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O Projeto Auto de Natal - festa da natividade conta a história dentro das mais conhecidas da humanidade: o nacimento do menino, serão três apresentações de um auto natalino, que reúne teatro,dança e música e vão ser realizadas dentro das festividades do Natal em Natal,são mais de 120 artistas entre atores, músicos, bailarinos e artistas circenses, levando a mensagem de esperança e otimismo aos moradores e turistas que visitam a cidade do Natal neste período.
SOBRE A DRAMATURGIA A. GÊNERO ÉPICO Se tomarmos como referência a narrativa bíblica, a palavra faz valer a sua condição estruturadora da realidade. Antes de uma consequência direta do drama, é alçada à condição de ser ela própria geradora da carne e, por conseguinte, de todas as experiências conexas. Em conclusões aproximadas, mas tomando outro caminho, o dramaturgo francês Valère Novarina nos diz que o espaço não se estende, mas se escuta. Pela fala, a matéria está aberta, crivada de palavras; o real ali se desdobra. O espaço não é o lugar dos corpos; Ele não nos serve de apoio. A linguagem o carrega agora diante de nós e em nós, visível e oferecido, tenso, apresentado, aberto pelo drama do tempo no qual estamos com ele suspenso. O que há de mais bonito na linguagem é que passamos com ela [...] A linguagem é do lugar de aparecimento do espaço. Por isso, o gênero épico nos parece ser o mais apropriado para o desenvolvimento da narrativa. Nele, a palavra, estando nas mãos de alguém que nos conta uma história, tem o poder de construir todo universo fabular. (Blackout) DEUS (OFF): Toda boa história é tipo maxixe, se alastra no tempo/terra afora boca por boca, nas torturas do cachimbo de cada um pega inventices, lhe arrancam pedaços... E sendo de todo mundo, não é mais de ninguém, tem vida própria, feito rabo de lagartixa, falta um pedaço, outro nasce no lugar Até o dia que o rabo encontra a língua. É quando o fim toca o começo. E tudo recomeça, igualzinho só que diferente.. (com ênfase) FAÇA-SE A LUZ! (Começa o espetáculo) B. O CONTADOR E A CONDIÇÃO DIVINA Quem conta a história assume para com ela o espelhamento divino. Dela pode fazer o que quer, determinar começo, meio e fim. Ressuscitá-la, dar novamente continuidade e pôr fim mais uma vez. Definir personagem, cria-los ao bel prazer e, também dar-lhes cabo. Pode contar de trás para frente, do meio para o fim e só depois seguir para o início. Pode contar e já de imediato recontar, promovendo os acertos necessários à sua melhoria. Nesse jogo, um bom contador perante sua história, aproxima-se da experiência divina. (Uma forte luz é acesa em direção ao público) E se o verbo se faz carne, pensou Deus duas vezes, E se o verbo se faz carne, pensou Deus duas vezes eu disse, Ele também pertence aos poetas! E de bons contadores três referências nos pertencem, por serem próximas e de sotaque familiar: Os romanceiros ibéricos, de cunho novelesco, tendo Miguel de Cervantes como maior expoente; o romanceiro popular nordestino, que não deixa de ser uma derivação direta do primeiro; e, por fim, os poetas cordelistas. Essas três cepas de literatos nos colocarão norte na prosódia e na maestria de lidar com o verso. A palavra da própria divindade, na tarefa de construir perante o público um pequeno universo inteiro, fabular, bem nosso. C. A IMAGEM COMO LUGAR DO DISCURSO Apesar da palavra se configurar como elemento fundante da narrativa, tendo a responsabilidade organizadora, o discurso da obra se pretende imagético. A forma como será o espetáculo será discorrido, valendo-se dos espaços abertos pelo texto, encontrará apoio na potência da visualidade. A obra pretendida será efetivada através da construção de suas paisagens. D. O SOM COMO PAISAGEM Entendemos como paisagem o desenho último que o discurso adquire no espírito daquele que contempla. Por isso a sonoridade do espetáculo, incluído suas canções, sua trilha incidental, sonoplastia e coro, serão igualmente responsáveis pela formação do desenho último que irá imprimir no interior de cada espectador. Para isso fica proposto a feitura de uma composição autoral, observando a dinâmica do espetáculo, com execução ao vivo, utilizando banda de música ou mesmo a própria banda sinfônica da prefeitura. E. QUADROS (ROMANCES IBÉRICOS) Segundo Roland Barthes, Brecht via nos escritos de Diderot a concepção de que “a peça perfeita é uma sucessão de quadros, uma galeria, um salão”. Seria como se cada recorte tivesse valor próprio, podendo se sustentar por ele mesmo, porém pertencente a um todo, servindo como elemento colaborador na concepção da totalidade. Ideia similar, anteriormente, já era percebida em Dom Quixote de Cervantes, já aqui citado como referência, onde cada capítulo tem resolução própria, porém colaborando de forma singular na construção final da personagem. A paixão de cristo também pode ser inscrita nessa forma de estruturação narrativa, quando dividida em estações. Entendemos que essa relação formal, possivelmente utilizada por nós, colabora para a popularização da história, tornando-a mais palatável. Sendo o arco total dividido em vários pequenos arcos menores possibilita-se uma maior dinâmica narrativa, renovando o pacto com os espectadores com maior frequência. Nesse caminho a cumplicidade com o público e os entendimentos por ela promovidos, se dará em uma somatória de instantes, ao invés de um longo e complexo arco único. E. A CONDIÇÃO ORAL E SUA RECRIAÇÕES Licenciados pela tradição oral, valorosa em nossa região, ainda que cada vez menos recorrente, tomamos as liberdades das recriações. Para isso elegemos alguns pontos alicerçantes. · Nossa história é preponderantemente cristã, pois encontra sua causa movedora no nascimento de Cristo. Porém, será isenta de uma percepção exclusivista ou mesmo hierárquica da religião. Ao contrário disso, com responsabilidade e de forma inclusiva, poderá promover citações a diversas outras religiões e etnias. Seguindo o discurso cristão, nosso compromisso maior será com o tema da natividade, da renovação, da fraternidade, do amor ao próximo e todos os seus afins. · Existe um início determinado e também um fim para a nossa história: a jornada dos progenitores e o nascimento do ser divino em uma manjedoura, respectivamente. Mas em seu entremeio existe, inspirados pelas recriações cordelistas, nos daremos a liberdade de promover a elucidação de um conjunto de fatos inéditos. Sempre harmônicos com a história original, esses enxertos se colocarão como elementos viabilizadores da identificação popular, evocando nuances do realismo mágico . F. REGINALIDADE E UNIVERSALIDADE Pelas próprias referências citadas, nossa narrativa terá suas raízes plantadas no regionalismo. Existe a ideia apontada dos três reis magos serem um trio pé de serra, pontuando a história. Mas essa condição não impede que a copa dessa árvore esteja aberta aos céus, com aspirações universais. Pretendemos sim contar também com bateria, guitarra, sintetizadores e as mais alta tecnologia cênica disponível. O compromisso puritano se encontra nas estruturas clássicas, ou eruditas. Mas nós, e nossa encenação, seguirá abraçada com os populares, e ainda rodeada de sofisticação. SOBRE A ENCENAÇÃO A Noite dos Pirilampos NATIVIDADE é a Festa de nascimento de Jesus Cristo e que durante a Idade Média deu nome aos dramas de sentido religioso baseado no nascimento do filho de Deus. O primeiro drama religioso que vi, sobre os ombros de meu pai José Marcelino, foi encenado no adro da Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante e aquela encenação ficou em minhas retinas, ao captar as luzes e atores que davam vida àquela história, como um alumbramento. PENSO que àquela mesma história, que todo mundo encena, mais uma vez será apresentada ao grande público potiguar, e visitantes, num lugar de suspensão e reconexão. Como no teatro grego e no popular teatro de rua, a céu aberto e para todos, pretendemos abraçar todas as matizes religiosas, pagãos, todas as classes sociais, e que esse público, ao se aproximar dos artistas “pirilampos”, aqueles que trazem a luz, esteja buscando suas crenças, suas memórias, afeto, calor, humanidade e o mesmo estado de maravilhamento que vivi quando criança sobre os ombros de papai. UM GRANDE CORO, de atores, atrizes, dançarinos, circenses e músicos, dará vida aos versos talhados pelo dramaturgo potiguar, César Ferrario, que tão lindamente há de nos indicar nortes com sua poesia. Esse Grande Coro, estará caracterizado de esculturas do Mestre Vitalino e há de se transmutar em africanos, asiáticos, europeus, indígenas, americanos, José, Maria e demais personagens de nossa história num festivo congraçamento dos povos. Nossa festa beberá nos ritmos populares, no Movimento Armorial, Dona Militana, Antônio Francisco, Câmara Cascudo, cordel, coco, como também na música pop, rap, erudita, ópera e forró. DA CONSTRUÇÃO DAS IMAGENS, há de se pensar numa grandiloquência visual a partir da cenografia monumental onde projetaremos imagens, vídeos, luzes, estampando o espaço com a história de nosso povo e a trajetória de José, Maria e os Santos Reis. Os atores, e seus trajes/cenários, carregarão as cores e referências de nossos pintores, estilistas e xilogravuristas. A paleta de cor de nosso espetáculo será a cor que melhor representar a cultura popular e contemporânea. E DO SOM, desejamos que o anfiteatro da UFRN receba um som da mais alta qualidade, o Dolby Atmos que proporcionará ao público uma grande experiência sonora tridimensional. Com essa qualidade, poderemos escrever refinados versos surround sonoros produzidos pelos atores, cantores, músicos e equipe de efeitos, entregando com maior delicadeza essa história que é o grande épico da humanidade. O NATAL EM NATAL, que pensamos e celebramos o nascimento de nossa cidade, terá a simplicidade e refinamento de um Trio de Forró e o encantamento de todos os nossos sonhos contemplados numa noite iluminada por milhões de pirilampos. João Marcelino Diretor Teatral e Diretor de Arte.
Objetivo Geral Realizar o "Auto de Natal - festa da natividade", livre para todas as idades e públicos, nos conta a história dentre as mais conhecidas da humanidade: o nascimento do menino Jesus. Nesta encenação, em tom celebrativo e de retomada, deste espetáculo que sempre habitou o imaginário de todo o natalense, pretende-se levar ao palco através de artistas, entre atores, atrizes, músicos, bailarinos, e artistas circenses, uma mensagem de esperança e otimismo ao público de Natal e turistas visitantes. Os objetivos atendem ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, de maneira integral, transcritos abaixo: Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; Objetivos específicos: 1) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar três apresentações do espetáculo "Auto de Natal - festa da natividade", com 130 artistas (atores, atraizes, musicos,artistas circenses e bailarinos) com entrada gratuita. 2) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar oficina com arte educadores da rede pública municipal de ensino de teatro de 40h/aula com emissão de certificado.
O município realiza desde os anos 1990 o "Natal em Natal", dentro da programação que contempla shows musicais, dança, circulação de espetáculos feira de arte e artesanato, dentre outras atividades, e em várias regiões da cidade. Por diversas vezes realizou o "Auto de Natal" que narra o nascimento do menino Jesus, e cujo nome da cidade forja o pertencimento dos seus moradores e constitue-se numa das maiores celbrações da cidade. O primeiro "Auto de Natal" teve como diretor Hamir Adad, o foi por três anos seguidos, emprestou sua estética ao espetáculo. Já nos anos 2000 teve Gringo Cardia e em seguida Moacir de Goes. Nas edições posteriores, teve a frente diretores da própria cidade. Em medados da década deisou de ser encenado. No entanto, a cidade sempre se ressentiu dessa ausência, para além de uma ação cultural que trazia ocupação e renda para a cadeia produtiva (atores, atrizees, m´sucios, bailarinos e técnicos), atraia visitantes regionais e os turistas que nos vistam neste periódo. O espetáculo AUTO DE NATAL - Festa da Natividade, livre para todas as idades e públicos, nos conta a história dentre as mais conhecidas da humanidade: o nascimento do menino Jesus. Nesta encenação, em tom celebrativo e de retomada, deste espetáculo que sempre habitou o imaginário de todo o natalense, pretende-se levar ao palco através de mais 120 artistas, entre atores, atrizes, músicos, bailarinos, e artistas circenses, uma mensagem de esperança e otimismo ao público de Natal e turistas visitantes.O projeto realizará 03 (três) apresentações ao ar livre no Anfiteatro da UFRN, alcançando um público estimado de mais de 10.000 (dez mil) espectadores, em dezembro, encerrando na data que festeja o protagonista desta história e o aniversário da cidade do Natal. Por isto, entendemos que a retomada da preparação, ensaio/montagem e apresentação do Auot de Natal - Festa da Natividade, faz-se necessário com um instrumento que sedimenta a reinserção da cidade no circuito cultural natalino, do qual o espetáculo foi e é peça fundante das comemorações desse período . Toda boa história é tipo maxixe, se alastra no tempo/terra afora boca por boca, nas torturas do cachimbo de cada um pega inventices, lhe arrancam pedaços... E sendo de todo mundo, não é mais de ninguém, tem vida própria, feito rabo de lagartixa, falta um pedaço, outro nasce no lugarAté o dia que o rabo encontra a língua.É quando o fim toca o começo.E tudo recomeça, igualzinho só que diferente.. FAÇA-SE A LUZ!(Começa o espetáculo) O presente projeto justifica-se por atender à Lei 8313/91 e o seguinte: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Espetáculo de Artes Cênicas - com duração de 70 minutos, com elenco de 130 pessoas, com 03 (três) apresentaçãoes, com entrada gratuita e expectaviva de 10.000 mil pessaos por apresentação.
Acessiblidade Física Atores e Figuarantes Palco - para acesso à camarins e palco os atores e/ou figurantes terão palco com rampa e banheiros acessíveis (Item Locação de palco); Platéia Será reservado espaço para cadeirante mais um acompanhante, durante a exibição do espetáculo (item infraestrura) rampas de acesso ao local do espatáculo e banheiros destivanados a PCD (Item locação de palco) Acessibilidade de Contéudo Auditiva O espetáculo terá tradutor de LIBRAS (item tradutor de libras); Telão com legendagem do espetáculo (Item legendagem); Visual Audiodescrição - disponibilizar equipamento para acesso ao espetáculo audiodescritivo (Item audidescrição); Programa em braille (Item folder em braille) Intelectual Disponibilizar mediador para mediar o acesso ao conteúdo do espetáculo (Item mediador e Item infraestrutura)
As apresentações do Auto de Natal - festa da natividade ao vivo serão públicas e gratuitas, e ainda serão transmitidas pela Internet, bem como arquivadas em sítio na internet. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar oficina com cinquenta arte educadores da rede pública municipal de ensino de teatro de 40h/aula com emissão de certificado. Ensaio aberto Atende ainda ao seguinte artigo da Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023: Art. 28 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
COORDENAÇÃO GERAL: Dácio Tavares de Freitas Galvão . Dácio Galvão nasceu em Natal - RN, é licenciado em Letras, mestre em Literatura Comparada e doutor em Literatura e Memória Cultural pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). As questões relativas à literatura moderna é onde reside seu maior interesse. Dedicado a gestão na área cultural preside o Conselho Curador da Fundação Cultural Helio Galvão e a Fundação Capitania das Artes onde acumula a função de Secretário de Cultura da Cidade do Natal. É Diretor Artístico do Projeto Nação Potiguar em parceria com o Escritório Candinha Bezerra de Produção Cultural realizando o Festival Literário da Pipa – FLIPIPA e também é curador do Festival Literário de Natal - FLIN. Idealizador da CRIAÇÃO: uma revista vanguarda, publicou os livros de poesias Blues Repartido e Palavras Palavras Palavras, e os ensaios Da Poesia ao Poema e O Poeta Câmara Cascudo: um Livro no Inferno da Biblioteca. No prelo um livro de Artigos & Crônicas: abordando temas relacionados as artes visuais, literatura e etnografia. Assina o espaço QQ-Coisa (Qualquer Coisa) no jornal Tribuna do Norte-RN. Na extensão da sua produção poética, publicou os CDs (livros sonoros), “Poemúsicas 1” e “Poemúsicas 2”, incluindo as vozes de Arnaldo Antunes, Antônio Nóbrega, Zeca Baleiro, José Roberto Aguilar, Naná Vasconcelos, Virgínia Rodrigues, Cida Moreira, Bené Fonteles, Tom Zé, Walter Franco, José Carlos Capinam, Antônio Cícero, Cid Campos, Alceu Valença, Elba Ramalho, Gereba Barreto, Geraldo Azevedo, Dominguinhos, Vânia Bastos, Mônica Salmaso. Encontrando em fase de produção o Poemúsicas 3. Presidente da Fundação Cultural Capitania das Artes é responsável responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. PRODUÇÃO EXCEUTIVA - Danielle Brito. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO - Arlindo Bezerra. Graduado em Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2012), assina a direção de produção da Bobox Produções. Produtor cultural e ator, realizando em 11 anos de atividade, a produção de 22 espetáculos teatrais e a produção executiva de mais de 19 eventos culturais (Festivais, Mostras e Shows), entre eles o Burburinho Festival de Artes, Festival Goiamum de Cinema, Festival Cine Verão, Festival de Teatro Território Cênico, Ribeira 360, e o recente Cine Drive-In. DRAMATURGIA ORIGINAL - César Ferrário. Mestre pelo programa de pós-graduação em artes cênicas da UFRN/PPGARC, onde desenvolveu pesquisa sobre a escrita dramática. Dirigiu os espetáculos “Meu Seridó” e “Sinapse Darwin” (Casa de Zoé/RN) e “Alegria de Náufragos” (Ser Tão Teatro/PB). Escreveu as dramaturgias “Quintal de Luiz”, “Mulheres Invisíveis”, “Os Cavaleiros da Triste Figura” e “Sinapse Darwin”. DIREÇÃO GERAL E DIREÇAO DE ARTE - João Marcelino. Nasceu a 15 de julho de 1959, em Macaíba – Rio Grande do Norte - Brasil. É filho da Professora, Pianista, Modelista e Costureira, Maria Isaura Alves do Nascimento e de José Marcelino de Oliveira. Estudou na Escola Internacional de Antropologia Teatral– ISTA, com o mestre italiano Eugênio Barba. Participou de 125 espetáculos de teatro dentre os quais dirigiu 56, recebendo 25 prêmios nacionais e 01 internacional. Dos grandes espetáculos, dirigiu durante 13 anos o “Chuva de Bala no País de Mossoró”, “Um Presente de Natal” criou e dirigiu por 5 anos, “Oratório de Santa Luzia” como dramaturgo e diretor por 6 anos e “O Auto da Liberdade” que dirigiu por 5 anos. Começou no teatro em 1980 e atua como Diretor, Dramaturgo, Figurinista, Cenógrafo e Diretor de arte. DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA ORIGINAL - Caio Padilha. Ator e músico compositor, foi vencedor do Prêmio Grão da Música Brasileira em 2018. Como pesquisador de Cultura Popular tem discos lançados dedicados à Viola Caipira e a Rabeca. Diretor musical dos espetáculos “Chuva de Bala no País de Mossoró”, “Meu Seridó”, “Sinapse Darwin”, “Quintal de Luiz”, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.