| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33131541000108 | COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAO | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 42278796000199 | CELULOSE NIPO-BRASILEIRA S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 42167700000115 | Nippon Stell Empreendimentos Siderúgicos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
Realizar o Festival Japão em Minas que tem o objetivo de preservar, divulgar e fomentar a cultura japonesa e brasileira para os mineiros e os nipo-brasileiros. O Festival contará com a ênfase na dança e música instrumental, propiciando um intercâmbio da tradição japonesa com a cultura mineira por meio da realização do Festival, de apresentações musicais (música instrumental), espetáculo de artes cênicas (apresentações de dança) e da contrapartida social com as apresentações de uma Orquestra Jovem e uma apresentação de Taiko (tambores japoneses).
A relação entre o Brasil e o Japão é profundamente significativa, e tem influenciado ambos os países de várias maneiras, nas áreas da cultura, economia, ambiental e social. Em 2025, o Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre o Brasil e o Japão, assinado em 5 de novembro de 1895, em Paris, completará 130 anos. O acordo, que deu início às relações diplomáticas entre os dois países e que possibilitou, anos mais tarde, a imigração japonesa ao Brasil, deve ser celebrado com uma grande festa pelas comunidades japonesasA imigração japonesa para o Brasil começou em junho de 1908, trazendo 781 japoneses, e desde então, os descendentes de japoneses se tornaram uma parte integral da sociedade brasileira. Essa imigração trouxe consigo não apenas pessoas, mas também sua cultura, tradições, culinária e costumes. O Japão é conhecido por sua tecnologia avançada e inovação em diversas áreas. Parcerias e intercâmbios entre empresas e instituições de pesquisa do Brasil e do Japão podem resultar em avanços significativos em campos como ciência, tecnologia e medicina. Na arte e no entretenimento, o anime e o mangá japonês têm uma base de fãs impressionante no Brasil, com eventos de anime, como Anime Friends e Anime Expo, atraindo milhares de entusiastas todos os anos. Além disso, filmes japoneses e música J-pop, também, têm seu público cativo no Brasil. O Brasil abriga uma série de festivais culturais japoneses, como o Festival do Japão, Tanabata Matsuri, e o Bon Odori, que celebram diversas facetas da cultura japonesa, incluindo dança, música, culinária e artesanato. O Festival do Japão é realizado desde 2012, propiciando o fomento e divulgação da cultura japonesa, na sua interface e intercâmbio com a cultura mineira, sendo sucesso de público, com cerca de 35.000 pessoas em sua última edição. A próxima edição, conforme anos anteriores, seguirá a mesma proposta com programações envolvendo três dias de atividades, apresentações de música instrumental e de importantes grupos de danças, oficinas, exposições, desfiles, tudo isso respeitando a tradição japonesa em Minas Gerais. O Festival do Japão em Minas ocupará o Foyer de entrada do Pavilhão I e o Pavilhão I, o Foyer de entrada do Pavilhão II e o Pavilhão II, o Foyer de entrada do Pavilhão III e o Pavilhão III, todos no Expominas Belo Horizonte. Todo ano é escolhido pela Comissão do Festival do Japão em Minas um tema para a exposição principal, dentro da rica cultura japonesa. E, para 2025, o tema da principal Exposição será a CERÂMICA (TOGUEI - dô) – o caminho da Cerâmica, argila que transforma em Arte, estilos de queima, formatos e utilização.No Japão existem muitas escolas famosas de cerâmicas de alta temperatura, e possuem características diferenciadas que preservam características básicas de determinadas regiões.Estas cerâmicas de alta temperatura se tornam conhecidas pelos ingleses que absorveram as técnicas no Japão e passaram a também produzir em outros países, ganhando a denominação de stoneware. As cerâmicas artesanais de muitos lugares, inclusive no Brasil costumam ser de baixa temperatura, e mais frágeis. Há séculos, os chineses passaram a produzir em série um tipo mais simples de cerâmica denominado porcelana, que passou a contar com grande aceitação na Europa e ao redor do mundo. Destas, poucas são consideradas artísticas, apesar de sua qualidade, pois não envolvem criações a não ser na sua origem, sendo produzidos em grande quantidade. Os ceramistas oriundos do Japão, e seus descendentes têm contribuído significativamente na criação de novas cerâmicas. Com visível originalidade, produzem obras de arte com características híbridas, como resultados da miscigenação cultural nipo-brasileira. Essa miscigenação cultural e artística trouxe o crescimento das atividades no segmento das cerâmicas no Brasil, como caminho de realização artística e espiritual, despertando novos olhares para a apreciação e a prática dessa arte, aplicando a sua essência pelos caminhos da criação para atingir um universo espiritual. Esse é o sentido do Toguei (dô) – o caminho da cerâmica.Existem, hoje, no Brasil muitos artistas que produzem cerâmicas de alta temperatura, tanto de ascendência oriental como de outras regiões do mundo. As características deles também se diferenciam, tanto pela argila utilizada como dos esmaltes, sendo que muitos utilizam os chamados fornos de noborigama, que apresentam muitas camaras em sequência ascendente que aproveitam o calor de queimas que duram dias, e precisam ser acompanhadas pelos artistas. É comum entre os fornos mais consagrados do Japão haver cerimonias xinto no início da queima das cerâmicas, quando os artistas afirmam que tudo que foram capazes fizeram, e agora entregam aos deuses os seus trabalhos que serão submetidos às queimas, quando alguns serão danificados, outros não sairão como planejados, alguns com desenhos alterados pela ação do fogo. Toda essa cultura permite que, tanto nas cerimonias do chá como nos arranjos florais, as cerâmicas sejam apreciadas valorizando os utensílios que se tornam peças únicas.A cerâmica ligada à gastronomia é bastante peculiar à culinária japonesa.As variedades da ceramica de boa qualidade que é utilizada valoriza os pratos na sua apresentação. Na culinária japonesa, a visão ganha ainda uma outra dimensão, mais do que instigar o paladar e o olfato com a comida propriamente dita, a estética associado ao alimento começa pelos cortes adequados dos ingredientes, passando pela disposição em que a preparação é colocada e pela escolha do recipiente em que será servido. A sensação do tato é importante não só pela textura da comida, que de ser variada, mas também pelas peças à mesa, uma vez que é comum estar sempre em contato com uma das peças à mão.Assim, na 12ª edição, o Festival do Japão trará a exposição da Cerâmica – Toguei-do, o caminho da Cerâmica. A 10ª edição, após dois anos sem a realização do evento, teve como temática principal as lanternas/luminárias japonesas, denominadas chouchin e as lanternas de pedras que serviam para iluminar os caminhos. Assim, o tema foi uma alusão para iluminar os caminhos pós pandemia. Onde o público teve acesso as exposições com informações históricas sobre os estilos e formas, materiais utilizados e suas finalidades. Para o marco dos 10 anos do Festival e imersão na diversidade da cultura nipônica foram apresentados os recortes das exposições que foram realizadas ao longo dos anos. Ícones presentes no dia a dia do país que mantém suas profundas expressões culturais e compartilham a sensação incomparável de imersão cultural passado e presente. Já em sua 11ª edição do Festival do Japão, beleza, elegância, flexibilidade, resiliência foram os temas principais das exposições. As Wagasas, que são o símbolo máximo da elegância nas artes japonesas, expressando em sua aparente simplicidade uma complexa estrutura de varetas de bambu. E a essência do Bambu, sua flexibilidade e resiliência, ambos os temas que nortearam a equipe para a organização resultando no sucesso e grandiosidade do evento.
OBJETIVO GERALPromover mais uma edição do Festival Japão em Minas, em fevereiro de 2025, no Expominas em Belo Horizonte, com o objetivo de preservar, divulgar e fomentar a cultura para os mineiros e os nipo-brasileiros. ESTE PROJETO SE ENQUADRA NOS SEGUINTES INCISOS DO ART.03 do Decreto 11.453, de 2023:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; OBJETIVOS ESPECIFICOS:1-Produto Festival/Mostra:- Montagem de toda estrutura do Festival.- Contratação de Equipe para montagem do Festival.2-Produto Espetáculos de Artes Cênicas:- Realizar 12 apresentações de artes cênicas (dança) durante o Festival.3-Produto Apresentação musical:- Realizar 8 apresentações culturais de música instrumental durante os 3 dias do Festival do Japão;4- Produto Contrapartida social:- Promover como contrapartida social 01 concerto do grupo instrumental (Taiko - tambores japoneses) para o público, no horário das visitas das escolas municipais de forma a atender o público de 1.800 pessoas;- Promover, 40 visitas com 50 professores e alunos cada, totalizando 1.800 pessoas;Em atenção ao Inciso III §2º do Art. 32 da IN nº11/20245-Produto exposição de arte:- Realizar uma exposição de arte de cultura japonesa.Temática Ceramica _ Toguei Dô, o caminho da Ceramica : Argila que transforma em arte estilos de queima, formatos e utilidades
O Festival Japão em Minas pretende realizar mais uma edição, após consolidar essa iniciativa pioneira no Estado de Minas Gerais, realizada pela primeita vez há 10 anos. Importante destacar que no Brasil existem outras iniciativas tradicionais como Festival do Japão em São Paulo, com mais de 20 edições realizadas. Importante observar que o Festival Japão em Minas já faz parte do calendário de eventos de Belo Horizonte, e que o desenvolvimento do festival está ligado à disseminação da arte e na vinculação do público proporcionando assim o acesso às diversas expressões artísticas e estimulando o turismo na cidade. Isso pode ser comprovado pelos números da 9ª Edição, realizada em 2020. Cerca de 29 mil visitantes, mais de 40 publicaçõesem portais regionais, nacionais e nos principais portais de Belo Horizonte. Destaque nos principais veículos de comunicação, proporcionando uma grande exposição na mídia. O festival, durante três dias, mobilizou imprensa, autoridades federais, estaduais e municipais, empresários e público em torno da temática dos Leques e do Ukiyo-ê. O público pôde vivenciar um pedacinho do Japão que tanto fascina, com suas belezas, riquezas e a diversidade da sua cultura. Superou expectativas, se consolidando ainda mais como o principal evento da cultura japonesa no Estado. O Brasil tem como marca registrada sua diversidade cultural, e Minas Gerais também possui essa marca de forma bastante relevante. O Brasil hoje abriga a maior população japonesa residente fora do Japão, com cerca de 1,5 milhão de Nikkei. Segundo registros, Minas Gerais conta com mais de 75 mil nipo-brasileiros. Dentre ações importante de integração entre as culturas, destacamos o centenário da imigração japonesa no Brasil, comemorado em 2008. Em 2020 comemorou-se os 125 de relações diplomáticas entre o Brasil e o Japão. Além disso, comemorou-se os 30 anos da comunidade brasileira no Japão, intensificando o intercâmbio cultural entre os paises. Como já destacamos anteriormente, o Festival Japão em Minas vem reforçando anualmente essa riqueza cultural e a integração entre a cultura brasileira e a japonesa. Destacamos que historicamente, foi a partir da década de 1880 que o Japão começou a incentivar a imigração de seus habitantes por meio de contratos com outros governos. A expansão das plantações de café na zona rural e a falta de mão de obra foi o que alavancou a imigração. Mas foi entre 1917 e 1940, fim da Primeira Guerra Mundial que o fluxo de imigrantes japoneses para o Brasil cresceu enormemente. Foram cerca de 160 mil japoneses que adentraram o país. Desta forma, o evento visa promover a união de duas grandes nações, ricas em cultura e com enorme potencial econômico. Com incentivos fiscais o Festival está se consagrando uma ação permanente, com edição anual. A nona edição do evento, realizada em 2020, só ratificou a importância e a necessidade da realização de mais uma Edição do Festival do Japão, pela efetiva participação dos mineiros Nikkei em toda a programação do evento. Dessa forma, o Festival Japão em Minas contribui para o alcance dos objetivos descritos no art. 1º da Lei 8.313 de 1991, na medida em que visa: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; ...; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". O projeto ainda atende a finalidade elencada no Art. 3º, qual seja a realização de "exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". Mas a permanência deste importante evento, que fomenta a produção cultural e artística, somente é viável por meio da utilização da Lei Federal de Incentivo à Cultura, visto que 60% dos recursos para sua realização são aportados por meio da dedução fiscal das empresas.
A programação da 12ª edição do festival será feita mediante curadoria e após a captação de recursos quando será possível definir o aporte a ser destinado para a programação cultural. O festival tem duração de 3 dias, de sexta a domingo:Sexta: 14h às 22hSábado: 10h às 22hDomingo: 10h às 18hA classificação indicativa é livre.
A programação da 12ª edição do festival será feita mediante curadoria e após a captação de recursos quando será possível definir o aporte a ser destinado para a programação cultural. O festival tem duração de 3 dias, de sexta a domingo:Sexta: 14h às 22hSábado: 10h às 22hDomingo: 10h às 18hA classificação indicativa é livre.
A organização do evento atenderá ao disposto no DECRETO N.º 3.298, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1999, que regulamenta a Lei n.º 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. Assim, a organização do projeto garantirá o acesso, o ingresso e a permanência da pessoa portadora de deficiência em todas as atividades oferecidas à comunidade. ACESSIBILIDADE FÍSICA (Para todos os produtos):O EXPOMINAS, maior pavilhão de eventos de Minas Gerais, conta com rampas de acesso na entrada do evento, tem a área do evento completamente plana. Banheiro PNEACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:PRODUTO: Festival/MostraLocutor com disponibilização de intérprete de Libras.PRODUTO: Apresentação MusicalImagens em telão relativas ao evento e interprete de libras.PRODUTO: Espetáculo de Artes CênicasInterprete de Libras para apresentaçõesPRODUTO: Exposição de ArtesOs monitores farão a narração de tudo o que está exposto para os portadores de deficiências visuais.PRODUTO: Contrapartidas SociaisAberta a crianças com necessidades especiais de mobilidade. Presente de monitores para suporte à acessibilidade de conteúdo.
O projeto visa universalizar o acesso a sua programação, com valores de ingressos populares de R$ 40,00 a inteira e R$ 20,00 a meia entrada. Dentro do evento, todas as atividades são gratuitas e abertas ao público, não havendo distinção de áreas.O projeto adotará as seguinte medidas:Conforme Art. 46 da IN nº 23/2025:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendomais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo,incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais).Conforme Art. 47 da IN nº 23/2025:Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte porcento);A saber: Doação de 20% dos ingressos para escolas públicas por meio de parceria com Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, que nos informa a relação de escolas.Inciso VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.
Grupos artísticos Os grupos artísticos serão selecionados por meio de curadoria, levando em consideração a definição do valor efetivamente captado e a disponibilidade dos grupos elencados. Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil-Japão (ACCTBJ) Coordenação Geral e Captação (Proponente) A Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil-Japão (ACCTBJ) foi fundada originalmente com o objetivo de congregar os ex-bolsistas da JAPAN INTERNACIONAL COOPERATION AGENCY (JICA). Após compreensiva reorganização, a entidade aumentou o escopo de suas atividades, visando não apenas a congregação de ex-bolsistas da JICA e de outros programas do Governo Japonês, mas também se tornar um diferencial nas relações bilaterais entre os dois países, tanto no estímulo e suporte do intercâmbio cultural, quanto na organização e fomento das potencialidades que estes intercâmbios proporcionam. Adicionalmente, a entidade busca ativamente o fortalecimento das parcerias entre os atores privados nos dois países, incentivando as trocas culturais e consequentemente, contribuindo para o estreitamento dos laços já históricos entre o Brasil e Japão. Para a realização deste objetivo, a ACCTBJ promove, além de eventos e congregações, a criação de uma plataforma para que problema intrínseco e perene na comunicação entre os dois países (notadamente, o cultural e o da língua) sejam atenuados através da cooperação dos ex-bolsistas, os quais estão capacitados, por sua experiência, a prestar esta forma de assistência. Entre as atividades desenvolvidas está a conquista da realização do Festival Japão em Minas que aconteceu no ano de 2012. A ACCTBJ espera contribuir para o engrandecimento de uma relação já histórica, consolidando os esforços existentes e, a partir destes, criar novas perspectivas e possibilidades para o desenvolvimento contínuo dos laços entre dois países que, ainda que distantes, têm afinidade comprovada pelo tempo. Yukari Hamada Curadoria, Produção e Coordenação de Monitores Administração de Empresas - FUMEC/1984 Pós Graduação - UNA/1988 Especialização - Kinky University/Japan 1994 Presidente da ACCTBJ Atuando desde 1997 no Consulado Geral Honorário do Japão em BH, mantem frequentes contatos com todas as empresas de capital japonês em MG. A proponente atua nas atividades culturais do consulado, deste sua criação. O Consulado vem se firmando como centro de divulgação de informações nas consultas realizadas por empresas e cidadãos sobre costumes, tradições, questões jurídicas, econômicas da cultura japonesa. Destacam-se como principais atividades desenvolvidas: Promover a difusão da cultura japonesa em MG, através de parcerias e buscando patrocínios para realização da Semana do Japão, exposições, eventos, seminários, oficinas de artes como o Kirigami, Origami, Oshibana-e, Ikebana e Pipa e cursos de gastronomia. / Desenvolver oportunidades para melhor difusão dos interesses e buscar parcerias entre empresas, os órgãos governamentais japoneses e brasileiros nas áreas culturais, sociais e econômica, visando o fortalecimento do vínculo das culturas mineiras e japonesa no âmbito da Empresa e de MG./Estreitar os relacionamentos com instituições governamentais, associações das comunidades Nikkei, câmaras de comércio, federações japonesas no Brasil e empresas japonesas estabelecidas em MG e no Brasil. / Apoiar e acompanhar os representantes diplomáticos e institucionais, missões econômicas e sociais em suas visitas a MG. /Divulgar os diversos programas de intercambio, apoio tecnológico e de treinamento entre instituições, entidades e empresas japonesas e mineiras. / Manter contatos e estreitar os relacionamentos junto as 16 associações Nikkei do interior de MG. / Realizar a Cerimonia de Confraternização destinada ao brinde de longevidade e felicidade em homenagem à sua Majestade, o novo Imperador Naruhito, pelo seu aniversário. Este evento é realizado por todos os Consulados e Representações Diplomáticas do Japão fora do país./ Solicitar os empréstimos dos títulos da Filmateca ou acervos do Centro Cultural do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e da Fundação Japão para as entidades promotoras de eventos culturais de Minas. Aposentada na empresa Usinas Siderúrgicas de MG, desde março/2012. Atuou nos últimos 10 anos como produtora e curadora do Festival Japão em Minas. Apoio aos eventos promovidos pela Associação Mineira de Cultura Nipo-Brasileira: Festival de Comida Típica, Festival de Tanabata Matsuri, Matsuri Pop Geek, UNDOKAI, para divulgação da cultura japonesa. Guilherme Amado Coordenação de Produção Atuando desde 2011 na produção de eventos culturais. Atuando como Produtor Executivo, responsável pela organização geral doseventos, marketing de divulgação, captação de novos clientes, negociação e relacionamento com fornecedores, entre outrasfunções.Foi sócio proprietário da 'Solução em Eventos', entre 2013 e 2015, realizando shows, stand up, peças de teatro e eventos universitários, destacando alguns como - Show do Nenhum de Nósrealizado no Granfinos; “Entrosa Calouros II” evento destinado ao público universitário, com presença de 1.700 pessoas; Show do“IRA!”, realizado no Espaço Even, evento que marcou o retorno da formação original da banda e que alcança grande repercussão emBelo Horizonte; Projeto “Do Samba ao Rock”, evento semanal no Red Sports Bar; Produção do “Festival de Verão BH 2014”, eventoque contou com a presença de artistas nacionais como Armandinho e Ivo Mozart, e outras locais como Dj Xeréu. (1400 pessoas).Produção do show do “Tico Santa Cruz”, realizado na Eagles Bar & Music. Em 2016 fundou a GRAL, com atuação na organização de eventos em geral, produtora de bandas e artistas e elaboração de projetos sócio-culturais. Realizou eventos e projetos semanais em estabelecimentos e casas noturnas de Belo Horizonte, como Observatório, Red Sports Bar, Nosso Botequim, Krug Bier. Responsável pelo Projeto Rindo à Toa, que atua no mercado de humor, com o propósito de valorizar a cultura e expandir o mercado do humor nos palcos do Brasil.Produção do espetáculo “Matheus Ceará em BH”, realizado no Cine Theatro Brasil, público de 820 pessoas. Produção do espetáculo“Pagode da Ofensa”, duas apresentações realizadas no Teatro Imaculada, público de 300 pessoas. Produção do espetáculo “Ainocência está perdida”, do artista Matheus Ceará, realizado no Cine Theatro Brasil, público de 600 pessoas. Realização de trêsedições do “CarnaKrug”, evento para público superior a 4 mil pessoas, com participação de blocos como “Me Beija que Sou Pagodeiro”, “Beiço do Wando” e "Chama o Síndico". Produção da Banda Lata Velha. Realização de duas edições do "Reveillon Distrital", evento oficial da virada do Mercado Distrital do Cruzeiro. Taal Gestão e Cultura Coordenação Administrativa-Financeira Criada em 2020, atuou na Coordenação Administrativa-Financeira do Festival de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, no Festival Fartura Brasil e no Festival Rua em Cena. Seu sócio fundador, Felipe Rodrigues Amado Leite é Graduado em Administração Pública pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro e especialista em Gestão e Política Cultural pela Universidade de Girona (Espanha). Se especializou em Gestão de Negócios pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Fundação Getúlio Vargas. Foi coordenador de gestão estratégica na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG). Respondeu pela Superintendência de Fomento e Incentivo à Cultura de 2013 a 2019 da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, presidiu a Comissão Técnica de Análise de Projetos de Minas Gerais de 2013 a 2018, presidiu a Comissão Paritária Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura de 2018 a 2020 e respondeu pela Superintendência de Fomento Cultural, Economia Criativa e Gastronomia, de 2019 a 2020.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.