorias prediais; Espaço Memória Ancestral e Cyber Biblioteca Pejigan Beto; programas culturais e atividades de relacionamento comunitário; programa de comunicação e conteúdos digitais; (2) Ações educativas: Realizar oficinas de capoeira e dança para crianças e jovens, regularmente matriculados na Rede Pública de Ensino; Realizar atividade de canto coral Realizar oficina de artesanato para adultos e idosos;
O Instituto Onikoja é uma instituição sem fins lucrativos que "nasceu" comprometido com a missão de promover a cultura e o diálogo social; superar a intolerância religiosa e promover o patrimônio ético e simbólico de Matriz Africana. A herança africana é a base das ações de acolhimento e de igualdade social. Este projeto foi gestado em um solo sagrado, no espaço de uma comunidade-terreiro _ o Humpame Kuban Bewa Lemin, iniciando suas ações sócio-culturais em conjunto com a casa religiosa no ano de 2000 e, ao longo desses 19 anos, vem pautando tais ações no acolhimento de todas e todos, indistintamente, em todas as suas diferenças e para todos os credos, estabelecendo espaços de cooperação. Nesse sentido buscou-se a convivência com base no trabalho comum, compartilhado, baseado na valorização das capacidades individuais em prol de objetivos coletivos. Relações de confiança com a comunidade do entorno da sede da Instituição foram sendo construídas de forma a manifestar o desejo de acolhimento, de configuração dos projetos e de comunicação e diálogo com a vizinhança. Há 9 anos Oficinas de Artesanato são ministradas ininterruptamente, tendo como produto principal as Bonecas Africanas Ahosis. O conceito das Bonecas Africanas Ahosis nasceu deste desejo de acolher a comunidade do entorno de sua sede, em especial mulheres na terceira idade em situação de vulnerabilidade social. Aos poucos o que era artesanato, e mais que uma terapia ocupacional, tornou-se um bem de valor cultural, não apenas mensurável em termos de retorno financeiro, mas que revela também valores intangíveis relacionados à herança afro-cultural, como também à auto-estima, ao orgulho, à produtividade e à melhoria de condições de vida e renda. O que era um projeto ultrapassou os limites dos muros da comunidade e até de seu bairro, e aos poucos foi ampliando seus espaços de ação. Um trabalho de tal dimensão só cresceu por conta de sua ousadia em acreditar que sonhos podem e devem se transformar em realidade. Esse conjunto de fatores, norteado por essa consciência, fez nascer o Instituto Onikoja que propõe um diálogo com a sociedade sobre os valores de Matriz Africana e ações de tolerância, pois é da natureza da africanidade que nos marca como identidade, renascer e frutificar sempre mesmo na adversidade. Ampliando, outras atividades (para crianças, jovens e adultos) foram sendo oferecidas, tais como oficinas de capoeira, música (Percussão), danças populares afro (tais como Zumbaxé e Maculelê), inclusão digital, culinária (alternativa e de axé), reforço escolar e atendimentos com advogados, psicólogos e assistentes sociais. Tais ações completam a rotina que hoje se estende por boa parte da comunidade do entorno da sede, em Sepetiba/RJ, indiferente a cor de pele, idade, gênero e credo. Entendendo a necessidade de replicar esse conceito de fortalecimento de outras Comunidades Terreiro (em constante situação de risco às ações de Racismo Religioso), o Instituto Onikoja realiza periodicamente seminários regulares chamados de Encontros Afrodialógicos que são encontros formulados para lideranças de axé para capacitação em Empreendedorismo Cultural gerando Economia Criativa e Solidária. Com isso as ações desenvolvidas pelo Instituto Onikoja ultrapassaram os limites do Município do Rio de Janeiro. Algumas das Oficinas ministradas pelo Instituto Onikoja também já foram replicadas em escolas da rede pública locais, dentre elas o Ciep Ministro Marcos Freire e a Escola Municipal Nelson Romero. RECONHECIMENTO No ano de 2014, as ações hoje "abraçadas" pelo Instituto Onikoja auxiliaram na seleção da Instituição Fundadora como Ponto de Cultura do Estado do Rio de Janeiro; em 2015 também recebeu o 1º Prêmio Afro Fluminense de Cultura do Estado pelo reconhecimento às nossas ações e transparência e, em 2017, o Prêmio de Culturas Populares do Ministério da Cultura. Ainda em 2017 o Instituto Onikoja, apesar de seu pouco tempo de existência jurídica, foi agraciado com o Prêmio Arte Escola Territórios Sociais; em Maio de 2018, foi homenageado pelo Arquivo Nacional pelo reconhecimento de suas ações sócio culturais e em neste ano de 2019 foi premiado com o importante Diploma Heloneida Studart concedido pela Comissão de Cultura da ALERJ _ Assembléia Legislativa do Estado do RJ. Em 2020 recebeu o título de Ponto de Cultura e selo de Direitos Humanos e por fim a medalha de Ordem do Mérito Carioca em 2021. O Instituto Onikoja está inscrito no COMDEPI - Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa do Município do Rio de Janeiro e no CMAS/RJ - Conselho Municipal de Assistência Social do Município do Rio de Janeiro. Nossa trajetória e ações podem ser acompanhadas no site: www.onikoja.org.br ou ainda nas redes sociais (facebook e instagran). A solicitação de apoio junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
(1) Atividades Regulares EMA – Espaço Memória Ancestral:Espaço Cultural situado na sede do Instituto, usado como base para desenvolver uma educação antirracista, através das rodas de conversas. - Rodas de conversas: Com temáticas relacionadas com a diversidade e cidadania, com ênfase em educação antirracista e cultura afrocentrada.Periodicidade 24 Encontros por ano - Encontros Saberes Ancestrais: Encontros para trocas de experiências, saberes e fazeres com a colaboração de convidados de notório saber ancestral.Periodicidade 12 Encontros por ano Cyber Biblioteca Pejigan Beto: Espaço para leitura, pesquisa e aulas online. Há 300 títulos disponíveis na biblioteca física. Mediante agendamento, podem ser feitas pesquisas trabalhos, além de assistir aulas online. Local onde são exibidos os filmes do Cine Onikoja. - Cine Onikoja: sessões com apresentação de filmes com temática voltada para a cultura afrobrasileira.Periodicidade 12 Encontros por ano (2) Oficinas de Capoeira Ministrada para crianças e adolescentes semanalmente, nas rodas de capoeira esses jovens podem “gingar” e dar seus primeiros passos, nesta prática que só foi reconhecida em 1937, depois que Mestre Bimba a apresentou ao então presidente Getúlio Vargas, que a declarou esporte nacional. Em 2008, a capoeira foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O cuidado com a qualidade das cantigas entoadas e com o alongamento do corpo dos inscritos é uma constante nesse tipo de atividade. As crianças e adolescentes são selecionados a partir de demanda espontânea junto ao Instituto, e para que possam acessar o serviço, solicitamos como requisito a matrícula em uma unidade da Rede Pública de Ensino. A partir do momento que são inseridos é feito uma interação para que todos(as) se sintam dentro de um grupo de convivência coletiva.Carga horária: 6 horas/semana; fevereiro a junho, agosto a novembro. (3) Oficinas de Dança Mais que cantar e dançar os participantes dessa oficina conseguem se expressar através das manifestações culturais afro. As Oficinas são conduzidas pelos mestres de notório saber ancestral e não há quem não se emocione e interaja ao assistir suas apresentações.Carga horária: 4 horas/aula; periodicidade fevereiro a junho, agosto a novembro. (4) Coral dos GriôsRealizar atividades de musicalização oral e canto coral abertas para membros da comunidade de todas as idadesCarga horária: 6 horas/semana; periodicidade janeiro a dezembro. (5) Oficina de artesanatoCom a confecção de artesanato propomos, a membros da comunidade, produzir as bonecas Africanas Ahosis. Todo o material utilizado é reciclado mantendo assim a consciência ecológica de reaproveitamento, princípio fundamental da sustentabilidade. A manutenção das práticas artesanais africanas através das Bonecas representa o poder do matriarcado “mina jeje” no Brasil. Carga horária: 18 horas/semana; periodicidade o ano todo.
PLANO ANUALAcessibilidade física: As atividades são realizadas em andar térreo. Neste Plano Anual solicitamos recursos para melhorias para melhor adequação em acessibilidade, com a instalação de rampas e banheiros adaptados.Rubrica: Reparos e manutenção Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS.Rubrica: Intérpretes de Libras Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição e contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público.Rubrica: Monitores, Audiodescrição Acessibilidade para deficientes intelectuais: Contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público.Rubrica: Monitores CURSOS/OFICINAAcessibilidade física: As atividades são realizadas em andar térreo. Neste Plano Anual solicitamos recursos para melhorias para melhor adequação em acessibilidade, com a instalação de rampas e banheiros adaptados.Rubrica: Reparos e manutenção Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS.Rubrica: Intérpretes de Libras Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição e contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público.Rubrica: Monitores, Audiodescrição Acessibilidade para deficientes intelectuais: Contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público.Rubrica: Monitores
PRODUTO PLANO ANUAL Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO CURSO / ESTÁGIO / OFICINAPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Todas as atividades são gratuitas. A consolidação do trabalho realizado pelo Instituto Onikoja se verifica na qualificação da sua metodologia de trabalho, na expansão de suas ações e no crescimento exponencial dos seus resultados que, superam, a cada ano, as metas de atendimento direto dos públicos beneficiados.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenador Geral: Rogério Vieira AlvesComo cidadão, o brasileiro e carioca, Rogério Alves, nasceu em março de 1966, é Licenciado e Bacharelado em Química e tem seu trabalho e dedicação as ações sociais e religiosas reconhecidos, tendo já sido agraciado com diversas Moções Honrosas concedidas pela Alerj e pela Câmara Municipal do RJ. Como religioso, Temi Rogério ou Humbono Rogério de Olissa, iniciou-se no culto de matriz africana denominada Candomblé em 1993 e desde então estuda e defende sua crença; também atua como membro no combate a Intolerância Religiosa. Fundou o Instituto Onikoja que tem como dentre seus objetivos ter a herança cultural africana como base do acolhimento e da equidade social. É reconhecido como uma das principais lideranças de seu tempo, promovendo sempre ações de respeito e diálogo inter-religioso. As ações sócio culturais desenvolvidas no território social aonde encontra-se sediado, em Sepetiba, Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, já receberam vários prêmios de âmbito federal, estadual e municipal e constantemente é convidado a realizar workshops e falar sobre suas experiências de transformação social. Desde o ano de 2017 Humbono Rogério tem realizado os Encontros Afrodialógicos que, em sua 5ª. Edição, já capacitou mais de 120 lideranças de coletivos de matriz africana como empreendedores culturais e sociais replicando conceitos bem sucedidos desenvolvidos ao longo de quase 2 décadas de atuação e dedicação à preservação dos saberes e fazeres ancestrais milenares e na promoção de ações de equidade social. Coordenador de produção: Vanildo de Freitas SudréComo cidadão, o brasileiro e mineiro, Nildo Freitas, nasceu em março de 1975, Cursou a faculdade de Tecnologia da Informação, passou a trabalhar no terceiro setor quando assumiu a Coordenação das atividades sociais e culturais do Instituto Onikoja em 2010. Trouxe toda sua experiência da área administrativa e de informática para implementar nas atividades do então Projeto Onikoja que com o crescimento notório das atividades passou a ter um CNPJ próprio e assumiu o nome de Instituto Onikoja. As ações sócio culturais desenvolvidas no território social aonde encontra-se sediado, em Sepetiba, Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, já receberam vários prêmios de âmbito federal, estadual e municipal. Nos últimos dois anos com ajuda dos prêmios recebidos, o mesmo conseguiu fazer com que parte das oficinas ministradas no território do Onikoja, fossem levadas para dentro de um CIEP e uma escola municipal. Também sob sua coordenação algumas das atividades desenvolvidas, puderam estar pressentes na comemoração dos 130 anos da Abolição da Escravatura no Arquivo Nacional e também o maior artesanato desenvolvido que são as Bonecas Africanas Ahosis, ficaram em exposição no Centro Cultural José Bonifácio o que fez com que a peça obtivesse um enorme valor agregado. Instrutor de Capoeira e dança: Ronny Jeffson Sousa MoreiraCapoeirista desde 1996, quando em Caxias do Maranhão, integrou o grupo Expressão Corporal. Em 1999, chegando ao Rio de Janeiro, associou-se ao grupo Lagoa Azul e em 2003 passou a fazer parte do grupo ABADA Capoeira, onde permaneceu por 14 anos. Atualmente faz parte do coletivo NOVA CAPOEIRA. Cursos de Aperfeiçoamento: Curso técnico de Capoeira (2008), ministrado por Mestre Nagô – Pedreira – SP; Oficinas de Culturas e Manifestações Populares de Dança (Jongo, Côco, Maculelê) – 2005 à 2017 – Jongo da Lapa. Participação em Jogos e Eventos: Abertura dos jogos Panamericanos – 2007; Festival Internacional da Arte Capoeira – 2005, 2007, 2009, 2011, 2013, 2015; Festival Nacional da Arte Capoeira – 2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014; Encontro Nacional da Arte Capoeira – Niterói – 2005 a 2017. Instrutora de canto coral: Tânia AmorimIdealizadora, pesquisadora e curadora da coletânea de documentário ‘Memória do Povo de Santo’, autora e pesquisadora do documentário ‘Bangbala’. Tânia é professora de teoria musical, história da música brasileira e história da formação da cultura brasileira. Com toda sua vida dedicada à arte por meio da música, é também professora de canto, cantora, fundadora/diretora musical da Cia. Musical Africanamente. Dedica-se à pesquisa da Cultura de Matriz Africana, afrodiaspórica e afrobrasileira. Desenvolveu pesquisa sobre a obra de Baden Powell, do qual resultou o show Tânia Amorim canta Baden Powell, apresentado em teatros da rede SESC e casas de espetáculo, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.