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PRONAC 234497Apresentou prestação de contasMecenato

DOCERIA ESCOLA OTROPORTO

ASSOCIACAO OTROPORTO INDUSTRIA CRIATIVA
Solicitado
R$ 453,0 mil
Aprovado
R$ 453,0 mil
Captado
R$ 300,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
11234954000185CMPC CELULOSE RIOGRANDENSE LTDA1900-01-01R$ 300,0 mil

Eficiência de captação

66.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Gastronomia de valor cultural
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Pelotas
Início
2023-09-15
Término

Resumo

Realizar na sede da Associação OTROPORTO o curso "Tradição Doceira de Pelotas - Doces Finos de Pelotas e Doces Coloniais", criando a DOCERIA ESCOLA OTROPORTO, promovendo acesso, valorização e difusão dos direitos culturais por meio da formação, capacitação e democratização do conhecimento da prática dos saberes e fazeres do ofício doceiro, oferecendo oficinas gratuitas aos 60 participantes ao longo de 12 meses.

Sinopse

Realizar na sede da Associação OTROPORTO o curso “Tradição Doceira de Pelotas - Doces Finos de Pelotas e Doces Coloniais”, criando a DOCERIA ESCOLA OTROPORTO. O curso é composto de 6 oficinas do saber e fazer do ofício doceiro em cada ciclo, sendo: 1 sobre a formação de Pelotas e região, 1 sobre a origem do doce em Pelotas, 1 do fazer doces finos; 2 do fazer doces de frutas; 1 sobre boas práticas no ofício doceiro; As 60 vagas serão preenchidas, prioritariamente, por mulheres negras, de meia idade, pessoas transexuais e travestis dos bairros vizinhos da Associação OTROPORTO, Doquinhas, Navegantes, Balsa e Perret, territórios onde há maior vulnerabilidade social, assim como do Loteamento Dunas. O critério de inscrição será por ordem de chegada.

Objetivos

OBJETIVO GERAL DOCERIA-ESCOLA OTROPORTO objetiva atuar como elemento de democratização, valorização e popularização dos conhecimentos e receitas ancestrais, formando multiplicadores, auxiliando na ideia preservacionista do patrimônio cultural de nossa região, valorizando sua história e matizes, também como ferramenta de educação patrimonial. Além de fortalecer e proporcionar qualificada mão-de-obra para a execução doceira induzindo os participantes, indiretamente, ao trabalho e renda. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar gratuitamente e trimestralmente o curso "Tradição Doceira de Pelotas - Doces Finos de Pelotas e Doces Coloniais''; Multiplicar conhecimento e proporcionar possibilidades de geração de renda a 60 pessoas beneficiadas/ano, com a prática artesanal da produção de doces; Democratizar o acesso ofertando acessibilidade às pessoas com deficiênca e de regiões da Zona Portuária de Pelotas e adjacencias; Priorizar a participação de mulheres, negras, de meia idade, oriundas de territórios periféricos; Ofertar acessibilidade aos participantes, indistintamente de suas condições. Equipar e inaugurar, na sede da ASSOCIAÇÃO OTROPORTO INDÚSTRIA CRIATIVA, o espaço destinado a oferecer os cursos da DOCERIA-ESCOLA OTROPORTO.

Justificativa

Pelotas, terra do Charque. Pelotas, terra do doce. Entre o sal e o açúcar, fomos forjados. Mulheres e homens, negros e negras, brancas e brancos, gente trazida e gente chegada de diversos territórios, etnias, vivências, religiosidades. Construímos nossa história a partir das nossas ancestralidades, chegamos até aqui. Esse mesmo povo foi responsável por fazer chegar preservada a história doceira da região sul do País, utilizando-se da oralidade, de rituais, de métodos artesanais e também industriais nos últimos dois séculos. Os lugares e propósitos onde o fazer-doce foi acontecendo, conta os diversos aspectos da nossa gente, seja em relações humanas de afeto, em relações de trabalho. Fala da nossa fé, do nosso modo de receber e conviver. Diz sobre como nos organizamos socialmente e economicamente ao longo de décadas. A tradição do fazer doces permitiu-nos que esse ritual fosse sendo, naturalmente, preservado. Essa relação da cidade com o doce está em quase todos os aspectos da vida cotidiana do município por isso de extrema importância. Intrinsecamente o Doce está ligado aos aspectos econômicos da cidade e região. Seja no ciclo charqueador, no auge das indústrias conserveiras, no ramo do comércio e serviço ou para a indústria criativa e economia da cultura, os doces sempre estiveram entrelaçados com as questões socioeconômicas. O projeto revela-se importante meio de fortalecimento e qualificação da mão-de-obra doceira em Pelotas, abrindo portas para que novas doceiras e doceiros possam obter conhecimento e técnica para a produção dos doces pelos cursos oferecidos pelo projeto. O mercado de trabalho para este campo da cultura pelotense é muito significativo, de acordo com os números divulgados anualmente a Feira Nacional do Doce, realizada em Pelotas, comercializa em média mais de 1 milhão e meio de doces em apenas 3 semanas de feira e no mês de dezembro de 2020, numa ação inédita em virtude da pandemia, comercializou mais de 170 mil doces. Outro aspecto muito relevante para a economia e geração de emprego e renda são os reflexos que a produção e comercialização dos doces geram em outros setores da economia como um todo. O setor do turismo com hotéis, bares, restaurantes, etc. O comércio com a comercialização de insumos para a produção ou com a venda do próprio doce, em pequenos mercados, padarias, docerias, e ainda, no ramo dos serviços de eventos e festas como corporativos, feiras, formaturas, casamentos, dentre outros.. A DOCERIA ESCOLA OTROPORTO, pretende ocupar um importante espaço para democratização do acesso e acessibilidade ao conhecimento com a disponibilização de receitas e práticas do fazer doces, oferecendo cursos gratuitos que possibilitem a inserção dos participantes no mercado de trabalho, ofertar visitas a lugares significativos para a construção dessa narrativa histórica, bem como disponibilizar o acesso ao curso para portadores de deficiência são algumas das estratégias utilizadas para que a comunidade esteja engajada e de fato inserida nesse processo de guarda do saber. Outro aspecto relevante é o de inserir as comunidades e territórios próximos à localidade da ASSOCIAÇÃO OTROPORTO fazendo com que o projeto cumpra também seu papel social uma vez que são lugares mais vulneráveis da cidade e justamente onde a informalidade do trabalho acontece, mas também onde a oralidade e a transmissão dos saberes e ofícios acontecem mesmo quando não percebidos pelos que praticam. Assim, a vertente cidadã é oferecida em nosso projeto uma vez que o diálogo com a comunidade local será proporcionado ao ofertar os cursos de conteúdo de extrema relevância social, cultural e econômica à diversidade de nossa população. Por tudo isso consideramos estar cumprindo com o art. 3º, inciso IV da Constituiça~o Federal de 1988, que estabelece preconiza "promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminaça~o". Assim como com o art. 205 da Constituiça~o Federal de 1988, que estabelece "a educaça~o como um direito de todos, garantindo o pleno desenvolvimento da pessoa, o exerci´cio da cidadania e a qualificaça~o para o trabalho. A DOCERIA ESCOLA OTROPORTO visa utilizar-se do instrumento de financiamento público para alcançar o que discorre o art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente aos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por fim, em relação aos objetivos buscados, referidos no art. 3º do mesmo dispositivo legal, pretendemos alcançar a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; e, o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública das vagas dos cursos oferecidos e da difusão dos saberes e práticas das tradições populares nacionais.

Estratégia de execução

A ASSOCIAÇÃO OTROPORTO INDÚSTRIA CRIATIVA tem realizado desde o ano de 2020 algumas reuniões com a equipe de coordenadores para detalhar as principais alterações estruturais na edificação de sua sede, necessárias para a instalação da DOCERIA-ESCOLA. As mesmas serão realizadas para a instalação da escola independentemente da aprovação deste projeto, no prédio recentemente cedido pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul e pela Prefeitura Municipal de Pelotas anexo à sede da Instituição. Também montou e planejou o plano pedagógico a ser revisado e seguido pela equipe a ser contratada após aprovação deste projeto e consequente captação de recursos. Tão logo efetivadas a aprovação e a captação de recursos, o projeto desenvolver-se-á com a contratação dos instrutores/oficineiros que serão coordenados por Kriss Fernandes para discussão e revisão do projeto pedagógico. Concomitantemente serão contratados os demais profissionais que cumprirão as funções de assistente de produção e monitores. Os mesmos serão responsáveis por: assistência, funcionamento e cumprimento das etapas, aquisição de insumos e material de expediente, contratações esporádicas, agendamento de visitas técnicas, preenchimento de vagas nos cursos etc... e acompanhamento das turmas, solicitação de materiais, auxílio às questões de acessibilidade, etc. As ações e atividades já realizadas em outros projetos pela OTRPORTO podem ser pesquisadas no site https://otroporto.com.br assim como nas redes sociais da OTROPORTO @otroporto. _________________________________________________________________________________________________ RESPOSTA À DILIGÊNCIA: JUSTIFICATIVA PARA O ALTO VALOR PER CAPITA DO PROJETO. Considerando: O artigo 7º da IN Nº 1 de 10 de abril de 2023, em seu § 7º “O limite definido no § 6º não se aplica aos projetos de patrimônio cultural tombado, registrado ou de reconhecido valor cultural pela respectiva área técnica do Ministério da Cultura, museus e memória, planos anuais e plurianuais, arquitetura, restauração de obras de arte, inclusão da pessoa com deficiência, óperas, concertos sinfônicos, desfiles festivos, educativos em geral, povos originários e tradicionais, prêmios e pesquisas, manutenção de corpos estáveis, produção de obras audiovisuais e os realizados em espaços com até 150 (cento e cinquenta) lugares.” Que a Tradição Doceira da Região de Pelotas e Antiga Pelotas – Morro Redondo, Turuçu, Capão do Leão e Arroio do Padre, recebeu o título de Patrimônio Cultural do Brasil em 05 de junho de 2018, conforme tombamento no Livro de Registro dos Saberes em 15 de maio do mesmo ano. Que o objeto do produto principal do projeto ora apresentado está enquadrado em Patrimônio Cultural – Gastronomia de valor cultural (típica brasileira) trata-se especificamente de Doces Tradicionais de Pelotas, com dois objetos distintos e complementares, sendo o primeiro a instalação de uma cozinha equipada adequadamente para atender ao, segundo objeto, o curso, o qual inicialmente contará com 60 vagas, mas cujo uso do equipamento será perene, e atenderá, para além dos termos do presente projeto, quantidade ainda não estimada de beneficiários. Que para realizar os cursos propostos deverá equipar-se um espaço específico, em prédio recentemente cedido pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul e pela Prefeitura Municipal de Pelotas anexo à sede da Instituição OTROPORTO INDÚSTRIA CRIATIVA, o que permitirá instalar a DOCERIA ESCOLA OTROPORTO. Que além de equipar o espaço o mesmo necessitará de profissionais que possam atender as especificidades de higiene da vigilância sanitária e de profissionais capacitados para o fabrico dos doces tradicionais, assim como o limite de capacidade de ocupação das instalações específicas da área destinada. Que uma vez instalada a DOCERIA ESCOLA OTROPORTO, além das oficinas serão produzidos os vídeos aula para acessibilidade da população que poderá beneficiar-se, gratuitamente, dos cursos ministrados anualmente, de forma permanente e continuada mesmo após a realização do projeto em tela. E, que criar na cidade de Pelotas espaço permanente para democratização do conhecimento a ser utilizado como ferramenta de educação patrimonial, garantirá a preservação da Tradição Doceira de Pelotas e Pelotas Antiga (Arroio do Padre, Capão do Leão, Morro Redondo e Turuçu), através de cursos mensais, contribuindo para que o Patrimônio Nacional do Brasil registrado no Livro de Registros e Tombamento dos Saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN seja transmitido à população, além de proporcionar geração de renda à comunidade da região e a possibilidade de outras iniciativas de formação de pensamento crítico acerca da tradição doceira em nossa região, como palestras e minicursos com os detentores dos saberes das mais diversas etnias, lugares e origens, como as mães de santo, proprietários de pequenas indústrias de doces, cooperativas e associações doceiras, multiplicando, portanto, o número de beneficiados diretos e indiretos anualmente. Por tudo o que justificamos e ponderamos acima, cremos que justifica-se a realização deste projeto, mesmo com alto valor per capita, e nos colocamos à disposição para novas informações e orientações, caso julguem necessário.

Especificação técnica

Curso “Tradição Doceira de Pelotas - Doces Finos de Pelotas e Doces Coloniais”: Composto de Ciclos de Oficinas que acontecerão 1 em cada trimestre, num total de 4 ciclos. Cada ciclo terá 15 vagas. Cada ciclo será composto de 6 oficinas sendo: 1 sobre a formação de Pelotas e região, com visita a territórios importantes para a construção da cidade, 1 sobre a origem do doce em Pelotas, 1 do fazer doces finos; 2 do fazer doces de frutas; 1 sobre boas práticas no ofício doceiro. Cada uma das 6 oficinas terá 2 encontros semanais, e cada encontro terá duração máxima de 4 horas. Assim cada ciclo terá o mínimo de 48 horas de oficinas. O conteúdo programático segue abaixo e em anexo. 1. BASE TEÓRICA 1.1. QUAL A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE DOCE EM PELOTAS? 1.2.A cidade de Pelotas, RS tem sua história ligada ao Ciclo do Charque época de grande desenvolvimento durante o século XIX. A cultura do doce tem seu início no apogeu deste ciclo, e com a chegada do açúcar do Nordeste a Pelotas as senhoras dos charqueadores começam a fazer os mais variados doces finos com muito açúcar e gemas. Assim começou a tradição de oferecer doces aos convidados após banquetes e saraus literários. No século XX os doces tradicionais começaram a ser uma atividade econômica, sendo fabricados em maior escala. 1.3.Os doces foram reconhecidos como patrimônio imaterial do Brasil pelo IPHAN e as receitas incluídas no Livro de Saberes e Fazeres. 1.4.O Projeto de Identificação Geográfica (IG) obteve o Selo de Certificação do INPI (2011) para a Associação dos Produtores de Doces de Pelotas e proporcionou o reconhecimento da região como produtora de doces há maios de 100 anos e a utilização de Selo de certificação para os doces tradicionais de Pelotas. 1.5.O ensino das receitas dos doces na cidade é restrito com as tradicionais receitas, portanto muito necessárias iniciativas que visam incluir a comunidade nesse aprendizado. A tradição doceira é uma atividade econômica da cidade que envolve muitas famílias e o ensino proporcionará que essa atividade continue e a tradição doceira de Pelotas seja preservada. 1.6. QUAIS TIPOS DE DOCES SERÃO ENSINADOS? Os doces da certificação: Doces Finos de Pelotas e Doces coloniais. 2. CURSOS E ATIVIDADES 2.2. QUAIS ATIVIDADES TEÓRICAS E PRÁTICAS SERÃO EXECUTADAS? Atividades Teóricas 1ª parte Aulas sobre a história da Doçaria em Pelotas. Visita a charqueadas para observação. Visita ao Museu do doce de Pelotas. Visita ao centro histórico da cidade. Atividades teóricas 2ª parte: Aulas de Boas Práticas de Fabricação. Atividades Práticas: Na cozinha de produção conhecer equipamentos e utensílios, insumos usados no preparo dos doces finos e coloniais. Início das atividades de ensino prático. Videoaulas: Os vídeos a serem produzidos servirão de apoio pedagógico para a Doceria Escola nesta e nas futuras edições, assim como servirão de material didático e auxiliar na acessibilidade aos conteúdos.

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE Para atender e assegurar ACESSIBILIDADE no produto curso, ou seja, no projeto, em conformidade com o Art. 27 da IN 11/2024, serão adotas as seguintes medidas: PRODUTO CURSO: ACESSIBILIDADE E MEDIDAS ARQUITETÔNICAS a Associação OTROPORTO está situada em prédio capacitado para oferecer acessibilidade física a todos os públicos em especial as pessoas com deficiência, com banheiros, rampa e elevador/plataforma. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: PESSOAS CEGAS E COM BAIXA VISÃO - as pessoas com deficiência serão atendidas, sendo as cegas e com baixa visão através de recepção acolhedora e acompanhamento; Itens 7 e 8 do orçamento. PESSOAS SURDAS OU COM DIFICULDADE AUDITIVA - as surdas ou com dificuldade auditiva terão recepção acolhedora e intérprete de libras; Itens 7 e 8 do orçamento. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL - e, as pessoas com deficiência intelectual terão atividades específicas de curta duração, a partir da contratação de profissional psicopedagogo capacitado no atendimento a pessoas com deficiência. Não menos importante, serão produzidas vídeos-aulas com legendagem e disponibilização no site da OTROPORTO. Itens 7 e 8 do orçamento. PCD’s serão estimulados a participar, através da DIVULGAÇÃO das medidas de acessibilidade que serão ofertadas e divulgação direcionada às escolas especiais, como Alfredo Dubb, Louis Braille, CERENEPE e Centro de Autismo Danilo Rolim de Moura, sendo uma potente ferramenta de inserção de cultura, história e conhecimento. Item 16 do orçamento.

Democratização do acesso

Todas as 60 vagas ao curso serão distribuídas gratuitamente, atendendo plenamente ao Inciso III do Art. 57 do Decreto 11.453 de 23 de março de 2023. O critério de inscrição será por ordem de chegada, sendo prioritariamente as vagas preenchidas por mulheres negras de meia idade, pessoas transexuais e travestis dos bairros vizinhos da Associação OTROPORTO, Doquinhas, Navegantes, Balsa e Perret, territórios onde há maior vulnerabilidade social, assim como o loteamento Dunas, no Areal. No intuito de ampliar o acesso as videoaulas serão disponibilizadas aos alunos, como material didático, e de fruição do conhecimento para posteriores ações da DOCERIA ESCOLA OTROPORTO para além do financiamento obtido por meio do projeto em tela.

Ficha técnica

ASSOCIAÇÃO OTROPORTO INDÚSTRIA CRIATIVA - responsável pela gestão administrativa do projeto, pela captação dos recursos e pelo funcionamento da instituição com sala para a instalação da DOCEERIA ESCOLA OTROPORTO, em prédio anexado às suas instalações, dando manutenção ao mesmo. Duda Keiber – Coordenação Geral Presidente da Associação Otroporto Indústria Criativa, Produtor Cultural e escritor, Idealizador e coordenador geral do Festival Manuel Padeiro – Edições 2009, 2010 e 2012; Coordenador geral do Pelotas Jazz Festival – Edições 2013 e 2014; Idealizador e coordenador geral do Almanaque do Bicentenário de Pelotas – Volumes I, II e III; Escritor de Potchua Babulenka (2010) e O herege (2019); Idealizador e coordenador editorial do Figurinhas de Pelotas nº 1 e nº 2. Izabel Cristina (Kriss) Fernandes – COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E OFICINEIRA, responsável pelo programa pedagógico e conteúdos e oficineira de um dos cursos ofertados. Tecnologa em Gastronomia pela Universidade Federal de Pelotas, 2014. Mestrado Profissional em Ciência e Tecnologia em Alimentos da UFPel, 2019-2021. Especialização em Gastronomia e Cozinha Autoral pela PUC – Pontífica Universidade Católica, 2018-2019. Docente substituta no Curso de Tecnologo em Gastronomia da Faculdade de Nutrição, UFPel 2015. Docente efetiva na Universidade URCAMP (40h)Curso de Tecnologia em Gastronomia e Curso de Nutrição, 2018-2019. Especialização Ciência e Tecnologia em Alimentos. Trabalho submetido no 8º COSIMP-validação de cálculos nutricionais para fins de rotulagem (Doces Finos Tradicionais de Pelotas, 2020. Nativu Design – Designer É um escritório que atua em diversos segmentos do design gráfico e digital desde 2006. Especializado em programação visual, produção editorial, desenvolvimento de websites, criação de marca e identidade visual, sua equipe é formada por profissionais competentes com vasta experiência em design gráfico e sistemas para internet. O escritório possui intimidade com projetos ligados a questões artísticas, sócio-culturais e patrimoniais por acreditar poder, por intermédio do design, contribuir para o desenvolvimento visual coerente e representativo de áreas também criativas. À função de coordenação geral, cabe, como o próprio nome diz coordenar e liderar as equipes de trabalho, coordenar os cronogramas de trabalho e demandas diárias para o bom funcionamento do projeto; À produção executiva, ainda não definida, ficará responsável pela organização executiva dos espaços destinados às oficinas, para que todos os equipamentos e insumos estejam disponíveis para as oficinas, que os beneficiados cheguem a OTROPORTO, etc. À coordenação pedagógica é a responsável pelo projeto pedagógico e também de ensino em algumas das oficinas, devendo também coordenar os instrutores/oficineiros e monitores; Os instrutores/oficineiros são responsáveis por ministrar as oficinas e os monitores por assessorar com as aulas práticas, com o manuseio de equipamentos e utensílios, etc. Os serviços gerais e limpeza, assessoria de imprensa, design gráfico, equipe de filmagens e montagem de vídeo são responsáveis pela execução das funções à que se destinam, assim como o contador e coordenador administrativo que devem coordenar a contratação de pessoas, aquisição de equipamentos e insumos, cobrança de faturamentos e quitação de despesas.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Pelotas Rio Grande do Sul