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O objeto central deste projeto é a pesquisa, criação e estreia do musical DOGS, uma construção cênica inspirada no clássico Cats, mas que tem a dança como fio condutor. O elenco será escolhido a partir de uma audição nacional, abrindo espaço para talentos das quatro regiões brasileiras,um encontro plural, marcado por diferentes culturas, mas democraticamente construído com pessoas pretas, LGBTQIA+, indigenas, homens e mulheres, dispostos a entregar o melhor espetáculo ao público. Serãoquatro apresentações.
O musical : Dogs Release Escolher criar é uma escolha que implica em sair da zona de conforto, permitir-se arriscar, ousar, subverter o habitual. O Studio DK e seu núcleo artístico tem uma assinatura artística instigante, produzir espetáculos desafiadores, cenários que ocupam o espaço e enchem os olhos, um elenco com muitos bailarinos em cena, que na sua formação possuem influência do jazz, do moderno, danças urbanas, mas que se destacam pelo vigor físico e a entrega aos seus personagens. As obras produzidas sob da direção artística da bailarina, coreógrafa , Marcela Gozzi, tem tido reconhecimento de público, teatros lotados, e um retorno positivo da crítica especializada. A proposta deste novo espetáculo é compor uma obra brasileira, alegre, que se aproprie de personagens cômicos do nosso dia a dia, presentes no tik tok, nos challengers, caracterizados como DOGS, a começar pela estrela do espetáculo que é o vira-lata caramelo. Uma obra de dança que mistura cenas teatrais e musicais, explora toda potencialidade do bailarino (a), corpos masculinos e femininos, homens, mulheres, pessoas LGBTQIA+, pessoas pretas, indigenas, a diversidade cultural brasileira presente em 60 minutos. Um musical brasileiro, com artistas brasileiros, nossos costumes e falas. O Dogs chega para fazer rir crianças de 8 a 80 anos.
Apresentação: Metade de mim agora é assim, de um lado a poesia, o verbo, a saudade. Do outro a luta, a força e a coragem para chegar no fim. E o fim é belo, incerto. Depende de como você vê! Fernando Anitelli A prática do teatro musical no Brasil remonta à segunda metade do século XIX, sobretudo às três últimas décadas. Gênero de vigência instável, que tem conhecido momentos produtivos seguidos por períodos menos ricos, o musical conheceu uma de suas fases mais férteis no país durante as décadas de 1960 e 1970. Nesses anos, o teatro brasileiro frequentemente se organizou sob o formato de espetáculo cantado para responder de modo crítico ao regime militar instaurado em 1964. As soluções estéticas mobilizadas nessas peças reeditaram as práticas nacionais da farsa e do teatro de revista, assimilaram influências estrangeiras (como dos alemães Erwin Piscator e Bertolt Brecht e do musical americano) e, acima de tudo, afirmaram caminhos artísticos originais capazes de envolver o público. Vale realçar que os textos musicais registraram instantes históricos, ao mesmo tempo em que fixaram tendências que transcenderam aquela conjuntura específica, deixando lições estéticas às quais se pode voltar hoje, entre elas, as estratégias épicas, isto é, as narrativas (por exemplo, a maneira de a música se inserir no enredo) e os diálogos em verso. (Paranhos, 2016). Os musicais encantam pela vibração e intensidade das cenas, pela mistura entre as linguagens artísticas, por brincar com o imaginário do público, conduzi-lo a um universo de magia que instiga emoções e sensações. Podemos citar aqui, o musical lançado na Broadway em 1968, "Hair" foi um grande sucesso na época, grande clássico do cinema, "Cantando na Chuva" é um daqueles filmes que todo mundo já conhece ou pelo menos ouviu falar; "Mary Poppins", a babá mágica que conquistou crianças e adultos nos anos 60, é outro clássico atemporal entre os musicais, Se estamos falando sobre os melhores musicais de todos os tempos, "O Mágico de Oz" não pode ficar de fora. Fechando nossa seleção, precisamos citar Cats, o musical Cats estreou no West-End, em Londres, em 1981 e é apresentado com sucesso há mais de trinta anos. Já foi traduzido para dez línguas e encenado em mais de vinte países, tendo recebido mais de trinta prêmios, incluindo sete Tony Awards, o grande prêmio do teatro. A história é baseada em quatorze poemas do livro infantil Old Possum’s Book of Practical Cats, escrito por T. S. Eliot, publicado em 1939. E por que citar Cats? Porque a proposta deste projeto é inspirada neste musical, teremos a versão Dogs, uma nova história será contada por personagens bem animados, os dogs que são memes famosos na internet, as várias versões do vira-lata caramelo, do chihuahua, do pinscher, o buldogue francês, uma pesquisa que busca a comédia, estudar como os donos interagem com seus pequenos dogs, mergulhar no universo tik tok para construir um contexto dramatúrgico que será traduzido no formato de musical , que se propõe a ser uma experiência emocionante e divertida. A dança é o carro chefe deste espetáculo, Lírico jazz, jazz dance, modern jazz, danças urbanas, com um elenco de bailarinos com desempenho de alta performance, que serão preparados para a cena teatral e o canto. O projeto tem uma característica singular, o elenco será escolhido através de audição, poderão se inscrever bailarinos de todas as regiões do país, mas apenas 20 bailarinos irão compor a cena do musical DOGS. A direção artística é de Marcela Gozzi, coreógrafa, bailarina, atuou em grande cias brasileiras. A construção dos figurinos, que é a grande sacada do espetáculo, os personagens, os DOGS, é outra tarefa de destaque, em uma parceria inédita, estes "dogs fofinhos" sairão do universo criativo de Ronaldo Fraga, estilista brasileiro que além da marca própria, desenvolve projetos de aculturação de design e geração de renda em todo o Brasil. O cenário será assinado por Eduardo Andrade, ou só Ed Andrade, Noturno, do Grupo Teatro Invertido; Humor, do grupo Quatroloscinco _ Teatro do Comum; Prazer, da Cia. Luna Lunera, e Fábulas errantes, do projeto Pé na Rua, do Galpão Cine Horto, são alguns dos espetáculos produzidos nos últimos dois anos que levam a assinatura dele e, assim, confirmam o interesse gerado pelo seu trabalho na cena teatral mineira. E por sim a iluminação cênica estará a cargo de Léo Pavanello, reconhecido dentro da cena de dança por seu trabalho, carrega uma característica de vanguarda, sempre buscando novas tecnologias em cena, contribuindo significativamente para a teatralidade dos espetáculos, costumamos dizer que com ele a luz dança com o bailarino. Resumidamente, o objeto central deste projeto é a pesquisa, criação e estreia do musical DOGS, uma construção cênica que tem a dança como fio condutor. A estreia será em Belo Horizonte e São Paulo.
Justificativa cultural Perdido seja para nós aquele dia em que não se dançou nem uma vez! E falsa seja para nós toda a verdade que não tenha sido acompanhada por uma risada! Friedrich Nietzsche A dança- possibilidade inscrita no corpo - é metáfora do pensamento e realidade deste mesmo corpo, realidade do corpo porque é nele que a dança se estrutura, se ela é veículo de libertação do corpo, também molda, conforma, transforma e disciplina este mesmo corpo, quando nele se faz presente. Por outro lado, o corpo que dança não é uma imitação, não figura um personagem ou uma singularidade, é como cada bailarino (a), dançarino (a), escolhe expressar sua visão de mundo, é como um condutor de emoções e através do movimento se comunica com o público. A escolha de fazer um espetáculo de dança inspirado em musicais, nasce ainda com os resquicios da pandemia que reverbera em cada um de nós, um desejo de rir, abraçar, estar perto de pessoas, quase como expurgar sentimentos tristes que insistiram em permanecer nos últimos anos. O momento é de expansão, se antes a palavra de ordem era conter, agora é extravasar, aprender a ser presencialmente coletivo, e esta dinâmica não é diferente no palco, grandes elencos, com muita gente em cena, volume de dança, de música, um caminho em direção ao público, incorporando-o como parte da cena, dando este espaço para que se expresse livremente. Um outro ponto é destacar o que é nosso, nossa cultura, costumes, símbolos, signos, construir obras artísticas feitas por brasileiros inspiradas em elementos nativos, uma maneira de potencializar a identificação e pertencimento por parte do público. O objetivo é criar um espetáculo que interesse a todas as idades, que permita aos adultos revisitar a infância e ao mesmo tempo partilhar com os mais jovens este momento lúdico. Os musicais mais famosos no Brasil não foram criados aqui, são importados da Broadway, um dos motivos são os teatros, que precisam ter um palco com um maior espaço cênico, outro é a especialização necessária por parte do artista, atuar, dançar e cantar. A equipe da DK quer quebrar a barreira técnica, começando por construir um roteiro cômico e com personagens natos, da nossa cultura, presentes na cultura popular, e em paralelo pensar estruturas de cenário, luz e trilha, que facilite a circulação do espetáculo. A ideia de ter um elenco escolhido a partir de uma audição tem a intenção de oportunizar trabalho para quem está fora dos grupos, coletivos e corpos estáveis, dar visibilidade para grandes talentos da dança, mas que esbarram neste mercado que tem oportunidades limitadas. A DK tem construído uma trajetória de espetáculos com perfil de musical, populares, com plateias lotadas e um alcance de mídia espontânea significativo, recentemente estreou um trabalho em homenagem ao Rei do Rock, Elvis Presley, foi sucesso de público em Congonhas, no festival de inverno. Está em andamento uma pesquisa coreográfica para homenagear Michael Jackson, destacando suas obras, mas principalmente sua criatividade. Neste processo criativo surge o desejo de parodiar Cats, e fazer o nosso Dogs. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
não se aplica
Produto principal ( pesquisa e criação de espetáculo, acessibilidade em 100% das ações) Acessibilidade deficientes auditivos: inteprete de libras. Acessibilidade aspecto arquitetônico: o teatro terá rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeirantes e pessoas com obesidade. Acessibilidade deficientes visuais: audio descrição. Acessibilidade intelectual: Profissional formado em educação especial para auxiliar pessoas com sindrome de down ou autismo, ou outras deficiências intelectuais. Produto: contrapartida social: OFICINAS ( acessibilidade em 100% das ações) Acessibilidade deficientes auditivos: inteprete de libras. Acessibilidade aspecto arquitetônico: o teatro terá rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeirantes e pessoas com obesidade. Acessibilidade deficientes visuais: audio descrição. Acessibilidade intelectual: Profissional formado em educação especial para auxiliar pessoas com sindrome de down ou autismo, ou outras deficiências intelectuais
CONTRAPARTIDA SOCIAL ( Formativa e cultural) Será realizada em 3 escolas públicas do Morro do Papagaio em Belo Horizonte, cada oficina com duração de 50 minutos / atendendo a 350 alunos (as) Oficina de danças urbanas: Compreendemos que a linguagem da dança de rua abre portas para que mais jovens se interessem pela arte. O curso ensina noções básicas de danças urbanas, consciência corporal, musicalidade e a habilidade de conviver e construir coletivamente. Oficina de produção de videos: A oficina ensina a produzir , gravar e editar videos de dança, assim, poderão usar os elementos ensinados na oficina de danças urbanas. Segue em anexo nos documentos o conteúdo programático das oficinas inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Nome: Carlos Antônio (proponente, Direção geral ) Função: Carlos é o diretor geral, é que organiza, contrata, determina agenda, novos projetos, acompanha os outros setores do projeto. Cofundador do App de dança Dk Online, Jazz Doce Lar, Dance City e além disso é Produtor Digital.Carlos acredita no uso da tecnologia como ferramenta essencial para construir empreendimentos auto sustentáveis.Como produtor Digital, Carlos produziu o Euviart, festival de vídeos online no ano de 2016 e o 1 Congresso Online de Concepção Coreográfica em 2017 com grande nomes da dança nacional. Seu maior objetivo é construir empreendimentos artísticos escaláveis. Em Processo:CEO do app de dança Dk OnlineSócio e Fundador do game Dance City ( Em desenvolvimento)Co Diretor Dk StudioExperiência Profissional- Técnico em Produção Cultural pela Faculdade Inspirar;- Ouvinte do Curso de MBA em Gestão em Dança da Faculdade Inspirar em SP;- Produziu 3 edições do projeto Jazz Doce Lar. Projeto que tem como propostatransformar a casa das pessoas em palco;- Fundou o app Dk Online;- Trabalhou como Coordenador de Comunicação em um dos maiores eventos dedanças Urbanas do Brasil, Brazil Dance Camp, nos anos de 2018 e 2020;- Fundou em 2019 e lidera o desenvolvimento do Jogo Mobile Dance City;- Trabalhou na agência, NOH Comunicação, especialista em Inbound Marketingem 2017;- Profissional de Marketing Digital desde 2016;- Fundou e liderou a Cia Movimento do Beco em 2014 – coletivo de moradores doMorro do Papagaio que se uniram para pesquisar a dança urbana e seprofissionalizarem artisticamente Nome: Marcella Teixeira Gozzi (Direção artística e bailarina, coreografa) Graduada em Licenciatura em Educação Física, pela PUC-Campina (2008); Pós Graduada no MBA de Gestão em Dança da Faculdade Inspirar em SP (2020).Bailarina Profissional, registrada pelo Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado de São Paulo sob o DRT no. 0130-2010. Iniciou seus estudos em dança no ano de 1994 em Campinas, onde passou por Academias como, Viva Vida, Centro de Artes Arranha-céus e Ballet e Cia, na qual fez parte do GrupoAvançado, premiado no festival de dança de Joinville em 2004 e 2005. Em São Paulo, estudou no Nova Dança–Vila e Raça Centro de Artes, onde integrou oKADWAH Grupo de Dança de SP, sob a direção de Edy Wilson, de 2006 a 2008;Entrou para a Raça Cia de Dança de São Paulo, em 2009, sob direção de Roseli Rodrigues e de 2010 até 2012 sob direção do Edy Wilson, onde permaneceu até julho de 2012; Na Raça Cia de Dança, participou como convidada de grandes Mostras e Festivais de Dança por todo o Brasil; No Raça Centro de Artes, foi professora de Jazz Infantil em 2011 e 2012, além de Professora assistente em cursos e workshops com Roseli Rodrigues e Edy Wilson;Em 2012, participou da turnê do Palco Giratório com a Cia Druw, com o espetáculo infantil“Vila Tarsila”; De 2013 a 2014 integrou a Cia Mário Nascimento; Em 2015 integrou o Grupo de Dança Primeiro Ato, onde atua até hoje; Coreógrafa e Diretora do grupo de Jazz do Primeiro Ato; Como professora, ministra cursos e workshop de Jazz Dance e suas vertentes, por todo o país e na América do Sul; Bailarina do Grupo de Dança Primeiro Ato;Professor de Jazz do Primeiro Ato Centro de Dança; Coreógrafa e Diretora do grupo de Jazz do Primeiro Ato; Em 2015 dirigiu e coreografou o primeiro espetáculo do Grupo de Jazz, “Intensa”, e em 2016, o espetáculo “A Pausa que me dou no silêncio" do Grupo Profissionalizante do Primeiro Ato; Produtora e professora do Evento Online, Jazz Doce Lar; Premiada como melhor bailarina de Minas Gerais, com o espetáculo “Três Luas”, pelo Prêmio Simparc Copasa, em 2015; Em junho e julho de 2014 aprofundou seus estudos em danças urbanas, jazz e jazz funk, em Nova York e Los Angele (EUA), fazendo aulas com grandes nomes da dança e nas grandes escolas como: Broadway Dance Center, Peridance, Steps On Broadway, Debby Reynolds, Movement Life Style e Millenium Dance Complexo .Como coreógrafa tem diversos trabalhos premiados em grandes festivais de dança do Brasil, tanto em formato presencial, quanto online.Experiências: Jazz Dance, Dança Contemporânea, Ballet Clássico, Danças Urbanas,Técnica de Improvisação e Expressão Corporal. Principais Professores e Coreógrafos: Adriana Greghi, Alex Dias, Alex Soares, Andréa Pivatto, Anderson Couto, Alan Melo, Armando Aurych, Archie, Betina Belomo, Brian Thomas, Brian Green, Caio Nunes, Cecilia Marta, Cesar Valentino, Danielle Calichio, Dickson Resstel, Dudude Hermann Eduardo Menezes, Eduardo Bonis, Edson Guiu, Edy Wilson, Eliseu Correa, Felipe Chepkassoff, João Pirahy, Jorge Penha, José Ricardo Tomazelli, Laure Courtellemont, Liliane DeGramont,Marcela Rosa, Marina Simões, Marcos Vedoveto, Marcio Rongetti, Mario Nascimento, RosaAntuna, Raquel Gouvêa, Roseli Rodrigues, Silvana Franzoy, Suely Machado, ThelmaBonavita, Toshi Kobayashi, Vivien Fortes, Viviane Procópio.Participações em produções artísticas:Foto campanha publicitaria Pif Paf - 2021;Coreógrafa do Comercial Fim de Ano para Emissora SBT – 2020;Coreógrafa do Comercial para Banco BS2 - 2019;Comercial e foto para o Banco Inter - 2019;Comercial Macarrão Santa Amália - 2017;Comercial “Fiemg” – MG – 2015;Coconut em Belo Horizonte - 2014;Comercial Caixa Econômica Federal “Quadradinho” – 2014;Bailarina para cover, do filme “Dirty Dancing” e “Flah Dance”;Desfile de marcas para o shopping SP Market – 2013;Comercial da Antártica Sub Zero 2012 –“Filtra mais uma vez”;Comercial Chevrolet – 2011;Participação especial com a Raça Cia de Dança em show com a cantora WanessaCamargo, 2010 – São Paulo;Desfile da Hair Brasil 2010, 2011 e 2012 – SP;Bailarina da dupla sertaneja Zezé de Camargo e Luciano 2007;Comercial para Coca-Cola em 2005;Assistente de Coreografia do Comercial “Ronald Mc Donald” para a empresa Mc Donaldsem 2002;Bailarina da dupla sertaneja Guilherme e Santiago outubro/2005 á julho/2006;Programa Criança Esperança: 2004 e 2005 - Rede Globo Regina Moura dos Santos Silva ( Coordenação de produção) Licenciada e Mestre em Ciencias sociais pela PUC MINAS Gestora de projetos e produtora cultural (DRT 6605) Seraque Cultural ( 2001 a 2005) Mimulus Cia de Dança ( 2005 a 2007) Grupo de Dança Primeiro Ato ( 2007 a 2017)
PROJETO ARQUIVADO.