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Projeto educacional que prevê shows e oficinas gratuítos de música instrumental em escolas públicas e privadas ao longo do ano letivo de 2024 com intuíto de despertar no público infanto juvenil o gosto pela boa música. a Música tem um papel primordial como forma de lazer e na socialização das pessoas, pois ela cria e reforça laços sociais e vínculos afetivos. Além disso, a Música exerce um relevante papel na formação cultural das pessoas, por meio do repasse de idéias, informações e conceitos, servindo para o aprimoramento do aprendizado
O projeto visa estimular a musicalidade a partir de uma perspectiva histórica das influências e origens de gêneros contemporâneos. O repertório musical contará com arranjos intrumentais de obras que marcaram a história e o desenvolvimento do pop, rock, jazz, blues, reggae entre outros ritmos populares da atualidade. As apresentações terão o formato de palestras musicadas e contarão com 5 músicos fixos e alguns convidados . Os shows serão de classificaçāo etária livre. Setlist das apresentações: Improvisação virtuosa + Apresentação do projeto e da banda Beatles – Ticket to Ride Eagles – Hotel California Dire Straits – Sultans of Swing Pink Floyd – Wish you Were Here Bob Marley – Stir it up Men at Work – Down Under Sublime – Santeria Black Sabbath – Iron Man Jimi Hendrix – Purple Haze Guns n’ Roses – Sweet Child O’Mine Aerosmith – Walk this Way BB King – The Thrill is Gone Eric Clapton – Change the World John Mayer - Gravity Stevie Wonder – Superstition Michael Jackson – Billie Jean Maroon 5 – This Love Mark Ronson – Uptown Funk Anitta – Bang Durante as apresentações serão relacionados os artistas tocados por décadas e por influências musicais, trazendo alguns dos principais estilos e artistas modernos e explicando o motivo de seu agrupamento. As apresentações contarão com interação do público.
Objetivo Geral: Fomentar e promover a educação musical para um público-infanto juvenil a partir de uma perspectiva histórica, valorizando a diversidade de ritmos e gêneros formativos da música contemporânea através de shows e oficinas gratuitas que contemplam os principais gêneros da música mundial e atual em prol do desenvolvimento da sensibilidade e criatividade humana por meio do contato com a linguagem artístico-musical, visando a formação do cidadão, capaz de contribuir ativamente com as mudanças sócio-culturais necessárias para a construção de uma sociedade mais ética e digna. Objetivos específicos: - Realizar 30 shows gratuítos de música instrumental em escolas pública e privadas para um público infanto juvenil na cidade de Porto Alegre e Região Metropolitana; - Atingir um público aproximado de 4000 alunos com os shows; - Realizar pelo menos 60% do projeto em escolas públicas; - Realizar 10 oficinas de criação e produção musical; - Atingir um público aproximado de 200 alunos com as oficinas; - Realizar registro Fotográfico das atividades e disponibilizar o mesmo nas Redes Sociais do projeto; - Disponibilizar atividades com acesso para público com dificiencia visual ou auditiva através de áudiodescrição ou linguagem de sinais;
A música é, sem dúvida, um dos principais pilares da cultura universal. Foi pensando nisso e na possibilidade de atrair o gosto dos jovens para essa diversidade de sons e ritmos que o projeto foi concebido e estruturado. Muitas vezes, os jovens estudantes não adquirem novos gostos e pouco se interessam por outras culturas devido à falta de exposição. Nesse sentido, as atividades do projeto complementam a formação dos estudantes no que tange ao ensino musical, elemento fundamental da formação em linguagens dos jovens. O projeto fundamenta-se nos incisos I, III, V, VII e VIII do art. 1 da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e serão alcançados no Art. 3 os incisos II (c), IV (a), V (b) da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Inciso V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
CONTRAPARTIDA SOCIAL/ OFICINA DE CRIAÇÃO MUSICAL Workshop Criação Musical Este workshop foi criado com o intuito de despertar a musicalidade e dar vazão às inspirações de cada um de nós. Por vezes, nos deparamos com pessoas altamente musicais, que nem sempre reconhecem em si esse potencial tão vasto. Ser uma pessoa musical não necessariamente está atrelado a um estudo formal de instrumentos musicais, mas sim a ter a habilidade de converter ideias em ritmos e melodias.Trazemos, neste workshop, todo o conhecimento de composição do músico Mark Hummingbird, de alguém que, mesmo sem um ensino formal na música, buscou formas e ferramentas (hoje em franca expansão no mercado) de transformar suas ideias, letras e ritmos em arte. Parte prática:Brainstorming sobre o conhecimento geral dos participantes a respeito do tema musicalidade x composição, a fim de questionar o que eles entendem por ser uma pessoa musical.A seguir, será abordado, em debate com os participantes, o tema: Como uma ideia vira música.A partir daí, será apresentado um ponto de partida para um letrista musicar sua ideia com ferramentas e recursos gratuitos existentes na internet (backing tracks, playbacks, DAW’s e outros) sem a necessidade de uma banda ou estudo formal (o que para muitos é uma realidade muito distante).Apresentarei algumas composições próprias, desde a ideia inicial à finalização, passando pela escolha dos recursos apresentados acima.Será proposto um exercício de composição com as ideias de participantes do evento (parte prática experimental).Discutiremos métodos de letrar ideias e como usar um ponto de partida de uma canção existente sem incorrermos em plágio.Por fim, teremos um momento livre de perguntas e respostas para ouvir de todos os participantes suas dúvidas e comentários. Duração: 2h30min faixa etária: 13 anos a 17 anos nº de alunos: 20 alunos quantidade de oficinas: 10 número total de alunos atingidos: 200 alunos ATIVIDADE PARALELA/ OFICINA DE MÚSICA PARA PESSOAS COM DEFICIENCIA INTELECTUAL. FÍSICA OU SENSORIAL A oficina tem como objetivo principal a integração e a socialização dos seus participantes, possibilitando o convívio de pessoas de diferentes faixasetárias e de diversas características psicossociais e cognitivas. O simples fato de um indivíduo estar integrado numa turma, compartilhando espaço e aprendizado é essencial para a manutenção da sua capacidade de sociabilizar e de se manter calmo em situações de angústia. METODOLOGIA A oficina de música é desenvolvida através das seguintes atividades: • Facilitação da comunicação verbal e não verbal, o contato visual e tátil;• Facilitação da criatividade;• Promoção da satisfação emocional;• Contribuição para organização do Pensamento Lógico através da Matemática Musical;• Contribuição para o Desenvolvimento Social;• Ampliação da interação com o mundo; Carga horária da atividade: 1 hora de atividade para um grupo de 20 pessoas comdeficiência. Além do instrutor especialista na área, inclui acessibilidade (LIBRAS) e 2monitores.
O projeto nasceu do interesse dos músicos em suprir lacunas na formação musical dos jovens, especialmente de alunos da rede pública de ensino. Muitos dos músicos do projeto são também professores e realizam workshops no Brasil e no mundo, razão por que a realização dos shows em escolas se mostrou mais do que apropriada. A proposta dos 30 shows gratuitos enquadra-se na lei n. 8313/91 nos seguintes: Art. 1 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Art. 3 IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; SHOW INSTRUMENTAIS - 1H40MIN - 30 SHOWS (200 ALUNOS P/SHOW) OFICINA DE CRIAÇÃO MUSICAL -1H - 10 OFICINAS (20 ALUNOS P/OFICINA) OFICINAS MUSICAL PARA PESSOAS COM DEFICIENCIA INTELECTUAL -1H - 01 OFICINA (20 ALUNOS P/OFICINA)
PRODUTO/SHOWS INSTRUMENTAIS: As escolas serão selecionadas se estiverem aptas para oferecer facilitadores para locomoção no espaço físico. Será uma exigencia do projeto para cadastramento das escolas. Acessibilidade física:Todos os shows instrumentais serão realizados em espaços culturais que garantem o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos através de intervenções que objetivam priorizar ou facilitar o livreacesso das mesmas, assim definidos em legislação específica, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos por meio da disponibilização ou adaptação de espaços. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: o item não gera custo, pois os locais já dispõe de livre acesso para pessoas commobilidade reduzida Acessibilidade para deficientes auditivos:Os showx incluem ações de promoção do acesso ao conteúdo cultural nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei, oferecendo apresentações com intérprete para Língua Brasileira de Sinais (Libras). ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:14 Acessibilidade para deficientes visuais:Os show incluem ações de promoção do acesso aoconteúdo cultural nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referidaLei, oferecendo programação com audiodescrição; ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 22 PRODUTO OFICINAS DE MÚSICA INSTRUMENTAL: As escolas serão selecionadas se estiverem aptas para oferecer facilitadores para locomoção no espaço físico. Será uma exigencia do projeto para cadastramento das escolas.Acessibilidade física:As oficinas de musica instrumental serão realizados em espaços culturais que garantem o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos através de intervenções que objetivam priorizar ou facilitar o livreacesso das mesmas, assim definidos em legislação específica, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício dos seus direitos por meio da disponibilização ou adaptação de espaços. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: o item não gera custo, pois os locais já dispõe de livre acesso para pessoas commobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivos: As oficinas de musica instrumental incluem ações de promoção do acesso ao conteúdo cultural nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei, oferecendo apresentações com intérprete para Língua Brasileira de Sinais (Libras). ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 5 Acessibilidade para deficientes visuais: As oficinas de musica instrumental incluem ações de promoção do acesso aoconteúdo cultural nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referidaLei, oferecendo programação com audiodescrição; ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 9
O projeto não terá cobrança de ingressos em nenhuma das atividades e shows previstos. Todos os shows e atividades do projeto incluem acessibilidade sejá por áudiodescrição ou libras. O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: SHOWS INTRUMENTAIS: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; OFICINAS: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
A proponente Claudia D´Mutti, irá supervisionar todas as etapas do projeto, desde a captação de recursos para o desenvolvimento do projeto, o contato com as escolas, a contratação dos músicos e fornecedores, a realização dos 30 shows, o registro e divulgação dos mesmos, além de sua atividade de gestão adiministrativa/técnico financeira do projeto. A gestora e produtora cultural Claudia D´Mutti, atua há mais de 30 anos no mercado cultural e é proprietária da empresa Mais Além Produções Artísticas. É formada em gestão de RH e pós graduada em Gestão Cultural. Foi diretora do Centro Cultural Usina do Gasômetro em Porto Alegre (1998-2001), diretora de Artes Cênicas da Funarte (MinC – 2007-2009), coordenadora administrativa e de logística do Porto Alegre em Cena (1994 a 2000), já produziu o show Roger Watters In the Flesch Tour no Estádio Olímpico (2002), a Bienal do Mercosul (2003/2004) as turnês da companhia teatral de Peter Brook no Brasil (2004), fez festivais de música na Argentina e Uruguai, gerente de produção do Natal Luz de Gramado (2016-2019), é proponente do Porto Verão Alegre desde 2010 até 2023, proponente do Festival de Cinema de Gramado (2018), proponente também na Lei de Incentivo a Cultura do RS dos seguintes projetos: Natal a Bordo na cidade de São Lourenço do Sul (2021), Acústicos RS (2018/2017/2015). Festival de Outono de São Chico (2018), Mostra do Teatro Gaúcho (2016/2015/2014). Discografia do Pop Rock Gaúcho (2017/2015/2014) e Riso Grande do Sul (2015/2014/2013) entre outros. Currículo dos músicos do projeto: Mark Hummingbird: Multi-instrumentista, compositor e produtor musical de Porto Alegre-RS, lançou seu album de estréia entitulado “Crashing Parties” em 2016, sendo anunciado por Fausto Silva na Rede Globo como revelação da nova música pop brasileira para o mundo. Com forte atuação em serviços de streaming, suas composições têm atraído um grande número de ouvintes na Austrália, Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, México, além do Brasil. No Rio Grande do Sul, estreiou na programação da rádio 102.3 com destaque para a composição “Summertime Love”. Mark também é radialista, formado pela Fundação Padre Landel de Moura (Porto Alegre, RS), e professor de inglês licenciado pelo Centro Universitário Metodista IPA (Porto Alegre, RS). Atuou no ensino de línguas por diversos anos antes de dedicar-se exclusivamente aos seus projetos musicais. Sua forte inserção como músico em redes sociais tem chamado a atenção de inúmeros artistas internacionais, dentre os quais Simply Red, Train, The Calling, Daniel Powter, Drake Bell, Mark Schulman. Fundador e presidente do selo Flamingo Records, atualmente está em tratativas para gravar um novo single com Mark McGrath, vocalista e compositor da banda californiana Sugar Ray. Ricardo Arenhaldt: toca bateria desde os 8 anos, já tocou com Ivan Lins, Nanna Caymmi, Geraldo Flach, Kleiton & Kledir, Nei Lisboa, José Miguel Wisnik, Ná Ozzetti, Adriana Calcanhoto e artistas da música regional como Os Fagundes, Luiz Carlos Borges, Elton Saldanha, Rui Biriva; também integra o grupo instrumental Quartchêto.Professor de bateria e percussão no Colégio Americano de Porto Alegre desde 1999, também trabalhou como professor do Festival Internacional de Brasília junto com Kiko Freitas. Formou-se em Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Metodista IPA em 2005. Já se apresentou em países como: Alemanha, Portugal, Espanha, França, Áustria, Argentina e Uruguai. Foi agraciado com três prêmios Açorianos: Melhor Instrumentista em Percussão em 1995, Melhor Instrumentista de MPB em 2002 e Melhor Instrumentista Regional em 2005. Com o Quartchêto, conquistou os prêmios Açorianos de Melhor Espetáculo, Melhor CD Regional e CD do Ano por duas vezes. Em janeiro de 2013, foi professor de bateria no Festival Internacional Sesc de Música de Pelotas. Em 2014, tocou no Festival Brasil/França, realizado naquele país, e, em 2015, realizou uma turnê de 10 shows na Alemanha. Em janeiro de 2016, retornou à Alemanha, onde ministrou workshops de ritmos brasileiros em duas escolas de música e para músicos de uma Big Band. Nesse mesmo ano, participou do lançamento do CD “Muito Bom Tocar Junto”, de Ivan Lins e Geraldo Flach, no qual tocou todas as faixas; em outubro o Quartchêto lançou seu terceiro CD. Em 2017, realizou 14 concertos didáticos com a Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e turnê nacional com o grupo Quartchêto. Fernando Peters: Instrumentista, produtor, arranjador e compositor, participou de mais de 40 álbuns em 30 anos de carreira. Gravou e excursionou com artistas do pop e do rock brasileiro (como Cidadão Quem, Humberto Gessinger), da MPB (Bebeto Alves, Nico Nicolaiewsky), do blues (Solon Fishbone-BRA, Phil Guy-EUA, Eddie C. Campbell-EUA, James Wheeler-EUA, Fernando Noronha-BRA, Miguel Botafogo-ARG) e da música instrumental (Fábio Mentz), entre outros, tocando guitarra, contrabaixo, violão e bandolim, produzindo, arranjando e compondo para os mais diversos gêneros e recebendo inúmeros prêmios (Brasil, Uruguai, Argentina, EUA, Alemanha, Japão) nestas atividades. Luiz Mauro Filho: estudou com o pianista, arranjador e maestro Paulo Dorfman, cursou bacharelado em piano na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Recebeu, por duas vezes, prêmios de Melhor Instrumentista, no III Festival do Choro de Porto Alegre (1993) e no Primeiro Festival de Música Instrumental da Moenda da Canção (2011). Participa dos trabalhos de Nei Lisboa desde 1999 (discos e shows). Alguns dos trabalhos já executados: Débora Blando, Geraldo Flach, Lucia Helena (discos e shows), Loma (disco e shows), Lourdes Rodrigues (disco e shows), Marisa Rotemberg, Rubens Santos, Gelson Oliveira (discos e shows), James Liberato, Júlio Herrlein (Chumbinho), Ricardo Baumgarten, Kiko Freitas (disco e shows), Jorginho do Trumpete, Henry Lentino, Grupo Vocal Mandrialis, Edilson Ávila, Tito Madi, Mario Falcão (disco e shows), Delicatessen (disco e shows), Guinga (disco e shows), Pedro Mariano, Luiz Melodia entre outros. É músico convidado da Orquestra do Theatro São Pedro, onde participou de shows com Zé Miguel Wisnik, Ná Ozzetti, Arthur Nestrowski, Guinga entre muitos outros. Foi duas vezes indicado como melhor instrumentista no Prêmio Açorianos. Compõe temas instrumentais e arranjos para outros compositores. Como compositor, teve a canção “Piu-piu” (Luiz Mauro Filhoe Marius Rodrigues) vencedora do 3º lugar no I Festival de Música Instrumental do RS/1996. Participou também do álbum Brasil 500 Anos, que viajou para Argentina e Buenos Aires.Atualmente, atua como diretor musical, arranjador, compositor, acompanhador entre outros Everson Vargas: Natural de Porto Alegre-RS, começou a tocar violão aos 14 anos como autodidata, vindo posteriormente a estudar técnica e teoria musical. Cursou Composição e Regência na Universidade Federal do Rio Grande do Sul até o 5º semester; mudou-se para São Paulo buscando ampliar seus horizontes musicais. Graduado em Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Metodista IPA, morou em São Paulo, Rio de Janeiro e em Madrid, tocando em toda Espanha e outros países europeus e do norte da África. Após alguns anos atuando entre Brasil e Uruguai, voltou a residir em Porto Alegre. Atua como músico (Baixos acústico e elétrico, Guitarra, Teclado, Voz), é professor, arranjador, compositor e produtor. Tocou em várias partes do mundo em apresentações na América Latina e Europa, como o Festival de Jazz de Madrid (Espanha), Festival Sul a Sud em Sanary (França), Festival Latinomúsica (Pelotas), Congresso Internacional de Salsa (Edição São Paulo), Virada Cultural de São Paulo e outros. Recentemente se apresentou em Havana (Cuba) e em Montevideo (Uruguai) com músicos brasileiros, uruguaios e cubanos.Trabalhou com grandes músicos no palco e em estúdio, como:Luizinho Eça, Borguetinho, Belchior, Miguel Morales (Barrabas), Estaire Godinez (George Benson), Monico Aguilera, Mauricio Trobo e Nei Lisboa entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.