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A proposta deste projeto é contar a história do milho, um cultivo que ganha cada vez mais importância para o agronegócio brasileiro. Originário das Américas, o milho faz parte da história do nosso continente. No Brasil, foi incorporado à nossa cultura e se expandiu por todo o território, se fazendo presente na mesa brasileira, seja em espiga, ou em pratos deliciosos e afetivos como bolo de milho, pamonha, cural, mingau e pipoca. O milho ainda é um dos ingredientes da cerveja, uma das bebidas mais populares do Brasil. Hoje, o Brasil é o terceiro maior produtor e exportador deste cereal, perdendo apenas para EUA e China.
LIVRO: O tema central do livro é o milho e sua importância sócio/cultural e econômica para o desenvolvimento de povos originários do continente americano e qual o legado dos povos que habitaram a América antes da chegada dos europeus do ponto de vista de cultura alimentar. A ideia é apresentar um panorama histórico da importância do milho tanto na cultura dos povos americanos. Para tanto vamos construir o livro a partir dos seguintes capítulos: 1. A origem do milho no continente americano Neste capítulo vamos apresentar a história da domesticação desse grão e sua utilização por povos originários da América. A ideia é mostrar desde o cultivo e o hábito alimentar que se formou através de seu consumo até as manifestações culturais ligadas a seu cultivo. 2. O milho entre os povos originais do Brasil Neste capítulo presentaremos a forma que cada uma das etnias indígenas, que habitava o que hoje conhecemos como Brasil, lidava com o cultivo do milho tanto do ponto de vista alimentar como cultural. 3. O milho sertão adentro Aqui mostraremos a importância do milho na interiorização do Brasil. O milho teve papel fundamental, como fonte de alimento, para a ocupação dos sertões. O milho foi dos alimentos fundamentais – assim como a mandioca – para os colonizadores que passaram a ocupar territórios desconhecidos em nosso país. Aproveitando do conhecimento e das roças indígenas o milho foi fundamental na construção histórica do país que conhecemos hoje. 4. O milho na cultura popular Neste capítulo vamos mostrar a inserção do milho na cultura popular brasileira. Tanto na gastronomia tradicional que remonta receitas indígenas, como sua utilização e adaptação pelos portugueses na gastronomia trazida da Europa. O milho como um dos produtos relevantes em nossa cultura gastronômica e sua participação em manifestações culturais populares. 5. A importância cultural e nutritiva do milho no continente americano Neste capítulo apresentaremos receitas de pratos à base de milho de vários países e culturas americanas. A ideia é apresentar como o grão faz parte da cultura alimentar dos povos americanos desde sua descoberta. As receitas serão elaboradas por uma especialista em cultura alimentar. Além das imagens de cada prato e da receita, serão apresentadas a história e origem de cada um deles. O milho faz parte da cultura alimentar dos povos americanos ao longo de toda sua história. A importância desde livro como produto cultural é apresentar essa história relevante que permeia desde hábitos alimentares de povos originários e sua relevante contribuição para a cultura gastronômica brasileira. Além disso a obra mostrará todas as manifestações culturais populares ligadas ao cultivo do milho. Por si só os hábitos alimentares de um povo e sua gastronomia já é item fundamental de sua cultura e neste livro mostraremos a relevância do desse grão, de origem americana, para nossa história. CONTRAPARTIDA SOCIAL/OFICINAS DE FOTOGRAFIA: serão ministradas 9 oficinas de fotografia para jovens (12 a 16 anos) da rede pública. As oficinas tem duração de 9 horas/aula. Os jovens aprenderão a fotografar com smartphone utilizando isso como ferramenta de comunicação. A ideia é mostrar que fotografia e redessociais são espaços importantes para se compartilhar e obter informação e conhecimento.
Objetivo geral: o principal resultado que este projeto pretende alcançar é produzir um livro de arte/fotografia/ilustrações que conte a história do milho no continente americano. Falando desde as sementes tradicionais e seu cultivo por povos originários e a sua importância tanto histórica quanto cultural. Falaremos, também, do movimento do tropeirismo paulista que foi responsável pela sua expansão em todo território brasileiro; da importância do milho dentro da alimentação e pratos típicos do país; até a expansão do seu cultivo tornando o Brasil o terceiro maior produtor e exportador do cereal e, também, da produção de biocombustível e fatores de sustentabilidade. Objetivos específicos: - LIVRO: produzir e publicar 2.000 exemplares do livro de arte/fotografia/ilustrações (produto principal) - CONTRAPARTIDA: 9 oficinas de fotografia em escolas da rede pública de ensino. A oficina tem duração de 9 horas/aula. Ao todo, serão 81 horas/aula de oficina.
A lei de incentivo à cultura é importante para a realização deste projeto de livro de arte/fotografia/ilustrações, pois sua relevância está em mostrar ao nosso país a história do milho no continente americano e o quanto ele influencia nossas vidas e costumes até os dias de hoje. O livro contará com fotografias, ilustrações e textos que, juntos, narrarão a história e o trajeto desse cereal: das tradições e costumes dos povos originários, passando pelo tropeirismo paulista e chegando nos dias de hoje, na mesa de todas as famílias, fazendo parte de receitas típicas e afetivas. É por isso que a Lei de Incentivo à Cultura é de extrema importância, pois é apenas dessa forma que poderemos atingir o maior número de pessoas e, principalmente, jovens e professores da rede pública (contrapartida social). Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
LIVRO: Formato (fechado): 23x29 cm Número de páginas: 192 + capas Capa dura revestida em couche brilho 150g (impressão 4x0) Laminação anti scuff Papel do miolo: Couche fosco 150g (impressão 4x4) Guardas em color plus escuro 180g Tiragem: 2.000 exemplares
LIVRO Acessibilidade física: não cabe Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não existe Acessibilidade de conteúdo: Haverá um QR Code no livro que dará acesso a um áudio livro (audiodescrição). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: será realizada com recursos próprios (item "audiodescrição"). ˜ CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: as oficinas acontecerão em escola preparada para o acesso de deficientes físicos. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há custos Acessibilidade de conteúdo: serão propostas atividades diferenciadas, assim como a atividade tátil, mostrando para os jovens as diferentes texturas das roupas e moradias das pessoas retratadas. Caso haja necessidade, será contratado um intérprete de Libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: será realizada com recursos próprios (item "professor").
DISTRIBUIÇÃO DO PRODUTO CULTURAL LIVRO: - 10%: patrocinador - 50%: distribuição gratuita - 20%: vendidos pelo preço do Vale-Cultura - 10%: vendidos a R$ 70,00 - 10%: divulgação CONTRAPARTIDA SOCIAL: Serão realizadas 9 oficinas de fotografia, com duaração de 9 horas/aula cada. As oficinas são destinadas à jovens da rede pública de ensino.
FUNÇÃO DO PROPONENTE: ADMINISTRAÇÃO/COORDENAÇÃO DO PROJETO, COORDENAÇÃO EDITORIAL E CURADORIA PRINCIPAIS PARTICIPANTES Nome completo: Valdemir Cunha (sócio da Editora Origem) Função: coordenação editorial, fotografia e curadoria Currículo resumido: Com diversos prêmios acumulados em seu currículo, Valdemir Cunha é um fotógrafo atuante no mercado editorial, já foi editor de fotografia e editor executivo das editoras Azul, Abril e Peixes, tendo viajado por mais de 80 países produzindo reportagens para diversas revistas. Como fotógrafo documentarista percorreu o vasto território brasileiro, em especial, áreas muito isoladas, apresentando um inventário da geografia humana brasileira. Até 2010 toda sua produção estava voltada para a publicação principalmente de revistas e também de alguns trabalhos pessoais. Com a criação de sua própria editora em 2010, a editora Origem, Valdemir passou a publicar seus livros ligados a meio ambiente, cultura brasileira e outros temas de seu interesse. Desde 2016 vem produzindo fotolivros com tiragem limitada voltando-se ao mercado de arte, ressignificando seu trabalho de documentarista para lançar um olhar mais conceitual sobre sua temática de trabalho. Valdemir Cunha é publisher da Editora Origem, que tem mais de 60 títulos publicados. Nome completo: Lígia Fernandes (sócia da Editora Origem) Função: administração/coordenação do projeto Currículo resumido: Há 6 anos atuo como Editora Executiva na Editora Origem, participando da execução de projetos de leis de incentivo, responsável pelo e-commerce da Origem - Editora e Livraria e diretora de arte da série de fotolivros da editora. Graduada em Fotografia (Centro Universitário Senac/SP) e Administração com ênfase em Marketing (Escola Superior de Propaganda e Marketing/SP) e pós-graduada em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado. Me especializei em fotografia de espetáculo acompanhando O Teatro Mágico e o grupo de teatro Macunaíma e, ao longo desses anos, atuei como fotógrafa free lancer. Durante 4 anos fui produtora executiva do espetáculo O Baile de Máscaras do violinista e compositor Galldino (ex O Teatro Mágico), assinando a direção de fotografia da gravação de DVD do espetáculo. Participei de dois grupos de estudo do fotógrafo e crítico Juan Esteves e exposições coletivas no MIS/SP, em Jundiaí, no Festival Hercule Florence em Campinas, no BC Foto Festival em Balneário Camboriú, entre outras.
PROJETO ARQUIVADO.