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PRONAC 234525Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Urinal, o musical

JOSE HENRIQUE RODRIGUES DE PAULA
Solicitado
R$ 2,33 mi
Aprovado
R$ 2,33 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-10-02
Término
2026-10-14
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto se destina à realização de temporada do espetáculo URINAL, O MUSICAL, de Greg Kotis e Mark Hollmann, com direção de Zé Henrique de Paula, direção musical de Fernanda Maia.

Sinopse

“Urinal, o musical” – a trajetória ímpar de um musical inovador. A peça estreou no New York International Fringe Festival, foi produzida off‐Broadway no American Theatre for Actors e depois se mudou para a Broadway, onde estreou em 20 de setembro de 2001 no Henry Miller Theater. A temporada se encerrou em 18 de janeiro de 2004, depois de 990 apresentações. Greg Kotis teve a ideia para “Urinal, o musical” enquanto viajava pela Europa. Um estudante na época, viajando num orçamento apertado, ele se deparou com banheiros públicos pagos, o que lhe deu a ideia inicial para começar a escrever a peça. Ao se juntar ao compositor Mark Hollmann, começaram sua jornada rumo à Broadway. A peça se inicia com uma saudação de boas vindas do Policial, o narrador, assistido por uma garotinha de rua. De acordo com o que o policial nos conta, uma seca de vinte anos causou uma terrível falta de água, fazendo com que banheiros particulares se tornassem impensáveis. Toda a atividade sanitária da população é realizada em banheiros públicos controlados por uma megacorporação chamada “Companhia da Boa Urina” (ou CBU). Para controlar o consumo de água, as pessoas devem pagar para usar essas dependências. Há leis severas garantindo que o povo pague para fazer xixi, e se elas forem quebradas, o culpado é enviado para uma suposta colônia penal chamada “Urinal”, de onde os criminosos jamais retornam.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto visa a remontagem do espetáculo URINAL, O MUSICAL, de Greg Kotis e Mark Hollmann, com direção de Zé Henrique de Paula e direção musical de Fernanda Maia. Temas importantes são apresentados no texto como o consumismo, o poder das corporações, a escassez de recursos naturais e a vida em padrões sustentáveis - temas absolutamente atuais e pertinentes à sociedade brasileira contemporânea. Objetivos Específicos: 1) Remontagem do espetáculo; 2) Temporada de 50 (cinquenta) apresentações em São Paulo, de quinta a domingo; 3) 6 (seis) sessões em São Paulo com bate papo com direção, elenco e produção ao final da sessão; 5) Versão em braille do programa do espetáculo será disponibilizada; 6) Realização de palestra sobre "A Linguagem dos Musicais", para 500 espectadores.

Justificativa

A peça se inicia com uma saudação do Policial, o narrador, assistido pela moradora de rua Garotinha. De acordo com o que o personagem nos conta, uma seca de vinte anos causou uma terrível falta de água, fazendo com que banheiros particulares se tornassem impensáveis. Toda a atividade sanitária da população é realizada em banheiros públicos controlados por uma megacorporação chamada Companhia da Boa Urina. Para controlar o consumo de água, as pessoas devem pagar para usar essas dependências. Há leis severas garantindo que o povo pague para fazer xixi, e se elas forem quebradas, o culpado é enviado para uma suposta colônia penal chamada Urinal, de onde os criminosos jamais retornam. Texto de Greg Kotis e Mark Hollmann, a montagem original foi lançada em 2001 no circuito off-Broadway, sendo vencedora de três prêmios Tony. Seguindo o mesmo sucesso, a tradução para o português, do diretor brasileiro Zé Henrique de Paula, foi montada pelo Núcleo Experimental (grupo de artistas que, desde 2005, se dedica a explorar novos autores e repensar os clássicos) em 2014/2015, sendo indicado e ganhando alguns dos mais importantes prêmios daquela temporada, como Bibi Ferreira, Reverência, APCA e Shell. Focando na busca de excelência artística, na formação e aperfeiçoamento de seus atores e na opção por textos que dialoguem com a sociedade contemporânea, uma das vertentes do Núcleo Experimental é, também, explorar a relação entre a música e o teatro. Assim, o projeto Urinal - O Musical foi uma fértil oportunidade de mesclar música e dramaturgia, dando continuidade às pesquisas dessa equipe. A criação de cenário e figurinos a partir de materiais recicláveis endossou o principal tema da peça - a sustentabilidade. Urinal, o Musical traz discussões que são pertinentes a formação cultural e social e que devem ser levantadas e discutidas.

Estratégia de execução

Na temporada de 2014/2015, em São Paulo, URINAL, O MUSICAL recebeu os seguintes prêmios: Vencedor do Prêmio APCA de Melhor Diretor (Zé Henrique de Paula). Vencedor do Prêmio Reverência 2016 nas categorias Melhor Musical, Melhor Direção, Melhor Cenário (Zé Henrique de Paula), Melhor Direção Musical (Fernanda Maia) e Melhor Ator Coadjuvante (Fabio Redkowicz). Indicado no mesmo prêmio nas categorias Melhor Figurino (Zé Henrique de Paula), Melhor Iluminação (Fran Barros), Melhor Versão (Zé Henrique de Paula e Fernanda Maia), Melhor Coreografia (Gabriel Malo e Inês Aranha), Melhor Atriz (Bruna Guerin e Luciana Ramanzini), Melhor Ator (Daniel Costa), Melhor Atriz Coadjuvante (Adriana Alencar) e Melhor Projeto Sonoro (Raul Teixeira). Vencedor do Prêmio Arte Qualidade Brasil de Melhor Diretor (Zé Henrique de Paula). Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Atriz (Bruna Guerin) e Melhor Ator Coadjuvante (Daniel Costa). Indicado ao mesmo prêmio nas categorias Melhor Diretor e Melhor Figurino (Zé Henrique de Paula), Melhor Atriz Coadjuvante (Luciana Ramanzini), Melhor Versão (Zé Henrique de Paula e Fernanda Maia), Melhor Direção Musical (Fernanda Maia). Vencedor do Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Espetáculo Musical (júri) e Melhor Espetáculo Musical (voto popular) e Melhor Ator Coadjuvante (Daniel Costa). Indicado ao mesmo prêmio nas categorias Melhor Diretor (Zé Henrique de Paula), Melhor Atriz Coadjuvante (Luciana Ramanzini) e Melhor Iluminação (Fran Barros). Indicado ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Direção e Melhor Figurino (Zé Henrique de Paula) e Melhor Ator (Daniel Costa). Indicado ao Prêmio Governador do Estado na categoria Teatro. Indicado ao Prêmio Quem na categoria Melhor Espetáculo.

Especificação técnica

A duração do espetáculo é de 2h10 (duas horas e dez minutos), mais os vinte minutos de intervalo entre o primeiro e o segundo atos. A classificação indicativa é de 12 anos.

Acessibilidade

O Teatro Villa Lobos, em São Paulo, dispõe de sinalização para deficientes visuais em suas áreas externas, além de rampas de acesso para cadeirantes (com lugares adaptáveis para cadeiras de rodas, mediante remoção de cadeiras convencionais), além de assentos especiais para espectadores obesos. Além disso, serão contempladas as seguintes medidas: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.

Democratização do acesso

Atendendo ao Artigo 28 da IN nº 01/2023, adotaremos as seguintes medidas: • realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Além disso, três vagas de estágio serão disponibilizadas nas áreas de cenário/figurino, luz e técnica de palco, conforme art. 56 da IN nº 03/2017. Em respeito ao artigo 57 da IN nº 01/2017, como ação de formação de plateia, realizaremos ao final de 4 (quatro) sessões, um bate papo com elenco e direção.

Ficha técnica

Autores: Greg Kotis e Mark HollmannDireção, cenografia e figurinos: Zé Henrique de Paula (proponente)Direção musical e regência: Fernanda Maia / Preparação vocal: Rafa MirandaElenco protagonista: Bruna Guerin (confirmada) e mais cinco atores/atrizes a serem convidados (O elenco coadjuvante será escolhido por meio de audições)Orquestra: Rafa Miranda (piano), Pedro Macedo/Clara Bastos (contrabaixo), Rafael Lourenço/Abner Paul (bateria) - outros músicos serão escolhidos por meio de audiçõesPreparação de atores: Inês AranhaCoreografia: Gabriel MaloAssistente de direção/direção residente: Davi TápiasAssistente de direção musical: Guilherme GilaIluminação: Fran Barros e Túlio PezzoniAssistente de cenografia: Cesar CostaVisagismo (cabelos e maquiagem): Diego D’ursoCoordenação de produção: Zé Henrique de Paula (proponente)Assistente de produção: Laura SciulliAssessoria de Imprensa: Pombo Correio Mark Hollmann Compositor e letrista. Nascido nos EUA, ganhou um Tony Award em 2002 e um Obie Award em 2001 por sua música e letras em “Urinal”. Fez parte do Cardiff‐Giant Theatre Company em Chicago. Foi trombonista na banda de art rock Maestro Subgum and the Whole, em Chicago. Também foi pianista na turnê nacional de “Second City”. É membro da Dramatists Guild e da ASCAP. Greg Kotis É conhecido por ter escrito o libreto e co‐assinado as letras de “Urinal, o musical”. A peça recebeu dez indicações para o Tony Award: melhor diretor, melhor trilha original, melhor libreto de musical, melhor musical, melhor ator de musical, duas indicações para melhor atriz de musical, melhor atriz revelação, melhor coreografia e melhor orquestração. Sua mais recente peça, “Pig Farm”, estreou no Roundabout Theater em Nova York, em junho de 2006. Zé Henrique de Paula é diretor teatral, ator, cenógrafo e figurinista, além de diretor artístico do Núcleo Experimental. Vencedor dos prêmios Shell, APCA, Reverência, Bibi Ferreira, Arte Qualidade Brasil e Aplauso Brasil, dirigiu recentemente os espetáculos "Um panorama visto da ponte", "Dogville", "1984", "Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812", "Pacto, a história de Leopold e Loeb", "Lembro todo dia de você", "Urinal, o musical", "Brenda Lee e o Palácio das Princesas"e "Cabaret dos bichos", entre outros. Bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da USP, recebeu o título de Mestre em Direção Teatral pela University of Essex e cursou Figurino na University of the Arts, ambas em Londres. Também estudou interpretação e direção teatral na GITIS - Universidade Russa de Artes Teatrais. Fernanda Maia é diretora musical, arranjadora musical, preparadora vocal e atriz. Bacharel em Música pela Universidade Federal da Paraíba (UFPb). Licenciada em Letras pela Universidade de Sorocaba e especialista em Literatura Inglesa pela UFPb. Como atriz atuou nos espetáculos Macbeth, A Comédia dos Erros, O Panaca, Anticorpos, É 20! As Folias do Século, As Rainhas Magas, Rádio a 2, De que são feitos os dias e Cândida. Diretora musical nos espetáculos É 20! As Folias do Século, Noite de Reis, Naked Boys Singing, Rádio a 2, Lamartine Babo, O Tambor e o Anjo, O Jovem Príncipe e a Verdade e L’illustre Molière. Foi premiada no Festival Nacional Isnard Azevedo em Florianópolis como melhor atriz pelo espetáculo A Comédia dos Erros e Melhor Atriz Coadjuvante no Festival Nacional da Cidade do Rio de Janeiro por É 20! As Folias do Século. Participou do projeto O Baú de Aretuzza com o grupo Os Fofos Encenam e ministra oficinas de preparação vocal para a Cia. do Tijolo e para o Núcleo Experimental. Como diretora musical e preparadora vocal do Núcleo Experimental participou das montagens R&J, Mojo, Senhora dos Afogados, Cândida, As Troianas - Vozes da Guerra, O Livro dos Monstros Guardados, Casa/Cabul, No Coração do Mundo, O Contrato, Bichado, Mormaço, Cabaret e o tal do mundo não se acabou, Universos, Nossa Classe, Ou Você Poderia Me Beijar, Preto no Branco, Urinal - O Musical, Ao Pé do Ouvido, Senhor das Moscas, Lembro Todo Dia de Você e 1984. Bruna Guerin estreou no teatro profissional aos 17 anos no papel de Julieta, na peça “Romeu e Julieta – o musical brasileiro” com músicas de Chico Buarque. Além de atriz, é cantora e bailarina. Integrou o elenco de “Hair”, “O Mágico de Oz” e “Rocky Horror Show”, todos musicais dirigidos por Charles Moeller e Claudio Botelho. Em 2015, ganhou o prêmio Bibi Ferreira de melhor atriz por seu trabalho no premiado e aclamado pela crítica “Urinal, o musical” do grupo Núcleo Experimental com direção de Zé Henrique de Paula. Protagonizou os musicais “Cantando na Chuva” e “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”. Integrou o elenco de “Lazarus” dirigido por Felipe Hirsch com músicas de David Bowie. Ano passado, esteve em cartaz com os musicais “Cabaret dos Bichos”, “O Pequeno Príncipe” e protagonizou a peça teatral do renomado autor londrino Mike Bartlet “Terremotos”. Além da telenovela Global “Duas Caras”, participou das séries “A Vida Secreta dos Casais” (HBO), “DesEncontros” (Sony), “Homens”(Amazon) e “Coisa Mais Linda”(Netflix). Foi ‘Petra’ na novela “Salve-se Quem Puder” e, é dela a voz de Mary Poppins na versão em português do novo filme da Disney “O Retorno de Mary Poppins”. Ainda esse ano, com mais 2 séries para estrear, foi protagonista da peça “O Dilema do Médico” de Bernard Shaw e do musical “Once”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.