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Nosso Cantinho da Leitura prevê a distribuição de títulos de literatura infantil de autoria ou temática afro-brasileira e indígena para escolas públicas de Educação Infantil, além de prever formações para os professores sobre a importância da Educação para Relações Etnico-raciais.
O projeto prevê a aquisição de 50 títulos para cada cantinho de leitura. Como alguns títulos poderão estar esgotados ou fora de catálogo no momento da aquisição, selecionamos 54 títulos que poderão compor o acervo, os quais listamos abaixo: ROSA, Sonia. Como é bonito o pé de Igor. 1 ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2008.Sinopse: Quando o Igor nasceu e seus dedinhos balançaram pra lá e pra cá, todos puderam notar como era bonito o seu pé. De bebê virou menino e de menino, um rapagão, e até hoje por onde passa tem sempre alguém que diz - como é bonito o pé do Igor! ROSA, Sonia. Lá vai o Rui. 1 ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2004.Sinopse: Rui queria jogar bola, olhar as formigas, ir à praia, tomar sorvete, andar de carrinho no mercado... Mas tudo fica na imaginação, porque hoje ele está doente e não vai poder sair de casa. Com ilustrações atraentes aos pequenos, feitas com massa de modelar, o livro brinca com o real e o imaginário. ROSA, Sonia. É o aniversário do Bernardo. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2015.Sinopse: Você está convidado para festa! Vai ter muitos amigos, cata-vento, doce e carinho. Chegue mais e venha comemorar, porque hoje é um dia muito especial: É o Aniversário do Bernardo! ROSA, Sonia. Cadê Clarisse? 1 ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2004.Sinopse: Clarisse está aprendendo a engatinhar e sua curiosidade para conhecer o mundo é imensa. Com a pergunta que se repete a cada página, “Cadê Clarisse?”, a autora prende a atenção das crianças, junto com as cores vivas das ilustrações, feitas com massinha de modelar. ROSA, Sonia. Alice vê. 1 ª ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2014.Sinopse: A pequena Alice está desvendando o mundo, as sensações, os cheiros, as pessoas. E vê tudo com um olhar especial, à sua maneira: uma praça que abraça brinquedos e crianças, carros conversando animados na rua... Aceite o convite dessa garotinha esperta e descubra você também como Alice Vê! GOMES, Nilma Lino. Betina. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2009.Sinopse: A lição do penteado, Betina aprendeu da amorosa avó e a avó aprendeu com a mãe dela que aprendeu com outra mãe que tinha aprendido com uma tia. Só que Betina foi além e espalhou a lição para filhas e filhos, mães e avós que não eram os dela. Ela abriu um salão de beleza diferente e ficou conhecida em vários lugares do país. Mas Nilma Lino Gomes tem muitos detalhes deliciosos dessa linda história. SANTANA, Patrícia. Cheirinho de neném. Ilustrado por Thiago Amormino. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2011.Sinopse: Ao contrário do ciúme, medo e insegurança que muitas crianças sentem quando chega o irmão ou a irmã, para o personagem do livro o sentimento é de comemoração e alegria. É inspirado em Víctor, filho da autora, que aguardou ansiosamente o nascimento de sua irmã. SANTANA, Patrícia. Entremeio sem babado. Ilustrado por Marcial Ávila. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.Sinopse:Kizzy é o nome de uma menina-menininha de origem africana como seu nome. Perguntadeira, ela deixa os adultos desorientados. Por causa disso foi apelidada por sua avó de entremeio sem babado, pessoa que se mete num assunto em que não é chamada. Mas como era de se esperar, Kizzy não aceitaria o apelido sem saber o que significava. COOKE, Trish; OXENBURY, Helen. Tanto, tanto! Trad. Ruth Salles. São Paulo: Ática,1997.Sinopse: Uma divertida família se reúne para fazer uma festa-surpresa. Enquanto esperam o aniversariante, todos os parentes querem agarrar e beijar o bebê da casa e brincar com ele. MOURA, Dayse Cabral. Oranyam e a Grande Pescaria. 1a. ed. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2014. v. 01. 23pSinopse: Não pense que é só mais uma história de pescador! Ela aconteceu no rio Niger próximo da cidade de Oyó no continente africano. Onde mora Oranyam, menino de grande coração e que adora aventura. Ele e seus amigos, Oladelê e Kayodê vão sair para pescar. Oranyam pesca um grande peixe. Que rio generoso! Por causa deste acontecimento, o menino tem uma ideia maravilhosa para compartilhar sua boa sorte e reunir toda a aldeia. Assim, ele pede ajuda da vovó Dandara e tem um bom motivo para convidar o sábio vovô João. Em torno do Baobá, árvore da vida, o vovô promete contar histórias fascinantes e aproveita para reforçar os ensinamentos do seu povo. COSTA, Madu. Koumba e o Tambor Diambê: editora Mazza, 2009.Sinopse: Griot é o contador de histórias africano que passa a tradição dos antepassados de geração em geração. O objetivo da Coleção Griot Mirim, que tem entre seus títulos "Koumba e o tambor diambê", é trabalhar a identidade afrodescendente na imaginação infantil. E é justamente à imaginação que esses livros falam a partir de uma composição sensível, de textos curtos e poéticos, associados a belas ilustrações. Modo lúdico de reforçar a autoestima da criança a partir da valorização de seus antepassados, de sua cultura e de sua cor. SUNNY. Ulomma: a casa da beleza e outros contos. São Paulo: Paulinas, 2006.Sinopse: Uma homenagem do autor nigeriano à mãe África, berço da humanidade, e um convite ao resgate de elementos importantes da história e da cultura africanas, componentes de nossa formação cultural; prêmio: Altamente Recomendável FNLIJ - Categoria Reconto (2006). SUNNY. Contos da Lua e da beleza perdida. São Paulo: Paulinas, 2008.Sinopse: Sunny apresenta mais cinco contos resgatados da literatura oral nigeriana; de estilo simples, com sentenças curtas e figuras de repetição, os conteúdos são mais densos e versam sobre a presunção, a soberba, a ganância e a inveja. MOURA, Dayse Cabral. A rainha Dandara e a beleza dos cabelos crespos. 1. ed. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2017. v. 600. 23p.Sinopse: A publicação, editada pela Editora Universitária da UFPE, aborda, a partir de uma passagem em que uma criança negra é criticada por conta dos cabelos, o impacto do preconceito e as respostas que os afrodescendentes podem dar à sociedade sobre essa questão. Em sua segunda obra de literatura infanto-juvenil afro-brasileira, Dayse Cabral de Moura usa, em sua narrativa, elementos que ressaltam a história e a cultura africana e afro-brasileira e faz um convite à reflexão sobre a estética afro, a beleza dos cabelos crespos, o respeito às diferenças, os processos de construção das identidades das crianças negras. NUNES, Davi. BUCALA: a princesa do quilombo do Cabula. Rio de Janeiro: Malê, 2019.Sinopse: Bucala: a pequena princesa do quilombo do cabula conta a história de uma linda princesa quilombola que tem o cabelo crespo em formato de coroa de rainha. Ela possui poderes que protegem o quilombo. Bucala voa no pássaro-preto, cavalga na onça suçuarana, mergulha no reino da rainha das águas doces e aprende toda a sabedoria dos reinos africanos com o sábio ancião bem-preto-de-barbicha-bem-branca. DIAS, Lucimar Rosa. Azizi: o presente precioso. Ilustrações Ana Luisa Maisonnave. São Paulo: Arolê Cultural, 2019.Sinopse: De que forma se forma uma família? "Azizi, o presente precioso" é uma história de afeto e acolhimento inspirada em casos reais de adoção interracial nos quais pais e mães são questionados sobre a possibilidade de pessoas de diferentes raças se tornarem uma família: um menino negro adotado por uma família branca, que encontra em suas diferenças a unidade da família, da vida, do abraço, do amor. Os laços afetivos entre Azizi, sua mãe e seu pai se fortalecem na diferença das raças. A empolgação de Azizi ao ouvir incansavelmente a história de sua chegada, "o presente precioso" tão esperado por seus pais, é a confirmação de que as noções de família vão muito além dos laços sanguíneos: Azizi é adotado, mas também adota seus pais que, juntos, vão encontrando nas delicadezinhas da vida o sentido de amar. DIAS, Lucimar Rosa. Cada um com seu jeito, cada jeito é de um. Campo Grande, MS: Editora Alvorada, 2012.Sinopse: Ela é uma menina sapeca, inteligente, que gosta de brincar e comer chocolate. Sabe o que é mais legal? Ela é super vaidosa e adora usar penteados diferentes! Então um dia ela usa tranças, outro o cabelo preso, outro dia com enfeites, e toda sua família ajuda, papai, mamãe e vovó. Ahh, vocês também vão conhecê-los e descobrir que cada um tem o seu jeito especial de ser! Agora, você quer saber o nome dessa linda menininha? Pois vou dar apenas uma dica, o papai dela escolhei o nome de uma capital de um país africano que ele visitou. Você sabe qual é? Então leia esse livro muito especial e lindo, indicado para crianças e adultos de todas as idades.HOOKS, Bell. Meu crespo é de rainha. São Paulo: Boitatá, 2018.Sinopse: Publicado originalmente em 1999 em forma de poema rimado e ilustrado, esta delicada obra chega ao país pelo selo Boitatá, apresentando às meninas brasileiras diferentes penteados e cortes de cabelo de forma positiva, alegre e elogiosa. Um livro para ser lido em voz alta, indicado para crianças a partir de três anos de idade - e também mães, irmãs, tias e avós - se orgulharem de quem são e de seu cabelo 'macio como algodão' e 'gostoso de brincar'. Hoje em dia, é sabido que incontáveis mulheres, incluindo meninas muito novas, sofrem tentando se encaixar em padrões inalcançáveis de beleza, de problemas que podem incluir desde questões de insegurança e baixa autoestima até distúrbios mais sérios, como anorexia, depressão e mesmo tentativas de mutilação ou suicídio. Para as garotas negras, o peso pode ser ainda maior pela falta de representatividade na mídia e na cultura popular e pelo excesso de referências eurocêntricas, de pele clara e cabelos lisos. Nesse sentido, Meu crespo é de rainha é um livro que enaltece a beleza dos fenótipos negros, exaltando penteados e texturas afro, serve de referência à garota que se vê ali representada e admirada. OLIVEIRA, Kiusam de. O mundo no black power de Tayó. São Paulo: Peirópolis, 2013.Sinopse: Tayó é uma menina negra que tem orgulho do cabelo crespo com penteado black power, enfeitando-o das mais diversas formas. A autora apresenta uma personagem cheia de autoestima, capaz de enfrentar as agressões dos colegas de classe, que dizem que seu cabelo é “ruim”. Mas como pode ser ruim um cabelo “fofo, lindo e cheiroso”? “Vocês estão com dor de cotovelo porque não podem carregar o mundo nos cabelos”, responde a garota para os colegas. Com essa narrativa, a autora transforma o enorme cabelo crespo de Tayó numa metáfora para a riqueza cultural de um povo e para a riqueza da imaginação de uma menina sadia. MARINHO, Josias. O príncipe da beira. Belo Horizonte: Mazza, 2011.Sinopse: O livro traz a relação de um menino com o rio que banha sua cidade. Ele se vê um príncipe em um reino de magia, aventuras e amor, que surge da alegria, da terra, das folhas, dos cheiros, da água e das cidades que crescem à beira do Guaporé. Pedras Negras, Surpresa, Costa Marques (o Paraíso do Vale) e Guajará-mirim são as cidades que fazem parte daquele reinado de menino sonhador. Real Forte Príncipe da Beira é a cidade que fez do menino o senhor da realeza de um quintal com abacateiros e laranjeiras. MARINHO, Josias. Benedito. São Paulo: Livraria Saraiva (Selo Caramelo), 2014.Sinopse; Neste belo livro de imagens, você vai conhecer Benedito, uma criança que se descobre na batida do tambor do Congado, uma manifestação de fé, canto e dança celebrada por seus familiares e amigos. O tambor do Benedito não é apenas um brinquedo, é um instrumento que guarda e revive as memórias ancestrais do negro brasileiro! Você sabe o que significa ancestral? É tudo que se refere ao passado... E é com a criação do Benedito que o escritor e ilustrador Josias Marinho nos apresenta essa manifestação que faz parte da cultura brasileira. Vamos brincar de descobrir esses sons e ritmos com Benedito? SIMÕES, Fabio. Olelê: uma canção da África. Editora: Melhoramentos, 2015.Sinopse: A história por trás de uma tradicional cantiga infantil do povo que vive às margens do Rio Cassai, na República Democrática do Congo. A canção cita palavras de origem bantu introduzidas no Brasil na época da escravidão. Na época da cheia, quando as águas do Rio Cassai sobem, quem está nas áreas baixas precisa migrar para os lugares mais altos. É hora de cantar a música que vai dar coragem às crianças que terão que atravessar o rio. O Kala, o homem mais velho da aldeia, chama os mais novos assim: “Olelê, olelê!”. Os meninos e as meninas entendem que é para a criançada se reunir, entrar nos barcos e começar a perigosa travessia. NEVES, André. Obax. [S.l.]: Brinque-book, 2010.Sinopse: Quando o sol acorda no céu das savanas, uma luz fina se espalha sobre a vegetação escura e rasteira. O dia aquece, enquanto os homens lavram a terra e as mulheres cuidam dos afazeres domésticos e das crianças. Ao anoitecer, tudo volta a se encher de vazio, e o silêncio negro se transforma num ótimo companheiro para compartilhar boas histórias. JUNQUEIRA, Sônia. Pedrinho, cadê você?. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.Um menino se esconde e a mãe começa um jogo de: Cadê seu pé? Cadê sua boca?, etc., enumerando partes do corpo e fazendo a brincadeira tão ao gosto dos bem pequenos. LIMA, Heloisa Pires. O comedor de nuvens, ilustrações Suppa. São Paulo: Edições Paulinas, 2009.Sinopse: No reino dos achântis ninguém passava fome, porque havia abundância de alimento: eles comiam nuvens, que naqueles tempos ficavam bem pertinho do chão. Certa vez, apareceu um comilão no reino que temperava aquele alimento e devorava, sem ao menos apreciar o sabor. FELIX, Andreza. Meia Curta. Ilustrações Santiago Régis. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2020.Sinopse: Esta é a história de como as não muito queridas meias curtas de uma pequena bailarina salvaram a vida dela. Mas para além dessa história, este é um livro sobre uma garotinha que não tem problemas com o espelho, que gosta de vestir-se para si mesma e de brincar com seu cabelo crespo experimentando penteados. BARBOSA, Rogerio Andrade. Outros Contos africanos para crianças brasileiras. 6ª ed. São Paulo, Editora: Paulinas, 2011.Sinopse: 'Contos africanos para crianças brasileiras' reúne dois contos de temas universais e tradicionais, que pertencem à literatura oral de Uganda; o primeiro fala de como nasceu a inimizade entre o gato e o rato, e o segundo, do motivo pelo qual os jabutis têm os cascos "rachados". HAKIY, Tiago. Curumimzice. [S.l.]: Editora LeYa Didáticos, 2014.Sinopse: Esta obra, ricamente ilustrada por Walther Moreira Santos, é um canto literário, que pretende reproduzir a emoção da alegria descontraída, característica da vida leve, tão própria dos curumins. O autor Tiago Hakiy, de origem Sateré-Mawé, povo indígena que habita a região do Rio Amazonas, oferece ao leitor o deleite de um dia com o personagem curumim. Em suas rimas singelas, o passarinho, as águas do rio, a brisa, a lua passam. Tudo passa, assim como o tempo das curuminzices, quando se aprende a evitar os jacarés, a subir em marimarizeiro e a sorrir para enfrentar banzeiros. Pois a arte da poesia vem do saber ouvir, experiência que se origina na infância. HAKIY, Tiago. A pescaria do curumim e outros poemas indígenas. Ilustrações Taísa Borges. 1. ed. São Paulo: Panda Books, 2015. 36 pp.Sinopse: Em A pescaria do Curumim e outros poemas indígenas, a cultura dos índios da Amazônia é apresentada às crianças sob a forma de singelos poemas. Coloridos, tradicionais e de traços fortes, os desenhos contribuem para a inserção do público infantojuvenil no universo dos índios amazônicos. MUNDURUKU, Daniel. Kabá Darebu. São Paulo: Brinque-Book, 2002.Sinopse: Nossos pais nos ensinam a fazer silêncio para ouvir os sons da natureza; Kabá Darebu é um menino índio, de 7 anos, que conta com sabedoria e poesia o jeito de ser dos Munduruku, sua tribo que vive na Floresta Amazônica. E Kabá Darebu conta um pouco da história de sua gente. MUNDURUKU, Daniel. Foi vovó que disse. 1ª ed. Porto Alegre: Edelbra, 2015.Sinopse: No livro "Foi vovó que disse " vamos conhecer a história de um menino que nasceu na floresta. Ele é um menino indígena e tudo que sabe ele aprendeu foi através do que sua vovó dizia. "A Floresta é mágica! ... Quem narra a história é o Kaxiborempô, um jovem índio que vai completar sete anos. MIRIM, Wera Jeguaka. Kunumi Guarani. São Paulo: Panda Book, 2014.Sinopse: Filho de escritor e nascido na aldeia Krukutu, localizada no distrito de Parelheiros, em São Paulo, Werá Jeguaka Mirim cresceu ouvindo histórias e traduzindo palavras em vivências. Agora, aos 13 anos, o menino do povo guarani retrata sua vida no livro infantil Kunumi guarani, da Panda Books. A obra é um mergulho nas principais atividades e brincadeiras realizadas por Werá em sua aldeia. Ir à escola, estudar a língua portuguesa e guarani, nadar na represa e até usar a internet são algumas práticas realizadas em seu dia a dia. Relatar o seu cotidiano serve como inspiração para estimular nos leitores não apenas a imaginação, mas, principalmente, o conhecimento sobre a vida de uma criança indígena que vive na cidade e que preserva as tradições de seu povo.Com suas texturas e cores típicas da fauna e da flora brasileira, as ilustrações de Gilberto Miadaira enriquecem ainda mais a história de Werá. Dessa forma, palavras e imagens convergem para que se mantenham vivas as memórias e a atualidade do povo guarani. Curiosidade: Você sabia que a palavra “Kunumi” significa “menino” na língua guarani? MACUXI, Ely. Ipaty. O curumim da selva. Ilustrações de Maurício Negro. São Paulo: Editora Paulinas, 2010.O livro narra as aventuras do curumim, cujo nome dá título ao livro, contadas pelo próprio menino. Entrelaçadas nas aventuras estão as lendas, os mitos, as tradições, os costumes e o cotidiano dos Macuxi, indígenas que habitam as serras do estado de Roraima, próximo à fronteira do Brasil e Venezuela. WAPICHANA, Cristino. A oncinha Lili. 1ªed. [S.l.]: Edebé Brasil, 2014O livro é convidativo para pais e professores trabalharem com os pequeninos. O texto apresenta a bela Oncinha Lili e sua família, com colagens lindas e divertidas. Mostra como um filhote de onça vive, seu lar e seus familiares. HAKIY, Tiago. Noite e dia na aldeia. Curitiba: Editora Positivo, 2014Sinopse: O autor deste livro faz parte de um povo indígena Sateré-Mawé ou Sateré Mawé que vive entre os estados do Amazonas e do Pará, na reserva indígena Andirá-Maraw. A obra narra poeticamente a integração das crianças e dos bichos com elementos da noite e do dia WAPICHANA, Kamuu Dan. O sopro da vida: putakaryy kakykary. São Paulo: Expressão Popular, 2018.Sinopse: Esta é a história de Win Dan, menino de quatro anos da etnia Wapichana, que vivia no cerrado do Planalto Central do Brasil, e queria salvar as “plantas bebês”, como assim chamava as sementes, que estavam doentes e não germinavam. Assim, iniciou sua trajetória junto à Mãe Terra, à família e aos grandes espíritos, com os pajés. Uma narrativa de amor e esperança em que as tradições ancestrais de respeito, conhecimento e cuidado da Natureza podem germinar dentro da infância.A cuidadosa edição bilíngue deste conto de Kamuu Dan, vencedor do Concurso Literário FNLJ (2017), aproxima as culturas da infância brasileira, seja das etnias indígenas, nas realidades das aldeias sob pressão violenta dos latifundiários, do agronegócio, madereiros, mineradoras e outros representantes do poder econômico, seja das cidades, em defesa do direito à terra e à alimentação saudável. Um conto mágico e atual contra as sementes transgênicas, pelo direito à infância e à vida YAMÃ, Yaguarê. Pequenas guerreiras. Ilustrações Taisa Borges. São Paulo: Leya, 2011.Sinopse: O livro traz a história de cinco meninas, filhas das amazonas, lendárias guerreiras indígenas que deram nome ao estado homônimo, na região Norte do Brasil. Um dia, elas vão brincar no lago Espelho da Lua, na região do rio Nhamundá, e são surpreendidas por indígenas inimigos. LEITE, Márcia. Poeminhas da Terra. São Paulo: Editora Pulo do Gato, 2016.Hora de comer, hora de brincar, hora de colher, hora de pescar, hora de festejar, hora de contemplar, hora de compartilhar são alguns dos temas explorados nestes singelos poemas sobre o cotidiano da vida na aldeia daqueles que são os primeiros habitantes do Brasil. ROSA, Sonia. A lenda do Timbó. 1ª edição. Rio de Janeiro: Pallas, 2010.Sinopse: A lenda do timbó é uma bela história de amor: dois povos em guerra, um amor proibido, um casal em fuga... e um final mágico. O timbó de que este livro fala não é o cipó amazônico, cuja história aparece em muitas coletâneas de lendas indígenas brasileiras. Ele fala de uma árvore nativa da região do Chaco que, no Brasil, ocorre nas regiões Sul e Centro-Oeste: área onde moram povos indígenas aparentados com os que vivem no Chaco argentino, paraguaio e boliviano: guaicurus, guaranis, terenas. Este fato aumenta a importância do livro, pois registra uma história pouco conhecida no Brasil, divulga e salva do esquecimento mais um fragmento da riquíssima cultura dos povos indígenas sul-americanos. MUNDURUKU, Daniel. Coisas de índio: versão infantil. São Paulo: Callis, 2003Sinopse: A versão infantil de Coisas de índio, de Daniel Munduruku, traça um panorama das diferentes comunidades indígenas. Os textos tratam dos povos indígenas, situando o leitor em aspectos como: os locais onde vivem, a arte, a alimentação, a medicina, o trabalho e os elementos culturais que compõem esses povos. JEKUPÉ, Olívio. Tekoa: conhecendo uma aldeia indígena. Ilustrações Maurício Negro. São Paulo: Global, 2011.Sinopse: Tekoa – Conhecendo uma aldeia indígena, de Olívio Jekupé – autor descendente do povo tupi-guarani e engajado na questão indígena -, narra a história de Carlos, um menino da cidade que escolhe passar suas férias em uma aldeia. Para Carlos, o período de convivência com os índios foi uma experiência e tanto. A leitura desse livro certamente enriquecerá o universo do aluno-leitor, que terá a oportunidade de conhecer um pouco sobre nossas raízes indígenas, tão importantes na formação de nossa etnia. YAMÃ, Yaguarê. Um curumim, uma canoa. Ilustrador Yaguarê Yamã. Rio de Janeiro: Escrita Fina, 2015Sinopse: Aguiry é um curumim que se prepara para uma grande aventura. Ele tem uma canoa e com ela percorre o reino da cobra grande. Mas espere aí! Uma criança percorre sozinha um reino tão perigoso? Ah! Descubra como isso acontece lendo essa deliciosa história sobre um indiozinho e sua canoa, que juntos desbravam os sonhos de uma criança. HAKIY, Tiago. Curumim. 1ª edição. Curitiba: Editora Positivo, 2014Sinopse: O curumim Sateré-Mawé adora pescar e comer fruta no pé. Entre pirangueiras e açaizeiros, ele brinca, passeia e se diverte. Até que chega a hora de dormir. MINAPOTY, Lia; YAMÃ, Yaguarê. A árvore de carne e outros contos. São Paulo: Tordesilhinhas, 2011.Sinopse: Esta edição conta com seis contos da mitologia do povo Maraguá, descendente da antiga civilização Tapajônica – que desenvolveu sofisticada cerâmica decorada –, habitante da região do rio Abacaxis, no Amazonas. O fato de ambos os autores serem originários de tal cultura busca anular a presença de um branco como intermediário das narrativas – um pajé sai em busca de novos poderes guiado por uma voz misteriosa; o deus Guarimonãg se encontra cercado por forças malignas e usa uma árvore para se defender; o garoto deixa a aldeia e vai morar em plena mata por amor à natureza; um jovem casal apaixonado desenvolve plano para conseguir o consentimento dos pais da moça; um homem resolve se opor às proibições da tribo e enfrenta as maldições de uma lagoa e, por fim, é narrada a origem do povo Maraguá. O volume contém um glossário que explica os significados de palavras do idioma Maraguá – e de outras línguas indígenas – e do vocabulário típico da Amazônia. FRAGATA, Cláudio. O tupi que você fala. São Paulo, SP: Globo. Livros, 2018.Sinopse: O tupi que você fala mostra às crianças que nosso português traz influências de outras culturas e aguça a curiosidade dos pequenos a descobrir a origem das palavras. ... As ilustrações de Maurício Negro complementam o texto, de forma que as palavras desconhecidas possam ser apresentadas aos pequenos leitores. JEKUPÉ, Olivio; KEREXU, Maria. A mulher que virou Urutau. Ilustrado por Taisa Borges. São Paulo: Panda Books, 2011.Sinopse: Esta é a história de uma bela índia que se apaixona por Jaxi, o Lua. Para saber se o sentimento era verdadeiro, Jaxi resolve colocar em prova o amor da jovem. Conheça nesta linda história de amor a lenda guarani sobre o pássaro urutau. O livro traz o texto em português e em guarani e dados informativos sobre o pássaro urutau. A obra traz a lenda guarani sobre a origem do pássaro urutau, uma ave que possui uma diferente estratégia de camuflagem: ficar imóvel nos troncos das árvores, de olhos fechados, para não chamar a atenção dos predadores. Seu canto é rouco e melancólico, por isso é chamada também de “ave fantasma” ou “mãe da lua”. Por meio da lenda é possível discutir a relação entre essência e aparência, valores e virtudes, além da própria cultura indígena. YAMÃ, Yaguarê. Contos da floresta. Ilustrações Luana Geiger. São Paulo: Peirópolis, 2011.Sinopse: O livro reúne três mitos e três lendas do povo indígena Maraguá, conhecido na região do Baixo-Amazonas como “o povo das histórias de assombração”. Mais recentemente, as histórias desse povo, mantidas ao longo do tempo pela tradição oral, passaram a ganhar uma nova forma de registro, os livros. Nessa edição, os contos foram divididos em mitos e lendas. Os mitos explicam a vida e as leis da natureza, reverenciam a bravura, a verdade. São matéria de fé e traduzem valores sagrados. Já as lendas não tratam de figuras ou elementos sagrado POTIGUARA, Eliane. A cura da Terra. Ilustrações Soud. São Paulo: Ed.do Brasil, 2015.Sinopse: Moína é uma menina indígena que adora ouvir as histórias de sua avó. Uma delas revelará o sofrimento pelo qual seu povo passou, as descobertas, a sabedoria de seus ancestrais e como conseguiram a cura de um de seus bens mais preciosos: a terra. YAMÃ, Yaguarê. Guayarê: o menino da aldeia do rio. São Paulo: Biruta, 2019.Sinopse: O que é um adulto para você? Para o povo maraguá, uma criança se torna adulta entre os treze e quinze anos de idade. Essa passagem é celebrada com rituais que já são uma tradição da tribo. No livro de Yaguarê Yamã, o menino Guayarê, de apenas sete anos, vai lhe contar esse e outros costumes da tribo maraguá: como organizam suas atividades do dia a dia, a vida às margens do rio Abacaxis e o modo como se divertem em meio à natureza. SUNNY; NEGRO, Mauricio. As aventuras de Torty, a Tartaruga. Paulinas, 2012.Sinopse: Os cinco contos deste tem como personagem principal a tartaruga que, na visão d mundo dos países africanos, é um animal que representa a esperteza, caracterizada pela conduta de pouca ética. Nos contos, Torty é descrita como criatura esnobe, orgulhosa, ambiciosa, sempre em busca da riqueza de forma fácil e enganadora para deter o poder. BARBOSA, Rogério Andrade. Três contos africanos de adivinhação. Paulinas, 2009.Sinopse: A proposta de Três contos Africanos de Adivinhação – além de recontar três narrativas recolhidas da literatura oral nigeriana – é de interagir com leitor, desafiando-o a solucionar os enigmas apresentados às personagens, antes do desfecho das históricas. Em “Três gravetas” e “As três moedas de ouro”, as personagens têm que desmascarar malfeitores e ladrões; Em “Três mercadorias muito Estranhas”, um ancião precisa fazer a travessia do Rio Niger, em um pequeno barco para levar um leopardo, uma cabra e um saco de inhame, driblando a cadeia alimentar. Os textos são resgastes de narrativas africanas – marca registrada do autor que trabalhou como voluntário da ONU na Guiné-Bissau – cuja literatura tem como um dos propósitos transmitir ensinamentos de ética para uma boa convivência. WAPICHANA, Cristiano. Sapatos trocados. Paulinas, 2014.Sinopse: Se não fosse pelos sapatos trocados, Kapaxi não se tornaria uma lenda, sendo considerado além do mais veloz, também o mais bondoso dentre os animais da terra; kapaxi recebeu um par de sapatos mágicos de Tuminkery (criador de todas as coisas) que o tornou o grande velocista e mensageiro oficial do reino animal; ele possuía outros talentos: era também um excelente contador de histórias e sempre fazia a alegria dos pequeninos com seus "arranques" empoeirados por onde passava; nas festas do Jabuti, ele era sempre o encarregado de convidar todos os moradores para a comemoração; e na festa da kayz waywepen (lua cheia) não foi diferente; primeiro ele avisou a todos, e depois voltou para a casa do amigo para ajudá-lo juntamente com Aro na lida dos preparativos para o evento; aconteceu que, durante a arrumação, Kapaxi e Aro, tiveram uma discussão infrutífera e lançaram um desafio: quem corria mais e quem cavava mais rápido um buraco; desafio que seria cumprido após a festa; só que eles não contavam que o cansaço seria um de seus maiores oponentes e por conta dele, trocaram seus amuletos: Aro calçou os sapatos de Kapaxi e esse, os de Aro; com isso, Aro saiu em disparada e nunca mais foi visto e Kapaxi perdeu de vez o posto de mensageiro; motivado a encontrá-lo, o Tatu nunca desistiu de procurá-lo por todo canto e por onde ia, cavava buracos para abrigar-se; desta forma seguia sua vida: buscando incessantemente por Aro e também ajudando o próximo com os abrigos que deixava pelo caminho; através de um texto lúdico e harmônico, Cristino contribui mais uma vez para seu engajamento nas questões culturais indígenas; e ainda nos apresenta informações sobre o seu povo, os Wapichana; Mauricio Negro, pesquisador de diversidades culturais, também dá conta do recado e usa diversas técnicas para deixar o livro ainda mais atrativo. JEKUPE, Olívio. O presente de Jaxi Jaterê. Panda books, 2017.Sinopse: Kerexu tinha ouvido dos mais velhos várias histórias de Jaxy Jaterê, o protetor da floresta. Por ser poderoso, as pessoas podem fazer pedidos a ele, mas ela não sabia como chamá-lo. Porém, sua prima conhecia o segredo e o ensinou a Kerexu. Certa noite, Kerexu adentrou na floresta, realizou o ritual e fez um pedido. Será que Jaxy Jaterê irá atendê-la? Abra as páginas deste livro e descubra o desejo de Kerexu e como termina esta história do povo guarani.
Objetivo Geral O objetivo é que o projeto Nosso Cantinho da Leitura! 2023/2 colabore com a diversidade dos acervos literários de escolas públicas e/ou centros municipais de Educação Infantil, ampliando o repertório das instituições e oportunizando que as crianças possam se identificar positivamente com as histórias infantis. Objetivos Específicos A) Livro: . Distribuir gratuitamente 50 acervos literários de temática afro-brasileira e indígena, com 50 exemplares cada, para 50 escolas públicas e/ou centros municipais de Educação Infantil. B) Curso/oficinas: - Oferecer formações para os professores das 50 Escolas públicas de Educação Infantil, beneficiadas com o acervo. - Distribuir, junto com os livros, adereços e acessórios para 50 escolas públicas de Educação Infantil.
O projeto Nosso Cantinho da Leitura! 2023/2 é uma iniciativa comprometida com a educação de qualidade que se quer ter para todas as crianças em ambiente escolar. A Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica, de acordo com o artigo 29 da Lei 9.394/1996. Essa etapa da Educação é voltada à primeira infância e visa o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos psicológico, físico, intelectual e social. Por isso, é importante que, desde a primeira infância, sejam oportunizadas experiências com leituras que tragam a diversidade étnico-racial que há em nossa sociedade, tragam representatividade e que promovam o respeito às diferenças.É por saber que é desde a Educação Infantil que as crianças precisam acessar obras de literatura africana, afro-brasileira e indígena que trazemos a proposta Nosso cantinho da leitura! Sabe-que o Brasil é o segundo país com maior população negra do mundo e o maior fora do continente africano, mesmo assim a educação escolar que nasce e se reproduz por meio de um sistema colonizador e europeizado excluiu por séculos as histórias e as culturas desta população, tratada predominantemente de forma interditada ou inferiorizada nos conteúdos escolares, bem como nos materiais didáticos, inclusive os direcionados para a infância, incluindo aí a Educação Infantil e os Anos Inicias do Ensino Fundamental. Além disso, pesquisas apontam que é maior o número de crianças negras que se evadem das escolas e que são inseridas no trabalho infantil do que crianças brancas. Por isso, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (DCNERER), publicada em 2004, afirma que todos os sistemas de ensino e estabelecimentos de todos os níveis de educação, incluindo a Educação Infantil e o Ensino Fundametal, deverão providenciar "registro da história não contada dos negros brasileiros, tais como em remanescentes de quilombos, comunidades e territórios negros urbanos e rurais" (BRASIL, 2004, p. 23). Além disso, a DCNERER aponta a "necessidade de crianças, jovens e adultos estudantes sentirem-se contemplados e respeitados, em suas peculiaridades, inclusive as étnico-raciais, nos programas e projetos educacionais" (BRASIL, 2004, p. 27). Para atender a essa necessidade urgente, o projeto Nosso Cantinho da Leitura! 2023/2 aposta na literatura e na contação de histórias para colaborar com a inclusão das temáticas desde os primeiros meses de vida. Historicamente, os materiais disponibilizados às escolas de Educação Infantil (livros, brinquedos e outros) não consideram a diversidade étnico-racial e privilegiam a aquisição (quando dispõem de recursos) de referências eurocêntricas. Às crianças, desse modo, é privado o direito ao reconhecimento e à identificação positiva de sua origem e história. Nos raros momentos em que isso acontece, dá-se por iniciativa isolada do professor que, muitas vezes, investe recursos próprios. Além da distribuição de acervo qualificado e de adereços e brinquedos que possibilitem experiências lúdicas com as crianças, o Nosso Cantinho da Leitura! 2023/2 prevê a realização de curso de formação online para que os professores, além de conhecer em detalhes os títulos do acervo, possam conhecer a importância do tratamento desses temas e tenham acesso a sugestões de atividades para qualificar a experiência com seus alunos. A distribuição gratuita às escolas públicas de Educação Infantil e a formação sem custo aos professores só é possível graças à Lei Federal de Incentivo à Cultura, a qual possibilita que empresas privadas possam, também, colaborar com a educação de qualidade de nossas crianças - nosso principal anseio. Nosso Cantinho de Leitura 2023/2 se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação ao Art. 3º, o projeto atende aos objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Nosso Cantinho de Leitura 2023/2 pretende ampliar o número de instituições beneficiadas com os acervos, pois, em 2023, no projeto Nosso Cantinho de Leitura PRONAC 211888, 40 escolas públicas de educação infantil foram atingidas (projeto em finalização de execução quando da apresentação desta proposta).
Para cada cantinho de leitura doado, será oferecida oficina de formação para os professores da instituição de ensino. As formações serão ministradas em encontros online, de forma síncrona, cada encontro com 2h cada. Somando um total de 10h, sendo 8h para encontros síncronos e 2h para atividade assíncrona. As formações serão compostas das seguintes “Rodas de Conversas”, cada uma com 2h de duração em encontro síncrono, como já mencionado acima. A) Apresentando o projeto B) Educação para as relações étnico-raciais (ERER) a) Conceito; b) Histórico; c) Legislação. C) Educação para as relações étnico-raciais para a infância a) Conceito; b) Histórico; c) Legislação. D) História e cultura africana, afro-brasileira e indígena a) História e contribuições africanas para o Brasil; b) História e cultura afro-brasileira; c) História e cultura indígena no Brasil.
LIVROS: Acessibilidade física: não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: não se aplica, pois os livros serão disponibilizados aos professores, os quais farão a mediação com os alunos (ainda não alfabetizados); Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica OFICINAS: Acessibilidade física: não se aplica, pois as oficinas são online. Acessibilidade para deficientes visuais: não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica, pois o público são professores ouvintes; Obs. O site do projeto, viabilizado pela Lei Rouanet (PRONAC 211888), conta com tradução em libras e contações de histórias em libras e com áudiodescrição.
Artigo 28 da IN 01/2023 I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); 100% dos livros adquiridos pelo projeto serão distribuídos gratuitamente. As formações para professores, também, são gratuitas.
Graziella Ferst - Supervisão do Projeto A dirigente da Ferst&Ostermann, Graziella Ferst, fará a supervisão voluntária de todo o projeto. Graziella é produtora de cinema e televisão especializada na produção e produção executiva de conteúdos audiovisuais. Formada em Relações Públicas (UFRGS) e especialista em Cinema (Unisinos), iniciou sua carreira na área cultural em 2004. Nesta trajetória em que atuou como assistente de produção, coordenadora de produção e assistente de produção executiva antes de assumir o cargo de produtora executiva, realizou 8 longas-metragens, 19 médias, 21 curtas e 5 séries de TV. Juntos, seus filmes já participaram de mais de 250 festivais internacionais e arrebataram mais de 120 prêmios. Cristiane Ostermann – Coordenadora do Projeto A coordenação do projeto será realizada pela coordenadora da Ferst&Ostermann, proponente do projeto, Cristiane Ostermann, que é formada em jornalismo pela UFRGS, pós-graduada em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial. Na área cultural, coordenou diversos projetos, dentre eles, Encontros com o Professor, de 2004 a 2013; Educação para as Artes, em 2012; Som na Escola, 2015; e o projeto MudaMundo, desde 2006. Sara da Silva Pereira - Curadoria Doutoranda em Educação pela UFPR; mestra em Educação (UFPR); especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional, Psicomotricidade e Mídias Integradas em Educação; integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas ErêYá, vinculado ao NEAB e ao OCUPP (UFPR); pesquisadora vinculada a projetos do NEABI da UFAC; diretora do Departamento de Educação Infantil do município de São José dos Pinhais. Flávia Rocha - Coordenadora pedagógica Possui graduação em História (2005) e mestrado em Letras: linguagem e identidade (2011), ambos pela Universidade Federal do Acre (Ufac). É doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Paraná. É professora Assistente da Ufac, onde é lotada na área de História do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, onde ministra as disciplinas de Estágio Supervisionado do Ensino de História e coordena o Programa de Residência Pedagógica do Curso de Licenciatura em História. Lidera o Grupo de Pesquisa Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal do Acre e tem coordenado, desde 2015, o Evento "Semana em Favor de Igualdade Racial". É editora chefe da Revista Em Favor de Igualdade Racial. Atualmente coordena o Projeto Afrocientista, em âmbito local. É presidente administrativa do Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre . Joana Marques de Lima Saar Xavier - Oficina para Formação de professores Licenciada em História/Ufac e em Pedagogia/ICSH;Especialista em Educação para as relações étnico-raciais/Ufac; Especialista em Educação Inclusiva/Sinal;Professora de História;Professora da Educação Infantil - creche / Seme - RBR; Pesquisadora e membro da Coordenação de Ensino no Neabi/Ufac.
PROJETO ARQUIVADO.