| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04913711000108 | Banco do Estado do Pará 3S.A. | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 04895728000180 | EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
O projeto visa a realização de Exposições de Artes Visuais na temática da Fotografia, realização de Palestras e Oficinas Artísticas para capacitação na área. Como medida de Ampliação de Acesso, haverá a disponibilização da exposição como Mostra Virtual.
Classificação Indicativa Livre.
Objetivo Geral O objetivo geral deste projeto é promover a apreciação e o engajamento com a arte da fotografia, por meio de exposições gratuitas e de oficinas voltadas para jovens, proporcionando um espaço de aprendizado criativo e estimulante no âmbito das artes visuais. Objetivos Específicos: Produto: Exposição - Realizar a 13º edição do Diário Contemporâneo de Fotografia 2023 constituída de 3 mostras: 1. "Todo o corpo em deslocamento tem trajetória", sob curadoria de Lívia Aquino (curadora convidada) com trabalhos de 15 artistas, selecionados por edital e 10 artistas convidados; 2. "In Natura/In Vitro" coletiva com a participação de aproximadamente 8 artistas que reunirá obras da Coleção DCF e novas aquisições para o projeto via edital; 3. "Jacques Huber - Coletas", sob curadoria de Mariano Klautau Filho e Nelson Sanjad. Espera-se 5.000 visitantes no total. Como medida de ampliação do acesso, a mostra será convertida para o formato virtual. São esperadas 1.500 visualizações. - Haverá também duas palestras realizadas durante uma das exposições, com duração de 90 minutos, que visa alcançar 50 pessoas no total. Produto: Oficina - Realizar 8 oficinas gratuitas para 230 alunos da rede pública de ensino (a partir dos 12 anos de idade), na temática das Artes Visuais e da Fotografia. Espera-se 40 alunos por oficina, as quais terão 2h de duração. - Roda de Conversa gratuita :● Relatos de processos com os artistas - Público alvo: estudantes, artistas, pesquisadores interessados no campo da imagem e da arte, processos e experimentações. Carga horária: 2h. Número de participantes: previsão de 35 pessoas.● Ativações curatoriais com Lívia Aquino - Público alvo: estudantes, artistas, pesquisadores interessados no campo da imagem e da arte, processos eexperimentações. Carga horária: 2h. Número de participantes: previsão de 45 pessoas. - Mini Curso: desenvolvimento de cursos/oficinas de formação gratuitos, abertos para estudantes, pesquisadores e interessados no campo da imagem, processos e experimentações artesanais desenvolvidas pelos artistas residentes. Serão 3 cursos de 2h de oficina durante 4 dias e com público esperado de 20 pessoas.
A fotografia produzida no Pará, em especial na sua capital, Belém, ocupa um espaço privilegiado no campo da fotografia contemporânea brasileira. Este reconhecimento é fruto da diversidade poética e de uma atitude coletiva de produção que começou a ser construída desde os anos 1980. As gerações paraenses se desdobraram e expandiram o conceito de fotografia, hoje afinado com as questões atuais das artes visuais contemporâneas. O resultado é a presença não só do reconhecimento da trajetória particular de cada autor no Brasil e exterior, como também a constante revelação de novos artistas que enriquecem a produção emergente. Além desta renovação, o Pará vem se destacando como campo de pesquisa e reflexão sobre a imagem e tem na sua fotografia um elemento singular na permanente construção de uma cartografia representativa da linguagem visual contemporânea. Uma região que reflete sobre sua imagem, será uma região capaz de superação e reinvenção de sua cultura. Ciente disto, o Diário Contemporâneo de Fotografia _ DCF vem atuando, desde 2010, com expressivo amadurecimento e reconhecimento por parte dos artistas de todo o país no intuito de redimensionar esta potência, que é a fotografia no Estado do Pará, fazendo circular pelo Brasil a produção fotográfica e das artes visuais, promovendo a troca de experiências em território nacional. O projeto tem criado um ambiente de conhecimento e estímulo à produção e à integração com museus de arte e instituições públicas com a realização de palestras, cursos e ações educativas especialmente pensadas para o evento em uma parceria com escolas públicas do ensino médio na capital paraense promovendo o encontro de crianças e adolescentes com o campo da linguagem fotográfica como conhecimento. Belém hoje possui um circuito artístico dinâmico constituído de diversos espaços expositivos entre museus, galerias, salões de arte e editais voltados para o artista visual. A presença criativa da fotografia na agenda cultural da cidade resulta da força original de sua expressão e da sua capacidade de abrir fronteiras para a arte contemporânea e para o conhecimento da nossa região. Sua vocação experimental, a relação com as questões da imagem, a diversidade de suporte, e a sua aproximação com a tecnologia e as mídias digitais fazem da produção paraense um campo de constante renovação e diálogo com o circuito nacional de Artes Visuais. Até o ano de 2010, não existia um projeto de grande porte voltado exclusivamente para a fotografia contemporânea; um projeto que estimulasse a fotografia e seus diversos territórios como um ambiente de difusão, troca de experiências e formação educacional. Os resultados obtidos com as doze edições realizadas até agora, vem comprovando o sucesso na consolidação da prática e do aprendizado fotográfico na nossa região; e vem ampliando a visibilidade para os novos artistas do Pará em uma perspectiva nacional, e ainda criando condições para o desenvolvimento da fotografia brasileira tornando o Estado um espaço geográfico definitivo para a arte fotográfica. Como parte desse amadurecimento e expansão, ressaltamos duas proposições implementadas pelo projeto ao longo dessa primeira década: a criação, em 2016, da Coleção DCF de Fotografia, constituída de obras premiadas e doações de artistas participantes das diversas edições e abrigada em dois museus parceiros do projeto: Museu da Universidade Federal do Pará e Museu Casa das Onze Janelas; e a abertura a partir de 2020 para curadores convidados, a cada edição, a compartilhar e contribuir com a curadoria geral do projeto, ampliando assim a participação de produções e artistas em processos contemporâneos decoloniais. Com o tema "Todo corpo em deslocamento tem trajetória", a proposição de Lívia Aquino se dirige ao corpo como território pessoal, lugar de vivência única e ao mesmo tempo conectado ou em confronto com a experiência social. Sobre a dimensão política e cotidiana que abrange a proposta temática desta edição, a curadora declara: "Interessa nessa proposição estarmos atentos a corpos, no plural da palavra, no plural das experiências vividas e sentidas. Corpos que são forças distintas, você, eu, elas, eles, elus, nós. Corpos que não param de perceber, de sentir, de assimilar a vida que constroem na vizinhança ou na distância de outros corpos. Face a face, ombro a ombro, lado a lado". Como parte da edição e completando a proposta da mostra principal, o projeto se constitui de outras exposições especiais que fortalecem a programação como trabalho de pesquisa curatorial, tanto no campo histórico quanto na produção contemporânea emergente. Para esta edição, a proposta das mostras "In Natura/In Vitro" e "Jacques Huber - Coletas" vem cumprir tais objetivos. A primeira envolverá a relação entre corpo e paisagem com trabalhos que refletem sobre os sentidos de natureza e artifício; a segunda a produção fotográfica do universo vegetal realizada pelo cientista suíço Jaques Huber no início do século XX como funcionário do Museu Emílio Goeldi em Belém. As mostras resultarão em uma média de participação de 50 artistas que irão se distribuir em espaços públicos e instituições parceiras do projeto como o Museu do Estado do Pará _ Sistema Integrado de Museus da Secretaria de Cultura do Estado, Museu da Universidade Federal do Pará e o Solar da Beira, espaço cultural da Prefeitura no Complexo do Mercado do Ver-o-Peso ao longo de dois meses. A programação de palestras, oficinas, workshops e ações educativas foi concebida desde o início do projeto para promover a formação cultural, a pesquisa em artes visuais e fotografia, reunindo pesquisadores, artistas e professores da região em diálogos com profissionais de outros eixos de produção do país. Desta forma, o projeto vem se consolidando como uma iniciativa artístico-cultural fundamental para o incentivo e enriquecimento do processo de expressão da arte fotográfica e de toda a sua diversidade e alcance nas áreas afins, como vídeos, instalações e proposições interativas. O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprir com essas finalidades, ele se enquadra, também, nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
PASSAGENS AÉREAS São Paulo ( SP ) - Belém ( PA ) - Ida e Volta - 10 pessoas - Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Rio de Janeiro ( RJ ) - Belém ( PA ) - Ida e Volta - 10 pessoas - Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Porto Alegre ( RS ) - Belém ( PA )- Ida e Volta- 10 pessoas- Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Fortaleza ( CE ) - Belém ( PA )- Ida e Volta- 10 pessoas- Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Belo Horizonte ( MG ) - Belém ( PA )- Ida e Volta- 10 pessoas- Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades. Brasília ( DF ) - Belém ( PA )- Ida e Volta- 10 pessoas- Passagens para a equipe do projeto acompanhar a Exposição nas diversas localidades.
Proposta Museográfica e Planos Pedagógicos em anexo.
Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A exposição será realizada em espaços adequados para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, dispondo de rampas de acesso, sinalizaçã, piso tátil, etc. • Item da planilha orçamentária: Não se aplica. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: A exposição contará com material impresso em braile sobre as fotografias expostas, para pessoas com deficiência visual. Além disso, haverá qr code possibilitando acesso a Audiodescrição das obras. • Item da planilha orçamentária: Impressão em braile e Serviço de Audiodescrição. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As obras da exposição serão descritas detalhadamente e interpretadas em Libras, com disponibilização na plataforma do projeto. • Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE para PcD físico, PNE, Pessoa com TEA, PcD intelectual: Monitoria especializada inclusiva. • Item da planilha orçamentária: Monitores. Produto: OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Será realizada em espaços adequados para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, dispondo de rampas de acesso, banheiros para PCD, etc. • Item da planilha orçamentária: Não se aplica. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Contará com material impresso em braile sobre os materiais apresentados, para pessoas com deficiência visual. • Item da planilha orçamentária: Impressão em braile. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Haverá presença de Intérprete de Libras. • Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE para PcD físico, PNE, Pessoa com TEA, PcD intelectual: Monitoria especializada inclusiva. • Item da planilha orçamentária: Monitores.
Democratização de Acesso: Todos os produtos resultantes do projeto serão distribuídos gratuitamente, portanto, o plano de distribuição da proposta está de acordo com o previsto no Art. 27 da IN MinC nº 1/2023, inciso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Ampliação de Acesso: Conforme o art 28, inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Está previsto no projeto a disponibilização dos produtos culturais via streaming.
José Mariano Klautau de Araújo Filho - Proponente/Coordenador Geral Artista, pesquisador em arte e fotografia, curador independente e professor na Universidade da Amazônia. PhD em Artes Visuais na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, ECA/USP. Mestre em Comunicação e Semiótica na PUC/SP. Curador do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, Belém desde 2010. Atuou como curador convidado e Consultor de Fotografia na Pinacoteca de São Paulo (2016-2017), onde foi curador da exposição “Antilogias: o fotográfico na Pinacoteca”. Participa de diversos projetos de fotografia e arte no Brasil, como festivais de fotografia, seminários de arte e curadoria. Participa de projetos de publicação como “O Poder da Multiplicação” do Instituto Goethe em Porto Alegre, em 2018; organizou e escreveu textos para “Antilogias: O Fotográfico na Pinacoteca” publicação de exposição homônima que teve sua curadoria: publicou artigos em periódicos importantes como “Concinnitas” da UFRJ, “Porto Arte” da UFRGS e “ARS” da Escola de Comunicação e Artes da USP. Participou do projeto “1CuradorX1Hora” do curador carioca Raphael Fonseca sobre os principais curadores no Brasil. Como artista, ele participou de várias exposições, como “+100 = 22/Quantos Patos na Lagoa?” na Galeria b_arco – SP (2022), “Arte Pará: Uma história da videoarte na Amazônia(Episódio 1): Pará”, “Triangular: arte deste século” - Casa Niemeyer – Brasília – DF (2019/2020), “Feito poeira ao vento: fotografia na coleção MAR” (MAR, 2017-2018), “Cidades invisíveis” – MASP – SP (2014), Bienal del Fin Del Mundo – Ushuaia – Argentina (2007), “Desindentidad” – IVAM – Valência, Espanha (2006), IX Bienal de Habana (2006) entre outras. Seus trabalhos fazem parte dos seguintes acervos: MAM-SP, MASP (Coleção Pirelli), Museu do Estado do Pará, Museu da Fotografia de Curitiba, Museu da UFPa, Museu Casa das Onze Janelas, Coleção Joaquim Paiva entre outras. O proponente será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, receberá pela rubrica de Coordenador Geral. Lívia Aquino - Curadora Pesquisadora do campo da cultura e das artes visuais, é professora e artista. Sua prática opera conexões entre a imagem, a escrita e a leitura, explorando seus significados e os sentidos que produzem no espaço e com o outro, como participador. Graduada em Psicologia, atua também como psicoterapeuta e Doutora em Artes Visuais e Mestre em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É professora na pós-graduação em Práticas Artísticas Contemporâneas e na graduação de Artes Visuais e de Produção Cultural da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo. Autora do livro Picture Ahead: a Kodak e a construção do turista-fotógrafo, Prêmio Funarte Marc Ferrez 2015. Entre 2009 e 2017 editou o blog Dobras Visuais Participou de exposições coletivas no Parque Lage, no Centro Cultural da Diversidade, na Galeria Reocupa Ocupação 9 de julho, na Fundação Joaquim Nabuco, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Sesc Belenzinho, na Pinacoteca de São Paulo, no Museu do Estado do Pará, na HibertRaum Gallery Berlin, no Instituto Adelina, no Museu de Arte de Ribeirão Preto, no Sesc São Carlos, no Museu de Arte Brasileira e no Centro Cultural São Paulo. Deborah Araújo - Assessora de Imprensa Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Pará - UFPA em 2014 e possui uma especialização em Gestão Estratégica de Marketing pelo Centro Universitário SENAC em 2022. Atualmente, é coordenadora de Comunicação na UPbio Soluções Ambientais desde fevereiro de 2023. Anteriormente, atuou como analista de Comunicação na mesma empresa de julho de 2021 a dezembro de 2022, e também como assessora de imprensa para a Virada Cultural Amazônia de Pé de agosto a setembro de 2022. Além disso, teve experiências como criadora e estrategista de conteúdo na Agência TUDE de fevereiro de 2020 a dezembro de 2021, redatora na Enter Agência Digital de maio de 2020 a março de 2021, assessora de Comunicação do II FEMMEFEST - As Três Marias de janeiro a março de 2021, assessora de Comunicação do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia de janeiro de 2014 a dezembro de 2020, e trabalhou em planejamento na Enter Agência Digital de janeiro a março de 2020 e na Agência Trato Marketing de julho a outubro de 2019. Anteriormente, também foi assessora de imprensa da Exposição "Geografia do Espelho" de novembro de 2018 a janeiro de 2019, e assessora de imprensa da Universidade da Amazônia e Faculdade Maurício de Nassau - Belém de janeiro a maio de 2017. Irene Almeida de Almeida - Produtora e Oficineira Graduada em Pedagogia pela UEPA (1998), MBA em Cerimonial, Protocolo e Eventos - IESAM (2009). Iniciou seus estudos de fotografia em 1996, em oficinas da Fundação Curro Velho e Associação Fotoativa. Participou de diversas exposições coletivas, entre elas: “Fotoativa Pará Cartografias Contemporâneas”, Sesc São Paulo (2009); "Indicial" – Sesc Boulevard - Belém/PA (2010); 3o Salão da Vida – artista convidada (2010); “A Arte da Lembrança – a saudade na fotografia Brasileira”, seguintes locais: Itaú Cultural (SP) – Janeiro de 2015. Itinerância: Janeiro de 2016 no MAC-CE (Museu de Arte Contemporânea do Ceará). Agosto de 2016 - no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. Outubro de 2016, Salvador (BA) na Fundação Gregório de Mattos - Galeria da Cidade (Teatro Gregório de Mattos) e Galeria Juarez Paraíso (Espaço Cultural da Barroquinha). Exposição “Atravessamentos: Fotoativa ontem e hoje - Sesc Sorocaba (2018) e Sesc Ribeirão Preto (2019). Realizou a individual “Transitório”, no Espaço Cultural Conselheira Eva Andersen Pinheiro MPC (2012). Junto com Camila Fialho atuou comocuradora da mostra expositiva Atravessamentos, da Associação Fotoativa, no Cdf - Centro de Fotografia de Montevideo (2019). No projeto Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, atua na produção e assistência de Curadoria (2010 a 2021). Atualmente compõe o núcleo gestor da instituição de 2017 a 2020 e de 2021 a 2023 na gestão como presidenta da Associação Fotoativa. Atua também como fotojornalista desde 2014 no Jornal o Diário do Pará e como arte educadora em fotografia em instituições públicas e privadas com público diverso.
Periodo para captação de recursos encerrado.