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PRONAC 234468Apresentou prestação de contasMecenato

Caixinhas de música

MODI PROJETOS E PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 72,0 mil
Aprovado
R$ 74,3 mil
Captado
R$ 72,0 mil
Outras fontes
R$ 1,6 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01417222000177MRS LOGISTICA S/A1900-01-01R$ 72,0 mil

Eficiência de captação

96.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-19
Término

Resumo

Realização e edição de aproximadamente 20 entrevistas com grandes artistas brasileiros. O material vai gerar um livro impresso e digital e uma palestra com os organizadores.

Sinopse

O livro será composto por aproximadamente 20 (vinte) entrevistas com reconhecidos artistas brasileiros, especialmente do campo da música popular. As entrevistas serão realizadas pelos organizadores e também por outros artistas convidados, sempre em formato de conversa. As entrevistas serão realizadas de forma presencial e gravadas em áudio. Posteriormente, o material será editado. A versão editada da entrevista será a versão final a ser publicada no livro, que contará com os formatos impresso e digital (PDF) com audiodescrição. Os capítulos do livro serão divididos por entrevistas, ou seja, o livro terá aproximadamente 20 (vinte) capítulos. A ordem de organização dos capítulos não interfere no produto final, contudo, buscaremos organizar a sequência de entrevistas de acordo com os assuntos abordados nas conversas. O livro contará ainda com uma apresentação geral dos organizadores na parte inicial e um texto institucional do patrocinador. As conversas serão sempre guiadas pelos relatos das trajetórias dos entrevistados, estabelecendo costuras sobre temas como referências culturais, relação com as ruas, os espaços culturais e as cidades, pontes geracionais e perspectivas sobre o momento atual e futuro. Trata-se, portanto, de um livro para o público em geral interessado em cultura e música popular brasileira e de um conteúdo importante para a produção cultural nacional e a memória da cultura brasileira. Acreditamos que o livro Caixinhas de música tende a ser tornar um documento importante para a atualidade e também as futuras gerações. Abaixo disponibilizamos um trecho da conversa que realizamos entre o cantor e pesquisador Ayrton Montarroyos e a cantora Alaíde Costa como forma de ilustrar o conteúdo do Caixinhas de música: ENTREVISTA COM ALAÍDE COSTA E AYRTON MONTARROYOS AYRTON MONTARROYOS – Bom, Lalá. Eu acho que você já foi interrogada na sua vida de todos os jeitos, já respondeu todas aquelas chatices: como começou a cantar, por quê, os problemas que enfrentou, aquela coisa toda. Mas, tem um negócio que eu como cantor queria saber. Porque eu, quando falam em Alaíde Costa e quando eu te escutei a primeira vez, uma coisa que eu identifiquei imediatamente, como intérprete, te ouvindo e te conhecendo, foi que você fez uma escola de canto particular sua. Você inventou um jeito de interpretar, um jeito de cantar. E eu sei que a gente que é cantor, a gente canta de um jeito, de outro a gente não canta. A gente prefere um timbre da voz tal, a gente estende uma frase...Eu queria perguntar. Como é cantar, para Alaíde Costa? Quando você canta, o que é que você pensa? ALAÍDE COSTA – Ah, cantar é, como dizia Tom Jobim, eu acho que cantar alegra o viver. Quem canta refresca a alma, e eu canto para não morrer. Porque se eu não cantasse, a minha vida seria bem complicada. Ela é complicada, mas eu canto. AM – Mas, eu digo assim, em um sentido de voz. Por exemplo, quando você interpreta uma canção, você decide... Você é uma cantora que nunca foi muito fã dos arroubos, assim, por exemplo. Você nunca foi uma cantora de samba canção, por exemplo. Aquela cantora de fossa, que aquela coisa toda. Como você escolhe isso, essa região da voz que você usa, de onde que você tirou? AC – Então, mas eu comecei na época dessas grandes vozes e não sei o quê... AM – E ouvindo, você é fã da Dalva, né? AC – É. Amo a Dalva de Oliveira. E eu fui crooner muito tempo no Dance Avenida. E ali eu tinha que cantar de tudo, aí cantava Dalva de Oliveira, Ângela Maria e muita coisa. E era, assim, você estava cantando samba canção, já mudava para samba, já mudava para um tango, já mudava para um blues. Era uma coisa muito alucinante. E daí aquilo ali foi uma grande escola para mim. Porque eu falei assim: "Não é isso que eu quero para mim, eu quero o meu caminho. Eu quero o meu caminho". AM – Respeitando o teu timbre e o teu som. AC – É, é. É que todo mundo falava assim: "Ah, você canta bem, mas você não tem voz. Você canta triste, você tem que cantar uma coisinha mais alegre". Toda vida eu ouvi isso, sabe? AM – E, no entanto, você continuou cantando. Porque tu achava bonito esse som. AC– Eu achava que não tinha que ser aquilo que eu ouvia, eu achava que eu tinha que fazer diferente para, para ter uma chance de ser diferente. Demorou, né? Demorou. Demorou muito, né? Agora no finalzinho já da minha vida, vou fazer oitenta e sete anos, é que as pessoas estão reconhecendo o meu trabalho. Estão descobrindo o meu canto, e eu fico feliz por isso. Porque como disse o João Bosco em uma canção que eu gravei dele, "O meu caminho eu mesma fiz". Não foi ninguém que me apontou, eu me virei sozinha. Comi o pão todinho que o diabo amassou. AM – Isso é muito interessante porque eu, ouvindo você falar e sabendo a cantora que você é, uma das maiores cantoras desse país que você é, me toca muito, porque você abnegou tudo por uma causa. Você abriu mão, porque eu não acho que você seja uma cantora de voz pequena. Eu acho que você nunca foi uma cantora com pouca voz. Inclusive naqueles vídeos, naquelas gravações que a gente ouve você cantando em tons altíssimos e você tem uma extensão muito grande porque você tem graves e você vai em notas agudas com muita facilidade como vai nas graves. No entanto, você perseguiu uma estética de cantar. De, de fazer um jeito, um jeito de fazer a música, um jeito de vestir a música, que então você foi aprendendo ali no erro e no acerto da noite, fazendo. E é muito bonito que você não tenha ouvido as coisas que as pessoas lhe falam, porque é uma coisa que falavam para mim quando eu estava no The Voice, diziam que eu não tinha voz, que minha voz era muito baixinha. Mas, eu achava mais bonito cantar eu, a minha voz. Não é que eu acho bonito só quem canta baixo. Eu achava minha voz mais bonita na região mais suave. E ali eu fui, eu disse: "Poxa, e se eu pegar um pouquinho do rouco? E se tiver uma respiração, e se eu atrasar aqui algumas entradas?" AC – Ah, e ainda tem isso. Tem que cantar: "Pa / Pa Pa / Pa Pa", no ritmo. Eu sofri muito com isso também. AM – Diziam que você não tinha tempo porque não entendiam sua divisão? Diziam isso de você? AC– Diziam também isso. "Ah, porque você tem...", teve alguém que chegou e falou assim: "Você tem que cantar (faz o som do ritmo batendo na mão)". AM – Aquela célula bem quadradinha, obedecendo. AC – E Tom Jobim não era nada disso. Mas, quem falou isso para mim, eu era criança. Tinha o quê, dezesseis anos. Vicente Celestino que falou para mim: "Vocês lá que estão metidos nessa coisa de Bossa Nova, não sei o quê". Não, dezesseis, não. Aí eu já tinha dezoito. Mas, mesmo assim, eu era menina. Aí: "Vocês que estão metidos nessa coisa de Bossa Nova, cantam tudo errado. E tem que cantar..." e batia na mão para mim, sabe?

Objetivos

Objetivo geral: Realização de aproximadamente 20 (vinte) entrevistas com grandes artistas brasileiros, especialmente artistas da área da música. O material será editado e vai gerar um livro impresso e digital. Também será realizada uma palestra com os organizadores do livro. Objetivo específico: Publicação de um livro de entrevista em versão impressa (publicação impressa padrão) Publicação de um livro de entrevista em versão digital e audiodescrição (publicação que permite maior circulação do conteúdo e também consegue atender à comunidade com deficiência visual) Palestra gratuita com o organizadores em espaço cultural e/ou educacional (contrapartida social). O livro contará com a participação de nomes como Alaíde Costa, Ayrton Montarroyos, Céu, Hermeto Pascoal, Marisa Orth, Karina Buhr, Taciana Barros, Arnaldo Antunes, Ney Matogrosso, Eduardo Gudin, Teresa Cristina, Fabiana Cozza, entre outros. Os nomes listados serão confirmados no decorrer do projeto. Por ora, nossa intenção é apenas ilustrar um pouco do conteúdo que será produzido. Já fizemos algumas entrevistas piloto, a exemplo da conversa entre Ayrton Montarroys e Alaíde Costa, conforme pode ser visto na aba "Sinopse".

Justificativa

O projeto do livro Caixinhas de Música tem como objetivo apresentar uma obra literária acessível a um amplo perfil de leitores, capaz de mobilizar, inspirar e estimular a leitura sobre temas e artistas relacionados à cena cultural brasileira. O projeto de edição e publicação deste livro aponta para a valorização da cultura literária e das qualidades e peculiaridades do formato entrevista. Alicerçado em depoimentos exclusivos, valoriza a oralidade como importante dimensão da documentação histórica de forma inovadora e instigante para o público leitor. É importante destacar que os organizadores, Fabio Maleronka Ferron e Renata Rocha, possuem experiência e trabalhos importantes já publicados no formato de entrevistas, a exemplos dos livros "Depois da última sessão de cinema: Spcine, audiovisual e democracia (2021) e a série "Produção cultural no Brasil" (2010). Individualmente, cada entrevistado/a traz importantes referências, que são potencializadas a partir da proposta de estabelecimento de novas relações entre outras e o conjunto dos depoimentos, produzindo-se um rico diálogo entre ideias. Boa parte das reflexões e da memória dos músicos brasileiros são publicados via entrevista em publicações de grande circulação. Nesse sentido, o livro busca justamente apresentar essas memórias e, ao mesmo tempo, a partir de depoimentos inéditos, destacar os lugares de apresentação e casas de show que marcaram a história do país, bem como a geografia cultural das cidades. Reunindo cerca de vinte entrevistas e fotografias, constitui um documento inédito, relacionando histórias das trajetórias dos artistas com memórias e temas como arte, lugares, gerações, gêneros e contextos políticos. Trata-se de um conteúdo importante para a produção cultural nacional e a memória da cultura brasileira, de modo que o livro Caixinhas de música tende a ser tornar um documento importante para a atualidade e também as futuras gerações. O custo de produção, assim como a divulgação e a distribuição, inviabilizam a produção de forma direta. Nesse sentido, o uso da Lei Rouanet permite que projeto possa montar uma equipe qualificada, entregar um produto final de qualidade, conteúdo e com distribuição nacional. Além disso, trata-se de um produto cultural de memória e reflexão sobre a cultura brasileira. A proposta se enquadra nos Incisos III, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91, conforme abaixo: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra nos Incisos II e IV do Art. 3º da Lei 8313/91, conforme abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Prezados, solicitamos a seguinte atualização das especificações técnicas do livro:Versão impressa: Capa: 4x4 cores; Substrato: Supremo 350 g/m2 / Padrão / Padrão;Formato: Fechado 160 x 210 mm, Aberto 620 x 210 mm, Dobrado; Acabamento: Laminação Frente BOPP Fosco e Vinco.Miolo 224 páginas (paginação aproximada); Cores: 4x4 cores;Substrato: Polen 70 g/m2 + Polen Bold + Padrão;Formato: Fechado 160 x 210, Aberto 320 x 210, Dobrado.Acabamento geral: Costurado - Pacote Papel Kraft (50 por Pacote), Shrink e Lombada Quadrada Costurada.Tiragem da versão impressa: 1000 (mil) exemplares. Versão digital:PDF com audiobook.

Acessibilidade

No caso do projeto Caixinhas de música, por se tratar da publicação de um livro, a acessibilidade física não se aplica. Em relação à acessibilidade de conteúdo, o projeto prevê uma publicação em formato digital e audiodescrição. No caso do livro digital, usaremos a ferramenta da leitura/audiodescrição disponível no próprio PDF, facilitando a ampliando o acesso a qualquer pessoa com celular e, especialmente, à comunidade surda.

Democratização do acesso

O livro terá versão impressa e digital. No caso da versão impressa, parte da tiragem (conforme plano de distribuição) será distribuída para bibliotecas públicas federais em todas as regiões do país. No caso da versão digital, ela será distribuída de forma gratuita a partir de plataformas digitais e redes sociais digitais. Portanto, qualquer pessoa com internet poderá baixar gratuitamente o livro digital, que também contará com o recurso da audiodescrição. Por fim, teremos uma palestra gratuita e aberta com os organizadores do livro. Portanto, de acordo com o art. 28 da IN nº 01/2023, o projeto adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; No caso do projeto Caixinhas de música, teremos uma palestra gratuita e aberta com os organizadores do livro. X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). No caso do projeto Caixinhas de música, distribuiremos uma versão do livro em formato digital (PDF) com audiodescrição.

Ficha técnica

Valterlei Borges é Produtor Cultural (UFF, 2007), Mestre em Ciência da Arte (UFF, 2011) e Doutor em Estudos de Literatura (UFF, 2016). Realizou pesquisa de Pós-Doutorado na PROLAM (USP, 2019). Profissional com 17 anos de atuação em Gestão de Projetos de cunho cultural/educacional e eventos, tendo transitado por empresas privadas, instituições públicas e terceiro setor. Já produziu e coordenou projetos de distintas áreas, tais como seminários, mostras de cinema, edição de livros, oficinas, shows, peças de teatro etc., sempre trabalhando com projetos patrocinados a partir de editais públicos e privados de cultura. É autor dos livros Novos modelos de produção musical e consumo (EDUFF, 2014) e Ensaios: estudos de cultura, produção cultural, identidade cultural (PPPC, 2020); idealizador e co-organizador do livro Identidade e diferença na canção latino-americana (FFLCH/USP, 2019), entre outros. É fundador e idealizador da produtora Modi Projetos e Produções Culturais. Foi professor do Curso Superior de Tecnologia em Produção Cultural do IFRN. É editor assistente da Revista Geografia, Literatura e Arte (USP). No projeto Caixinhas de música, Valterlei Borges desempenhará a funções de Coordenação geral e gestão do processo decisório, incluindo a atividade técnico-financeira. Os principais membros do projeto são: Fábio Maleronka Ferron é Doutor em Sociologia da Cultura (USP/2023) e Mestre em Estudos Culturais e Graduado em Ciências Sociais (USP). Foi um dos organizadores do livro Depois da Última Sessão de Cinema: SPcine, Audiovisual e Democracia (2021). Foi curador dos Ciclos de Debates História das Políticas Culturais no Brasil no CPF/SESC-SP. É Docente do Curso Livre de Produção Cultural Contemporânea - Programação e Curadoria (20 edições). Publicou em 2019 o artigo A criação do Ministério da Cultura na redemocratização do Brasil na revista Tempo Social/USP. Coordenou o Circuito Municipal de Cultura da cidade de São Paulo. Foi curador da Virada Cultural em 2014 e 2015. Integrou Conselho Gestor do Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer (2013-2016) e foi membro do Conselho de Administração da Spcine - Empresa de Cinema e Audiovisual de São Paulo (2015-2017). Em 2010, coordenou a série Produção Cultural no Brasil que resultou em quatro livros e mais de 100 vídeos, tornando público o pensamento de importantes agentes da cultura brasileira. O início de sua atuação profissional foi no SESC - Rio de Janeiro, com destaque para o projeto Geringonça - Redemoinho Artístico. Foi Consultor do Ministério da Cultura pelo Centro de Gestão e Assuntos Estratégicos em Brasília durante a gestão Gilberto Gil. No projeto Caixinhas de música, Fábio Maleronka Ferron desempenhará as funções de Curador, entrevistador e organizador. Sônia Barreto é designer formada pela ESDI / UERJ, e profissional desde 1991. Prestou serviços para a Biblioteca Nacional, Mais Programação Visual, agências DPZ e Thompson. Fundou a 2D design e comunicação em 1995. Neste período, desenvolveu projetos para a RioArte, Riofilme, Banco Nacional, e desenhou e projetou a revista "O Carioca', idealizada por Chacal e Waly Salomão. Em 2000, fundou, juntamente com outros 5 sócios, a Tecnopop Multimídia, que ganhou grande visibilidade no mercado carioca. Hoje, atua em sua própria empresa, e é especialista em projetos editoriais, expográficos, impressos em geral e artes para mídias digitais. Para projetos de animação, trabalha em parceria com o designer Marcelo Pereira. Principal atuação no mercado cultural. No projeto Caixinhas de música, Sônia Barreto desempenhará a função de Designer. Maria Vitória Royer, é graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Campinas (2021). Como produtora atuou no Festival do Instituto de Artes da Unicamp nas edições ocorridas entre 2017 e 2019 como curadora, assistente de produção, produtora geral da área de Artes do Corpo e integrante da equipe de Acessibilidade; em janeiro de 2020 participou da mesa “Formação e Difusão da produção cênica universitária/institucional - Qual o lugar do risco?” na mostra A_Ponte do Itaú Cultural, como convidada a respeito da produção teatral no FEIAvinte (realizado em 2019); foi assistente de produção internacional na 14ª edição do Feverestival em Campinas (2018); produtora da Mostra de Verão das Artes Cênicas em 2019 e 2020, nas equipes de Comunicação, Acessibilidade e Técnica; produtora e editora de vídeo do projeto “Cenografia, grafite e contextos com Julio Dojcsar” e produtora e oficineira do projeto "Teatro de Bonecos: faça você mesmo", ambos contemplados em 2021 com o edital ProAc Expresso LAB 42/2020; e Coordenadora de Produção no projeto de dança contemporânea MONSTRA (2022) contemplado pelo edital ProAc 30/2021 - Cidadania/Cultura LGBTQIA+; assistente de cenário e figurino na peça “Parque Industrial” (2022) contemplada pela 14ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo - Secretária Municipal de Cultura. Atualmente trabalha como produtora no projeto do livro “Caixinhas de Música” com Fábio Maleronka e Renata Rocha. No projeto Caixinhas de música, Maria Vitória Royer desempenhará a função de Assistente de produção. Renata Rocha é arquiteta urbanista graduada pela Universidade de São Paulo (2005) e Mestre em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (2009). Com sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, publicou diversos artigos, capítulos de livros, estudos e pesquisas acadêmicas relacionadas a temáticas das políticas públicas. Paralelamente, dedica-se ao exercício da palavra e da imagem e, em 2013, publicou “poe(meus)” pela Editora 3 Dias, organizada por Fábio Morais na Oficina Cultural Oswald de Andrade, reunindo alguns de seus poemas e desenhos. Em 2018, ilustrou o calendário acasos solares e, em 2020, ilustrou o livro de poesias “Matutudo”, projeto premiado pelo PROAC/SP edital nº18/2019 - Categoria literária – Poesia; ambos produzidos pela Editora É selo de língua. Desde 2017 integra o conselho do NUPEPA/ImaRgens – Núcleo de Produção e Pesquisa em Audiovisual, uma iniciativa de professores, pesquisadores e alunos da Universidade de São Paulo, voltada para a formação e o desenvolvimento de projetos na área do audiovisual para as ciências sociais e humanas. No projeto Caixinhas de música, Renata Rocha desempenhará as funções de Editora, entrevistadora e organizadora.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-13
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo