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PRONAC 234560Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Plano Anual de Custeio da Associação Cultural e Educativa Didá - 2024 a 2028

ASSOCIACAO EDUCATIVA E CULTURAL DIDA
Solicitado
R$ 4,42 mi
Aprovado
R$ 4,21 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano Quadrienal
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O presente projeto visa manter, aperfeiçoar e ampliar o funcionamento da Associação Educativa e Cultural Didá, instituição que há 30 anos desenvolve um trabalho de empoderamento, inclusão social e formação profissional de mulheres negras moradoras do Centro Histórico e de bairros periféricos de Salvador, a partir do apelo aglutinador da sua pioneira e ainda singular banda percussiva feminina, nascida das raízes do samba-reggae. O projeto contempla três produtos: a) Plano Anual; b) Curso/Oficina/Estágio; c) Instrumento Musical- Aquisição.

Sinopse

O presente projeto visa manter, aperfeiçoar e ampliar o funcionamento da Associação Educativa e Cultural Didá e está ancorado em três produtos: 1) PRODUTO PRINCIPAL: PLANO ANUAL - Reestruturação da Gestão e Assistência Social O plano anual de custeio se propõe a realizar reestruturação na gestão da instituição com implantação de procedimentos de planejamento, acompanhamento, avaliação e construção da memória das atividades, para potencializar e expandir as ações artísticas, educativas e sociais da Associação Educativa e Cultural Didá nas áreas de inclusão, formação e empoderamento de mulheres negras do Centro Histórico e comunidades periféricas. Os recursos deste plano anual de custeio serão destinados ao pagamento de: despesas regulares com suprimento de água, energia, internet, materiais de limpeza, pedagógicos e de escritório, e eventuais reparos civis, elétricos e hidráulicos na sede da instituição; honorários de professoras e monitoras para os cursos e oficinas; pagamento de algumas colaboradoras regulares nas áreas de coordenação, serviços gerais e apoio técnico (ressalta-se que a maior parte da mão de obra continuará a ser suprida por trabalho voluntário); honorários de profissionais nas áreas de assistência social, jurídica e psicológica. REESTRUTURAÇÃO DA GESTÃO - Implantação dos seguintes núcleos operacionais: Núcleo de Comunicação e Relações Públicas; Núcleo de Renovação Estética com cursos, palestras, visitas e oficinas; Núcleo de Assistência Social com serviços de assistência social, jurídica e psicológica. - Recuperação da Memória Histórica da Didá e do seu fundador, mestre Neguinho do Samba, através da pesquisa, organização e digitalização do acervo disponível, incluindo registros audiovisuais em risco de perda. - Elaboração de projeto executivo para implantação futura do Museu de Imagem e Som da Didá. - Identificação de fontes e elaboração de projetos para captação de financiamentos público e privado de programas específicos da Associação. - Criação de website para ampliar a visibilidade e agrupar as páginas relacionadas da instituição em redes como Youtube, Flickr, Facebook, Instagram, TikTok etc. - Criação e implantação de procedimentos regulares de avaliação e de registro, com textos e imagens, de todas as atividades realizadas pela Associação, tais como cursos e oficinas; apresentações artísticas da banda; visitas; atendimentos de assistência social; participação em eventos, seminários e palestras etc. - Elaboração de relatório anual com avaliação qualitativa e quantitativa das ações realizadas e públicos beneficiados. - Criação de cadastro online de associados, filiados e participantes dos cursos e oficinas. ASSISTÊNCIA SOCIAL EM COMUNIDADES RELACIONADAS Por uma vocação vinculada às suas origens e pela pressão de demandas reais sempre presentes, a Associação Educativa e Cultural Didá tem prestado, desde o início do seu funcionamento, serviços assistenciais a grupos e pessoas vulneráveis, em comunidades do Centro Histórico e bairros periféricos de Salvador. (continuação em Outras Informações) 2) PRODUTO: CURSOS/OFICINAS/ESTÁGIOS - Renovação Estética A Associação Educativa e Cultural Didá, ao longo de seus 30 anos, vem desenvolvendo um amplo trabalho de formação em música e em dança, sempre voltada para mulheres e crianças de comunidades do Centro Histórico e bairros periféricos de Salvador, origem de sua própria história. O objetivo central dessa ação de formação é fortalecer o desenvolvimento artístico, social, econômico e humano de mulheres negras e proporcionar trocas de experiências. Recursos deste projeto permitirão a oferta regular e contínua de cursos e oficinas gratuitas para alunos de diferentes níveis, em disciplinas relacionadas à natureza da Associação: composição, execução de instrumentos musicais, canto, dança afro, criação e confecção de figurinos e adereços, produção de eventos e manejo de novas tecnologias de comunicação. No desenvolvimento dos cursos será valorizada a metodologia de ensino e aprendizagem com monitorias, de modo que alunas mais graduadas exercitem a transferência de conhecimento a turmas iniciantes, com supervisão das professoras, estabelecendo uma circularidade do saber e da aprendizagem entre pares. A programação de cursos e oficinas será dividida em semestres e amplamente divulgada. Embora a carga horária e número de vagas de cada curso possa variar, estima-se em média 25 inscrições por turma, com duas horas/aulas por semana, o que resulta na projeção de 550 inscrições por semestre. A partir das demandas já identificadas na experiência da Associação, a programação inicial oferecerá os seguintes cursos e oficinas: - Música: iniciação e aprimoramento técnico na execução de instrumentos de percussão, violão, baixo elétrico, teclado, trompete e flauta (teoria e prática). Seis (06) turmas por semestre, com duas (02) a quatro (04) horas-aulas semanais. - Canto: uma turma por semestre, com duas (02) horas-aula semanais. - Introdução à Percussão Sensorial: oficinas com instrutoras especializadas direcionadas a pessoas com deficiência visual e auditiva. Aulas semanais de duas (02) horas, com média de 10 participantes. - Dança Afro: Uma turma por semestre, com duas (02) horas-aula por semana. - Figurinos, Fantasias e Adereços: oficina que irá trabalhar as tendências singulares e plurais da moda afrobaiana, em que o aprender fazendo será a tônica para criações de vestuários, figurinos, fantasias, adornos e adereços com o uso de missangas, búzios, fitas e artesanias. A produção desta oficina poderá ser utilizada nas apresentações performáticas da Banda Didá. A cada semestre será formada uma turma com uma média de 25 alunas, com aulas semanais. Ao longo de cada semestre as crianças e mulheres participantes dos cursos e oficinas também serão convidadas a participarem de atividades de imersão, reflexão e diálogo sobre temas relevantes e de interesse do coletivo, ampliando saberes e consciência, através da participação em palestras, seminários, rodas de conversa e eventos sociais e artísticos. Faz parte também do propósito de formação que ao final de cada semestre seja realizada uma Mostra Artística, visando valorizar, dar visibilidade à produção criativa e fortalecer os vínculos entre as turmas, tendo na plateia famílias, parentes e amigos das participantes. 3) PRODUTO: INSTRUMENTOS MUSICAIS - Renovação Estética A fim de suprir a realização de cursos e oficinas gratuitas, com periodicidade semestral, regular e contínua para crianças e mulheres negras de comunidades periféricas, recursos deste projeto serão também direcionados para aquisição de instrumentos musicais, maquinários de costura e insumos utilizados nas aulas e trabalhos. Os principais itens a ser adquiridos são: - Instrumentos Musicais e Acessórios: violões, teclados, trompetes e flautas, suportes, encordoamento para violões, bocais e palhetas para trompete, bocais para flauta. - Figurinos, Fantasias e Adereços: aquisição de máquinas de costura Overlock, reta Industrial, galoneira, tecidos e outros insumos para produção dos vestuários, adornos e adereços. Para a execução das atividades propostas a Associação Educativa e Cultural Didá disponibilizará além do espaço físico, em sua sede no Pelourinho, sua rede de colaboradoras e profissionais voluntários, e seu acervo de instrumentos de percussão, tambores de tamanhos e afinações diversas, possibilitando que todas as participantes tenham um instrumento para praticar em aula.

Objetivos

Objetivo Geral Assegurar a sobrevivência e funcionamento regular da Associação Educativa e Cultural Didá, com grande ampliação dos já relevantes serviços que presta, mediante a criação de condições para o planejamento e execução de um calendário de atividades, para potencializar e expandir as ações artísticas, educativas e social da instituição nas áreas de inclusão, formação e empoderamento de mulheres negras do Centro Histórico e de bairros periféricos. Objetivo Específico Garantir o funcionamento regular e previsível representará um salto qualitativo, ao substituir o padrão atual de dependência quase exclusiva de eventuais cachês recebidos por apresentações da Banda e do esforço abnegado das diretoras e integrantes da entidade, do que decorrem situações de improviso, instabilidade e descontinuidade de programas. Este salto qualitativo é o resultado a ser alcançado mediante o cumprimento dos seguintes objetivos específicos: 01) Promover oficinas e cursos gratuitos de música em diversos níveis, visando iniciação e estímulo ao desenvolvimento de compositoras e instrumentistas de percussão, cordas e sopro, com ênfase no samba-raggae. 02) Promover oficinas e cursos gratuitos de canto e dança afro para mulheres negras do Centro Histórico e comunidades periféricas. 03) Promover oficinas e cursos gratuitos de criação e execução de figurinos, fantasias e adereços. 04) Promover oficinas e cursos gratuitos para mulheres negras de comunidades periféricas de novas tecnologias da comunicação, com ênfase em redes sociais. 05) Promover oficinas e cursos gratuitos de introdução à percussão sensorial para pessoas com deficiência visual e auditiva. 06) Vivenciar a metodologia de ensino e aprendizagem nos cursos e oficinas com monitorias, onde as alunas mais graduadas serão monitoras para as turmas iniciantes, com supervisão das professoras, estabelecendo uma circularidade do saber e da aprendizagem. 07) Fortalecer o desenvolvimento artístico, social, econômico e humano de mulheres negras de comunidades carentes. 08) Oferecer assistência jurídica, a mulheres que participam de atividades da Associação ou vivem nas comunidades onde ela atua, em questões como paternidade, violência doméstica, racismo, pensão alimentícia etc. 09) Oferecer assistência psicológica a mulheres negras em quadros de tristeza, depressão, distúrbios mentais etc. 10) Oferecer assistência social a mulheres negras de comunidades carentes no enfrentamento de dificuldades cotidianas. 11) Remunerar parte dos serviços prestados por colaboradoras, para qualificar o processo e melhor atender ao público local e internacional. 12) Recuperar a memória histórica da Didá e do seu fundador, mestre Neguinho do Samba, através da pesquisa, organização e digitalização de textos e imagens relacionados. 13) Criar website para ampliar a visibilidade e agrupar as páginas relacionadas da instituição: Youtube, Flickr, Instagram, TikTok; 14) Promover um incremento do público alcançado presencialmente por atividades da Associação, com uma meta de 12.000 pessoas/ano. Ou seja, atingindo ao final do quadriênio um fluxo de pelo menos 48.000 pessoas, entre participantes regulares de cursos e oficinas, visitantes locais e turistas. 15) Como forma de contrapartida social, todos os produtos listados acima serão oferecidos gratuitamente. Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Através do fomento, potencialização e expansão das ações artísticas, educativas e social da Associação Educativa e Cultural Didá, berço da primeira banda afropercussiva feminina do Brasil e a mais legítima depositária das técnicas musicais do mestre Neguinho do Samba, criador do ritmo que revolucionou a música afrobaiana: o samba-reggae. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Através do fortalecimento, empoderamento e expressão cultural da Didá: banda percussiva de mulheres negras que toca tambores, compositoras, musicistas e intérpretes de um vasto repertório musical, com ênfase no samba-reggae, moradoras do Centro Histórico e bairros periféricos, que propagam conhecimentos da cultura africana, baiana e nacional.

Justificativa

Primeiro bloco afro percussivo feminino do Brasil -e talvez do mundo-, a Didá nasceu, curiosamente, do sonho e da utopia de um homem, NEGUINHO DO SAMBA (1955-2009), considerado o grande inovador do moderno Carnaval baiano, pois foi o criador do ritmo que revolucionou a música afrobaiana: o samba-reggae. A Didá, que completa 30 anos de existência neste 2023, tem outro importante personagem oculto na sua história. No caso, Paul Simon, da dupla Simon&Garfunkel, um dos ícones da música pop internacional na década de setenta do século XX. A participação de Paul Simon é de natureza indireta: fascinado pelo trabalho musical de Neguinho, com quem gravou um disco, Simon quis presenteá-lo com um carro importado. Neguinho recusou e disse que preferia que o artista americano comprasse um casarão no Pelourinho, onde ele pretendia criar uma instituição cultural para formação musical e profissional de mulheres negras. Assim nasceu a Didá. Esta poderosa parceria de Neguinho e Paul Simon imprimiria duas marcas que a Didá mantém até hoje: a inovação e o internacionalismo. E o propósito de Neguinho, de abrir portas para as mulheres negras, empoderando-as através da arte e da cultura afro, fez da Didá referência e modelo nacional e internacional no campo da música, educação e qualificação de comunidades negras. Com estas linhas de atuação, a Didá tem se firmado no cenário nacional e internacional, com shows e gravações próprias, além de participação em espetáculos, gravações de CDs e clipes de artistas como Caetano Veloso, Gal Costa, Anita, Shakira, Margareth Menezes, Daniela Mercury, Marília Mendonça, Elza Soares, Naná Vasconcelos, Majur, entre outros. Entre os discos solos da Didá, destaca-se o CD "A Mulher Gera o Mundo", lançado em 1997, com 15 faixas de composições próprias e de outros autores. O disco, disponível nas principais plataformas, é considerado um marco na divulgação do samba-reggae e da performance de mulheres negras no âmbito da percussão afro. O núcleo musical da Didá é formado hoje por uma grande ala percussiva, integrada por dezenas de mulheres que tocam vários tipos de tambores de formato e afinações diversas, e a Banda-Show, com instrumentistas de cordas, teclado, voz e sopro - todas mulheres. Vale reiterar que a Didá vem promovendo este tipo de divulgação e celebração do papel da mulher negra, de forma ininterrupta, em seus carnavais desde 1995, um trabalho criado e dirigido por um corpo diretivo e artístico integrado exclusivamente por mulheres negras, de formação diversa. Mas o trabalho da Didá não se resume ao carnaval. Muito pelo contrário. Tão importante quanto o trabalho na música e na dança é a ampla ação social e educativa que a instituição vem desenvolvendo em todos estes anos, sempre voltada para as comunidades negras pobres de Salvador, tendo como públicos-alvo mulheres e crianças. Trata-se de um trabalho constante de formação e capacitação de mulheres negras periféricas -e de crianças pobres- através de cursos e oficinas permanentes em diversas áreas. São cursos de formação musical (teoria e prática percussiva), coreografia e teatro de essência afro-baiana, artes plásticas, literatura, língua estrangeira e, nos últimos anos, manejo de novas tecnologias da comunicação, com ênfase em redes sociais. No campo de formação infantil, vale destacar o Projeto Sódomo de estímulo socioeducativo, através da música, para crianças negras. Através dele, já foram beneficiadas centenas de crianças das comunidades do Pelourinho e outras áreas periféricas de Salvador. Este trabalho diversificado da Didá tem obtido importante repercussão internacional, com constantes convites de entidades públicas e privadas, de outros países, para realização de cursos e oficinas em suas comunidades. Foi o caso de um convite direto da Presidência da República de El Salvador, em 2011, para realização de um grande curso naquele país, que obteve grande sucesso. Na ocasião, a Didá foi agraciada com o título de reconhecimento de excelência pela Secretaria de Inclusão Social do governo Salvadorenho. A Didá atendeu também convites de entidades públicas e privadas dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Espanha e Argentina, entre outros países, enviando representantes para administrar cursos e promover oficinas de percussão e samba-reggae em seus variados formatos. Apesar de toda esta repercussão nacional e internacional, a instituição para manter seu funcionamento ainda depende de ajudas sazonais de órgãos privados e públicos. Este, também, é um reflexo da natureza jurídica desta instituição que opera sem fins lucrativos visando apenas, como relatado acima, inclusão e desenvolvimento social da mulher negra, principalmente. Pensando em melhor suprir as necessidades financeiras desta belíssima instituição, esta proposta foi elaborada no formato Plano Anual visando manter o funcionamento estrutural, operacional, a sua força laborativa - sempre exercida com muito amor - e a criação de novas oficinas e cursos idealizados e descritos nos próximos tópicos. Aqui se propõe também ampliar atendimentos para áreas de psicologia, direito e assistência social como forma de contrapartida social. Vale ressaltar aqui que estas três últimas ideias de contrapartida social surgiram de uma necessidade, previamente constatada, de melhor acolhimento de uma parte do público que busca na Didá uma forma de se fortalecer e retornar para seu lar renovado. Este foi ponto de debate entre as líderes da instituição e suas colaboradoras que chegaram à conclusão que poderiam fazer muito mais pelas mulheres que buscam nos tambores apoio e garantia de direitos sociais. Para concluir, é importante frisar que este projeto será vital para a sobrevivência e aperfeiçoamento de uma entidade pioneira, que, lutando contra todo tipo de dificuldade, vem realizando um trabalho original e longevo de empoderamento e formação de mulheres negras. Após ter nascido como a primeira banda afropercussiva feminina do Brasil, e a mais legítima depositária das técnicas musicais revolucionárias do mestre Neguinho do Samba, a Didá foi aos poucos se transformando em uma escola multidisciplinar de cidadania. Com o apoio do MINC, através da Lei Rouanet, esta escola, que, praticamente sozinha, já ganhou o respeito do Brasil e do mundo, pode se transformar em uma universidade de democracia, afirmação, liberdade e empoderamento, empunhando de forma original e vigorosa as bandeiras antirracismo e anti submissão feminina. Este projeto se enquadra nos Artigos 1º e 3º da Lei 8313/91: Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3°: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização eaperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

(Artigos, incisos e alíneas que o projeto se enquadra com suas justificativas - Referência ao item JUSTIFICATIVA) Este projeto se enquadra nos Artigos 1º e 3º da Lei 8313/91: Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais; Através do acesso gratuito a mulheres negras a cursos e oficinas de música, dança afro, canto e criação de figurinos, fantasias e adereços, além da Didá Banda Feminina promover toda terça-feira da semana um Ensaio-Show nas ruas do Pelourinho, aberto à população. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais; Através da formação continuada das mulheres participantes da Didá Banda Feminina promovendo a difusão do samba-reggae. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Através do fomento, potencialização e expansão das ações artísticas, educativas e social da Associação Educativa e Cultural Didá, berço da primeira banda afropercussiva feminina e a mais legítima depositária das técnicas musicais do mestre Neguinho do Samba, criador do ritmo que revolucionou a música afrobaiana: o samba-reggae. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional; Através do fomento à cultura afro e seu samba-reggae, alicerce da instituição. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Através do produto principal que manterá a instituição em pleno funcionamento, reafirmando aqui a importância cultural e histórica da Didá: primeira banda afropercussiva de mulheres negras do Brasil. Art. 3°: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização eaperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Através da realização de cursos e oficinas gratuitas para mulheres negras de: Introdução e Aprimoramento Musical nos instrumentos (teoria e prática): percussão, violão, baixo elétrico, teclado, trompete e flauta; Canto; Dança Afro; Introdução a Percussão Sensorial; Figurinos, Fantasias e Adereços, além da realização de rodas de conversa voltadas à cultura afro. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Através de cursos e oficinas de Figurinos, Fantasias e Adereços, que irá trabalhar as tendências singulares e plural da moda afro, de origem africana, brasileira e baiana. (Continuidade do texto do produto principal Plano Anual localizado em Detalhes Técnicos - Sinopse da Obra*) ASSISTÊNCIA SOCIAL EM COMUNIDADES RELACIONADAS Por uma vocação vinculada às suas origens e pela pressão de demandas reais sempre presentes, a Associação Educativa e Cultural Didá tem prestado, desde o início do seu funcionamento, serviços assistenciais a grupos e pessoas vulneráveis, em comunidades do Centro Histórico e bairros periféricos de Salvador. A fim de suprir a necessidade premente de reforçar e regularizar alguns desses serviços, este projeto inclui a contratação de profissionais de Direito, Psicologia e Assistência Social para atendimento individual a mulheres que buscam socorro e amparo junto à Didá. A proposta é assegurar uma vez por semana para cada especialidade atendimento gratuito para seis (06) mulheres/dia em média, nas seguintes áreas: - Assistência Jurídica em questões frequentes, como paternidade, violência doméstica, racismo, pensão alimentícia etc; - Assistência Psicológica em quadros de tristeza, depressão, distúrbios mentais etc; - Assistência Social a mulheres negras moradoras do Centro Histórico e de comunidades periféricas com orientações voltadas à proteção social e ao enfrentamento de dificuldades cotidianas.

Especificação técnica

O presente projeto visa manter, aperfeiçoar e ampliar o funcionamento da Associação Educativa e Cultural Didá e está ancorado em três produtos: 1) PRODUTO PRINCIPAL: PLANO ANUAL - Reestruturação da Gestão e Assistência Social O plano anual de custeio se propõe a realizar reestruturação na gestão da instituição com implantação de procedimentos de planejamento, acompanhamento, avaliação e construção da memória das atividades, para potencializar e expandir as ações artísticas, educativas e sociais da Associação Educativa e Cultural Didá nas áreas de inclusão, formação e empoderamento de mulheres negras do Centro Histórico e comunidades periféricas. Os recursos deste plano anual de custeio serão destinados ao pagamento de: despesas regulares com suprimento de água, energia, internet, materiais de limpeza, pedagógicos e de escritório, e eventuais reparos civis, elétricos e hidráulicos na sede da instituição; honorários de professoras e monitoras para os cursos e oficinas; pagamento de algumas colaboradoras regulares nas áreas de coordenação, serviços gerais e apoio técnico (ressalta-se que a maior parte da mão de obra continuará a ser suprida por trabalho voluntário); honorários de profissionais nas áreas de assistência social, jurídica e psicológica. REESTRUTURAÇÃO DA GESTÃO - Implantação dos seguintes núcleos operacionais: Núcleo de Comunicação e Relações Públicas; Núcleo de Renovação Estética com cursos, palestras, visitas e oficinas; Núcleo de Assistência Social com serviços de assistência social, jurídica e psicológica. - Recuperação da Memória Histórica da Didá e do seu fundador, mestre Neguinho do Samba, através da pesquisa, organização e digitalização do acervo disponível, incluindo registros audiovisuais em risco de perda. - Elaboração de projeto executivo para implantação futura do Museu de Imagem e Som da Didá. - Identificação de fontes e elaboração de projetos para captação de financiamentos público e privado de programas específicos da Associação. - Criação de website para ampliar a visibilidade e agrupar as páginas relacionadas da instituição em redes como Youtube, Flickr, Facebook, Instagram, TikTok etc. - Criação e implantação de procedimentos regulares de avaliação e de registro, com textos e imagens, de todas as atividades realizadas pela Associação, tais como cursos e oficinas; apresentações artísticas da banda; visitas; atendimentos de assistência social; participação em eventos, seminários e palestras etc. - Elaboração de relatório anual com avaliação qualitativa e quantitativa das ações realizadas e públicos beneficiados. - Criação de cadastro online de associados, filiados e participantes dos cursos e oficinas. ASSISTÊNCIA SOCIAL EM COMUNIDADES RELACIONADAS Por uma vocação vinculada às suas origens e pela pressão de demandas reais sempre presentes, a Associação Educativa e Cultural Didá tem prestado, desde o início do seu funcionamento, serviços assistenciais a grupos e pessoas vulneráveis, em comunidades do Centro Histórico e bairros periféricos de Salvador. (continuação em Outras Informações) 2) PRODUTO: CURSOS/OFICINAS/ESTÁGIOS - Renovação Estética A Associação Educativa e Cultural Didá, ao longo de seus 30 anos, vem desenvolvendo um amplo trabalho de formação em música e em dança, sempre voltada para mulheres e crianças de comunidades do Centro Histórico e bairros periféricos de Salvador, origem de sua própria história. O objetivo central dessa ação de formação é fortalecer o desenvolvimento artístico, social, econômico e humano de mulheres negras e proporcionar trocas de experiências. Recursos deste projeto permitirão a oferta regular e contínua de cursos e oficinas gratuitas para alunos de diferentes níveis, em disciplinas relacionadas à natureza da Associação: composição, execução de instrumentos musicais, canto, dança afro, criação e confecção de figurinos e adereços, produção de eventos e manejo de novas tecnologias de comunicação. No desenvolvimento dos cursos será valorizada a metodologia de ensino e aprendizagem com monitorias, de modo que alunas mais graduadas exercitem a transferência de conhecimento a turmas iniciantes, com supervisão das professoras, estabelecendo uma circularidade do saber e da aprendizagem entre pares. A programação de cursos e oficinas será dividida em semestres e amplamente divulgada. Embora a carga horária e número de vagas de cada curso possa variar, estima-se em média 25 inscrições por turma, com duas horas/aulas por semana, o que resulta na projeção de 550 inscrições por semestre. A partir das demandas já identificadas na experiência da Associação, a programação inicial oferecerá os seguintes cursos e oficinas: - Música: iniciação e aprimoramento técnico na execução de instrumentos de percussão, violão, baixo elétrico, teclado, trompete e flauta (teoria e prática). Cinco (05) turmas por semestre, com duas (02) a quatro (04) horas-aulas semanais. - Canto: uma turma por semestre, com duas (02) horas-aula semanais. - Introdução à Percussão Sensorial: oficinas com instrutoras especializadas direcionadas a pessoas com deficiência visual e auditiva. Aulas semanais de duas (02) horas, com média de 10 participantes. - Dança Afro: Uma turma por semestre, com duas (02) horas-aula por semana. - Figurinos, Fantasias e Adereços: oficina que irá trabalhar as tendências singulares e plurais da moda afrobaiana, em que o aprender fazendo será a tônica para criações de vestuários, figurinos, fantasias, adornos e adereços com o uso de missangas, búzios, fitas e artesanias. A produção desta oficina poderá ser utilizada nas apresentações performáticas da Banda Didá. A cada semestre será formada uma turma com uma média de 25 alunas, com aulas semanais. Ao longo de cada semestre as crianças e mulheres participantes dos cursos e oficinas também serão convidadas a participarem de atividades de imersão, reflexão e diálogo sobre temas relevantes e de interesse do coletivo, ampliando saberes e consciência, através da participação em palestras, seminários, rodas de conversa e eventos sociais e artísticos. Faz parte também do propósito de formação que ao final de cada semestre seja realizada uma Mostra Artística, visando valorizar, dar visibilidade à produção criativa e fortalecer os vínculos entre as turmas, tendo na plateia famílias, parentes e amigos das participantes. 3) PRODUTO: INSTRUMENTOS MUSICAIS - Renovação Estética A fim de suprir a realização de cursos e oficinas gratuitas, com periodicidade semestral, regular e contínua para crianças e mulheres negras de comunidades periféricas, recursos deste projeto serão também direcionados para aquisição de instrumentos musicais, maquinários de costura e insumos utilizados nas aulas e trabalhos. Os principais itens a ser adquiridos são: - Instrumentos Musicais e Acessórios: violões, teclados, trompetes e flautas, suportes, encordoamento para violões, bocais e palhetas para trompete, bocais para flauta. - Figurinos, Fantasias e Adereços: aquisição de máquinas de costura Overlock, reta Industrial, galoneira, tecidos e outros insumos para produção dos vestuários, adornos e adereços. Para a execução das atividades propostas a Associação Educativa e Cultural Didá disponibilizará além do espaço físico, em sua sede no Pelourinho, sua rede de colaboradoras e profissionais voluntários, e seu acervo de instrumentos de percussão, tambores de tamanhos e afinações diversas, possibilitando que todas as participantes tenham um instrumento para praticar em aula.

Acessibilidade

Além dos cursos e oficinas de música, canto, dança afro, figurinos, fantasias e adereços que a Didá irá oferecer ao público prioritário de mulheres negras do Centro Histórico e bairros periféricos, será incorporada uma nova oficina de Introdução a Percussão Sensorial para o público infantil e mulheres deficientes - acessibilidade visual e auditiva – com professoras capacitadas para atuar com estas deficiências, com adaptações espaciais e didáticas de acordo com cada necessidade, desde o acesso a instituição, como, igualmente, a orientação e acolhimento. Será formada uma turma semestral com uma média de 10 pessoas, com aulas semanais. PLANO ANUAL – Produção/execução: Item – PSICÓLOGO (NO CASO DE PROJETOS SOCIOCULTURAIS) CURSO / OFICINA / ESTÁGIO - Produção/execução: Item – MONITORES Item – PROFESSOR DE INSTRUMENTO MUSICAL

Democratização do acesso

A Associação Educativa e Cultural Didá garantirá ao seu público-alvo a participação gratuita nos cursos e oficinas de: Introdução e Aprimoramento Musical nos instrumentos: percussão, violão, baixo elétrico, teclado, trompete e flauta; Canto; Introdução a Percussão Sensorial; Dança Afro; Figurinos, Fantasias e Adereços; Novas Tecnologias da Comunicação, além de participação em: palestras; seminários; eventos sociais e artísticos; rodas de conversa. Realizará ao final de cada semestre uma Mostra Artística, visando valorizar e dar visibilidade à produção criativa das turmas, aberta ao público. Permitirá, em horário comercial, acesso pleno do público em geral ao acervo e atividades da instituição. Promoverá intensa divulgação das ações para permitir que se amplie o acesso da comunidade aos bens e serviços culturais produzidos. Reforçará sua prática e discurso de empoderamento da mulher negra. Realizará toda terça-feira da semana um Ensaio-Show pelas ruas do Pelourinho. Em suma: o fortalecimento para o pleno funcionamento da instituição permitirá a preservação e difusão do conhecimento adquirido e mantido ao longo destes 30 anos de atividades, em especial as técnicas musicais criadas pelo mestre Neguinho do Samba, além da geração de novos produtos culturais, sempre procurando atrair e formar o máximo de mulheres e crianças negras. IN nº01/2023 Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma dasseguintes medidas de ampliação do acesso: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

COORDENADORA GERAL: DÉBORA REGINA DE SOUZA - VICE-PRESIDENTE DA INTITUIÇÃO - representante legal da Associação Didá. Mulher negra, moradora do Centro Histórico, responsável pela Coordenação Administrativa de todo o projeto: contratações, pagamentos, recebimentos. Gestão administrativa. Prestação de contas. Presidente da Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2021). Coordenadora das oficinas de arte educação com a Escola Municipal João Lino/SSA-BA, (1999-2003). Coordenação geral dos cursos da Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2021). Produtora cultural dos shows da Banda Didá (2009-2021). Coordenadora Geral nas ações do Bloco Afro Didá (2009-2021). Responsável da Didá Banda Feminina. Produtora do show da banda Didá em Saragozza/Espanha (2009). Produtora de workshop internacional da Didá em El Salvador (2010). Ganhadora do Troféu UMOJA oferecido pelo Grupo Cultural Olodum em reconhecimento ao seu trabalho social na comunidade do Maciel Pelourinho (2016). Expositora na Roda de Conversa “O legado afro brasileiro”, Pelourinho, 2017. Ganhadora do Troféu Berimbau oferecido pela Câmara Municipal de Salvador em reconhecimento ao seu trabalho social com mulheres e crianças na comunidade do Maciel Pelourinho (2018). COORDENADORA DE OFICINAS: ADRIANA PEREIRA PORTELA - DIRETORA CULTURAL DA INSTITUIÇÃO Mulher negra, percussionista, comunicadora e educadora social. Graduação em Serviço Social - Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, 2015. Especialização em Gestão de Projetos Sociais – UNIJORGE, 2017. Mestranda em Ciências Sociais/UFBA. Maestrina da Didá Banda Feminina (primeira mulher a reger uma banda percussiva de samba-reggae no mundo), desde 1992. Coordenadora de todo o projeto educativo e artístico da Didá. Gestão e treinamento da equipe. Responsável pela agenda, materiais, cronograma e oficinas. Ministrou workshop de samba-reggae: Europa, França, Alemanha, Canadá e Argentina. Cursou Escola Técnica Federal da Bahia - curso de Eletrônica, 1995. Curso de Radialismo - Rádio e TV/CEFET-BA, 2003. Dança Afro, Espaço X, de 1990 a 1994. Produtora, maestrina e percussionista de shows da Banda Didá em Nova York, Uruguai, Argentina, Orlando, República Dominicana, El Salvador, Saragozza (1997, 1998, 1999, 2000). Maestrina, dirigente e professora de percussão na Associação Educativa e Cultural Didá (1994-2023). Diretora percussiva e baterista da Didá Banda Feminina (1999-2023). Produtora de eventos no Projeto Didá (2000-2021). Escritora no livro: Debates sociológicos, educacionais e identitários, editora Kawo Kabiyesile, 2016. Professora de percussão na FUNDAC (2014-2021). COORDENADORA DE PRODUÇÃO: ANDRÉA PAULA DE SOUZA - PRESIDENTE DA INSTITUIÇÃO Mulher negra, moradora da comunidade do Maciel Pelourinho. Coordenadora das oficinas. Responsável pela formação do conteúdo artístico e coordenação das aulas. Presidente da Associação Educativa e Cultural Didá (2023). Coordenadora do bloco afro Didá. Oficina de Canto livre com o Professor Jô Macedo (2006). Curso de Dança Afro na Associação Educativa e Cultural Didá (2008). Produtora geral de eventos da Didá Banda Feminina (2009-2021). Produtora do evento da Didá Banda Feminina em Porto de Galinhas/PE. Produtora do show da Banda Didá realizado no réveillon em Copacabana/RJ. PROFESSORA DE GÊNERO DE DANÇA: CARLA ANDREZA SOUZA DA SILVA - DIRETORA FINANCEIRA DA INSTITUIÇÃO Diretora Financeira da Associação Educativa e Cultural Didá (2021); Mulher Negra, moradora do Centro Histórico, formada em Dança Afro; Contemporânea pela FUNCEB-BA, Instrutora das oficinas de arte educação na Associação Educativa e Cultural Didá – Salvador (2018-2022); Instrutora de Dança Afro na Associação Educativa e Cultural Didá (2009-2021); Percussionista e componente da Banda Didá Show (2021-2022); Produção nas ações do Bloco Afro Didá (2009-2021); Representou a Didá no Festival no Reino Unido (2022). PROFESSORA: IVONE CRUZ DE JESUS - DIRETORA SECRETÁRIA DA INSTITUIÇÃO Diretora secretária da Associação Educativa e Cultural Didá (2021); Mulher Negra, moradora do Pirajá, formada em Gestão de Recursos Humanos pelo Centro Universitário Jorge Amado, Salvador, Bahia; Pós graduada em Psicologia Organizacional pelo Centro Universitário Unime, Salvador, Bahia; Participante do projeto Sódomo (1999); Percussionista da Banda Feminina Didá desde 2000 até o presente momento; Formada em Dança Afro e Moderna da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia - (SUDESB). Salvador, Bahia (1996-1998); costureira, figurinista e segunda Maestrina da Didá Banda Feminina. SILMÁRIA LOPES DAS NEVES Mulher negra, 48 anos, trompetista da Didá Banda Feminina, tem Curso Superior de Licenciatura em Educação Musical (UFBa) e cursos de formação e aperfeiçoamento em teatro (Oficina Teatro Jovem – professores Cássia Valle e Leno Sacramento, na Moinhos Giros de Artes – 2016-2017), em Práticas Educativas e Musicais (Brasil Thuru) e em educação infantil, pelo Projeto Sódomo (Didá -2010-2013). Foi trompista da Orquestra Sinfônica da UFBa, trompetista da Oficina de Frevos e Dobrados do Maestro Fred Dantas, trompetista da Banda Mulherada e da banda Samba de Maria. Como instrumentista da Didá, tem participado de diversos shows, excursões e desfiles de carnavais, desde 2001. MARIA AUXILIADORA BISPO DOS SANTOS Mulher Negra, guitarrista e arranjadora de cordas, teclado e sopro da Didá Banda Feminina, é concluinte do Curso Superior de Licenciatura Musical (UNIASSELVI) e tem curso técnico em instrumentos de cordas. É professora de violão “Prática de Conjunto/Banda” (Centro Dom Lucas), de Educação Musical Infantil (Mansão do Caminho) e de Arte Educadora (Escola Toque). Participou de dezenas de shows e excursões da Didá Banda Feminina. TAMIRES ESTRELA Mulher Negra, baixista, é graduada em Licenciatura em Música (UFBa), com cursos em Harmonia (FUNCEB) e Improvisação – Tirando Música de Ouvido (Prof. Nelson Faria). Foi Coordenadora Artística Interina da Orquestra Sinfônica da Bahia e atualmente é arquivista nesta mesma sinfônica. Foi violonista da Orquestra de Violões Neojibá (2015) e Bolsista do Centro de Documentação e Memória do Neojibá. É instrumentista da Didá desde 2016, tendo participado de dezenas de shows e excursões da banda. ANA PAULA MONTEIRO RIBEIRO Mulher negra, 42 anos, tecladista, tem curso de Licenciatura em Música pela Universidade Católica de Salvador, Pós Graduação em Musicoterapia (Universidade Alpha-Recife) e Curso de Extensão (Funceb-Maestro Letieres Leite). Foi diretora musical da banda Máquinas na Pista, coordenadora de projeto na Banda Mulherada e instrumentista no grupo Timbaladies. Participou em apresentações no Video Show e Xuxa (com a banda Caçulas do Samba) e Caldeirão do Huck e Fátima Bernardes (com a banda Babado Novo). Tem feito shows e carnavais com a Didá.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.