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O projeto propõe a execução de concertos gratuitos da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, em cinco cidades do interior de São Paulo. A orquestra é considerada uma das mais importantes orquestras do interior paulista, fundada no ano de 1949 e reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade, através da Lei n. 12.808, de 26 de maio de 2023. A OSS é administrada pela Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba _ FUNDEC, instituição sem fins lucrativos com mais de 30 anos de trabalhos desenvolvidos para a sociedade.
O presente projeto propõe a realização de dez concertos gratuitos da Orquestra Sinfônica de Sorocaba em 5 cidades, buscando a democratização do acesso à música erudita, e a formação e ampliação do público. Todos os concertos serão predominantemente de música instrumental.
Objetivo geral: Realizar concertos com o grupo sinfônico instrumental Orquestra Sinfônica de Sorocaba, buscando ascender a popularidade da música sinfônica com o grande público, valorizando a produção artística de músicos do interior do Estado de São Paulo. Objetivo específico: Apresentação Musical - Realizar até dez apresentações da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, com ingressos gratuitos, cada uma com duração de até 60 minutos. Todos os eventos serão predominantemente instrumentais e serão realizados em teatros, no interior de São Paulo. O modelo de apresentação da Orquestra Sinfônica de Sorocaba é composto até 60 minutos constituído de repertório estritamente instrumental.
A Orquestra Sinfônica de Sorocaba foi criada em 1949 e tem como objetivo promover a difusão da música sinfônica instrumental. Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade de Sorocaba, firma-se no cenário musical brasileiro, tendo sido reconhecida como um dos principais conjuntos sinfônicos do interior paulista. A OSS se tornou um importante instrumento na difusão da música clássica para a população sorocabana e da região. Sua tarefa sempre foi a de divulgar um repertório não somente clássico, mas diverso, para conquistar novos públicos e incentivar. Os objetivos da OSS foram alcançados em mais de mil concertos realizados e uma média de 300 mil pessoas como público em seus concertos, nos seus 74 anos de trajetória. O projeto "OSS Itinerante _ 75 anos", será inserido na temporada 2024 da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, no ano das comemorações de 75 anos da orquestra, e o valor que se pretende captar cobrirá as despesas com os concertos, auxiliando a instituição na ampliação do acesso à música erudita e de valorização do profissional da área, tendo como finalidades: levar a música de concerto a um público cada vez mais numeroso; Divulgar o repertório nacional, incluindo no repertório obras de compositores brasileiros; Divulgar os instrumentistas brasileiros, convidados, entre outros membros da própria Orquestra para atuar como solistas. É inegável, portanto, o comprometimento da OSS com a acessibilidade das mais diversas camadas da população ao patrimônio imaterial representado por sua música e sua história, através de sua temporada de concertos, e de suas atividades como um todo. Sempre dependente dos benefícios proporcionados pelas Leis de incentivo a cultura para sua manutenção e existência, o grupo não é autossustentável. O projeto atende ao Art. 1º da Lei 8313/91 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O projeto ainda atende ao Art. 3º da Lei 8313/91, nos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Os profissionais indicados no campo ficha técnica que irão participar do projeto poderão sofrer alteração face à disponibilidade de sua contratação no momento de realização do projeto, ou em decorrência dos valores a serem aprovados para seu pagamento. Nos comprometemos, no caso de substituições, em manter o perfil e qualificação do profissional que for substituído, respeitando a qualidade técnica e histórico profissional, o que não ocasionará alterações no objeto do Projeto.
O modelo de apresentação da Orquestra Sinfônica de Sorocaba é composto por 60 minutos e constituído de repertório sinfônico, de compositores nacionais e internacionais. Serão realizados dez concertos de música instrumental. Tendo em consideração que a maioria das atividades culturais propostas pelo projeto contemplam a música instrumental, o formato descrito neste projeto se enquadra no Artigo 18 da Lei Rouanet como consta na Instrução Normativa Número 1, de 10 de abril de 2023. De acordo com artigo 9º, “O projeto que simultaneamente contenha ações contempladas pelos artigos 18 e 26 de Lei No. 8.313, 1991, será enquadrado em apenas um dos dispositivos, de acordo com o produto principal do projeto, nos termos do Anexo IV”. As informações disponibilizadas neste campo são estimadas e foram lançadas no sistema apenas para cumprir as formalidades exigidas pela Instrução Normativa vigente. Cabe ressaltar que será contratado profissional específico para o desenvolvimento dos produtos, ou seja, as informações poderão sofrer alteração para atendimento às necessidades curatoriais ou técnicas necessárias para sua produção e fruição.
Apresentação Musical: Acessibilidade Física: Todos os concertos realizados serão acessíveis a pessoas com dificuldade de mobilidade, idosos, obesos, gestantes e outros, por meio de rampas, banheiros adaptados, rotas de fuga acessíveis e assentos especiais. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: Serão produzidos mapas táteis e atendimento personalizado para a locomoção segura de cegos no ambiente dos eventos. Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditiva: Toda a programação será acessível para surdos por meio de interpretação e tradução simultânea de todos os espetáculos em Libras.
O projeto será inteiramente gratuito, sem cobrança de ingresso. Em atendimento ao art. 28 da IN 01 de 10 de abril de 2023 do MinC, o proponente opta por: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento).
Gestão, Organização e Produção: Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba (FUNDEC) A proponente será a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba – FUNDEC (Gestão, Organização e Produção): A FUNDEC é uma entidade civil de direito privado sem fins lucrativos, que tem como objetivo incentivar a cultura e as manifestações artísticas na cidade e foi criada em 14 de abril de 1992, por meio de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Sorocaba, com a proposta de administrar a Orquestra Sinfônica de Sorocaba - OSS. A Orquestra Sinfônica de Sorocaba, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade de Sorocaba através da Lei Nº 12.808, de 26 de maio de 2023, foi fundada em meados do século 20, tendo os maestros Benedito de Camargo e Nilson Lombardi como os seus primeiros regentes, cuja apresentação de estreia foi realizada no dia 3 de outubro de 1949, no Cine Teatro São José. Na ocasião, a orquestra era administrada pela Sociedade Artística e Cultural de Sorocaba, entidade criada no mesmo ano com o objetivo de incentivar, cultivar e difundir a música clássica, artes visuais, dança e teatro, tendo como finalidade precípua a manutenção da Orquestra Sinfônica de Sorocaba. Eduardo Pereira (Direção artística e regência): Considerado um dos regentes mais versáteis de sua geração, transitando entre o repertório sinfônico, teatro musical e grandes espetáculos, Eduardo já se apresentou em diversos países, como Alemanha, Chile, Argentina e Uruguai. Doutorando e Mestre em Regência Orquestral pela UNICAMP sob orientação do maestro Eduardo Ostergren, já se apresentou com as mais importantes orquestras do país, como a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra de Sopros Brasileira, Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, entre outras. Eduardo ganhou inúmeros prêmios, com destaque para o “Concurso Eleazar de Carvalho”, como melhor regente. Dirigiu as turnês brasileiras do grupo vocal “Il Divo” (Amor & Passion), do britânico Louis Hoover (Salute to Sinatra), do italiano Emanuele Servidio (Dall’Itália con Amore), e produziu espetáculos com Elba Ramalho, Oswaldo Montenegro, Claudia Raia, Ivo Meirelles, Davi Assayag, Edu Falaschi, Rodrigo Teaser, entre outros. Foi regente dos musicais “New York, New York”, “A Bela Adormecida” e “Chaplin - o musical da Broadway”. Assina a direção musical do maior Cine Concerto do mundo “O Senhor dos Anéis – As Duas Torres”, também da turnê “in concert” de Guilherme Arantes, do tributo Queen Experience in Concert e do show de abertura do Rock in Rio 2022, no “Palco Mundo”, com a banda Sepultura e a Orquestra Sinfônica Brasileira, a qual também assina a curadoria da série “A OSB do Brasil”. Também foi diretor musical e maestro dos especiais de natal da emissora de TV “Rede Vida”, com os tenores Jorge Durian e Thiago Arancam. Eduardo é CEO da Life Concert Entretenimento, empresa que produz anualmente mais de uma centena de espetáculos por todo o Brasil com um casting de mais de três mil artistas. Atualmente é diretor musical e regente titular da Orquestra Sinfônica de Sorocaba e diretor artístico da Banda Sinfônica do Exército Brasileiro. SPALLA – VLAMIR RAMOS Vlamir Ramos Junior nascido na cidade de Votorantim no ano de 1979. Formado em violino pelo Conservatório de Tatui na classe dos seguintes professores:Wanderley Pizzigati,Dario Sotelo,Pedro Delaroli e Paulo Bosísio,onde teve orientações de regência com Dario Sotelo. Fez aperfeiçoamento em violino com Ayrton Pinto e Claudio Cruz. Participou de vários Festivais de Musica entre eles: IV Festival de Artes de Itu-1996,29 Festival de Campos do Jordão-1998. Master-Classes como aluno com Paulo Bosisio,Claudio Cruz,Erick Friedman e Boris Belkin. Trabalhou em várias Orquestras dentre elas: Orquestra Sinfônica Jovem-Tatui, Câmerata Corelli-Tatui, Orquestra Sinfônica Paulista, Orquestra de Cordas de Tatui, Orquestra Filarmônica de Rio Claro, Câmerata do Carroção, Orquestra Sinfônica de São José dos Campos e Orquestra Filarmônica de Campinas. CHEFE DE NAIPE CORDAS (Violino) – ABNER ANTUNES Abner Antunes iniciou seus estudos no Instituto Municipal de Música de Sorocaba - IMMS, administrado pela Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba - FUNDEC, tornando-se o primeiro aluno a se formar nessa Instituição. Estudou também no Conservatório Dramático e Musical Carlos de Campos de Tatuí e na Faculdade Mozarteum de São Paulo. CHEFE DE NAIPE CORDAS – ANDRÉ YARMALAVICIUS Iniciou seus estudos de contrabaixo acústico em 1999 no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos em Tatuí na classe do professor Alexandre Miranda, concluindo o curso no ano de 2007. Participou de diversos festivais de música como o de “Músicas nas Montanhas” em Poços de Caldas (2003), Festival de Inverno de Campos do Jordão (2007, 2008 e 2009) e a Oficina de Música em Curitiba (2009 e 2010). Atuou em diferentes orquestras como a Orquestra Sinfônica Paulista (Tatuí) e a Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, e como músico convidado em várias outras orquestras. CHEFE DE NAIPE CORDAS – DEIVID ORTOLANO Bacharel pela Faculdade Mozarteum na classe dos professores Pablo de Leon, Pedro Della Role e posteriormente Claudio Micheletti, iniciou seus estudos musicais aos 12 anos. Em 2006 se formou pelo Conservatório “Dr. Carlos de Campos de Tatuí”, onde estudou com Pedro Della Role e Paulo Bosísio. Participou de importantes festivais de música em Juiz de Fora, Poços de Caldas, Tatuí, Jaraguá do Sul, St. Louis EUA, entre outros. CHEFE DE NAIPE CORDAS – RENATO CARDOSO Renato Cardoso, 26, iniciou seus estudos em projeto filantrópico (Congregação Crista no Brasil), e entrou no Conservatório de Tatuí onde formou-se na classe do professor Tiago Almeida, na mesma instituição foi solista convidado da Orquestra Jovem do Conservatório de Tatuí sob regência do maestro Juliano Arruda, integrante da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí e do Grupo de Performance Histórica do Conservatório de Tatuí com especialização em violoncelo barroco. Posteriormente iniciou seus estudos em bacharelado em violoncelo na classe do Professor Dr. André Luís Micheletti (EUA) e Alberto Kanji (NL). Integrou a Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos e Camerata Cantareira onde atuou como chefe de naipe em ambas. Na Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos foi vencedor do concurso jovem solistas onde atuou como solista sob regência do maestro Emiliano Patarra. Integrou a Orquestra Experimental de Repertório, onde foi ganhador de dois prêmios jovens solistas (2018-2020) atuando como solista nos palcos do Teatro Municipal de São Paulo sob regência do maestro Jamil Maluf, e em 2021 foi finalista do concurso para cordas de âmbito nacional sediado pela prefeitura de Guarulhos e classificado entre os 5 melhores. CHEFE DE NAIPE PERCUSSÃO – RAFAEL PEREGRINO Rafael Peregrino é percussionista, bacharel e mestrando pela UNICAMP. Atualmente é membro da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, Orquestra Sinfônica de Piracicaba, membro do GRUPU (Grupo de Percussão da Unicamp) - onde participou da gravação dos dois CDs em homenagem aos 20 anos do grupo, além de sua turnê em cinco países diferentes da Europa - e integrante do seu grupo Brasil Ragtime Trio onde põe em prática sua pesquisa sobre a performance tradicional do xilofone no repertório das décadas de 1910-20 da cidade de Nova Iorque.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.