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PRONAC 234631Apresentou prestação de contasMecenato

Bel Barcellos - Exposição “Corpo abrigo”

DOIS UM PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 605,5 mil
Aprovado
R$ 605,5 mil
Captado
R$ 370,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04580657000126Statoil do Brasil Ltda.1900-01-01R$ 370,0 mil

Eficiência de captação

61.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-11-01
Término

Resumo

O presente projeto propõe a realização de uma exposição a partir da obra da artista plástica Bel Barcellos, acompanha a publicação de um catálogo, entre outras ações desenvolvidas no âmbito do projeto. Trata-se de um projeto comemorativo dos 30 anos de carreira da artista.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Gerais 1. Democratizar o acesso à cultura e às artes visuais promovendo a aproximação de diversos públicos por meio de ações de ampliação e mediação do acesso; 2. Fomentar e difundir as artes de um modo geral, em especial, as artes visuais, valorizando a produção da arte contemporânea brasileira, oportunizando ao público o acesso a exposições visando o contato, conhecimento e ampliação de repertório artístico e simbólico; 3. Promover o acesso ao contexto de criação artística, gerando material crítico acerca desta produção; 4. Mediar o acesso às artes visuais para públicos em situações sociais diversas; 5. Possibilitar e estimular diferentes apropriações das obras, destacando a multiplicidade potencial da arte, com a produção de diferentes produtos artísticos a partir da obra apresentada. Específicos 1. Realizar 01 exposição da artista Bel Barcellos no Museu da República no Rio de Janeiro, com duração de 03 meses; 2. Lançar de 01 catálogo de 200 páginas, formato 24 x 28cm, capa dura, de artes visuais, com a impressão de 1.500 exemplares, com obras do artista Bel Barcellos, e textos bilíngues de críticos, curadores e artistas convidados;

Justificativa

Este projeto visa a realização de produtos culturais que fomentarão a arte contemporânea brasileira, tornando acessível ao público em geral, contribuindo assim para o conhecimento, apropriação simbólica, e difusão da arte brasileira através da obra de Bel Barcellos. Apoiar a realização de um projeto como o aqui proposto, de uma artista brasileira detentora de uma técnica única e de uma obra de relevância dentro do cenário das artes visuais, é também auxiliar a preservar e difundir a arte brasileira, proporcionando o acesso do público. Este projeto busca aproximar do grande público a primorosa obra de Bel Barcellos. Bel Barcelos é uma artista múltipla, com um percurso intenso e derivações por diversas linguagens como pintura, desenho e bordado. Seu trabalho possui rara ternura e também a coragem da relação com a ferida. Suas últimas obras surgiram durante o isolamento imposto pela pandemia. Através da arte, desalojada e desabrigada do contato, a artista buscou forjar o encontro e o desencontro, atingida pelas coisas a ponto de também tocá-las e delas guardar uma vibração íntima. O doméstico e o confinamento trouxeram a seu trabalho a presença quase silenciosa dos corpos numa experiência-limite, como em "Corpo Abrigo": um desenho bordado sobre linho em que as linhas esboçam a experiência do dentro e do fora, amalgamadas em um território onde o invísivel aflora junto da imagem, propiciando uma aparição num fluxo que vagueia solto, tentando encontrar ponto de ancoragem na indeterminação. A linha é seu solo para a criação poética e de fineza política. Pela linha, Bel Barcelos exercita o gesto que pode criar novos mundos, encontrando um ponto de transgressão que desativa o equilíbrio e convida à deriva. Na série "Fresta" comparece, com nitidez, essa relação de enclausuramento na captura fina diante da contingência, que é também política no sentido mais profundo, como nos lembra Giorgio Agamben, para quem "o campo político é a pátria da absoluta gestualidade humana, na qual o lugar ético aberto por essa possibilidade não tem a forma de um fazer nem de um agir, mas se exibe como um suportar e assumir o mundo que nos cerca". E é a partir desse gesto _ que dá conta das experiências singulares na arte _ que a artista, a partir de seu próprio percurso, se metamorfoseia, encontrando de forma mais candente uma dimensão assumidamente biográfica tateando, da experiência da solidão e do isolamento, uma série de questões que já estavam presentes e, agora, ganham densidade. O espaço da arte contemporânea não é um território sólido, estanque e pacífico e é justamente a contundência desejante de artistas que podem estar à beira do abismo, criando margem para a ficção, que as brechas se abrem para o assombro da existência. Em "Afora, adentro" o bordado encontra espaço em uma arquitetura singular de corpos que precisam traçar um mapa para além da clausura, encontrando, pelas frestas, proximidade com outra presença. "Mais um dia, menos um dia" é uma instalação delicada. Palavras bordadas presas por um fio tremulam, num ir e vir frágil, esboçando o movimento pendular do infinito de um tempo de espera, como uma confissão que tange a incomunicabilidade e caminha por um território movediço e encantado. Para Bel Barcelos o bordado é uma experiência inventiva, um exercício de composição em constante desenvolvimento, como a primeira caligrafia que um corpo é capaz de expressar na instabilidade e na precariedade de que é feito. Em "Mar adentro, céu afora" ou na série "Muda", o corpo _ como abrigo e abismo _ abarca a fantasmagoria e a ambiguidade do feminino, anunciando o íntimo como uma ética em que, ao narrar a si mesmo na obra, coloca em cena o "eu" enquanto ausência, uma espécie de erosão de si mesmo. O silêncio percorre, junto da linha, os caminhos poéticos e oníricos por onde a artista passa "enquanto espera" ou enquanto faz sua "travessia". Na pulsação do silêncio há muito do desejo e do afeto. Do mergulho do infinito da água ao vôo ao infinito do céu, a artista desenha e borda uma margem ou um litoral. Em "Alma d'água" o corpo flutua em mergulho com peixes no infinito do azul. A fenda e a abertura que se revira e se reinventa para além de si, no sonho ou no delírio, também se dirigem ao fora, ao alto, ao céu. Em "Invento céu" uma ave guia seu corpo pela imensidão. A iconografia dos peixes e das aves revelam a ambiguidade que se forja entre o mergulho e o voo, uma ambiguidade de intensa riqueza. Temas densos se incorporam na delicadeza do bordado que busca dar forma ao imaterial. Seu corpo oscila entre o céu e a terra, em um "silêncio cheio de cantos" e povoado por linhas em equilíbrio frágil e tênue. Da natureza misturada com elementos da casa, "maré alta e maré baixa" em deriva e em uma dança conquistada tanto no êxtase, quanto no sacríficio. Os últimos trabalhos trazem elementos estranhos e enigmáticos. Uma trança gigante e antigos enxovais de família encarnam o absurdo e a beleza de uma transmissão. A artista cria uma espécie de santuário profano onde a ancestralidade e o lugar do feminino povoam a vertigem imagética de elementos que vão se deslocando e renovando a obra. Em tudo que Bel Barcelos cria há um senso de gravidade aliado à leveza, um sentido que sempre escapa quando se tenta capturar. A narrativa que brota vertiginosa dos bordados trazem para o centro da obra o inquietante fato de termos um corpo e sermos falantes, como um teatro do absurdo em que não há narrativas lineares, mas a tentativa de fixar, em uma única imagem, o sentido poético e incontornável da existência. Foi Freud quem tocou, no ensaio "O estranho", a dimensão desse inquietante objeto que se presentifica causando angústia e revelando algo de uma solidão estruturante. Mas é na força da invenção da arte que a constelação alquímica de Bel Barcelos cria uma mitologia própria e singular, uma cosmologia que, entre imagens e palavras, preserva o insondável. Na sua obra as palavras se encontram como um desfiladeiro em que o sentido brota da vertigem e o corpo biológico é atravessado pelo pulsional. No gesto de bordar, escavando com as mãos um limite sutil entre o belo e o real, o sujeito e o vazio, o desejo e a pulsão de morte, ela tece seu espanto e maravilhamento com a diferença absoluta de cada coisa, de cada cena, de cada pessoa, de cada experiência vivida. Em "o rio abaixo do rio" o universo feminino e doméstico se expande, em uma trama que resgata os crochês e frivolitês herdados das avós, ao lado de desenhos bordados que abrigam memórias afetivas e marcas da passagem do tempo, dos ciclos da vida e de aprendizados transmitidos. "Tudo me ultrapassa", diz Alberto Giacometti, e é o que parece afirmar Bel Barcelos frente ao que se rompe na aparência das coisas, fazendo eclodir, com seu trabalho, o caráter imponderável daquilo que nos cerca. Ante o perigo de desaparição das coisas, frente ao desencaixe dos objetos no tempo e espaço, ela faz germinar a vida entre o fantástico e o assombroso, nos limites entre a razão e a imaginação, o real e o irreal. A artista afirma que ao ligar pontos, remendar falhas e desatar nós, acaba por perfurar certezas e revelar a vertigem da linguagem diante do indizível. Um salto estético às outras margens adentrando as fronteiras do corpo e do mundo: mar e céu, corpo e abismo que, do ponto mais íntimo, revelam o indomesticável e o insondável. O enigma e mistério que permeiam sua obra pulsam no liame entre o excesso daquilo que transborda na imagem e do invisível. Um trabalho feito fagulhas estéticas que capturam na perfuração e na sutura _ próprias do gesto de bordar _ o extraordinário alumbramento e o essencial espanto de que dizia Michel Leiris ao perguntar: "Quem são essas criaturas que vemos de dia e com as quais sonhamos à noite? Somos nós?" A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Catálogo: Formato fechado 25 x 34 com, 200 páginas, capa dura, miolo em papel Eurobulk 150/m². Tiragem: 1.500 exemplares

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE Acessibilidade Física: Pretendemos selecionar espaços culturais aptos no tocante à acessibilidade de portadores de necessidades especiais. Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida.Rubrica: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: Produção de audioguia bilíngue português/inglês; Objetos relacionais que possibilitam uma experiência sensorial (tátil, sonora, corporal).Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD auditivo: produção audiovisual (filme) sobre a exposição em libras - disponibilizando seu conteúdo em QR Code específico dentro do espaço expositivo e para utilização em tablets (off-line)Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD intelectual: contamos com profissionais habilitados para o atendimento de público com deficiência cognitiva. Rubrica: Monitor PRODUTO CATÁLOGO Acessibilidade Física: não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: audiolivroRubrica: Audiodescrição Acessibilidade para PcD auditivo: não se aplica Acessibilidade para PcD intelectual: não se aplica

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 27 da IN 01/2023: O acesso à exposição será gratuito a todos os públicos em todos os dias e horários. Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso IV, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. PRODUTO CATÁLOGO – optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados com recursos do PRONAC. Coordenação geral e de produção: DOIS UM/Claudia Pinheiro (proponente) Artista: Bel Barcellos Nasceu em Boston, em 1966. Passou a infância no Recife e desde 1984 vive e trabalha no Rio de Janeiro.Formou-se em artes cênicas pela Uni-Rio, em 1989. Em 1990 foi como bolsista da CAPES para a Inglaterra onde recebeu, com louvor, o título de Mestre em artes cênicas pela University of Hull.Sua obra divaga sobre os aspectos emocionais e psicológicos que perpassam os ciclos da vida, discutindo as dualidades da existência, os sonhos, angústias, limites, afetos e as nuances das relações humanas. Através da representação figurativa, suas pesquisas passaram por aguadas de acrílica, desenhos e transfers com grafite para, desde 2009, se firmarem no bordado como linguagem representativa de suas referências femininas, mantendo elos com sua ancestralidade. Há mais de uma década, linha e agulha passaram a ser as ferramentas através das quais Bel compõe suas obras, pensando a vida por meio de fios, ora pontilhados, ora expandidos, costurando tramas de caráter íntimo para falar de questões inerentes a condição humana. Suas obras são construídas lentamente, num exercício de paciência e meditação, desafiando a aceleração da vida contemporânea, transmutando poesia têxtil em tempo tátil.Desde 1995 vem expondo seu trabalho em diversos museus e centros culturais no Brasil e no exterior. Destacam-se as exposições individuais no Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1995; na Casa de Cultura Laura Alvim, em 1996; no Centro de Estudos Brasileiros de Maputo, em Moçambique, em 1997; no Museu da República do Rio de Janeiro, em 1998; e entre os anos de 2005 e 2009, sua individual “De tão Alvas, quase almas“ percorreu vários espaços culturais como o Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Olinda, SESC Petrópolis e Museu Brasileiro de Escultura em São Paulo. Em 2010 sua individual “Fios/Hilos” ocupou três salas do Museu MACAY, no México, integrando o panorama sobre a Arte Contemporânea do Brasil.Em galerias comerciais, realizou as individuais “Nós” na HAP Galeria, no Rio de Janeiro; em 2014, “Como Somos” na Galeria Karla Osório; Brasília, em 2016, e “Conexões” na galeria Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro, em 2018Dentre as mostras coletivas que participou, destacam-se: “A medida do olhar”, na Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea”, Rio de Janeiro, 2023; “AR”, na OÁ Galeria, em Vitória, 2020; “Mulheres na coleção MAR”, Museu de Arte do Rio, 2019; “De Pedras a pássaros: direções e sentidos”, na OÁ Galeria, em Vitória, 2019; “Lacunas Preenchidas”, Galeria da Villa Aymoré, no Rio de Janeiro, 2019; “Drawing Lines” na Shüebbe Projects em Düsseldorf, 2009; “Brasilidades”, no Centro Cultural da Light, no Rio de Janeiro, em 2000 e “O feminino” no Museu da República, no Rio de Janeiro, em 1997.Seu trabalho faz parte do acervo do Ella Fontanal-Cisneros Collection, do Museu de Arte do Rio de Janeiro, Museu Nacional de Belas Artes do Rio de janeiro, Centro Cultural Correios, Cia Souza Cruz S/A e também de diversas coleções particulares no Brasil e no exterior.Tem seu trabalho representado pela galeria Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea no Rio de Janeiro, a OÁ Galeria em Vitória, ES, e a galeria Luciana Caravello em São Paulo, que vêm anualmente apresentando suas obras nas principais feiras de arte no Brasil.Teve seu processo criativo registrado na série de documentários “Ateliê Aberto” do Canal Curta em 2022, e foi convidada a fazer uma Residência artística no Mosteiro Zen do Morro da Vargem pela OÁ Galeria, no Espírito Santo em junho de 2023. Curadoria: Sonia Salcedo del Castillo É investigadora de Pós-Doutoramento no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, Portugal ; tem estágio Pós-Doutoral em Artes da Cena como pesquisadora do CNPq (PPGAC/ECO/UFRJ); Doutora em Artes Visuais (PPGAV/EBA/UFRJ) e Graduada em Cenografia (UNIRIO) e em Arquitetura e Urbanismo (USU). Possui experiência em Artes (visuais e cênicas) e em Arquitetura, com ênfase em Expografia da Arte Contemporânea. É pesquisadora e docente, nos seguintes segmentos: transmissão e recepção da obra de arte, teorias e práticas artísticas e curatoriais, História e Crítica da Arte, Arquitetura Museal e de Exposições. Pertence ao quadro de inativos da Fundação Nacional de Arte (Funarte), instituição na qual atuou no âmbito da arquitetura de exposições e no campo da curadoria, como membro do conselho curatorial do Centro de Artes Visuais, em Salões projetos diverssos por mais de duas décadas (1992 a 2018). Co-idealizou o Programa de Artes Visuais (Museu Imperial IPHAN / Centro de Artes Visuais Funarte 2003-2008) e o Programa Itaú Rumos Design (Itaú Cultural/SP 2001). Lecionou nas graduações do Instituto de Artes da UERJ e do Departamento de Artes Visuais da UFRJ, nas pós graduações do Departamento de Artes Visuais da Universidade Estácio de Sá – RJ, do Departamento de Artes da Cena da ECO/UFRJ. Faz parte do corpo docente da Escola de Artes Visuais do Parque Lage -RJ, ministrando cursos livres e de formação, desde 2013. Artista curadora, assinou diversas exposições nacionais e Internacionais, em Buenos Aires, Nova Iorque, Mérida, Frankfurt, Bruxelas, Rio de Janeiro, São Paulo, e demais cidades brasileiras. Destacam-se: Construção e Desconstrução na Arte Brasileira,1990-2011 - Módulo Contemporâneo da Europália-Brasil no Museu Bozar em Bruxelas (2011), Poética Expositiva nas Cavalariças da EAV do Parque Lage - RJ (2011), Bola na Rede na Funarte de Brasilia - DF (2013 e 2014), Pontotransição na Fundição Progresso.-RJ (2016), Fissão Tectônica no Paço Imperial -RJ (2018). Com textos publicados em catálogos e periódicos nacionais e estrangeiros, é autora dos livros: Cenário da Arquitetura da Arte - montagens e espaços de exposições (2008); Poética Expositiva (2011); Asas a Raízes (2015); Arte de Expor - curadoria como expoesis (2015, segunda edição 2021); Pontotransição (2016); Da visualidade à cena: dimensões expositivas da arte (2017, segunda edição 2021); Fissão Tectônica – a obra de Ronaldo do Rego Macedo (2018).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro