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A Oficina de Capoeira será uma atividade cultural ministrada pelo Capoeirista Mestre Boa Gente. A proposta é ensinar os elementos da manifestação brasileira, unindo dança, arte marcial e música. A iniciativa busca promover a inclusão social e valorização da cultura afro-brasileira, oferecendo desenvolvimento físico, mental e habilidades sociais aos participantes.
Aulas teóricas e práticas de capoeira: 2 vezes por semana, com duração de 1 hora cada aula.Aulas de música: 1 vez por semana, com duração de 1 hora.Estimativa de 20 estudantes por turma, serão disponibilizadas 5 turmas, 2 para crianças de 7 a 11 anos, 1 para adolescentes de 12 a 14 anos, 1 turma de 15 a 18 anos e 1 turma de 19 a 25 anos. Metodologia: Aulas expositivas: apresentação teórica sobre a história, fundamentos e movimentos da capoeira.Aulas práticas: execução de movimentos básicos, sequências de jogo e acrobacias, com supervisão e orientação dos instrutores.Aulas de música: aprendizado dos ritmos e instrumentos característicos da capoeira, com aulas práticas de execução musical.Rodas de capoeira: momentos de prática coletiva, onde os estudantes terão a oportunidade de vivenciar a tradição das rodas de capoeira.Avaliação contínua: acompanhamento do progresso individual dos estudantes, observando o desenvolvimento técnico, a participação e o engajamento. Fundamentos da Capoeira: História e origens da capoeira.Movimentos básicos, como ginga, armada, meia-lua de frente, martelo, entre outros.Técnicas de ataque e defesa, esquivas e contra-ataques.Acrobacias e movimentos acrobáticos.Aspectos musicais, incluindo instrumentos, ritmos e cantigas típicas. História e Boas Práticas: Contextualização histórica da capoeira como expressão cultural afro-brasileira.Abordagem dos princípios éticos da capoeira, como o respeito, a não violência e a valorização da cultura.Promoção do respeito e valorização da diversidade cultural, incentivando a igualdade e a não discriminação entre os participantes.
Objetivos Gerais Valorizar e preservar a cultura brasileira, por meio da capoeira, como patrimônio imaterial;Promover a inclusão social, oportunizando o acesso à prática da capoeira a estudantes de diferentes idades e contextos sociais;Estimular a consciência corporal, coordenação motora, equilíbrio, resistência física e mental dos participantes;Desenvolver habilidades de expressão artística e criatividade dos estudantes;Introduzir os estudantes à história, origens e fundamentos da capoeira;Promover aulas práticas de capoeira, abrangendo movimentos básicos, técnicas de ataque e defesa, acrobacias e sequências de jogo;Oferecer aulas de música, ensinando a tocar instrumentos típicos da capoeira, como o berimbau, o pandeiro e o atabaque;Incentivar a participação dos estudantes em rodas de capoeira, fortalecendo sua integração com outros praticantes;Estimular a reflexão sobre a importância da preservação e valorização da cultura afro-brasileira. Objetivos Específicos Produto: Oficina Realizar formação em capoeira para 100 crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social.
A capoeira, uma expressão cultural brasileira que combina arte marcial, dança e música, possui uma rica história que remonta aos tempos da escravidão. Essa prática ancestral, desenvolvida pelos africanos trazidos ao Brasil como forma de resistência e preservação de sua cultura, evoluiu ao longo dos séculos e se tornou uma manifestação reconhecida mundialmente. Neste contexto, surge a necessidade de promover a formação em capoeira para 100 crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social, em parceria com o renomado Capoeirista Mestre Boa Gente. A capoeira surgiu durante o período colonial brasileiro como uma forma de resistência à opressão e à escravidão. Por meio dessa prática, os africanos escravizados encontraram uma maneira de expressar sua cultura, religiosidade e lutar pela sua liberdade. Inicialmente, a capoeira era disfarçada como uma dança para enganar os colonizadores, mas, por trás dos movimentos e das músicas, havia uma técnica de defesa pessoal eficiente. Ao longo do tempo, a capoeira passou por diversas transformações, se adaptando à realidade social e política do Brasil. No século XX, grandes mestres como Mestre Bimba e Mestre Pastinha foram fundamentais para a sistematização e valorização dessa arte. Atualmente, a capoeira é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, sendo uma importante manifestação cultural do povo brasileiro. Mestre Boa Gente é um renomado capoeirista, com mais de 30 anos de experiência na prática e ensino da capoeira. Ele é conhecido por sua habilidade técnica, vasto conhecimento sobre a história e cultura da capoeira, além de ser reconhecido como um mestre comprometido com a transformação social. Mestre Boa Gente é amplamente respeitado pela comunidade capoeirista e tem sido um exemplo inspirador para muitos jovens e adultos. O projeto de formação em capoeira com o Mestre Boa Gente desempenha um papel fundamental na sociedade atual, especialmente para crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social. A capoeira é uma manifestação cultural afro-brasileira de grande importância histórica. Ao oferecer a oportunidade de aprendê-la, o projeto promove a inclusão e o resgate da identidade cultural dessas pessoas, ajudando-as a valorizar sua própria história e origens. A capoeira é uma prática que envolve movimento corporal, desenvolvimento da coordenação motora, flexibilidade e resistência física. Além disso, a sua prática está intimamente ligada ao desenvolvimento de habilidades sociais, disciplina, respeito e autoconfiança. O projeto contribui para o bem-estar físico e mental dos participantes, promovendo uma melhoria na qualidade de vida. Através da capoeira, o projeto busca transmitir valores fundamentais, como a importância do trabalho em equipe, da cooperação e da superação de desafios. Além disso, são abordados aspectos históricos, culturais e sociais relacionados à capoeira, ampliando o repertório cultural dos participantes e estimulando seu pensamento crítico. A capoeira possui uma filosofia baseada no diálogo, no respeito mútuo e na não violência. Ao oferecer essa prática às pessoas em situação de vulnerabilidade social, o projeto atua como um instrumento de prevenção à violência, proporcionando alternativas construtivas de expressão, canalizando a energia de forma positiva e promovendo a resolução pacífica de conflitos. A capoeira pode abrir portas para futuras oportunidades, seja como praticante, professor ou até mesmo como profissional em atividades relacionadas à cultura e ao turismo. Ao investir na formação dessas 100 crianças, adolescentes e adultos, o projeto abre caminhos para que eles possam ter um futuro mais promissor, com a possibilidade de atuarem como agentes transformadores em suas comunidades. O projeto de formação em capoeira com o Capoeirista Mestre Boa Gente representa uma iniciativa de grande relevância social. Além de resgatar e valorizar uma manifestação cultural importante, ele contribui para o desenvolvimento integral dos participantes, promove a inclusão social, previne a violência e oferece perspectivas de futuro. Por meio dessa prática, espera-se proporcionar uma experiência transformadora que irá impactar positivamente a vida das pessoas envolvidas e, consequentemente, beneficiar a sociedade como um todo. Art. 1º Este Decreto dispõe sobre os mecanismos de fomento do sistema de financiamento à cultura de que trata o inciso VI do § 2º do art. 216-A da Constituição, instituídos pela Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, pela Lei nº 13.018, de 22 de julho de 2014, pela Lei nº 14.399, de 8 de julho de 2022, e pela Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022, e estabelece procedimentos padronizados de prestação de contas para instrumentos não previstos em legislação específica, na forma do disposto na Lei Complementar nº 195, de 2022. Art. 2º A utilização dos mecanismos de fomento cultural visa à implementação: I - do Programa Nacional de Apoio à Cultura - Pronac, de que trata a Lei nº 8.313, de 1991; Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;
Acessibilidade: Oficina Como medidade de acessibilidade as atividades serão adaptadas para garantir a inclusão de estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida. Também serão utilização de recursos visuais, sonoros e táteis para melhorar a compreensão e participação dos estudantes. E contaremos com monitores consciêntes e sensibilizados sobre a importância da acessibilidade e da inclusão. Haverá interprete de libras durante as aulas.
Trata-se de um projeto 100% gratuito. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Vivaldo Rodrigues Conceição Mestre Boa Gente (Vivaldo Rodrigues Conceição) nasceu em 17 de maio de 1945, em Ibicarai, no sul da Bahia, Brasil. A capoeira Angola conquistou sua alma e coração em 1956 em Ilhéus ao ver os mestres João Grande, João Pequeno e Antônio Cabeceiro, entre outros, jogarem capoeira duran- te a festa de São Sebastião, padroeiro da cidade. Lá iniciou sua jornada com mestre Antônio Cabeceiro, pelas ruas de Ilhéus. Aprendeu a capoeira da mesma forma que os escravos aprenderam a jogar nas “capoeiras” (áreas desmatadas na mata), observando os outros e aplicando o que via na roda, porque naquela época não havia escolas de capoeira em Il- héus. Depois, por força do destino, foi para Salvador. Encon- trando seu irmão Dominguinhos, ele treinou na “Escola Bai- ana de Capoeira Angola” com Mestre Gato por vários anos. Em 1962 Boa Gente foi convidado para participar do conjun- to folclórico „Viva Bahia“ sob a direção da professora Emília Biancardi. Quando Valdemar Santana, o Leopardo Negro, campeão brasileiro de MMA da época, visitou a Escola Baiana de Capoeira Angola, ele ficou tão impressionado com o aluno Boa Gente que o convidou para entrar em sua academia de MMA. Como um aluno engajado e dedicado, Boa Gente tornou-se campeão baiano de MMA em 1974. Em 1972, quando Boa Gente participou a uma apresentação de capoeira dos “Filhos de Obá” com Mestre Canjiquinha na Casa de Pedra, onde treinava Capoeira, foi convidado pelo Professor Lee para treinar Tae kwon-do. Junto com o Professor Lee, Boa Gente fundou a Associação Baiana de Tae kwondo, onde continuou treinando por algum tempo.Parte do treinamento de MMA do Boa Gente incluiu visitas a outras academias. Quando o Boa Gente foi treinar na academia do Mestre Bimba, que tinha ido para o Goiás, o Mestre Vermelho 27 assumiu o treinamento na academia, dando o treino pesado que o Boa Gente precisava. Após esta visita foi convidado pelo Mestre Vermelho 27 para treinar com ele e a partir daí o Mestre Boa Gente fundou a “Associação de Capoeira Mestre Boa Gente” em 1981. A partir daí Mestre Boa Gente dedicou sua vida ao trabalho social em Salvador nos bairros do Vale das Pedrinhas, Nordeste de Amaralina e Santa Cruz e cerca de 29 anos lecionando no Colégio São Paulo, uma das mais respeitadas instituições do Estado da Bahia. Já ministrou workshops, cursos e palestras em todo o Brasil, Estados Unidos (Nova York, Los Angeles, São Francisco e Las Vegas), Europa (Alemanha, Portugal, Inglaterra, Espanha, etc.), Ásia (Japão, Azerbaijão) e Austrália, sendo um dos pioneiros no ensino de Capoeira para crianças e adolescentes nas escolas para ajudar no desenvolvimento da aprendizagem. Hoje, em 2023, Mestre Boa Gente ainda ministra e supervisiona aulas diariamente em Salvador no bairro do Vale das Pedrinhas e continua cada ano com as suas turnés nos Estados Unidos e na Europa.Alesandro de Jesus MacenaContramestre Viola (Alexsandro de Jesus Macena) nasceu em 23 de setembro de 1984, em São Felipe, interior da Bahia, Brasil. Seu irmão, Adailton, o levou para seu primeiro treino de capoeira aos 9 anos de idade na academia do Professor Junior do grupo Quintaquinté na zona rural de São Felipe. Apaixonou-se instantaneamente pela capoeira e começou a frequentar os treinos. Em 1996 Viola começou a treinar capoeira com o professor Zé Carlos, um dos alunos mais antigos do Mestre Boa Gente no barracão de feira. Como aluno dedicado, começou a dar aulas em 2000, primeiro na casa de sua mãe, depois na fazenda Patiobinha. O treinamento logo teve tanto sucesso que ele pôde começar a dar aulas em outras três fazendas: Barravento, Xangô e Ca- boclo. Em 2004, Viola mudou-se para Vera Cruz, na Ilha da Itaparica, onde passou a reunir crianças dos bairros para ensinar capoeira. Com a ajuda dos pais e das escolas locais, seu tra- balho se transformou em um projeto social para crianças (“Projeto Viola”) em vários bairros de Vera Cruz. Em 2007, Viola continuou sua jornada e mudou-se para Salvador para treinar diretamente com o Mestre Boa Gente. Paralelamente aos treinos na Ilha da Itaparica logo iniciou suas primeiras aulas em Salvador, no bairro de Vila Matos, Rio Vermelho. Em 2016 Viola recebeu a graduação de Contramestre do Mestre Boa Gente.Em 2019, após receber vários convites da Itália, Alemanha e Polônia, decidiu fazer uma viagem maior e mudou-se para Munique, Alemanha, deixando 4 grupos nas mãos de seus alunos avançados e sob sua supervisão constante em São Felipe, Ilha da Itaparica, Salvador e Feira de Santana. Na Alemanha criou junto com sua esposa a associação Grupo Capoeira Viola (GCV). Hoje a associação conta com quase 100 associados, realiza eventos internacionais e participa de projetos sociais para crianças e adultos. O Contramestre Viola volta para o Brasil todos os anos para supervisionar os maiores eventos de seus alunos e viaja para vários eventos de capoeira pela Europa.
PROJETO ARQUIVADO.