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PRONAC 234627Indeferido - não atendimento à diligênciaMecenato

TUDO COM TEMPO TEM TEMPO - 75 ANOS DO TERREIRO DE SÃO JORGE FILHO DA GOMÉIA E CEM ANOS DE MAMETO MIRINHA DE PORTÃO

ASSOCIAÇÃO SÃO JORGE FILHO DA GOMEIA
Solicitado
R$ 199,4 mil
Aprovado
R$ 190,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Povos de Terreiro
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Lauro de Freitas
Início
2024-01-09
Término

Resumo

Publicação do livro "Tudo com Tempo tem Tempo", que relata a história do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia,dos seus antepassados, e aborda a cosmogonia bantu, com distribuição dos exemplares em versão impressa e audiobook.

Sinopse

Sinopse do livro "Tudo com Tempo Tem Tempo - 75 anos do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia e 100 Anos de Mãe Mirinha de Portão". O livro trará inicialmente a biografia da Mameto Mirinha de Portão, fundadora do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia, líder espiritual e comunitária, que teve relevante atuação junto à comunidade na busca de acesso a moradia, pavimentação urbana, serviços de saúde e segurança alimentar, além de exercer intensa atividade cultural, mantendo interlocução com artistas e escritores da época, como Jorge amado, tendo participado de dois filmes baseados na obra dele. Porém é necessário também contar a história do Tateto de Nkice que "fez" Mãe Mirinha, para entendermos como a condução do Terreiro na direção da arte e cultura foi inevitável, pois se trata de ninguém menos que o Tata Londirá, mais conhecido como Joãozinho da Goméia, o Rei do Candomblé, que teve atuação destacada na arte, cultura e liturgia do candomblé, figurando de modo relevante junto a classe artística, e de forma inédita, gravou um LP com cânticos para os Mkices. Assim, resgatando-se as histórias desses pilares, caminhamos na direção da história daqueles que deram continuidade ao legado, e souberam proteger e ampliar a sua ação e importância, rompendo as fronteiras do país. Estamos falando do Tata Raimundo Kasutemi, que foi o Tata mais jovem confirmado na sua época. Importante gestor cultural, implantou o Conselho de Cultura de Lauro de Freitas, sendo o seu primeiro presidente, dentre outras realizações e que levou o Bloco Afro Bankoma para apresentações internacionais, em intercambios.Outro conteúdo a ser abordado no livro é o da cosmogonia bantu, dado que é visível a pouca informação disponível acerca dessa forma de visão de mundo e de expressão filosófica e religiosa. Os escravizados de origem bantu foram os primeiros a chegar a Bahia, e logo em seguida vieram os iorubás, nagôs, e se expandiram de tal modo que se difundiu a visão e entendimento do candomblé a partir da cosmogonia iorubá, e os itans e os orixás foram "sincretizados" nos santos católicos, o que mais reforçou esse entendimento do candomblé. Daí a nossa compreensão da necessidade de neste livro dedicar um capítulo a explicitar a cosmogonia bantu, presente nas práticas religiosas do terreiro, oferecendo a todos a oportunidade de conhecer e compreender a visão bantu do mundo, da natureza e os mkices.Finalmente, o livro abordará como o Terreiro de São Jorge Filho da Goméia se encontra no tempo presente e pensa o futuro, através das gerações que se sucedem e vão conduzindo o legado e memória da cultura bantu, buscando o seu resgate, preservação, valorização e difusão.

Objetivos

Objetivos Gerais O projeto apresentado, de edição do livro e audiobook - TUDO COM TEMPO TEM TEMPO - 75ANOS DO TERREIRO DE SÃO JORGE FILHO DA GOMÉIA E CEM ANOS DE MAMETO MIRINHA DE PORTÃO se situa dentro de um conjunto ações comemorativas pelos 75 anos do Terreiro e os Cem anos de Mãe Mirinha, e que também tem por objetivo a preservação da memória e do legado da Mameto Mirinha de Portão, importante sacerdotisa do candomblé Congo-Angola, que atuou no sentido de salvaguarda da cultura e religião de matriz africana, em especial a bantu, e que teve também destacada gestão social junto à comunidade de Portão e Lauro de Freitas, trazendo inúmeros benefícios para ela. Destaca-se também como objetivo da presente proposta, e também de elevada importância, que é o de apresentar a cosmovisão e cosmogonia da cultura bantu, difundindo e oportunizando o acesso a pessoas das religiõesde matriz africana e de outras religiões, bem como pesquisadores e público em geral, a esse conjunto de saberes e formas de entender o mundo. Por outro lado, sabemos que a maneira de preservar as memórias e legados se dá pelo registro e difusão delas, e a tradição oral tem se revelado bastante eficiente ao longo do tempo, trazendo-as de tempos remotos até o nosso presente . Porém no mundo "interfaceado" pela cultura letrada, cujo alcance foi ampliado pelas novas tecnologias, entendemos que o registro da história da notável Mãe Mirinha de Portão, do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia, como também o tema da cosmogonia bantu, terá como consequência o acesso facilitado às gerações futuras à memória e legado dessas personagens reais, com suas lutas, e conquistas; a preservação e difusão de saberes e fazeres legados dos povos ancestrais trazidos na diáspora africana, e que se constituem como nossas profundas raízes identitárias e guardam imensa riqueza cultural. Objetivos Específicos 1. Produção de um livro discorrendo sobre a história do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia, Jõazinho da Goméia, Mãe Mirinha de Portão, e outros personagens importantes , como também discorrendo sobre a cosmogonia bantu. 2. Impressão de 500 cópias do livro. 3. Distribuição do livro em escolas, universidades, bibliotecas e outras instituições de cultura do município de Lauro de Freitas e Região Metropolitana de Salvador e demais instituições educacionais nacionais e OSC interessadas. 4. Produção de versão do livro em audiobook e disponibilização nas plataformas Youtube, e de audiobooks. 5. Realização de evento de lançamento do livro, com Roda de Conversa, com apresentação musical e de dança afro.

Justificativa

O Terreiro de São Jorge filho da Goméia completa 75 anos de sua fundação em 2023, e a Mameto Mirinha de Portão, a sua fundadora, completaria 100 anos em 2024. Em face desses dois eventos, a Associação São Jorge Filho da Goméia, por meio do Museu Mãe Mirinha de Portão, apresenta este projeto de edição de um livro e audiolivro com a temática da história da Mameto Mirinha de Portão, do Terreiro e da cosmogonia bantu, cujo título é "Tudo com Tempo Tem Tempo". Essa obra literária assim, vem cumprir um importante papel para registrar e difundir o trabalho educativo, social e cultural de uma das mais importantes sacerdotisas do candomblé da Bahia, que muito além de atuar como líder espiritual, e na salvaguarda do legado dos ancestrais escravizados, atuou como liderança comunitária desempenhando um papel fundamental na promoção de bem estar social para a população de Portão e adjacências, bem como a história daqueles que a sucederam. Ao incorporar o nome da localidade ao seu nome, Mãe Mirinha de Portão assume para si as demandas da comunidade e sua atividade de gestão social se volta para providenciar melhores condições de vida para todos. Daí a importância que essa publicação assume, que decorre da vultosa contribuição que realizou para a comunidade e que oportuniza o registro da sua memória e legado para as próximas gerações, possibilitando que construam referenciais identitários positivos através do contato com a história de uma mulher negra,periférica, candomblecista, e que assumiu o protagonismo da sua vida. Importa também destacar a abordagem acerca da cosmovisão e cosmogonia da tradição bantu que o livro trará, desempenhando uma função de caráter formativo e informativo inédito, em se tratando desse tema. Isso torna a publicação mais potente como veículo de preservação de uma cultura, no caso a bantu, que é pouco explorada nas pesquisas e pouco difundida, mas não menos importante e necessária para a compreensão desse povo fundamental na construção da nossa identidade cultural, e também as suas proposições diante das novas percepções acerca da filosofia africana, num cenário de evolução do pensamento descolonial. Desse modo, fica evidenciada a total aderencia do objeto dessa proposta aos incisos abaixo listado do Art. 1º da Lei 8313/91, que pela natureza do objeto, uma obra literária que retrata uma comunidade de terreiro e os seus representantes e a forma como ela se constituiu, retratando as lutas de pessoas negras, em especial, uma mulher negra, candomblecista, que não se intimidou com as imposições restritivas às mulheres do seu tempo, e soube se impor diante da sociedade da época, realizando grandes feitos sociais, artísticos e culturais. Esse retrato, somente poderá ser "tirado", a apartir de mecanismos como o Pronac, exatamente por se tratar de uma ação de preservação e difusão da memória e cultura de uma comunidade afrodescendente e periférica. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Numa outra vertente, mas dentro do mesmo propósito, a outra temática abordada da no livro, que trata da cosmogonia bantu, também se insere nesta iniciativa de preservar e difundir a visão de mundo de um dos povos da diáspora africana que aqui chegaram escravizados, proporcionando a acessibilidade a esses saberes que permanecem ainda nos dias atuais pouco conhecidos. Com isso, se pretende também colocar esses saberes no campo das interlocuções e estudos, possibilitando que ocupem lugar junto as outras cosmogonias da cultura de matriz africana. Destacamos também que a consecução do presente projeto de escrita do livro TUDO COM TEMPO TEM TEMPO, está em conformidade com cumprimento do Art. 3º quanto ao objetivo de : II- fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Que se encontra plenamente justificada pelo seu teor, conforme já discorrido acima. Finalmente, é importante destacar aqui que por conta da natureza do nosso projeto, essencialmente alinhado com a preservação da memória e cultura de uma comunidade negra, os seus saberes e visões de mundo, cujos representantes são pessoas de origem simples e que souberam superar as adversidades do seu contexto social, economico, estrutural, somente podemos contar com iniciativas como as implementadas pelos órgãos de estado comprometidos com a cultura popular, nacional, afroreferenciada, o seu fortalecimento, e sua salvaguarda e preservação.

Especificação técnica

O livro objeto da proposta é um volume único e conterá 200 páginas, com capa papel Supremo 300 g e miolo papel couché liso 170g, colorido 5 cores, 34 cm x 25 cm. Serão impressas 500 cópias.

Acessibilidade

- PRODUTO 1 LIVRO "TUDO COM TEMPO TEM TEMPO-75 ANOS DO TERREIRO DE SÃO jORGE FILHO DA GOMÉIA E CEM ANOS DE MÃE MIRINHA DE PORTÃO" Acessibilidade ao conteúdo para deficientes visuais e auditivos: O livro terá uma versão como audiobook, e legendas que será disponibilizado nas plataformas digitais, gratuitamente. Uso de linguagem simples. - PRODUTO 2 RODA DE CONVERSA "CAMINHOS DO TEMPO" - EVENTO DE LANÇAMENTO DO LIVRO "TUDO COM TEMPO TEM TEMPO" Acessibilidade ao conteúdo para deficientes auditivos e visuais:Tradutor Libras e legendas. Os cards e vídeos de divulgação do evento nas redes sociais e watsapp contarão com descriçao e legendas. Acessibilidade física : Evento em local com rampas e banheiros adaptados.

Democratização do acesso

1. O livro "TUDO COM TEMPO TEM TEMPO", objeto dessa proposta, na sua versão impressa, será distribuido gratuitamente nas escolas, bibliotecas, universidades da cidade de Lauro de Freitas e Região. 2. O acesso ao evento de lançamento Roda de Conversa "Caminhos do tempo" será gratuito e transmitido pelo canal do Youtube do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia. 3. O livro "TUDO COM TEMPO TEM TEMPO" será produzido também em versão audiobook, com legendas e será disponibilizado gratuitamente nas plataformas digitais.

Ficha técnica

- Maria Lúcia Santana Neves - PROPONENTE/ESCRITORA/DIREÇÃO GERAL Ascendeu ao cargo de Mameto de Nkice do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia em 1992, aos 28 anos. O Terreiro de São Jorge Filho da Goméia foi fundado em 23/04/1948, pela prestigiosa Mãe Mirinha de Portão, sua avó, que por sua vez foi iniciada aos 7 anos de idade pelo Tata Londirá, mais conhecido como Joaozinho da Goméia, o Babalorixá mais influente do seu tempo, que soube se impor como candomblecista em um tempo que era proibido “tocar” tambor, conforme as leis vigentes. Mameto Kamurici exerce ativismo de preservação da cultura de matriz africana, em favor dos direitos humanos e da preservação ambiental. A sua gestão da Associação São Jorge Filho da Goméia e do Bloco Afro Bankoma é marcada pela manutenção do legado da saudosa Mãe Mirinha de Portão, e pela ampliação das ações socioeducativas, e de acesso à cultura pela comunidade, como também pelo fortalecimento da cultura de matriz africana.Mametu de Nkice do Terreiro de São Jorge Filho da Goméia. Ya Belekê do Terreiro Omo Ilê Agbôula, terreiro de culto a Egungun, culto aos mortos, em Itaparica (BA). Fundado em 1940, é o remanescente mais antigo do culto de egungun no Brasil. Membra da Irmandade Boa Morte, Cachoeira/Bahia. A Irmandade da Nossa Senhora da Boa Morte é uma confraria religiosa afro-católica, fundada em 1820, que, na sua origem, e por muito tempo, foi responsável pela compra de alforria para escravizados. Presidenta de Honra da Associação São Jorge Filho da Goméia desde 1995. Presidenta eleita da Associação São Jorge Filho da Goméia desde 2011.Presidenta do Bloco Afro Bankoma desde 2011. Membro da Comissão Nacional da Ação Griô, membro da Renafro, membra da ACBANTU.Exerce há mais de trinta anos ativismo de preservação da cultura de matriz africana nos seguintes projetos: Projeto Executivo de Salvaguarda da Memória e Legado de Mãe Mirinha de Portão e do Terreiro São Jorge Filho da Goméia (2009/2023), IV ECOBANTU - Encontro Internacional das Tradições Bantu, São Paulo/SP, 05/2018; Primeira Caminhada Tembwa Ngeenba - Tempo de Paz - Povos de Terreiro, contra o Racismo a Intolerância Religiosa em favor da Preservação do Meio Ambiente e Territorial, 2019. Rede cultural de Matriz Africana Mauanda Bankoma-Arte, Moda e Cultura Afro, Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte-SETRE-2017/2018. Palestras -Religião de Matriz Africana para professores e estudantes do Program of World Learning Salvador-Bahia-Brasil-2017.Mestra Griô que detém o saber da confecção do Pano da Costa. Participação no Encontro de Culturas Populares e Tradicionais, São Paulo/2014; Moderadora da 1º Conferência Nacional sobre Medicina Tradicional e Práticas Complementares em Luanda/2012;Coordenação do Projeto Kula Tecelagem, projeto empreendedor de confecção e preservaçãodo Pano da Costa, sendo responsável pela implantação do projeto, capacitação de artesãs e facilitadora do processo de comercialização. Produção Executiva dos Seminários: "A Sabedoria Ancestral das Senhoras do Mundo - edições I e III/ 2012 e 2013.Oficina Nacional de Elaboração de Políticas Públicas de Cultura para povos Tradicionais de Terreiros - Maranhão/2011 -atuando na definição de políticas e representando os Terreiros Bantu da Bahia. Palestra -ReligiãoAfrobrasileira e nas questões de racismo e intolerância religiosa por/ Paula Santos OlokutunServiços Ltda ME... 2011. Coordenadora e Gestora do Projeto Mauanda Bankoma (rede de 17 comunidades tradicionais para realização e comercialização de produtos criados e desenvolvidos dentro das comunidades 2010). Palestrante da 1ª Oficina sobre Liderança feminina nas religiões de matriz africana na Bahia 2010. Encontro de Rede de Pontos de Cultura da Bahia. Palestrante do I Seminário Municipal de Religiões de Matriz Africana e Saúde de Salvador e Lauro de Freitas. Facilitadora no GT Saúde Ambiental,Terapias Complementares e o SUS, no mesmo seminário, 2007.Doutora Honoris Causa Pela Universidade Capelãs-2022. Prêmio Inspirar Noenergia Coelba 2022.Prêmio Histórias Femininas - Rede Band e ACBA - 2022 - Dora Moreira - PRODUÇÃO DE TEXTO Professora do IHAC Milton Santos/UFBA, Doutora pelo Pipgla/UFRJ, pesquisa cultura, anticolonialidade e raça. Mestra em Artes pela UFF, com ênfase em estudos dos sons, raça, gênero e afeto. Graduada em Comunicação Social pela UFC. É Crocheteira, diretora e produtora criativa na sua empresa, Guará, trabalhando em parceria com instituições como Sesc-SP, CCSP, SECULT/Ce, Secultfor, Secult/RJ, Secult/SP, Minc, Goethe-Institut, dentre outros. Dirigiu e coordenou o projeto artístico Ressoar (Goethe-Institut/RJ) e o projeto Antro (Secult-Ce). É mentora no Projeto Sons e Imagens da Bahia - Fiocruz. - Ravena Maia - Fotografia e pesquisa iconográficaDoutoranda em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA. É mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense, com graduação em Midialogia pela UNICAMP.Atuou como docente em fotografia, vídeo, sonorização e produção na Escola de Dança, na Faculdade de Comunicação da UFBA, na Faculdade da Cidade e no curso de Dança da Funceb. Ministrou oficinas sobre fotografia contemporânea e técnicas fotográficas alternativas, além de ter ensaios fotográficos apresentados em festivais e mostras de arte.Coordenou o Festival do Instituto de Artes da Unicamp entre os anos de 2006 e 2008.Trabalhou em monitorias de exposições e festivais culturais na área da fotografia. Participou e organizou em 2017 a Exposição "Trajeto Mostra de Processos Fotográficos Contemporâneos", na Galeria Acbeu, Salvador/BA pelo Coletivo Fotográfico Oju, da qual fez parte, com o processo criativo do trabalho "Caixa de Mudança".- Lumena Adad - Projeto Gráfico e DiagramaçãoGraduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Atuaprofissionalmente há três anos como designer gráfico e multimídia da Associação São Jorge Filho da Goméia, sediada no Terreiro São Jorge Filho da Goméia, em Lauro de Freitas.Possui experiência no campo das artes plásticas, atuando como curadora da Exposição "Criaturas", de Daniel Mendes, promovida pelo SESC Caixeral, Parnaíba, Piauí, entre 2017 e 2018. Há 12 anos, realiza trabalhos nas áreas de ilustração e design gráfico. - Andréa Lemos - Coordenação de ComunicaçãoJornalista formada pela Universidade Federal da Bahia com mestrado em Comunicação pelaUniversidade Sorbonne Nouvelle - Paris 3.Atualmente é correspondente no Brasil dos jornais franceses Mon Quotidien e L'Actu,escrevendo sobre temas como cultura, meio ambiente e política. Atuou como repórter eeditora nas editorias infanto-juvenis do jornal A Tarde e da Folha de São Paulo. - Emerson Coelho Barbosa Marques - Produção e gravação Audio BookFormado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na FTC. É videomaker, com experiência em fotografia, edição de imagem e de vídeo. Atua também como educador social na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Salvador. É diretor musical, músico percussionista e saxofonista no Bloco Afro Bankoma, da Orquestra Rumpliezz. - Gessica Neves - Coordenação do ProjetoLicenciada em Pedagogia pela Universidade Maurício de Nassau, é atualmente Conselheira Municipal de Cultura, ocupando a cadeira de Patrimônio Cultural de Lauro de Freitas no Biênio 2021/2023. É Coordenadora de Dança do Bloco Afro Bankoma e atua como produtorae gestora cultural junto a Associação São Jorge Filho da Goméia e Bloco Afro Bankoma.Com experiência de atuação em organizações públicas e do terceiro setor, trabalha no planejamento e execução de atividades de apoio administrativo, coordenação de eventos e desenvolvimento de ações sociais.Atua na preservação da liturgia do Terreiro São Jorge Filho da Goméia, em ações de resgatee manutenção do acervo histórico e cultural no âmbito do Museu Comunitário Mãe Mirinhade Portão - a exemplo do documentário "Samba de Roda de Portão" e "Mestres da CulturaPopular", além de liderar as oficinas de estética e adereços africanos. - Soraia Rita Gama Gonçalves - Coordenação de Produção/AdministraçãoLicenciada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia, com pos graduação em Raça, Gênero e Sexualidade, atuou junto a empresas privadas na área de desenvolvimento organizacional, educação corporativa, ensino à distância, gestão de negócios, gestão de processos e projetos, com implantação de SGQ/NBR ISO9000. Realizou a implantação de universidade corporativa, com a elaboração de programas de treinamento comportamentais e técnicos.Foi professora da Rede Municipal de Educação da Cidade do Salvador, do Ensino Infantil e Fundamental I, nas áreas de Ciências, História, Língua e Literatura, oportunidade em que desenvolveu projetos artísticos e culturais junto à comunidade escolar.Atua na área de projetos culturais e educativos, elaborando, produzindo, e gerindo, tendo realizado e participado dos projetos via LAB: Viajantes de Papel-Contos e Encontros Africanos, Memórias e Legados da Ala de Dança Bloco Afro Bankoma, Samba Vivo/MemóriasMestre Paizinho, Bailado das Vestes/Indumentárias Bloco Afro Bankoma. Foi responsávelpelo projeto Linhas da Ancestralidade - Introdução ao Bordado Barafunda, premiado pela Fundação Palmares, na categoria artesanato, na edição de 2021.Ocupa o cargo de Suplente no Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial, da Secretaria de Municipal de Políticas Afirmativas Direitos Humanos e Igualdade Racial, do município de Lauro de Freitas, Bahia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2024-12-16
Locais de realização (2)
Lauro de Freitas BahiaSalvador Bahia