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PRONAC 234593Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MULHERES DA MANGUEIRA

Instituto Solidariedade e Cultura
Solicitado
R$ 1,48 mi
Aprovado
R$ 1,48 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-11-06
Término
2026-10-14
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto consiste na elaboração de uma Exposição Fotográfica, artística e documental, sobre as mulheres da Mangueira (meninas, adolescentes, de meia-idade e idosas), acompanhadas de mulheres mangueirenses ilustres, conhecidas do público, destinada a retratar o seu dia a dia na comunidade e aquilo que elas têm de mais elegante, a incorporação do samba em suas vidas como um fator de resistência cultural, com textos curtos de personalidades femininas da cidade do Rio de Janeiro, com a produção de um catálogo da exposição e um livro-manifesto sobre as mulheres da comunidade.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA Uma EXPOSIÇÃO de Fotografia, “Mulheres da Mangueira”, destinada a retratar o dia a dia da mulheres na comunidade e aquilo que elas têm de mais elegante, a incorporação do samba em suas vidas como um fator de resistência cultural, com textos curtos de personalidades femininas da cidade do Rio de Janeiro. O LIVRO será um registro (manifesto) gravado com depoimentos das mulheres fotografadas durante a gravação das imagens sobre a visão que elas têm do mundo feminino. Queremos dar voz ativa às mulheres na sequência assustadora de coisas que acontecem com o aumento da violência como ação coletiva e individual, constatando males sociais como o racismo, o machismo, a disparidade de gênero, a banalidade da violência do homem contra a mulher, da violência policial nas comunidades, a impunidade, a desmoralização e a intimidação psicológica. Produção de um manifesto, com distribuição inteiramente gratuita, voltado para a difusão e a reflexão sobre os direitos das mulheres relacionados pela Organização das Nações Unidas (ONU), vistos no contexto das desigualdades de poder e da violência de gêneros verificados na sociedade. O CATÁLOGO será uma publicação das fotos selecionadas para a EXPOSIÇÃO com o conteúdo dos artigos e comentário de personalidades femininas convidadas.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS A Exposição "Mulheres da Mangueira" pretende contribuir para a melhoria da qualidade de vida das mulheres moradoras das comunidades de baixa renda na cidade do Rio de Janeiro, para a afirmação da sua dignidade, tendo por missão ampliar a visão sobre o mundo feminino e dar voz ativa às mulheres na sequência assustadora de coisas que acontecem com o aumento da violência como ação coletiva e individual, constatando males sociais como o racismo, o machismo, a disparidade de gênero, a banalidade da violência do homem contra a mulher, da violência policial nas comunidades, a impunidade, a desmoralização e a intimidação psicológica. Documentar as mulheres da Mangueira através de um registro fotográfico, artístico-visual, feito com a prática da interculturalidade, buscando identidades comuns entre elas e as mulheres ilustres, mangueirenses de coração e alma, que fazem parte da história do samba da Estação Primeira de Mangueira, a Escola de samba da comunidade. Montar uma Exposição em que a arte e a cultura brasileiras sejam compreendidas como ferramentas de garantia da cidadania, vendo-as como um bem-social e de consumo cultural que as elites precisam incorporar como um conceito de comportamento dentro do contexto econômico e social do Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir uma Exposição de 60 fotos em ‘foam board’, com suporte e iluminação artística, em 20 painéis (60 x 40cm), 20 (60 x 90cm) e 20 (100 x 150cm), incluindo um (1) painel de abertura da Exposição (120 x 240cm), além de dez (10) fotos de arquivo, com imagens das mulheres da Mangueira (crianças, adolescentes, de meia-idade e idosas), intercaladas às imagens das mulheres mangueirenses famosas acompanhadas das mulheres da comunidade. Produzir uma série de depoimentos das mulheres participantes e textos referentes às fotos e à Mangueira, de personalidades femininas convidadas do Rio de Janeiro. Produzir um manifesto impresso. Impressão: 1.500 Livros. Brochura _ Manifesto Feminino _ Capa: 10,5 x 20,5cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Cartão Supremo 300g. Miolo: 190 pgs, Papel Pólen 80g, preto e branco. Costurado. Capa com Orelhas 8cm. Produzir um Catálogo da Exposição "Mulheres da Mangueira": fotos e textos. Exemplares: 2.000. Capa Dura Cartonada: 21x29,7cm _ 224 pgs. Revestimento: 35,7x49,5cm, 4x0 cores, tinta Escala em Couché Brilho LD Suzano 150g. Miolo 224 pgs, 21x29,7cm, 4 cores, tinta Escala em Couché Malte LD Suzano 150g. Parana: 22x31cm, sem impressão em Parana 1340gx80x100. Guardas: 42x29,7cm, sem impressão em Off-set Alta Alvura LD 240g. Costurado. Laminação Fosca. Lados. Laminação 1 (Revestimento). Laminação Fosca. Lados laminação 1 (Guardas). Embalagem em Caixas de Papelão. Dar sustentabilidade a uma equipe de produção de um (1) jornalista captador de depoimentos, de um (1) diretor de arte, um (1) diretor de cena, um (1) fotógrafo, um (1) coordenador geral e produtor de conteúdo, um (1) produtor executivo, um (1) assistente de produção e compra de dez (10) fotos de arquivo. Realizar o evento de lançamento no Centro Cultural da Justiça Federal, com as participações de escritoras, artistas, feministas e personalidades convidadas, para uma mesa de debates sobre "O Papel da Mulher no Brasil Atual", com as presenças das mulheres da Mangueira e de outras comunidades. Realizar um ciclo de seis (6) Palestras e Encontros Críticos destinado ao público, um (1) a cada dois (2) meses, durante um (1) ano, em espaços culturais do Rio de Janeiro, tornando a Exposição itinerante; Realizar um ciclo de seis (6) Palestras e Encontros Críticos, em escolas públicas próximas aos espaços culturais selecionados, para o cumprimento das contrapartidas sociais, um (1) a cada dois (2) meses, durante um (1) ano.

Justificativa

JUSTIFICATIVA Criar um espaço diferenciado para as mulheres. É essa a ideia de se produzir a Exposição "Mulheres da Mangueira", com uma série de eventos realizados na cidade, voltados para a difusão e a reflexão sobre os direitos das mulheres relacionados pela Organização das Nações Unidas (ONU), vistos no contexto das desigualdades de poder e da violência de gêneros verificados na sociedade. Um espaço que se distinga dos demais por associar-se à discussão pelo fim da cultura de opressão e da violência alarmante que cerca as mulheres, nos dias atuais e, principalmente, por assumir a 'postura social' ao propor uma revisão da trajetória evolutiva da participação das mulheres na sociedade moderna. Uma leitura vigorosa sobre "as mulheres maravilhosas" que influenciaram transformações significativas na história do Brasil e do mundo, através da política, da economia, da ciência, das artes, da cultura e, por que não dizer? Da música popular e do samba, em especial. Quem são as mulheres à frente dos movimentos atuais? Qual a militância que vêm praticando? Quais os impactos gerados na sociedade? Apesar de as mudanças para o 'feminismo qualitativo' continuarem sendo inviabilizadas, a Exposição "Mulheres da Mangueira" e os seus eventos subsequentes promoverão um conjunto de reflexões sobre a autonomia e o protagonismo das mulheres no contexto da legitimação do ativismo feminista por uma sociedade menos conservadora. Deste modo, a Exposição "Mulheres da Mangueira" objetiva dar visibilidade aos aspectos que separaram a sociedade de consumo das heranças culturais fundamentais para a compreensão do Brasil Real que lhe conferem identidade peculiar e diferenciada. A cultura popular brasileira está intrinsecamente relacionada ao comportamento da nossa sociedade. Mesmo que, por muitas vezes, ela se torna imperceptível, por causa da acentuação das desigualdades sociais, o conjunto de valores que marcam a formação da sociedade brasileira é fundamental para a continuidade da transmissão da nossa história. Por serem umas das mais relevantes manifestações da cultura brasileira, o samba e o carnaval são fontes geradoras de trabalho e renda. Turistas de todas as partes do Brasil e do Mundo vêm ao Rio de Janeiro para assistir as Escolas de Sambas no maior espetáculo da Terra: o carnaval. A história da cidade se confunde com a cultura do samba e das suas tradições. E esse patrimônio de valor inestimável encontra na mulher um dos seus principais aliados. A construção de um território privilegiado de cidadania para a mulher, visando o desenvolvimento e a sustentabilidade da cultura popular da nossa cidade, a fim de contribuir para a preservação de um patrimônio do Brasil, através da participação feminina no samba, como um instrumento de transferência do conhecimento das manifestações da cultura brasileira, é fundamental para a afirmação das mulheres como agentes transformadoras da sociedade. Por isso, a Mangueira. Por isso, as "Mulheres da Mangueira". A Exposição pretende promover o espaço da criação da dignidade da ‘mulher carioca’, das mulheres moradoras de comunidades de baixa renda, do caráter e da condição do que pode ser percebido extraordinariamente pelo "olhar", do que está oculto, à primeira vista, para os ‘desapercebidos’, e que só a fotografia pode revelar. A ideia é criar um território privilegiado de cidadania para as mulheres, numa perspectiva intercultural, cujo conteúdo seja dedicado à transmissão do conhecimento sobre a realidade em que vivem, publicando um manifesto de tomada de consciência, de como atuar para modificar a realidade, uma proposta de retratar a vida das mulheres numa cidade tão violenta como o Rio de Janeiro, dando voz ativa ao universo feminino e à discussão ampliada sobre a desigualdade de gênero impregnada na cultura da sociedade brasileira atual. O manifesto vem de encontro à necessidade de se discutir e debater, com informações de qualidade, as ideias pré-concebidas que cercam a vida das mulheres, principalmente, das mulheres de baixa renda, envolvidas por todas as espécies de preconceitos que legitimam psicologicamente a violência dos homens da qual as mulheres têm sido vítimas em todo o Brasil. A nossa iniciativa vem colaborar para o entendimento dessa realidade. O maior desafio da Exposição "Mulheres da Mangueira" é contribuir para que a vida das mulheres seja uma ferramenta capaz de influir positivamente na criação de um "espaço de cidadania" e incentivar a participação do Rio de Janeiro nos principais debates sobre a pluralidade da sociedade brasileira, num esforço amplo pelo desenvolvimento de alternativas destinadas à defesa da educação, dos direitos humanos e da democracia em nosso país. Ter a aprovação da Lei Rouanet como base da produção do projeto vem de encontro à sua principal característica. Solicitamos a aprovação no Art. 18 por tratar-se de uma "obra de referência de valor artístico e humanístico", de preservação do patrimônio cultural e de incentivo à leitura e à exposição de arte. Além, por estar de acordo com os incisos do Art 1º- da Lei no- 8.313/91, o projeto contemplar: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incluindo as finalidades expostas nos incisos do Art. 3º-: - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; - Estímulo ao conhecimento de bens e valores culturais

Estratégia de execução

PROJETO PEDAGÓGICO PRODUTO: Exposição A Exposição “Mulheres da Mangueira” estará comprometida com a difusão da narrativa da cultura popular brasileira, o samba, em especial, tendo nas mulheres o seu grande aliado de resistência cultural em nossa cidade, além de expor os problemas que enfrentam diante da natureza machista e da violência que compõem os traços peculiares do comportamento da sociedade brasileira atual. Os traços culturais da sociedade brasileira estão alçados nas influências que recebeu de contribuições de diversos povos: indígenas, africanos e europeus. Só que a realidade brasileira reduziu a representação da coletividade do povo à incompreensão da sua própria genética social, com a violência da colonização, que já deveria estar assimilada e incorporada por toda a nação. E não está. Se somos um povo diferente, conscientes ou não de "nós" mesmos, nossa consciência se resume no campo do imaginário brasileiro, cristalizada pelo amálgama das suas matrizes. As atitudes machistas e racistas em nossa sociedade são flagrantes e tão claras que espantam. Refletem as nossas reações classistas em várias áreas do comportamento, inclusive a política. As condutas machistas e racistas da nossa sociedade colocam as mulheres e os negros em uma posição inferior nos contextos sociais, econômicos, jurídicos e familiares, incluindo o comportamento individual das pessoas. São posicionamentos de poder inconcebíveis em relação à posse da terra, às desigualdades sociais, à liberdade coletiva, à educação, à cidadania que travam o desenvolvimento social do Brasil. Sobre as liberdades individuais, são pequenos gestos, comentários e preconceitos tão enraizados que não percebemos como machistas e racista, embora repudiamos o machismo e o racismo. Trata-se, portanto, de uma luta diária de ideias indispensável para o entendimento das características da nossa sociedade, dos dilemas que herdamos do passado, porque estará associada às suas raízes. A sociedade brasileira é, em sua essência, machista e racista. As manifestações machistas e racistas acontecem em diversas áreas, e cotidianamente, nas desigualdades de direitos entre os homens e as mulheres, entre pessoas brancas e pretas, nos insuportáveis índices de violência, assédio, estupro, objetificação da mulher, diferença salarial, entre outros, falando-se em machismo. Reduzimos o machismo e o racismo ao preconceito, expressado em opiniões e comportamentos opostos à Igualdade dos Direitos entre Homens e Mulheres, entre as raças, cuja obsessão é subjugação da mulher em favor do homem que se acha superior à mulher pelo simples fato de ser homem, ou o racismo do branco pela pessoa preta pelo simples fato de ser branco. O machismo e o racismo são estruturais no Brasil. A escravidão determinou a formação da sociedade brasileira. Suas raízes ficaram presentes sobre a realidade do Brasil e expressam o desejo de que todos caminhem no sentido de uma reparação consistente. Vivemos num ambiente minado pela violência e pela discriminação, o que reflete uma realidade subordinada às relações perversas de segregação em suas mais diferenciadas dimensões. A Exposição “Mulheres da Mangueira” será sobre o significado da cultura do Rio de Janeiro para o Brasil e a importância das mulheres para a afirmação da nossa cidade. Além de conter um valor de documentação histórica e social significativo, a Exposição estará vinculada à preservação e à difusão de um patrimônio cultural publicamente conhecido que é a contribuição do samba ao processo de desenvolvimento social do Rio de Janeiro. A ideia é criar um território privilegiado de cidadania para a afirmação da mulher em nossa cidade, cujo conteúdo seja dedicado à manifestação da cultura brasileira, documentando e difundindo a contribuição da mulher para a formação e difusão da nossa cultura, a construção de políticas públicas em favor e a preservação do samba como um patrimônio histórico imaterial que transcende à nossa própria realidade. TEMA CENTRAL: As “Mulheres” e a representação de uma arte ‘genuinamente’ brasileira. CONTEÚDO: As “Mulheres” e o samba vistos como uma ferramenta de formação de cidadania. RELEVÂNCIA: Contribuir para o combate contra o ‘machismo’ e o ‘racismo’, por uma sociedade mais justa, mais digna e menos violenta.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Exposição de 60 fotos em ‘foam board’, com suporte e iluminação artística, em 20 painéis (60 x 40cm), 20 (60 x 90cm) e 20 (100 x 150cm), incluindo um (1) painel de abertura da Exposição (120 x 240cm), além de dez (10) fotos de arquivo, com imagens das mulheres da Mangueira (crianças, adolescentes, de meia-idade e idosas), intercaladas às imagens das mulheres mangueirenses famosas acompanhando as mulheres da comunidade. Manifesto Impresso: Impressão: 1.500 Livros Brochura – Manifesto Feminino – Capa: 10,5 x 20,5cm, 4x0 cores, Tinta Escala em Cartão Supremo 300g. Miolo: 190 Pgs, Papel Pólen 80g, preto e branco. Costurado. Capa com Orelhas 8cm. Catálogo da Exposição “Mulheres da Mangueira”: fotos e textos. Exemplares: 2.000. Capa Dura Cartonada: 21x29,7cm – 224 pgs. Revestimento: 35,7x49,5cm, 4x0 cores, tinta Escala em Couché Brilho LD Suzano 150g. Miolo 224 pgs, 21x29,7cm, 4 cores, tinta Escala em Couché Malte LD Suzano 150g. Parana: 22x31cm, sem impressão em Parana 1340gx80x100. Guardas: 42x29,7cm, sem impressão em Off-set Alta Alvura LD 240g. Costurado. Laminação Fosca. Lados. Laminação 1 (Revestimento). Laminação Fosca. Lados laminação 1 (Guardas). Embalagem em Caixas de Papelão. Lançamento. O evento de lançamento conta com a produção de um encontro de conversas e debates, com as mulheres da mangueira e de outras comunidades, incluindo a participação de lideranças e personalidades femininas para discutir a contribuição das mulheres à Música Popular Brasileira, o samba em especial, e em outras atividades representativas para a formação do conhecimento humano, cidadania e inclusão social. Esse debate será muito especial e prazeroso de produzir. Divulgaremos a vida e a obra de grandes mulheres que tiveram uma participação valiosa em vários segmentos da cultura, na música, na dança, no teatro, na literatura, no cinema e nas artes plásticas, assim como nos fatos políticos e sociais da recente história do Brasil e do mundo. Quem são essas mulheres que fizeram da Cidade Maravilhosa um palco de suas manifestações? Mulheres de valor nas comunidades cariocas. Realizar o evento de lançamento no Centro Cultural da Justiça Federal, com as participações de escritoras, artistas, feministas e personalidades convidadas, para uma mesa de debates sobre “O Papel da Mulher no Brasil Atual”, com as presenças das mulheres da Mangueira e de outras comunidades. Realizar um ciclo de seis (6) Palestras e Encontros Críticos destinado ao público, um (1) a cada dois (2) meses, durante um (1) ano, em espaços culturais do Rio de Janeiro: Galeria Solar de Botafogo (Botafogo), Espaço Tom Jobim (JD Botânico), Centro Cultural da Ligth (Av. Marechal Floriano), Auditório da PUC (Gávea), Auditório da UFRJ (Urca) e Sala de Cultura Leila Diniz (Centro – Niterói). Realizar um ciclo de seis (6) Palestras e Encontros Críticos, em escolas públicas próximas aos espaços culturais selecionados, um (1) a cada dois (2) meses, durante um (1) ano: CE Souza Aguiar (Centro), CE México (Botafogo), CE Ignácio Azevedo do Amaral (JD Botânico), Escola Estadual Rivadávia Corrêa (Presidente Vargas), CE André Maurois Gávea), CE Infante Dom Henrique (Copacabana) e Escola Estadual Raul Vidal (Centro – Niterói). Dar sustentabilidade a uma equipe de produção de um (1) jornalista captador de depoimentos, de um (1) diretor de arte, um (1) curador, um (1) fotógrafo, um (1) Coordenador Geral e produtor de conteúdo, dois (2) assistentes de produção e compra de dez (10) fotos de arquivo.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE 1 – EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Visuais” no produto “Exposição de Fotografia” com a designicção de um profissional especializado para atender os deficientes visuais. No dia do lançamento selecionaremos duas instituições especializadas em deficiência visual para levar seus alunos para assistirem a exposição e a palestra de lançamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto Exposição será cumprido com a designação de um profissional especializado para atender os deficientes físicos. No dia do lançamento selecionaremos duas instituições especializadas em deficiência física para levar os seus alunos para assistirem a exposição e a palestra de lançamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Auditivos” no produto “Exposição de Fotografia” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao produto se faz presencialmente sem qualquer espécie de áudio”. 2 – LANÇAMENTO / SEMINÁRIO / PALESTRA Serão 07 Eventos: o evento de lançamento e 06 palestras em espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes visuais de alguma instituição especializada no setor para levar um grupo ao evento de lançamento e a cada uma das palestras, disponibilizando um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES FÍSICOS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos de alguma instituição especializada no setor para levar ao evento de lançamento e a cada uma das palestras organizadas um grupo de deficientes (cadeirantes), e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente nos espaços dos eventos e ajudá-los na locomoção dentro dos locais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 3 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: ACESSIBILIDADE PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA Os organizadores do projeto contratarão dois (2) assistentes em cada um dos eventos para acompanharem os alunos das escolas selecionadas que apresentarem alguma espécie de deficiência, conforme foi relacionado na planilha orçamentária. Caso se tenha que providenciar outras demandas para o cumprimento da tarefa, os custos sairão dos recursos administrativos. 4 - LIVRO E CATÁLOGO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS E AUDITIVOS Contratação de um profissional desenvolvedor de aplicativos para atender aos deficientes visuais e auditivos nos produtos Livros e Catálogos. O valor está incluso no produto livro, mas ele irá exercer a sua função para ambos os produtos.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1 – EXPOSIÇÃO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais gravados da exposição, do lançamento e de outros eventos de caráter presencial; 2 – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; AMPLIAÇÃO DE ACESSO SOBRE O PRODUTO EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA: Além das ações de formação cultural relacionadas nas contrapartidas sociais junto às escolas públicas selecionadas, com as presenças dos organizadores do projeto e do fotógrafo Paulo Múmia, vamos promover uma ação permanente nessas mesmas escolas em conjunto e em comum acordo com os professores de história, de arte e de informática, no sentido de estimular a discussão sobre o tema da exposição com a transmissão de fotos projetadas, com a presença mensal uma (1) vez por mês de pelo um dos integrantes da equipe promovendo uma apresentação constante das atividades do projeto enquanto a exposição estiver circulando na cidade. Distribuição gratuita de 10% dos manifestos e dos catálogos impressos para estudantes da rede pública de ensino e 10% para as mulheres da comunidade da Mangueira.

Ficha técnica

Ficha Técnica Fotografia – Vanessa Ataliba e Wania Corredo Convite - Movimento das Fotógrafas Brasileiras Direção de Arte – Patrícia Faedo Direção de Cena – Iléa Ferraz Organização do Manifesto – Angélica Basthi Produção Executiva – Thaís Fonseca Assistente de Produção – Flávia Campos Direção e Produção de Conteúdo – Maurício Nolasco Coordenador Geral – Carlos Eduardo Arcanjo de Oliveira Vanessa Ataliba Despertou no fotojornalismo em 2014. Teve fotos publicadas em vários veículos nacionais e internacionais. Colaboradora com as agências de notícias Brazil Photo Press, Zimel Press e na redação do Jornal O Dia. Foi uma das precursoras do Elo Photoclube, com presidência do fotógrafo, artista e curador Marco Antônio Portela, com fomento da cultura, fotografia e das famosas palestras intituladas ”Palestras Contemporâneas”, onde passou grandes nomes da fotografia. É uma das integrantes do Movimento Fotógrafas Brasileiras, com mais de três mil integrantes, idealizado pela também fotojornalista Wania Corredo, que hoje opera no núcleo de comunicação do movimento. Como fotojornaslista independente/factual, destaca-se para a fotografia social, distúrbios civis e hard news, com formação em conflitos e guerras pela ONU-Centro Conjunto de Operações da Paz do Brasil (CCOPAB) – sediado no Rio de Janeiro. - Trabalhou como produtora (freelancer) para o Canal Internacional Tele Mundo (USA). - Trabalhos de videomaker (freelancer) para a Agência Ruptly (Alemanha). - Trabalha para a Rio Tour (freelancer) durante o período do carnaval. Wania Corredo Há 12 anos Wania Corredo é repórter-fotográfica. Segundo ela, a escolha da profissão é, em parte, consequência da vocação da família, que sempre teve forte ligação com o mundo das artes. Inspirada em uma tia artista plástica, Wania resolveu desenhar. E saiu-se muito bem — “desenhar e pintar era bem bacana!”, diz. Só que faltava alguma coisa: — A fotografia! Entrei num laboratório pela primeira vez na faculdade de Publicidade. Foi paixão total, porque tinha plástica, composição, luz e um ingrediente a mais: a velocidade! Expus em Santa Teresa e minha primeira oportunidade de trabalho surgiu lá. Fui trabalhar como correspondente de vários veículos nacionais e internacionais em uma agência chamada Frilas. Depois, trabalhei por três anos no Dia e estou há nove no Extra. Gosta de coberturas com as quais possa se envolver e em que não precise “ficar parada esperando uma determinada foto acontecer”: A mais importante cobertura da sua carreira foi do saque à Ceasa, em 2003, depois de um grande incêndio em um dos seus galpões. Cobriu o flagrante de centenas de miseráveis vinham de diversas partes da cidade para pegar comida podre, molhada e queimada. Permaneceu no local até que a última chama se apagasse. Durante uma semana, fotografou jovens, crianças, velhos e até mesmo várias grávidas nos escombros, que ferviam como um grande forno. Estas fotos lhe renderam vários prêmios. A estreia na imprensa aconteceu de forma inusitada. Sem ter ideia de como era uma redação, um dia chegou em casa, pegou a lista telefônica e anotou o telefone do Dia, na esperança de trabalhar lá. Dois dias depois, fez o primeiro frila para o jornal, cobrindo um tiroteio no Andaraí: — Foi nessa primeira pauta que sentiu o cheiro da morte. Teve que fotografar dois jovens assassinados, vítimas da guerra do tráfico. Viu mães desesperadas em busca de seus filhos e precisou correr de tiros, sendo agredida. Tudo isso na primeira saída. No dia seguinte, sua foto estava na primeira página. Foi o momento de optar por continuar ou abandonar a carreira. Resolveu ficar. Sua minha vida jornalística é muito marcada pelo destino. Prêmios: Acumula diversos na carreira. Em 2002, ganhou o Esso, o Embratel e o Líbero Badaró, com a foto “Execução numa rua em Benfica”, flagrante do assassinato de um empresário em plena luz do dia, na Zona Norte do Rio. Em 2004, ganhou o Prêmio Caixa Econômica de Jornalismo Social e uma Menção Honrosa no Prêmio Wladimir Herzog por duas imagens diferentes das pessoas desesperadas, catando comida nos escombros do incêndio na Ceasa. Naquele mesmo ano, recebeu o Prêmio Internacional Rei de Espanha, com a foto “Os invasores”. Venceu ainda o XXI Prêmio de Fotografia de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, com “Guerra na Rocinha”, e agora, em 2007, ganhou o Prêmio Senai de Jornalismo Social por “O Rio será a cidade do aço”. Exposições também não faltam no seu currículo. Participou de “Mulheres de Vinicius”, no Museu da Imagem e do Som do Rio; “Viagens”, na Galeria Cavé de Paris; “Sobrevivendo no Rio de Janeiro”, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo; “Fotógrafos brasileiros — Rio de Janeiro: um álbum da cidade feito por fotojornalistas”, no Centro Cultural Banco do Brasil; “50 anos de fotojornalismo do Prêmio Esso”, no Centro Cultural da Justiça Federal; e “Outro Rio. Mesmo Rio”. Também fotografa o carnaval da Sapucaí há nove anos, mas segue participando de coberturas nada festivas, que já a puseram muitas vezes em situações de risco: Patrícia Faedo A Arquiteta, Urbanista, Designer, Cenógrafa e Artista Plástica, do universo das Artes Plásticas, onde iniciou sua formação acadêmica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), seguiu sua vida itinerante e entusiasta por novas perspectivas em terras cariocas (2005) onde se formou em Arquitetura & Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF - 2009). Artista multipotencial multiplicada pela Cenografia, atua desde 2006 na produção, planejamento e execução de projetos técnicos, artísticos e culturais. De 2010 a 2015 foi sócia da empresa Espetacular Produções & Artes (RJ) com a qual concebeu e executou cenários e figurinos para os principais palcos cariocas. Desde 2015 segue performando como arquiteta, onde assina projetos de Arquitetura, criações para peças teatrais, eventos corporativos, exposições e instalações artísticas montadas em diversos estados brasileiros. Como Artista Visual, garimpa e ressignifica descartes em arte, recriando memórias em composições tridimensionais. Teve projetos contemplados pela Funarte, SECEC–RJ, SESC Ceará-CE, SESC Paraty-RJ, SESC Lajeado-RS, Pátio Metrô São Bento–SP (...) para os quais criou conteúdo de audiovisual onde demonstra em ressignificações a união de seus atributos relacionados a Arquitetura, Cenografia e Artes Visuais. Iléa Ferraz Artista multimidia: atua, canta, dirige, escreve, produz, ilustra, cria e executa projetos cenográficos. Foi indicada ao principal prêmio do teatro brasileiro, Prêmio Shell de Teatro, na categoria melhor atriz com o espetáculo “Nunca Pensei Que ia Ver Esse Dia”. Participou de importantes festivais de teatro na Europa com o espetáculo O País dos Elefantes e apresentou-se em Angola (Luanda e Benguela), com o espetáculo O Cheiro da Feijoada. Dirigiu os filmes Dura e O Cheiro da Feijoada. Ilustrou os livros infanto-juvenis Chica Da Silva, A Mulher Que Inventou o Mar e Os Nove Pentes D’África. Em teatro atuou dentre outros nos espetáculos Os Negros - de Jean Genet, O Peru - de George Feydeau, Dorotéia - de Nelson Rodrigues, Hamlet é Negro adaptação da obra de William Shakespeare e Besouro Cordão de Ouro de Paulo César Pinheiro. Entre seus principais trabalhos na TV destacam-se as novelas e minisséries: Xica da Silva (Manchete), A Padroeira (Rede Globo), Pacto de Sangue (Rede Globo), Tenda dos Milagres (Rede Globo), A Turma do Perere (TV Brasil), Helena (Manchete), Mãe de Santo (Manchete), Escrava Anastácia (Manchete). Último trabalho: assistente de direção no Musical Marrom, de Miguel Fallabella. Angélica Basthi Formação acadêmica em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). Especialização em Política e Sociedade (IESP-UERJ). Graduada em Gestão de Direitos Humanos pela Universidade Cândido Mendes. Pós-graduada em Docência para o Ensino Superior (UCAM). Formação em Inglês no Spring International Language Center da University of Arkansas e no Programa de Aperfeiçoamento em Inglês da Fulbrigth no IBEU (RJ). Cursos de atualização: Assessoria de Imprensa em Crises Empresariais; Questões Ideológicas na Cobertura da Mídia e Planejamento e Gestão de Relacionamento com a Mídia (Petrobras), além do curso de Roteiro para Cinema e TV (com José Louzeiro). Trabalhou nas redações da Gazeta Mercantil, Revista Manchete/ Grupo Bloch Editores, Amiga, Mulher Hoje, Boa Forma, Raça Brasil, Consumidor Moderno, Tribuna da Imprensa, Ecologia e Desenvolvimento, Rádio MEC, Globo Filmes, entre várias outras revistas, informativos, editoras e produtoras de cinema e vídeo. Thaís Fonseca Pós-graduada em Ciências Políticas pela Universidade Católica de Pernambuco (PUC-PE) e graduada em Comunicação Social, especialização em Jornalismo, pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO-RJ). Atuou como repórter, chefe de reportagem, apuradora, subeditora, produtora de texto e de conteúdo, assessora de comunicação em vários veículos, entre eles: Folha de São Paulo (Sucursal Rio), Jornal O Povo (RJ), Rádio Capibaribe (PE), A Voz da Favela e Portal Agência de Notícias da Favela (RJ), Portal Eu (PE), Portal do Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco, Revista Let’s Go (PE). Possui curso avançado em inglês e intermediário em francês e espanhol. Habilidades em práticas de comunicação interna e externa, assessoria a empresas, produção de material institucional, endomarketing e comunicação corporativa, relações institucionais, gerenciamento, coordenação de projetos e equipes. Flávia Campos de Lima Jornalista com dois anos de formação. Escreve para a revista “Guiaar”. Determinada em pesquisas no campo da política, economia, meio ambiente, cidades e cultura, com experiência em matérias nessas áreas. Formação em gestão empresarial, informática, web designer, inglês e espanhol. Maurício Nolasco Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado o projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, Escola de Percussão Batucadas Brasileiras, com grandes músicos da MPB, e sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos: “Os Libertos Cativos da Terra”, “Com Amor a Gente se Encontra”, “O Porto”, “Manual do Idiota Consciente” e “Diário de um Sonhador”. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura (ISC) executou contratos com a Light e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição, sendo autor dos projetos “Amazônia, Ecologia e Desenvolvimento Humano”, em SGC-AM, e “Escola de Formação de Cidadania Maria Firmina dos Reis”, no Complexo do Jacarezinho-RJ. DUDU OLIVEIRA - Carlos Eduardo Arcanjo de Oliveira - (Mestre de Bateria – Estudando os Sambas do Rio) Filho do saudoso Mestre Coé da Mocidade Independente de Padre Miguel, Dudu Oliveira há 10 anos ministra cursos de bateria de escola de samba para os jovens da Vila Vintém, em Realengo, e, durante esse período, tem atuado como segundo mestre de bateria da escola. Há 04 anos, desenvolve um trabalho de educação de jovens na arte do samba em parceria com o famoso Mestre Odilon Costa. Mestre Dudu Oliveira assumiu recentemente em definitivo a bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. Músico e Empresário.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.